Leste De Angola, 1971 1973
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O CONTEXTO CULTURAL E O CONTEXTO ESCOLAR EM ANGOLA: Conhecendo Nzongo – Unidade De Medida Do Povo Chokwe Na Comuna De Camaxilo
HISTEMAT – Revista de História da Educação Matemática Sociedade Brasileira de História da Matemática ISSN 2447-6447 O CONTEXTO CULTURAL E O CONTEXTO ESCOLAR EM ANGOLA: conhecendo Nzongo – unidade de medida do povo Chokwe na comuna de Camaxilo Carlos Mucuta Santos1 Cristiane Coppe de Oliveira2 RESUMO Esse artigo é um recorte de um projeto de pesquisa de mestrado, junto ao Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade Lueji N´Khonde (ULAN), que tem como objetivo minimizar o distanciamento entre o “mundo da escola” e o “mundo da vida” dos alunos Chokwe da região de Camaxilo em Angola. Tomando como fundamentação teórica as propostas do Programa Etnomatemática e o desenvolvimento de unidades de medida desenvolvidas por esse povo, pretende-se apresentar uma unidade de medida Chokwe, o Nzongo com suas subunidades e uma experiência didática do primeiro autor sobre como o conhecimento de medida Chokwe facilita aprendizagem do Sistema Internacional de Unidades (SI). A pesquisa, de cunho qualitativo, buscou, inicialmente, conhecer essa medida em Camaxilo e pensar de que modo a unidade de medida Nzongo, com seu repertório histórico na cultura Chokwe dos alunos, pode aproximar-se do contexto escolar, ao estudarem o sistema de medida universal, que é estranho ao seu dia a dia. Considerando as teorizações do Programa do Ministério da Educação de inserção da língua Chokwe no ensino regular, será proposto por meio da investigação, que seja também inserida, já a partir do ensino primário, a linguagem matemática do Chokwe do Camaxilo com vista ao resgate de valores matemáticos Chokwe. Palavras-chave: Programa Etnomatemática. Nzongo. Chokwe. Cultura. Contexto escolar. -
2854 ISS Monograph 130.Indd
FFROMROM SSOLDIERSOLDIERS TTOO CCITIZENSITIZENS THE SOCIAL, ECONOMIC AND POLITICAL REINTEGRATION OF UNITA EX-COMBATANTS J GOMES PORTO, IMOGEN PARSONS AND CHRIS ALDEN ISS MONOGRAPH SERIES • No 130, MARCH 2007 CONTENTS ACKNOWLEDGEMENTS iii ABOUT THE AUTHORS v LIST OF ACRONYMS vi INTRODUCTION viii CHAPTER ONE 1 Angola’s Central Highlands: Provincial Characterisation and Fieldwork Review CHAPTER TWO 39 Unita’s Demobilised Soldiers: Portrait of the post-Luena target group CHAPTER THREE 53 The Economic, Social and Political Dimensions of Reintegration: Findings CHAPTER FOUR 79 Surveying for Trends: Correlation of Findings CHAPTER FIVE 109 From Soldiers to Citizens: Concluding Thoughts ENDNOTES 127 BIBLIOGRAPHY 139 ANNEX 145 Survey Questionnaire iii ACKNOWLEDGMENTS The research and publication of this monograph were made possible by the generous funding of the Swedish International Development Cooperation Agency (SIDA), the Swiss Federal Department of Foreign Affairs, and the Norwegian Institute of International Affairs (NUPI), through the African Security Analysis Programme at the ISS. The project “From Soldiers to Citizens: A study of the social, economic and political reintegration of UNITA ex-combatants in post-war Angola” was developed jointly by the African Security Analysis Programme at ISS, the London School of Economics and Political Science (LSE), and the Norwegian Institute for International Affairs (NUPI). In addition, the project established a number of partnerships with Angolan non-governmental organisations (NGOs), including Development -
Proyecto De Arquitectura
AGENDA DE ACÇÃO DE ANGOLA SUSTAINABLE ENERGY FOR ALL – ACTION AGENDA - ANGOLA Se4All. Agenda Acçao. Angola Se4All. Agenda Acçao. Angola Se4All. Agenda Acçao. Angola ÍNDICE Prefácio ....................................................................................................................................................... 11 RESUMO EXECUTIVO (Português). ............................................................................................................. 14 EXECUTIVE SUMMARY (English) ................................................................................................................. 20 1. INTRODUÇÃO. ........................................................................................................................................ 25 1.1. A iniciativa SE4ALL. .......................................................................................................................... 25 1.2. SE4All em Angola. ............................................................................................................................ 31 2. SITUAÇÃO EM ANGOLA. ......................................................................................................................... 33 2.1. Situação Geral do País. .................................................................................................................... 33 2.2. Sector energético Angolano. ........................................................................................................... 38 2.3. Planos de Desenvolvimento doSector -
CONTROLO E QUALIDADE NA CADEIA DE VALOR DO MEL EM ANGOLA Subsídios Para a Criação De Alicerces Para a Rastreabilidade, Certificação E Exportação A
TRAIN FOR TRADE II CONTROLO E QUALIDADE NA CADEIA DE VALOR DO MEL EM ANGOLA Subsídios para a criação de alicerces para a rastreabilidade, certificação e exportação A. Castro Vide 27 de Maio de 2021 COAPA – COOPERATIVA AGROPECUÁRIA, PESCAS E APICULTURA Criação de alicerces para a rastreabilidade, certificação e exportação Seminário on-line de formação – 27 de Maio de 2021 NOTA INTRODUTÓRIA Em Junho de 2019 fizemos uma apresentação no evento “Revisão Nacional de Exportações Verdes de Angola” integrado nas acções de formação de quadros para o comércio. Apresentamos então a nossa visão sobre a cadeia de valor do mel em Angola. Desde essa data até ao presente momento pouco se alterou sobre o “estado da nação” no que se relaciona com o mel. Assim, Coloco à disposição em anexo, cópia da nossa apresentação de Junho de 2019. A. Castro Vide – COAPA – Angola – Maio21 Criação de alicerces para a rastreabilidade, certificação e exportação Seminário on-line de formação – 27 de Maio de 2021 RASTREABILIDADE, A CERTIFICAÇÃO E A EXPORTAÇÃO Rastreamento: para efectuar o rastreamento temos de saber para cada produto "o que“ é, “de onde” veio (origem) e "para onde" vai (destino) sendo muito importante para o controlo global da qualidade do produto. Certificação é a declaração formal de comprovação emitida pela autoridade legal/moral que tenha credibilidade perante a sociedade. Exportação: saída do país de origem, de bens, produtos e serviços. O tema em análise neste seminário “Alicerces para a Rastreabilidade, a Certificação e a Exportação na cadeia de valor do mel” é pois: NACIONAL E GLOBAL, devendo ser analisado segunda estas duas realidades. -
Lundas – As Pedras Da Morte
Lundas – As pedras da morte Índice Reconhecimento.........................................................................................................3 Metodologia e Ficha Técnica do Relatório .................................................................4 1. Contexto sócio-geográfico...................................................................................5 2. Contexto sócio-económico ..................................................................................6 3. Caracterização e análise jurídica ......................................................................10 4. Liberdade de circulação ...................................................................................11 5. A privatização da Lei e da ordem ......................................................................14 6. Exclusão social: Causas e consequências (e a quem aproveita)......................15 7. Recomendações ...............................................................................................16 Ao Governo da República de Angola a:................................................................16 À Assembleia Nacional da República de Angola a: ..............................................17 À SODIAM/LKI e Ascorp a:...................................................................................17 À Comunidade Internacional.................................................................................18 Às Organizações Não-Governamentais................................................................18 8. Anexos: Casos -
World Bank Document
OFFICIAL DOCUMENTS Public Disclosure Authorized 国日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日国日日日日国国日日日日国日日日国国 日日日日日日日日日日日日日日日日 LOAN NUMBER 8773-AO Public Disclosure Authorized Loan Agreement (Additional Financing for the Local Development Project) betMeen REPUBLIC OF ANGOLA snd Public Disclosure Authorized INTERNATIONAL BANK FOR RECONSTRUCT10N AND DEVELOPMENT Dated February 06 ,2018 国国日国国国国国国国国国日日日日日日日日日日日日園日日国日日日日日国国園国園国国国国日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日日国日日日■■■国国園■■国国 Public Disclosure Authorized 国日国国国国国国日国国日日日日日 LOAN NUMBER 8773-AO LOAN AGREEMENT AGREEMENT dated Fphrtj;j[V 06 9 2018, between REPUBLIC OF ANGOLA ("Borrower") and INTERNATIONAL BANK FOR RECONSTRUCTION AND DEVELOPMENT ("Bank") for the purpose of providing additional financing for activities related to the Original Project (as defined in the Appendix to this Agreement). The Borrower and the Bank hereby agree as follows: ARTICLE I - GENERAL CONDITIONS; DEFINITIONS 1.01. The General Conditions (as defined in the Appendix to this Agreement) constitute an integral part of this Agreement. 1.02. Unless the context requires otherwise, the capitalized terms used in this Agreement have the meanings ascribed to them in the General Conditions or in the Appendix to this Agreement. ARTICLE 11 - LOAN 2.01. The Bank agrees to lend to the Borrower, on the ten'ns and conditions set forth or referred to in this Agreement the amount of seventy million Dollars, ($70,000,000), as such amount may be converted from time to time through a Currency Conversion in accordance with the provisions of Section 2.08 of this Agreement ("Loan"), to assist in financing the project described in Schedule I to this Agreement ("Project"). 2.02. The Borrower may withdraw the proceeds of the Loan in accordance with Section IV of Schedule 2 to this Agreement. -
Inventário Florestal Nacional, Guia De Campo Para Recolha De Dados
Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais de Angola Inventário Florestal Nacional Guia de campo para recolha de dados . NFMA Working Paper No 41/P– Rome, Luanda 2009 Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais As florestas são essenciais para o bem-estar da humanidade. Constitui as fundações para a vida sobre a terra através de funções ecológicas, a regulação do clima e recursos hídricos e servem como habitat para plantas e animais. As florestas também fornecem uma vasta gama de bens essenciais, tais como madeira, comida, forragem, medicamentos e também, oportunidades para lazer, renovação espiritual e outros serviços. Hoje em dia, as florestas sofrem pressões devido ao aumento de procura de produtos e serviços com base na terra, o que resulta frequentemente na degradação ou transformação da floresta em formas insustentáveis de utilização da terra. Quando as florestas são perdidas ou severamente degradadas. A sua capacidade de funcionar como reguladores do ambiente também se perde. O resultado é o aumento de perigo de inundações e erosão, a redução na fertilidade do solo e o desaparecimento de plantas e animais. Como resultado, o fornecimento sustentável de bens e serviços das florestas é posto em perigo. Como resposta do aumento de procura de informações fiáveis sobre os recursos de florestas e árvores tanto ao nível nacional como Internacional l, a FAO iniciou uma actividade para dar apoio à monitorização e avaliação de recursos florestais nationais (MANF). O apoio à MANF inclui uma abordagem harmonizada da MANF, a gestão de informação, sistemas de notificação de dados e o apoio à análise do impacto das políticas no processo nacional de tomada de decisão. -
Angolan National Report for Habitat III
Republic of Angola NATIONAL HABITAT COMMITTEE Presidential Decree no. 18/14, of 6 of March Angolan National Report for Habitat III On the implementation of the Habitat II Agenda Under the Coordination of the Ministry of Urban Development and Housing with support from Development Workshop Angola Luanda – June 2014 Revised - 11 March 2016 Angola National Report for Habitat III March 2016 2 Angola National Report for Habitat III March 2016 TABLE OF CONTENTS I. INTRODUCTION ........................................................................................................................ 11 II. URBAN DEMOGRAPHIC ISSUES ............................................................................................... 12 1. Migration and rapid urbanisation ...................................................................................... 12 Urban Population Growth ............................................................................................ 12 Drivers of Migration ...................................................................................................... 14 2. Rural-urban linkages........................................................................................................... 16 3. Addressing urban youth needs .......................................................................................... 17 4. Responding to the needs of the elderly ............................................................................. 19 5. Integrating gender in urban development ........................................................................ -
The Botanical Exploration of Angola by Germans During the 19Th and 20Th Centuries, with Biographical Sketches and Notes on Collections and Herbaria
Blumea 65, 2020: 126–161 www.ingentaconnect.com/content/nhn/blumea RESEARCH ARTICLE https://doi.org/10.3767/blumea.2020.65.02.06 The botanical exploration of Angola by Germans during the 19th and 20th centuries, with biographical sketches and notes on collections and herbaria E. Figueiredo1, *, G.F. Smith1, S. Dressler 2 Key words Abstract A catalogue of 29 German individuals who were active in the botanical exploration of Angola during the 19th and 20th centuries is presented. One of these is likely of Swiss nationality but with significant links to German Angola settlers in Angola. The catalogue includes information on the places of collecting activity, dates on which locations botanical exploration were visited, the whereabouts of preserved exsiccata, maps with itineraries, and biographical information on the German explorers collectors. Initial botanical exploration in Angola by Germans was linked to efforts to establish and expand Germany’s plant collections colonies in Africa. Later exploration followed after some Germans had settled in the country. However, Angola was never under German control. The most intense period of German collecting activity in this south-tropical African country took place from the early-1870s to 1900. Twenty-four Germans collected plant specimens in Angola for deposition in herbaria in continental Europe, mostly in Germany. Five other naturalists or explorers were active in Angola but collections have not been located under their names or were made by someone else. A further three col- lectors, who are sometimes cited as having collected material in Angola but did not do so, are also briefly discussed. Citation: Figueiredo E, Smith GF, Dressler S. -
Mapa Rodoviario Angola
ANGOLA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FUNDO RODOVIÁRIO Miconje ANGOLA Luali EN 220 Buco Zau Belize Inhuca Massabi EN 220 Necuto Dinge O Chicamba ANG LU O EN 101 EN 100 I R CABINDA Bitchequete Cacongo Zenza de Lucala Malembo Fubo EN 100 EN 201 CABINDA Cabassango Noqui Luvo Pedra do Buela EN 210 Feitiço EN 120 EN 210 Sacandica Lulendo Maquela Sumba ZAIRE Cuimba do Zombo Icoca Soyo Béu EN 160 Cuango Lufico M´BANZA Quimbocolo Canda Cuilo Futa Quiende CONGO EN 140 Quimbele Quielo Camboso EN 210 Mandimba Sacamo Camatambo Quincombe Fronteira EN 120 Damba Quiximba Lucunga Lemboa Buengas Santa Tomboco 31 de Janeiro Quinzau EN 160 RIO BRIDG Cruz M E Quimbianda Uambo EN 100 Bessa Bembe Zenguele UIGE Macocola Macolo Monteiro Cuilo Pombo N´Zeto EN 120 Massau Tchitato Mabaia Mucaba Sanza Uamba EN 223 E EN 223 OG O L EN 140 Quibala Norte RI Songo Pombo Lovua Ambuíla Bungo Alfândega DUNDO EN 220 EN 220 Quinguengue EN 223 Musserra UÍGE Puri EN 180 Canzar Desvio do Cagido Caiongo Quihuhu Cambulo Quipedro EN 120 Negage EN 160 Zala Entre os Rios Ambriz Bela Dange EN 220 Vista Gombe Quixico Aldeia Quisseque Cangola EN 140 Mangando EN 225 EN 100 MuxaluandoViçosa Bindo Massango BENGO Tango MALANGE Camissombo Luia Canacassala Cambamba Bengo EN 165 Caluango Tabi Quicunzo Cabombo Cuilo Quicabo Vista Quiquiemba Camabatela Cuale EN 225 Ramal da Barra Cage Alegre Maua Caungula Camaxilo Capaia Cachimo DANDE do Dande Libongos O RI S. J.das Terreiro EN 225 Barra do BolongongoLuinga Marimba Luremo Quibaxe Matas Cateco Micanda Lucapa Dande Mabubas EN 225 -
Por Uma Poética Da Voz Africana: Transculturações Em Romances E Contos Africanos E Em Cantos Afro-Brasileiros
Neide Aparecida de Freitas Sampaio Por uma poética da voz africana: Transculturações em romances e contos africanos e em cantos afro-brasileiros Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras: Estudos Literários, da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Letras – Teoria da Literatura. Área de Concentração: Teoria da Literatura Linha de Pesquisa: Literatura, História e Memória Cultural Orientadora: Profa. Sônia Queiroz Belo Horizonte Faculdade de Letras da UFMG 2008 Aquele que soube me dar o carinho necessário nos momentos de tristeza e, conseguiu, com muita paciência, cobrar atitudes quando a angústia ameaçava se tornar mais forte. Muito obrigada pelo amor constante e firme, porque ele me tornou mais forte para enfrentar a escrita de corpo e peito abertos. Serei eternamente grata Aos meus pais: apesar da distância, vocês sempre conseguiram demonstrar o apoio na caminhada, o carinho e orgulho que sentiam pelo caminho escolhido. E aos meus irmãos, Samir, Rose, Marcos, Neire, e Roni, porque souberam, na maior parte das vezes, entender o distanciamento necessário e me apoiar, apesar de tudo. Aos meus amigos, que souberam entender meu isolamento e, apesar disso, continuaram ao meu lado. Ao Andrette, que me ajudou muito no momento de maior desespero. Ao mestres Ivo Silvério da Rocha e Antônio Crispim Veríssimo ( in memoriam ) porque souberam, apesar dos poucos encontros que tivemos, mostrar-me a força da cultura africana que herdaram e por se disponibilizarem a dividi-la comigo. A minha orientadora: principalmente por confiar na minha escrita – confiança que muitas vezes nem mesmo eu tinha. -
Apresentação Do Powerpoint
PORTEFÓLIO www.pluralia.net 1 A Plurália, Consultoria e Formação, Lda. 2 Auscultações . 10 Estudos . 16 Planos e Estratégias . 26 Plataformas Digitais . 44 Educação e Formação . 50 O Centro Infantil KK+ . 60 Contactos . 71 2 SOMOS uma Empresa privada de direito angolano com vasta experiência internacional em Consultoria, Formação e Gestão de Projectos e Negócios. A NOSSA MISSÃO é incrementar respostas às diferentes necessidades e identidades culturais do território nacional, promovendo oportunidades de desenvolvimento sustentável, o aumento da competitividade económica e a equidade social. OS NOSSOS VALORES NIF REGISTO INOTU CERTIFICADO CONSULTORIA AMBIENTAL 5417144592 32/B/20 PROTOCOLO 3213576209 (AGUARDA DEFINITIVO) 3 CONSULTORIA FORMAÇÃO GESTÃO DE EMPREENDIMENTOS PEDAGÓGICOS 4 CONSULTORIA EM QUATRO ÁREAS DESENVOLVIMENTO SOCIOCOMUNITÁRIO EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS BANCA E SEGUROS 5 ACADEMIA DE FORMAÇÃO E LÍNGUAS ÁREA DE LÍNGUAS ÁREA COMPORTAMENTAL ÁREA TECNOLÓGICA FORMAÇÃO CORPORATE 6 G E S TÃ O D E EMPREENDIMENTOS PEDAGÓGICOS CENTRO INFANTIL KK+ PRÁTICAS DE INOVAÇÃO DIDÁCTICA PROJECTO COMUNIDADE MODELO PEDAGÓGICO PRÓPRIO 7 GABINETES DE ESPECIALIDADE PRECURSORES DE MODELOS DE ENSINO A DISTÂNCIA, SOMOS REPRESENTANTES NACIONAIS DA MAIS PRESTIGIADA PLATAFORMA DE E-LEARNING E FERRAMENTAS ASSOCIADAS. GABINETES DE ESPECIALIDADE 8 ATENTOS ÀS NECESSIDADES NACIONAIS DA ACTUALIDADE, DISPONIBILIZAMOS GABINETES DE ESPECIALIDADE. 9 D E C A B I N D A PROJECTOS E PROGRAMAS DE D O M A R ÂMBITO NACIONAL E LOCAL A O L E S T E O NOSSO