São Paulo 2016 2
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Parnasianismo E Simbolismo
Nas últimas décadas do século XIX, a literatura brasileira abandonou o sentimentalismo dos românticos e percorreu novos caminhos. Na prosa, surgiu o Realismo/Naturalismo e na poesia, o Parnasianismo e Simbolismo. ) Parnasianismo: contexto O Parnasianismo surge na França, na década de 1860, com a publicação do coletivo de poetas: Le Parnasse Contemporain. Romantismo – afasta-se por conta da superação da subjetividade, da idealização e não apresenta exageros (as lamúrias românticas); afasta-se do desejo de liberdade Aproximação e formal do romantismo. >> iguala-se por buscar as afastamento das sensações e por ser popular. estéticas românticas e Realismo – aproxima-se pelo objetivismo, materialismo e realistas preocupação formal com o “método” (o fazer) >> afasta-se por conta da ausência de crítica às instituições (à burguesia), não há uma preocupação ideologizada. Uma poesia acrítica, com uma abordagem superficial, musicalidade e imagens graciosas – um texto de fácil Interesse da classe leitura. burguesa nessa poesia A poesia é um objeto de consumo que pode ser “usado” em ocasiões especiais e serem “trocados” entre as pessoas – utilitarismo da poesia. Parnasianismo: aspectos formais Surge como resposta moderna ao Romantismo, que já estava desgastado, visto como a “velha escola”. Mais próximo do Objetivo dos Realismo, busca no estilo e nas técnicas poéticas um método Parnasianos franceses que os afaste do universo sentimentalista, de intensa subjetividade e idealização. Todo o esforço de Gautier foi, no campo da arte, a procura pela forma ideal da Beleza, da Palavra, minuciosamente Concepção de arte e de escolhida, dos ritmos, dos sons, rimas, que deveriam primar, sua finalidade segundo antes de tudo, pelo rigor da forma, pelo apuro da linguagem. -
VIDA E OBRA DO “MAIOR ARTISTA DO VERSO” NO BRASIL BREVES NOTAS NO CENTENÁRIO DE SEU FALECIMENTO Antônio Martins De Araújo (UFRJ/ABRAFIL) [email protected]
FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES VIDA E OBRA DO “MAIOR ARTISTA DO VERSO” NO BRASIL BREVES NOTAS NO CENTENÁRIO DE SEU FALECIMENTO Antônio Martins de Araújo (UFRJ/ABRAFIL) [email protected] 1. O contexto histórico Tantas e tão diversas as forças motrizes da fermentação social nas três décadas compreendidas entre 1870 e 1900, que a ela bem se pode a- plicar, segundo já disseram, o epíteto de Renascença Brasileira. No plano político-social, o perfil da nação brasileira se transformou com a Aboli- ção da Escravatura e a proclamação da República. No plano da literatura, de um lado, assistiu-se à quase total substi- tuição do Romantismo pelo Naturalismo, pelo Realismo e pelo Parnasia- nismo; e, de outro, pelo Simbolismo. No plano da filosofia e da sociolo- gia, o chamado Idealismo Romântico deu lugar ao Racionalismo e ao Po- sitivismo nas ideias. Desde os pródromos desse período, nos centros universitários do eixo Rio-São Paulo, assistiu-se ao advento do que se convencionou cha- mar “Ideia Nova”, trazendo em seu bojo o realismo, o socialismo, o re- publicanismo, o anticlericalismo, o objetivismo e o determinismo de base tainiana. Participando ativamente tanto das lides acadêmicas paulistas, co- mo, depois, colaborando intensamente com suas ideias nos periódicos da cidade mineira e das fluminenses por onde exerceu com a integridade de sempre a magistratura, Raimundo Correia pôde divulgar para as mentes idealistas suas progressistas posições. 206 SOLETRAS, Ano XI, Nº 22, jul./dez.2011. São Gonçalo: UERJ, 2011 DEPARTAMENTO DE LETRAS 2. Um nome nobre Conforme nos mostra seu principal biógrafo e editor, crítico, o a- cadêmico Waldir Ribeiro do Val, Raimundo Correia. -
Carvalho Júnior: O Poeta Da Alcova Carvalho Júnior: a Lustful Poet
CARVALHO JÚNIOR: O POETA DA ALCOVA CARVALHO JÚNIOR: A LUSTFUL POET Recebido: 20/03/2020 | Aprovado: 18/05/2020 | Publicado: 10/07/2020 DOI: https://doi.org/10.18817/rlj.v4i1.2154 Leandro Scarabelot1 Orcid ID: https://orcid.org/0000-0003-4151-4924 Resumo: Mesmo sendo um dos poetas mais expressivos da geração de 1870, Carvalho Júnior prossegue numa espécie de ostracismo em nossas letras. Pelos versos demasiado lascivos e picantes para o gosto de sua época, o poeta acabou sendo relegado para o segundo plano dos estudos literários, permanecendo como mera figura de transição entre Romantismo e Parnasianismo. Levando em conta que os tempos são outros e que o erotismo não é mais visto com maus olhos em literatura, o objetivo deste artigo é trazer e discutir algumas de suas produções poéticas, a fim de demonstrar suas qualidades, a despeito de qualquer visão moralizante de sua obra. Para tal, iniciamos traçando um breve panorama sobre quem foi Carvalho Júnior, o que e onde escreveu, bem como as principais influências de sua obra; seguimos com a apresentação de alguns elementos formais de Hespérides, segunda seção do livro Parisina (1879), para em seguida nos determos sobre o erotismo contido em seus versos; efetuamos uma relação entre o canibalismo amoroso de Carvalho Júnior e o da tradição literária do Brasil; e, por fim, nos questionamos sobre o seu lugar na história da poesia brasileira. Palavras-chave: Carvalho Júnior. Hespérides. Poesia erótica. História literária. Abstract: Even though he is one of the most expressive poets of the 1870 generation, Carvalho Júnior continues forgotten in our literature. -
Mapa Parcial Trecho 07
R. PEDRO SANCHES AV. 19 DE DEZEMBRO R. SANTO AMARO R. CAMPOS SALES R. ITA $9&$51(,52/(2 791$=$5e R. DA PENHA ZONA 6 R. CARAMURU R. SANTA JOAQUINA DE VEDRUNA R. VER. ARLINDO PLANAS R. MACHADO DE ASSIS AV. BRASIL R. GUARANI 5-26e-25*($%5$2 R. LAFAIETE TOURINHO R. CARAMURU 5/23(675292 R. PRINCESA ISABEL R. SANTA JOAQUINA DE VEDRUNA 58$'20+e/'(53(662$&Æ0$5$ $9,1'(3(1'Ç1&,$ $9-223(5(,5$3,21 R. VICTAL POSSANI R. ANTONIO OCTAVIO5-26e-25*($%5$2 SCRAMIN 5-229(5&(6, AV. COLOMBO CENTRAL AV. BRASIL R. LAFAIETE TOURINHO PARQUE R. NASSIB HADDAD 3d-26e,'$6,/9$ R. VITORIO BALANI R. CERRO CORA CERRO R. ROD PR 317 AV.RIO BRANCO AV. HARRY PROCHET R. ANTONIO CARNIEL LG GEN. OSORIO R. CASTRO ALVES R. SAINT HILAIRE R. FAGUNDES VARELA FAGUNDES R. R. NASSIB HADDAD R. ANTONIO OCTAVIO SCRAMIN 59(51(/621$%52 R. PIRES PARDINHO PQ.IND.BANDEIRANTES II ZONA 6 R. ALFREDO PUJOL AV. BRASIL R. VITORIO BALANI R. CARLOS CHAGAS AV. HARRY PROCHET R. COELHO NETO R. MIGUEL COUTO MIGUEL R. R. RODRIGO SILVA RUA ALUIZIO NUNES COSTA R. ELEOTERIA C. DA SILVA DA C. ELEOTERIA R. AV.RIO BRANCO R. DIRCEU PALMA/PION. AV. PARANAVAI AV. PARANAVAI R. EMILIO DE MENEZES R. ZOALDO REGINATO/PION. 5-26e'23$752&,1,2 AV. HARRY PROCHET R. RAIMUNDO CORREIA AV. PARANAVAI 59,2/$1'$0$5&21'($66803d2 R. BORBA GATO 5&2521(/&$0,62 58$212)5$$3$5(&,'$'(0$*$/+(6 R. -
RAIMUNDO CORREIA (Breves Notas No 1.º Centenário De Seu Falecimento) ANTONIO MARTINS DE ARAUJO (ABRAFIL E UFRJ)
29 VIDA E OBRA DO “MAIOR ARTISTA DO VERSO” NO BRASIL: RAIMUNDO CORREIA (Breves notas no 1.º centenário de seu falecimento) ANTONIO MARTINS DE ARAUJO (ABRAFIL e UFRJ) 1. O contexto histórico. Tantas e tão diversas as forças motrizes da fermentação social nas três décadas compreendidas entre 1870 e 1900, que a ela bem se pode aplicar, segundo nação brasileira se transformou com a Abolição da Escravatura e a proclamação da República. No plano da literatura, de um lado, assistiu-se à quase total substituição do Romantismo pelo Naturalismo, pelo Realismo e pelo Parnasianismo; e, de outro, pelo deu lugar ao Racionalismo e ao Positivismo nas ideias. Desde os pródromos desse período, nos centros universitários do eixo Rio- São Paulo, assistiu-se ao advento do que se convencionou chamar “Ideia Nova”, trazendo em seu bojo o Realismo, o Socialismo, o Republicanismo, o Anticlericalismo, o Objetivismo e o Determinismo de base tainiana. Participando ativamente tanto das lides acadêmicas paulistas, como, depois, colaborando intensamente com suas ideias nos periódicos da cidade mineira e das Correia pôde divulgar para as mentes idealistas suas progressistas posições. 2. Um nome nobre Conforme nos mostra seu principal biógrafo e editor, crítico, o acadêmico Waldir Ribeiro do Val, Raimundo Correia foi dado à luz em plenas águas maranhenses numa rede de algodão, a bordo do navio São Luís, em 1.º de maio de 1859. Seu nome de batismo foi Raimundo de São Luís da Mota de Azevedo Correa. Em sendo assim, nenhum escritor maranhense, que eu saiba, teve inserido no Em seu elegante ensaio Raimundo Correia e o seu sortilégio verbal, que exorna a edição crítica de que ora nos ocupamos, o poeta pernambucano Manuel Bandeira, depois de lembrar o curioso nascimento do poeta em uma rede, a bordo do navio São Luís, na baía de Mangunça (MA), a 13/05/1859, lembra que nosso poeta declarou haver vivido “uns restos de infância e toda a adolescência em Cabo Frio 30 (RJ), onde leu à beira-mar Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões. -
O ESTETICISMO E AS REPRESENTAÇÕES SÁDICAS NO PARNASIANISMO BRASILEIRO Aline Pereira (UERJ) [email protected]
O ESTETICISMO E AS REPRESENTAÇÕES SÁDICAS NO PARNASIANISMO BRASILEIRO Aline Pereira (UERJ) [email protected] O parnasianismo brasileiro, proeminente da década de 1880 até o advento modernista, apresentou aspectos diversos, mesclados com as “escolas de transição” francesas, sobre as quais incide a ten- dência esteticista do fin de sciécle. Os nossos parnasianos explora- ram os efeitos da criação artística, como seus contemporâneos deca- dentistas e simbolistas na França, exaltando os valores estéticos. Para Afrânio Coutinho (1995, p. 179), o Parnasianismo foi um dos gran- des “movimentos” da literatura brasileira. O autor associa o amor parnasiano à forma ao “espírito de precisão e objetividade científica” (Ibidem, p. 186) que coincidiu com o “advento da civilização bur- guesa, democrática, industrial e mecânica” (Ibidem, p. 181). Contu- do, a postura parnasiana é de oposição cultural, pois ela rompe com os fundamentos poéticos da burguesia. E é justamente após a defini- ção do movimento antirromântico no espírito e na forma dos parna- sianos franceses, afirma Manuel Bandeira (p. 91), que o Parnasia- nismo se cristaliza entre nós. Entretanto, a complexidade das manifestações nomeadas par- nasianas na literatura brasileira é sublinhada por um contexto social peculiar, comparado à realidade europeia, como assinala Fernando Cerisara Gil. “Parece estar longe no Brasil do final do século XIX, a possibilidade de os nossos poetas poderem articular um discurso poético [com envergadura crítica antiburguesa], uma vez que não havia condições históricas”. (GIL, 2006, p. 31) Assim, para Cerisara Gil, ainda que exista uma reprodução do sentimento de repúdio à ba- nalização do mundo burguês, o sustentáculo da relação do poeta [de geração parnasiana no Brasil] com o “público virtual” [antiburguês] é o seu “desejo de se ver diferenciado da incultura, da miséria e do atraso geral do país” (Ibidem, p. -
Revista Dissertar
Dissertar Representações da figura feminina no imaginário poético de fins do século XIX Representations of the female figure in the poetic imagination of late 19th century Representaciones de la figura femenina en la imaginación poética a fines del siglo XIX O presente artigo procura, a The present article looks for, from El actual artículo busca, de una partir de uma revisão de alguns pre- a revision of some preconceptions (GA- revisión de algunas preconcepciones (GA- conceitos (GADAMER) da crítica e DAMER) of critical and the literary DAMER) de crítico y del del historiografia da historiografia literária brasileiras historiography Brazilian on the Par- brasileña literarias en el parnasianismo y sobre o parnasianismo e o simbolismo, nassian and the symbolism, to reread in el simbolismo para releer en la producción reler na produção poética parnasiana the Parnassian poetical production the poética del parnasiana las diversas for- as diferentes formas de representar a different forms to represent the feminine mas para representar la figura femenina, figura feminina, destacando algumas figure, detaching some manifestations of separando algunas manifestaciones del manifestações da mulher fatal: a mulher the fatal woman: the woman who come la mujer seducer la mujer que viene del que vem do abismo das águas, a estátua, of the abyss of waters, the statue, the abismo de las aguas, de la estatua, del a esfinge, a mulher sonhada e a sereia. sphinx the dreamed woman and the siren. esinge, de la mujer soñada y del sereia. Busca, por outro lado, -
REVISTA BRASILEIRA 61-Duotone.Vp
Guardados da Memória Casa Grande & Senzala* Afonso Arinos de Melo Franco Quinto ocupante da Cadeira 25 na Academia Brasileira de Letras. ma das coisas que mais impressionam na crítica brasileira é Ua sua irresponsabilidade. Qualquer moço, bem ou mal in- tencionado, senta-se à mesa com o livro à frente, e assegura coisas in- cisivas, enfáticas e peremptórias, a propósito do volume, que não leu, e do autor, que não conhece. Parece-me que este hábito vem do jornalismo, que é, também, feito dentro da mesma escola. Os que se ocupam da crítica são, em geral, jornalistas e herdam da profissão a ligeireza, a ousadia e a irresponsabilidade, advindas do anonimato. Se um mequetrefe incompetente pode combater um programa fi- nanceiro, um tratado internacional, um plano de estrada de ferro, com a mais ingênua das insolências, porque não poderá, também, julgar um livro, demolindo-o ou endeusando-o, segundo o seu capricho? Daí, a confusão absoluta de categorias e de níveis no julgamento das nossas produções literárias. Os mesmos adjetivos, as mesmas * FRANCO, Afonso Arinos de Melo. Gilberto Freire É Espelho de Três Faces. São Paulo: Edições e Publicações Brasil, 1937, pp. 160-172. 323 Casa Grande & Senzala Afonso Arinos de Melo Franco afirmações, são empregados às vezes para obras de valor totalmente distinto e de significação completamente diferente. O autor de um romance escandaloso e mundano que pode e deve vender mui- to, mas que não pode nem deve ser tratado com consideração pela alta crítica, é aquinhoado com os mesmos adjetivos de “homem culto”, “escritor eminente” etc., que se aplicam, com justiça, a um Rodolfo Garcia, um Paulo Prado, um Gil- berto Freire. -
Fundação Universidade Regional Do Cariri — Urca Centro De Humanidades Departamento De Línguas E Literaturas Curso De Licenc
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI — URCA CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E LITERATURAS CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS DISCIPLINA: Literatura Brasileira II Professor: Edson Soares Martins Créditos: 04 Carga horária: 60 h/a Semestre: 2016.2 PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA 1. EMENTA: A disciplina compreende o contexto sociocultural e histórico da produção literária brasileira ao longo do século XIX. Pressupõe a leitura seletiva de autores, obras e temas relevantes para a compreensão do Oitocentismo no Brasil, além da análise das principais características estilísticas dos textos produzidos no período. A disciplina também permite a situação da literatura brasileira no quadro das referências internacionais. São autores prioritários: Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Castro Alves, José de Alencar, Manuel Antônio de Almeida, Martins Pena, Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Olavo Bilac, Raimundo Correia. 2. OBJETIVO GERAL: Construir com os futuros professores de Literatura Brasileira as condições satisfatórias para a compreensão, análise e interpretação do texto literário, na perspectiva do trabalho pedagógico. 1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Permitir uma aproximação crítico-reflexiva da literatura brasileira do século XIX, desde o início das manifestações do romantismo literário até o complexo realismo-naturalismo-parnasianismo; Refletir sobre procedimentos teórico-crítico-metodológicos, a partir da melhor produção teórico-crítica sobre o período em questão; Transpor o conjunto de conhecimentos construídos pelo grupo para o contexto do exercício da docência; Refletir sobre os procedimentos teórico-estéticos, a partir dos textos literários mais representativos do período enfocado, com destaque para as subdivisões esboçada no conteúdo programático. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aula 1: Apresentação da disciplina. Romantismo europeu. Sondagem. Apreciação da sondagem: seção de leitura comentada. -
SEESP Relação Das 4.274 Escolas Contempladas Com 1 Kit De Baixa Visão Dependência Código Da Escola Nome Da Escola Cidade Estado Administrativa
Secretaria de Educação Especial - SEESP Relação das 4.274 Escolas contempladas com 1 kit de Baixa Visão Dependência Código da Escola Nome da Escola Cidade Estado Administrativa 12025810 ESC EUCLIDES FEITOSA CAVALCANTE MUNICIPAL SENA MADUREIRA ACRE 12001597 ESC THAUMATURGO DE AZEVEDO MUNICIPAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12000345 ESC CEL CONTREIRAS ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12000159 ESC 7 DE SETEMBRO ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12000167 ESC ABSOLON MOREIRA ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12001180 ESC PADRE DAMIAO ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12001228 ESC PLACIDO DE CASTRO ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12000973 ESC MARCILIO NUNES RIBEIRO II ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12001309 ESC PROF QUITA ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12000280 ESC AUGUSTO SEVERO ESTADUAL CRUZEIRO DO SUL ACRE 12005657 ESC PROF JOSE AUGUSTO DE ARAUJO MUNICIPAL TARAUACA ACRE 12030066 ESC PROF AUREA ACCIOLY DOURADO MUNICIPAL TARAUACA ACRE 12019240 ESC MAPINGUARI MUNICIPAL MANOEL URBANO ACRE 12028509 ESC SEBASTIÃO CORREIA LIMA MUNICIPAL PORTO WALTER ACRE 12007412 ESC ASSIS VASCONCELOS ESTADUAL SENA MADUREIRA ACRE 12028681 ESC CLARISSE FECURY ESTADUAL RIO BRANCO ACRE 12018821 ESC RAIMUNDA DA CUNHA AIRES MUNICIPAL EPITACIOLANDIA ACRE 12016250 ESC CEL MANOEL FONTINELE DE CASTRO ESTADUAL BRASILEIA ACRE 12018805 ESC ELSON DIAS DANTAS MUNICIPAL BRASILEIA ACRE 12016764 ESC PADRE ANDRE NATALINO MUNICIPAL BRASILEIA ACRE 12018082 ESC PROF RITA MAIA MUNICIPAL XAPURI ACRE 12028932 ESC ORLANDO DE SOUZA VIANA MUNICIPAL SENADOR GUIOMARD ACRE 12011606 ESC ANICE DIB JATENE MUNICIPAL RIO BRANCO -
O Pré-Modernismo
Literatura Rodrigo Nóbrega Martins “A rotina arrota amargo, trava a boca. Torna comum o tempo, ‘Acostumiza’”. Marta Sousa. 16/10/14. O Pré-modernismo As marcas da transição entre o Simbolismo e o Modernismo Primeiras Palavras pré-modernismo foi um periodo stravam íntima relação com a realidade brasileira ano Lasar Segall. Apenas em 1917 uma forte rea- cultural brasileiro, que marca a e as tensões vividas pela sociedade do período. ção à exposição de Anita Malfatti expõe o confron- transição entre o simbolismo e o Contudo, mesmo os ’renovadores’, apesar de to que redundaria na Semana de Arte Moderna de movimento modernista. O termo iniciarem um rompimento com a temática dos 1922. Ganham destaque os periódicos O Malho, O pareceO ter sido criado por Tristão de Athayde, para períodos anteriores, não avançaram o bastante Tico tico e a revista Fon-Fon, ambas da primeira designar os "escritores contemporâneos do neo- para serem considerados modernos. década do século XX, que, por apresentarem uma parnasianismo, entre 1910 e 1920". No ambiente literário estão ativos autores linguagem mais objetiva e cotidiana, fortaleciam o momento histórico brasileiro interferiu na parnasianos, como Olavo Bilac, Raimundo Correia as estéticas de vanguarda, que pretendiam romper produção literária, marcando a transição dos e Francisca Júlia da Silva; neo-parnasianos como com os modelos clássicos, tal como buscavam os valores éticos do século XIX para uma nova reali- Martins Fontes e Goulart de Andrade. Simbolistas pré-modernistas. dade que se desenhava, pautada por uma série de como Emiliano Perneta e Pereira da Silva, con- novos movimentos de cunho religioso, como, por vivem com escritores pré-modernistas: Graça exemplo, o Padre Cícero e Antônio Conselheiro, Aranha, Lima Barreto e Euclides da Cunha, estuda- bem como o cangaço, no Nordeste; as revoltas da dos a seguir. -
Possibilidades E Desafios
Artigo DOI: http://dx.doi.org/10.5007/2175-7976.2018v25n40p335 Entre o real e o ficcional: uma análise do romanceA Casa Verde (1898-1899) Between the real and the fictional: an analysis of the novel A Casa Verde (1898-1899) Deivid Aparecido Costruba* Resumo: O presente artigo tem como objetivo discutir os limites entre o real e o ficcional no romance A Casa Verde, escrito pelo casal Filinto de Almeida (1857-1945) e Julia Lopes de Almeida (1862-1934), publicado em folhetim no Jornal do Comercio, entre 1898 e 1899. O título da obra foi motivado pelo da residência dos cônjuges, situada no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro, conhecida pela intelectualidade da época como o “Salão Verde”. Na escrita do romance foram abordados alguns temas caros aos escritores, que procuram não só examinar a imagem da mulher na sociedade daquele momento, como também o de estruturar o texto em torno de aspectos da anglofilia. Palavras-chave: Filinto de Almeida; Julia Lopes de Almeida; literatura; romance; A Casa Verde. Abstract: The present article aims to discuss the boundaries between the real and the fictional in the novel A Casa Verde, written by the couple Filinto de Almeida (1857-1945) and Julia Lopes de Almeida (1862-1934) and published in a book in the Jornal do Comércio, between 1898 and 1899. The title of the work in question has a name similar to the residence of the spouses, located in the district of Santa Tereza, in Rio de Janeiro, known by the time of the time as “Salão Verde”.