Gregório De Matos Guerra's Poetic Corpus As An
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fiípfcj BE S: • DA jÇlï N H,A & 'éà EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE EUCLIDES DA CUNHA 1 3 6 6 - 1 9 6 6 Organizada pela Seção de Exposições da Biblioteca Nacional, sob o patrocínio do Departamento Nacional de Educação e inaugurada a 5 de julho de 1966. BIBLIOTECA NACIONAL DIVISÃO DE PUBLICAÇÕES E DIVULGAÇAO Rio de Janeiro — 1966 V\ ,'»--** * — lo EUCLIDES DA CUNHA A Biblioteca Nacional não tinha como faltar às come- morações do ano euclidiano — ano do centenário de nasci- mento de Euclides da Cunha — cumprindo o mínimo de um dever geral para o mais brasileiro dos nossos escritores. É o que explica, em todo seu rigor de organização na base das peças históricas e selecionadas, esta exposição pública que reanima, de algum modo, a imagem do autor de "Os Sertões". Não há, como se verifica, a menor desfiguração. O intér- prete autêntico do mundo brasileiro, que criava uma lingua- gem poderosa para mostrá-lo em sua própria realidade, não valorizou apenas a brasiliana no sentido de um exame hori- zontal. É uma análise que se verticaliza, sem distorsão, cap- tando no acontecimento coletivo ou no episódio histórico — à som,bra do testemunho — os elementos culturais que confi- guram psicologicamente o país e o povo. Foi incorporado o que de telúrico existia sem que se ferisse a ressonância lite- rária. A presença de Euclides da Cunha, não conseqüência de uma homenagem obrigatória, mas resultante da atualidade de sua obra e do seu pensamento em função do Brasil, mani- festa-se no encontro nacional com seus depoimentos, suas teses e suas conclusões. -
Reis Ordenaram a Expulsao Dos Rebeldes, Tentando, De Tal Forma
O CRISTAO-NOVO LETRADO COMO SUJEITO COLONIAL NO BRASIL B NO MEXICO SEISCENTISTA: QUESTOES HISTORIOGRAFICAS B CANONICAS' POR LUCIA HELENA COSTIGAN The Ohio State University Bento Teixeira (1561-1600) e Luis de Carvajal, el Mozo (1567-1596) sAo prototipos de conversos ou cristaos-novos letrados que na colunia sofreram os reveses da InquisicAo por descenderem de hebreus e por serem acusados de continuar seguindo a crenga e filosofia de seus ancestrais. E para que meihor se possa entender o drama existencial do cripto- judeu, como ser dividido entre Cristo e Moises, e a problemAtica do cristao-novo nas dependencias portuguesa e espanhola da America a necessario remontar ao contexto pen- insular que o gerou. Apesar das perseguigOes esporAdicas sofridas na Peninsula Iberica pelos povos hebreus, que a partir da diaspora haviam emigrado para a Mesopotamia e, posteriormente, para a Espanha e Portugal, desfrutaram de liberdade e de prosperidade nos reinos dominados pelos mouros. A partir, pordm, das Cruzadas e, particularmente, de 1474, ano em que os reis cat6licos Isabel e Fernando subiram ao poder e empreenderam a fase final da unifica9ao dos reinos, mudancas radicais ocorreram na vida dos sefardins oujudeus peninsulares. 0 cristianismo compuls6rio imposto pelos reis cat6licos e a instituicao do Tribunal do Santo Oficio em 1478 provocou grande transtorno na vida dos adeptos da lei mosaica. A partir de entao, os judeus espanh~is submetidos ao batismo passaram a ser identificados como conversos ou marranos. Uma vez que parte dos seguidores da crenca mosaica se opus a conversoo forcada, os reis ordenaram a expulsAo dos rebeldes, tentando, de tal forma, erradicar do territ~rio espanhol recdm unificado os elementos considerados herdticos eameacadores da fA cat~lica. -
Positivist Discourse in Euclides Da Cunha's Os Sertãµes
University of New Mexico UNM Digital Repository History ETDs Electronic Theses and Dissertations 7-9-2009 Chimeras and Jagunços: Positivist Discourse in Euclides da Cunha's Os Sertões Justin Barber Follow this and additional works at: https://digitalrepository.unm.edu/hist_etds Recommended Citation Barber, Justin. "Chimeras and Jagunços: Positivist Discourse in Euclides da Cunha's Os Sertões." (2009). https://digitalrepository.unm.edu/hist_etds/3 This Thesis is brought to you for free and open access by the Electronic Theses and Dissertations at UNM Digital Repository. It has been accepted for inclusion in History ETDs by an authorized administrator of UNM Digital Repository. For more information, please contact [email protected]. CHIMERAS AND JAGUNÇOS: POSITIVIST DISCOURSE IN EUCLIDES DA CUNHA'S OS SERTÕES BY JUSTIN D. BARBER B.A., History, University of New Mexico, 2006 B.A., Religious Studies, University of New Mexico, 2006 THESIS Submitted in Partial Fulfillment of the Requirements for the Degree of Master of Arts History The University of New Mexico Albuquerque, New Mexico May, 2009 ©2009, Justin D. Barber iii DEDICATION This thesis is dedicated to my younger brother Sean Michael Barber, who died tragically on October 26, 2008. Unsurprised when I succeeded, jovial when I failed, Sean always believed that I was capable of achieving anything to which I devoted my heart and soul. This work represents an effort on my part to be the scholar that he imagined me to be. iv ACKNOWLEDGEMENTS An inexpressible amount of gratitude is due to Dr. Judy Bieber, who over the last two and a half years has steadfastly waded through my often turgidly opaque prose. -
Literatura – Tipo C
1 LITERATURA – TIPO C 1. Se considerarmos que todas as atividades do homem são políticas, podemos admitir que toda literatura, enquanto atividade humana, carrega também sua dimensão política, mais ou menos explicitada. Partindo desse suposto, leia o texto abaixo e analise as afirmações seguintes. TEXTO 1 E pois cronista sou. Se souberas falar também falaras também satirizaras, se souberas, e se foras poeta, poetaras. Cansado de vos pregar cultíssimas profecias, quero das culteranias hoje o hábito enforcar: de que serve arrebentar, por quem de mim não tem mágoa? Verdades direi como água, porque todos entendais os ladinos, e os boçais a Musa praguejadora. Entendeis-me agora? Permiti, minha formosa, que esta prosa envolta em verso de um Poeta tão perverso se consagre a vosso pé, pois rendido à vossa fé sou já Poeta converso Mas amo por amar, que é liberdade. (Gregório de Matos) 0-0) O poema em análise é característico da estética barroca, pois, do ponto de vista estilístico, joga com os opostos, fazendo uso frequente da antítese. 1-1) Na primeira estrofe, o poeta considera que, se seu interlocutor soubesse falar, satirizar ou poetar, assim como sabe o poeta, não calaria seu poder de crítica. 2-2) No poema é invocada a Musa praguejadora, como alusão à Musa inspiradora, levando, assim, o leitor a inferir que o poeta fará uma crítica maldizente. 3-3) Ao final do poema, o eu poético declara amar a liberdade, dando a entender que se sente bem em falar de sua poesia, visto que é livre e ama a liberdade. 4-4) ‘Boca do Inferno’ é o apelido que Gregório de Matos recebeu por dedicar parte de sua produção poética à crítica, muitas vezes satírica, à corrupção e à hipocrisia da sociedade baiana. -
Through Cracks in the Wall Atlantic World
Through Cracks in the Wall Atlantic World Europe, Africa and the Americas, 1500–1830 Edited by Benjamin Schmidt University of Washington and Wim Klooster Clark University VOLUME 19 Through Cracks in the Wall Modern Inquisitions and New Christian Letrados in the Iberian Atlantic World By LúciaHelenaCostigan LEIDEN • BOSTON 2010 On the cover: An artist rendition of a scene of torture overseen by the inquisitors, superseded by documents produced by the Portuguese Inquisition. This book is printed on acid-free paper. Library of Congress Cataloging-in-Publication Data Costigan, Lúcia Helena. Through cracks in the wall : modern inquisitions and new Christian letrados in the Iberian Atlantic world / by Lúcia Helena Costigan. p. cm. – (Atlantic world ; 19) Includes bibliographical references and index. ISBN 978-90-04-17920-2 (hardback : alk. paper) 1. Inquisition–Portugal–History. 2. Christian converts from Judaism–Atlantic Ocean Region–History. 3. Christian converts from Judaism–Brazil–History. I. Title. BX1730.C67 2010 272'.2098–dc22 2009040863 ISSN 1570-0542 ISBN 978 90 04 17920 2 Copyright 2010 by Koninklijke Brill NV, Leiden, The Netherlands. Koninklijke Brill NV incorporates the imprints Brill, Hotei Publishing, IDC Publishers, Martinus Nijhoff Publishers and VSP. All rights reserved. No part of this publication may be reproduced, translated, stored in a retrieval system, or transmitted in any form or by any means, electronic, mechanical, photocopying, recording or otherwise, without prior written permission from the publisher. Authorization to photocopy items for internal or personal use is granted by Koninklijke Brill NV provided that the appropriate fees are paid directly to The Copyright Clearance Center, 222 Rosewood Drive, Suite 910, Danvers, MA 01923, USA. -
Os Sertões E a Trajetória Política E Intelectual De Euclides Da Cunha
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Universidade Regional do Cariri (URCA): Portal de Periódicos OS SERTÕES E A TRAJETÓRIA POLÍTICA E INTELECTUAL DE EUCLIDES DA CUNHA ● OS SERTÕES AND THE POLITICAL AND INTELLECTUAL HISTORY OF EUCLIDES DA CUNHA Luís Alberto Scotto ALMEIDA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Brasil RESUMO | INDEXAÇÃO | TEXTO | REFERÊNCIAS | CITAR ESTE ARTIGO | O AUTOR RECEBIDO EM 30/04/2014 ● APROVADO EM 30/09/2014 Abstract This article brings a discussion and reflection on the book “Os Sertões” and its relation to the political and intellectual position of the writer Euclides da Cunha. The disillusioned and enlightened writer, who built the narrative factory of “Os Sertões”, at different levels and in various plans, intends to demonstrate how the republican journalist and admirer of the national army took place. A government and a society that had its eyes on Europe, questioning the barbaric way of acting against the alleged barbarism in the name of civilization, first appeared in Brazil at the book of Euclides da Cunha. There are more than condemnation of a massacre and the revelation of the Brazilian interior's misery: the powerful strength of this book is revealed in a new interpretation of Brazil, able to put the concept of nation in another political perspective. Therefore, this work aims to show how the finished work and the ultimate political and intellectual activity of Euclides da Cunha's book “Os Sertões”. Resumo Este artigo traz ao debate uma reflexão sobre o livro Os Sertões e sua relação com a posição política e intelectual do escritor Euclides da Cunha. -
A Family of the Nação from the Atlantic to the Mediterranean and Beyond (1497–1640)
Chapter 2 A Family of the Nação from the Atlantic to the Mediterranean and Beyond (1497–1640) James Nelson Novoa At some point in late 1595, a ship arrived in Lisbon carrying several prisoners on their way from Brazil to face trial through the tribunal of the Inquisition of Lisbon, which oversaw Portugal’s Atlantic possessions in the matters of faith. The accused were individuals who came under scrutiny in the first inquisito- rial visitation in the northeast of Brazil under Frei Heitor Furtado de Mendoça who had arrived there in June 1591. As there never was an independent tribu- nal of the Portuguese Inquisition in Brazil, it was dependent on the tribunal of Lisbon, and this visitation was the way in which the tribunal could impose orthodoxy in the overseas territory.1 Among the prisoners who arrived was a native of Porto, Bento Teixeira, who would go on to be hailed as Brazil’s first 1 On the visitation, see José Antônio Gonsalves de Mello, “Um tribunal da inquisição em Olinda, Pernambuco (1594–1595),” in Revista da Universidade de Coimbra 36 (1991): 369–74; Luiz Mott, Primeira visitação do santo ofíicio a Bahia (1591) (EDUFBA, 2010), 1–26, http:// books.scielo.org/id/yn/pdf/mott-9788523208905-03. Emanuel Luiz Souza e Silva, “‘Juntos à Forca’: A Família Lopes e a Visitação do Santo Oficio à Bahia (1591–1593),” Master’s thesis, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2010; Angelo Adriano Faria de Assis, “O licen- ciado Heitor Furtado de Mendonça, inquisidor da primeira visitação do Tribunal do Santo Ofício ao Brasil,” in Anais do XXIII Simpósio Nacional de História (Londrina: ANPUH, 2005) cd-rom. -
01. O Soneto É Uma Das Formas Mais Tradicionais E, Na Maioria Das Vezes, Tem Conteúdo
LITERATURA ATIVIDADE PERÍODOS LITERÁRIOS ELIS 3ª SÉRIE EM Nome: 01. O soneto é uma das formas mais tradicionais e, na maioria das vezes, tem conteúdo: A) lírico. B) cronístico. C) épico. D) dramático. E) satírico. 02. Sobre literatura, gênero e estilos literários, pode-se dizer que: a) tanto no verso quanto na prosa pode haver poesia. b) todo momento histórico apresenta um conjunto de normas que caracteriza suas manifestações culturais, constituindo o estilo da época. c) o texto literário é aquele em que predominam a repetição da realidade, a linguagem linear, a unidade de sentido. d) no gênero lírico os elementos do mundo exterior predominam sobre os do mundo interior do eu poético. 03. A forma fixa caracterizada por versos heroicos ou alexandrinos dispostos em duas quadras e dois tercetos é chamada: A) haicai. B) oitava. C) soneto. D) décima. E) espinela. 04. Os textos dramáticos podem ser definidos como aqueles em que: a) a “voz narrativa” está entregue a um narrador onisciente. b) uma “voz particular” manifesta a expressão do mundo interior c) uma “voz particular” pertence a um personagem que conta a história. d) a “voz narrativa” está entregue às personagens. e) a “voz narrativa” exalta os feitos de um povo e de um herói. 05. O gênero dramático, entre outros aspectos, apresenta como característica essencial: a) a presença de um narrador. b) a estrutura dialógica. c) o extravasamento lírico. d) a musicalidade. e) o descritivismo. 06. O soneto é uma das formas poéticas mais tradicionais e difundidas nas literaturas ocidentais e expressa, quase sempre, conteúdo: a) dramático. -
Castro Alves E Seu Tempo Castro Alves E Seu Tempo Por Euclides Da Cunha Conferência Realizada Em S
Castro Alves e seu tempo Castro Alves e seu tempo por Euclides da Cunha Conferência realizada em S. Paulo, no Clube Acadêmico XI de Agosto Informações desta edição Meus jovens compatriotas. — No cativante ofício que me dirigistes convidando-me a realizar esta conferência sobre Castro Alves, trai-se a feição preeminente do vosso culto pelo poeta. “Insigne e extraordinário condoreiro da Bahia”, dissestes; e transfigurastes, na fórmula gloriosa de uma consagração, um título não raro irônico, ou derivado dos escrúpulos assombradiços da crítica literária ante o misticismo anômalo do cantor. Por isso mesmo deliberei acompanhar-vos neste rumo; não já por ajustar-me ao vosso nobilíssimo entusiasmo, senão também por facilitar, simplificando-a, a tarefa que me cometestes. Mas observei para logo que a facilidade prefigurada, como efeito do restringimento da tese, era ilusória. O sonhador, contemplado na fisionomia particular que lhe imprimiu o seu lirismo revolucionário de propagandista fervente das ideias e sentimentos de seu tempo, apareceu-me maior do que abrangido na universalidade dos motivos determinantes das emoções estéticas. À restrição da sua figura literária correspondeu um alargamento na história. O fantasista imaginoso transmudou-se. Revendo-o, vi o aparecimento, quase inesperado, de uma fase nova na evolução da nossa sociedade. Mas, para isto, fechei os meus olhos modernos e evitei a traiçoeira ilusão da personalidade, que está no projetar-se o nosso critério atual sobre as tendências, por vezes tão outras, das gentes que passaram. Fui, deste modo, muito ao arrepio das ideias correntes, fortalecidas ainda há pouco por Guilherme Ferrero, na sua tentativa de deslocar para o estudo da humanidade o princípio das causas atuais, que o gênio de Lyell instituiu para explicar-se o desenvolvimento evolutivo da terra. -
BENTO TEIXEIRA E a “ESCOLA DE SATANÁS” O Poeta Que Teve a “Prisão Por Recreação, a Solidão Por Companhia E a Tristeza Por Prazer”
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA SOCIAL DOUTORADO EM HISTÓRIA BENTO TEIXEIRA E A “ESCOLA DE SATANÁS” O Poeta que teve a “prisão por recreação, a solidão por companhia e a tristeza por prazer”. Professor Orientador: Anita Waingort Novinsky Aluna: Eneida Beraldi Ribeiro Dezembro de 2006. Resumo A perseguição Inquisitorial no Brasil no final do século XVI foi responsável por desvendar uma das personalidades mais representativas da população colonial: Bento Teixeira. Cristão novo, professor e letrado, foi preso pelo Tribunal do Santo Ofício da Inquisição no ano de 1595 por crimes de Judaísmo. Durante seu processo redigiu inúmeros textos através dos quais buscava a vida. Nesses textos trouxe à tona o cotidiano dos cárceres, a corrupção dos funcionários da Inquisição e a compra de “perdões gerais”. A vida e os costumes nas principais capitanias do Brasil são vislumbrados e deles emergem uma população cripto judia em luta contra a exclusão e o preconceito. Abstract The Inquisition persecution in the end of the 15 century was responsible to show one of the most representative personalities of the colonial population: Bento Teixeira. New Christian, teacher and scholar, he was prisoner by the Hole Inquisition, in 1595 for Judaism crimes. During the process he wrote numerous tests in which he tried to save his life. Trough these tests he showed the prison’s daily routine and the corruption of the Inquisitors. The Brazilian colonial life was described and appears a criptojewih community fighting against exclusion and prejudice. Índice Agradecimentos Introdução Capítulo Primeiro: O Brasil nos tempos de Bento Teixeira 1. Como se vivia 2. -
Ma Reading List (Portuguese) Brazilian Literature
1 MA READING LIST (PORTUGUESE) BRAZILIAN LITERATURE I. COLONIAL • Pêro Vaz de Caminha: “Carta do Achamento.” • Hans Staden: A verdadeira história dos selvagens, nus e ferozes devoradores de homens, encontrados no Novo Mundo, a América • Literatura dos Jesuítas: Padre Manoel da Nóbrega: “Diálogo Sobre a Conversão dos Gentios.” Barroco • Gregório de Mattos: Poesia Sacra, (first lines) “Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,”; “Ofendi-vos, meu Deus, e bem verdade;”; “O todo sem a parte não é todo;” Poesia Lírica, “Debuxo singular, bela pintura;” “Discreta e formosíssima Maria;” “Nasce o Sol e n ão dura mais que um dia;” Poesia Satírica: “Eu sou aquele que os passado anos;” :Um calção de pindoba, a meia zorra;” “A cada canto um grande conselheiro;” “Um negro magro, m sufulie justo.” • “o todo sem a parte não é todo” (poesia sacra, XIX). • Padre Antônio Vieira. “Sermão Vigésimo Sétimo. Leituras adicionais: Costigan, Lúcia Helena. A Sátira e o Intelectual Criollo na Colônia: Gregório de Matos e Juan Del Valle y Caviedes. Pittsburgh, Latinoamericana, 1991. Hansen, João Adolfo. A Sátira e o Engenho : Gregório de Matos e a Bahia do século XVII. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. Reis, Roberto. “Authoritarianism in Brazilian Colonial Discourse.” Amerindian Images and the Legacy of Columbus. Eds. Rene Jara and Nicolas Spadaccini. Minneapolis: U Minnesota P, 1992. 452-72. Merquior, J. G., “The Brazilian and Spanish American Literary Traditions: A contrastive Vielo,” “Cambridge History of Latin American Literature,”Vol 3. The dangers of deception,” Ibero- American letters in a Comparative Perspective, II. ARCADISMO • Cláudio Manuel da Costa: “Soneto LXII.” • Tomás Antônio Gonzaga: Marília de Dirceu. -
Ma Reading List (Portuguese) Brazilian Literature
1 MA READING LIST (PORTUGUESE) BRAZILIAN LITERATURE I. COLONIAL Pêro Vaz de Caminha: “Carta do Achamento.” Hans Staden: A verdadeira história dos selvagens, nus e ferozes devoradores de homens, encontrados no Novo Mundo, a América Literatura dos Jesuítas: Padre Manoel da Nóbrega: “Diálogo Sobre a Conversão dos Gentios.” Barroco Gregório de Mattos: “o todo sem a parte não é todo” (poesia sacra, XIX). Padre Antônio Vieira. “Sermão Vigésimo Sétimo. Leituras adicionais: Costigan, Lúcia Helena. A Sátira e o Intelectual Criollo na Colônia: Gregório de Matos e Juan Del Valle y Caviedes. Pittsburgh, Latinoamericana, 1991. Hansen, João Adolfo. A Sátira e o Engenho : Gregório de Matos e a Bahia do século XVII. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. Reis, Roberto. “Authoritarianism in Brazilian Colonial Discourse.” Amerindian Images and the Legacy of Columbus. Eds. Rene Jara and Nicolas Spadaccini. Minneapolis: U Minnesota P, 1992. 452-72. II. ARCADISMO Cláudio Manuel da Costa: “Soneto LXII.” Tomás Antônio Gonzaga: Marília de Dirceu. As Cartas Chilenas. III. SÉCULO XIX ROMANTISMO A. Poesia Castro Alves: “Vozes d’África” e “Navio Negreiro.” Grandes Poemas do Romantismo Brasileiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteiro, 1994. Álvares de Azevedo: “Se Eu Morresse Amanhã.” Grandes Poemas do Romantismo Brasileiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteiro, 1994. Gonçalves Dias: “Canção do Exílio” e “I-Juca Pirama.” Poesia e Prosa Completa de Gonçalves Dias. Ed. Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998. 2 Leituras adicionais: Cunha, Fausto. O Romantismo no Brasil, de Castro Alves a Sousândrade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1971. Matos, Cláudia. Gentis Guerreiros: o Indianismo de Gonçalves Dias. São Paulo: Atual, 1988.