The Tactical Evolution of Brazilian Soccer
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Transcrição Marinho Chagas
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL (CPDOC) Proibida a publicação no todo ou em parte; permitida a citação. A citação deve ser textual, com indicação de fonte conforme abaixo. MARINHO, Francisco das Chagas. Francisco das Chagas Marinho (depoimento, 2012). Rio de Janeiro, CPDOC/FGV, 2012. 104p. FRANCISCO DAS CHAGAS MARINHO (depoimento, 2012) Rio de Janeiro 2012 Transcrição Nome do Entrevistado: Francisco das Chagas Marinho (Marinho Chagas) Local da entrevista: Museu do Futebol – São Paulo Data da entrevista: 12 de janeiro 2012 Nome do projeto: Futebol, Memória e Patrimônio: Projeto de constituição de um acervo de entrevistas em História Oral. Entrevistadores: Bernardo Buarque (CPDOC/FGV) e Bruno Romano Rodrigues (Museu do Futebol) Câmera: Fernando Herculiani e Theo Ortega Transcrição: Lia Carneiro da Cunha Data da transcrição: 01 de março de 2012 Conferência de Fidelidade: Thomas Dreux ** O texto abaixo reproduz na íntegra a entrevista concedida por Francisco das Chagas Marinho em 12/01/2012. As partes destacadas em vermelho correspondem aos trechos excluídos da edição disponibilizada no portal CPDOC. A consulta à gravação integral da entrevista pode ser feita na sala de consulta do CPDOC. B.H. – Marinho, queremos te agradecer especialmente por ter vindo, se deslocado de tão longe, do Rio Grande do Norte, onde você mora, para vir aqui dar esse depoimento histórico ao Museu do Futebol. Então especialmente agradecemos a você por ter aceito esse convite, por ter vindo para cá. Eu peço, Marinho, que você comece esse depoimento fazendo uma pequena apresentação de você, dizendo onde você nasceu, local de nascimento. -
Nómina 2Do-5To-2020
ESTADO DE N° GRADO D.N.I. APELLIDOS Y NOMBRES MATRICULA SECCIÓN 1 2° A 60222354 BARRETO SORJANO RONALDO KENNEDY DEFINITIVA 2 2° A 60982299 CANCHARI CALDERON LEONEL JERSI DEFINITIVA 3 2° A 60485656 CANTO CALIZAYA JOSUE JESUS DEFINITIVA 4 2° A 61027254 CEDANO PASTRANA GIANCARLO JIMMY DEFINITIVA 5 2° A 61895977 CELIZ ANTONIO MAICOL JESUS DEFINITIVA 6 2° A 60906227 CHAVEZ VICTORIA EDSON JAIR DEFINITIVA 7 2° A 61027299 CHOCCA VILA CRISTHIAN ALBERTO DEFINITIVA 8 2° A 61012620 CUYUTUPAC PEREZ ANGEL ADEMIR DEFINITIVA 9 2° A 61061549 ESTRADA MAYTA LEONERT JAIRO DEFINITIVA 10 2° A 60982311 HINOJO ZUASNABAR ESAU JIM DEFINITIVA 11 2° A 61081815 HUAMAN GONZALES JHOEL DEFINITIVA 12 2° A 61060761 LACMA MEDINA GEANPIERRE ANDRE DEFINITIVA 13 2° A 61027125 LAZA RAMOS HAROL DIEGO DEFINITIVA 14 2° A 60091964 MATOS CHAMORRO DALTON ALFREDO DEFINITIVA 15 2° A 61061040 MEDINA PONCE KIMBER PAUL DEFINITIVA 16 2° A 61131392 MENENDEZ ELGUERA LEONEL ELVIS DEFINITIVA 17 2° A 70706716 MORI BOÑON CARLOS JEFFERSON DEFINITIVA 18 2° A 61027346 ORTEGA MATOS ANDY JEAMPIER DEFINITIVA 19 2° A 60004346 POMAYA ALVINO JEAN PAUL DEFINITIVA 20 2° A 61061343 QUINTE GONZALO EDWARD DIEGO DEFINITIVA 21 2° A 61054308 RAU ARREDONDO DIEGO ALESSANDRO DEFINITIVA 22 2° A SOTO LAZO ALEXANDER EDISON 23 2° A 61061575 SOTO OTTOS FARID PERCY DEFINITIVA 24 2° A 61075574 USURIAGA FERNANDEZ DANNY JAMIR DEFINITIVA 25 2° A 61012255 VELI MEDINA BECKAN LEONEL DEFINITIVA 26 2° A 60495150 VILA DIEGO MARLON YOSMAN DEFINITIVA 27 2° A 60981412 VILCHEZ PEÑA SAITH JESUS DEFINITIVA 1 2° B 61012224 ARAUJO CORDOVA -
Futsal Rules
FUTSAL GUIDE INTRODUCTION TO FUTSAL FUTSAL was first played in 1885. Roger Grain in Montevideo, Uruguay defined the modern standard set of rules in 1932. FUTSAL’s essential elements consist of five players a side on a basketball size court with a variety of surfaces using a no-bounce ball. The sport is a great skill developer, demanding quick reflexes, fast thinking, and pinpoint passing. The no-bounce ball requires players to propel the ball using skill and the proper technique, rather than rely on the bounce of the ball. The priority in FUTSAL is to motivate players in a safe environment conducive to learning. The more pleasure kids derive from their participation, the more they wish to play and practice on their own. While their instinct to play is natural, their affection and appreciation for FUTSAL must be cultivated. FUTSAL is a great developer of such skills as: x Stop and go x Ball control x Quick feet x Dribbling x Shooting skill and power x Strategy and tactics x Individual and team play x Fair play FUTSAL: x Allows players numerous opportunities to frequently touch the one "toy" on the field, namely, the ball. x Presents many opportunities to score goals and score goals often. x Encourages regaining possession of the ball as a productive, fun and rewarding part of the game (defending). x Maximizes active participation and minimizes inactivity and boredom. x Eliminates complicated rules such as offsides that may hinder youngsters from "playing" and learning. x Allows the game to be the teacher! In Latin America and many countries in Europe, FUTSAL is second only to soccer as the most played sport. -
História E a Invenção De Tradições No Futebol Brasileiro Titulo Soares, Antonio J
História e a invenção de tradições no futebol brasileiro Titulo Soares, Antonio J. - Autor/a Autor(es) Peligro de Gol. Estudios sobre deporte y sociedad en América Latina En: Buenos Aires Lugar CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales Editorial/Editor 2000 Fecha Colección Futbol; Sociologia; Discriminacion Racial; Identidad Cultural; Tradicion; Negros; Temas Sociedad; Deportes; Deportistas; Resistencia Social; Brasil ; Capítulo de Libro Tipo de documento http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/clacso/gt/20100922012805/4.pdf URL Reconocimiento-No comercial-Sin obras derivadas 2.0 Genérica Licencia http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/deed.es Segui buscando en la Red de Bibliotecas Virtuales de CLACSO http://biblioteca.clacso.edu.ar Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO) Latin American Council of Social Sciences (CLACSO) www.clacso.edu.ar História e a invenção de tradições no futebol brasileiro c Antonio J. Soares* ...devo dizer que, se não há diferenças entre os fatos da história e da ficção, então não faz sentido ser historiador. Eric Hobsbawm1 Introdução o recorrer à literatura, acadêmica ou jornalística, sobre o passado do fu- tebol brasileiro, temos a impressão de estarmos sempre lendo os mes- A mos textos com variações não significativas. Em quase toda a produção sobre a história do futebol brasileiro encontram-se três momentos narrativos in- tegrados ou amalgamados, que falam da chegada do futebol inglês e elitista ao Brasil, da sua popularização e do papel central do negro nesse processo. O pri- meiro momento narra a chegada do futebol e enfatiza a segregação dos negros e dos pobres, o segundo relata suas lutas e resistências e o terceiro descreve a de - mocratização, ascensão e afirmação do negro no futebol. -
Jogos Que Entraram Paraahistória
UE OS Q ) JOG 70 9 A (1 LI S TÁ 70 O I 19 1 de al P X o in M 4 h - F ) L un o o NTRARAM E SI j ic xic e x E T A d é é es ISTÓRIA 1 M t S R : 2 M o n H B a do d se l) O at e re a A S D do ad p nt n d 2 e ) O u Ci 41 id a M ( 7. c tin D o ca 0 O n o d te : 1 ha ge h ARA O pa z co n Ar in ) A i a ( z T P T Co o bl a ir 2º : i m z Ja / E o ád Pú le ez ); 3’ ; D çã st (A er ºT (4 do ti : E er o /2 s al o R e al n l C 0’ re er ll p c ck e 2 or v ga O om Lo e ng ( T E a , H C lo A on to a e : Z ra L G to rs r zz o Ce . di r é be ia ic ; va 1º E u be ; G Al P cn to Ri JOG : R or T) s n é sa e gi O M o N º lo o . T o ti g DA itr e ’/1 ar ils lé R is re HIS b ) 7 C W e e S lca BRA TÓR Ár ça (3 e , P o) e a SIL 2 IA uí a T) ito e n d V x 0 0 (S n º r ão lia rlo io EXE r g /2 B t a c D TER 0 e ise 6’ s, os (Ju c c ata: CIT r 2 e T i n ru 21de j Y F. -
Vocabulário Do Futebol Na Mídia Impressa: O Glossário Da Bola
JOÃO MACHADO DE QUEIROZ VOCABULÁRIO DO FUTEBOL NA MÍDIA IMPRESSA: O GLOSSÁRIO DA BOLA Tese apresentada à Faculdade de Ciências e Letras de Assis – UNESP – Universidade Estadual Paulista, para a obtenção do Título de Doutor em Letras (Área de Conhecimento: Filologia e Lingüística Portuguesa). Orientador: Prof. Dr. Odilon Helou Fleury Curado ASSIS 2005 FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogação elaborada por Miriam Fenner R. Lucas – CRB/9:268 Biblioteca da UNIOESTE – Campus de Foz do Iguaçu) Q3 QUEIROZ, João Machado de Vocabulário do futebol na mídia impressa: o glossário da bola / João Machado de Queiroz. - Assis, SP, 2005. 4 v. (948f.) Orientador: Odilon Helou Fleury Curado, Dr. Dissertação (Doutorado) – Universidade Estadual Paulista. 1. Lingüística. 2. Filologia: Lexicologia . 3. Futebol: Mídia impressa brasileira: Vocabulário. 4. Linguagem do futebol: Neologismos: Glossá- rio. I. Título. CDU 801.3:796.33(81) JOÃO MACHADO DE QUEIROZ VOCABULÁRIO DO FUTEBOL NA MÍDIA IMPRESSA: O GLOSSÁRIO DA BOLA COMISSÃO JULGADORA TESE PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE DOUTOR Faculdade de Ciências e Letras - UNESP Área de Conhecimento: Filologia e Lingüística Portuguesa Presidente e Orientador Dr. Odilon Helou Fleury Curado 2º Examinador Dra. Jeane Mari Sant’Ana Spera 3º Examinador Dra. Antonieta Laface 4º Examinador Dra. Marlene Durigan 5º Examinador Dr. Antonio Luciano Pontes Assis, de de 2005 A Misue, esposa Por compartilhar as dificuldades e alegrias da vida A meus filhos Keyla e Fernando Por me incentivarem a lutar A meus netos Luanna e João Henrique Por me presentearem com momentos de grande alegria AGRADECIMENTOS Ao Prof. Odilon Helou Fleury Curado pela orientação a mim dedicada. Ao Prof. Pedro Caruso, estimado professor e amigo, que inicialmente me recebeu como orientando, pelo apoio e conselhos inestimáveis, sem os quais não teria concluído este trabalho. -
Onomástica Desde América Latina, N.3, V.2, Janeiro - Junho, 2021, P
Onomástica Desde América Latina, n.3, v.2, janeiro - junho, 2021, p. 199 - 212 ISSN 2675-2719 https://doi.org/10.48075/odal.v2i3.26600 Variation and changes in soccer players’ names of Brazilian National soccer team Variação e mudança em nomes de jogadores da Seleção Brasileira Vinícius Pereira de Souza Cruz Universidade Federal de Minas Gerais https://orcid.org/0000-0001-6144-018X [email protected] Eduardo Tadeu Roque Amaral Universidade Federal de Minas Gerais https://orcid.org/0000-0001-9416-3676 [email protected] Translated by Marcelo Saparas https://orcid.org/0000-0002-9924-8369 Abstract This paper presents an analysis of official and unofficial anthroponyms of soccer players from the Brazilian National team from 1958 to 2018. The theoretical framework is based on both onomastic studies, such as Amaral (2011), Amaral e Seide (2020), Bajo Pérez (2002), Becker (2012), Fernández Leborans (1999), Urrutia and Sánchez (2009), Van Langendonck (2007), Fernández Leborans (1999) and on analyses about Brazilian soccer studies such as Rodrigues (2010) and Caetano and Rodrigues (2009). The data analyzed are the players’ names on the lists selected to compete World Cup in that period. These names are classified in order to observe variation and change over time. The results indicate a predominance of official names in almost every year as well as a greater contemporary trend towards more formal name variants. Keywords: Brazilian National soccer team, soccer players, anthroponyms. Resumo Este artigo apresenta uma análise de antropônimos oficiais e não oficiais de jogadores da Seleção Brasileira do período compreendido entre 1958 e 2018. O marco teórico se apoia tanto em estudos de Onomástica, como Amaral (2011), Amaral e Seide (2020), Bajo Pérez (2002), Becker (2018), Fernández Leborans (1999), Urrutia e Sánchez (2009), Van Langendonck (2007), quanto em estudos sobre o futebol brasileiro, como Rodrigues (2010) e Caetano e Rodrigues (2009). -
Ficha Técnica Jogo a Jogo, 1992 - 2011
FICHA TÉCNICA JOGO A JOGO, 1992 - 2011 1992 Palmeiras: Velloso (Marcos), Gustavo, Cláudio, Cléber e Júnior; Galeano, Amaral (Ósio), Marquinhos (Flávio Conceição) e Elivélton; Rivaldo (Chris) e Reinaldo. Técnico: Vander- 16/Maio/1992 Palmeiras 4x0 Guaratinguetá-SP lei Luxemburgo. Amistoso Local: Dario Rodrigues Leite, Guaratinguetá-SP 11/Junho/1996 Palmeiras 1x1 Botafogo-RJ Árbitro: Osvaldo dos Santos Ramos Amistoso Gols: Toninho, Márcio, Edu Marangon, Biro Local: Maracanã, Rio de Janeiro-RJ Guaratinguetá-SP: Rubens (Maurílio), Mineiro, Veras, César e Ademir (Paulo Vargas); Árbitro: Cláudio Garcia Brás, Sérgio Moráles (Betinho) e Maizena; Marco Antônio (Tom), Carlos Alberto Gols: Mauricinho (BOT); Chris (PAL) (Américo) e Tiziu. Técnico: Benê Ramos. Botafogo: Carlão, Jefferson, Wilson Gottardo, Gonçalves e André Silva; Souza, Moisés Palmeiras: Marcos, Odair (Marques), Toninho, Tonhão (Alexandre Rosa) e Biro; César (Julinho), Dauri (Marcelo Alves) e Bentinho (Hugo); Mauricinho e Donizete. Técnico: Sampaio, Daniel (Galeano) e Edu Marangon; Betinho, Márcio e Paulo Sérgio (César Ricardo Barreto. Mendes). Técnico: Nelsinho Baptista Palmeiras: Velloso (Marcos), Gustavo (Chris), Roque Júnior, Cléber (Sandro) e Júnior (Djalminha); Galeano (Rodrigo Taddei), Amaral (Emanuel), Flávio Conceição e Elivél- 1996 ton; Rivaldo (Dênis) e Reinaldo (Marquinhos). Técnico: Vanderlei Luxemburgo. 30/Março/1996 Palmeiras 4x0 Xv de Jaú-SP 17/Agosto/1996 Palmeiras 5x0 Coritiba-PR Campeonato Paulista Campeonato Brasileiro Local: Palestra Itália Local: Palestra Itália Árbitro: Alfredo dos Santos Loebeling Árbitro: Carlos Eugênio Simon Gols: Alex Alves, Cláudio, Djalminha, Cris Gols: Luizão (3), Djalminha, Rincón Palmeiras: Velloso (Marcos), Gustavo (Ósio), Sandro, Cláudio e Júnior; Amaral, Flávio Palmeiras: Marcos, Cafu, Cláudio (Sandro), Cléber e Júnior (Fernando Diniz); Galeano, Conceição, Rivaldo (Paulo Isidoro) e Djalminha; Müller (Chris) e Alex Alves. -
Paulo Roberto Falcão (Depoimento, 2012)
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL (CPDOC) Proibida a publicação no todo ou em parte; permitida a citação. A citação deve ser textual, com indicação de fonte conforme abaixo. FALCÃO, Paulo Roberto. Paulo Roberto Falcão (depoimento, 2012). Rio de Janeiro, CPDOC/FGV, 2012. 76p. PAULO ROBERTO FALCÃO (depoimento, 2012) Rio de Janeiro 2014 Transcrição Nome do entrevistado: Paulo Roberto Falcão Local da entrevista: Porto Alegre – Rio Grande do Sul Data da entrevista: 29 de outubro de 2012 Nome do projeto: Futebol, Memória e Patrimônio: Projeto de constituição de um acervo de entrevistas em História Oral. Entrevistadores: Bernardo Buarque (CPDOC/FGV) e Felipe dos Santos (Museu do Futebol) Transcrição: Carolina Gonçalves Alves Data da transcrição: 22 de novembro de 2012 Conferência da transcrição : Felipe dos Santos Souza Data da conferência: 28 de outubro de 2012 ** O texto abaixo reproduz na íntegra a entrevista concedida por Paulo Roberto Falcão em 29/10/2012. As partes destacadas em vermelho correspondem aos trechos excluídos da edição disponibilizada no portal CPDOC. A consulta à gravação integral da entrevista pode ser feita na sala de consulta do CPDOC. Bernardo Buarque – Falcão, boa tarde. P.R. – Boa tarde. B.B. – Muito obrigado por aceitar esse convite de compor o acervo, a memória do Museu do Futebol Brasileiro e a gente quer começar, Falcão, contando um pouquinho... Que você nos contasse a sua infância, sua cidade de nascimento, local... P.R. – É... O prazer é meu, evidentemente, não é, de participar junto com outros companheiros. É... Dessa memória do futebol tão rica, não é, do futebol brasileiro e.. -
[Ilton Camargo Elege Uma Seleção Tricolor I "Ritè Poy, De Sordi E Mauro; Pé, Jbancr C Alfre- Üo; Maurinho, Humberto, Gino
~ ¦**? ..rwar-''*rt;vrtn^m ^^jn^^rirril^ TKf*fr."? !T^f'yfnvT*^xr/^íi'i ^^^^:y^'r;^rr^^r.,'i^^jrm*T-^n^ri^iF-*^r-t*~r^'^ ...¦i*m.B,»¦«* (^""(jw-T^^J" [ilton Camargo elege uma seleção tricolor I "ritè Poy, De Sordi e Mauro; Pé, JBancr c Alfre- üo; Maurinho, Humberto, Gino. JSearl MUNDO e Teixeirinha >*.J*«*. Humlierto uuica exceção e o craque do campeonato para o critico da Difusora. A própria reportagem se surpreendeu com a formula apresentada pelo decinio-nono hmf ANO VIU S. Paulo, Terça-feira, 1 de Dezembro de 1953 N. 509 cronista que ouvimos "-• '¦¦.-':...¦¦¦¦' -'.-¦-¦'-¦.-"¦•¦¦¦ -*w?**,WWK1S'S j**-*"'''!''**-;*!*-**^^¦¦;¦ mr,Ttasmmm!f'iL.,"^í,.-^\í...m,.-L. í222SeS -.*_—_--*_ ¦* «_Vir.---,;_.SCii_>_-t-.»>*<, ra^.-, „; t^^j:-**^—-f±r ,-+¦*+# *.-/.. MUNPO ESPORTIVO tmr*.UÜà. MMf.3 MÁXIMOS E MÍNIMOS DA RODADA SAO PAULO TRIUNFA — tem PRIMEIRA OPORTUNIDADE — Osvaldi- VELHA CLASSE Oberdan jeito pa- Ortega, no ra tudo. Arremessou com a mfio direita uma bo- nho entrou pela direita e largou para na A LEI E PELA LEI recebeu e lar- la Fiume, imprimindo-lhe tal efeito que COM bico da grande área. O argentino para im- A bola foi rasteira e trajetória a meia altura, tomou novo Reconhecendo mi • doeclossificoçio do Catanduva um ato gou o pé, violentamente. própria da roçou o de Valter. pulso e ganhou terreno até as proximidades administrativo da F. P. F., •. por conseguinte, do sua inlelia au- poste do tocorrer — Nada vimos em divisória Quanta experiência. ienomia, Intxisiindo. doata .ora», possibilidade to JARDIM DA INFÂNCIA — Friaça tomou a bo- foi acolhido tempo, ten- MAIOR INICIATIVA •o efeito suspensivo, o muito monos, de m o conceder Castro, extrema luso. -
Jovens: Escola, Futebol E Projetos De Vida
http://dx.doi.org/10.5007/2175-8042.2017v29n51p174 JOVENS: escola, futebol e projetos de vida Bruno Martins Ferreira1 Osmar Moreira de Souza Junior2 Luana Zanotto3 Fernando Donizete Alves4 RESUMO Esse artigo buscou compreender os projetos de vida de 11 meninos entre quinze e dezesseis anos, estudantes do primeiro ano de ensino médio de uma escola estadual situada em São Carlos-SP. De abordagem qualitativa, se utilizou questionários e for- mação de grupos focais para a coleta dos dados. Os resultados foram organizados em quatro categorias de discussão: i) “significado de ser jovem”,ii) “significação da escola na vida dos jovens”, iii) “significado do futebol na vida dos jovens” e iv) “jovens, pro- jetos de vida, crenças e desejos sobre o futuro”. Os participantes apontaram a escola como base em seus futuros, legitimando o cumprimento do ciclo regular na ideia de ser “alguém na vida”. Somado a isso, o futebol foi significado como modo de socialização, paixão, lazer e sonho, sendo visto como possibilidade de valorização pessoal, social e financeira, embora deflagrada a dificuldade de tal desejo ser sustentável em relação a crença dos próprios jovens. Palavras-chave: Projeto de Vida. Futebol. Escola. 1 Mestrando em Educação. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). São Carlos/São Paulo, Brasil. E-mail: [email protected] 2 Doutor em Educação Física. Professor do Departamento de Educação Física e Motricidade humana da Universidade Federal de São Carlos (DEFMh/ UFSCar). São Carlos/São Paulo, Brasil. E-mail: [email protected] 3 Doutoranda em Educação. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). São Carlos/São Paulo, Brasil. -
Trabalho, Interessa Mais a Discussão Jornalística, Da Produção Do Conteúdo Até Sua Apropriação Pelo Público
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – São Paulo - SP – 05 a 09/09/2016 Tecnologias do imaginário como ferramentas para compreender as derrotas do Brasil nas Copas de 1950 e 20141 Lucas RIZZATTI2 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS Resumo Diante da repercussão da derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014, surgiram diversas comparações do trauma recente em relação ao primeiro revés da seleção como anfitrião desse evento, em 1950. O objetivo é igualmente estabelecer uma comparação, mas sob ponto de vista jornalístico, acerca do possível impacto dos meios de comunicação de cada época na construção dos vilões das derrotas. Pretende-se apresentar a noção de tecnologias do imaginário para nortear as seguintes questões, entre outras: teriam os brasileiros absorvido da mesma maneira um fracasso esportivo com diferença de 64 anos uma vez que os meios de comunicação parecem ter recursos distintos de emissão e apropriação? O quanto isso pode afetar a cristalização do imaginário do culpado por uma derrota? Assim, busca-se uma reflexão preliminar sobre os meios e suas coberturas. Palavras-chave: tecnologias do imaginário; jornalismo esportivo; Copa do Mundo; vilão. Introdução Um dos maiores eventos esportivos do planeta, a Copa do Mundo vai muito além de suas implicações relativas ao futebol. Mexe com imaginário de uma nação, tem capacidade de eleger heróis e vilões e, por que não, pode sintetizar conceitos e tendências de uma determinada época. Não raro, lembranças ou personagens são evocados como exemplos ou sintetizadores de determinada Copa do Mundo e, por consequência, acabam se perpetuando e ultrapassando a fronteira de um campo de jogo.