Academias Da Terceira Idade
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Metrô + Ônibus De Integração
OLÁ, sabemos que muitas pessoas que participam do Simpósio de Pesquisa Sobre Migrações não conhecem muito bem a região e, por isso, algumas dúvidas podem surgir. Pensando nisso, montamos esse breve guia para te ajudar e para facilitar sua experiência tanto no Campus da Praia Vermelha da UFRJ quanto no Rio de Janeiro. SUMÁRIO 4 Transportes 9 Onde comer? 12 Pontos turísticos 22 Agenda cultural 30 Outras dicas 3 TRANSPORTE Separamos algumas das principais linhas de ônibus que circulam pela Zona Sul e que passam próximas ao Campus da Praia Vermelha. TRO 1 Sai da General Osório (Ipanema), passa pela UFRJ e vai para Central (via Av. Nossa Senhora de Copacabana/ Aterro do Flamengo). * TRO 2 Sai do Jardim de Alah (entre Leblon e Ipanema), passa pela UFRJ Campus Praia Vermelha e segue para rodoviária (via Lapa). * TRO 3 Sai do Leblon, passa pela UFRJ e segue para a Central (via Aterro / Avenida Nossa Senhora de Copacabana). * TRO 4 Sai da Vinicius de Moraes (Ipanema), vai até UFRJ Campus Praia Vermelha e segue para a rodoviária. * 4 TRO 5 Sai do Alto Gávea, passa pela UFRJ e vai para Central (Via Praia de Botafogo). * INT 1 Sai da Barra da Tijuca, mas também passa pelo Alto Leblon e Vieira Souto (Ipanema) e vai para UFRJ, tendo ponto final no Shopping Rio Sul (bem próximo do Campus). * INT 2 Sai da Barra da Tijuca, passa pela Vieira Souto (Ipanema), por Copacabana (Av Atlantida) e segue para a UFRJ, tendo ponto final no Shopping Rio Sul (bem próximo do Campus). * 415 Sai da Cupertino Durão (Leblon), vai para UFRJ e depois segue para o Centro (Central). -
Listagem De Pv Para Dia D Da Campanha De Vacinação Contra Sarampo - 15/02/2020 (Sábado)
SUBPAV SVS CPI LISTAGEM DE PV PARA DIA D DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA SARAMPO - 15/02/2020 (SÁBADO) AP Nº PV ENDEREÇO BAIRRO 1 AQUARIO PRAÇA MUHAMMAD ALI GAMBOA 2 SUPERMERCADO PREZUNIC R. ITAPIRU, 474 CATUMBI 3 SUPERMERCADO MUNDIAL R. RIACHUELO, 192/194 - DE FATIMA BAIRRO DE FÁTIMA - CENTRO 4 IGREJA SANT'ANA PRAÇA CARDEAL LEME, 11200 CENTRO 5 CADEG R. CAPITÃO FÉLIX, 110 BENFICA 6 ESTAÇÃO BONDE DE SANTA TERESA R. LÉLIO GAMA, S/N CENTRO 7 PRAÇA DO LARGO DA CARIOCA LARGO DA CARIOCA CENTRO 8 EXTRA -RIO COMPRIDO R. ARISTÍDES LÔBO, 234 RIO COMPRIDO 9 BLOCO DE EMBALO RODOPIANDO LARGO DO RODO, S/N TURANO 1.0 10 PRAÇA DO ESTACIO PRAÇA DO ESTACIO ESTACIO 11 PRAÇA MAUÁ PROXIMO AO MUSEO DO AMANHÃ CENTRO 12 SUPERMERCADO ASSAÍ AV. BRASIL, 2251 CAJU 13 INSTITUTO RENOVANDO ATITUDE R. GEN. SAMPAIO, 36 CAJU 14 IGREJA DO DIVINO ESPIRITO SANTO R. ESTÁCIO DE SÁ, 167 ESTACIO 15 CENTRO LUIZ GONZAGA DE TRADIÇÕES NORDESTINAS CAMPO DE SÃO CRISTOVÃO, S/N SÃO CRISTOVÃO 16 CONDOMINIO MANGUEIRA II RUA VISCONDE DE NITERÓI, 90 MANGUEIRA 17 SUPERMERCADO EXTRA RUA SÃO LUIZ GONZAGA,122 SÃO CRISTOVÃO 18 FUNDAÇÃO LEÃO XIII RUA JUPARÁ, S/N MANGUEIRA 19 LARGO DO MACHADO LARGO DO MACHADO LARGO DO MACHADO 20 CAMELÓDROMO - CALÇADA DO METRÔ DE SÃO CONRADO METRÔ RIO SÃO CONRADO ROCINHA 21 ORLA COPACABANA ORLA COPACABANA COPACABANA 2.1 22 PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ IPANEMA 23 PRAÇA ELONEIDA STUDART PRAÇA ELONEIDA STUDART LEME 24 RUA SÁ FERREIRA C/ NOSSA SENHORA RUA SÁ FERREIRA C/ NOSSA SENHORA COPACABANA 25 PRAÇA NELSON MANDELA PRAÇA NELSON MANDELA BOTAFOGO 26 PRAÇA EDMUNDO REGO CENTRO DA PRAÇA GRAJAÚ 27 SHOPPING TIJUCA AV. -
Drainage Erosion and Concave Landform of Tijuca
DRAINAGE EROSION AND CONCAVE LANDFORM OF TIJUCA GNEISSIC MASSIF, STATE OF RIO DE JANEIRO, BRAZIL, WITH THE HELP OF SUMMIT LEVEL AND BASE LEVEL TECHNIQUE BASED ON ASTER GDEM Akihisa MOTOKI 1, Susanna Eleonora SICHEL 2; Samuel da SILVA 2, Kenji Freire MOTOKI 2; Aurélio Kasakewitch RIBEIRO 1 (1) Departamento de Mineralogia e Petrologia Ígnea, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (DMPI/UERJ). Rua São Francisco Xavier 524, Sala A-4023, Maracanã, Rio de Janeiro, CEP 20550-900, RJ. E-mail: [email protected], [email protected]. (2) Departamento de Geologia, Universidade Federal Fluminense (DG/UFF). Av. General Milton Tavares de Souza s/n, 4º andar, Gragoatá, Niterói, CEP. 24210-340, RJ. E-mail: [email protected], [email protected], [email protected]. Introduction Research methods Tijuca gneissic massif Summit level maps Base level maps Relief amount maps and MCI Altitude distribution histogram Three-dimensional concavity index Discussion Conclusion Acknowledgement Reference RESUMO - Motoki, A. Sichel, S.E., Silva, S., Motoki, K.F. Erosão por drenagens e morfologia côncava do maciço gnáissico da Tijuca, RJ, com o auxílio das técnicas de seppômen e sekkokumen com base no ASTER GDEM. Este trabalho apresenta o estado de erosão por drenagens e a concavidade tridimensional do maciço gnáissico de Tijuca, Município do Rio de Janeiro, por meio das análises geomorfológicas com base no ASTERM GDEM. O maciço tem uma extensão de 15 x 10 km e altitude relativa de 1000 m e, é constituído principalmente por ortognaisse e paragnaisse. Os mapas de seppômen mostram a ausência de escarpa marginal e a área limitada do platô virtual. -
Fire Probability in South American Protected Areas
Technical Note Fire probability in South American Protected Areas August to October 2020 South American authors: Liana O. Anderson, João B. C. dos Reis, Ana Carolina M. Pessôa, Galia Selaya, Luiz Aragão UK authors: Chantelle Burton, Philip Bett, Chris Jones, Karina Williams, Inika Taylor, Andrew Wiltshire August 2020 1 HOW TO CITE THIS WORK ANDERSON Liana O.; BURTON Chantelle; DOS REIS João B. C.; PESSÔA Ana C. M.; SELAYA Galia; BETT Philip, JONES Chris, WILLIAMS Karina; TAYLOR Inika; WILTSHIRE, Andrew, ARAGÃO Luiz. Fire probability in South American Protected Areas: August to October 2020. 16p. São José dos Campos, 2020.SEI/Cemaden process: 01250.029118/2018-78/5761326. DOI: 10.13140/RG.2.2.13727.79523 Contact: [email protected] Institutions Met Office Hadley Centre – United Kingdom Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais - Brazil Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Brazil This Technical Note was prepared with the support of the following projects: CSSP-BRAZIL - Climate Science for Service Partnership (CSSP) Brazil. Fund: Newton Fund MAP-FIRE – Multi-Actor Adaptation Plan to cope with Forests under Increasing Risk of Extensive fires Fund: Inter-American Institute for Global Change Research (IAI-SGP-HW 016) PRODIGY BMBF biotip Project – Process‐based & Resilience‐Oriented management of Diversity Generates sustainabilitY Fund: German BMBF biotip Project FKZ 01LC1824A João B. C. dos Reis and Ana C. M. Pessôa were funded by the National Council for Scientific and Technological Development (CNPq - 444321/2018-7 and 140977/2018-5, respectively). Luiz Aragão was funded by CNPq Productivity fellowship (305054/2016-3). Liana Anderson acknowledges EasyTelling, and the projects: CNPq (ACRE-QUEIMADAS 442650/2018-3, SEM-FLAMA 441949/2018-5), São Paulo Research Foundation – (FAPESP 19/05440-5, 2016/02018-2). -
Unidades De Conservação Cariocas: Histórico E Cenário Atual
Unidades de Conservação cariocas UNIDADES DE CONSERVAÇÃO CARIOCAS: HISTÓRICO E CENÁRIO ATUAL Bruna Lobo de Mattos Bezerra¹ & Paula Koeler Lira¹* ¹ Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Biologia, Rua Marquês de São Vicente 225, Gávea, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. CEP: 22451-900 E-mails: [email protected]; [email protected] (*corresponding author) MATERIAL SUPLEMENTAR 1 Tabela S1. Tópicos solicitados pelo Roteiro Metodológico (RM) de Magnanini et al. (2010). Tópicos contemplados pelo Plano de Manejo (x); tópicos que não se aplicam (na) às Unidades de Conservação (UCs). MONA: Monumento Natural, PE: Parque Estadual, PNM: Parque Natural Municipal, REBIO: Reserva Biológica Table S1. Topics requested by Magnanini et al. (2010) Methodological Plan. Topics considered in the Management Plan (x); topics that did not apply (na) to the Conservation Units. Tópicos MONA Morros PNM Bosque PNM PNM Prainha e PNM PNM PE Pedra REBIO Pão de Açúcar e Barra Chico Grumari Mendanha Paisagem Branca Guaratiba Urca Mendes Carioca Fase de Básica x x implementação da UC Estruturada x x x x x Consolidada Participativo x x x x x x x Apresentação do PM: Capa x x x x x x Formatação Contracapa x x x x x Apresentação x x x x x x Equipe x x x x x x Folha de rosto Índice x x x x x x x x Introdução x x x x x x Anexos x x x x x x x Apresentação do PM: Versão integral x x x x x x x x Formato Versão Resumida x x Informações sobre a Localização da UC x x x x x x x x UC Ficha técnica da UC x x x x x x x x Histórico, x x x x x x x x antecedentes -
Horários, Paradas E Mapa Da Linha De Metrô METRÔ L1+L4
Horários, paradas e mapa da linha de metrô METRÔ L1+L4 Linha 1+4 VER NA WEB A linha de metrô METRÔ L1+L4 | ( 1+4) tem 2 itinerários. (1) Jardim Oceânico: 00:04 - 23:57 (2) Uruguai: 00:09 - 23:54 Use o aplicativo do Moovit para encontrar a estação de metrô da linha METRÔ L1+L4 mais perto de você e descubra quando chegará a próxima linha de metrô METRÔ L1+L4. Sentido: Jardim Oceânico Horários da linha de metrô METRÔ L1+L4 25 pontos Tabela de horários sentido Jardim Oceânico VER OS HORÁRIOS DA LINHA Domingo 00:05 - 23:05 Segunda-feira 05:00 - 23:57 Uruguai 604 Rua Conde De Bonƒm, Rio de Janeiro Terça-feira 00:04 - 23:57 Saens Peña Quarta-feira 00:04 - 23:57 340 Rua Conde De Bonƒm, Rio de Janeiro Quinta-feira 00:04 - 23:57 São Francisco Xavier Sexta-feira 00:04 - 23:57 0 Avenida Heitor Beltrão, Rio de Janeiro Sábado 00:04 - 23:55 Afonso Pena 158 Rua Doutor Satamini, Rio de Janeiro Estácio 0 Sem Nome - Cl 340430, Rio de Janeiro Informações da linha de metrô METRÔ L1+L4 Sentido: Jardim Oceânico Praça Onze Paradas: 25 0 Rua Carmo Neto, Rio de Janeiro Duração da viagem: 48 min Resumo da linha: Uruguai, Saens Peña, São Central Francisco Xavier, Afonso Pena, Estácio, Praça Onze, Central, Presidente Vargas, Uruguaiana, Carioca, Presidente Vargas Cinelândia, Glória, Catete, Largo Do Machado, Avenida Presidente Vargas, Rio de Janeiro Flamengo, Botafogo, Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos, Cantagalo, General Osório, Nossa Senhora Uruguaiana Da Paz, Jardim De Alah, Antero De Quental, São 0 Rua Da Alfândega, Rio de Janeiro Conrado, Jardim Oceânico Carioca -
Humidaerelativ—% Nebulosidae—0A10 Horasdeinsolaçã
GIDADE DO -RIO DE JANEIRO (DISTRICTO FEDERAL) directoria GERAL Boletim Hebdomadário DE SAUDE PUBLICA DE estatística demographo-sajNit/\ri/\ 16° ANNO Semana de 27 de Outubro a 2 de Novembro de 1918 N. 44 Topographia População Longitude de Greenwich... 430 10' 21" W HOMENS MULHERES TOTAL id . Paris Cidade 205.379 625-756 45o 30' 36” W População í id »• Berlim 56° 34' 15” W recenseada ; Suburbios 82.611 185.687 (20-IX-1906) id <• Washington 330 58' 6” E Districto Federal.. 347-990 811.443 Latitude gcographica do pilar SW (Obs. Nac.).. 22° 54' 23,”7 População calculada para a zona urbana 700.443 id geocentrica 22° 46' 00" » » 7> suburbana.... 213.849 Area da zona urbana 158I12 3ióoma > » > todo 0 Districto Federal., 9I4.292 » » » suburbana 958k2 277oma (30 - 6 -- 1918) > geral do Districto Federal rnók* 5930111a Exposição geral, NE Movimento do estado civil Altitudes ( metros maxima 460 ZONA ZONA MEDIA da area < minima..., 1 » URBANA SUBURBANA Dl A RIA li h 11" o 0 I I média da parte mais populosa 3 » Nascimentos 160 550 79.42 Casamentos. 2 24 3-42 NOTA — Estes dados se baseiam em informações do Observatório Óbitos 1.466 4.261 608.7» Nacional e da Commissão da Carta Cadastral. Nascidos mortos... 27 IO 37 5-39 BOLETIM METEOROLOGICO DO OBSERVATORIO NACIONAL OUTUBRO E NOVEMBRO DE 1918 Temperatura centigrada CO m/m 0m/m em E Maxima Siuima m/s 0 Dias da semana ■a Xódiii CO deHoras cd Absolutas áEvaporação Altura Velocidade Ventos Q Humidade insolação da do j Nebulosidade | Pressão sombra %relativa— 100a— m/mchuva— vento predominantes 0*1 0.2 ~l -
Institucionalização Do Surfe E a Participação Das Mulheres (Década De 1960)
Institucionalização do surfe e a participação das mulheres (década de 1960) Ana Carolina Costa Cruz* Abstract Based on the concept of field sports Bourdieu (1983), we assumed that the surf so institutionalized in Rio de Janeiro took his first steps in the 1960s, just when women enter the sport. What is the participation of women in this context? Interviews were conducted with the winners of the first surfing event held on the beach of Ipanema / Rio de Janeiro in 1965: Maria Helena Beltrão, Fernanda Guerra e Heliana Oliveira, and later with Fábio Kerr, son of the founder of the Federation of Surf Carioca, founded shortly before the championship. The methodology of oral history. In conclusion, we found that certain stereotypes about women's surfing were built during the process of institutionalization, especially the professionalization of the sport. Keywords: Oral history, sports field and women. Introdução 1960 foi uma década muito curiosa, marcada por muitos exageros, mas que realmente aponta para mudanças culturais e políticas intensas no Brasil e no mundo (CARDOSO, 2005). Nessa década a ciências humanas passa a reconhecer diferentes objetos de estudos antes suprimidos pelas grandes narrativas e feitos históricos, a academia começa a valorizar as minorias sociais e a atuação na transformação do status quo, exemplo, a ascensão dos Estudos Culturais. No Brasil, a capital do país se mudara para Brasília, o inicio da década era de instabilidade, entre a guerra civil e a ditadura, culminando no golpe militar em 1964. Em meio a tudo isso, em 1965 a primeira Federação Carioca de surfe foi fundada, no Rio de Janeiro, com a participação de duas mulheres, nossas entrevistadas e competidoras. -
Gávea, Rocinha & São Conrado
Coleção Bairros do Rio – Gávea, Rocinha e São Conrado © EDITORA FRAIHA Texto extraído da coleção Bairros do Rio - Gávea, Rocinha e São Conrado – Editora Fraiha A história da Gávea Praça Santos Dumont São seis e meia da tarde, de um dia qualquer da semana. Final de uma jornada de trabalho e você precisa ir, digamos, da Praça XV, no Centro da cidade, até a Gávea, na Zona Sul. Seja qual for a opção, será necessário combinar pelo menos dois desses meios de transporte: carro, ônibus ou metrô. Se não houver nenhuma grande modificação na rotina carioca, o trajeto pode durar até uma hora, em média, e será longo, cansativo, quem sabe até um pouco exasperante. 1 Coleção Bairros do Rio – Gávea, Rocinha e São Conrado © EDITORA FRAIHA No início do século XIX, o percurso que ia da chamada Cidade Velha até o Horto Real era bem mais complicado. Tomava algo como três ou quatro horas do passageiro - fosse ele soberano ou súdito. Para visitar o jardim de plantas exóticas, bem ao lado da Fábrica da Pólvora ali instalada em 1808, Dom João VI tinha que cumprir uma rota bem desgastante. "Depois da estrada rústica da São Clemente não havia mais caminho para carruagem", conta o historiador Brasil Gerson, lembrando a cidade de ruas toscas, anteriores ao calçamento com macadame. Então lá ia Dom João até a Praia da Piaçava, mais ou menos onde é hoje a Fonte da Saudade, de onde só havia um jeito de seguir: ir de canoa até o jardim. Respeitados os duzentos anos que separam os dois momentos, parece até que continua existindo a tradicional dificuldade de chegar à "distante" Gávea, a freguesia de fora que é hoje um dos bairros mais nobres da cidade, com direito a quase 500 mil metros quadrados de área verde, um grande número de edificações tombadas pelo Patrimônio, prédios e residências luxuosas. -
Rio De Janeiro | RJ | Brazil Phone: 55 21 2142 9300 | Fax: 55 21 2511 3739 BRAZIL 24H Emergency Phone: 55 21 78455940
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Entre Sanhaços, Saguis E Sabiás Uma Pequena Autobiografia Natural
entre sanhaços, saguis e sabiás uma pequena autobiografia natural Carlos Rodrigues Brandão Este escrito foi originalmente um capítulo de livro ou um artigo publicado ou utilizado para aulas e palestras. No caso deste escrito, foi primeiro algo de memórias de vida que escrevi para mim mesmo. Nesta versão “nas nuvens” ele pode ser livre e gratuitamente acessado para ser lido ou utilizado de alguma outra maneira. Livros e outros escritos meus podem de igual maneira ser acessados livremente em www.apartilhadavida.com.br ou em www.sitiodarosadosventos.com.br LIVRO LIVRE 2 Um homem se propõe a tarefa de desenhar o mundo. Ao largo dos anos povoa um espaço com imagens de províncias, de reinos, de montanhas, de baías, de naves, de ilhas, de peixes, de habitações, de instrumentos, de astros, de cavalos e de pessoas. Pouco antes de morrer, descobre que esse paciente labirinto de linhas traça a imagem de seu rosto. Jorge Luis Borges antes dos tempos Todos nós somos uma biografia. Todas nós temos uma biografia. Todos nós vivemos cada um a sua biografia dentro de uma história que nos é comum, mas poucos deixam a sua por escrito, para si mesmos ou para os outros. E quando alguém escreve, quase sempre o que conta é o que se passou no correr da vida social. A casa, a cidade, a história dos acontecimentos urbanos ou quase urbanizados, socializados e pensados como sociedade ou cultura, mesmo quando silvestres ou rurais. Mas há alguns raros escritos diferentes, e eu já li alguns deles. Como seria a história de nossas vidas se ela fosse narrada como uma biografia em que os cenários e os seres do mundo natural deixassem de ser apenas o pano de fundo diante do qual tudo acontece, e viessem fazer parte do próprio acontecer da vida contada? Pois vivemos o fio de nossos dias em casas e em outros ambientes de convivência com outros seres humanos como nós. -
Palmas Para O Pôr Do Sol Do Arpoador!”: O Prazer De Celebrar As Emoções Relativas À “Carioquice”1
“Palmas para o pôr do sol do Arpoador!”: o prazer de celebrar as emoções relativas à “carioquice”1 Alessandra de Figueredo Porto2 Cíntia Sanmartin Fernandes3 Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, RJ Resumo O presente artigo busca compreender a relevância da “carioquice ou da carioquidade” como um elemento potencializador das sociabilidades presentes na dinâmica da cidade do Rio de Janeiro. Partindo da perspectiva supracitada, o trabalho analisa o papel das experiências, dos afetos, das emoções e da arquitetura dos lugares como fundador de um novo ethos que possui a capacidade de ressignificar um lugar: a Pedra do Arpoador. Buscou-se neste artigo descrever a dinâmica do cotidiano deste lugar da cidade, onde o viver e a experiência sensível de diversas “tribos” com o espaço (real e virtual) são capazes de elevar o Arpoador ao conceito de “lugar altar”. Nesse contexto, o hábito de aplaudir o pôr do sol pode ser visto como um gesto onde se c onstrói sociabilidades, possuindo imbricações com a geração de sentido fundamentada nas partilhas de afeto. Palavras-chave: Rio de Janeiro; Arpoador; sociabilidades; emoções; carioca. 1. Introdução Aplaudir o pôr do sol visto da Pedra do Arpoador é considerado um “momento mágico”. De acordo com o site “Rio Guia Oficial”, “o local é considerado o mais lindo para se apreciar o mar e o pôr do sol”4. Sendo assim, dezenas de pessoas sobem os degraus da Pedra do Arpoador e se reúnem no alto das rochas, em busca do melhor ângulo para assistir ao espetáculo da natureza. Alguns levam cadeiras, e se comportam como se estivessem acomodados em um camarote.