Ordem Do Mérito Cultural.PDF
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Do Teatro Ao Cinema – Três Olhares Sobre O Auto Da Compadecida1
Do Teatro ao Cinema – três olhares sobre o Auto da Compadecida1 Cláudio Bezerra2 Universidade Católica de Pernambuco Sinopse O presente trabalho faz um estudo comparativo das três adaptações cinematográficas da peça Auto da Compadecida, do escritor Ariano Suassuna. A análise observa e compara as características gerais dos três filmes em relação a alguns elementos narrativos como fábula, trama, caracterização dos personagens, presença do narrador, pontos de vista e montagem. Sem qualquer julgamento de valor, procura-se entender a adaptação como um processo que envolve opções estéticas pessoais, relacionadas a certas tendências dominantes na linguagem audiovisual. Palavras-chave: cinema; adaptação; narrativa; Auto da Compadecida. Introdução A transposição de um texto literário ou dramático para o audiovisual, chamada adaptação3, é uma operação complexa e envolve uma série de detalhes, sutilezas e possibilidades criativas, muitas vezes não levadas em consideração quando da análise de obras adaptadas. Durante muito tempo, o debate em torno da adaptação esteve concentrado no problema da fidelidade ao texto de origem e, não raro, os críticos julgavam o trabalho do cineasta com critérios específicos ao campo literário (as propriedades sensíveis do texto) e procuravam sua tradução no que é específico do cinema (fotografia, trilha, ritmo da montagem, composição das personagens, etc). Mas, os estudos sobre as adaptações têm passado por um processo evolutivo, com novos aportes teóricos sendo incorporados à análise cinematográfica. É nesse contexto em que a metalinguagem tem sido apontada como um elemento central para o entendimento da obra fílmica, e as análises das adaptações passaram a dar uma atenção especial aos deslocamentos entre as culturas. Através da metalinguagem, a adaptação de um texto 1 Trabalho apresentado ao NP 07 – Comunicação Audiovisual, do IV Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom. -
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The Subversive Songs of Bossa Nova: Tom Jobim in the Era of Censorship Irna Priore and Chris Stover OSSA nova flourished in Brazil at the end of the 1950s. This was a time of rapid Bdevelopment and economic prosperity in the country, following President Jucelino Kubitschek’s 1956 proclamation of “fifty years of progress in five,” but after the 1964 coup d’état, when General Humberto Castello Branco’s military regime took control of Brazil, the positive energy of the bossa nova era quickly dissipated.1 Soon after the 1964 coup the atmosphere changed: civil rights were suppressed, political dissent was silenced, and many outspoken singer-songwriters, authors and playwrights, journalists, and academics were censored, arrested, and imprisoned. First-generation bossa nova artists, however, were able to avoid such persecution because their music was generally perceived as apolitical.2 This essay challenges this perception by analyzing the ways in which iconic bossa nova composer Antônio Carlos (“Tom”) Jobim inscribed subversive political thought through musical syntax and lyrical allegory in several of his post-1964 songs. We begin by providing a brief overview of the socio-political history of 1960s Brazil, considering some general features of the Brazilian protest song (canção engajada) before focusing on Chico Buarque’s anthemic “Roda viva” as an exemplar of that style. We then move to a detailed examination of the Jobim compositions “Sabiá” and “Ligia,” the lyrics to both of which speak of love, longing, and saudade in the manner of many bossa nova songs, but within which can be found incisive (if carefully coded) critiques of the Castello Branco government. -
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pragMATIZES - Revista Latino Americana de Estudos em Cultura Sambantropologia Sambantropology Sambantropologia Vinícius Ferreira NatalI Resumo: Palavras chave: O Presente artigo apresenta uma breve etnografia da ala de compositores do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Escolas de Samba Vila Isabel, relativizando o papel do pesquisador em relação à proximidade e características específicas com o campo das escolas Antropologia Urbana de samba do Rio de Janeiro, propondo a “Sambantropologia” como um método de pesquisa particular e situacional. Música Arte Cultura Popular Disponível em http://www.pragmatizes.uff.br 150 Ano 6, número 11, semestral, abr/2016 a set/ 2016 Resumen: El presente artículo presenta una breve etnografía del ala de Palabras clave: compositores Grêmio Recreativo Unidos Escuela de Samba de Vila Isabel, relativizando el papel del investigador en relación Escuelas de Samba con la proximidad y características específicas con el campo de las escuelas de samba de Río de Janeiro, proponiendo, para Antropología urbana terminar, “Sambantropologia” como método de investigación La música individual y situacional. Arte La cultura popular Abstract: Keywords: The present article presents a brief ethnography of the wing of composers Grêmio Recreativo States Samba School of Vila Isabel, Samba Schools relativizing the role of the researcher in relation to proximity and specific features with the field of the samba schools of Rio de Janeiro, Urban Anthropology proposing, to finish, “Sambantropologia” as a method of individual -
Uma Dama Na Cena Livre
UMA DAMA NA CENA LIVRE Eva Wilma, uma dama da arte de interpretar, vê possibilidade de a programação de televisão, principalmente das educativas, ajudar na conquista do direito à cidadania Eva Wilma Buckup, nos primeiros anos domada. No vigor de sua sabedoria, Eva da década de 50, foi bailarina do Balé Quar- Wilma tem apostado no trabalho de qualida- to Centenário; começou sua carreira, simul- de e no respeito ao público, o que pode ser taneamente, no teatro, no cinema e na televi- constatado no trabalho que ora realiza no são. Trabalhou, durante dez anos, com seriado para televisão Mulher. Sua garra e Cassiano Gabus Mendes, na TV Tupi, na co- talento poderão ser vistos em novos traba- média de costumes Alô, doçura!, sem dúvida lhos no teatro e, quem sabe, futuramente, um dos programas precursores de nossa tele- também no cinema. dramaturgia. Confissões de Penélope (1970) Por Roseli Fígaro foi outro seriado de sucesso, do qual partici- pou por mais de dois anos. No cinema, tra- Revista Comunicação & Educação: balhou com Procópio Ferreira, Roberto e Eva, você começou sua carreira artística co- Reginaldo Farias, Luís Sérgio Person, entre mo bailarina, fale um pouco dessa sua expe- outros, em produções como O craque, Chico riência. Como você chegou ao teatro e à te- Viola não morreu, A ilha e São Paulo SIA. levisão? Como as diferentes linguagens, a No teatro, ao lado de José Renato, participou da música e a do teatro, contribuíram na sua do nascimento do Teatro de Arena e traba- formação? lhou, entre outras, nas peças Esta noite é Eva Wilma: Eu tinha muito estímulo nossa, O demorado adeus, Uma mulher e três em casa. -
DP Jangada 2014
Dossier de presse 13/03/2014 UNE PROGRAMMATION EXCEPTIONNELLE EN 2014 ! Ce printemps brésilien au cinéma l’Arlequin sera placé sous le signe de l’Histoire, qui se conjuguera au présent et au passé. La ferveur liée à la Coupe du monde sera teintée du souvenir d’une période plus sombre, celle de la dictature. Le 1er avril 2014, date d’ouverture du festival, retentiront les 50 ans du Coup d’État militaire du 1er avril 1964. Le monde entier ayant les yeux rivés sur le Brésil, le Festival du Cinéma Brésilien de Paris s’est donc exceptionnellement choisi 2 thèmes pour l’édition 2014 : - Le football et la dictature. Au programme, des hommages, des débats avec les équipes des films, des avant- premières mondiales, des séances jeune public et des rencontres professionnelles. À travers une sélection des meilleures productions du cinéma brésilien, cette 16ème édition questionnera la construction d’une identité brésilienne mouvante qui s’est formée et continue de se transformer grâce à l’un, malgré l’autre, et inversement. Venez découvrir le florilège des meilleurs fictions et documentaires brésiliens au cinéma l’Arlequin du 1er au 8 avril 2014. Pour la programmation complète et détaillée, rendez-vous sur le site internet du festival ! http://www.festivaldecinemabresilienparis.com - La soirée d’ouverture - Deux films qui illustrent la diversité des cultures brésiliennes : Serra Pelada, le nouveau film d’Heitor Dhalia, nous fera voyager au cœur de la forêt amazonienne, à la fin des années 1970, quand des milliers de brésiliens ont participé à une gigantesque ruée vers l’or. -
Universidade Federal Do Rio De Janeiro Centro De Filosofia E Ciências Humanas Escola De Comunicação
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS ESCOLA DE COMUNICAÇÃO A DINÂMICA CULTURAL DOS DESFILES DA UNIDOS DE VILA ISABEL COMO ESPETÁCULO MIDIÁTICO Daniel Walassy Rocha da Silva RIO DE JANEIRO/RJ 2016 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS ESCOLA DE COMUNICAÇÃO A DINÂMICA CULTURAL DOS DESFILES DA UNIDOS DE VILA ISABEL COMO ESPETÁCULO MIDIÁTICO Daniel Walassy Rocha da Silva Monografia de graduação apresentada à Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social, Habilitação em Radialismo. Orientadora: Profª. Drª. Ilana Strozenberg RIO DE JANEIRO/RJ 2016 SILVA, Daniel Walassy Rocha da. A dinâmica cultural dos desfiles da Unidos de Vila Isabel como espetáculo midiático/ Daniel Walassy Rocha da Silva – Rio de Janeiro; UFRJ/ECO, 2016. 90 f. Monografia (graduação em Comunicação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Comunicação, 2016. Orientação: Ilana Strozenberg 1. Cultura Popular 2. Meios de Comunicação 3. Unidos de Vila Isabel I. STROZENBERG, Ilana (orientadora) II. ECO/UFRJ III. Radialismo IV. A dinâmica cultural dos desfiles da Unidos de Vila Isabel como espetáculo midiático À minha mãe Vânia e avó Francisca (Xica) por serem símbolos de garra e fé maranhenses, alegria carioca e coração vila isabelense. E aos 70 anos do celeste G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel. AGRADECIMENTO Primeiramente, agradeço a Jeová Deus por ter me ouvido e vigiado em todos os anos de minha vida e de meus estudos! Por ter me ajudado a conquistar os sonhos e objetivos que se tornaram alcançáveis. -
Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul Faculdade De Biblioteconomia E Comunicação Departamento De Ciências Da Informação Bacharelado Em Museologia
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO BACHARELADO EM MUSEOLOGIA DANIELA GÖRGEN DOS REIS FOTOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA: reflexões e proposições a partir de um estudo de caso Porto Alegre 2019 2 DANIELA GÖRGEN DOS REIS FOTOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA: reflexões e proposições a partir de um estudo de caso Trabalho realizado como pré-requisito para a conclusão do curso de Bacharelado em Museologia do Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Zita Rosane Possamai Porto Alegre 2019 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Reitor: Rui Vicente Oppermann Vice-Reitora: Jane Fraga Tutikian FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO Diretora: Karla Maria Müller Vice-diretora: Ilza Maria Tourinho Girardi DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO Chefe: Samile Andréa de Souza Vanz Chefe Substituta: Eliane Lourdes da Silva Moro COMISSÃO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE MUSEOLOGIA Coordenadora: Ana Celina Figueira da Silva Coordenadora substituta: Márcia Bertotto Departamento de Ciências da Informação Rua Ramiro Barcelos, 2705 Bairro Santana Porto Alegre – RS Telefone (51) 33085067 E-mail: [email protected] 4 DANIELA GÖRGEN DOS REIS FOTOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA: reflexões e proposições a partir de um estudo de caso Trabalho realizado como pré-requisito para a conclusão do curso de Bacharelado em Museologia do Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Zita Rosane Possamai BANCA EXAMINADORA Prof.ª Dr.ª Zita Rosane Possamai (UFRGS) – Orientadora _____________________________________________________________ Prof.ª Dr.ª Ana Celina Figueira da Silva (UFRGS) – Examinadora _____________________________________________________________ Me. -
A Temática Nacional-Popular Como Estratégia De Engajamento Político Na Obra De Elis Regina (1965-1980)
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA A temática nacional-popular como estratégia de engajamento político na obra de Elis Regina (1965-1980) ELIAS PEREIRA DE LUCENA NETO BRASÍLIA Dezembro / 2018 Universidade de Brasília Instituto de Ciências Humanas Departamento de História ELIAS PEREIRA DE LUCENA NETO A temática nacional-popular como estratégia de engajamento político na obra de Elis Regina (1965-1980) Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de História do Instituto de Ciências Humanas da Universidade de Brasília como requisito parcial para obtenção do grau de licenciado/bacharel em História. Orientadora: Profa. Dra. Léa Maria Carrer Iamashita Data da defesa: 10 de dezembro de 2018. Banca Examinadora: ___________________________________ Profa. Dra. Léa Maria Carrer Iamashita Orientadora Universidade de Brasília _______________________________________ Profa. Dra. Eloísa Pereira Barroso Universidade de Brasília ___________________________________ Profa. Dra. Ione de Fátima Oliveira Universidade de Brasília Dedico este trabalho a minha mãe, Francinete Lucena, pois, também é dela essa conquista. AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar quero agradecer a Deus, pois da espiritualidade me emanaram forças para encarar todas as adversidades. Por isso agradeço pelo amor de Cristo que me fortaleceu até aqui e pela sua divina providência em todos os momentos. Quero expressar os mais sinceros agradecimentos a minha orientadora, professora Léa Carrer, que acolheu a minha ideia e fez todo o esforço possível para que este trabalho pudesse ser consolidado da melhor maneira. Sou grato por iluminar este trabalho com o seu conhecimento, pelo seu sim e pela sua imensa boa vontade. Agradeço a minha Mãe, Francinete Lucena, que me apoiou de diversas maneiras durante toda a minha trajetória. -
RETRATOS DA MÚSICA BRASILEIRA 14 Anos No Palco Do Programa Sr.Brasil Da TV Cultura FOTOGRAFIAS: PIERRE YVES REFALO TEXTOS: KATIA SANSON SUMÁRIO
RETRATOS DA MÚSICA BRASILEIRA 14 anos no palco do programa Sr.Brasil da TV Cultura FOTOGRAFIAS: PIERRE YVES REFALO TEXTOS: KATIA SANSON SUMÁRIO PREFÁCIO 5 JAMELÃO 37 NEY MATOGROSSO 63 MARQUINHO MENDONÇA 89 APRESENTAÇÃO 7 PEDRO MIRANDA 37 PAULINHO PEDRA AZUL 64 ANTONIO NÓBREGA 91 ARRIGO BARNABÉ 9 BILLY BLANCO 38 DIANA PEQUENO 64 GENÉSIO TOCANTINS 91 HAMILTON DE HOLANDA 10 LUIZ VIEIRA 39 CHAMBINHO 65 FREI CHICO 92 HERALDO DO MONTE 11 WAGNER TISO 41 LUCY ALVES 65 RUBINHO DO VALE 93 RAUL DE SOUZA 13 LÔ BORGES 41 LEILA PINHEIRO 66 CIDA MOREIRA 94 PAULO MOURA 14 FÁTIMA GUEDES 42 MARCOS SACRAMENTO 67 NANA CAYMMI 95 PAULINHO DA VIOLA 15 LULA BARBOSA 42 CLAUDETTE SOARES 68 PERY RIBEIRO 96 MARIANA BALTAR 16 LUIZ MELODIA 43 JAIR RODRIGUES 69 EMÍLIO SANTIAGO 96 DAÍRA 16 SEBASTIÃO TAPAJÓS 44 MILTON NASCIMENTO 71 DORI CAYMMI 98 CHICO CÉSAR 17 BADI ASSAD 45 CARLINHOS VERGUEIRO 72 PAULO CÉSAR PINHEIRO 98 ZÉ RENATO 18 MARCEL POWELL 46 TOQUINHO 73 HERMÍNIO B. DE CARVALHO 99 CLAUDIO NUCCI 19 YAMANDU COSTA 47 ALMIR SATER 74 ÁUREA MARTINS 99 SAULO LARANJEIRA 20 RENATO BRAZ 48 RENATO TEIXEIRA 75 MILTINHO EDILBERTO 100 GERMANO MATHIAS 21 MÔNICA SALMASO 49 PAIXÃO CÔRTES 76 PAULO FREIRE 101 PAULO BELLINATI 22 CONSUELO DE PAULA 50 LUIZ CARLOS BORGES 76 ARTHUR NESTROVSKI 102 TONINHO FERRAGUTTI 23 DÉRCIO MARQUES 51 RENATO BORGHETTI 78 JÚLIO MEDAGLIA 103 CHICO MARANHÃO 24 SUZANA SALLES 52 TANGOS &TRAGEDIAS 78 SANTANNA, O Cantador 104 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) PAPETE 25 NÁ OZETTI 52 ROBSON MIGUEL 79 FAGNER 105 (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ANASTÁCIA 26 ELZA SOARES 53 JORGE MAUTNER 80 OSWALDO MONTENEGRO 106 Refalo, Pierre Yves Retratos da música brasileira : 14 anos no palco AMELINHA 26 DELCIO CARVALHO 54 RICARDO HERZ 80 VÂNIA BASTOS 106 do programa Sr. -
Becoming Global and the New Poverty of Cities
USAID FROM THE AMERICAN PEOPLE BECOMING GLOBAL AND THE NEW POVER Comparative Urban Studies Project BECOMING GLOBAL AND THE NEW POVERTY OF CITIES TY OF CITIES This publication is made possible through support provided by the Urban Programs Team Edited by of the Office of Poverty Reduction in the Bureau of Economic Growth, Agriculture and Trade, U.S. Agency for International Development under the terms of the Cooperative Lisa M. Hanley Agreement No. GEW-A-00-02-00023-00. The opinions expressed herein are those of the Blair A. Ruble authors and do not necessarily reflect the views of the U.S. Agency for International Development or the Woodrow Wilson Center. Joseph S. Tulchin Woodrow Wilson International Center for Scholars 1300 Pennsylvania Ave., N.W. Washington, DC 20004 Tel. (202) 691-4000 Fax (202) 691-4001 www.wilsoncenter.org BECOMING GLOBAL AND THE NEW POVERTY OF CITIES Edited by Lisa M. Hanley, Blair A. Ruble, and Joseph S. Tulchin Comparative Urban Studies Project Woodrow Wilson International Center for Scholars ©2005 Woodrow Wilson International Center for Scholars, Washington, DC www.wilsoncenter.org Cover image: ©Howard Davies/Corbis Comparative Urban Studies Project BECOMING GLOBAL AND THE NEW POVERTY OF CITIES Edited by Lisa M. Hanley, Blair A. Ruble, and Joseph S. Tulchin WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER FOR SCHOLARS Lee H. Hamilton, President and Director BOARD OF TRUSTEES Joseph B. Gildenhorn, Chair; David A. Metzner, Vice Chair. Public Members: James H. Billington, The Librarian of Congress; Bruce Cole, Chairman, National Endowment for the Humanities; Michael O. Leavitt, The Secretary, U.S. Department of Health and Human Services; Condoleezza Rice, The Secretary, U.S. -
O Bondinho Que É Ícone De Uma Cidade
# 11 – novembro 2012 Cantos com encanto O bondinho que é ícone de uma cidade transportá-lo para a Europa, que era denominada pão de açúcar. A semelhança do penhasco carioca com aquela forma de barro teria originado o nome. O penedo teve ao correr do tempo, cronologicamente, os seguintes nomes: “Pau-nh-açuquã” da língua Tupi, dado pelos Tamoios, os primitivos habitantes da Baía de Guanabara, significando “morro alto, isolado e pontudo”; “Pot de beurre” dado pelos franceses invasores da primeira leva; “Pão de Sucar” dado pelos primeiros colonizadores portugueses; “Pot de Sucre” dado pelos franceses invasores da segunda leva. m 1912, a inauguração de um caminho O nome Pão de Açúcar se generalizou a partir aéreo no Rio de Janeiro era, por fim, a da segunda metade do século XIX, quando o materialização de uma ideia concebida Rio de Janeiro recebeu as missões artísticas E do desenhista e pintor alemão Johann Moritz 4 anos antes pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos, que se tornaria Rugendas e do artista gráfico francês Jean mundialmente famoso: o bondinho do Pão de Baptiste Debret que, em magníficos Açúcar. desenhos e gravuras, exaltaram a beleza do Pão de Açúcar. Por sua forma de ogiva, Marca registrada da Cidade Maravilhosa, o localização privilegiada, presença na história morro do Pão de Açúcar é uma montanha da cidade e original acesso ao seu cume, o despida de vegetação em sua quase Pão de Açúcar é um marco natural, histórico totalidade. É um bloco único de uma rocha e turístico da cidade do Rio de Janeiro. proveniente do granito, que sofreu alteração por pressão e temperatura, possui idade Marco natural, porque seu pico está na superior a 600 milhões de anos e entrada da Baía de Guanabara, sendo é circundado por uma vegetação referência visual para os navegadores que, característica do clima tropical, do mar ou do ar, o procuram por estar especificamente um resquício de Mata localizado na periferia da cidade. -
Apontamentos Para Uma Crítica Musical
VANGUARDA PAULISTA: APONTAMENTOS PARA UMA CRÍTICA MUSICAL José Adriano Fenerick * Universidade de São Paulo – USP [email protected] RESUMO : Este artigo é um estudo sobre a crítica cultural (musical) contida nas canções da chamada Vanguarda Paulista. Inseridos no campo dos alternativos e independentes do começo da década de 1980, e portanto distantes das regras impostas pelo grande mercado de música no país, os integrantes da Vanguarda Paulista criaram um contraponto crítico e importante, registrado em suas canções, para se pensar a produção musical brasileira disseminada pela indústria cultural nos últimos 20 anos. Assim, ao analisar algumas de suas canções, este estudo procura pontuar e debater alguns aspectos da cultura musical brasileira recente. ABSTRACT: This article is a study about the cultural critic (musical) contained in the songs of the Vanguarda Paulista. Inserted in the field of the underground and countercultural of the 1980’s, and therefore distant of the imposed rules by the big music market in the country, the members of the Vanguarda Paulista created a critical and important counterpoint, registered in their songs, to think the Brazilian musical production disseminated by the cultural industry in the last 20 years. Like this, upon analysis of some songs, this study tries to punctuate and to debate some aspects of the actual Brazilian musical culture. PALAVRAS-CHAVE: Vanguarda Paulista – Indústria Cultural – Música Popular Brasileira KEYWORDS: Vanguarda Paulista – Cultural Industry – Brazilian Popular Music Em um de seus ensaios T. W. Adorno diz o seguinte: “o crítico da cultura não está satisfeito com a cultura, mas deve unicamente a ela esse seu mal estar”.