__Relatório Geral Divulgação COMPLETO 02
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Performance E Cenicidadade Audiovisual Em Ney Matogrosso, Por Meio Do Álbum “Mato Grosso”, De 1982. ROBSON PEREIRA DA SILVA
Performance e Cenicidadade Audiovisual em Ney Matogrosso, Por Meio do Álbum “Mato Grosso”, de 1982. ROBSON PEREIRA DA SILVA* O presente artigo traz uma reflexão sobre a construção de um fazer artístico ligado a linguagem da performance, por meio da obra ―Mato Grosso‖ – do cantor Ney Matogrosso, no ano de 1982. Essa construção que nos referimos se pauta na expressão de um corpo que interage e busca significar suas propostas artísticas diante de experiências de uma determinada recepção. O contexto o qual a obra aqui em análise se insere é o momento em que o Brasil desenvolve uma suposta tentativa de integrar-se as tendências do mundo globalizado e a massificação das telecomunicações, de modo que se consolida a divulgação da indústria fonográfica. Assim, analisaremos a recepção via imprensa (crítica) com jornais buscados junto ao acervo online do Jornal Folha de S. Paulo, e a Revista Veja, com publicações referentes ao ano de lançamento da obra analisada, que consiste no álbum ―Mato Grosso‖. Com esse material poderemos observar como parte da recepção dialoga com as propostas do artista Ney Matogrosso. Desse modo, esse trabalho se propõe compreender os limites da experiência da performance, dentro do cenário musical do início dos anos de 1980 no Brasil. A performance é a linguagem artística que se dedica a investigar o corpo como reflexão da própria arte que, amplifica o espaço da experiência artística, necessidade posta pelos debates realizados pelas vanguardas artísticas europeias na década de 1960, que exigiam o retorno ao corpo. Contudo, esse espaço da experiência corpórea possibilita ao artista constituir uma representação de si, que, por conseguinte, lhe disponibiliza ―dramatizar‖ sua existência em interação com determinado contexto. -
Histórias E Causos Do Cinema Brasileiro
Zelito Viana Histórias e Causos do Cinema Brasileiro Zelito Viana Histórias e Causos do Cinema Brasileiro Betse de Paula São Paulo, 2010 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Governador Alberto Goldman Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho No Passado Está a História do Futuro A Imprensa Oficial muito tem contribuído com a sociedade no papel que lhe cabe: a democra- tização de conhecimento por meio da leitura. A Coleção Aplauso, lançada em 2004, é um exemplo bem-sucedido desse intento. Os temas nela abordados, como biografias de atores, di- retores e dramaturgos, são garantia de que um fragmento da memória cultural do país será pre- servado. Por meio de conversas informais com jornalistas, a história dos artistas é transcrita em primeira pessoa, o que confere grande fluidez ao texto, conquistando mais e mais leitores. Assim, muitas dessas figuras que tiveram impor- tância fundamental para as artes cênicas brasilei- ras têm sido resgatadas do esquecimento. Mesmo o nome daqueles que já partiram são frequente- mente evocados pela voz de seus companheiros de palco ou de seus biógrafos. Ou seja, nessas histórias que se cruzam, verdadeiros mitos são redescobertos e imortalizados. E não só o público tem reconhecido a impor- tância e a qualidade da Aplauso. Em 2008, a Coleção foi laureada com o mais importante prêmio da área editorial do Brasil: o Jabuti. Concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a edição especial sobre Raul Cortez ganhou na categoria biografia. Mas o que começou modestamente tomou vulto e novos temas passaram a integrar a Coleção ao longo desses anos. -
Session Handout Brazilian Carnival
SESSION HANDOUT BRAZILIAN CARNIVAL Presenters Priscila Sartori – Brazil Ludmilla Marzano – Brazil Karla Mead - Brazil Session Handout Presenters Priscila Sartori Ludmilla Marzano Karla Mead Schedule 10 min: Introduction 10 min: Breakdown Forró 10 min: Breakdown Funk Carioca 10 min: Breakdown Axé 20 min: Breakdown Samba 60 min: Master Class (Total: 2 hours) Session Objective Learn 4 of the most exciting rhythms from Brazil, Forró, Funk Carioca, Axé, and Samba. Use them to spice up your classes, and to make your students feel as if they are at the Brazilian Carnival Festival in Brazil. Learn how to modify or intensify the rhythms with your special moves, by adding your own flavor to them. History & Background Forró From the Northeast of Brazil, Forró is the most popular rhythm danced. Different types of music can be used to dance the Forró. Traditionally, the three instruments used to play Forró are accordion, zabumba and a metal triangle. The dance becomes very different as you cross the borders of the Northeast into the Southeast. As part of the popular culture it is in constant change. The dance known as college Forró is the most common style between the middle-class students of colleges and universities in the Southeast, having influences of other dances like salsa and samba-rock. The traditional music to dance the forró was brought to the Southeast from the Northeast by Luiz Gonzaga, who transformed the baião (a word originated from baiano and assigned a warm-up for artists to search for inspiration before playing) into a more sophisticated rhythm. In later years, forró achieved popularity throughout Brazil, in the form of a slower genre known as xote, which has been influenced by pop-rock music to become more acceptable by Brazilian youth of Southeast, South and Central regions. -
Areia Ao Som De Elba Ramalho Turismo Rural Em Alta
Ano CXIX Número 181 R$ 1,00 Assinatura anual R$ 160,00 AJoão Pessoa, Paraíba - QUINTA-FEIRA,UNIÃO 30 de agosto de 2012 119 AN OS - PATRIMÔNIO DA PARAÍBA www.paraiba.pb.gov.br Twitter > @uniaogovpb jornalauniao.blogspot.com Projovem abre FOTO: Agência Estado 7 mil vagas em 94 municípios O programa Projovem Trabalhador raibanos. Serão oferecidas 7.035 vagas do Governo do Estado inicia no dia 10 de setembro as inscrições para cursos - nopara valor jovens de R$ com 600. idade Página entre 15 18 e 29 FOTO:anos, Arquivo que terão direito a bolsa-auxílio de qualificação em 94 municípios pa APL DE LUTO Morre aos 89 anos o escritor paraibano Joacil de Britto Pereira O ex-presidente da Acade- mia Paraibana de Letras, Joa- cil de Britto Pereira, morreu ontem pela manhã no Hospi- tal Dom Rodrigo. Página 8 Escritor estava internado desde o último sábado FOTO: Arquivo Turismo rural em alta A Paraíba é o 4o Estado do Nordeste com mais produtos e roteiros no setor do turismo rural. De hoje a sábado, Estado sedia a 8a Ruraltur. PÁGINA 9 UFPB: alunos Policiais Redução de IPI ocupam Reitoria Rodoviários é prorrogada em apoio aos da PB voltam para estimular professores ao trabalho o consumo PÁGINA 4 PÁGINA 13 PÁGINA 4 Areia ao som de Elba Ramalho A cantora Elba Ramalho é a principal atração da abertura oficial do XIII Festival de Artes de Areia, que terá a presença do governador Ricardo Coutinho e do secretário de Cultura, Chico César. PÁGINA 5 clima & tempo Fonte: Marinha do Brasil Fonte: INMET l Vestibular da Universidade Federal de Campina inscreve de hoje até o dia 26 LITORAL CARIRI-AGRESTE Sertão Informações úteis para a semana: l Guarabira sedia a IV Conferência Paraibana de Educação para o TrânsitoAltura Marés Hora Altura 0.3m ALTA 03h23 2.5m Nublado com Sol e poucas Sol e poucas DÓLAR R$ 2,047 (compra) R$ 2,048 (venda) chuvas ocasionais nuvens nuvens l Pagamento de agosto dos servidores do Estado será feito hoje e amanhã baixa 09h30 0.2m DÓLAR TURISMO R$ 1,970 (compra) R$ 2,11 0 (venda) o o 30 Máx. -
Tributos “ Entre Gonzaga E Dominguinhos”
Projeto O projeto “Tributos” tem como ideia principal homenagear grandes ícones da música, seja brasileira ou estrangeira, independente do gênero, dando uma nova roupagem e deixando a sanfona como protagonista do show, denotando ser um instrumento universal capaz de tocar tudo e todos os estilos. Os nossos homenageados no momento está sendo “ Gonzaga e Dominguinhos” No show, estamos fazendo um tributo dedicado a Luiz Gonzaga e Dominguinhos com o repertório voltado mais ao lado B dos artistas, resgatando a boa essência que esses artistas trouxeram de contribuição para nossa música, com a formação do regional (sanfona, zabumba e triângulo). Fazendo uma viagem musical com novos arranjos em cima das músicas qual nunca deixarão de fazer parte de nossa vida., executadas pelo quinteto formado por bateria, contrabaixo, guitarra, piano e sanfona. Esse projeto tem como objetivos mostrar ao público o poder da sanfona, e despertar reflexões sobre a riqueza da nossa arte, da nossa música e o potencial performativo ao nosso trabalho de interpretação quanto ao artista homenageado. Tributo a maiores nomes da música, apresentado por um dos jovens e geniais músicos da nova cena cearense: o acordeonista Nonato Lima. Capitaneando um supergrupo, formado por mestres da música: Tito Freitas (piano), Stênio Gonçalves (guitarra), Miqueias dos Santos(contrabaixo) e Denilson Lopes (bateria). Cearense de Quixadá, o jovem Nonato Lima vive a música desde a infância, quando teve seu primeiro contato com a sanfona. Tocando na noite, logo ganhou destaque e reconhecimento. Seu estilo particular de criar e improvisar o elevou como músico e instrumentista, possibilitando sua participação em diversos programas locais e nacionais, bem como o respeito e admiração de ícones da música como Dominguinhos e o próprio homenageado no show do Jazz em Cena no sábado, 9 de março de 2019, Richard Galliano. -
Universidade Federal Da Bahia Escola De Dança E De Teatro Programa De Pós-Graduação Em Artes Cênicas Dissertação De Mestrado Em Artes Cênicas
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE DANÇA E DE TEATRO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM ARTES CÊNICAS PALCO ILUMINADO O FESTIVAL DE INVERNO DE CAMPINA GRANDE E SUA REPERCUSSÃO NO TEATRO PARAIBANO MÔNICA MARIA MACEDO HERMINIO SALVADOR – BA JOÃO PESSOA – PB 2002 PALCO ILUMINADO O FESTIVAL DE INVERNO DE CAMPINA GRANDE E SUA ÃO NO TEATRO PARAIBANO REPERCUSS ÔNICA MARIA MACEDO HERMINIO M ção em Artes Cênicas. 1987 Especializa Universidade Federal de Pernambuco ção submetida ao Programa de Pós ção em Artes Cênica Disserta -Gradua s ção da Universidade Federal da Bahia como requisito parcial para a obten ênicas. do grau de Mestre em Artes C Orientador: Prof. Dr.Paulo Vieira de Melo UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ênicas Mestrado em Artes C – ão Pessoa – Salvador Jo 2002 – Biblioteca Central UFBA, UFPB ínio, Mônica Maria Macedo. H554p Herm Palco Iluminado: o festival de inverno de Campina Grande ão no teatro paraibano / Mônica Maria Macedo e sua repercuss – ão Pessoa, 2002. Herminio. Jo 190p.: il. Orientador: Paulo Roberto Vieira de Melo. ção (mestrado) – Disserta UFBA, UFPB. ênicas. 2. Teatro paraibano. 3. Artes – Artes c Festival de Inverno de Campina Grande (PB). CDU UFBA, UFPB / BG 792 A DEUS. ília. A minha fam A Everaldo Vasconcelos á e Emmanuel M. Vasconcelos. A Tain á. A Eneida Agra Maracaj Dedico. AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. Paulo Vieira, que me orientou nesta pesquisa. À Profª Elvira D’Amorim, amiga e mestra sempre presente. À PRPG/UFPB, na pessoa do Prof. Dr. Luís Custódio da Silva (Coordenador do ª Dra. Maria José Lima da Silva ção do PICDT) e da Prof , que viabilizaram a realiza ênio UFPB/UFBA. -
Uma Árvore Da Música Brasileira, Das DA MÚSICA EINURDOÍGPEENIAA Edições Sesc São Paulo, E Não Pode Ser Vendido Separadamente
Cordel do Fogo Encantado Mestre Ambrósio Pitty Beto Guedes Paulinho Moska Cássia Eller Nação Zumbi Lô Borges Rumo Nuno Mindelis Capital Inicial Titãs DJ Patife Maria Rita Renato Braz Mundo Livre S/A Suzana Salles Legião Urbana Velhas Virgens Itamar Assumpção Tavinho Moura Cólera Skank André Christovam Suba Sepultura Chico César Damiano Cozzella Chico Science Inocentes T DJ Dolores Ultraje a Rigor Pato Fu Djavan Luiz Tatit Wagner Tiso Flávio Guimarães A Blues Etílicos E O Rappa Guilherme Arantes B Ira! Zélia Duncan Rogério Duprat E U DJ Marky Arrigo Barnabé Márcio Borges Ratos de Porão G Engenheiros do Havaii Jota Quest N Camisa de Vênus RPM Marina Lima Seu Jorge A Celso Blues Boy M DJ Mau Mau Vânia Bastos Toninho Horta Júlio Medaglia Cazuza Mamonas Assassinas P Fátima Guedes Tony Osanah U N Karol Conka Oswaldo Montenegro Ná Ozzetti BL K Barão Vermelho Milton Nascimento O Terço UES Ritchie Criolo Raimundos Adriana Calcanhoto Lobão Léo Jaime Rincon Sapiência Premeditando o Breque Lanny Gordin Kid Abelha Ludmilla V Ronaldo Bastos Som Nosso de Cada Dia Charlie Brown Jr. AN Sabotage G Ney Matogrosso Zé Ramalho U Paralamas do Sucesso Emicida A C R Made in Brazil Anitta D L Capinan Blitz A U Black Alien Fafá de Belém P B Emílio Santiago A Rappin’ Hood E Fábio Jr. Simone U L D Secos & Molhados Lulu Santos Rosa Passos Bonde do Tigrão Alceu Valença I S A T Torquato Neto Marcelo D2 Danilo Caymmi A E Belchior N Wando S Tati Quebra-Barraco Walter Franco A Joelho de Porco Q Rita Lee Leny Andrade Sérgio Mendes Aldir Blanc Gabriel, o Pensador Fagner -
Nome Dado Em Homenagem Ao Grande Compositor Heitor Villa-Lobos) Iniciou Sua Trajetória Em 1996, Em Brasília/DF
ALMA BRASILEIRA TRIO O ALMA BRASILEIRA TRIO (nome dado em homenagem ao grande compositor Heitor Villa-Lobos) iniciou sua trajetória em 1996, em Brasília/DF. É composto por músicos com vasta experiência: Toninho Alves (Flautista, Compositor e Arranjador), integrante dos grupos “Pé de Vento” e “Liga Tripa”; Celso Bastos (Violonista e Arranjador) e Ocelo Mendonça (Violoncelista, Flautista e Arranjador), músico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional/DF e das bandas de Elomar e Elba Ramalho – todos professores da Escola de Música de Brasília. Com arranjos inéditos, feitos em conjunto, o grupo vem se destacando no cenário musical brasileiro e internacional, obtendo críticas favoráveis de músicos e críticos de grande importância, como Egberto Gismonti, Marco Pereira, Mauro Ferreira (Jornal “O Dia”, Rio de Janeiro), Ronaldo Evangelista (Revista Jazz+, São Paulo) e Maria Luiza Kfouri (Revista Áudio e Vídeo, São Paulo). Já se apresentou, com sucesso, em várias cidades brasileiras e no exterior, com destaque para San José (Costa Rica), Brasília, São Paulo, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vitória, Belo Horizonte, Goiânia e Cidade de Goiás. Dentre essas apresentações destacam- se as realizadas pelos projetos Brasil Presente (Costa Rica, 2011), promovido pelo Itamaraty e pela Embaixada do Brasil na Costa Rica, Clássicos em Cena (2007), promovido pela empresa Direção Cultura (Campinas – SP), Prata da Casa (2003), promovido pelo SESC Pompéia/SP, Temporadas Populares (1997 e 1998), promovido pela Fundação Cultural do Distrito Federal e Pixinguinha (1997), promovido pela Funarte. O repertório é formado basicamente por Música Brasileira. Temas de compositores consagrados, como Tom Jobim, Egberto Gismonti, Villa-Lobos, Edu Lobo, Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Wagner Tiso, Milton Nascimento, entre outros; além, é claro, de composições próprias. -
1 Primeiros Acordes 15
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS MARILDA DE SANTANA SILVA AS DONAS E AS VOZES: UMA INTERPRETAÇÃO SOCIOLÓGICA DO SUCESSO DAS ESTRELAS-INTÉRPRETES NO CARNAVAL DE SALVADOR Salvador 2007 MARILDA DE SANTANA SILVA AS DONAS E AS VOZES: UMA INTERPRETAÇÃO SOCIOLÓGICA DO SUCESSO DAS ESTRELAS-INTÉRPRETES NO CARNAVAL DE SALVADOR Tese apresentada ao Programa de Pós- graduação em Ciências Sociais, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia, como requisito parcial para a obtenção do título de Doutora em Ciências Sociais. Orientador: Prof. Dr. Milton Araújo Moura Salvador 2007 _________________________________________________________________________ Silva, Marilda de Santana S586 As donas e as vozes: uma interpretação sociológica do sucesso das estrelas- intérpretes no carnaval de Salvador / Marilda de Santana Silva. – Salvador, 2007. 373 f. : il. Orientador: Prof. Dr. Milton Araújo Moura Tese (doutorado) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, 2007. 1. Carnaval - Bahia. 2. Cantoras. 3. Daniela Mercury. 4. Margareth Menezes. 5. Ivete Sangalo. I. Milton Araújo Moura. II. Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. III.Título. CDU – 791.65(813.8) _________________________________________________________________________ TERMO DE APROVAÇÃO MARILDA DE SANTANA SILVA AS DONAS E AS VOZES: UMA INTERPRETAÇÃO SOCIOLÓGICA DO SUCESSO DAS ESTRELAS-INTÉRPRETES NO CARNAVAL DE SALVADOR -
TESE.Guaciara Freitas.PPGCOM
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NÍVEL DOUTORADO GUACIARA BARBOSA DE FREITAS A RELAÇÃO ENTRE MÍDIA E PERIFERIA: Um estudo sobre o projeto Central da Periferia da TV Globo SÃO LEOPOLDO 2011 Guaciara Barbosa de Freitas A RELAÇÃO ENTRE MÍDIA E PERIFERIA: Um estudo sobre o projeto Central da Periferia da TV Globo Tese apresentada como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor, pelo Programa de Pós- Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. Orientador: Prof. Dr. Alberto Efendy Maldonado São Leopoldo 2011 Dados para catalogação na fonte Bibliotecária: Adélia de Moraes Pinto CRB-2 892 F862r Freitas, Guaciara Barbosa de. A relação entre mídia e periferia: um estudo sobre o projeto da central da periferia da TV globo. / Guaciara Barbosa de Freitas. — São Leopoldo, 2011. 252 f. Impresso por computador (fotocópia). Orientador: Prof. Dr. Alberto Efendy Maldonado. Tese (Ciência da Comunicação) — Universidade do Vale do Rio Sinos – UNISINOS, 2011. 1. Mídia. 2. Periferia. 3. Central da periferia. 4. Movimentos sócios ambientais. I. Título. CDD: 302.23 Guaciara Barbosa de Freitas A RELAÇÃO ENTRE MÍDIA E PERIFERIA: Um estudo sobre o projeto Central da Periferia da TV Globo Tese apresentada como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor, pelo Programa de Pós- Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. Tese aprovada em 08 de abril de 2011. BANCA EXAMINADORA __________________________________________________________________ Prof. Dr. Alexandre Figueirôa – UNICAP __________________________________________________________________ Profa. -
Discoteca Rádio UFSM Índice Completo Página 1
Discoteca Rádio UFSM índice completo Página 1 COD TITULO BANDA GRAVADORA ANO MIDIA 400.001 14 BIS II 14 BIS EMI-ODEON 1980 COMPACTO 400.002 EVERYTHING GOOD IS BAD 100 PROOF TOP TAPE 1972 COMPACTO 400.003 SOMEBODY'S BEEN SLEEPING 100 PROOF TOP TAPE 0 COMPACTO 400.004 BAILE DOS PASSARINHOS A TURMA DO CBS 1982 COMPACTO BALAO MAGICO 400.005 THE DAY BEFORE YOU CAME ABBA RCA VICTOR 1982 COMPACTO 400.006 QUEM AVISA ABILIO MANOEL SOM LIVRE 1975 COMPACTO 400.007 DOMINGO EN BUENOS AIRES ABRACADABRA CONTINENTAL 1970 COMPACTO 400.008 ANTMUSIC ADAM AND THE EPIC 1980 COMPACTO ANTS 400.009 O QUE ME IMPORTA ADRIANA ODEON 1972 COMPACTO 400.010 O MENINO E A ROSA ADRIANO SANTOS COPACABANA 1983 COMPACTO 400.011 SEPTEMBER IN THE RAIN AEROPLANE ONE WAY 1973 COMPACTO 400.012 MELÔ DA PIRANHA AFRIC SIMONE RCA BARCLAY 1977 COMPACTO 400.013 MUNDO BOM AGEPÊ CONTINENTAL 1977 COMPACTO 400.014 MUDANÇA DE VENTO AGEPÊ CONTINENTAL 1973 COMPACTO 400.015 A DANÇA DO MEU LUGAR AGEPÊ CONTINENTAL 1976 COMPACTO 400.016 JEITO DE FELICIDADE AGEPÊ CONTINENTAL 1977 COMPACTO 400.017 SEM VOCE AGNALDO RAYOL WM 1981 COMPACTO 400.018 LET'S STAY TOGETHER AL GREEN LONDON 1972 COMPACTO 400.019 ALAIDE COSTA ALAIDE COSTA ODEON 1972 COMPACTO 400.020 FIGLI DELLE STELLE ALAN SORRENTI EMI-ODEON 1978 COMPACTO 400.021 ALBERTO LUIZ ALBERTO LUIZ COPACABANA 1972 COMPACTO 400.022 UM SER DE LUZ ALCIONE RCA 1983 COMPACTO 400.023 QUEM DERA ALCIONE RCA VICTOR 1973 COMPACTO 400.024 QUASE MEIO-DIA ALINE RCA VICTOR 1973 COMPACTO 400.025 LET ME BE THE ONE ALLEN BROWN BLUE ROCK 1973 COMPACTO 400.026 ORAI POR -
Lamento Sertanejo
"Lamento sertanejo": experiências diaspóricas e a reinvenção das identidades culturais nordestinas na música popular brasileira nos anos 1960 e 1970 André Rocha Leite Haudenschild Introdução Eu acho que foi a época da ascensão dos nordestinos. Eu sempre coloco isso como se fosse um movimento que existiu na música brasileira. Pelo fato de não ter sido rótulo, assim como a Bossa Nova, como o Tropicalismo, eu acho que não tem essa notoriedade como movimento, mas para mim é um dos movimentos mais fortes que houve na música brasileira foi a ascensão dos nordestinos. Essa leva que teve eu, Alceu, Fagner, Belchior, Amelinha, Zé Ramalho, Elba Ramalho. Eu acho que isso aí foi um movimento espontâneo. Não teve um título nem um rótulo feito Bossa Nova, feito Tropicalismo, mas ao mesmo tempo foi um movimento marcante que mudou o rumo da música brasileira, deu uma dimensão nova à música brasileira, principalmente trazendo o Nordeste, nacionalizando o Nordeste de uma maneira com muito mais riqueza, sem o preconceito que existia com o forró, com Luís Gonzaga, Jackson do Pandeiro. E se dando uma dimensão mais da MPB. Embora hoje em dia a mídia considere a gente sempre artista regional. Mas o trabalho da gente é um trabalho muito mais nacional, muito mais abrangente da MPB. É porque no Brasil a gente é considerado pelo Sul como música regional. Lá no Nordeste a gente é considerado música da MPB (Geraldo Azevedo apud BARROS, 2016). O depoimento do violonista, cantor e compositor pernambucano, Geraldo Azevedo, é bastante oportuno para refletirmos sobre as múltiplas legitimações das identidades culturais nordestinas na música popular brasileira, a partir da segunda metade do século XX.