História Da Arte Iii Textos De Apoio
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
Feb. 7 to Apr. 30, 2017 Great Hall
Ministry of Culture and Museu de Arte To celebrate the 100th anniversary of the Moderna de São Paulo present exhibition that inaugurated Brazilian modernism, Anita Malfatti: 100 Years of Modern Art gathers at FEB. 7 MAM’s Great Hall about seventy different works covering the path of one of the main names in TO Brazilian art in the 20th century. Anita Malfatti’s exhibition in 1917 was crucial to the emergence of the group who would champion modern art in Brazil, so much so that APR. 30, critic Paulo Mendes de Almeida considered her as the “most historically critical character in the 2017 1922 movement.” Regina Teixeira de Barros’ curatorial work reveals an artist who is sensitive to trends and discussions in the first half of the 20th century, mindful of her status and her choices. This exhibition at MAM recovers drawings and paintings by Malfatti, divided into three moments in her path: her initial years that consecrated her as “trigger of Brazilian modernism”; the time she spent training in Paris and her naturalist production; and, finally, her paintings with folk themes. With essays by Regina Teixeira de Barros and GREAT Ana Paula Simioni, this edition of Moderno MAM Extra is an invitation for the public to get to know HALL this great artist’s choices. Have a good read! MASTER SPONSORSHIP SPONSORSHIP CURATED BY REALIZATION REGINA TEIXEIRA DE BARROS One hundred years have gone by since the 3 03 ANITA Exposição de pintura moderna Anita Malfatti [Anita Malfatti Modern Painting Exhibition] would forever CON- MALFATTI, change the path of art history in Brazil. -
Tarsila Do Amaral, Anita Malfatti
MULHERES DE CONOTAÇÃO CULTURAL :TARSILA DO AMARAL, ANITA MALFATTI Autores: THAIS CARDOSO SANTOS, JANETE RODRIGUES PEREIRA, MARIA DE FÁTIMA GOMES LIMA DO NASCIMENTO, THAIS CARDOSO SANTOS Introdução A década de 1920 foi um período de mudanças estruturais, como o crescimento industrial impulsionado pelas exportações da Primeira guerra Mundial pelo próprio consumo interno; dentre essas mudanças se destacaram também as novas tendências artísticas culturais. Entre essas, podemos citar o modernismo, surrealismo, impressionismo e o cubismo. Tendo em vista que tais movimentos se despontaram na Europa, os mesmos obtiveram grande repercussão também no Brasil. No contexto da Republica Oligárquica e da chamada política do café com leite entre 11 e 17 de fevereiro de 1922, ocorreu um movimento artístico e intelectual denominado “Semana da Arte Moderna” que modificou sensivelmente a sociedade brasileira. Esse movimento de Arte Moderna ocorreu, portanto no Teatro Municipal de São Paulo, em 1922, e como objetivo principal mostrar as novas tendências artísticas aqui já citadas, que vigoravam na Europa. No Brasil, o descontentamento com o estilo anterior foi mais explorado no campo da literatura, com maior ênfase na poesia. Entre os escritores modernistas destacam-se: Oswald de Andrade, Guilherme de Almeida e Manuel Bandeira. Na pintura, destacou-se Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcante e Victor Brecheret. Dentro desse contexto histórico e político social, as mulheres ocuparam um papel de destaque na cultura. Espaço que reivindicavam desde o século XIX, quando passaram a desafiar a sociedade,ao comerciar, prestar serviços e trabalhar fora de casa nas indústrias. Desta forma, a Semana da Arte moderna, trouxe consigo uma maneira muito especial para as mulheres mostrar o quanto havia mudado e contribuído para a sociedade brasileira atingir o auge nas artes. -
Caixas. Caixas. Caixas
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Cadernos Espinosanos (E-Journal) ROBERTO ZULAR Caixas. Caixas. Caixas ROBERTO ZULAR é professor de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP, organizador de Criação em Processo. Ensaios de Crítica Genética (Iluminuras) e tradutor de Dois ao Cubo. Alguma Poesia Francesa Contemporânea (Olavobras). Caixa Modernista, de Jorge Schwartz (org.), São Paulo, Imesp, 2003. que ela não poderia ter sido concebida sem o trabalho de fôlego que a antecede: a ex- “Quando a flauta soou posição “Brasil: 1920-1950. Da Antropo- fagia a Brasília”, realizada no Ivam (Institut Valencià d’Art Modern) e no MAB-Faap um tempo se desdobrou (Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado), e o belíssimo catálogo que dela resultou. Mas se a abran- do tempo, como uma caixa gência das obras e análises apresentadas naquelas outras espécies de caixas (museu e livro) não se encontra na Caixa Moder- de dentro de outra caixa” nista, esta possibilita um manuseio e uma mobilidade que aquelas não permitem. Não se trata, pois, de uma reunião de fetiches (João Cabral de Melo Neto). “milagrosamente” reproduzidos, mas de um diálogo com as caixas de Duchamp e Joseph Cornell, às quais Schwartz se refere na in- trodução. Um “museu portátil”, menos pela facilidade de transportá-lo do que pela li- berdade de manuseio que permite. É que se ma caixa. E dentro dessa caixa tomamos o paradigma do espaço moderno, uma outra que se abre como um a cidade, como metáfora, vemos que não tríptico. -
Modernism and the Search for Roots
6 Modernism and the Search for Roots THE RADICAL artistic developments that transformed the visual arts 6. 1 Detail of Pl. 6.37. in Europe in the first decades of this century -Fauvism , Ex- pressionism , Cubism, D ada, Purism, Constructivism - entered Latin Ameri ca as part of a 'vigorous current of renovation' during the 1920s. These European movem ents did not, however, enter as intact or discrete styles, but were often adapted in individual, in novative and idiosyncratic ways by different artists. Almost all those who embraced M odernism did so from abroad. Some re mained in Europe; some, like Barradas with his 'vibrationism', created a distinct modernist m anner of their own [Pls 6.2,3,4,5] , or, in the case of Rivera in relation to Cubism , and of Torres-Garcfa to Constructivism, themselves contributed at crucial moments to the development of these m ovem ents in Europe. The fac t of being American, however, was registered in some form in the work of even the most convinced internationalists. Other artists returning to Latin Ameri ca after a relatively brief period abroad set about crea ting in various ways specifically America n forms of Modern ism . The relationship between radical art and revolut ionary politics was perhaps an even more crucial iss ue in Latin America than it was in Europe at the time; and the response of w riters, artists and in 6. 2 Rafa el Barradas, Study, 1911 , oil on cardboard, 46 x54 cm. , Museo Nacional de Arres Plasti cas, tellectuals was marked by two events in particular: the Mexican Montevideo. -
1º BIMESTRE GRANDES MESTRES DA ARTE Biografia De Tarsila Do
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ARTE NOME: ANO ___________ ATIVIDADE – 1º BIMESTRE GRANDES MESTRES DA ARTE Biografia de Tarsila do Amaral (EF69AR01 a EF69AR08) Tarsila do Amaral nasceu em 1886 e morreu em 1973. Em 1904, fez seu primeiro quadro – Sagrado coração de Jesus – e, em 1922, começou a fazer pinturas vanguardistas. Filiou-se definitivamente ao Modernismo brasileiro ao pintar a tela A negra (1923). Durante suas fases Pau-Brasil (1924-1928) e Antropofágica (1928-1930), a artista esteve completamente voltada para o movimento modernista brasileiro, quando produziu obras como: Carnaval em Madureira (1924) e Abaporu (1928). Já Operários (1933) é a obra mais conhecida de sua fase social. A pintora Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886, em Capivari, no estado de São Paulo, e morreu em 17 de janeiro de 1973, na cidade de São Paulo. Sua obra apresenta paisagens rurais e urbanas brasileiras, além de elementos da fauna, flora e folclore do país. Seu primeiro quadro – Sagrado coração de Jesus – foi feito em 1904, em Barcelona, quando a artista estudava na Espanha. De 1920 a 1922, estudou na Académie Julien, em Paris. Assim, não participou da Semana de Arte Moderna de 1922, já que estava na França quando o evento ocorreu. A pintora, portanto, teve uma formação acadêmica antes de aderir ao Modernismo. Tarsila do Amaral, possivelmente em 1925. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO No Brasil, fez parte do chamado Grupo dos Cinco: Anita Malfatti (1889-1964), Mário de Andrade (1893-1945), Oswald de Andrade (1890-1954), Menotti del Picchia (1892-1988) e Tarsila do Amaral. -
Chapter.11.Brazilian Cdr.Cdr
BRAZIL Chapter 11 Art, Literature and Poetry Brazil was colonized by Portugal in the middle of the 16th century. In those early times, owing to the primitive state of Portuguese civilization there, not much could be done in regard to art expression. The original inhabitants of the land, pre-Columbian Indigenous peoples, most likely produced various forms of art, but very little is known about this. Little remains, except from elaborate feather items used as body adornments by all different tribes and specific cultures like the Marajoara, who left sophisticated painted pottery. So, Brazilian art - in the Western sense of art - began in the late 16th century and, for the greater part of its evolution until early 20th century, depended wholly on European standards. 170 BRAZIL Pre-Columbian traditions Main article: Indigenous peoples in Brazil Santarém culture. Museu Paraense Emílio Goeldi Bororo Indian with feather headdress and body painting 171 BRAZIL The oldest known art in Brazil is the cave paintings in Serra da Capivara National Park in the state of Piauí, dating back to c. 13,000 BC. More recent examples have been found in Minas Gerais and Goiás, showing geometric patterns and animal forms. One of the most sophisticated kinds of Pre- Columbian artifact found in Brazil is the sophisticated Marajoara pottery (c. 800–1400 AD), from cultures flourishing on Marajó Island and around the region of Santarém, decorated with painting and complex human and animal reliefs. Statuettes and cult objects, such as the small carved-stone amulets called muiraquitãs, also belong to these cultures. The Mina and Periperi cultures, from Maranhão and Bahia, produced interesting though simpler pottery and statuettes. -
ART DECO and BRAZILIAN MODERNISM a Dissertation
SLEEK WORDS: ART DECO AND BRAZILIAN MODERNISM A Dissertation submitted to the Faculty of the Graduate School of Arts and Sciences of Georgetown University in partial fulfillment of the requirement for the degree of Doctor in Philosophy in Spanish By Patricia A. Soler, M.S. Washington, DC January 23, 2014 Copyright by Patricia A. Soler All rights reserved ii SLEEK WORDS: ART DECO AND BRAZILIAN MODERNISM Patricia A. Soler, M.S. Thesis advisor: Gwen Kirkpatrick, Ph.D. ABSTRACT I explore Art Deco in the Brazilian Modernist movement during the 1920s. Art Deco is a decorative arts style that rose to global prominence during this decade and its proponents adopted and adapted the style in order to nationalize it; in the case of Brazil, the style became nationalized primarily by means of the application of indigenous motifs. The Brazilian Modernists created their own manifestations of the style, particularly in illustration and graphic design. I make this analysis by utilizing primary source materials to demonstrate the style’s prominence in Brazilian Modernism and by exploring the handcrafted and mechanical techniques used to produce the movement’s printed texts. I explore the origins of the Art Deco style and the decorative arts field and determine the sources for the style, specifically avant-garde, primitivist, and erotic sources, to demonstrate the style’s elasticity. Its elasticity allowed it to be nationalized on a global scale during the 1920s; by the 1930s, however, many fascist-leaning forces co- opted the style for their own projects. I examine the architectural field in the Brazil during the 1920s. -
Letícia Coelho Squeff
Anais do XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte Arte > Obra > Fluxos Local: Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Museu Imperial, Petrópolis, RJ Data: 19 a 23 de outubro de 2010 Organização: Roberto Conduru Vera Beatriz Siqueira texto extraído de A transferência da tradição Clássica entre Europa e América Latina XXX Colóquio CBHA 2010 Vicente do Rego Monteiro e as figurações do indígena Leticia Squeff UNIFESP Resumo Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) é um dos mais comple- xos artistas brasileiros. Sua produção estende-se pela escultura, a pintura e a poesia, a ilustração de livros, entre muitas outras. Nesta comunicação, pretendo discutir sobre os diálogos que o artista esta- belece com linguagens tidas como “primitivas”, tendo em vista não apenas as demandas colocadas pelo nacionalismo que permeava o modernismo brasileiro no período, como também o forte interesse que havia, na Europa, pelas chamadas “culturas primitivas”. Palavra Chave Vicente do Rego Monteiro (1899-1970); modernismo brasileiro; vanguardas Abstract Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) is an important artist of the brazilian modernism. His production extends for the sculp- ture, the painting and the poetry, the book ilustration, among many others. I want to discuss on the relationship that the artist establishes with languages held as “primitive”, tends in view not just the nationalism from this period, as well as the interests that there was, in Europe, for the calls “primitive cultures”. Keywords Vicente do Rego Monteiro (1899-1970); brazilian modernism; avant -garde 345 XXX Colóquio CBHA 2010 Vicente do Rego Monteiro é um dos mais complexos artistas brasileiros. -
Modernismo Brasileiro: Nada Mais Internacional
RBCS - v.19 n.56 2004-ok 4/10/04 6:53 PM Page 143 RESENHAS 143 que esta também assumisse formas mitigadas, con- Modernismo brasileiro: nada forme já vimos. Na sociedade competitiva, a cor funciona como índice ‘relativo’ de primitividade – mais internacional sempre em relação ao padrão contigente do tipo humano definido como útil e produtivo no racio- Sergio MICELI. Nacional estrangeiro: história so- nalismo ocidental e implementado por suas insti- cial e cultural do modernismo artístico em São tuições fundamentais – que pode ou não ser con- Paulo. São Paulo, Companhia das Letras, 2003. firmado pelo indivíduo ou grupo em questão. O 280 páginas. próprio Florestan relata sobejamente as inúmeras experiências de inadaptação ao novo contexto de- Gustavo Sorá terminadas, em primeiro plano, por incapacidade de atender às demandas da disciplina produtiva do Nacional Estrangeiro apresenta uma etnogra- capitalismo” (p. 160). fia histórica do mundo social que se formou em torno da vida artística em São Paulo nas primeiras décadas do século XX. Ainda que o modernismo, RUY BRAGA é professor do Departamen- to de Sociologia da Faculdade de Filosofia, tanto em arte como em literatura e pensamento Letras e Ciências Humanas da Universidade social, tenha imposto nos anos de 1920 e 1930 o de São Paulo. autenticamente nacional, as razões de seu surgi- mento e de seu poder simbólico não podem ser compreendidas a não ser em relação com o mun- do prévio a partir do qual se diferenciou. O livro compõe-se de dois atos: no primeiro entram os fi- gurantes da elite social, econômica e política que tornaram possível a constituição de um mercado de arte: Adolfo Augusto Pinto, Altino Arantes, Francisco Ramos de Azevedo, José de Freitas Val- le, Olívia Guedes Penteado. -
A Classificação Do Acervo Da Biblioteca Particular De Mário De Andrade
FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação Biblioteconomia e Ciência da Informação Fernanda do Nascimento Santos A classificação do acervo da biblioteca particular de Mário de Andrade São Paulo 2019 Fernanda do Nascimento Santos A classificação do acervo da biblioteca particular de Mário de Andrade Monografia apresentada à Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do título de bacharela em Biblioteconomia e Ciência da Informação, sob a orientação da Profa. Dra. Valéria Martin Valls. São Paulo 2019 Catalogação-na-Publicação (CIP) Santos, Fernanda do Nascimento. A classificação do acervo da biblioteca particular de Mário de Andrade / Fernanda do Nascimento Santos. – 2019. 78 f. : il. ; 30 cm. Orientadora: Profª Drª Valéria Martin Valls. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Biblioteconomia e Ciência da Informação) – Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo. Inclui bibliografia. 1. Mário de Andrade. 2. Bibliotecas particulares 3. Bibliofilia. 4. Classificação documentária. 5. Classificação Decimal de Dewey. I. Valls, Valéria Martin. II. Título. Fernanda do Nascimento Santos A classificação do acervo da biblioteca particular de Mário de Andrade Monografia apresentada à Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do título de bacharela em Biblioteconomia e Ciência da Informação, sob a orientação da Profa. Dra. Valéria Martin Valls. Data de aprovação: ________/________/_________. Banca examinadora: __________________________________ Prof. Dr. Ivan Russeff __________________________________ Profa. Ms. Adriana Maria de Souza À minha mãe, Marisa, e ao meu noivo, Guilherme. -
A Escrita Do Esporte Em Vicente Do Rego Monteiro
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇAO- FISICA, .. - 1 • ' ·' / ' A escrita do esporte em Vicente do Rego Monteiro Campinas 2006 TCC/UN!CAMPe. B22e ......... ~~~~~III!IIIIIIUI1290002989 FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA BIBLIOTECA FEF- UNICAMP Batista, Eduardo Pereira. B22e A escrita do esporte em Vicente do Rego Monteiro I Eduardo Pereira Batista.- Campinas, SP: {52f.}. 2006. Orientador: Milton Jose de Almeida. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)- Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas. 1. Arte. 2. Esporte. 3. Modernidade. 4. Modernismo. L Almeida, Milton José de. li. Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educaçã_o Física. lll. Titulo. asm/fef 3 Eduardo Pereira Batista A escrita do esporte em Vicente do Rego Monteiro Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas para obtenção do título de Licenciado em Educação Física. Orientador: Milton José de Almeida Campinas 2006 Eduardo Pereira Batista A escrita do esporte em Vicente do Rego Monteiro Este exemplar corresponde à redação final do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação defendido por Eduardo Pereira Batista e aprovado pela Comissão julgadora em 01 de Julho de 2006. Milton José de Almeida Olientador Vinicius Demarchi Silva Terra Leitor Campinas 2006 Ao meu avô, Construtor de prédios e casas. Agradecimentos Àqueles com quem compartilhei planos e projetos, medos e angústias, prazeres e alegrias ... meus sinceros agradecimentos. Dentre todas essas pessoas queridas, -
Anita Malfatti Suscitou Enorme Polêmica Ao Expor Suas Tintas Expressionistas No Brasil Do Começo Do Século XX
31 de julho a 26 de setembro de 2010 Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro Pioneira da pintura moderna, Anita Malfatti suscitou enorme polêmica ao expor suas tintas expressionistas no Brasil do começo do século XX. As duras críticas que recebeu, principalmente do célebre escritor – então jornalista – Monteiro Lobato, a transformaram em uma espécie de ícone de uma nova era. Prontamente defendida e adotada por aqueles que seriam os pi- lares da construção de uma visão modernizadora de nossa cultura, os futuros modernistas Mário e Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Menotti Del Picchia, Anita tinha a ousadia de fugir das amarras so- ciais que cerceavam a mulher da época e se colocar na posição de vanguarda ao retratar – de maneira distante do academicismo em voga – personagens marginalizados dos centros urbanos. Com a exposição Anita Malfatti – 120 anos de nascimento, o Centro Cultural Banco do Brasil reafirma seu compromisso com a de- mocratização e acesso à cultura, oferecendo a seu público a oportu- nidade de admirar a obra desta que é considerada uma das maiores pintoras brasileiras. Centro Cultural Banco do Brasil As a pioneer in modern painting, Anita Malfatti caused great polemic with her expressionist paintings in Brazil in early 20th century. She was hardly criticized, particularly by noted writer Monteiro Lobato, still a jour- nalist then, and such critics changed her into an icon of the new era. Promptly defended and adopted by those who would be the pil- lars of a renovating view of our culture, future modernists Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral and Menotti Del Picchia, Anita dared to question the strict social models imposed to women and assume the challenging position of vanguard when she showed – not using the academicism then in vogue – marginalized characters of urban centers.