Apresentação Do Powerpoint
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Plano De Bacia Hidrográfica Doriotejo
MINISTÉRIO DO AMBIENTE INS' '(In r ÁGUf I I PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA DORIOTEJO 13 Fase Análise e Diagnóstico da Situação de Referência Anexo 7 - Infra-estruturas Hidráulicas e de Saneamento Básico Tomo 7.C - Outras Infra-estruturas Hidráulicas Setembro de 1999 I'ROJEc"ro CO_FINANCI.\lJU 1'lllACO/llUNIOJ\DE EUI(OI'l::I/\ FUNDO DE CO!'$Ân I ~ ~ GIBB POIlugal (i)PROCESL ~ LAWG IBB Groujl Momber J.. I' PBH do Rio Tejo rase 1. Anexo 7. Tomo 7.C. (ReI'. 00 - 1999/05115) Plano de Bacia Hidrográfica do Rio Tejo 1a Fase - Análise de Diagnóstico da Situação de Referência Anexo 7 - Infra-estruturas Hidráulicas e de Saneamento Básico Tomo 7.C - Outras Infra-estruturas Hidráulicas , Indice Texto 1 Introdução ...................................................................................................... 1 2 Metodologia adoptada .................................................................................... 1 2.1 TNVENT ARIAçÃO, RECOLHA E SISTEMATIZAÇÃO DOS ELEMENTOS DE BASE SOBRE AS INFRA-ESTRUTURAS . ... ........ .... ... .. .. ... .. .. ... .. .. ... ...................................................... ...... ....... 2 2.2 TRATAMENTO E CARREGAMENTO DIGITAL DA INFORMAÇÃO ............... .... .. .... .................... 5 3 Ba."ragens e açudes ......................................................................................... 6 4 Canais, túneis, galerias ou condutas ............................................................ 15 5 Centrais Itidroeléctricas .............................................................................. -
Setembro Pelos Trilhos De Portugal
INFORMAÇÃO PARA PROSPECÇÃO 3.º TRIMESTRE 2007 – SETEMBRO PELOS TRILHOS DE PORTUGAL «Houve um tempo, antes das estradas de alcatrão, dos automóveis e das viagens contadas ao minuto, em que o país, encolhido na sua pequenez, se firmou à roda de uma ideia revolucionária: veios de ferro que ligariam, entre si, as paisagens mais distantes da terra lusa». Assim se referem os autores à epopeia dos caminhos-de-ferro que a partir da segunda metade do século XIX redesenhou as paisagens do território português, atravessando montanhas e rasgando vales, traçando trilhos de viagens aqui percorridos pelo olhar actual de Jorge Nunes e Manuel FICHA TÉCNICA Nunes. Texto: Manuel Nunes Fotografia: Jorge Nunes Versão: Portuguesa N.º de páginas: 160 pp. OUTROS TÍTULOS DA COLECÇÃO Formato: 25 cm X 32 cm ESPÍRITO DO LUGAR Acabamento: Capa dura revestida a tela, com sobrecapa a cores e plastificada ISBN: 978-972-797-145-9 EAN: 9789727971459 PVP: 50 € + 5% IVA = 52,50 € Data de Publicação: Setembro de 2007 DA NASCENTE ATÉ À FOZ A BAIXA DE LISBOA RIOS DE PORTUGAL Medialivros, S.A. Edições INAPA – Campo de Santa Clara, 160 C-D - 1100-475 Lisboa Manuel Nunes Gabriela Carvalho Tel.: 218 855 030 . Fax: 218 885 167 [email protected] Jorge Nunes www.medialivros.pt pelos trilhos de portugal EDIÇÕES INAPA jorge nunes # manuel nunes texto manuel nunes fotografia jorge nunes coordenação de edição ana de albuquerque design gráfico e pré-impressão p06 – atelier, ambientes e comunicação, lda. www. p-06-atelier.pt revisão benedita rolo impressão tipografia peres, s. a. isbn 978-972-797-145-9 depósito legal TÂMEGA CORGO Agradecimento TUA Expressamos o nosso especial agradecimento à REFER EP, que gentilmente autorizou a reprodução das imagens relativas à rede ferroviária nacional. -
El Impacto Socioeconómico Del Turismo En Bicicleta En Europa
JORNADA DE DIFUSIÓN DE RESULTADOS DEL PROYECTO “PLATAFORMA DE INFORMACIÓN TERRITORIAL Y SOPORTE TECNÓLOGICO SOBRE VÍAS VERDES DE ANDALUCÍA" – Sevilla (Edificio Pabellón de México de la US), 10 de noviembre de 2015 EL IMPACTO SOCIOECONÓMICO DEL TURISMO EN BICICLETA EN EUROPA Mercedes MUÑOZ ZAMORA • Presentación de la AEVV y actividades para la promoción de las Vías Verdes; • Las vías verdes un valor añadido para el cicloturismo; • El impacto económico de turismo en bicicleta; • Las vías verdes se extienden en Europa. Ejemplos y actuaciones recientes vinculadas al cicloturismo; • Algunas conclusiones • Asociación Europea de Vías Verdes • Constiutida en 1998 en Namur (Wallonia, Belgica) • Objetivos: el inventario, la información y la promoción, incluyendo el estímulo para la creación de Vías Verdes. • Secretaría y oficina ejecutiva en Madrid, desde 2009 • 50 socios de 16 países europeos www.aevv-egwa.org EGWA MEMBERS AUSTRIA : FUTURE BASE WEINVIERTEL (FBW) - BELGIUM : CHEMINS DU RAIL (CDR) ; INSTITUT BRUXELLOIS GESTION ENVIRONNEMENT (IBGE) ; REGIERUNG DER DEUTSCHSPRACHIGEN GEMEINSCHAFT ; RÉGION WALLONNE - D.G. OPÉR. ROUTES ET BÂTIMENTS ; - D.G. OPÉR. MOBILITÉ ET VOIES HYDRAULIQUES ; -D.G. OPÉR. AMÉNAGEMENT DU TERRITOIRE, DU LOGEMENT, DU PATRIMOINE ET DE L’ÉNERGIE ; VILLE DE CHARLEROI - CZECH REPUBLIC:ENVIRONMENTAL PARTNERSHIP for SUSTAINABLE DEVELOPMENT (EPSD) - FRANCE : ASSOCIATION DES DÉPARTEMENTS ET RÉGIONS CYCLABLES (DRC) ; ASSOCIATION FR. VÉLO ROUTES ET VOIES VERTES (AF3V) ; ASSOCIATION FRANÇAISE POUR LE DEVELOPPEMENT ET LA PROMOTION -
I.3.5. Transporte Rodoviário De Mercadorias
2 FICHA TÉCNICA Título Estatísticas dos Transportes e Comunicações 2015 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida 1000-043 Lisboa Portugal Telefone: 21 842 61 00 Presidente do Conselho Diretivo Alda de Caetano Carvalho Design, Composição e Impressão Instituto Nacional de Estatística, I.P. ISSN 0377-2292 ISBN 978-989-25-0369-1 Periodicidade Anual O INE, I.P. na Internet www.ine.pt © INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2016 A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P. como autor, o título da obra, o ano de edição e a referência Lisboa-Portugal. 3 NOTA INTRODUTÓRIA Na presente publicação o INE divulga os principais resultados estatísticos sobre a atividade dos setores de Transportes e Comunicações em 2015. As estatísticas disponibilizadas têm por base informações de um vasto conjunto de fontes administrativas, designadamente o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), os Comandos Regionais da Polícia de Segurança Pública dos Açores e da Madeira, Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), para além dos inquéritos da responsabilidade do INE. No que se refere ao transporte ferroviário, apresentam-se os resultados dos inquéritos do INE à Infra Estruturas de Portugal SA, bem como às empresas de transporte por caminho-de-ferro e metropolitano. Relativamente ao setor rodoviário, difundem-se estatísticas sobre infraestruturas rodoviárias, sinistralidade, consumo de combustíveis, parque de veículos presumivelmente em circulação, resultados dos Inquéritos ao transporte rodoviário de mercadorias e de passageiros (este último statísticas dos Transportes e Comunicações statísticas dos Transportes com novos resultados sobre consumo de energia e sistemas de informação), e ainda dados sobre E a venda de veículos automóveis, provenientes da Associação Automóvel de Portugal (ACAP). -
Relatório Técnico De Avaliação Do Programa De Investimentos Pni 2030 – Ferrovia
2020 RELATÓRIO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS PNI 2030 – FERROVIA APOIO DE CONSULTORIA AO CSOP ACÚRCIO MENDES DOS SANTOS ERNESTO J. S. MARTINS DE BRITO Abril 2020 NOTA DE CONJUNTURA O violento surto pandémico mundial designado por Covid19 e que se propaga desde o início do corrente ano de forma avassaladora obrigou a excepcionais medidas de emergência em matéria de saúde publica ao nível do globo o que produziu um violentíssimo efeito na economia mundial por efeito dos súbitos choques, tanto na oferta como na procura. Esta realidade, até agora nunca vivida pelas sociedades e fruto das intensas interações resultantes da globalização, vem trazer um exigentíssimo duplo desafio a todos nós: o de conter e inverter o colapso da saúde publica e, ao mesmo tempo, recuperar e revitalizar as economias. O que começa a ser uma evidencia é que haverá muitos aspectos da sociedade e da economia que vão sofrer mudanças profundas apontando-se já para o lado positivo desta circunstância, focado na oportunidade de aceleração da transformação para toda uma nova economia de baixo carbono, centrada na emergência climática e nas energias renováveis. Assim, parece claro que a iniciativa da UE de uma Estratégia da Mobilidade Hipocarbónica, anunciada em 2017 com o objectivo de estabelecer as “guide lines” de um novo paradigma de mobilidade não poluente e mais competitiva, irá sofrer um impulso significativo com os respectivos planos de acção e de investimento a anteciparem a sua execução e operacionalidade. Por outro lado, o profundo choque económico por cessação de muitas e diversificadas actividades irá gerar uma séria crise de desemprego, pese embora todos os esforços e medidas em curso adoptadas pelos governos para manterem uma base mínima do estado de prontidão das estruturas produtivas com “layoffs” generalizados, com vista ao seu arranque nos pós Covid 19. -
Greenways Outdoor Project
__________________________________ Vias verdes en Europa “Greenways Outdoor” Mercedes Muñoz -EGWA director [email protected] - www.aevv-egwa.org ___________________________________________ Jornada Técnica IFEMA, Madrid, Viernes, 19 de Septiembre de 2015 • Presentación de la AEVV y sus actividades para la promoción de las vías verdes • ¿Que son las vías verdes? • Vías verdes en Europa, • “Greenways Outdoor” para la promoción y creación de producto turístico europeo vías verdes. • Algunas conclusiones • Asociación Europea de Vías Verdes • Constituida en 1998 en Namur (Wallonia, Belgica) • Objetivos: el inventario, la información y la promoción, incluyendo el estímulo para la creación de Vías Verdes. • Secretaría y oficina ejecutiva en Madrid, desde 2009 • Más de 50 socios de 16 países www.aevv-egwa.org EGWA MEMBERS AUSTRIA : FUTURE BASE WEINVIERTEL (FBW) - BELGIUM : CHEMINS DU RAIL (CDR) ; INSTITUT BRUXELLOIS GESTION ENVIRONNEMENT (IBGE) ; REGIERUNG DER DEUTSCHSPRACHIGEN GEMEINSCHAFT ; RÉGION WALLONNE - D.G. OPÉR. ROUTES ET BÂTIMENTS ; - D.G. OPÉR. MOBILITÉ ET VOIES HYDRAULIQUES ; -D.G. OPÉR. AMÉNAGEMENT DU TERRITOIRE, DU LOGEMENT, DU PATRIMOINE ET DE L’ÉNERGIE ; VILLE DE CHARLEROI - CZECH REPUBLIC:ENVIRONMENTAL PARTNERSHIP for SUSTAINABLE DEVELOPMENT (EPSD) - FRANCE : ASSOCIATION DES DÉPARTEMENTS ET RÉGIONS CYCLABLES (DRC) ; ASSOCIATION FR. VÉLO ROUTES ET VOIES VERTES (AF3V) ; ASSOCIATION FRANÇAISE POUR LE DEVELOPPEMENT ET LA PROMOTION DE L’AVENUE VERTE LONDON/PARIS; CLUB DES VILLES CYCLABLES ; MINISTÈRE DE L’ÉCOLOGIE, DU DÉVELOPPEMENT -
1 Dissertação Apresentada Para Cumprimento Dos Requisitos
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História da Arte Contemporânea, realizada sob a orientação científica da Professora Doutora Raquel Henriques da Silva 1 À memória da minha Avó Felicidade. Por tudo. 2 [Postais Azulejados: Decoração Azulejar Figurativa das Estações Ferroviárias Portuguesas] [Tiled Postcards: The Azulejo Figurative Decoration of the Portuguese Railway Stations] [Tiago Borges Lourenço] [RESUMO] A presente tese procura estudar a história, evolução programática e iconografia do conjunto de programas decorativos azulejares encomendados a partir de 1905 para as estações de caminho de ferro portuguesas, num total de meia centena (correspondendo a cerca de quinhentos painéis) dispersa por quase todo o país, a maioria decorada até ao início da década de 1940. Transversal a regiões, encomendadores e cronologias, reproduziu-se massivamente um Portugal ruralizado, de paisagens bucólicas, monumentos de pedra e camponeses trabalhando nas terras ou apascentando rebanhos. Mais do que mera decoração, estes painéis procuravam captar a atenção de locais e forasteiros, numa mostra simultaneamente etnográfica e de promoção turística, concorrendo para a consolidação da figuração no azulejo da primeira metade do século XX. Pretendeu-se com este trabalho traçar, pela primeira vez, a história da azulejaria ferroviária portuguesa, procurando perceber quais as características destes programas e de que modo evoluiram e se encontram interligados entre si. Procedeu-se igualmente ao estudo iconográfico das mais representativas temáticas representadas, através de sua contextualização na arte portuguesa do período entre 1830 e 1940. Paralelamente foi feito um levantamento de todas as estações com decoração figurativa, que se concretizou na construção de fichas de inventário individuais, constantes do Volume II. -
Pontes E Linha Do Tua: Historia, Construção E Valorização ”
Universidade do Minho Escola de Engenharia Leonel António Vieira Lopes “Pontes e linha do Tua: Historia, construção e valorização ” Novembro de 2011 Universidade do Minho Escola de Engenharia Leonel António Vieira Lopes “Pontes e linha do Tua: Historia, construção e valorização” Dissertação de Mestrado Mestrado Integrados em Engenharia Civil Trabalho efetuado sob orientação do Professor Doutor Paulo José Brandão Barbosa Lourenço e do Professor Doutor José Manuel Morais Lopes Cordeiro Novembro de 2011 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Professor Doutor Paulo Lourenço, pela orientação prestada, pela sua constante disponibilidade, pela partilha de ideias e conhecimentos e pelas inúmeras e cuidadas revisões deste trabalho. Ao Professor Doutor José Cordeiro, pela amizade, ensinamentos transmitidos e disponibilidade demonstrada na coorientação deste trabalho. Ao Professor Doutor Eduardo José Castanheira Beira, pelas várias cedências do equipamento fotográfico, usado para obtenção de documentos. Ao meu colega Ricardo Paulino pela ajuda no reconhecimento da linha e pela bibliografia que me disponibilizou. Ao Professor Joaquim Gonçalves pelas várias ajudas na escrita e revisão deste documento. Ao excelentíssimo senhor Dario Silva por toda a informação e bibliografia disponibilizada para a elaboração deste trabalho. Ao engenheiro Hugo Patrício do DEEP - Pontes - Inspeção e Diagnóstico da REFER e à excelentíssima senhora Lurdes Pucarinho, técnica do arquivo, pela ajuda da digitalização de documentos. À Dr.ª Alexandra Gonçalves da Unidade de Gestão Documental da EP, pela dispensabilidade de documentação das pontes do vale do Tua A todos os meus amigos que de alguma forma ajudaram na realização deste trabalho, nas várias deslocações feitas a linha do Tua. Por fim, mas não menos importante, agradeço a toda a minha família, principalmente aos meus pais e irmão, que estiveram presentes, nos bons e maus momentos, conseguindo sempre conciliar o corre-corre do dia-a-dia com as minhas necessidades, tendo sempre tudo para dar sem nada pedir. -
Vías Verdes En Europa, Panorama General Olvera, Cádiz, 8/Mayo/2013
Greenways Product workshop 43G/ENT/CIP/12/B/N/02S022 SUSTAINABLE TOURISM Grant Agreement SI2.648445 _____________________________________ Vías Verdes en Europa, panorama general Olvera, Cádiz, 8/Mayo/2013 Mercedes Muñoz -EGWA directora [email protected] - www.aevv-egwa.org • Asociación Europea de Vías Verdes (AEVV- EGWA). • Vías Verdes en Europa, algunos ejemplos •Promoción de las VV europeas para el turismo sostenible: •Greenways4tour •Premio Europeo de Vías Verdes •Naviki • La Asociación Europea de Vías Verdes se creó en 1998 en Namur (Wallonia, Belgica), y tiene por objeto el inventario, la información y la promoción, incluyendo el estímulo para la creación, de las Vías Verdes. • En 2009 la Secretaría se trasladó a Madrid, donde también se localiza la oficina ejecutiva. • En la actualidad cuenta con 45 socios de 13 países europeos www.aevv-egwa.org ASOCIADOS AEVV AUSTRIA : FUTURE BASE WEINVIERTEL (FBW) ; BELGIUM : CHEMINS DU RAIL (CDR) ; INSTITUT BRUXELLOIS GESTION ENVIRONNEMENT (IBGE) ; REGIERUNG DER DEUTSCHSPRACHIGEN GEMEINSCHAFT ; RÉGION WALLONNE - D.G. OPÉR. ROUTES ET BÂTIMENTS ; RÉGION WALLONNE - D.G. OPÉR. MOBILITÉ ET VOIES HYDRAULIQUES ; RÉGION WALLONNE -D.G. OPÉR. AMÉNAGEMENT DU TERRITOIRE, DU LOGEMENT, DU PATRIMOINE ET DE L’ÉNERGIE ; VILLE DE CHARLEROI; CZECH REPUBLIC: ENVIRONMENTAL PARTNERSHIP for SUSTAINABLE DEVELOPMENT (EPSD) ; DENMARK: DANISH CYCLISTS’ FEDERATION (DCF) ; FRANCE : ASSOCIATION DES DÉPARTEMENTS ET RÉGIONS CYCLABLES (DRC) ; ASSOCIATION FR. VÉLO ROUTES ET VOIES VERTES (AF3V) ; ASSOCIATION FRANÇAISE POUR -
European Greenways an Asset for Sustainable Tourism”
“European Greenways an asset for sustainable tourism”. Mercedes Muñoz, EGWA Director Workshop: European Greenways: an [email protected] www.aevv-egwa.org opportunity for local and sustainable www.greenwayseurope.org tourism development, Limerick 28, September, 2017 Greenways and asset for sustainable tourism and cycle tourism Developing tourism product around greenways Greenways tourism related (recent) projects Greenways in Europe Greenways: an asset for sustainable tourism Gradients less than 3 %, rectilinear tracks, wide curves. Exceptional and respectful access to nature, due to the use of preexisting infrastructures integrated into the landscape allowing movement around the countryside, offering enjoyment of the culture and history of Europe. Greenways: great infrastructure for cycle tourism Cycle tourism in Europe • Cycle tourism not recorded in (European) statistics • Market generally seen to be increasing • Growth of cycle tourism uneven across Europe • 2,300 million cycle day trips per year • 20 million cycle holiday trips per year • €44 billion of gross revenues per year Updated september 2012 Available: www.europarl.europa.eu/studies Greenways and asset for sustainable tourism and cycle tourism Developing tourism product around greenways Greenways tourism related (recent) projects Greenways in Europe “Greenways4tour” • Best practices guides, • Leaflets, • Video, • Workshops, • Observatory Greenways Product From “Tourism Resource” to Tourism Product” Greenways Product Specific methodology to create a Greenways-based -
94 - Portugalsko P (CP)
94 - Portugalsko P (CP) I.a Seznam tratí rozchod 1668 mm, na nichž je v období platného JŘ provozována pravidelná osobní doprava a jejich délka v kilometrech číslo jméno traťový úsek délka tratě v km součet projeté 1 Linha do Minho Porto São Bento – Valença do Minho............................................................134 1/E Linha do Minho Valença do Minho – E (Tui/Vigo)...................................................................3 4 Ramal de Braga Nine – Braga..................................................................................................15 6 Linha do Douro Emersinde – Pocinho....................................................................................164 8 Linha do Norte Lissabon Santa Apolónia – Porto Campanhã................................................336 9 Linha de Guimarães Lousado – Guimarães...................................................................................31 20 Linha da Beira Alta Pampilhosa – Vilar Formoso.........................................................................201 20/E Linha da Beira Alta Vilar Formoso – E (Salamanca)....................................................................1 21.1 Ramal de Coimbra Coimbra B - Coimbra....................................................................................2 22 Ramal de Alfarelos Bifurcação de Lares – Alfarelos....................................................................15 23 Linha do Oeste Figueira da Foz – Agualva Cacém................................................................197 24 Ramal -
Cronología Del Ferrocarril De Portugal/Cronologia Dos Caminhos
EL FERROCARRIL EN PORTUGAL O CAMINHO DE FERRO EM PORTUGAL Serie: Cronología FEDERACIÓN CASTELLANO MANCHEGA Série: Cronologia DE AMIGOS DEL FERROCARRIL CRONOLOGÍA DEL FERROCARRIL DE PORTUGAL CRONOLOGIA DOS CAMINHOS DE FERRO DE PORTUGAL © Juan Carlos López Peco Edición/Edição 04 Julio/Julho 2021 Cronología /Cronologia : CN-CP Edición /Edição : 04 CRONOLOGÍA DEL FERROCARRIL DE PORTUGAL CRONOLOGIA DOS CAMINHOS DE FERRO DE PORTUGAL Fecha /Data : Julio/Julho de 2021 Hoja /Folha 2 de 78 En esta Cronología no están incluidos: (Nesta cronologia, eles não estão incluídos): • Accidentes/Acidentes. • Metros/Metropolitanos. • Tranvías/Eléctricos. • Funiculares o ascensores/Elevadores. En el futuro, se estudiará la posibilidad de incorporarar las series más importantes de coches de viajeros y de vagones. (No futuro, será estudada a possibilidade de incorporar as séries mais importantes de carruagens e vagões). Si detecta algún error, incluso de ortografía, o desea realizar alguna aportación a la Cronología, envíe un correo electrónico a: (Se você detectar algum erro, incluindo ortografia, ou quiser fazer quaisquer contribuições para a Cronologia, envie um e-mail para): [email protected] FOTOGRAFÍA DE PORTADA (Fotografia de capa) Comboio nº 13.841 Lisboa-Santa Apolónia - Elvas de CP, en la estación de Abrantes (locomotora 1427 + coches 51 94 22.40 056-3, 079-5, 004-6 y 002-8). Autor: Alejandro Tomás del Pozuelo, 25-11-2006. DETALLE DE LOS COLORES (Detalhe das cores) • Cambio en la denominación de las Líneas/Mudança no nome das Linhas . • Clausura o cierre de líneas, dependencias o servicios/Encerramento de linhas, dependências ou serviços . • Electrificación/Eletrificação . • Vía doble o cuádruple/Via dupla ou quádrupla .