Relatório De Situação Nº 158 | 07/08/2020
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Rita Silvestre De Sousa Oliveira O Processo Autonomista De Vizela No
Universidade do Minho Instituto de Ciências Sociais Rita Silvestre de Sousa Oliveira O processo autonomista de Vizela no contexto das dinâmicas político-administrativas portuguesas (anos 60 a anos 80, do século XX) O processo autonomista das dinâmicas de Vizela no contexto portuguesaspolítico-administrativas (anos 60 a anos 80, do século XX) Rita Oliveira Rita Oliveira Uminho | 2018 Uminho Fevereiro 2018 Universidade do Minho Instituto de Ciências Sociais Rita Silvestre de Sousa Oliveira O processo autonomista de Vizela no contexto das dinâmicas político-administrativas portuguesas (anos 60 a anos 80, do século XX) Dissertação Mestrado em História Trabalho efetuado sob a orientação da Professora Doutora Maria de Fátima Cunha Moura Ferreira Fevereiro 2018 DECLARAÇÃO Rita Silvestre de Sousa Oliveira Endereço eletrónico: [email protected] Telefone: 915452194 Número do Cartão de Cidadão: 13826625 Título da dissertação: O processo autonomista de Vizela no contexto das dinâmicas político- administrativas portuguesas (anos 60 a anos 80, do século XX) Orientador: Professora Doutora Maria de Fátima Cunha Moura Ferreira Ano de conclusão: 2018 Designação do Mestrado: Mestrado em História É AUTORIZADA A REPRODUÇÃO INTEGRAL DESTA DISSERTAÇÃO APENAS PARA EFEITOS DE INVESTIGAÇÃO, MEDIANTE DECLARAÇÃO ESCRITA DO INTERESSADO, QUE A TAL SE COMPROMETE; Braga, ___/___/______ Assinatura: _______________________________________________ ii Agradecimentos Aos meus pais, Jorge e Gina que sempre me motivaram durante toda a licenciatura e mestrado a seguir o meu sonho de estudar História. Gostaria de agradecer à minha orientadora, Professora Doutora Maria de Fátima Moura Ferreira, pela motivação perseverante e apoio transmitido durante todo o trabalho. Ao senhor Manuel Campelos, pela sua disponibilidade e pelas palavras de incentivo na realização deste trabalho, bem como à Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes. -
Delegados De Saúde
Delegado de Saúde Coordenador ACES/ULS Concelho Morada da Unidade de Saúde Pública Telefone Endereço de e-mail Coordenador da Unidade de Saúde Pública Bragança Miranda do Douro Mogadouro Vimioso Vinhais Alfandega da Fé Rua D. Afonso V ULS Nordeste Maria Inácia Rosa 273302432 [email protected] Carrazeda de Ansiães 5300-121 Bragança Freixo de Espada à Cinta Macedo de Cavaleiros Mirandela Torre de Moncorvo Vila Flor Boticas Chaves Centro de Saúde de Chaves nº 2 - 1º Andar Montalegre Fonte do Leite ACES Alto Tâmega e Barroso António Maria Castro Gomes 276301920 [email protected] Ribeira de Pena 5400-261 CHAVES Valpaços Vila Pouca de Aguiar Alijó Murça Sabrosa ACES Marão e Douro Norte Stª Marta de Penaguião Maria Cristina Fonseca Sousa Rua Miguel Torga nº. 12 F - 5000-524 Vila Real 259302270 [email protected] Vila Real Mesão Frio Peso da Régua Armamar Lamego Moimenta da Beira Penedono Rua do Fafel, 41 ACES Douro Sul Maria Filomena Moreira Neves Viegas 254609210 [email protected] São João da Pesqueira 5100-178 Lamego Sernancelhe Tabuaço Tarouca Mondim de Basto Fafe ACES Terras de Basto/ Guimarães Cabeceiras Basto Rua Francisco Fernandes Guimarães - Urgezes - Maria Fátima Magalhães Dourado 253515124 [email protected] / Vizela 4810-503 Guimarães Guimarães Vizela Praceta do Vilar - s/nº São Victor ACES Braga Braga João Manuel Barros Figueiredo da Cruz 4710 - 453 Braga 253208260 [email protected] Amares Póvoa Lanhoso Rua Dr. Domingos Oliveira Lopes ACES Gerês/Cabreira José Manuel Carvalho Araújo 253310863 [email protected] Terras de Bouro 4730-702 Vila Verde Vieira do Minho Vila Verde Barcelos Rua de Ninães, 19 ACES Barcelos/Esposende António Arístides de Freitas e Sousa 253802720 [email protected] Esposende 4755-069 Barcelinhos Rua do Pavilhão - Delães ACES Vila Nova de Famalicão V. -
Plano Operacional Municipal De Mondim De Basto
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL DE MONDIM DE BASTO abril 2018 Plano Operacional Municipal de Mondim de Basto Índice Geral 1. Enquadramento do concelho .................................................................... 6 1.1 Enquadramento Geográfico do Concelho ........................................................ 6 2. Área ardida no concelho ........................................................................... 8 2.1 Área ardida número de ocorrência/anual ....................................................... 8 3. Análise do Risco de Incêndio ................................................................... 9 3.1. Mapa de Perigosidade ...................................................................................... 9 3.2. Mapa de Risco de Incêndio Florestal ............................................................. 10 3.3. Mapa de Prioridades de Defesa ...................................................................... 11 4. Áreas protegidas, Rede Natura 2000 e Regime Florestal ........................ 12 4.1. Áreas protegidas, Rede Natura 2000 e Zonas Especiais de Proteção........... 12 5. Meios e Recursos ...................................................................................... 13 5.1. Inventário de viaturas e equipamentos disponíveis ...................................... 13 5.2. Meios Complementares de apoio ao combate ............................................... 14 6. Dispositivo Operacional de DFCI ............................................................. 17 6.1. Funções e responsabilidades -
Principais Recursos Minerais Dos Concelhos De Chaves, Montalegre E Boticas
CAPÍTULO 3 PRINCIPAIS RECURSOS MINERAIS DOS CONCELHOS DE CHAVES, MONTALEGRE E BOTICAS João Manuel Farinha Ramos* * LNEG (S. Mamede de Infesta) MINERAÇÃO E POVOAMENTO NA ANTIGUIDADE NO ALTO TRÁS-OS-MONTES OCIDENTAL 1. Introdução Na área correspondente aos Concelhos de Chaves, Montalegre e Boticas afloram diversos tipos de granitóides que intruem formações metassedimentares de idade silúrica, e alguns depósitos de rochas sedimentares eluvio-aluviais de idade plistocénica e holocé- nica. Estes tipos de rochas e a tectónica que as afecta explicam as numerosas ocorrências mineiras que, desde tempos imemoriais, vêm sendo exploradas pelos povos que por aqui passaram e se estabeleceram. Trata-se, de facto, de uma área onde abundam recursos mine- rais (metálicos e não metálicos), geotérmicos e hidrominerais (W, Sn, Mo, Li, Nb, Ta, Au, Ag, quartzo, feldspato, argilas, areias, granitos industriais e ornamentais, águas minerais naturais, etc. – Figura 1), que não passaram despercebidos aos povos, mesmo aos mais pri- mitivos, que aprenderam a utilizá-los. A pesquisa de alguns destes recursos deve ter come- çado ao longo dos rios e linhas de água mais importantes onde procuravam água, peixe, seixos, e onde descobriram pepitas de ouro, grãos de estanho, etc. A tradição da explora- ção foi passando de geração em geração até aos tempos actuais, constituindo uma fonte de meios não desprezível para aquelas gentes rijas que habitavam territórios serranos de solos pobres e clima agreste. Uma descrição dos recursos minerais nesta região implica o seu agrupamento em tipologias fundamentadas na forma do jazigo, na mineralogia, no contexto geológico, e na sua génese. Em primeiro lugar, com base numa classificação utilitária, consideram-se os seguin- tes grandes grupos: I – Minérios metálicos (minerais e rochas donde é possível extrair os metais com lucro); II – Minérios energéticos (minerais e rochas que podem fornecer economica- mente energia); III – Minérios não metálicos (minerais e rochas que têm aplicação na Indústria); IV – Recursos hidrominerais. -
State Aid SA.30317 – Portugal High-Speed Broadband in Portugal
EUROPEAN COMMISSION Brussels, 19.01.2011 C(2011)312 final PUBLIC VERSION WORKING LANGUAGE This document is made available for information purposes only. Subject: State aid SA.30317 – Portugal High-speed broadband in Portugal Sir, I. SUMMARY (1) I am pleased to be able to inform you that the European Commission has assessed the measure "High-speed broadband in Portugal" (hereafter: "the measure") and decided not to raise objections as the State aid contained therein is compatible with Article 107(3)(c) TFEU. II. PROCEDURE (2) Following pre-notification discussions, by letter dated 15 June 2010 pursuant to Article 108 (3) TFEU, the Portuguese authorities notified a measure to the Commission for supporting the deployment of Next Generation Broadband networks in the Portugal. (3) The Portuguese authorities provided answers to the Commission's requests for information of 12 July 2010 and 27 August 2010 by letters dated 9 August 2010, 24 September 2010, 1 October 2010, 11 October 2010, 26 October 2010 and 17 December 2010. S. Ex.ª o Ministro dos Negócios Estrangeiros Dr. Luís AMADO Largo do Rilvas P – 1399-030 - Lisboa 1 Commission européenne, B-1049 Bruxelles – Belgique Europese Commissie, B-1049 Brussel – België Telefone: 00-32-(0)2-299.11.11. III. CONTEXT III.1. The National Broadband Strategy (4) On 30 July 2008, the Portuguese government published Resolution of the Council of Ministers No. 120/20081, the Digital Agenda for ensuring that Portugal promotes investment in next generation broadband networks. In the National Broadband Strategy, the Portuguese government inter alia undertook to assess what measures could be taken to encourage investment in new generation networks in geographical areas with low penetration, particularly of broadband services, and to modernise current network infrastructure. -
Famílias De Ribeira De Pena. Subsídios Para a Sua Genealogia
Famílias de Ribeira de Pena Subsídios para a sua Genealogia (séculos XV a XVIII) Manuel Abranches de Soveral §1 Leitão, Almeida, Carvalho, Borges, Guerra 1. DAMIÃO LEITÃO, cavaleiro fidalgo da Casa Real e governador de Cabo Verde, conforme é referido na carta de armas de seu bisneto, adiante tratado.1 N. cerca de 1490 e terá casado cerca de 1507 com uma senhora Almeida, mas a carta de armas nada diz a este respeito. O "Anuário da Nobreza"2 refere uma "tradição", segundo a qual esta senhora seria irmã do 1º vice-rei da Índia D. Francisco de Almeida, portanto neta dos 1ºs condes de Abrantes, o que é totalmente fantasioso, não só porque é anacrónico mas também porque não há notícia dessa irmã do vice-rei. Além de que, se o fosse, a carta de armas certamente o referiria. A mulher de Damião Leitão devia ser filha João Álvares, escudeiro d’el rei, que é citado em 1517 no foral novo de Ribeira de Pena como senhor do prazo do vale de Senra de Baixo. E Damião Leitão era certamente irmão do Padre Fernão Leitão3, que foi morador em Negreiros, termo de Barcelos, e abade reitor da igreja do Salvador de Ribeira de Pena, onde em 1520 instituiu a capela de S. Pedro, concluída a 22.1.1521, e cuja administração em 1726 tinha José Leitão de Almeida, descendente de Damião Leitão.4 E ambos, muito provavelmente, filhos de Álvaro 1 José Leitão de Almeida, que a 18.3.1629 teve carta de armas para Leitão. 2 "Anuário da Nobreza de Portugal",1985, III, Tomo II, pág. -
System of Agriculture, Forestry and Grazing in Barroso
System of Agriculture, Forestry and Grazing in Barroso - Potential GIAHS/FAO site - February/2018 Template for GIAHS Proposal I. SUMMARY INFORMATION Name/Title of the Agricultural Heritage System: System of Agriculture, Forestry and Grazing in Barroso Requesting Agency/Organization: Development Association of the Alto Tâmega Region (ADRAT) Responsible Ministry (for the Government): Ministry of Agriculture, Forestry and Rural Development Location of the Site: *please annex land use maps and geographical coordinates of the site The Barroso region is located in Northern Portugal (Fig. 1), bounded to the east by the River Tâmega, to the west by the mountainous regions of the Upper Minho, to the south by Terras de Basto, and to the north by Galicia (Spain). In administrative terms, it covers 2 municipalities: Boticas and Montalegre. It is divided into the Upper Barroso, covering a large part of the municipality of Montalegre, where the Gerês, Larouco and Barroso mountains are located, and the Lower Barroso, covering the municipality of Boticas and part of the municipality of Montalegre, marked by the Tâmega, Terva, Beça and Covas river valleys (Chaves, s/d). Key Land use and occupation in Barroso Agricultural land Agroforestry áreas Semi-natural áreas Water bodies Forest Artificialised land Source: COS2007 Figure 1 – Geographic environment of the Barroso region and main land uses and cover. The Land Use and Cover Charter for 2007 (COS2007) shows that the Barroso region is mainly covered by forest and semi-natural areas (scrubland, natural grassland, and open areas or areas with sparse vegetation) representing about 30% and 48% of the region, respectively (Fig. -
Boticas E O “Vinho Dos Mortos”: Reforçar a Identidade Cultural Do Território Na Experiência De Enoturismo
Paper DOI: http://dx.doi.org/10.7784/rbtur.v11i2.1304 Boticas and the “Wine of the Dead”: reinforcing cultural territorial identity in wine tourism experiences Boticas e o “Vinho dos Mortos”: reforçar a identidade cultural do ter- ritório na experiência de enoturismo Boticas y el "vino de los muertos": fortalecer la identidad cultural del territorio en la experiencia del turismo de vino Josefina Olívia Salvado1 Abstract: Justified purpose of the topic: The territory of Boticas (in the North of Portugal) has a low population density and is considered a powerful space of cultural heritage. Objective: The wine tourism ecosystem strategy will involve several dynamics that can enhance endogenous resources, resulting in a reinforcement of identity and Cultural uniqueness. The "wine of the dead" is a surviving symbolic wine tradition connected with the second French Invasion of Portugal (1808). The expression “Wine of the dead” derived from the ancient practice of burying the bottles underneath cellar floors to safeguard property from the French soldiers. Design / Methodology and approach: Two qualitative methodolo- gies were used: MatrizPCI (Intangible Cultural Heritage Matrix), following UNESCO's guidelines on "Safeguarding Cultural Heritage" for endogenous resources inventory, and Buhalis’ six A's framework for the analysis of tourism destinations. Results: The results show Boticas as a multifunctional geo- graphical space where its endogenous characteristics / attributes ensure a privileged and competitive position within the framework of wine tourism. Originality of the document: This work is original on the theme and framework. Keywords: Wine tourism Ecosystem. Cultural Heritage. Wine of the dead. Boticas. Resumo: Propósito justificado do tema: O território de Boticas (Norte Portugal), embora de baixa densidade populacional é visto como um espaço de valorização do património cultural, ao integrar de forma harmoniosa o seu ecossistema de enoturismo através de várias dinâmicas potenciadoras dos 1 PhD in Tourism (Aveiro University). -
Comunidade Intermunicipal Do Alto Tâmega
Relatório - 2019 Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega Relatório Anual de Obrigações de Serviço Público de Transporte de Passageiros (Regulamento Europeu n.º 1370/2007, 23 de outubro). © CIMAT 2020 Avenida Aliados, 9 5400-038 Chaves,Portugal PÁGINA FOI DEIXADA EM BRANCO PROPOSITADAMEN © CIMAT 2020 Avenida Aliados, 9 5400-038 Chaves,Portugal I – BREVE ENQUADRAMENTO A Região do Alto Tâmega (NUT III) situa-se no distrito de Vila Real, em Trás-os-Montes, faz fronteira a Norte com a região espanhola da Galiza, a Sul com a CIM do Douro, a Este, com a CIM de Terras de Trás-os-Montes e a Oeste, com as CIM’s do Cávado e do Ave. Corresponde ao território abrangido pelos Municípios de Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar. No seu conjunto, a CIMAT tem uma área de 2.922 km2 e na qual residem 94.143 habitantes (dados dos censos 2011). Figura 1 – Municípios do Alto Tâmega Fonte: CIMAT Municípios do Alto Tâmega: Nome Área (em km²) População (censo de 2011) Boticas 322 5.750 Chaves 591,2 41.243 Montalegre 805,5 10.537 Ribeira de Pena 217,5 6.544 Valpaços 548,7 16.882 Vila Pouca de Aguiar 437,1 13.187 Total 2922 94.143 © CIMAT 2020 Avenida Aliados, 9 5400-038 Chaves,Portugal Cidades do Alto Tâmega: Nome habitantes concelho Chaves 18899 Chaves Valpaços 4752 Valpaços Vilas do Alto Tâmega: Nome habitantes concelho Vila Pouca de Aguiar 3303 Vila Pouca de Aguiar Ribeira de Pena 2400 Ribeira de Pena Cerva 2280 Ribeira de Pena Pedras Salgadas 2057 Vila Pouca de Aguiar Vidago 1991 Chaves Montalegre 1800 Montalegre Carrazedo de Montenegro 1620 Valpaços Salto 1429 Montalegre Boticas 1280 Boticas Vilarandelo 984 Valpaços Santo Estêvão 607 Chaves Caracterização da dimensão territorial e censitária dos municípios do Alto Tâmega Fonte: censo de 2011 - Infraestruturas Rodoviárias Os problemas de acessibilidade para o exterior da região foram atenuados pela construção dos eixos rodoviários (A24, A7 e ligação direta à A4). -
Conflicting Attitudes to Death in Modern Portugal: the Question of Cemeteries
CONFLICTING ATTITUDES TO DEATH IN MODERN PORTUGAL: THE QUESTION OF CEMETERIES The 19th century in Portugal witnessed a succession of cal, social, and economic transformations which, in many cases, were set in motion by a political process drawing on principles formulated earlier under the impact of the Enlightenment. The transformation of attitudes to death and burial is here seen in this context. The historiography of attitudes to death and burial in Portugal has thus far received scant attention. The comments are mainly intended as a stimulus to further research on this topic. They are an attempt to combine insights derived from anthropological research with those available from historical material. We are encouraged in this purpose by the belief that in the recent developments in the social history of death there is an evident failure to sufficient attention to the ethno- graphic material already available and to the theoretical insights of social anthropology.l While carrying out anthropological research in rural Minho (1978-1981), Joao de Pina-Cabral (one of the authors of this article) became aware of the existence of a process of change in attitudes to death and burial. There appeared to be a movement from what calls the mort apprivoisee (tamed death), to a type of death which corresponds more closely to his model of the 1 For a similar oplnlon, see Stephen Wilson, 'Death and the Social Historians: Some Recent Books in French and English', SociaZ Histor-y, Vol.V (1980), p.443. 17 18 Joao de Pina~Cabral and Rui Feij6 moy.·t sauvage (wild death). -
ES+ Methodology: Mapping Social Entrepreneurship INTRODUCTION
ACRN Journal of Entrepreneurship Perspectives Vol. 1, Issue 1, p. 97 – 110, Feb. 2012 ISSN 2224-9729 ES+ Methodology: Mapping Social Entrepreneurship Rita Megre1, Miguel Alves Martins2, João Cotter Salvado3 1 Research Associate, Social Entrepreneurship Institute, [email protected] 2 Founder and Director, Social Entrepreneurship Institute, [email protected] 3 Research Associate, Social Entrepreneurship Institute, [email protected] Abstract. The Social Entrepreneurship Institute (IES) in Portugal has developed an innovative methodology called ES+ for the identification and research of Social Entrepreneurship initiatives at the local and regional level. This methodology was created as part of an overall policy to identify and support Social Entrepreneurship initiatives in Portugal, considering Social Entrepreneurship as a solution to yet unresolved social and environmental issues. The goal of this methodology is not only to identify innovative solutions that can be replicated in other regions/countries but also to identify the needs of social entrepreneurs, allowing for an action plan and for the tailoring of IES services, to be able to better serve these social entrepreneurs, empowering them for greater social and environmental impact. In this paper, the ES+ Methodology is described and presented with application to two contrasting Portuguese regions – one mostly urban, near the Portuguese capital and the other mostly rural in the remote Portuguese inland region of Trás-os-Montes. Keywords: Social Entrepreneurship, Research, Methodology, Mapping, Identification, Support INTRODUCTION Social Entrepreneurship (SE) is a rising field of activity worldwide. Given the inclusive nature of the field it is sometimes difficult to define it in a rigorous way, and several definitions have been proposed. -
Terras De Basto Em Destaque: Literatura E Desenvolvimento Rural
Directora: Cristina Cavaco www.leader.pt II Série | Nº 52 - 2008 Biblioteca Municipal Prof. Dr. Marcelo Ribeiro de Sousa, Celorico de Basto / Maria do Rosário Aranha Marcelo Ribeiro de Sousa, Celorico Basto / Maria do Rosário Dr. Biblioteca Municipal Prof. Em Destaque Literatura e Desenvolvimento Rural P 12 Fim-de-semana nas Terras de Basto Terras de Basto Probasto P 3 Publicações apoiadas pelo programa LEADER P 4 e 5 Entrevista a Ana Paula Guimarães P 6 a 8 As Terras de Basto na literatura a ABRIR Cultura, leitura e desenvolvimento Escrevi há poucos meses, num outro editorial, que a cultura desempenha Mas voltemos à cultura. Provavelmente do que se trata em muitos casos um papel fundamental nas sociedades. Verdade infantil, quase diria, mas é que olhamos para a cultura como um valor e pronto. Só nos rendemos cada vez que me torno mais maduro melhor compreendo esta evidência. à cultura se nela encontrarmos respostas e sensações. Significa pois que Mas há muitas faces nesta análise. Vejamos esta. Temos, muitos, com a só valorizamos realmente, intimamente, a cultura se ela nos ajudar a cultura uma relação de profunda timidez e, simultaneamente, de enor- ser mais felizes nem que seja por momentos. Falar de Pessoa na Serra me respeito. Ninguém nega a importância da cultura, ninguém a refuta da Gardunha, não será propriamente melhor do que falar de Joaquim como supérflua. Se numa qualquer ocasião nos questionarem quais são Manuel em Vila Boim. os nossos melhores hobbies, prontamente dizemos a leitura, “adoro O Programa LEADER+ terá contribuído, e muito, para que a cultura se ler!”.