O Parque Nacional Da Serra Da Bocaina
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
Antônio Gilberto Costa1 Nos Primeiros Anos Do Século XVIII Já Eram
A Estrada Real e a Transferência da Corte Portuguesa | 7 AS ESTRADAS REAIS PARA AS MINAS NA CARTOGRAFIA HISTÓRICA DO BRASIL Antônio Gilberto Costa1 RESUMO Nos primeiros anos do século XVIII já eram muitos os caminhos que conduziam às minas de Minas Gerais, mas também muitos eram os seus descaminhos. Para evitar estes descaminhos do ouro e dos diamantes determinou o governo da metrópole que estes bens deixassem a região apenas por algumas trilhas ou caminhos, que a partir de então receberam a denominação de Estrada Real. Nos pontos em que as Estradas Reais cruzavam as fronteiras entre capitanias foram construídos Registros para as necessárias cobranças de impostos. Das Estradas Reais do Brasil, as de Minas foram as mais famosas e ficaram conhecidas como Caminho Velho e Caminho Novo. Neste trabalho, descrevem-se as estradas citadas, ressaltando-se, particularmente, seus trajetos. 1. INTRODUÇÃO Desde a chegada dos portugueses à porção da América que lhes cabia pelo Tratado de Tordesilhas, esperavam estes encontrar a sua parte da riqueza nesse imenso território. As notícias vindas da Espanha, dando conta de importantes descobertas de prata e ouro em regiões não muito distantes da costa, mas do lado oeste do continente sul-americano, só faziam aumentar as expectativas da Coroa portuguesa. Sem noção das reais dimensões da nova colônia, limitaram-se os novos habitantes do Brasil à ocupação apenas de sua costa, onde não foram encontrados nada além de indícios da existência dos almejados tesouros. Apesar disso e mesmo diante do grande interesse pelo ouro, pela prata e pelas pedras preciosas, os portugueses, que imaginavam o interior do seu território como sendo um grande desertão, que com o tempo acabou virando apenas sertão, tiveram que manter, por quase duzentos anos, suas atenções voltadas para as costas do seu território, 1 Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Programa RUMYS / Projeto Estrada Real 8 | A Estrada Real e a Transferência da Corte Portuguesa procurando defendê-lo das freqüentes investidas de franceses, de holandeses e de ingleses. -
Parque Nacional Da Serra Dos Órgãos: Uma Visão Geral1
Parque Nacional da Serra dos A colonização da região deu-se inicial- Órgãos: uma visão geral1 mente em Magé, no fundo da Baía de Guana- bara. Em 1696, a localidade de Magé foi ele- A Serra dos Órgãos localizada a cerca de vada à condição de freguesia (SANTOS, 1957, 20 quilômetros da Baía de Guanabara, fascinou DRUMMOND, 1997). Naquela época, toda a re- aqueles que chegaram ao Rio de Janeiro no gião (as atuais Duque de Caxias, Nova Iguaçu, início da colonização. O fantástico relevo da serra Guapimirim, Petrópolis, Teresópolis, Sapucaia e inspirou seu nome, dado pelos portugueses pela Paraíba do Sul) era parte de Magé. A base da associação com os tubos de um órgão de igreja. serra, em Guapimirim, já era, à época, ocupada O Parque Nacional da Serra dos Órgãos por fazendas. A capela de Nossa Senhora da o o (Parnaso) localiza-se entre 22 52’ e 22 54’ Sul Conceição do Soberbo, hoje tombada pelo e 42o09’ e 45o06’ Oeste (Figura 1). A área do Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cul- parque é de 10.653 hectares com 71 km de pe- tural (INEPAC, 2005) e protegida pelo Parnaso rímetro. A maior parte, 42,9%, encontra-se inserida data de 1713 (Figura 2). no município de Petrópolis; 25,9% de seu território encontram-se no município de Guapimirim, 17,7% em Magé e 13,4% em Teresópolis. Apesar disso, a administração do parque esteve historicamente voltada para Teresópolis, onde localizada-se sua sede principal, e Guapimirim, onde existe outra se- de, tendo por muitos anos negligenciado a porção Elizabeth Bravo petropolitana do parque, bem como a área inserida no município de Magé. -
Continued Bird Surveys in Southeastern Coastal Brazilian Atlantic Forests and the Importance of Conserving Elevational Gradients
Revista Brasileira de Ornitologia, 22(4), 383-409 ARTICLE December 2014 Continued bird surveys in southeastern coastal Brazilian Atlantic forests and the importance of conserving elevational gradients Vagner Cavarzere1,2,4, Thiago Vernaschi Vieira da Costa1,2, Giulyana Althmann Benedicto3, Luciano Moreira-Lima1,2 and Luís Fábio Silveira2 1 Pós-Graduação, Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo. Rua do Matão, travessa 14, 101, CEP 05508- 900, São Paulo, SP, Brazil. 2 Seção de Aves, Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. Avenida Nazaré, 481, CEP 04218-970, São Paulo, SP, Brazil. 3 Rua Tiro Onze, 04, CEP 11013-040, Santos, SP, Brazil. 4 Corresponding author: [email protected] Received on 15 January 2014. Accepted on 18 November 2014. ABSTRACT: Although the Atlantic forest is the best-studied Brazilian phytogeographic domain, few coastal municipalities of the state of São Paulo can count on published and critically revised bird species list, which are important initial steps to organize conservation inniciatives. Here we present historical records from Bertioga, a northern coastline municipality of the state of São Paulo, as well as recent records obtained in surveys during the past years within the municipality. Surveying methods, carried out between 2008-2011, included point counts, 10-species lists, transect counts and mist nets. This compendium resulted in 330 documented species, 90 of which still await documentation. Of these 420 bird species, 85 (20.4%) are Atlantic forest endemic species and as many as eight, six and 23 are threatened at the global, national and state levels, respectively. Seventeen species are reported from Bertioga for the first time. -
Range Extension and a Case for a Persistent Population of River Otters
IUCN Otter Spec. Group Bull. 29(2) 2012 A R T I C L E ARE OTTERS GENERALISTS OR DO THEY PREFER LARGER, SLOWER PREY? FEEDING FLEXIBILITY OF THE NEOTROPICAL OTTER Lontra longicaudis IN THE ATLANTIC FOREST Marcelo Lopes RHEINGANTZ1*, Luiz Gustavo OLIVEIRA-SANTOS1, Helen Francine WALDEMARIN2, Erica PELLEGRINI CARAMASCHI3 1Laboratório de Ecologia e Conservação de Populações. Av. Carlos Chagas Filho, 373. CCS / Instituto de Biologia. Departamento de Ecologia, Cx. P. 68020. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ, 21941-590. Brazil. e-mail: [email protected] (*Corresponding author) 1Laboratório de Ecologia e Conservação de Populações. Departamento de Ecologia, Cx. P. 68020. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ, 21941-590. Brazil. 2Associação Ecológica Ecomarapendi. Rua Paissandu, 362, Laranjeiras. Rio de Janeiro, RJ, 22210- 080. Brazil. 3 Laboratório de Ecologia de Peixes. Departamento de Ecologia, Cx. P. 68020. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ, 21941-590. Brazil. (Received 17th April 2012, accepted 23th June 2012) Abstract: Despite there being several studies focusing on feeding habits of Lontra longicaudis, few studies aimed to evaluate its prey selectivity and none of them considered prey mobility. In this study, we report both its feeding flexibility and specialist feeding behaviour between two parts of Mambucaba River, Southeastern Brazil. We observed that they fed mainly on fish, crabs and crayfish. We did not observe seasonality either in diet or prey community availability. However, using ANOVA, we found differences between stretches for diet composition and in the availability of prey. Monotonic Multi-Dimensional Scaling ordination showed that the otter diet in mangroves was dominated by Brachyura and the prey availability by Brachyura, Caridea, Ariidae, Mugilidae, Gerreidae, Centropomidae and Cichlidae, while the diet in the river stretch was dominated by Cichlidae, Caridea and Heptapteridae, and the prey availability by Characidae, Erythrinidae and Heptapteridae. -
Florística Das Praias Da Ilha De São Luís, Estado Do Maranhão (Brasil): Diversidade De Espécies E Suas Ocorrências No Litoral Brasileiro
FLORÍSTICA DAS PRAIAS DA ILHA DE SÃO LUÍS, ESTADO DO MARANHÃO (BRASIL): DIVERSIDADE DE ESPÉCIES E SUAS OCORRÊNCIAS NO LITORAL BRASILEIRO. Maria Cristina C. CABRAL FREIRE, Reinaldo MONTEIRO 1 RESUMO — A Ilha de São Luís, situada ao norte do Estado do Maranhão, constitui-se numa região de transição entre duas floras distintas: flora amazônica e flora nordestina. Considerando esta peculiar situação fitogeográfica, o objetivo deste trabalho foi realizar o levantamento florístico nas prais arenosas da Ilha de São Luis e compaará-lo com os de outras áreas amostradas no litoral brasileiro. Foram totalizadas 260 espécies, compreendidas em 76 famílias, sendo Fabaceae com o maior número de espécies (24). A comparação floristica constatou que o estado da Bahia apresentou o maior número de espécies em comum com São Luís (63) e, em seguida, o estado do Pará (59). Dentre as espécies amostradas em São Luís, 125 foram exclusivas da região. Palavras-chave: florística, praia, diversidade. Floristics of the Beaches of São Luis Island, State of Maranhão (Brazil): Species Diversity and Occurrence in the Brazilian Coast. ABSTRACT — São Luís Island, located in the north of the State of Maranhão is itself a tran sitional region between the Amazonian and the northeastern floras. With such phytogeographi- cal background, the aim of this paper was to realize a floristic survey on the sandy beaches of the São Luís Island and to compare this 'survey with other areas sampled along the Brazilian coast. A total of 260 species was found, distributed in 76 families, and among these the Fabaceae presenting the highest number of species (24). -
South Atlantic Route – Serra Do Mar to Iguazu Falls
South Atlantic Route – Serra do Mar to Iguazu Falls Explore charming Curitiba,Paraná and it’s famous biking routes, scenic vistas and award-winning coffee scene. Fly to Iguazú Falls and see this natural seven wonders of the world up close by exploring on foot, electric cart and by boat. ● Bike tour along Graciosa´s Road ● Tour Curitiba’s rich specialty coffee culture by bike ● Embark on a luxury train ride through the Atlantic Forest ● Raft the Iguazu River and trek in Iguazu National Park Flight Information: November 2, 2018: Arrival to Afonso Pena International Airport (CWB) in Curitiba, Paraná, Brazil before 18:00. You will be met and transferred to a local restaurant for dinner and hotel for overnight. November 4, 2018: Depart Curitiba, Paraná, Brazil for Foz do Iguaçu International´s Airport (IGR) LATAM flight #JJ3232 at 11:40 a.m. arriving 12:55 p.m. November 7, 2018: Depart Foz do Iguaçu International´s Airport (IGR) for Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brazil (CGR) GOL flight #G31169 at 06:05 a.m. /arriving 07:50 at GRU connecting to CGR on GOL flight #G31494 at 09:40 a.m./arriving 10:30 a.m. November 10, 2018: Depart Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brazil (CGR) anytime. Day 1 – Friday – November 02, 2018 – CURITIBA Upon arrival to Curitiba´s International Airport (CWB), you will be met and transferred to the group hotel, Mabu Business Hotel, to check-in and enjoy time at leisure. In the evening, meet the group and transfer to local restaurant Madalosso in the Italian district of Santa Felicidade. -
O Caso De Paraty (RJ), Brasil
Legislação edilícia e reprodução urbana periférica em sítios tombados no litoral: o caso de Paraty (RJ), Brasil. Ramon Fortunato Gomes;a Ricardo Batista Bitencourt;b e Rômulo José da Costa Ribeiroc I N F O R M A Ç Ã O D O R E S U M O A R T I G O Recebido: 09 de setembro, O estudo analisa a consolidação informal periférica, 2017. Recebido em forma nos territórios restritivos e permissivos a construção revisada: 21 de novembro, edilícia, buscando reconhecer e identificar a dispersão 2017. Aceito: 25 de novembro, urbana como resultados de dinâmicas urbanísticas e 2017. Publicado on-line: 01 de processos licenciadores. Eles (os tipos de territórios dezembro, 2017. restritivos e permissivos) estão representados nos conjuntos urbanos tombados, do litoral brasileiro, por sofrerem pressões imobiliárias, especulação paisagística, fluxos populacionais e controle edilício. Com base na Lei de Uso e Ocupação do Solo Urbano (6.766/1979), na Lei de Preservação da Vegetação Nativa (12.651/2012) e na análise de imagens de satélite extraídas no Google Earth Pro, focalizou-se o município de Paraty (RJ), de modo a: identificar formações urbanas informais; aprofundar a análise na localidade da Prainha de Mambucaba; identificar dinâmicas e planos urbanísticos na área de análise; e tratar a relação entre cidade dispersa e legislação edilícia. Discute a cidade dispersa, as políticas urbanas e a prática do urbanismo indicando perdas, conflitos espaciais e socioambientais, tangenciando as políticas de planejamento territorial, a gestão urbana e o espaço público. Palavras Chave: Planejamento urbano; periferização, urbanização dispersa, conjuntos urbanos tombados. Para citar este artigo: Gomes, R. -
Conhecimento E Uso De Plantas Em Uma Comunidade Caiçara Do Litoral Sul Do Estado Do Rio De Janeiro, Brasil1 Rodrigo Borges2,3 E Ariane Luna Peixoto2
Acta bot. bras. 23(3): 769-779. 2009. Conhecimento e uso de plantas em uma comunidade caiçara do litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, Brasil1 Rodrigo Borges2,3 e Ariane Luna Peixoto2 Recebido em 10/06/2008. Aceito em 26/11/2008 RESUMO – (Conhecimento e uso de plantas em uma comunidade caiçara do litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). A Área de Proteção Ambiental de Cairuçu (APA) localiza-se no município de Paraty, RJ. É uma unidade de conservação de uso sustentável e dispõe-se a proteger o ambiente natural e as comunidades caiçaras da região. O objetivo deste estudo foi realizar um inventário etnobotânico das plantas conhecidas e utilizadas pela comunidade caiçara que habita a praia de Martim de Sá. Moram no local 30 pessoas das quais 10 foram entrevistadas. As informações etnobotânicas foram obtidas através da observação participante e entrevistas semi-estruturadas. O material botânico coletado foi depositado no Herbário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB). Foram identificadas 76 espécies pertencentes a 59 gêneros e 30 famílias botânicas consideradas úteis pelos caiçaras. As três espécies mais citadas foram: Sloanea obtusifolia (Sapopema), Scherolobium denudatum (Ingá-ferro) e Balizia pedicelaris (Timbuíba). Utilizou-se o Índice de Shannon (H’ = 1,81 – base 10) para a análise da diversidade de espécies. O registro sobre o uso dos recursos vegetais na comunidade estudada fornece informações que podem ser utilizadas para programas de conservação baseados no conhecimento local do ambiente. Palavras-chave: conhecimento Caiçara, conservação da natureza, etnobotânica, floresta Atlântica, plantas úteis ASTRACT – (Knowledge and use of plants in a Caiçara community located on the southern coast of Rio de Janeiro State, Brazil). -
Sambaquis As a Proxies of Late Holocene Mollusk Diversity on the Coast of Rio De Janeiro, Brazil
Archaeofauna 28 (2019): 105-118 Sambaquis as a proxies of late Holocene mollusk diversity on the coast of Rio de Janeiro, Brazil Los Sambaquis como registros de diversidad de moluscos holocénicos en la costa de Río de Janeiro, Brasil SARA CHRISTINA PÁDUA, EDSON PEREIRA SILVA & MICHELLE REZENDE DUARTE* Laboratório de Genética Marinha e Evolução, Departamento de Biologia Marinha, Instituto de Biologia, Universidade Federal Fluminense, Outeiro São João Batista, s/n, Centro, Niterói, Rio de Janeiro, CEP: 24001-970, Brazil. *Corresponding author: [email protected] (Received 29 April 2018; Revised 25 September 2018; Accepted 27 November 2018) ABSTRACT: Efficiency of archaeozoological vestiges from shell mounds to recover biodiver- sity patterns were tested using a meso-scale inventory (150 archaeological sites from Rio de Janeiro Coast) of malacological vestiges from sambaquis against an inventory of present times mollusk species recorded for the same area. Statistical analysis were done using Taxonomic Dis- tinctness tests and Trophic Diversity inferences. No statistical significant differences were found between past (sambaquis) and present day inventories of malacofauna. It is concluded that sam- baquis can be valuable proxies of mollusks biodiversity from Late Holocene. Furthermore, it is supported that the incorporation of information from archaeozoological vestiges to biodiversity studies can bring a historical and evolutionary perspective for the field. KEYWORDS: MOLLUSKS, TAXONOMIC DISTINCTNNES, FEEDING GUILDS, SHELL MOUNDS, FUNCTIONAL DIVERSITY, ARCHAEOZOOLOGY RESUMEN: Se evaluó la eficiencia de los vestigios arqueozoológicos de sambaquis para la re- cuperación de información sobre la biodiversidad del Holoceno. Fueron usados dos inventarios malacológicos de mesoescala: sambaquis (150 sitios arqueológicos de la costa de Río de Janeiro) y el inventario de especies de moluscos actuales registradas para la misma área. -
ICT Project Resource Guide from Argentina, Brazil and Paraguay
1 | P a g e This report was funded by the U.S. Trade and Development Agency (USTDA), an agency of the U.S. Government. The opinions, findings, conclusions, or recommendations expressed in this document are those of the author(s) and do not necessarily represent the official position or policies of USTDA. USTDA makes no representation about, nor does it accept responsibility for, the accuracy or completeness of the information contained in this report. 2 The U.S. Trade and Development Agency The U.S. Trade and Development Agency helps companies create U.S. jobs through the export of U.S. goods and services for priority development Projects in emerging economies. USTDA links U.S. businesses to export opportunities by funding Project planning activities, pilot Projects, and reverse trade missions while creating sustainable infrastructure and economic growth in partner countries. 3 Table of Contents List of Figures and Tables............................................................................................................... 7 1 INTRODUCTION ................................................................................................................ 10 1.1 Regional ICT Development .......................................................................................... 10 1.2 Authors .......................................................................................................................... 11 1.3 Acknowledgements ...................................................................................................... -
Annual Report
Annual Report CORPORATE STRATEGY AND GOVERNANCE AND RESPONSIBLE INTRODUCTION PROFILE VISION OF THE FUTURE COMPLIANCE PERFORMANCE ENVIRONMENTAL RELATIONSHIPS GRI CONTENT INDEX MANAGEMENT CONTENTS 1. Introduction 02 6. Responsible environmental About this report management 105 Highlights Management system Message from the management Water Biodiversity 2. Corporate Profile 14 Climate change Eletrobras Industry overview 7. Relationships 127 How we create value Dialogue and communication Employee development 3. Strategy and vision of the future 24 Customer satisfaction Strategic planning Aligned suppliers R&D and Innovation Community engagement Commitment to sustainability GRI Content Index 163 4. Governance and compliance 53 Capital map 175 Corporate governance Risk management Limited assurance report issued by Business integrity independent auditors 177 Acknowledgments 180 5. Performance 86 Operation Financial results Capital market Sector programs ANNUAL REPORT 2018 1 CORPORATE STRATEGY AND GOVERNANCE AND RESPONSIBLE INTRODUCTION PROFILE VISION OF THE FUTURE COMPLIANCE PERFORMANCE ENVIRONMENTAL RELATIONSHIPS GRI CONTENT INDEX MANAGEMENT ABOUT THIS REPORT GRI 102-32; 102-40; 102-42; 102-43; 102-44; 102-50; 102-54; 102-56 For the18th consecutive year, we publish our Annual Report, with the The figures for the financial statements of 12/31/2018 were still objective of presenting to all our stakeholders our strategy, performance influenced by the distribution business, considering that the transfer of and commitment to the sustainable development of Eletrobras the shares of the distribution companies took place on different dates companies. The report brings our performance between January 1 and throughout 2018 and 2019: 10/30/18 (Distribuição Rondônia ), 10/17/18 December 31, 2018. (Distribuição Piauí), 12/6/18 (Distribuição Acre), 12/10/18 (Distribuição Roraima), 03/18/19 (Eletrobras Distribuição Alagoas) and 04/10/19 The indicators in this report represent the companies in the generation (Eletrobras Amazonas Energia). -
South America Accessscience from McgrawHill Education
7/27/2015 South America AccessScience from McGrawHill Education South America Article by: Salazar, Deborah A. Department of Geography, Oklahoma State University, Stillwater, Oklahoma. White, C. Langdon Formerly, Stanford University, Palo Alto, California. Publication year: 2014 DOI: http://dx.doi.org/10.1036/10978542.638200 (http://dx.doi.org/10.1036/10978542.638200) Content Regional characteristics Physiographic features Biotic features Deforestation and environmental contamination Bibliography Additional Readings The southernmost of the New World or Western Hemisphere continents, with threefourths of it lying within the tropics. South America is approximately 4500 mi (7200 km) long and at its greatest width 3000 mi (4800 km). Its area is estimated to be about 7,000,000 mi2 (18,000,000 km2). South America has many unique physical features, such as the Earth's longest northsouth mountain range (the Andes), highest waterfall (Angel Falls), highest navigable freshwater lake (Lake Titicaca), and largest expanse of tropical rainforest (Amazonia). The western side of the continent has a deep subduction trench offshore, whereas the eastern continental shelf is more gently sloping and relatively shallow. See also: Continent (/content/continent/158900) Regional characteristics South America has three distinct regions: the relatively young Andes Mountains located parallel to the western coastline, the older Guiana and Brazilian Highlands located near the eastern margins of the continent, and an extensive lowland plains, which occupies the central portion of the continent. The regions have distinct physiographic and biotic features. The Andes represent the highest and longest northsouth mountain system on Earth. Altitudes often exceed 20,000 ft (6000 m) and perpetual snow tops many of the peaks, even along the Equator (Fig.