Disparities in Average Earnings Across Portuguese Municipalities
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Agenda Viver Em
EDIÇÃO 200 5 201 Viver em 12Município de Ílhavo »200 agenda de eventos Montra 04 sex de Natal Lançamento Vendas especiais Nacional do 5 de Natal Conto Infantil na Livraria e TeatralIDADES “O Pai Natal na Loja do Museu Teatro na Maior Idade Verde” Museu Marítimo inscrições Museu Marítimo destaques de Ílhavo até 8 janeiro de Ílhavo do mês 201 embro 19 sáb música Jorge Palma dez CC Ílhavo 05 sáb 13 dom 15 ter teatro Caminhada Noite do Pai Natal e 16 qua Companhia Desporto para Todos Espetáculo Circolando Praça do de Natal CC Ílhavo Centro Cultural Dirigida a de Ílhavo todas as crianças 12 sáb do Pré-Escolar Saberes e 1.º Ciclo da Rede com Sabor... Pública e Privada do Workshop de Município de Ílhavo Bacalhau com CC Ílhavo Paulo Rocha Museu Marítimo de Ílhavo Caro(a) Amigo(a) e Munícipe, Nesta edição da Agenda assinalamos o número 200! São 200 meses a comunicar iniciativas organizadas pela Câmara e pelas nossas Associações, especialmente para Si. Entramos em dezembro de coração cheio, depois do excelente acolhimento que tivemos nas visitas às escolas do Município para entregar material escolar, e aferir in loco o trabalho desenvolvido em estreita colaboração entre a Câmara Municipal e a Comunidade Escolar, em prol das nossas Crianças. Bem hajam todos, quantos se dedicam diariamente ao crescimento e formação dos “Munícipes do Futuro”. Passo a passo, percorremos 2015 com determinação, povoando cada mês com acontecimentos, iniciativas e obras, que engrandecem o nosso Município. Partilho consigo o nosso orgulho e satisfação, já que, este ano, finalizamos em grande, com as obras da Vista Alegre em fase de conclusão, um Fernando Fidalgo Caçoilo símbolo nacional que projeta a imagem de Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo Ílhavo no Mundo. -
AVEIRO BI Distrital | 2019 Este Documento Resulta De Um Trabalho
BI Distrital | 2019 AVEIRO Este documento resulta de um trabalho conjunto do Observatório Nacional da Luta Contra a Pobreza e do Núcleo Distrital de Aveiro da EAPN Portugal, através da recolha e sistematização de informação estatística e da análise da mesma, respetivamente. A informação estatística foi recolhida das respetivas fontes oficiais – Instituto Nacional de Estatística, Pordata, Instituto da Segurança Social e Instituto de Emprego e Formação Profissional – em setembro de 2018 e a sua análise foi efetuada em janeiro/fevereiro de 2019. A análise realizada é descritiva e circunscrita à informação estatística disponível, afigurando-se por isso interessante poder vir a ser aprofundada através introdução de outro tipo de informação quantitativa e/ou qualitativa que permita a realização de uma análise interpretativa e multidimensionalmente contextualizada. POBREZA MONETÁRIA Taxa de risco Mediana do de pobreza Taxa de risco de Linha de Linha de Rendimento (calculada com pobreza (calculada 2017 pobreza pobreza por adulto linha de com linha de pobreza nacional distrital equivalente pobreza regional) nacional) € % € % Portugal 9 351 5 610 17,3 5 610 17,3 1 Norte 8 925 5 610 18,6 5 355 16,4 Centro 9 067 5 610 18,6 5 440 16,6 A.M.Lisboa 10 943 5 610 12,3 6 566 18,9 Alentejo 8 880 5 610 17,0 5 328 14,2 Algarve 9 000 5 610 18,6 5 400 16,6 R.A. Açores 7 517 5 610 31,5 4 510 21,6 R.A. Madeira 8 345 5 610 27,4 5 007 22,3 O conceito da pobreza monetária remete para diversas dimensões, mensuráveis através de vários indicadores, designadamente, a mediana do rendimento por adulto equivalente, a linha de pobreza e taxa de risco de pobreza. -
Hygiea Internationalis
Regional Dynamics and Social Diversity – Portugal in the 21st Century Teresa Ferreira Rodrigues Introduction hrough its history Portugal always presented regional differences concerning population distribution, as well as fertility and mortality trends. Local T specificities related to life and death levels reflect diverse socioeconomic conditions and also different health coverage. We will try to diagnose the main concerns and future challenges related to those regional differences, using quantitative and qualitative data on demographic trends, well-being average levels and health services offer. We want to demonstrate that this kind of academic researches can be useful to policy makers, helping them: (1) to implement regional directed policies; (2) to reduce internal diversity; and (3) to improve quality of life in the most excluded areas. Our first issue consists in measuring the link between Portuguese modernization and asymmetries on social well-being levels1. Today Portugal faces some modera- tion on population growth rates, a total dependency on migration rates, both exter- nal and internal, as well as aged structures. But national average numbers are totally different from those at a regional level, mainly if using non demographic indicators, such as average living patterns or purchase power2. The paper begins with a short diagnosis on the huge demographic and socioeco- nomic changes of the last decades. In the second part we analyze the extent of the link between those changes and regional convergence on well-being levels. Finally, we try to determine the extent of regional contrasts, their main causes and the rela- tionship between social change and local average wealth standards, as well as the main problems and challenges that will be under discussion in the years to come, in what concerns to health policies. -
From Iron to the Industrial Cloud: Memory and (De)Industrialization at the Lisnave and Setenave Shipyards
Preliminary communication Submitted: 3. 1. 2020. FROM IRON TO THE Accepted: 6. 3. 2020. DOI: 10.15176/vol57no105 INDUSTRIAL CLOUD: UDK 338.45:629.5.081(469)»196/198» MEMORY AND (DE)INDUSTRIALIZATION AT THE LISNAVE AND SETENAVE SHIPYARDS JOÃO PEDRO SANTOS Institute of Contemporary History – NOVA FCSH, Lisbon In the 1960s, Portugal lived through a period of rapid industrialization in what became known as the golden cycle of Portuguese industry. This late industrialization makes Por- tugal one of the countries ruled by a peripheral Fordism, which is particularly relevant in the region of Setúbal, since several heavy industry companies settled there, among them Setenave and Lisnave. These shipyards are described by workers as being “a city within the city” mostly given their dimension and labour contingent. However, this industrial “city” was more than a place of economic production; it was also a place for sociability. Informed by semi-structured in-depth interviews with former shipyard work- ers, and focused on the meaning they attribute to the changes experienced between the 1970s and the deindustrialization period of the 1980s, this article analyses the transition from a working culture based on solidarity to a culture dominated by competition and individualism. Keywords: deindustrialization, Setúbal, working-class, shipyards, memory INTRODUCTION When I started this research in 20151 in the region where I was born – Setúbal (Portugal)2 – my main objective was to uncover the bottom-up version of events that were presented 1 This paper is the result of my Master’s research (completed in 2017) as well as work in progress on my PhD thesis, funded by a scholarship from the Foundation for Science and Technology (SFRH/BD/133510/2017). -
Aveiro Águeda Agadão Agregação Agadão Aveiro Águeda Aguada De Baixo Agregação União Das Freguesias De Barrô E Aguada De Baixo
Reorganização Administrativa do Território das Freguesias - (RATF) Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro - Reorganização Administrativa do Território das Freguesias; Declaração de Retificação n.º 19/2013, de 28 de março; Lei n.º 56/2012, de 8 de novembro - Reorganização Administrativa de Lisboa Distrito Concelho Freguesia (JF) Informação adicional Alteração RATF Freguesia criada/alterada pela RATF Informação adicional União das freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Aveiro Águeda Agadão Agregação Agadão Aveiro Águeda Aguada de Baixo Agregação União das freguesias de Barrô e Aguada de Baixo Aveiro Águeda Aguada de Cima Sem alteração Aveiro Águeda Águeda Agregação União das freguesias de Águeda e Borralha Aveiro Águeda Barrô Agregação União das freguesias de Barrô e Aguada de Baixo União das freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Aveiro Águeda Belazaima do Chão Agregação Agadão Aveiro Águeda Borralha Agregação União das freguesias de Águeda e Borralha União das freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Aveiro Águeda Castanheira do Vouga Agregação Agadão Aveiro Águeda Espinhel Agregação União das freguesias de Recardães e Espinhel Aveiro Águeda Fermentelos Sem alteração Aveiro Águeda Lamas do Vouga Agregação União das freguesias de Trofa, Segadães e Lamas do Vouga Aveiro Águeda Macieira de Alcoba Agregação União das freguesias do Préstimo e Macieira de Alcoba Aveiro Águeda Macinhata do Vouga Sem alteração Aveiro Águeda Óis da Ribeira Agregação União das freguesias de Travassô e Óis da Ribeira -
Diagnóstico Social Do Seixal: Capítulo 4 – Caracterização Socioeconómica Do Concelho Do Seixal
SEIXAL À LUPA DIAGNÓSTICO SOCIAL DO SEIXAL CAPÍTULO 4 – CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÓMICA DO CONCELHO DO SEIXAL DIVISÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E CIDADANIA 1ª REVISÃO JANEIRO 2016 DIAGNÓSTICO SOCIAL DO SEIXAL “S EIXAL À LUPA ” – 1ª REVISÃO Índice Índice de Quadros .............................................................................................................................. 2 Ficha Técnica da 1ª Revisão do Diagnóstico Social do Seixal ................................................................ 3 Capítulo 4 - Caracterização Socioeconómica do Concelho do Seixal ..................................................... 4 Perfil Económico da População Residente .................................................................................................. 12 Perfil da População com Atividade Económica ............................................................................................ 17 População Residente Desempregada .......................................................................................................... 21 1 DIVISÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E CIDADANIA REDE SOCIAL DO SEIXAL JANEIRO 2016 DIAGNÓSTICO SOCIAL DO SEIXAL “S EIXAL À LUPA ” – 1ª REVISÃO ÍNDICE DE QUADROS Quadro 1 – Empresas sedeadas no município do Seixal em 2012 (CAE-Rev.3) ................................................................................................... 6 Quadro 2 – Empresas das Indústrias Transformadoras com sede no município do Seixal em 2012 (CAE-Rev.3) ............................................... 8 Quadro -
Região Aveiro: Serviços De Transporte Em Vigor
REGIÃO AVEIRO: SERVIÇOS DE TRANSPORTE EM VIGOR MUNICÍPIO DE AVEIRO Informamos que a partir de dia 8 de junho de 2020 e por tempo indeterminado, na região de Aveiro (exceto Aveirobus), estarão em vigor os seguintes horários: Aveiro <–> Gaf. Nazaré <–> Forte da Barra <–> Costa Nova • Diariamente 07:00 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 08:00 Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 08:20 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 09:00 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 09:35 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 09:55 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 10:50 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 11:40 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 12:20 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 12:25 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 14:00 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 14:45 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 15:35 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 16:15 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 17:50 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 17:55 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 18:40 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 19:40 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 20:25 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova • Dias úteis 06:50 Aveiro – Gaf. Nazaré – Forte da Barra – Costa Nova 08:10 Costa Nova – Forte da Barra – Gaf. Nazaré – Aveiro 08:50 Aveiro – Gaf. -
AMARSUL Os Municípios De Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra E Setúbal, Accionistas Com
AMARSUL Os Municípios de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, accionistas com 49% da AMARSUL, também clientes que suportam a empresa, reunidos em Assembleia Geral ordinária, de 29 de Março de 2016, considerando que, 1. A AMARSUL, S.A. foi criada a 4 de Março de 1997, como uma empresa de capitais exclusivamente públicos, com 51% do Estado Português, através da empresa pública EGF- Empresa Geral de Fomento, e 49% dos nove Municípios da Península de Setúbal, com um contrato de concessão de 25 anos para a valorização e tratamento de resíduos sólidos urbanos até 2022; 2. Estas foram duas condições necessárias e determinantes que levaram os Municípios a aceitar aderir à AMARSUL, uma vez que desde 1976 detinham a responsabilidade exclusiva da administração destes serviços públicos, das quais continuam a não abdicar, na salvaguarda do interesse das populações dos seus concelhos; 3. Em Julho de 2015, o Governo PSD-CDS vendeu a empresa pública EGF a um Grupo com capitais privados, com as empresas SUMA e Mota-Engil, entre outras; 4. Com a privatização da EGF, o Estado privatizou a maioria do capital social da AMARSUL, 51%, contra o acordo inicial e contra a opinião dos Municípios, com 49%, à revelia dos respetivos Estatutos e do Acordo de Acionistas, num processo que os Municípios repudiam e contra o qual interpuseram acções judiciais, algumas das quais ainda decorrem; 5. Com a privatização da EGF, o Estado, unilateralmente, aumentou em mais 12 anos o prazo de exploração da AMARSUL, prolongando-o até 2034; 6. O acionista maioritário privado da AMARSUL impôs um novo modelo de gestão que tem causado dificuldades na intervenção e articulação com os Municípios, também accionistas, na gestão e na definição da estratégia da empresa, com particular relevo na elaboração do Plano de Investimentos; 7. -
Sistema Aquífero: Margem Esquerda (T3)
Sistemas Aquíferos de Portugal Continental SISTEMA AQUÍFERO: MARGEM ESQUERDA (T3) Figura T3.1 – Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Bacia do Tejo-Sado/Margem Esquerda (T3) 615 Sistemas Aquíferos de Portugal Continental Identificação Unidade Hidrogeológica: Bacia do Tejo-Sado Bacia Hidrográfica: Tejo, Sado, ribeira da Apostiça e Melides Distritos: Évora, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal Concelhos: Abrantes, Alcácer do Sal, Alcochete, Almada, Almeirim, Alpiarça, Avis, Barreiro, Benavente, Chamusca, Constância, Coruche, Gavião, Grândola, Moita, Montemor-O-Novo, Montijo, Mora, Palmela, Ponte de Sôr, Salvaterra de Magos, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Vendas Novas e Vila Franca de Xira Enquadramento Cartográfico Folhas 330, 331, 332, 333, 341, 342, 343, 344, 345, 353, 354, 355, 356, 364, 365, 366, 367, 368, 377, 378, 379, 380, 381, 390, 391, 392, 393, 394, 395, 404, 405, 406, 407, 408, 418, 419, 420, 421, 422, 430, 431, 432, 433, 434, 435, 441-B, 442, 443, 444, 445, 446, 453, 454, 455, 456, 464, 465, 466, 467, 475, 476, 477, 484, 485, 486, 494, 495 e 496 da Carta Topográfica na escala 1:25 000 do IGeoE Folhas 27-C, 27-D, 28-C, 30-D, 31-A, 31-B, 31-C, 31-D, 32-A, 32-C, 34-B, 34-C, 34-D, 35-A, 35-B, 35-C, 35-D, 38-B, 39-A, 39-C, 39-D, 42-A e 42-B do Mapa Corográfico de Portugal na escala 1:50 000 do IPCC Folhas 27-C, 27-D, 28-C, 30-D, 31-A, 31-B, 31-C, 31-D, 32-A, 34-B, 34-C, 34-D, 35-A, 35-B, 35-C, 35-D, 38-B, 39-A, 39-C e 39-D da Carta Geológica de Portugal na escala 1:50 000 do IGM Figura T3.2 – Enquadramento geográfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Bacia do Tejo-Sado/Margem Esquerda (T3) 616 Sistemas Aquíferos de Portugal Continental Enquadramento Geológico Estratigrafia e Litologia A Bacia Terciária do Tejo-Sado constitui uma depressão alongada na direcção NE-SW, que é marginada a W e N pelas formações mesozóicas da orla ocidental, a NE e E pelo substrato hercínico e a sul comunica com o Atlântico na península de Setúbal (Figura T3.3). -
1. Enquadramento Territorial
ESTUDOS DE CARACTERIZAÇÃO Capítulo I Enquadramento Territorial Janeiro 2015 REVISÃO DO PDM DE ANADIA Estudos de caracterização e diagnóstico Índice Geral: 1. Enquadramento territorial ................................................................................................................. 1 1.1. Enquadramento Geográfico ....................................................................................................... 1 1.2. Sistema urbano ............................................................................................................................... 3 1.3. Redes Intermunicipais de Infraestruturas ................................................................................... 5 1.3.1. Rede viária nacional/regional ................................................................................................. 5 1.3.2. Infraestruturas Ferroviárias ......................................................................................................... 7 1.3.3. Infraestruturas regionais de energia elétrica e de gás natural ......................................... 7 1.3.4. Tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos ..................................................... 8 Enquadramento Territorial REVISÃO DO PDM DE ANADIA Estudos de caracterização e diagnóstico Índice de Figuras: Figura 1 – Organização administrativa de acordo com a CAOP 2013 ........................................... 1 Figura 2 - Enquadramento geográfico do concelho de Anadia no distrito de Aveiro ............... 2 Figura 3 – Equidistância -
ÁGUEDA - ALBERGARIA-A-VELHA - ESTARREJA OVAR - SEVER DO VOUGA Iniciativa D'orfeu Associação Cultural Dorfeu.Blogspot.Com
ÁGUEDA - ALBERGARIA-A-VELHA - ESTARREJA OVAR - SEVER DO VOUGA Iniciativa d'Orfeu Associação Cultural www.dorfeu.pt dorfeu.blogspot.com Municípios parceiros Município de Águeda Município de Sever do Vouga Município de Estarreja Município de Ovar Município de Albergaria-a-Velha Apoio oficial Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes Terem Quartet Rússia ESTARREJA | Qua 2 Jun OVAR | Sex 4 Jun SEVER DO VOUGA | Sáb 5 Jun Rare Folk Espanha ESTARREJA | Qua 9 Jun ÁGUEDA | Sex 11 Jun SEVER DO VOUGA | Sáb 12 Jun Renato Borghetti Brasil ESTARREJA | Sex 18 Jun SEVER DO VOUGA | Sáb 19 Jun Kilema Madagáscar ESTARREJA | Sex 25 Jun SEVER DO VOUGA | Sáb 26 Jun ALBERGARIA-A-VELHA | Dom 27 Jun Mahala Raï Banda Roménia OVAR | Sex 2 Jul ÁGUEDA | Sáb 3 Jul Minyeshu Etiópia ÁGUEDA | Qui 8 Jul OVAR | Sex 9 Jul ALBERGARIA-A-VELHA | Sáb 10 Jul Serenata Guayanesa Venezuela ÁGUEDA | Qui 15 Jul OVAR | Sex 16 Jul ALBERGARIA-A-VELHA | Sáb 17 Jul concertos em sala: 5€ (ou 3,5€, consoante descontos de cada sala) todos os concertos concertos ar livre: gratuito com início às 22h00 www.festim.pt Terem Quartet Rússia Da Rússia, os mestres! Os Terem Quartet elevaram instrumentos tradicionais como a domra ou a balalaika a níveis de virtuosismo sem precedentes. Com um exuberante desempenho ao vivo, a música de Terem Quartet é pura paixão, uma caixa de ressonância da alma russa. Estes quatro verteram toda a sua formação superior nos instrumentos que tocam e o seu amor à música é subliminar: com os Terem Quartet, qualquer melodia universal soa a tradição russa. -
Adenda Ao Contrato De Gestão Entre O Estado
ADENDA AO CONTRATO DE GESTÃO ENTRE O ESTADO PORTUGUÊS, OS MUNICÍPIOS DE ÁGUEDA, ALBERGARIA-A-VELHA, AVEIRO, ESTARREJA, ÍLHAVO, MURTOSA, OLIVEIRA DO BAIRRO, SEVER DO VOUGA E VAGOS E A ADRA – ÁGUA DA REGIÃO DE AVEIRO, S.A. Considerando que, em 23 de Setembro de 2009, foi celebrado entre o Estado, os Municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Sever do Vouga e Vagos e a ADRA – Águas da Região de Aveiro, S.A. (ADRA), um Contrato de Gestão, por intermédio do qual o Estado e os referidos Municípios atribuíram à ADRA a gestão e a exploração, em regime de exclusivo, do Sistema de Águas da Região de Aveiro ou SARA. Considerando que, nos termos da Cláusula 33.ª do referido Contrato, a modificação substancial do objecto e do âmbito territorial do contrato de gestão só pode operar mediante alteração do Contrato de Parceria nos termos aí contemplados. Considerando que, nos termos da Cláusula 24.ª do Contrato de Parceria, «quando a gestão e a exploração dos serviços de águas relativos ao Sistema passe a abranger partes de sistemas municipais ou sistemas municipais de abastecimento de água para consumo público e de saneamento de águas residuais urbanas não integrados no objecto e no âmbito da Parceria, os municípios interessados celebram com os outorgantes da Parceria uma Adenda à Parceria e competentes anexos, procedendo ainda à delegação prevista na cláusula 2.ª.». Considerando o interesse do Município de Ovar e dos outorgantes do Contrato de Parceria no alargamento do Sistema aos serviços de águas