BOLETIM INFORMATIVO De Março De 2017
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Literatura Traduzida.Indd
Literatura traduzida e literatura nacional Literatura traduzida e literatura nacional org. Andréia Guerini Marie-Hélène C. Torres Walter Carlos Costa © 2008 Andréia Guerini, Marie-Hélène C. Torres, Walter Carlos Costa Produção editorial Debora Fleck Isadora Travassos Marília Garcia Valeska de Aguirre Editora-assistente Larissa Salomé Revisão Andréia Guerini Andréa Padrão Eduardo Carneiro Júlio Monteiro Walter Carlos da Costa Editoração eletrônica Tui Villaça CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ L755 Literatura traduzida e literatura nacional / organização Andréia Gue- rini, Marie-Hélène C. Torres, Walter Carlos Costa. Rio de Janeiro: 7Letras, 2008. 210p. Inclui bibliografi a ISBN 978-85-7577-515-8 1. Tradução e interpretação. 2. Literatura brasileira – Traduções. 3. Tradução e interpretação – Brasil. I. Guerini, Andréia, 1966-. II. Tor- res, Marie-Hélène Catherine. III. Costa, Walter Carlos. 08-3056. cdd: 418.02 cdu: 81’25 Viveiros de Castro Editora Ltda. (21) 2540-0076 R. Jardim Botânico 600 sl. 307 [email protected] Rio de Janeiro - RJ cep 22461-000 www.7letras.com.br SUMÁRIO Literatura traduzida e literatura nacional .................................9 Os organizadores Literatura brasileira traduzida Exportar tradução literária do Brasil: como é possível?........................15 Luiza Lobo Tradução da cultura: literatura brasileira traduzida em francês.............31 Marie-Hélène C. Torres O papel da patronagem na difusão da literatura brasileira: o programa de apoio à tradução da Biblioteca -
Revista Brasileira 102 Internet.Pdf
Revista Brasileira FASE IX • JANEIRO-FEVEREIRO-MARÇO 2020 • ANO III • N.° 102 ACADEMIA BRASILEIRA REVISTA BRASILEIRA DE LETRAS 2020 D IRETORIA D IRETOR Presidente: Marco Lucchesi Cicero Sandroni Secretário-Geral: Merval Pereira C ONSELHO E D ITORIAL Primeiro-Secretário: Antônio Torres Arnaldo Niskier Segundo-Secretário: Edmar Bacha Merval Pereira Tesoureiro: José Murilo de Carvalho João Almino C O M ISSÃO D E P UBLI C AÇÕES M E M BROS E FETIVOS Alfredo Bosi Affonso Arinos de Mello Franco, Antonio Carlos Secchin Alberto da Costa e Silva, Alberto Evaldo Cabral de Mello Venancio Filho, Alfredo Bosi, P RO D UÇÃO E D ITORIAL Ana Maria Machado, Antonio Carlos Secchin, Antonio Cicero, Antônio Torres, Monique Cordeiro Figueiredo Mendes Arnaldo Niskier, Arno Wehling, Carlos R EVISÃO Diegues, Candido Mendes de Almeida, Vania Maria da Cunha Martins Santos Carlos Nejar, Celso Lafer, Cicero Sandroni, P ROJETO G RÁFI C O Cleonice Serôa da Motta Berardinelli, Victor Burton Domicio Proença Filho, Edmar Lisboa Bacha, E D ITORAÇÃO E LETRÔNI C A Evaldo Cabral de Mello, Evanildo Cavalcante Estúdio Castellani Bechara, Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Carneiro, Geraldo Holanda ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS Cavalcanti, Ignácio de Loyola Brandão, João Av. Presidente Wilson, 203 – 4.o andar Almino, Joaquim Falcão, José Murilo de Rio de Janeiro – RJ – CEP 20030-021 Carvalho, José Sarney, Lygia Fagundes Telles, Telefones: Geral: (0xx21) 3974-2500 Marco Lucchesi, Marco Maciel, Marcos Setor de Publicações: (0xx21) 3974-2525 Vinicios Vilaça, Merval Pereira, Murilo Melo Fax: (0xx21) 2220-6695 Filho, Nélida Piñon, Paulo Coelho, Rosiska E-mail: [email protected] Darcy de Oliveira, Sergio Paulo Rouanet, site: http://www.academia.org.br Tarcísio Padilha, Zuenir Ventura. -
Trafalgar Square Publishing Spring 2016 Don’T Miss Contents
Trafalgar Square Publishing Spring 2016 Don’t Miss Contents Animals/Pets .....................................................................120, 122–124, 134–135 28 Planting Design Architecture .................................................................................... 4–7, 173–174 for Dry Gardens Art .......................................................8–9, 10, 12, 18, 25–26 132, 153, 278, 288 Autobiography/Biography ..............37–38, 41, 105–106, 108–113, 124, 162–169, 179–181, 183, 186, 191, 198, 214, 216, 218, 253, 258–259, 261, 263–264, 267, 289, 304 Body, Mind, Spirit ....................................................................................... 33–34 Business ................................................................................................... 254–256 Classics ....................................................................................43–45, 47–48, 292 Cooking ......................................................1, 11, 14–15, 222–227, 229–230–248 Crafts & Hobbies .............................................................................21–24, 26–27 85 The Looking Design ......................................................................................................... 19–20 Glass House Erotica .................................................................................................... 102–103 Essays .............................................................................................................. 292 Fiction ...............................................42, -
Flip 2: Sob a Máscara Do Fetichismo Da Mercadoria Sobre a Segunda Edição Da Festa Literária De Paraty
Sob a máscara do fetichismo da mercadoria Página 1 de 9 FLIP 2: SOB A MÁSCARA DO FETICHISMO DA MERCADORIA SOBRE A SEGUNDA EDIÇÃO DA FESTA LITERÁRIA DE PARATY Kênia Miranda[1] "O artista na época do capitalismo encontrou-se numa situação muito peculiar. O Rei Midas transformava tudo o que tocava em ouro: o capitalismo transformou tudo em mercadoria". (FISCHER, 1984, p.59) Introdução A 2ª Festa Literária de Paraty (FLIP) ocorreu entre os dias 7 e 11 de julho de 2004 no sul fluminense, numa nostálgica cidade escoadora das riquezas do café e do ouro, do período colonial. Mesmo com a decadência do ciclo do ouro e do café, a cidade de Paraty* conservou parcialmente sua arquitetura original conquistando o título de monumento histórico e nacional. A política de turismo dos setores público e privado de Paraty, que tem nessa atividade sua principal atividade econômica, é voltada para promoção de festivais os mais variados durante todo o ano. Porém, nenhum outro evento, teve ou tem a dimensão e a publicidade da Flip. O evento comercial-literário, planejado dentro dos moldes do tradicional festival literário e artístico de Hay-on-Wye, no País de Gales, contou, em sua programação oficial, com file://C:\Documents and Settings\Administrador\Meus documentos\Minhas Webs\NED... 4/9/2008 Sob a máscara do fetichismo da mercadoria Página 2 de 9 palestras de escritores brasileiros e estrangeiros, debates e atividades culturais como mostra de filmes, shows musicais e apresentações teatrais. E como não poderia deixar de ser, o centro histórico de Paraty foi tomado por tendas de editoras financiadoras da Festa que promoviam lançamentos, propagandas e vendas de livros. -
579 Border Crossing in Contemporary Brazilian Culture
Valim de Melo, Cimara. Border-Crossing in Contemporary Brazilian Culture: Global Perspectives from the Twenty- First Century Literary Scene. Border Crossing in Contemporary Brazilian Culture: Global Perspectives from the Twenty-First Century Literary Scene1 Cimara Valim de Melo Brasil or Brazil? The differences between Brazil seen from inside and Brazil seen from outside start with the spelling of its name. According to the Encyclopedia Britannica (2010, 487-89), Brazil is a country of South America which covers nearly half the continent’s total land area and has the largest population of any Latin-American state, made of several different intermixed ethnic groups and holding the image of miscegenation of races and cultures. Facing the variety of Brazilian arts among the contemporary Brazilian cultural history and the way it has been responding to the opening of the country to the globalisation phenomenon, we seek to investigate the process of the internationalisation of Brazilian literature in the twenty-first century, by analysing how it has broadened time-space horizons and expanded its own borders due the social and economic rise in the last decades. Thus, we start the analysis by discussing how Brazil has been affected by globalisation in the artistic field as well as how the country has been thought of and imagined by the contemporary world. Subsequently, we analyse some cases which show contemporary Brazilian literature in a broad range of perspectives but focusing on the novel as a genre. Firstly, we investigate the reception of Brazilian literature abroad by taking as a case the contemporary Brazilian novels and novelists seen from the 1 I would like to thank Prof. -
4 a Literatura Brasileira Contemporânea Em Inglês
4 A literatura brasileira contemporânea em inglês Este capítulo será dedicado a um levantamento de obras traduzidas para o inglês a partir de 1990 e a uma macroanálise da veiculação e da recepção de alguns desses livros nos polissistemas literários de língua inglesa. Serão observadas as opiniões de professores de literatura, da crítica especializada e da crítica jornalística, sempre que esses dados estiverem disponíveis. Ainda, a resposta do público leitor será levada em consideração, embora não tenha sido possível encontrar muitos dados sobre este, que é o pólo final absoluto do processo de tradução de uma obra. A partir dessa análise e do panorama da literatura brasileira contemporânea traçado no capítulo 3, será possível chegar a conclusões acerca das forças institucionais que atuam nos mercados receptores anglófonos sobre as representações da literatura e da cultura brasileira no polissistema de língua inglesa. Com base no papel dos elementos influentes nesse cenário, será possível debater, ainda neste capítulo, a importância da tradução na formação de identidades culturais, segundo o que postulou Lawrence Venuti (2002). A presente discussão se iniciará com a retomada de fatos importantes relativos ao perfil da literatura brasileira traduzida para o inglês, observados em décadas anteriores ao período a que se dedica esta pesquisa, de modo que seja possível lançarmos mão de elementos históricos nesta análise. 4.1 Três décadas cruciais Alguns estudos já demonstraram a posição periférica da literatura (e da cultura) brasileira nos polissistemas de língua inglesa. A partir do levantamento de Heloisa Barbosa (1994) e da pesquisa em outras fontes, como o guia Babelguides de obras brasileiras em tradução para o inglês, por exemplo, foi possível contar 166 obras de ficção, na maioria romances, traduzidas (ou retraduzidas) para o inglês ao longo de 94 anos, a partir do início do século XX até o ano de 1994, quando ela encerrou a pesquisa. -
White Hegemony in the Land of Carnival
White Hegemony in the Land of Carnival The (Apparent) Paradox of Racism and Hybridity in Brazil Benito Cao Thesis submitted for the degree of Doctor of Philosophy in the Discipline of Politics School of History and Politics University of Adelaide October 2008 for Adela ii Table of Contents Abstract ……………………………………………………………………………..… v Declaration …………………………………………………………………………... vi Acknowledgements …………………………………………………………...…… vii Notes on Language and Bibliography ……………………………………………. ix Introduction: Brazil(ianness) ………………………………………………………. 1 The Myth of (Brazilian) Racial Democracy …………………………………...…... 2 The (De)Colonisation of the (Brazilian) Imagination …………………………… 11 (Eurocentric) History and the Writing of (White) Hegemony …………………. 20 The (Re)Invention of the (Brazilian) Nation ……………………………………... 29 Supplements to the Initial Basic Approach ………………………………………. 45 The Indian (Other) …………………………………………………………… 46 The Female (Other) ………………………………………………………….. 46 The Popular (Culture) ……………………………………………………….. 48 (De)Constructing Brazil(ianness) …………………………………………………. 50 Chapter One: Discovery …………………………………………………………... 52 Vision and Power in the Birth Certificate of Brazil ……………………………... 53 Objects and Subjects in the Birth Certificate of Brazil …………………………... 60 Marriage as Metaphor of the Origins of Brazil(ianness) ………………………... 66 (Re)Discovering Brazil: (Re)Visions of the Nation ……………………………… 74 Voyage: Modernity ………………………………………………………….. 75 Encounter: Cordiality ……………………………………………………….. 81 Other (Re)Visions ……………………………………………………………. 85 Conclusion: The First -
Confluencia 31.Pmd
CONFLUÊNCIA ISSN 1415-7403 Per multiplum ad unum “As armas e padrões portugueses postos em África, e em Ásia, e em tantas mil ilhas fora da repartiçam das três partes da terra, materiaes sam, e pode-as o tempo gastar: peró nã gastará doutrina, costumes, linguagem, que os portugueses nestas terras leixarem.” (JOÃO DE BARROS, Diálogo em Louvor da Nossa Linguagem) N.o 31 – 1.º semestre de 2006 – Rio de Janeiro LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS CORPO DIRETIVO – 2005/2006 DIRETORIA Presidente: Francisco Gomes da Costa Vice-presidente: Henrique Loureiro Monteiro 1.º Secretário: Arnaldo de Figueiredo Guimarães 2.º Secretário: Francisco José Magalhães Ferreira 1.º Tesoureiro: Manuel Lopes da Costa 2.º Tesoureiro: Jorge Manuel Mendes Reis Costa 1.º Procurador: Carlos Eurico Soares Félix 2.º Procurador: Manuel José Vieira Diretor Bibliotecário: Maximiano de Carvalho e Silva Diretor Cultural: Carlos Alberto Soares dos Reis Martins Diretor Escolar: Evanildo Cavalcante Bechara Diretor de Divulgação: João Manuel Marcos Rodrigues Reino CONSELHO DELIBERATIVO Presidente: Manuel Paulino 1.º Secretário: Maria Lêda de Moraes Chini 2.º Secretário: Bernardino Alves dos Reis CONSELHO FISCAL Membros Efetivos: Albano da Rocha Ferreira Ronaldo Rainho da Silva Carneiro Antonio da Silva Correia Suplentes: José Gomes da Silva Paulo Valente da Silva Carlos Jorge Airosa Branco DIRETOR DO INSTITUTO DE ESTUDOS PORTUGUESES AFRÂNIO PEIXOTO Acadêmica Rachel de Queiroz (in memoriam) DIRETOR DO INSTITUTO DE LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Evanildo Bechara DIRETOR DO INSTITUTO LUSO-BRASILEIRO DE HISTÓRIA Prof. Arno Wehling DIRETOR DA REVISTA CONFLUÊNCIA Prof. Evanildo Bechara SUPERINTENDENTE Albino Melo da Costa CONFLUÊNCIA REVISTA DO INSTITUTO DE LÍNGUA PORTUGUESA LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS Presidente: Francisco Gomes da Costa CENTRO DE ESTUDOS LUSO-BRASILEIROS Diretor: Antônio Gomes da Costa DIRETORIA DO I.L.P. -
Revista Brasileira
Revista Brasileira o Fase VII JULHO-AGOSTO-SETEMBRO 2003 Ano IX N 36 Esta a glória que fica, eleva, honra e consola. Machado de Assis ACADEMIA BRASILEIRA REVISTA BRASILEIRA DE LETRAS 2003 Diretoria Diretor Alberto da Costa e Silva – presidente João de Scantimburgo Ivan Junqueira – secretário-geral Lygia Fagundes Telles – primeira-secretária Conselho editorial Carlos Heitor Cony– segundo-secretário Miguel Reale, Carlos Nejar, Evanildo Bechara – tesoureiro Arnaldo Niskier, Oscar Dias Corrêa Membros efetivos Produção editorial e Revisão Affonso Arinos de Mello Franco, Nair Dametto Alberto da Costa e Silva, Alberto Venancio Filho, Alfredo Bosi, Ana Maria Machado, Assistente editorial Antonio Olinto, Ariano Suassuna, Frederico de Carvalho Gomes Arnaldo Niskier, Candido Mendes de Almeida, Carlos Heitor Cony, Carlos Nejar, Celso Furtado, Projeto gráfico Eduardo Portella, Evandro Victor Burton Lins e Silva, Evanildo Cavalcante Bechara, Evaristo de Editoração eletrônica Moraes Filho, Pe. Fernando Bastos Estúdio Castellani de Ávila, Ivan Junqueira, Ivo Pitanguy, João de Scantimburgo, João Ubaldo ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS Ribeiro, José Sarney, Josué Montello, Av. Presidente Wilson, 203 – 4o andar Lêdo Ivo, Lygia Fagundes Telles, Rio de Janeiro – RJ – CEP 20030-021 Marcos Almir Madeira, Marcos Telefones: Geral: (0xx21) 3974-2500 Vinicios Vilaça, Miguel Reale, Moacyr Setor de Publicações: (0xx21) 3974-2525 Scliar, Murilo Melo Filho, Nélida Piñon, Fax: (0xx21) 2220.6695 Oscar Dias Corrêa, Paulo Coelho, E-mail: [email protected] Rachel de Queiroz, Sábato Magaldi, site: http://www.academia.org.br Sergio Corrêa da Costa, Sergio Paulo Rouanet, Tarcísio Padilha, Zélia Gattai. As colaborações são solicitadas. Sumário EDITORIAL . 5 CELEBRAÇÃO 10 anos sem Américo Jacobina Lacombe MARCOS ALMIR MADEIRA Américo Lacombe: o sentido de uma cultura. -
Universidade Federal Rural Do Rio De Janeiro Instituto De Agronomia/Instituto Multidisciplinar Programa De Pós-Graduação Em Geografia (Ppggeo)
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE AGRONOMIA/INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (PPGGEO) A CIDADE HISTÓRICA NA PÓS-MODERNIDADE: A produção urbana para o consumo visual – olhares sobre Paraty e a Flip Jefferson de Oliveira Vinco “O divertimento se tornou o discurso hegemônico nas cidades históricas a partir do turismo, é a aura que envolve o mundo do consumo estetizado, consumo da estética histórica, no reino colonial, no perímetro histórico, em que o sol da cultura, da singularidade, da ilusiva autenticidade nunca se põe. Pelo contrário, reluz intensamente nas ‘originais’ fachadas pintadas de branco”. UFRRJ INSTITUTO DE AGRONOMIA/INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA/PPG-GEO DISSERTAÇÃO A Cidade Histórica na Pós-Modernidade: A produção urbana para o consumo visual – olhares sobre Paraty e a Flip. Jefferson de Oliveira Vinco 2017 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE AGRONOMIA/INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA/PPG-GEO A Cidade Histórica na Pós-Modernidade: A produção urbana para o consumo visual – olhares sobre Paraty e a Flip. JEFFERSON DE OLIVEIRA VINCO Sob a orientação do Professor Maurílio Lima Botelho Dissertação submetida como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Geografia, no Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, área de concentração Espaço, Questões Ambientais e Formação em Geografia. Seropédica, RJ Setembro de 2017 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE AGRONOMIA/INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (PPGGEO) A CIDADE HISTÓRICA NA PÓS-MODERNIDADE: A produção urbana para o consumo visual – olhares sobre Paraty e a Flip Jefferson de Oliveira Vinco Dissertação submetida à banca examinadora no curso de Mestrado Acadêmico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Geografia. -
Religando Fronteiras
LEITURA ENTRE NÓS: redes, linguagens e mídias UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO José Carlos Carles de Souza Reitor Neusa Maria Henriques Rocha Vice-Reitora de Graduação Leonardo José Gil Barcellos Vice-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Bernadete Maria Dalmolin Vice-Reitora de Extensão e Assuntos Comunitários Agenor Dias de Meira Junior Vice-Reitor Administrativo UPF Editora Cleci Teresinha Werner da Rosa Editora CONSELHO EDITORIAL Alvaro Della Bona Corpo Funcional: Carme Regina Schons Cinara Sabadin Dagneze Denize Grzybovski Revisora-chefe Elci Lotar Dickel Nathalia Sabino Ribas Giovani Corralo Revisora de textos João Carlos Tedesco Vanessa Becker Jurema Schons Revisora de textos Leonardo José Gil Barcellos Sirlete Regina da Silva Luciane Maria Colla Design Gráfico Paulo Henrique Simon Paulo Roberto Reichert Diagramador Rosimar Serena Siqueira Esquinsani Carlos Gabriel Scheleder Telisa Furlanetto Graeff Auxiliar Administrativo Tania M. K. Rösing Miguel Rettenmaier (Org.) LEITURA ENTRE NÓS: redes, linguagens e mídias EDITORA [email protected] EDITORA EDITORA www.upf.br/editora [email protected] [email protected] www.upf.br/editora www.upf.br/editora 2013 ppgEH Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano EDITORA EDITORA ppgEH ppgEH Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano Copyright © dos autores Cinara Sabadin Dagneze Nathalia Sabino Ribas Vanessa Becker Revisão de Texto e Revisão de Emendas Sirlete Regina da Silva Projeto Gráfico e Diagramação NexPP Produção da Capa Este livro no todo ou em parte, conforme determinação legal, não pode ser reproduzido por qualquer meio sem autorização expressa e por escrito do autor. A exatidão das informações e dos conceitos e opiniões emitidos, as imagens, tabelas, quadros e figuras são de exclu- siva responsabilidade dos autores. -
41 Candidojornal Da Biblioteca Pública Do Paraná André D Ucci O Brasil É Uma Festa
DEZEMBRO 2014 41 www.candido.bpp.pr.gov.br JORNAL DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ ucci CANDIDO D André O Brasil é uma festa Com mais de 200 festas literárias espalhadas pelo país, o cenário da literatura brasileira teve sua dinâmica alterada, com impacto na rotina dos escritores e na economia do livro Ensaio | Arlete Parrilha Sendra • Música e poesia | Ivan Santos • Em Busca de Curitiba | Marcio Renato dos Santos 2 CÂNDIDO | JORNAL DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ EDITORIAL EXPEDIENTE m termos financeiros, as feiras e CARTUM Arnaldo Branco festas literárias fazem hoje aquilo que as vendas de livros nunca fi- CANDIDO zeram à grande maioria dos escri- Cândido é uma publicação mensal E da Biblioteca Pública do Paraná tores brasileiros. Ou seja, garantem aos autores autonomia para serem escrito- res em tempo integral, sem exercer ou- tras funções paralelas à escrita. Para isso, precisam participar de bate-papos sobre suas obras e temas análogos à literatura. Esta edição do Cândido traz re- Governador do Estado do Paraná: Beto Richa portagens sobre esse novo panorama Secretário de Estado da Cultura: Paulino Viapiana da literatura brasileira contemporânea, Diretor da Biblioteca Pública do Paraná: Rogério Pereira que não mudou apenas a rotina do es- critor, mas a relação entre público e au- Presidente da Associação dos Amigos da BPP: Gerson Gross tor e, até, a economia do livro. A reportagem ouviu escritores, Coordenação Editorial: editores e curadores para tentar identi- ficar qual o papel desses eventos na cul- Rogério Pereira e Luiz Rebinski Junior tura brasileira hoje. Formam público? Ajudam a difundir a literatura em luga- res mais inóspitos? Tânia Rösing, ideali- Redação: zadora e coordenadora-geral da Jornada Marcio Renato dos Santos e Omar Godoy Nacional de Literatura de Passo Fundo, um dos eventos mais tradicionais do ca- lendário literário brasileiro, diz que, para BIBLIOTECA AFETIVA Estagiários: dinamizar os livros, é preciso preparar Lucas de Lavor e Thiago Lavado ivulgação ivulgação uma programação para os leitores en- D D contrarem autores.