30 Anos De Espetáculos
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UM DESFILE LEVE E 100% ‘MADE in BANGU’ Unidos De Bangu Recebe Reforço Para O Desfile Do Ano Que Vem, Que Vai Falar Sobre Castor De Andrade
O DIA I TERÇA-FEira, 20.4.2021 3 Zona Oeste UM DESFILE LEVE E 100% ‘MADE IN BANGU’ Unidos de Bangu recebe reforço para o desfile do ano que vem, que vai falar sobre Castor de Andrade JOÃO GAMA / DIVULGAÇÃO om a cancelamento do Carnaval deste ano, muitas escolas estão aproveitando para re- forçarC seus times para colocar “o time em campo” em 2022. Este é o caso da Unidos de Ban- gu, que vai levar para a Marquês de Sapucaí a história do bichei- ro Castor de Andrade, grande responsável pelos principais tí- tulos do Bangu Atlético Clube e da Mocidade Independente de Padre Miguel. Um dos nomes que chega- ram para reforçar o time da agremiação é o carnavalesco Marcus Paulo, ex-Unidos da Ti- juca. Ele se juntou a Clécio Ré- gis na elaboração do projeto do enredo Deu Castor na cabeça. “Apesar de controverso, a gente vê a figura do patrono da escola de samba com mais ro- mantismo. Não olhamos como outros setores da sociedade olham para os banqueiros do jogo do bicho e especialmente para Castor de Andrade, que é uma figura carioquíssima. Ele nada mais é do que uma pessoa que gosta de fazer a sua fezinha, que vai à praia, e é apaixonado por samba e futebol. É um ca- rioca nato. Não tive nenhuma dificuldade em transformá-lo em enredo. Aliás, Castor de An- drade é a cara do Carnaval ca- rioca, da Zona Oeste e de Ban- gu”, afirma o carnavalesco. Experiente, Marcus Paulo fi- ACERVO BANGU.NET / DIVULGAÇÃO DIVULGAÇÃO SUPERAÇÃO Castor é o grande responsável pelos Os desafios do principais títulos Carnaval em do Bangu Atlético plena pandemia Clube e da Mocidade N Se a pandemia ajudou a comprometer todo mercado cou por mais de um década na financeiro, com a indústria equipe criativa da Unidos da Ti- criativa não foi diferente. -
3 O Samba, O Sambista E a Indústria Cultural
3 O samba, o sambista e a indústria cultural Se considerarmos o samba enquanto um espaço popular de fala do subalterno, construído a partir de uma matriz híbrida e de um espaço polifônico, precisamos entender como se relacionam, dentro deste espaço, as principais forças motoras de um universo repleto de tensões que se configurou no maior espaço de visibilidade do cenário das produções culturais nacionais. Dentro deste contexto faz-se necessário compreender as três principais personagens desta complexa relação: o samba, o sambista e a indústria cultural. Embora pareçam palavras que apresentem sentidos congruentes, muitas vezes a relação entre estes três elementos, que compõem o tripé de uma das mais significativas manifestações da cultura popular brasileira, é dotada da mais forte tensão. Primeiramente porque a expressão samba, como já afirmamos no capítulo anterior, pode conter em si diversos significados; em segundo lugar, porque, julgando-se par natural do samba, o sambista tem uma leitura própria, muito particular, do que seja samba e do que ele representa para a cultura popular; por fim, porque, para a indústria cultural, o samba é uma mercadoria, e, como tal, precisa de mercado, e para alcançá-lo mais amplamente, ela incorporará a ele aquilo que julgar necessário. Talvez aí esteja o maior foco das tensões estabelecidas nesta relação: nem sempre é o sambista quem determina aquilo que será incorporado, o que lhe causa certa estranheza, muito embora, várias vezes ele mesmo se beneficie destas incorporações. Como já afirmamos, a expressão samba, para nós, significa mais do que um gênero musical significa “evento”, que reúne em torno de si diversas manifestações, entre elas a escola de samba, o desfile e, por último, um dos desdobramentos do gênero musical samba, o “samba-enredo”. -
Sessões CFCH
Sessões - Centro de Filosofia e Ciencias Humanas Apresentação de Vídeo. Vídeo I | PEX.EXT.UNI.VID.800 Local: CFCH - Decania Andar: 2º Auditório da Decania do CFCH 16 Oct / TER - 09:00 às 12:00h ARTIGO: 4392 TITULO: REPRESENTAÇÃO DE ADOLF HITLER NO CINEMA EUROPEU PÓS-SEGUNDA GUERRA NO FILME “MINHA QUASE VERDADEIRA HISTÓRIA”. PARTICIPANTES: LUIZ FERNANDO LOPASSO,WAGNER PINHEIRO PEREIRA ARTIGO: 2446 TITULO: ESCADAS NAS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS: CENOGRAFIA OU ELEMENTOS NARRATIVOS? PARTICIPANTES: LUCAS BOHRER STUDART,ANDRÉ DE SOUZA PARENTE ARTIGO: 3151 TITULO: ANÁLISE FILME RÉQUIEM:PARA UM SONHO PARTICIPANTES: BEATRIZ CRISTINA DE MIRANDA BARBOSA,ELZA MARIA BARROS DA ROCHA PINTO,SARA CONCEIçãO DE SOUZA,TAIZA CINELLI FIGUEIREDO,YOHANNA CORRêA MALAFAIA FRANçA,THIAGO ALVES DA SILVA,DEBORAH CRUZ ALVES,CAROLINE TRAUTMANN FERREIRA AZEVEDO ARTIGO: 1142 TITULO: REPRESENTAÇÃO DE GETÚLIO VARGAS NO CINEMA EM “GETÚLIO VARGAS 1974”PARTICIPANTES: NATALIA GONÇALVES VALVERDE DA TRINDADE,WAGNER PINHEIRO PEREIRA Apresentação de Vídeo. Vídeo III | PEX.EXT.UNI.VID.801 Local: CFCH - Decania Andar: 2º Auditório da Decania do CFCH 18 Oct / QUI - 09:00 às 12:00h ARTIGO: 5137 TITULO: IROKO, A FIGUEIRA SAGRADA PARTICIPANTES: THUAN MOZART NASCIMENTO BAPTISTA,MAYARA FERREIRA DA SILVA,MARCO ANTONIO GONÇALVES ARTIGO: 1262 TITULO: REPRESENTAÇÃO, DENÚNCIA E POLÍTICA NO ÁLBUM SOBREVIVENDO NO INFERNO (1997) DO GRUPO RACIONAIS MC'S PARTICIPANTES: HYGOR CORTES DOS SANTOS,WAGNER PINHEIRO PEREIRA ARTIGO: 862 TITULO: NARRATIVAS POÉTICAS NA CIDADE PARTICIPANTES: MARILANE ABREU SANTOS,FELIPE -
Conflito E Sociabilidade Em Uma Pequena Escola De Samba: O Acadêmicos Do Dendê Da Ilha Do Governador
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA E ANTROPOLOGIA Conflito e Sociabilidade em uma pequena escola de samba: O Acadêmicos do Dendê da Ilha do Governador Ricardo José de Oliveira Barbieri Rio de Janeiro/2010 Conflito e Sociabilidade em uma pequena escola de samba: O Acadêmicos do Dendê da Ilha do Governador Ricardo José de Oliveira Barbieri Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia). Orientadora: Profa. Dra. MARIA LAURA VIVEIROS DE CASTRO CAVALCANTI Rio de Janeiro 2010 2 Conflito e Sociabilidade em uma pequena escola de samba: O Acadêmicos do Dendê da Ilha do Governador Ricardo José de Oliveira Barbieri Orientadora: Profa. Dra. Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia). Aprovada por: _________________________________________________ Profa. Dra. Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti _________________________________________________ Profa. Dra. Karina Kuschnir _________________________________________________ Prof. Dr. Luiz Felipe Ferreira Rio de Janeiro Junho 2010 3 Aos meus pais e meu irmão em retribuição ao carinho infinito. 4 Agradecimentos Foram dois longos anos até a conclusão deste percurso. Dois longos anos resumem a preparação desta pesquisa, antes, porém já no processo de idealização da mesma contei sempre com a companhia e apoio da minha orientadora Maria Laura Cavalcanti. -
O GRES Acadêmicos Do Salgueiro E As
Universidade Federal Fluminense Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Área de História Programa de Pós-Graduação em História - Doutorado Guilherme José Motta Faria O G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro e as representações do negro nos desfiles das escolas de samba nos anos 1960 Niterói 2014 1 Universidade Federal Fluminense Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Área de História Programa de Pós-Graduação em História – Doutorado Guilherme José Motta Faria O G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro e as representações do negro nos desfiles das escolas de samba nos anos 1960 Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor, sob orientação da Prof. Dra. Martha Campos Abreu. Orientadora: Prof. Dra. Martha Campos Abreu Niterói 2014 2 Universidade Federal Fluminense Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Área de História Programa de Pós-Graduação em História – Doutorado Guilherme José Motta Faria O G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro e as representações do negro nos desfiles das escolas de samba nos anos 1960 Banca Examinadora: Prof. Dra. Martha Campos Abreu (Orientadora) Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFF _______________________________________________ Prof. Dra. Marilene Rosa Nogueira da Silva Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ ________________________________________________ Prof. Dra. Rachel Soihet Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFF _________________________________________________ Prof. Dr. Marcelo de Souza Magalhães Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da UNIRIO ________________________________________________ Prof. Dr. Matthias Wolfram Orhan Rohring Assunção Universidade de ESSEX (Prof. -
COMISSÃO ESPECIAL DO PLANO DIRETOR DEBATE PÚBLICO REALIZADO EM 29 DE SETEMBRO DE 2009 Presidência Da Sra. Vereadora Aspásia
COMISSÃO ESPECIAL DO PLANO DIRETOR DEBATE PÚBLICO REALIZADO EM 29 DE SETEMBRO DE 2009 Presidência da Sra. Vereadora Aspásia Camargo, Presidente da Comissão. Às dez horas e doze minutos, no Plenário Teotônio Villela, tem início o Debate Público da Comissão Especial do Plano Di- retor, sob a Presidência da Sra. Vereadora Aspásia Camargo, Presidente da Comissão, “PARA DEBATER OS TEMAS TU- RISMO E CULTURA, CONTIDOS NO SUBSTITUTIVO Nº 3 AO PLC Nº 25/2001” A SRA. PRESIDENTE (ASPÁSIA CAMARGO) – Senhoras e senhores, bom-dia! Dou por aberto esse Debate Público do Plano Diretor Decenal de Cidade do Rio de Janeiro, que está em discussão aqui há bastante tempo, mas este ano estamos com- prometidos a aprová-lo e ter, afinal, depois de sete longos anos, um Plano Diretor para a cidade. Acho que é muito importante esse compromisso com o planejamento e uma visão de cidade. Na verdade, estamos partindo de um Rio que temos para um Rio que queremos. É fundamental que os problemas que enfrentamos e as áreas que consideramos prioritárias sejam acordados, pactu- ados com os interessados, com os atores mais atuantes e também com toda a população. A realização desse Debate visa atender o disposto no § 4º do artigo 40 do Estatuto da Cidade, Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001, que determina a realização de processo participa- tivo na elaboração e revisão do Plano Diretor. O objeto da dis- cussão no Debate de hoje serão os dispositivos referentes ao te- ma Turismo e Cultura. Vamos começar pela Cultura, contida no Substitutivo nº 3 ao Projeto de Lei Complementar nº 25 de 2001, bem como nas emendas referentes a esses dispositivos enviadas pelo Poder Executivo e na tramitação de projetos que promovam sua alteração. -
Cidade Maravilhosa: Discursos Entre O Imaginário E O Mito
Cidade Maravilhosa: discursos entre o imaginário e o mito Priscilla Oliveira Xavier IPPUR/UFRJ [email protected] Introdução As cidades são palcos, atores, imagem e reflexo de uma complexa trama entre as dinâmicas econômicas, políticas, sociais e culturais. Acerca da produção e gestão dos espaços urbanos, a atualidade tem como marca distintiva uma arguciosa elaboração discursiva, ao sabor dos imperativos de uma ordem econômica mundial. O Rio de Janeiro entra para o circuito das grandes cidades mundiais, no âmbito de uma disputa pela atração de capitais. O título de Cidade Maravilhosa é captado por atores diversos como um enredo que inspira e legitima ações variadas identificando, distinguindo e qualificando a cidade. Nos discursos sobre o Rio de Janeiro, a maravilha incita a dissolução de uma suposta divisão entre o real e o imaginário, em que ganham peso apelos míticos e o viés performático, animando atores à criação e apropriação simbólica do espaço urbano. Com efeito, simulam na população uma aura identitária e propagam para o mundo paisagens admiráveis de uma cidade encantadora. No presente trabalho pretende-se remontar uma origem e percurso do imaginário da Cidade Maravilhosa, esboçando uma leitura crítica da incorporação da ideia como título do Rio de Janeiro. Avançando para a atualidade, a intenção é analisar ações e discursos produzidos por diferentes atores sobre a Cidade Maravilhosa. Ao destacar o caráter simbólico, mitológico e performático, a análise expressa a vitalidade do mito nas sociedades pós modernas, e reitera na produção discursiva o teor e potência política. A origem da Cidade Maravilhosa Sem quaisquer pretensões puristas ou excessivo apelo essencialista, nos anima buscar o título de cidade Maravilhosa na trajetória histórica e simbólica do Rio de Janeiro. -
JUSTIÇA FEDERAL 4ª Vara Federal Criminal/RJ Processo Nº 2003.5101
4ª Vara Federal Criminal Fl ._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO 4ª Vara Federal Criminal/RJ Processo nº 2003.5101.504960-6 Autor: Ministério Público Federal Réus: Fernando de Miranda Iggnácio e outros Juiz Federal: Vlamir Costa Magalhães SENTENÇA TIPO ‘D’ 1) FERNANDO DE MIRANDA IGGNÁCIO; 2) ULISSES REZENDE; 3) ANDRÉ JORGE GOMES ABRUNHOZA; 4) RONALDO NEVES LEITE; 5) CARLOS HENRIQUE DE JESUS; 6) LÚLIO CÉSAR DA SILVA CRUZ; 7) SILVIO MACIEL DE CARVALHO; 8) JOSÉ MESSIAS XAVIER; 9) JOAQUIM DANIEL LOPES RIBEIRO; 10) CELSO LACERDA NOGUEIRA; 11) PAULO CÉSAR OLIVEIRA; 12) MARCOS PAULO MOREIRA DA SILVA; 13) MÁRCIO ALEX DE OLIVEIRA SANTOS; 14) ANDRÉ LUIZ DE SOUZA RAPOSO; 15) JOSÉ LUIS DO NASCIMENTO PEREIRA; 16) JADIR SIMEONE DUARTE; Processo nº 2003.5101.504960-6, da 4ª Vara Federal Criminal/RJ 1/132 4ª Vara Federal Criminal Fl ._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO 17) PAULO CEZAR FERREIRA DO NASCIMENTO; 18) CARLOS FERREIRA NASCIMENTO; 19) JOÃO ESTEVAM TAVARES DO AMARAL; 20) MÁRIO JOSÉ DE AZEVEDO CUNHA JUNIOR; 21) MÁRCIO DE ALMEIDA PINTO; 22) ROGÉRIO COSTA DE ANDRADE E SILVA; 23) RUTH SARA MACHADO DE OLIVEIRA; 24) CÉSAR AUGUSTO BURGOS MEDEIROS; 25) MARIA DO SOCORRO PERPÉTUO GADELHA; 26) ROLAND DE HOLLANDA CAVALCANTE; 27) CARLOS CÉSAR ARRAES TAVARES; 28) LEONARDO BRANDÃO ALVES; 29) LUIZ HENRIQUE CARVALHO; 30) JORGE FELIZ DE SOUZA; 31) JOBSON RIBEIRO DE AGUIAR; 32) ANTONIO CARLOS MACEDO; 33) LUCIANO BARROS DE NOVAES; 34) JORSAN MACHADO DE OLIVEIRA; 35) CARLOS EDUARDO PEREIRA MONCADA; 36) FLÁVIO DA SILVA SANTOS; 37) ALAN NASCIMENTO FIGUEIREDO; 38) SUNG HOON CHO; 39) CRISTINA RODRIGUES PEREIRA; 40) RINALDO COSTA DE ANDRADE E SILVA; 41) HÉLIO MACHADO DA CONCEIÇÃO; 42) FÁBIO MENEZES DE LEÃO e 43) JORGE LUÍS FERNANDES. -
Escolas De Samba: Uma Organização Possível
Sistemas & Gestão 7 (2012), pp 164-172 ESCOLAS DE SAMBA: UMA ORGANIZAÇÃO POSSÍVEL Felipe Ferreiraa a Pós-doutor em artes visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil Resumo As escolas de samba do Rio de Janeiro são vistas, atualmente, como verdadeiros modelos de organização “empresarial”, capazes de responder a diferentes interesses, adaptando-se a novas realidades e impondo sua estética a carnavais do Brasil e do mundo. Estas respostas dinâmicas às múltiplas solicitações de uma sociedade do espetáculo são quase sempre criticadas como um processo de descaracterização que levaria, inexoravelmente, a seu extermínio, sufocadas por apelos e aportes cada vez mais distantes de um suposto projeto inicial de caráter eminentemente popular. Na primeira parte deste texto, procuraremos discutir e questionar alguns conceitos fundadores das escolas de samba fixados no imaginário brasileiro a partir de discursos literários e visuais constantemente reelaborados e reapresentados em textos sobre o tema e na própria poética das escolas de samba. Num segundo momento, buscaremos traçar um rápido painel do processo contemporânea da produção de uma escola de samba atualizando texto de nossa autoria (FERREIRA, 2006) publicado originalmente no livro Engenharia do entretenimento: meu vício, minha virtude (KAMEL, 2006). Palavras-chave: Carnaval, Organização Empresarial, Escolas de Samba AS ESCOLAS DE SAMBA COMO ESSÊNCIA POPULAR sua visualidade “grandiosa”, os ranchos não tinham mais a “pureza” almejada. Os cordões, por sua vez, embora A valorização e o reconhecimento como “escolas de samba” “puros” e ligados à raiz negra, eram “assustadores” e dos grupos de “samba de morro” no Brasil da virada para a excessivamente “selvagens”. -
Jair Martins De Miranda Samba Global
JAIR MARTINS DE MIRANDA SAMBA GLOBAL O devir-mundo do samba e a potência do carnaval do Rio de Janeiro: análise das redes e conexões do samba no mundo, a partir do método da cartografia e da organização rizomática do conhecimento Tese de doutorado Rio de Janeiro / 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ ESCOLA DE COMUNICAÇÃO – ECO INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA – IBICT PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO - PPGCI JAIR MARTINS DE MIRANDA SAMBA GLOBAL: o devir-mundo do samba e a potência do carnaval do Rio de Janeiro: análise das redes e conexões do samba no mundo, a partir do método da cartografia e da produção rizomática do conhecimento RIO DE JANEIRO 2015 JAIR MARTINS DE MIRANDA SAMBA GLOBAL O DEVIR-MUNDO DO SAMBA E A POTÊNCIA DO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO: ANÁLISE DAS REDES E CONEXÕES NO MUNDO DO SAMBA, A PARTIR DO MÉTODO DA CARTOGRAFIA E DA PRODUÇÃO RIZOMÁTICA DO CONHECIMENTO TesedeDoutoradoapresentadaaoProgramadePós- GraduaçãoemCiênciadaInformação,convênioentreoInstitut oBrasileirodeInformaçãoemCiênciaeTecnologiaeaUniversi dadeFederaldoRiodeJaneiro,EscoladeComunicação,comore quisitoparcialparaàobtençãodotítulodeDoutoremCiênciadaI nformação. Orientador:GiuseppeCocco RiodeJaneiro201 5 MIRANDA, Jair Martins de Samba global : o devir-mundo do Samba e a potência do carnaval do Rio de Janeiro - análise das redes e conexões do samba no mundo, a partir do método da cartografia e da produção rizomática do conhecimento/ Jair Martins de Miranda. - Rio de Janeiro, 2015. 28?f. Tese (DoutoradoemCiênciadaInformação)– ProgramadePós- GraduaçãoemCiênciadaInformação,InstitutoBrasileirodeInformaçãoemCiênciaeTecnol ogia,UniversidadeFederaldoRiodeJaneiro,EscoladeComunicação,RiodeJaneiro,2015. Orientador:GiuseppeCocco 1.CiênciadaInformação–Tese.2. Samba.3. Carnaval4.Rio de Janeiro.5.Cartografia6.Globalização. .I. Cocco,Giuseppe (Orient.). II.UniversidadeFederaldo RiodeJaneiro, Escola de Comunicação.III.InstitutoBrasileirodeInformaçãoemCiênciaeTecnologia.,Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação . -
O Carnaval Carioca Oficializado: a Aliança Entre Sambistas E Prefeitura Do Rio De Janeiro (1932-1935)
Revista Crítica Histórica Ano V, nº 10, dezembro/2014 ISSN 2177-9961 O CARNAVAL CARIOCA OFICIALIZADO: A ALIANÇA ENTRE SAMBISTAS E PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO (1932-1935) THE OFFICIAL RIO CARNIVAL: THE ALLIANCE BETWEEN SAMBA AND MUNICIPALITY OF RIO DE JANEIRO (1932-1935) Paula Cresciulo de Almeida469 Resumo: Este artigo pretende analisar a negociação entre o prefeito do Rio de Janeiro, Pedro Ernesto, com os sambistas. O prefeito dialoga com a União das Escolas de Samba em 1935. O resultado é o reconhecimento e a oficialização dos desfiles das escolas de samba no carnaval carioca. A carta enviada pela organização deixava clara a exigência de temas com motivos nacionais nos desfiles. Não sendo uma decisão imposta pelo Estado, o discurso nacionalista era uma forma de se aproximarem do governo para alcançarem legitimação social. Palavras-Chaves: Carnaval, Pedro Ernesto, Oficialização. Abstract: This work intends to analyze the dialogue of the mayor Pedro Ernesto with popular people. The mayor negotiated with the Union of Samba Schools in 1935. The result was the recognition and formalization of the samba school parades in Rio carnival. The letter sent by the organization made clear the obligation for national themes motifs. It was not a decision imposed by the Government. The nationalist discourse was a way to approach the government to achieve social legitimacy. Key-Words: Carnival, Pedro Ernesto, Formalization A partir de 1930, o grupo que assumiu o poder no Brasil estabeleceu políticas públicas de aproximação com a classe trabalhadora. No Distrito Federal, na época o Rio de Janeiro, essa prática fica evidente com Pedro Ernesto no comando da prefeitura da cidade. -
Destination Report
Miami , Flori daBuenos Aires, Argentina Overview Introduction Buenos Aires, Argentina, is a wonderful combination of sleek skyscrapers and past grandeur, a collision of the ultrachic and tumbledown. Still, there has always been an undercurrent of melancholy in B.A. (as it is affectionately known by expats who call Buenos Aires home), which may help explain residents' devotion to that bittersweet expression of popular culture in Argentina, the tango. Still performed—albeit much less frequently now—in the streets and cafes, the tango has a romantic and nostalgic nature that is emblematic of Buenos Aires itself. Travel to Buenos Aires is popular, especially with stops in the neighborhoods of San Telmo, Palermo— and each of its colorful smaller divisions—and the array of plazas that help make up Buenos Aires tours. Highlights Sights—Inspect the art-nouveau and art-deco architecture along Avenida de Mayo; see the "glorious dead" in the Cementerio de la Recoleta and the gorgeously chic at bars and cafes in the same neighborhood; shop for antiques and see the tango dancers at Plaza Dorrego and the San Telmo Street Fair on Sunday; tour the old port district of La Boca and the colorful houses along its Caminito street; cheer at a soccer match between hometown rivals Boca Juniors and River Plate (for the very adventurous only). Museums—Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA: Coleccion Costantini); Museo Nacional de Bellas Artes; Museo Municipal de Arte Hispano-Americano Isaac Fernandez Blanco; Museo Historico Nacional; Museo de la Pasion Boquense (Boca football); one of two tango museums: Museo Casa Carlos Gardel or Museo Mundial del Tango.