Revolta De Ribeirão Manuel
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O Planeamento Na Assomada: Proposta De Parâmetros
Sandra Maria Moniz Tavares O Planeamento na Assomada: Proposta de Parâmetros Urbanísticos Para a Construção da Qualidade no Ambiente do Território Urbano em Cabo Verde, Assomada – Santa Catarina como Caso de Estudo. Orientador: Professor Doutor José Diogo Da Silva Mateus Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Departamento de Urbanismo. Lisboa, Junho de 2012 Sandra Maria Moniz Tavares O Planeamento na Assomada: Proposta de Parâmetros Urbanísticos Para a Construção da Qualidade no Ambiente do Território Urbano em Cabo Verde, Assomada – Santa Catarina como Caso de Estudo. Dissertação apresentada para a obtenção do Grau de Mestre, no curso de Mestrado em Urbanismo, conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Orientador: Professor Doutor José Diogo Da Silva Mateus Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Lisboa, Junho de 2012 Dedicatória Dedico este trabalho aos meus familiares, em especial aos meus pais, avó, esposo, filhos e irmãos pela estima, pelo carinho e pelo amor souberam acolher e acompanhar a minha decisão em enfrentar aos novos desafios pela busca de conhecimentos e novas oportunidades que a vida me exigiu. Por isso não posso deixar de, com muito apreço manifestar a profunda gratidão. 3 AGRADECIMENTOS O Planeamento na Assomada: Propostas de Parâmetros Urbanísticos para a Construção da Qualidade no Ambiente do Território, é o resultado de uma investigação intensa, baseada: nos trabalhos de terreno, inquéritos, recolha bibliográfica, análises dos ortofotomapas existentes e de outros documentos em Assomada - Santa Catarina, ilha de Santiago Cabo Verde. A proposta de um quadro paramétrico e do esboço de cartogramas que protege, valorize e recupere o ambiente no território, não teria sido possível, sem a colaboração de um conjunto de entidades e pessoas que doutamente contribuíram para a sua concretização. -
Sandra Maria Moniz Tavares
Departamento de Geociência HIGROGEOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS NO CONCELHO DE SANTA CATARINA Licenciatura em Geologia – Ramo Cientifico Sandra Maria Moniz Tavares INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO Praia, Setembro 2006 Sandra Maria Moniz Tavares TEMA: HIGROGEOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS NO CONCELHO DE SANTA CATARINA Trabalho Científico apresentado ao ISE para obtenção do Grau de Licenciatura em Geologia-Ramo Científico sob a Orientação do Eng.º Arrigo Querido, em Setembro de 2006. Praia, Setembro 2006 DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS TRABALHO CIENTÍFICO APRESENTADO AO ISE PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE LICENCIATURA EM GEOLOGIA-RAMO CIENTÍFICO ELABORADO POR, SANDRA MARIA MONIZ TAVARES, APROVADO PELOS MEMBROS DO JURI, FOI HOMOLOGADO PELO CONCELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO, COMO REQUISITO PARCIAL À OBTENÇÃO DO GRAU DE LICENCIATURA EM GEOLOGIA – RAMO CIENTÍFICO. O JURI, _________________________________________ _________________________________________ _________________________________________ Praia, aos _____/_____/_____ DEDICATÓRIA Este trabalho é dedicado aos meus dois filhos, Sander Carlos Tavares Almeida e Alexander Tavares Almeida, ao meu marido Carlos António Mascarenhas Almeida e aos meus Pais. AGRADECIMENTOS Após um longo percurso desse trabalho gostaria de agradecer todos àqueles que de uma forma ou de outra contribuíram para o sucesso desse trabalho. Em primeiro lugar, agradeço a Deus, pela saúde, força e coragem para enfrentar as dificuldades deparadas ao longo da realização do trabalho. Gostaria de agradecer todos àqueles que contribuíram para que o mesmo atingisse a esse patamar. - Ao meu orientador, Eng. Arrigo Querido, um agradecimento especial, tanto na orientação como nos documentos facultados e correcção científica deste trabalho. - Ao Chefe do Departamento de Geociências Dr. Alberto da Mota Gomes um obrigado pela sugestão que me deu na escolha do Tema e do orientador; - Aos funcionários do INGRH, em especial o Dr. -
Nº 10 «Bo» Da República De Cabo Verde — 6 De Março De 2006
I SÉRIE — Nº 10 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE — 6 DE MARÇO DE 2006 291 Decreto-Lei nº 25/2006 conservação de estradas bem como actualizar a classificação das estradas e definir os níveis de serviço das de 6 de Março vias públicas rodoviárias; Não obstante ter sido o Decreto-Lei nº54/2004, de 27 de Após consulta aos Municípios de Cabo Verde através da Dezembro sobre a comercialização, a informação e o controle Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde; da qualidade dos produtos destinados a alimentação de lactentes, objecto de regulamentação através do Decreto No uso da faculdade conferida pela alínea a) do n.º 2 do Regulamentar nº1/2005, de 17 de Janeiro, em consequência artigo 203 da Constituição, o Governo decreta o seguinte: da não implementação na prática dos preceitos definidos neste último diploma, corre-se o risco de um ruptura de Artigo 1º stocks dos produtos lácteos, destinados a crianças menores Objecto de vinte e quatro meses. O presente diploma tem por objecto, fundamental, a Tornando-se necessário reafirmar, por um lado, a valia classificação administrativa e gestão das vias rodoviárias e o dever da observância rigorosa dos preceituados, de Cabo Verde, bem como a definição dos níveis de serviço naqueles dois mencionados diplomas e, por outro lado, a das mesmas. conveniência em se estar ciente das reais dificuldades sentidas pelos operadores em dar cabal cumprimento ao CAPÍTULO I que neles se preceitua, importa que se encontre uma solução normativa satisfatória para a situação em apreço. Classificação Administrativa das Estradas O que terá que passar, inevitavelmente, pela prorrogação Artigo 2º do prazo para o inicio da vigência do mencionado Decreto- Lei n.º 54/2004. -
Distritos Recenseamento N° De ZONA N° DR
Distritos Recenseamento DISTRITOS DE RECENSEAMENTO A INQUIRIR DISTRITO DE RECENSEAMENTO N° de Familias N° de ZONA N° DR (DR) 1990 1997 Pessoas selecc. CONCELHO DE TARRAFAL Freguesia de Santo Amaro Abade 7 1 1 101 242 Centro de Tarrafal + parte de Ponta Gato 1 7 1 1 102 129 Ponta Lagoa 2 7 1 1 103 238 parte de Ponta Gato + Montearia 3 7 1 1 104 139 Codje Bicho 4 7 1 1 201 191 Achada Longueira 5 7 1 1 202 74 Achada Meio + Figueira Muita 6 7 1 1 204 76 Ribeira das pratas + Milho Branco 7 7 1 1 205 151 Mato Mendes + Curral Velho 8 7 1 1 207 157 Achada Montes+Fazenda+Ponta Furna+Ponta Lobräo 9 7 1 1 208 113 Biscainhos 10 7 1 1 210 119 parte de Achada Moiräo 11 7 1 1 212 115 Lagoa + Achada Lagoa 12 7 1 1 214 138 parte de Chäo Bom 13 7 1 1 215 130 parte de Chäo Bom 14 Freguesia de São Miguel Arcanjo 7 1 2 102 114 Calheta 15 7 1 2 103 109 Calheta 16 7 1 2 104 172 Veneza 17 7 1 2 201 181 Ribeiräo Milho + Chä de ponta 18 7 1 2 202 162 Achada Monte 19 7 1 2 204 133 parte de Principal 20 7 1 2 205 127 parte de Principal 21 7 1 2 207 153 parte de Espinho Branco 22 7 1 2 208 112 Gon-Gon + Xaxa 23 7 1 2 209 145 Piläo Cäo 24 7 1 2 211 125 Casa Branca+Igreja+Varanda+Achada Baril+C.Gomes 25 7 1 2 212 153 Varanda + Fundo Ribeiro 26 7 1 2 213 110 Cutelo Gomes 27 7 1 2 215 107 Pedra Barro+ Tagarra 28 7 1 2 217 102 Ponta Verde 29 7 1 2 218 98 Pedra Serrada 30 Fonte : RGPH/90 Distritos Recenseamento DISTRITOS DE RECENSEAMENTO A INQUIRIR DISTRITO DE RECENSEAMENTO N° de Familias N° de ZONA N° DR (DR) 1990 1997 Pessoas selecc. -
Planeamento De Equipamentos Educativos Em Cabo Verde
TESE DE DOUTORAMENTO Planeamento de equipamentos educativos em Cabo Verde Tese submetida à Universidade de Coimbra como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Doutor em Engenharia Civil, na especialidade em Urbanismo, Ordenamento do Território e Transportes. Autor Osvaldo Rui Monteiro dos Reis Borges Orientador António Pais Antunes Coimbra, 30 de Dezembro de 2011 Financiamento da investigação Este trabalho de investigação foi financiado pela “Fundação para Ciência e Tecnologia” (FCT) do Ministério da Ciência e do Ensino Superior de Portugal no âmbito do “Concurso para atribuição de bolsas de investigação para licenciados, mestres e doutorados nacionais dos PALOP e Timor” através da ref.ª SFRH/DB/15347/2005. i À memória da minha mãe, Georgete da Luz Monteiro dos Reis Borges ii Agradecimentos A elaboração deste trabalho científico contou com apoio e colaboração de muitas pessoas que, de forma directa ou indirecta, com maior ou menor intensidade, contribuíram para a sua concretização. Também várias instituições portuguesas e cabo-verdianas merecem destaque, pois que o seu apoio logístico e financeiro tornou possível o desenvolvimento desta tese. A todas presto meu tributo, através de sinceros e profundos votos de agradecimento. Entretanto, quero ainda, muito especialmente, deixar uma palavra de gratidão e de louvor pela prestimosa colaboração aos que mais directamente estiveram ligados à realização deste trabalho: ao Prof. Doutor António Pais Antunes, que desde a primeira hora aceitou ser o orientador desta investigação -
Praia, Dezembro De 2010 Direcção Geral De Planeamento, Orçamento E Gestão Serviço De Estudos, Planeamento E Cooperação
Direcção Geral de Planeamento, Orçamento e Gestão Serviço de Estudos, Planeamento e Cooperação Praia, Dezembro de 2010 Direcção Geral de Planeamento, Orçamento e Gestão Serviço de Estudos, Planeamento e Cooperação ANUÁRIO DA EDUCAÇÃO 2009/2010 Praia, Dezembro de 2010 Anuário da Educação 2009/2010 Anuário da Educação 2009/2010 ________________________________________________________________________ Ficha Técnica Ministério da Educação e Desporto Direcção Geral de Planeamento, Orçamento e Gestão Serviço de Estudos, Planeamento e Cooperação Palácio do Governo C. P. 111 – Praia Telefones: 2610206/12/45 Fax: 2615676 Director Geral Dr. Pedro Moreno Brito Directora de Serviço Dra. Domingas Rita Correia Silva Fernandes Elaboração: SEPC/DGPOG Impressão e Acabamento Gráfica da Praia ______________________________________________________________________ 2 Serviço de Estudos, Planeamento e Cooperação 2 Serviço de Estudos, Planeamento e Cooperação Anuário da Educação 2009/2010 Anuário da Educação 2009/2010 ________________________________________________________________________ Índice pág. Nota Introdutória ……..…………………………………………………………………............................. …………………………………………..….………. 11 Organograma do Sistema Educativo Cabo-verdiano ……………………………………………………………..........................……… ………..….………. 13 Nota Metodológica.........………………………………………………………………………................................................................................................. 15 Principais conceitos em Educação…………………………………………………….......................................................................................................... -
Elaborado Pelo Instituto Superior De Ciências Económicas E Empresariais
INVENTÁRIO DE RECURSOS TURÍSTICOS DO MUNICÍPIO DE SANTA CATARINA Elaborado pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais JANEIRO/2015 INVENTÁRIO DE RECURSOS TURÍSTICOS DO MUNICÍPIO DE SANTA CATARINA Equipa de Consultoria: José Manuel Barros José António Moreno Romualdo Correia Colaboradores (Estudantes de Turismo): Ana Monteiro Ineida Mendes Solange Santos ÍNDICE Capítulo I-Introdução .................................................................................................................... 8 1.1. Breve Enquadramento .................................................................................................. 8 1.2. Objetivos do Inventário ................................................................................................. 8 1.3. Procedimentos metodológicos ..................................................................................... 8 1.4. Estrutura do documento ............................................................................................... 9 Capitulo II: Generalidades sobre Município de Santa Catarina .................................................. 10 2.1. Localização e Divisão Administrativa ............................................................................... 10 2.2. Caracterização Física sobre o Território ........................................................................... 10 2.3. Aspetos Históricos ............................................................................................................ 11 2.4. Aspetos socioeconómicos ............................................................................................... -
ECOTURISMO EM CABO VERDE: Uma Via Para a Preservação Ambiental Na Ilha De Santiago
UNIVERSIDADE DE ÉVORA DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA MESTRADO EM TURISMO ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO: TURISMO E DESENVOLVIMENTO ECOTURISMO EM CABO VERDE: Uma via para a Preservação Ambiental na Ilha de Santiago Olina Lopes Mendes Cabral Orientação: Prof. Doutora Brígida Rocha Brito Dissertação apresentada como requisito para obtenção do grau de Mestre em Turismo com Especialização em Turismo e Desenvolvimento Évora, 2010 UNIVERSIDADE DE ÉVORA DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA MESTRADO EM TURISMO ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO: TURISMO E DESENVOLVIMENTO ECOTURISMO EM CABO VERDE: Uma via para a Preservação Ambiental na Ilha de Santiago Olina Lopes Mendes Cabral Orientação: Prof. Doutora Brígida Rocha Brito Dissertação apresentada como requisito para obtenção do grau de Mestre em Turismo com Especialização em Turismo e Desenvolvimento Évora, 2010 ECOTURISMO EM CABO VERDE: Uma via para a Preservação Ambiental na Ilha de Santiago 2 Aos meus pais Maria Teresa Lopes Tavares e Francisco Mendes Lopes Cabral ECOTURISMO EM CABO VERDE: Uma via para a Preservação Ambiental na Ilha de Santiago 3 ÍNDICE Agradecimentos ................................................................................................................ 8 Resumo ............................................................................................................................. 9 Abstract ........................................................................................................................... 10 Listas das principais siglas e abreviaturas ..................................................................... -
Programa De Actividades Do Instituto De Estradas
PROGRAMA DE ACTIVIDADES DO IE PARA 2019 PROGRAMA DE ACTIVIDADES DO 2019 INSTITUTO DE ESTRADAS Instituto de Estradas Unindo pessoas transformando vidas Praia, janeiro de 2018 1 PROGRAMA DE ACTIVIDADES DO IE PARA 2019 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................................................. 3 II. ATIVIDADES TÉCNICAS .............................................................................................................................................. 5 II.1. ESTUDOS ................................................................................................................................... 5 II.2. CONCURSOS ............................................................................................................................. 7 II.2.1. Financiamento do Banco Mundial ....................................................................................................................... 7 II.2.2. Financiamento do Governo de Cabo Verde ..................................................................................................... 8 II.3. CONTRATOS ............................................................................................................................. 9 II.3.1. Contratos para Obras e Serviços de Manutenção Corrente ...................................................................... 9 II.3.2. Contratos Referente a Obras de Urgências Previstos para 2019 ....................................................... -
Plano De Desenvolvimento Da Região Sanitária De Santiago Norte 2017-2021
Junho de 2017 Plano de Desenvolvimento da Região Sanitária de Santiago Norte 2017-2021 Documento Final Antares Consulting Políticas e Serviços de Saúde Índice 1. Enquadramento ........................................................................... 4 2. Breve caracterização da região de Santiago Norte ......................... 7 3. Necessidades da população e oferta de cuidados de saúde .......... 12 3.1. Principais causas de morbilidade ............................................................. 12 3.2. Mortalidade e causas de morte ................................................................. 14 3.3. Cuidados de saúde primários e secundários ............................................ 16 3.3.1. Infra-estruturas existentes .......................................................... 16 3.3.2. Principais recursos disponíveis ...................................................20 3.3.3. Actividade realizada e utilização dos serviços ............................. 23 3.4. Articulação com os diferentes níveis de cuidados de saúde ..................... 29 3.5. Oferta privada de cuidados de saúde ........................................................30 4. Análise SWOT da situação actual ................................................. 32 5. Objectivos estratégicos e prioridades de actuação .......................34 5.1. Reorganização estratégica da oferta de cuidados de saúde e das infra- estruturas .................................................................................................. 37 5.2. Ajuste das carteiras de serviços -
Locais De Funcionamento Das Assembleias De Voto - Santa Catarina
Locais de Funcionamento das Assembleias de Voto - Santa Catarina Locais de Funcionamento das Mesas Localidades Assembleias de Voto SC-6A-01 Entre-picos de Reda EBO SC-A-01 Assomada Câmara Municipal - frente SC-A-02 Assomada Tribunal SC-A-03 Assomada Correios SC-A-04 Assomada OMCV SC-A-05 Assomada Centro Cultural Norberto Tavares SC-A-06 Assomada EBO SC-A-07 Assomada EBO SC-A-08 Assomada Centro Cultural Norberto Tavares SC-A-09 Assomada Liceu Amilcar Cabral bloco B SC-A-10 Assomada Liceu Amilcar Cabral bloca A SC-A-11 Assomada Liceu Amilcar Cabral Bloco B SC-A-12 Assomada Liceu Amilcar Cabral bloca A SC-A-13 Assomada Liceu Amilcar Cabral bloca A SC-A-14 Assomada Liceu Amilcar Cabral Bloco B SC-A1-01 Mato Gege EBO SC-A2-01 Ribeirão Isabel EBO SC-A3-01 Saltos Acima EBO SC-A3-02 Saltos Acima EBO SC-A4-01 Achada Lem EBO SC-A4-02 Achada Lem EBO- Polivalente SC-A4-03 Achada Lem EBO 1 SC-A4-04 Achada Lém EBO SC-A4-05 Achada Lém EBO SC-A6-01 Chã de Lagoa EBO SC-A8-01 Furna Centro Comunitário SC-AA-01 Pinha dos Engenhos EBO SC-AA-02 Pinha dos Engenhos EBO SC-AB-01 Ribeira da Barca EBO SC-AB-02 Ribeira da Barca EBO SC-AB-03 Ribeira da Barca Jardim infantil SC-AB-04 Ribeira da Barca Espaço Jovem SC-AB-05 Ribeira da Barca EBO SC-AE-01 Achada Leite EBO-Meio SC-AF-01 Charco EBO SC-AS-01 Achada Ponta/ Cha Grande EBO SC-AU-01 Chao Monte/Aguas Podre Jardim infantil particular- Casa Tomas SC-B-01 Gil Bispo EBO SC-B-02 Gil Bispo EBO SC-B-03 Gil Bispo Espaço Jovem SC-B1-01 Pau Verde EBO SC-C-01 Pedra Barro EBO SC-C-02 Pedra Barro EBO SC-C1-01 Achada Gomes -
Elaborado Pelo Instituto Superior De Ciências Económicas E Empresariais
INVENTÁRIO DE RECURSOS TURÍSTICOS DO MUNICÍPIO DE SANTA CATARINA Elaborado pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais JANEIRO/2015 INVENTÁRIO DE RECURSOS TURÍSTICOS DO MUNICÍPIO DE SÃO LOURENÇO DOS ÓRGÃOS Equipa de Consultoria: José Manuel Barros José António Moreno Romualdo Correia Colaboradores (Estudantes de Turismo): Ana Monteiro Ineida Mendes Solange Santos ÍNDICE Capítulo I-Introdução .................................................................................................................... 9 1.1. Breve Enquadramento .................................................................................................. 9 1.2. Objetivos do Inventário ................................................................................................. 9 1.3. Procedimentos metodológicos ..................................................................................... 9 1.4. Estrutura do documento ............................................................................................. 10 Capitulo II: Generalidades sobre Município de Santa Catarina .................................................. 11 2.1. Localização e Divisão Administrativa ............................................................................... 11 2.2. Caracterização Física sobre o Território ........................................................................... 11 2.3. Aspetos Históricos ............................................................................................................ 12 2.4. Aspetos socioeconómicos