Scenes from the Class Struggle in Portugal
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Film Database
Film Database Ano Realizadora Título (PT) Título Cores Formato Duração (Internacional) 1946 Bárbara Virgínia Três dias sem Deus Preto&branco 35mm Original: 102 minutos; exibidas: 26 minutos 1957 Maria Emília Roteiros Líricos do Douro Documentário Castelo Branco 1958 Maria Emília A Região do Douro e o Vinho do Documentário Castelo Branco Porto 1962-3-4 Maria Luísa de Documentários para a Junta Bivar da Acção Social; para a RTP; autora do programa Nós as Mulheres (sob pseudónimo de Luísa Damya) 1965 Noémia Delgado Amoladores; Fotógrafos Preto&branco 35mm Ambulantes; Escultura de João Cutileiro 1970 Alice G. da C. Cooperativas Agrícolas Noronha Gamito 1972 Noémia Delgado Mafra e o Barroco Europeu Cores 35mm 1973 Alice G. da C. Madeira e sua Flora Noronha Gamito 1975-1976 Alice G. da C. Alguns aspectos de organização do Noronha Gamito Trabalho em Agricultura 1975 Margarida Gil Para Todos o Serviço; Barcouço - vídeo, documentário 30 minutos Como se Faz uma cooperativa; Arca de Noé - Um Manual de Zoologia Fantástica 1975 Margarida Gil Clínica Comunal Popular de Cova Preto&branco 16mm 35 minutos da Piedade 1975 Margarida Gil Empregadas Domésticas - Para Preto&branco 16 mm 25 minutos Todo o Serviço 1976 Margarida Gil Peniche - Cooperativas que Futuro vídeo, documentário 30 minutos 1978 Margarida Gil Moinhos de Maré - à Espera da vídeo, documentário 30 minutos Maré Viva 1979 Margarida Gil Uma História da Fotografia vídeo 35 minutos 1976 António Reis e Trás-os-Montes Cores 16mm 110 minutos Margarida Cordeiro 1976 Noémia Delgado Máscaras Cores 16mm -
Modelo Formal De Apresentação De Teses E Dissertações Na FCSH
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Comunicação, variante de Cinema e Televisão, realizada sob a orientação científica do Professor Doutor José Manuel Correia Costa. RESUMO O caminho do cinema português – à procura da identidade nacional Case study - a guerra colonial por Sofia Briz Carvalho Com a sua forma poética e metafórica de ir fazendo a articulação entre o mundo real e o mundo da ficção, o cinema português tem vindo a ser reconhecido na cena cinematográfica internacional como um cinema de características bastante específicas, muitas vezes reflexo de uma procura do que é ser português, algo que no dizer do grande representante dessa arte, Manoel de Oliveira, está relacionado com uma grande universalidade do povo português. Esta universalidade tem raízes históricas, assim como a forma de se fazer cinema em Portugal é fruto de um percurso que pretendemos ilustrar com este trabalho. Como case study optámos pelo tema da guerra colonial, símbolo do fim do Império português, analisando três filmes que abordam esse tema, obras de três realizadores cujas obras cobrem a cinematografia portuguesa desde os anos 30 até à actualidade. INDÍCE INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................... 1 CAPÍTULO I – ANTECEDENTES DO CINEMA NOVO ................................................................................... 6 I. 1. BREVE PERSPECTIVA HISTÓRICA ............................................................................................................. -
Ler Cinema: O Nosso Caso Decorreu Na Videoteca Municipal De Lisboa De ÍNDICE Janeiro a Junho De 2006
LER CINEMA: Oconversas Nosso ocorridas durante Caso o ciclo dedicado à série O Nosso Caso de Regina Guimarães e Saguenail. e outros textos a propósito do cinema português convocado. Com Regina Guimarães Saguenail José de Matos-Cruz Helena Buescu João Queiroz Vítor Silva Tavares João Mário Grilo Rui Tavares Eduarda Dionísio Alberto Seixas Santos José Bragança de Miranda O ciclo Ler Cinema: O Nosso Caso decorreu na Videoteca Municipal de Lisboa de ÍNDICE Janeiro a Junho de 2006. Agradecimentos Luísa Jorge 7 - Aproveitar uma oportunidade... | António Cunha Joaquim Mendes Fundação Calouste Gulbenkian 9 - O Nosso Caso | Manuel da Costa Cabral José Pinto Pintor Manuel Costa Cabral Paulo Cordeiro Regina Guimarães Vítor Mota Introdução Saguenail 12 - Ler o Cinema deixado pelo Nosso Caso: seguir um trilho | Inês Sapeta Dias Apoio Geral Manuel Mozos Albertina Fonseca 17 - O Caso é que... | Regina Guimarães e Saguenail Alberto Seixas Santos Alexandra Martins Eduarda Dionísio Isabel Guimarães as conversas Helena Buescu Manuela de Sousa Regina Guimarães e Saguenail conversam com... João Mário Grilo Manuela Martins Maria do Sameiro Neves João Queiroz 22 - José de Matos-Cruz | Génese José Bragança de Miranda Marinela Constantino 50 - Helena Buescu, João Queiroz | Terra Prometida José de Matos-Cruz Produção/ Editor 70 - Vítor Silva Tavares, João Mário Grilo | Jonas Rui Tavares Videoteca Municipal de Lisboa/ 96 - os espectadores | Bezerro de Ouro Vítor Silva Tavares Câmara Municipal de Lisboa António Preto 114 - Eduarda Dionísio, Rui Tavares, Alberto Seixas Santos | Massacre dos Inocentes Design Gráfico Joana Frazão 138 - José Bragança de Miranda | Carne Ivo Valadares João Sousa Cardoso Frames Mathilde Neves e outras leituras Patrícia Pimentel Patrícia Pimentel 171 - O ladrão faz a ocasião | Miguel Castro Caldas Pedro Maciel Guimarães Impressão 174 - Ema | Patrícia Pimentel Divisão de Imprensa Municipal Ficha técnica 180 - O Caso | António Preto Tiragem 188 - No sótão do cinema | Joana Frazão Direcção 1000 ex. -
O DIA DO SABAT Miguel Loureiro
O DIA DO SABAT Miguel Loureiro BIOS P T Sara Graça Nascida em Lisboa em 1973, Miguel Loureiro Actor, encenador, formou-se em Estudos Teatrais em Nova dramaturgo, dramaturgista, decorador de Iorque (1995-1998), nas escolas The Lee cena. Iniciou o percurso no teatro em 1995. Strasberg Theatre & Film Institute, Stella Nos seus trabalhos foca-se nas possibilidades Adler Conservatory e William Esper Studio. É de leitura dos clássicos e na relação com a licenciada em Ciências da Comunicação, Área história do teatro; nos textos de inscrição de Cinema, pela FCSH - Universidade Nova de cristã, tentando uma 'cena teológica'; mas Lisboa e tem o Mestrado em Comunicação e também no espasmo catártico proporcionado Artes da mesma instituição. Trabalha como pela performance, em objectos como 'Juanita tradutora desde 1990 e como actriz em teatro Castro' ou 'Minajesque' ou ainda e em cinema desde 1998. 'Experimentalismo Social'. Integrou a companhia de teatro Sensurround, Rafael Rodrigues Actor. Formado em teatro com direcção de Lúcia Sigalho. Desde 2012 que trabalha com Miguel Loureiro no pela escola profissional da Companhia de colectivo 3/quartos. Teatro A Barraca/IDS. Frequentou workshops de Bruno Schiappa, Miguel Loureiro, João Álvaro Correia Curso de Encenadores / Grosso, Juan Carlos Agudelo Plata, Nuno Formação de Atores da ESTC e o Curso de Madeira Rodrigues, João Canijo, Lara Guidetti, Atores da Comuna. Pós-Graduação em Frank Vercruyssen e Jolente De Keersmaeker Ciências da Comunicação da FCSH de Lisboa. dos TG STAN. Tem trabalhado como actor em Na Comuna – Teatro de Pesquisa de 1989 a espectáculos de teatro na companhia de 2015. Participou em séries de televisão e Teatro A Barraca, Teatro do Vestido e com o cinema. -
Editorial: Portuguese Cinema and Philosophy
CINEMA 5! 1 EDITORIAL: PORTUGUESE CINEMA AND PHILOSOPHY This fifth issue of Cinema: Journal of Philosophy and the Moving Image is entirely dedicated to philosophy and Portuguese cinema, with a particular focus on the philosophical perspectives about its motion pictures. We took, as our starting point, the awareness that, although the studies with this kind of focus are scarce (and brief), centred primarily on the works of Pedro Costa and Manoel de Oliveira, the majority of Portuguese films have a strong connection with philosophical inquiry. This particular encounter is revealed in a unique aesthetic, but also in a complex network, determined by circumstances of the recent political, cultural and social history, which marked Portuguese cinema at a political, ethical, aesthetic and cultural level. With this issue, we aim at helping to fulfil this gap, contributing to the philosophical inquiry on Portuguese cinema, taken here in its broadest sense, i.e., including feature films, documentary films and trends in video art. We have tried to broaden the already established dialogue between filmmakers and philosophers, widening the scope of the aesthetic- philosophical analysis to meet the disciplinary intersection of historical, political and psychoanalytic readings, also crossing intermediatic approaches to the moving image that include such disparate creators as Paul Rocha, Miguel Gomes, Alberto Seixas Santos, António da Cunha Telles, Solveig Nordlund, José Álvaro Morais, Manuel Goncalo Mozos, opening the scope to other protagonists of the moving image in our country, such as Vasco Araújo, João Onofre or Filipa César. The section of original “Essays” opens with an article that reveals a deep knowledge of Portuguese cinema and of philosophical inquiry. -
Jorge Silva Melo – Viver Amanhã Como Hoje Jorge Silva Melo – Viver Amanhã Como Hoje
março de 2020 JORGE SILVA MELO – VIVER AMANHÃ COMO HOJE JORGE SILVA MELO – VIVER AMANHÃ COMO HOJE A escrita, o cinema, o teatro, têm sido as artes da vida de e ação cultural. São dados de referência obrigatória, os destes Jorge Silva Melo (nascido em 1948), homem que ocupa um parágrafos, mesmo num texto não biográfico que sobretudo lugar só dele na cultura em Portugal. Leitor, espectador, crítico, trata de cinema. Além de peças, publicou livros. Dois deles professor, autor, cronista, tradutor, ator, argumentista, realizador, discorrem memórias, regressam a escritos, ziguezagueiam com dramaturgo, encenador, diretor artístico. A frase que acaba ali o tempo – Século Passado (2007) e A Mesa Está Posta (2019), podia continuar substantiva. E chamar outra que referisse Lisboa, em que fala na primeira pessoa das décadas vividas a pensar e Londres, Paris, Berlim, Milão, Roma, pelo menos estas cidades, a fazer, numa insistência feliz e teimosa, diz ele. Gosta de citar onde nasceu, estudou cinema, estagiou em teatro com Peter Stein versos de O Conto de Inverno, de Shakespeare, “But such a day e Giorgio Strehler, foi ator de Jean Jourdheuil, criou, trabalhou, to-morrow as to-day,/ And to be boy eternal.” conviveu, passeou. Em Lisboa, onde vive, integrou o Grupo de Espectador de cinema desde novinho, sobre cinema começou a Teatro de Letras entre 1967 e 1970, fundou e dirigiu, com Luis escrever no suplemento juvenil do Diário de Lisboa pelos 15 anos, Miguel Cintra, o Teatro da Cornucópia entre 1973 e 1979; fundou a antes do princípio na crítica em O Tempo e o Modo. -
A Distribuição De Cinema Português No Espaço Europeu
Universidade de Lisboa Faculdade de Letras A Distribuição de Cinema Português no Espaço Europeu Raúl Manuel Menino Avelar Mestrado em Cultura e Sociedade na Europa 2013 1 Universidade de Lisboa Faculdade de Letras A Distribuição de Cinema Português no Espaço Europeu Orientação: Professor Doutor Fernando Guerreiro Raúl Manuel Menino Avelar Mestrado em Cultura e Sociedade na Europa 2013 2 Resumo A dissertação tem como objectivo detectar quais os constrangimentos existentes ao nível do cinema português no espaço europeu, através de uma análise transdisciplinar. Nesse sentido começamos por abordar a temática do cinema nacional do ponto de vista da sua evolução, evocando conceitos como multiculturalismo e transculturalidade. No segundo capítulo procedemos a um levantamento de questões relativas à cultura visual, reflectindo sobre o impacto das novas tecnologias no cinema, e sobre a influência da indústria cinematográfica americana no cinema europeu. O capítulo terceiro aborda a evolução da legislação portuguesa sobre cinema, e algumas disposições de legislação a nível de direito internacional neste âmbito. No quarto capítulo analisam-se os programas de apoio, nacionais e europeus, à distribuição do cinema português. No quinto capítulo analisa-se a distribuição do cinema em Portugal, assim como a relação entre produção e distribuição. No capítulo sexto abordamos a distribuição do cinema português no estrangeiro e a relação entre a distribuição e os programas de apoio no sector. No capítulo sétimo procede-se aos estudos de caso – grupo Paulo Branco, Ukbar Filmes e António Pedro de Vasconcelos. A dissertação conclui que a compreensão desta problemática não pode ser confinada a uma só dimensão, passando por uma convocação de diferentes áreas do saber, assim como pela reflexão em torno da especificidade histórica e cultural quer da experiência portuguesa quer da que se prende com o espaço europeu em que esta se insere. -
Sobre a “Escola Portuguesa” De Cinema João Maria Mendes
SOBRE A “ESCOLA PORTUGUESA” DE CINEMA JOÃO MARIA MENDES João Bénard da Costa. Manoel de Oliveira. Paulo Rocha. Alberto Seixas Santos. António Reis. João César Monteiro. João Botelho. João Mário Grilo. Pedro Costa. Teresa Villaverde. Manuel Mozos. Rita Azevedo Gomes. Joaquim Sapinho. Vítor Gonçalves. Manuela Viegas. [ ] Quem somos A Escola Superior de Teatro e Cinema/ESTC é uma instituição de Ensino Superior Artístico nas áreas das Artes Performativas de Teatro e de Cinema com origem na primeira Es- cola de Teatro portuguesa, a Escola de Arte Dramática, depois Escola de Arte de Representar, do Conservatório, fundado por Almeida Garrett em 1836. Desde 1971, que a instituição integra a Escola de Cinema, hoje Departamento de Cinema da ESTC. Em 1985, a ESTC foi integrada, com a Escola Superior de Música e a Escola Superior de Dança, no IPL – Instituto Politécnico de Lisboa. A ESTC continua a desenvolver o seu ensino em Teatro e em Cinema, visando a formação de profissionais altamente qualificados, desenvolvendo investigação e pesquisa, fomentando a experimentação e a criação artísticas, realizando e/ou participando em projectos de desenvol- vimento e prestando serviços à comunidade. Em 1998, a ESTC transferiu-se para o actual edifício, construído de raiz na Amadora, desenhado pelo arqº Manuel Salgado (que colaborou com o arqº Massimo Gregotti na autoria do Centro Cultural de Belém – CCB). Os dois Departamentos da ESTC oferecem formações conducentes aos graus académicos de Licenciado e Mestre (1º e 2º ciclos do Ensino Superior). A Licenciatura em Teatro garante formação específica nas áreas de Actores, Design de Cena e Produção; o Mestrado em Teatro oferece especializações em Artes Performativas, Design de Cena, Encenação, Produção e Teatro e Comunidade. -
Cinema Comparat/Ive Cinema
CINEMA COMPARAT/IVE CINEMA VOLUME III · no.6 · 2015 Editor: Gonzalo de Lucas (Universitat Pompeu Fabra). Associate Editors: Ana Aitana Fernández (Universitat Pompeu Fabra), Núria Bou (Universitat Pompeu Fabra), Xavier Pérez (Universitat Pompeu Fabra). Advisory Board: Dudley Andrew (Yale University, Estados Unidos), Jordi Balló (Universitat Pompeu Fabra, España), Raymond Bellour (Université Sorbonne-Paris III, Francia), Nicole Brenez (Université Paris 1-Panthéon-Sorbonne, Francia), Maeve Connolly (Dun Laoghaire Institut of Art, Design and Technology, Irlanda), Thomas Elsaesser (University of Amsterdam, Países Bajos), Gino Frezza (Università de Salerno, Italia), Chris Fujiwara (Edinburgh International Film Festival, Reino Unido), Jane Gaines (Columbia University, Estados Unidos), Haden Guest (Harvard University, Estados Unidos), Tom Gunning (University of Chicago, Estados Unidos), John MacKay (Yale University, Estados Unidos), Adrian Martin (Monash University, Australia), Cezar Migliorin (Universidade Federal Fluminense, Brasil), Meaghan Morris (University of Sidney, Australia y Lignan University, Hong Kong), Àngel Quintana (Universitat de Girona, España), Joan Ramon Resina (Stanford University, Estados Unidos), Eduardo A.Russo (Universidad Nacional de La Plata, Argentina), Yuri Tsivian (University of Chicago, Estados Unidos), Vicente Sánchez Biosca (Universitat de València, España), Jenaro Talens (Université de Genève, Suiza y Universitat de València, España), Michael Witt (Roehampton University, Reino Unido). Editorial Team: Francisco Javier Benavente (Universitat Pompeu Fabra), Alejandro Montiel (Universitat de València), Raffaelle Pinto (Universitat de Barcelona), Ivan Pintor (Universitat Pompeu Fabra), Glòria Salvadó (Universitat Pompeu Fabra) Contributors: Luis Miguel Cintra, Alfonso Crespo, Horacio Muñoz Fernández, Jaime Pena, Mariana Souto, Iván Villarmea Álvarez. Translators: Marga Carnicé, Albert Elduque, Chantal Poch, Anna Rosenberg, Carolina Sourdis. Original design and layout: Pau Masaló (original design), Sara Torrent (layout). -
Cinema Comparat/Ive Cinema
CINEMA COMPARAT/IVE CINEMA VOLUMEN III · Nº6 · 2015 Editor: Gonzalo de Lucas (Universitat Pompeu Fabra). Editores adjuntos (Associate Editors): Ana Aitana Fernández (Universitat Pompeu Fabra), Núria Bou (Universitat Pompeu Fabra), Xavier Pérez (Universitat Pompeu Fabra). Comité científico (Advisory Board): Dudley Andrew (Yale University, Estados Unidos), Jordi Balló (Universitat Pompeu Fabra, España), Raymond Bellour (Université Sorbonne-Paris III, Francia), Nicole Brenez (Université Paris 1-Panthéon-Sorbonne, Francia), Maeve Connolly (Dun Laoghaire Institut of Art, Design and Technology, Irlanda), Thomas Elsaesser (University of Amsterdam, Países Bajos), Gino Frezza (Università de Salerno, Italia), Chris Fujiwara (Edinburgh International Film Festival, Reino Unido), Jane Gaines (Columbia University, Estados Unidos), Haden Guest (Harvard University, Estados Unidos), Tom Gunning (University of Chicago, Estados Unidos), John MacKay (Yale University, Estados Unidos), Adrian Martin (Monash University, Australia), Cezar Migliorin (Universidade Federal Fluminense, Brasil), Meaghan Morris (University of Sidney, Australia y Lignan University, Hong Kong), Àngel Quintana (Universitat de Girona, España), Joan Ramon Resina (Stanford University, Estados Unidos), Eduardo A.Russo (Universidad Nacional de La Plata, Argentina), Yuri Tsivian (University of Chicago, Estados Unidos), Vicente Sánchez Biosca (Universitat de València, España), Jenaro Talens (Université de Genève, Suiza y Universitat de València, España), Michael Witt (Roehampton University, -
Panorama 2ª Mostra Do Doc Umentário Português
CATALOGO_OK_6 2/2/08 03:41 Page 1 PANORAMA 2ª MOSTRA DO DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS 15 a 2 4 fev 2008 E O JORG CINEMA SÃ ORGANIZAÇÃO APOIO CATALOGO_OK_6 2/2/08 03:41 Page 2 ORGANIZAÇÃO CATÁLOGO CINEMA SÃO JORGE IMPRENSA CONTACTOS Câmara Municipal ISBN GESTORA Marisa Cardoso VIDEOTECA MUNICIPAL DE LISBOA Largo do Calvário, n.º 2, Edifício ESCOLAS de Lisboa/Videoteca 978-989-95252-9-0 Marina Uva da “Promotora” (a Alcântara) Municipal de Lisboa DEPÓSITO LEGAL ADJUNTO Ana Almeida 1300-113 Lisboa Serafim Correia DESIGN GRÁFICO Tel: 21 361 02 20/Fax: 21 361 02 22 EGEAC, E.M. – [email protected] Empresa de Gestão TIRAGEM ASSISTENTE silva!designers www.videotecalisboa.org de Equipamentos 1500 Manuel Fragoso SPOT EGEAC E.M. – EMPRESA RESPONSÁVEL TÉCNICO Fátima Rocha DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS e Animação Cultural Palácio Marquês de Tancos, APORDOC – Carlos Arroja Calçada Marquês de Tancos, n.º 2 PROJECCIONISTAS 1100-340 Lisboa Associação pelo Tel: 21 882 00 90/Fax: 21 882 00 98 Documentário Carlos Souto [email protected] Jorge Dias www.egeac.pt PROGRAMAÇÃO BILHETEIRA APORDOC – ASSOCIAÇÃO Ana Almeida Ana Melo PELO DOCUMENTÁRIO António Loja neves Rua dos Bacalhoeiros, nº 125, 4.º Paula Lima 1100-068 Lisboa, Portugal Fernando Carrilho Tel/Fax: 21 887 16 39 TM: 93 870 16 90 Inês Sapeta Dias [email protected] Madalena Miranda www.apordoc.org PRODUÇÃO Andreia Cunha Manuel Claro Nina Ramos Rita Forjaz APOIO À PRODUÇÃO Alexandra Martins Joeri Proot AGRADECIMENTOS: 100 Imagens, Adriana Bolito, ADRIP, Adulai Jamanca, Alberto Seixas Santos , Alex Campos, Alfândega -
Entrevista Ao Director De Fotografia, Acácio De Almeida.1 a Arte De Iluminar No Cinema Portugués
Entrevista ao Director de Fotografia, Acácio de Almeida TESTIMONIOS Raquel Rato Año 5 N° 5 – Verano 2016 Pág. 121-138 ISSN 1852-4532 https://revistas.unc.edu.ar/index.php/testimonios/index ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Entrevista ao Director de Fotografia, Acácio de Almeida.1 A Arte de iluminar no cinema portugués Interview with Acácio de Almeida, photography director the art of lighting in Portuguese cinema Raquel Rato Instituto de história contemporânea, Faculdade de ciências sociais e humanas Universidade Nova de Lisboa, Portugal [email protected] Resumo A presente entrevista tem como tema central o director de fotografia, Acácio de Almeida, uma das figuras mais emblemáticas da história do cinema português com renome internacional, que trabalhou com grandes realizadores tais como: António Reis; Raúl Ruiz; João César Monteiro; Alain Tanner; Nestor Almendros, etc. O seu trabalho esteve na base do sucesso que muitos filmes obtiveram. É um director de fotografia que no meio de grandes criadores tem um enorme destaque na sua actividade de “artesão da luz”, pois tem particularidades que o diferencia e que o torna único na invenção de meios e no acto criativo. Pode dizer-se que tem uma “marca” muito forte que o distingue e que o aproxima dos grandes mestres da direcção de fotografia mundial. Acácio de Almeida, iniciou muitos realizadores portugueses, vindo estes a terem um percurso de autor. Formando os seus primeiros olhares, que vieram a realizar um cinema de autor reconhecido pelo grande público. Entre eles, João César Monteiro, João Botelho, António da Cunha Telles, Teresa Villaverde. As experiências artísticas de Acácio de Almeida são únicas e de uma riqueza singular que, se tornou urgente pesquisar e teorizá-las para que um dia sejam transmitidas e conhecidas dentro do contexto cinematográfico nacional e internacional.