Aveiro Águeda Agadão Agregação Agadão Aveiro Águeda Aguada De Baixo Agregação União Das Freguesias De Barrô E Aguada De Baixo
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Projeto De Execução De Transposição De
PROJETO DE EXECUÇÃO DE TRANSPOSIÇÃO DE SEDIMENTOS PARA OTIMIZAÇÃO DO EQUILÍBRIO HIDRODINÂMICO NA RIA DE AVEIRO – CANAL DE OVAR ATÉ AO CARREGAL, CANAL DE OVAR ATÉ AO PARDILHÓ E CANAL DA MURTOSA – – CANAL DE ÍLHAVO, CANAIS DO LAGO PARAÍSO E CANAIS DA ZONA CENTRAL DA RIA – RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJETO DE EXECUÇÃO VOLUME I – RESUMO NÃO TÉCNICO NOVEMBRO 2017 PROJETO DE EXECUÇÃO DE TRANSPOSIÇÃO DE SEDIMENTOS PARA OTIMIZAÇÃO DO EQUILÍBRIO HIDRODINÂMICO NA RIA DE AVEIRO – CANAL DE OVAR ATÉ AO CARREGAL, CANAL DE OVAR ATÉ AO PARDILHÓ E CANAL DA MURTOSA – – CANAL DE ÍLHAVO, CANAIS DO LAGO PARAÍSO E CANAIS DA ZONA CENTRAL DA RIA – RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJETO DE EXECUÇÃO (RECAPE) VOLUME I – RESUMO NÃO TÉCNICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO ................................................................................................................ 1 2. ANTECEDENTES DO PROJETO .............................................................................................................. 4 3. DESCRIÇÃO DO PROJETO ...................................................................................................................... 5 3.1 Condições Impostas na DIA para o Projeto de Execução.................................................................. 5 3.2 Solução de Desassoreamento Adotada e Locais de Deposição dos Dragados ................................ 7 3.2.1 Desassoreamento ................................................................................................................... 7 3.2.2 Deposição -
Plano De Ação Estratégico Do Município Da Mealhada
PlanoPlano de de ação Ação estratégico Estratégico – Município da Mealhada Índice 1. ENQUADRAMENTO DO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO MUNICIPAL ...................................... 5 2. METODOLOGIA DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO MUNICIPAL .............................................................................................. 8 3. ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO – HORIZONTE TEMPORAL 2014 – 2020 .......................... 11 4. ENQUADRAMENTO GERAL DO CONCELHO DA MEALHADA .................................................. 15 4.1. HISTÓRIA DO CONCELHO ............................................................................................................. 15 4.2. IDENTIDADES E CENTRALIDADES DO CONCELHO .............................................................................. 16 4.3. DEMOGRAFIA E VARIAÇÃO POPULACIONAL .................................................................................... 21 4.4. QUALIDADE AMBIENTAL DO CONCELHO ........................................................................................ 32 4.5. EDUCAÇÃO E ESCOLARIDADE ....................................................................................................... 36 4.6. EMPREGO, CARACTERIZAÇÃO SETORIAL E EMPRESAS ....................................................................... 44 4.7. TURISMO E GASTRONOMIA LOCAL ................................................................................................ 54 4.8. SAÚDE E AÇÃO SOCIAL .............................................................................................................. -
Plano De Emergência Externo Para O Risco De Rutura Das Barragens De Ribeiradio/Ermida
PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA O RISCO DE RUTURA DA BARRAGEM DE RIBEIRADIO/ERMIDA PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA O RISCO DE RUTURA DAS BARRAGENS DE RIBEIRADIO/ERMIDA 2016 1 PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA O RISCO DE RUTURA DA BARRAGEM DE RIBEIRADIO/ERMIDA ÍNDICE Lista de acrónimos Referências legislativas Registo de atualizações e exercícios Índice de Tabelas ........................................................................................................................... 4 Índice de Figuras ............................................................................................................................ 5 PARTE I - Enquadramento 1. Introdução................................................................................................................................ 13 2. Finalidade e objetivos ............................................................................................................. 15 3. Caracterização sumária da(s) barragem(s) .......................................................................... 16 4. Caracterização do vale a jusante ........................................................................................... 19 4.1 Caracterização de cenários ................................................................................... 19 4.1.1 Cenário 1 – Rotura total e rápida da barragem de Ribeiradio, que conduz à rotura da barragem de Ermida ................................................................................................ 23 4.1.2 Cenário 2 – Abertura rápida -
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TVDE - Lista de Operadores por Denominação Denominação NIF Distrito Concelho Localidade postal 100 Rotas, Lda. 515696544 Aveiro Albergaria-A-Velha Alquerubim 309business, Unipessoal Lda 515653780 Aveiro Espinho Espinho Adequate Turtle - Unipessoal Lda 515419460 Aveiro Aveiro Aveiro Admar da Costa Teixeira, Unipessoal 515739170 Aveiro Aveiro Aveiro Lda. Alfonzo Roque Iberian Services, 515713856 Aveiro Aveiro Aveiro Unipessoal Lda Altamor, Unipessoal 515872865 Aveiro Albergaria-A-Velha Albergaria-A-Velha Alternative Connection Lda 515571490 Aveiro Espinho Espinho Alves & Rosales, Lda 515938203 Aveiro Aveiro Aveiro Astralmorning, Unipessoal Lda 514973501 Aveiro Aveiro Aveiro Auto Táxis Messiânicos, Lda 505161451 Aveiro Aveiro Aveiro Bjm, Unipessoal Lda 516104691 Aveiro Ílhavo Ílhavo Boemiotimista, Lda. 515185426 Aveiro Espinho Espinho Branquinho & Pereira, Lda. 513236171 Aveiro Aveiro Eixo Briosodisseia - Lda 516293818 Aveiro Ílhavo Ílhavo Bussolapetecível - Unipessoal Lda 515295485 Aveiro Santa Maria da Feira Argoncilhe Cálculos e Atalhos Unipessoal Lda 515983713 Aveiro Estarreja Avanca Cardume de Sombras, Unipessoal, Lda. 515923079 Aveiro Ílhavo Gafanha da Nazaré Chagas & Miranda, Lda 515218405 Aveiro Ovar Ovar Champion Asphalt Unipessoal, Lda. 514352655 Aveiro Santa Maria da Feira Fiães Vfr Classikvanguard- Unipessoal, Lda 515642746 Aveiro Albergaria-A-Velha Branca Alb Claudinei & Willian Lda. 515815578 Aveiro Ílhavo Gafanha da Nazaré Claudio Orlandelli Lopes, Sociedade 515066753 Aveiro Santa Maria da Feira Santa Maria da Feira Unipessoal Lda Clerigos H, Lda 510909078 Aveiro Santa Maria da Feira Santa Maria da Feira Critério Azul - Unipessoal Lda 515715336 Aveiro Santa Maria da Feira São João de Ver 14 de SETEMBRO de 2021 1 / 359 TVDE - Lista de Operadores por Denominação Denominação NIF Distrito Concelho Localidade postal Daniela Simões & Rafael Ferreira, Lda 515744719 Aveiro Aveiro Aveiro Dc&D22 Unipessoal Lda. -
Curriculum Vitae Castelo De Paiva, 1982. Vive E Trabalha No Porto
Curriculum Vitae Procedere é Processo, KubikGallery, Porto. Castelo de Paiva, 1982. 2011 Vive e trabalha no Porto. 760.000 segundos, Galeria Caroline Pagès, Formação Lisboa, Portugal. 2012 Lembro-me deste Sítio de Algum Lugar, Sput&nik, Porto, Portugal. Frequenta o Doutoramento Arte e Design, Faculdade de Belas Artes da Universidade do 2010 Porto (FBAUP). Laboratório Irreversível, Quarto Escuro, Porto, 2011 Portugal. I Encontro de Artistas Novos “Cidade da 2009 Cultura”, Santiago de Compostela, Espanha. Proscénio, Sala Poste-ite, Edifício Artes em 2010-2011 Partes, Rua Miguel Bombarda, Porto, Portugal. Estágio no Atelier do Artista Espanhol Ignasi 2008 Aballí (Bolsa do Ministério da Cultura Português Tempus Fugit, Galeria Caroline Pagès, Lisboa, – Projecto Inov-art). Portugal. 2009 Exposições Colectivas (selecção) Mestrado - Ensino de Artes Visuais, Faculdade de Belas e Faculdade de Psicologia da 2015 Universidade do Porto. Trabalhos da Colecção António Cachola, Centro Especialização - Intervenção em Espaços de Arte Contemporânea Graça Morais, Públicos e Obras de Arte Site-Specific – Bragança, Portugal. Universidade Lusófona do Porto. Jugada a 3 Bandas, Madrid, Espanha. 2008 Território de Trabalho, 10 anos Laboratório das 2.ª Edição do Curso de Fotografia do Programa Artes, CCVF, Guimarães, Portugal. Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Fora de campo não é fora de jogo, Dalila 2005 Gonçalves + André Alves, Exteril, Porto, Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura pela Portugal. Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (FBAUP). 2014 Exposições Individuais Sub 40, Galeria Municipal Almeida Garrett, Porto, Portugal. 2015 Estrutura, Objeto, Materia... Acción!, La ARCO – Feira de Arte Contemporânea, Conservera, Centro de Arte Contemporáneo, Kubikgallery, Madrid, Espanha. Murcia, Espanha. 2014 The Grass is always greener..., Museum of Contemporary Art, Roskilde, Dinamarca. -
Centro De Documentação De Ílhavo Guia Dos Arquivos 2
Centro de Documentação de Ílhavo Guia dos Arquivos 2 Índice I. Informação Institucional II. Informação documental a) Arquivos dos Órgãos Autárquicos 1. Câmara Municipal de Ílhavo (CMI) 2. Câmara Municipal da Vila e Couto da Ermida (CMVCE) 3. Assembleia Municipal de Ílhavo (AMI) 4. Conselho Municipal de Ílhavo (CONSMI) 5. Administração do Concelho de Ílhavo (ACI) 6. Capitania-mor das Ordenanças de Ílhavo (CMOI) b) Arquivos de temática marítima 7. Associação dos Armadores da Pesca Longínqua (ADAPLA) 8. Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau (CRCB) 9. Brites, Vaz e Irmãos, Lda (BVI) 10. Estaleiros Mónica (EM) 11. Grémio dos Armadores dos Navios de Pesca de Bacalhau (GANPB) 12. Indústria Aveirense de Pesca (IAP) 13. Parceria Geral de Pescarias (PGP) 14. Octávio Lixa Filgueiras (OLF) 15. Porto de Aveiro (PA) 16. Américo Simões Teles (AST) 17. António Gomes da Rocha Madahil (AGRM) 18. Diários de bordo (DB) 19. Cartas náuticas (CN) 20. Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) 3 I. Informação Institucional O Centro de Documentação de Ílhavo (CDI) foi criado oficialmente em novembro de 2012 e consis- te no conjunto dos fundos dos órgãos autárquicos do Município de Ílhavo e de temática marítima, tratando-se de um sistema pluricelular de grande complexidade. Encontra-se fisicamente descentralizado, estando os arquivos dos órgãos autárquicos albergados no edifício dos Paços do Concelho e os arquivos de temática marítima no Centro de Investigação e Empreendorismo do Mar (CIEMar Ílhavo), parte integrante do Museu Marítimo de Ílhavo, tutelado pela Câmara Municipal de Ílhavo. a) Arquivos dos órgãos autárquicos (Edifício dos Paços do Concelho): 1. -
Reabilitação Urbana
ÁGUEDA| REABILITAÇÃO URBANA REDE INTEGRADA DE REABILITAÇÃO URBANA DO CONCELHO DE ÁGUEDA Novembro 2015 ARU DE AGUADA DE BAIXO 2015 Julho portugalfotografiaaerea.blogspot.pt/ www. ÁGUEDA REABILITAÇÃO URBANA Rede Integrada de Reabilitação Urbana do Concelho de Águeda ARU de AGUADA DE BAIXO Sociedade Portuguesa de Inovação PR-02628 ÁGUEDA| REABILITAÇÃO URBANA REDE INTEGRADA DE REABILITAÇÃO URBANA DO CONCELHO DE ÁGUEDA ARU DE AGUADA DE BAIXO 2015 Maio ÁGUEDA REABILITAÇÃO URBANA Rede Integrada de Reabilitação Urbana do Concelho de Águeda ARU de AGUADA DE BAIXO PR-02628 Sociedade Portuguesa de Inovação ii ÁGUEDA| REABILITAÇÃO URBANA REDE INTEGRADA DE REABILITAÇÃO URBANA DO CONCELHO DE ÁGUEDA ARU DE AGUADA DE BAIXO ÍNDICE 1. Introdução ..................................................................................................................................... 6 2. Enquadramento territorial ............................................................................................................. 8 2.1 Enquadramento regional ..................................................................................................... 8 2.2 Enquadramento concelhio dos aglomerados com ARU definidas .................................. 12 3. Delimitação da Área de Reabilitação Urbana de Aguada de Baixo .......................................... 16 3.1 Enquadramento da ARU de Aguada de Baixo ................................................................. 16 3.2 Apresentação da proposta de delimitação ...................................................................... -
Inauguração Pórtico Da Bairrada Na Mealhada
N N N N OTADE OTAIMPRENSA DE IMPRENSA OTADE OTAIMPRENSA DE IMPRENSA CÂMARA MUNICIPAL DA MEALHADA 8 outubro |15h30| rotunda do Lidl NOTA DE IMPRENSA Mealhada vai receber rolha de espumante gigante do projeto Rota da Bairrada O pórtico da Rota da Bairrada e os outdoors com o slogan Unlimited Colours of Bairrada fazem parte do um projeto de dinamização da região, promovido pela Associação Rota da Bairrada e financiado pelo FEDER. Mealhada, 1 de outubro 2012 – O concelho da Mealhada vai receber, no próximo dia 8 de outubro, pelas 15h30, o novo pórtico da Rota da Bairrada. A rolha de espumante gigante vai ser colocada na rotunda junto ao Lidl, à semelhança do que tem acontecido nos concelhos que pertencem a esta associação. A instalação dos pórticos e dos outdoors com o slogan Unlimited Colours of Bairrada fazem parte do “Projeto de dinamização da Bairrada”, que está ser promovido pela Associação Rota da Bairrada. Os pórticos, em forma de rolha de espumante, e os outdoors , com o slogan Unlimited Colours of Bairrada fazem parte do “Projeto de dinamização da Bairrada”, que está a ser promovido pela Associação Rota da Bairrada, e visam identificar as principais entradas do território da Bairrada e despertar a curiosidade de todos os que se deslocam ou visitam os oito concelhos da região, que são Águeda, Anadia, Aveiro, Coimbra, Cantanhede, Oliveira do Bairro, Mealhada e Vagos. Um projeto que está a ser financiado pelo FEDER, no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro 2007 – 2013. A escolha da rolha, como símbolo identificativo, “deve-se à evocação da epopeia Bairradina da criação do primeiro espumante em Portugal em finais do seculo XIX. -
Estudo De Impacte Ambiental Soproniva- Sociedade De Produção De Aves, Lda
INDICE 1. INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 1 1.1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO E DO PROPONENTE ................................................. 2 1.2. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE LICENCIADORA ......................................................... 2 1.3. ENQUADRAMENTO LEGAL DO EIA ......................................................................... 2 1.4. IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS E PERÍODO DE ELABORAÇÃO DO EIA ............... 3 1.5. METODOLOGIA E DESCRIÇÃO GERAL DA ESTRUTURA DO EIA ................................. 4 1.5.1 METODOLOGIA DO ESTUDO .............................................................................. 4 2. JUSTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE E OBJECTIVOS DO PROJECTO ................. 6 2.1. JUSTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE DO PROJECTO ..................................................... 6 2.2. OBJECTIVOS GERAIS ............................................................................................ 7 2.3. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................... 7 2.4. ANTECEDENTES DO PROJECTO ............................................................................. 8 3. DESCRIÇÃO DO PROJECTO.................................................................................. 8 3.1. HISTÓRICO DOCUMENTADO .................................................................................. 8 3.2. LOCALIZAÇÃO, ACESSIBILIDADES E ENQUADRAMENTO TERRITORIAL DO PROJECTO . 9 3.3. DESCRIÇÃO DO -
Ria De Aveiro
Road Trips Ria de Aveiro 1 dia é bom, 2 é ótimo, 3 nunca é demais. Road Trips Património Mundial do Centro Beira Baixa Serra da Estrela Médio Tejo Oeste Ria de Ria de Aveiro Região de Coimbra Região de Leiria Aveiro Viseu Dão Lafões 1 dia é bom, 2 é ótimo, 3 nunca é demais. Como usar este roteiro… N 0 E Volta ao Centro de Portugal S Escolha a região que quer conhecer O Centro de Portugal é um território vasto e rico em ex- periências únicas. Esta é apenas uma das propostas que temos para si: uma por cada um dos oito destinos da Re- gião. Mergulhe em cada uma destas regiões, cada uma repleta de história e estórias, descubra o património, as paisagens e muitos segredos bem guardados. Prepare a sua viagem Comece esta aventura mesmo antes de sair de casa, para que nada falhe. Saiba, em cada etapa, onde carregar o Viseu Serra da seu carro elétrico ou avance para as páginas finais deste Ria de Aveiro Dão Estrela roteiro, onde, para além de conselhos úteis, também en- Lafões contrará dicas verdes para uma viagem mais sustentá- vel e amiga do ambiente. Desta forma garantimos uma viagem tão agradável para quem visita o território como para quem o habita. O que pode esperar Região de Ao longo deste roteiro damos-lhe as melhores dicas sobre Coimbra cada local. Esqueça a autoestrada e aventure-se pelo Cen- tro de Portugal por caminhos que são, eles próprios, uma experiência. Descubra os muitos museus, o Património Mundial da Humanidade, as praias mais belas e as mais Região Beira secretas, sem nunca esquecer as iguarias tradicionais de Leiria Baixa nem os melhores locais para captar as fotografias mais instagramáveis. -
Relatório Da Comissão Técnica Independente
ÍNDICE SUMÁRIO EXECUTIVO .................................................................................................................................. 7 1. NOTA PRÉVIA .......................................................................................................................................... 25 2. OS INCÊNDIOS EM ANÁLISE .................................................................................................................. 29 2.1 OS INCÊNDIOS DE PEDRÓGÃO GRANDE E DE GÓIS ..................................................................................................... 29 2.2 OUTROS INCÊNDIOS NO PINHAL INTERIOR ................................................................................................................. 30 3. IMPACTOS E TENDÊNCIAS NACIONAIS ............................................................................................... 33 3.1 AS ÁREAS ARDIDAS .................................................................................................................................................. 33 3.2 AS PERDAS DE VIDAS ............................................................................................................................................... 35 3.3 OS CUSTOS SOCIAIS QUANTIFICADOS ........................................................................................................................ 36 3.4 OUTRA DESPESA PÚBLICA .......................................................................................................................................