Seminário 10 Anos Fundacine
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Gramado Se Transforma Para Festival De Cinema
Ano 6 I 16 Agosto 2019 I Especial Festival de Cinema www.gramadoenfoco.com.br I Distribuição Gratuita Os filmes inéditos GRAMADO SE são destaque, mas os TRANSFORMA homenageados que passam pelo Tapete PARA FESTIVAL Vermelho são o ápice DE CINEMA do evento! TROFÉU CIDADE DE GRAMADO PARA MAURICIO DE SOUSA • TROFÉU EDUARDO ABELIN PARA CARLA CAMURATI KIKITO DE CRISTAL PARA LEONARDO SBARAGLIA • TROFEU OSCARITO PARA LAZZARO RAMOS 2 Ano 6 I 16 Agosto 2019 I Especial Festival de Cinema I www.gramadoenfoco.com.br I Distribuição Gratuita Salve o Festival de Iara Sartori, confiante no Cinema de Gramado sucesso do evento 47º Festival de sempre carismática o bom nível dos filmes Cinema de Gra- e competente Dire- vai agradar ao públi- mado represen- O tora de Eventos da co, e Gramado continu- ta a consolidação de um A Gramadotur Iara Sarto- ará sendo o grande pal- dos mais antigos e con- sagrados eventos cultu- ri, fala sobre o Festival de co de debates do cinema rais do Brasil. Cinema. brasileiro e sul-america- Forjado por homens Como é pra você fa- no. Teremos uma grande e mulheres valorosos, a zer parte da organização participação de atores, cada ano se renova ao do Festival? diretores e produtores, sediar a exibição de pro- É uma responsabili- em boa parte em função duções nacionais e in- dade grande realizar um de um acordo que Gra- ternacionais ensejado- evento que acontece pelo Participar de um mado fez a com a com- ras de reflexões, confli- 47o ano consecutivo. O evento que projetou Gra- panhia aérea Gol. -
Projeto De Resolução Do Senado N° 25, De 1998
Atividade Legislativa Projeto de Resolução do Senado n° 25, de 1998 Autoria: Senadora Emília Fernandes (PDT/RS) Iniciativa: Ementa: Institui o Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz e dá outras providências. Assunto: - Data de Leitura: 18/03/1998 Tramitação encerrada Decisão: Aprovada pelo Plenário Último local: - Destino: À promulgação Último estado: 20/10/2005 - DEFERIDA Matérias Relacionadas: Requerimento nº 1317 de 2011 Despacho: Relatoria: 06/11/2008 (Despacho Inicial) CCJ - (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) null Relator(es): Senador Francelino Pereira (encerrado em 22/12/2014 - ) Análise - Tramitação sucessiva (SF-CE) Comissão de Educação, Cultura e Esporte (SF-CCJ) COMISSÃO CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA (SF-CDIR) Comissão Diretora TRAMITAÇÃO 15/01/2016 SF-COARQ - Coordenação de Arquivo Ação: Recebido e arquivado vols. I e XXV ao XLIV ************* Retificado em 28/01/2016************* Devolvido e arquivado. pg 1 Atividade Legislativa Projeto de Resolução do Senado n° 25, de 1998 TRAMITAÇÃO 29/12/2015 SF-SAOP - Secretaria de Apoio a Órgãos do Parlamento Ação: Vinte e um volumes encaminhados ao arquivo (I e XXV a XLIV). 01/08/2014 SF-SAOP - Secretaria de Apoio a Órgãos do Parlamento Ação: A partir de 1º de agosto de 2014 os boletins de ação legislativa não mais serão impressos, nos termos da Instrução Normativa nº 1, de 2014, do Secretário-Geral da Mesa. As consultas sobre a tramitação da matéria devem ser realizadas diretamente no sistema eletrônico próprio. 22/10/2013 SF-SAOP - Secretaria de Apoio a Órgãos do Parlamento Ação: Encerrado, nesta data, o vol. XLIV, à fl. 12159 e aberto o vol. XLV, à fl. -
Mise-En-Scène
ESTUDOS DE CINEMA E AUDIOVISUAL SOCINE - Volume 1 - ISBN: 978-85-63552-08-2 ANO XV – SÃO PAULO 2012 Gustavo Souza, Laura Cánepa, Maurício de Bragança, Rodrigo Carreiro (orgs.) XIII ESTUDOS DE CINEMA E AUDIOVISUAL SOCINE - Volume 1 - SÃO PAULO - SOCINE 2012 XIII Estudos de Cinema e Audiovisual Socine – Vol. 1/ Organizadores: Gustavo Souza, Laura Cánepa, Maurício de Bragança, Rodrigo Carreiro – São Paulo: Socine, 2012 – 358 p. (Estudos de Cinema e Audiovisual 1 – v. 13) ISBN: 978-85-63552-08-2 1. Cinema. 2. Cinema brasileiro. 3. Cinema latino-americano. 4. Documentário. 5. Teoria (Cinema). 7. Produção (Cinema). 8. Audiovisual. I Título. CDU: 791.34 (20a) CDD: 791.4 Estudos de Cinema e Audiovisual – Socine - Volume 1 - ____________________________ Coordenação editorial Gustavo Souza Capa A partir de arte gráfica de Fábio Portugal e Valdirene Martos Projeto Gráfico e Diagramação Paula Paschoalick Revisão Marcos Visnadi ____________________________ 1a edição digital: setembro de 2012 Encontro realizado na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em setembro de 2011 Socine - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual Diretoria da Socine Maria Dora Mourão (USP) – Presidente Anelise Corseuil (UFSC) – Vice-Presidente Mauricio R. Gonçalves (Universidade de Sorocaba) – Tesoureiro Alessandra Brandão (UNISUL) – Secretária Conselho Deliberativo Adalberto Müller (UFF) André Brasil (UFMG) André Keiji Kunigami (UFRJ) – representante discente Andréa França (PUC-RJ) Consuelo Lins (UFRJ) Ilana Feldman (USP) – representante -
Festival De Cinema Encerramento I Distribuição Gratuita
Ano 6 I 23 Agosto 2019 I Festival de Cinema Encerramento www.gramadoenfoco.com.br I Distribuição Gratuita APLAUSOS PARA O Festival “Bruna Marquezine, ABSOLUTAMENTE ELEGANTE CRUZOU o Tapete Vermelho e deixou os fãs em total alvoroço, no palco do Palácio dos Festivais a emoção tomou conta da atriz!” 47º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO DE CINEMA DE 47º FESTIVAL 2 Ano 6 I 23 Agosto 2019 I Festival de Cinema Encerramento I www.gramadoenfoco.com.br I Distribuição Gratuita EDITORIAL “Aqui a magia é real” FESTIVAL DE CINEMA é o tema oficial do Natal Luz presentamos ao público duas edições do 47º Festival de Cinema de Gramado, com traindo mais de dois milhões e Ao intuito de proporcionar uma leitura co- Ameio de turistas to- erente e levar informações sobre a maravilhosa dos os anos, o 34º Natal história do cinema, suas ações e seus astros. Luz de Gramado ratifica a O Festival de Cinema de Gramado acontece força e dedicação da co- na cidade mais bela da Serra Gaúcha e mesmo munidade local para re- cepcionar seus visitantes. com a crise da mídia no mundo e no Brasil, foi O tradicional evento tem possível manter as edições propostas! início dia 24 de outubro e Uma atitude impar do jornalismo impresso lo- segue até o dia 12 de ja- cal, uma equipe guerreira e interessada, bons par- neiro de 2020. ceiros, que fazem valer a pena o objetivo maior Serão centenas de ar- da publicação desta ferramenta de comunicação. tista, bailarinos, canto- res, músicos, atores, pro- Anunciado 16 páginas sempre contando dutores e diretores, que com a equipe da Pauta – Conexão e Conteúdo, aliam talento e inspira- seus boletins diários, que buscam alcançar a ção transformando Gra- qualidade ideal para sua leitura. -
Faculdade Ou Escola Programa De Pós -Graduação Faculdade De Comunicação Social
FACULDADE OU ESCOLA PROGRAMA DE PÓS -GRADUAÇÃO FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ADRIANA DONATO DOS REIS POLÍTICAS CULTURAIS: EXPRESSÃO DE COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DO PATROCÍNIO CULTURAL Porto Alegre 2017 ADRIANA DONATO DOS REIS POLÍTICAS CULTURAIS: EXPRESSÃO DE COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DO PATROCÍNIO CULTURAL Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Comunicação Social, pelo Programa de Pós- Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Orientador: Prof. Dr. Antonio Carlos Hohlfeldt PORTO ALEGRE 2017 ADRIANA DONATO DOS REIS POLÍTICAS CULTURAIS: EXPRESSÃO DE COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DO PATROCÍNIO CULTURAL Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Comunicação Social, pelo Programa de Pós- Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Aprovada em: ___________________ _________________________________________________ Prof. Dr. Antonio Carlos Hohlfeldt (PUCRS) _________________________________________________ Prof. Drª. Dóris Fagundes Haussen (PUCRS) _________________________________________________ Prof. Dr. Leandro Valiati (UFRGS) Porto Alegre 2017 AGRADECIMENTOS Esta pesquisa não é um trabalho individual. Diversos autores, artistas e produtores culturais, pensadores da cultura, contribuíram direta e indiretamente para este trabalho, através de publicações, discussões e reflexões. Agradeço imensamente ao meu orientador Antonio Hohlfeldt, por ter compartilhado comigo seu conhecimento em política, cultura e comunicação social, e por haver colocado meus pés no chão em muitos momentos, fazendo com que eu deixasse um pouco de lado meu olhar de artista, para tornar essa pesquisa mais imparcial e esclarecedora. Não tenho dúvida que sem a sua contribuição e paciência, este trabalho não seria possível. Agradeço a minha família, principalmente meu irmão Fabiano que esteve sempre presente com seu pensamento crítico. -
Ana Júlia Carepa
Senado Federal MESA Biênio 2011/2012 SENADO FEDERAL Senador José Sarney SECRETARIA ESPECIAL PRESIDENTE DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES DIRETOR Senadora Marta Suplicy Senador João Ribeiro 1ª VICE-PRESIDENTE 2º SECRETÁRIO Florian Augusto Coutinho Madruga Senador Waldemir Moka Senador João Vicente Claudino DIRETOR ADJUNTO André Luiz Rodrigues Santana 2º VICE-PRESIDENTE 3º SECRETÁRIO DIRETOR DA SUBSECRETARIA INDUSTRIAL Senador Cícero Lucena Senador Ciro Nogueira 1º SECRETÁRIO 4º SECRETÁRIO José Farias Maranhão DIRETOR DA SUBSECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO, SUPRIMENTO DE MATÉRIAS-PRIMAS E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SUPLENTES DE SECRETÁRIO Luiz Carlos da Costa Senador Casildo Maldaner DIRETORA DA SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS Senador João Durval Anna Maria de Lucena Rodrigues Senadora Maria do Carmo Alves Senadora Vanessa Grazziotin DIRETOR DA SUBSECRETARIA DE ANAIS Fernando Antônio Nunes Reis Doris Marize Romariz Peixoto DIRETORA-GERAL Claudia Lyra Nascimento SECRETÁRIA-GERAL DA MESA Senado Federal MESA Biênio 2011/2012 SENADO FEDERAL Senador José Sarney SECRETARIA ESPECIAL PRESIDENTE DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES DIRETOR Senadora Marta Suplicy Senador João Ribeiro Dados Biográficos Florian Augusto Coutinho Madruga 1ª VICE-PRESIDENTE 2º SECRETÁRIO Senadoras Senador Waldemir Moka Senador João Vicente Claudino DIRETOR ADJUNTO 1979André Luiz Rodrigues Santana2012 2º VICE-PRESIDENTE 3º SECRETÁRIO DIRETOR DA SUBSECRETARIAVOLUME I INDUSTRIAL Senador Cícero Lucena Senador Ciro Nogueira 1º SECRETÁRIO 4º SECRETÁRIO José FariasA-J Maranhão DIRETOR DA SUBSECRETARIA -
Leia Também Carlos D
Nº 510 | Ano XVII | 4/9/2017 PraA crise do Rio Grande onde do Sul vai além da questão econômicair Luís Augusto Fischer Róber Iturriet Avila Marcos Rolim Francisco Marshall Pedro Osório Giba Assis Brasil Cecilia Hoff Jaime Betts Leia também Carlos D. Paz ■ ■ Bruno Lima Rocha Riccardo Cristiano ■ ■ Fernando Del Corona Maria Augusta Maturana ■ ■ Perfil - Maura Corcini Lopes EDITORIAL Pra onde ir – A crise do Rio Grande do Sul vai além da questão econômica m 1984, na 14ª edição da Califórnia da montador de cinema e professor Giba Assis Canção Nativa, festival de música realiza- Brasil afirma que as atitudes de Sartori de- do no Rio Grande do Sul, um jovem cantor nunciam que a crise de identidade não é ape- Ese destacou com os versos de uma canção com- nas do governo, mas de todos. E encerrando posta por Dilan Camargo e Celso Bastos: “Pra a sequência de textos que tratam do tema de onde ir, pra onde ir / Quem do campo empobre- capa, o psicanalista Jaime Betts apresenta ceu / Pra onde ir, pra onde ir / Quem na cidade quatro sintomas sociais dos gaúchos. se perdeu”. A voz era de Victor Hugo, atual secre- A revista apresenta outros assuntos nesta edi- tário da Cultura do Rio Grande do Sul. ção. O doutor em História Carlos D. Paz parte Para se saber aonde ir, para se discutir o cami- do filme O Silêncio (2016), de Martin Scorse- nho que deve seguir um estado fraturado, mas se, para, na experiência jesuíta, refletir sobre notório por sua empáfia e presunção de supe- a necessidade de se inserir e relacionar com rioridade, antes é importante aprofundar o en- “o diferente”. -
De Porto Alegre Nas Áreas Do Audiovisual, Teatro E Música Popular, Entre 1975 E 1985
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Filosofia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social “Dançar nos fez pular o muro” Um estudo antropológico sobre a profissionalização na produção artística em Porto Alegre (1975-1985) Nicole Isabel dos Reis Trabalho apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Antropologia Social. Orientador: Prof. Dr. Bernardo Lewgoy Porto Alegre, Abril de 2005. Resumo Esta pesquisa trata do processo de profissionalização na produção artística entre jovens de Porto Alegre nas áreas do audiovisual, teatro e música popular, entre 1975 e 1985. Através de um ponto de vista antropológico, procura-se relativizar a unidade da categoria “profissão” no fazer artístico, buscando uma compreensão dos trânsitos entre as áreas de produção e sua configuração numa rede de cooperação nos moldes de um art world tal como proposto por Becker (1982). Esta dissertação pretende, assim, desvelar algumas maneiras pelas quais alguns projetos sociais de camadas médias na Porto Alegre do final do período da ditadura militar no Brasil tornaram-se caminhos alternativos que permitiram a ascensão ao mercado de uma nova “geração de produtores de arte”. 2 Abstract This research deals with the process of profissionalization in the artistic production among young people in Porto Alegre, in the areas of audiovisual, theater and popular music, from 1975 to 1985. Through an anthropological point of view, the unity of the category “profession” is an object of relativisation, in the search of a comprehension of the transits between the production areas and its configuration in a network of cooperation such as Becker’s proposal of an “art world” (1982). -
De Roberto Farias
AVISO AO USUÁRIO A digitalização e submissão deste trabalho monográfico ao DUCERE: Repositório Institucional da Universidade Federal de Uberlândia foi realizada no âmbito do Projeto Historiografia e pesquisa discente: as monografias dos graduandos em História da UFU, referente ao EDITAL Nº 001/2016 PROGRAD/DIREN/UFU (https://monografiashistoriaufu.wordpress.com). O projeto visa à digitalização, catalogação e disponibilização online das monografias dos discentes do Curso de História da UFU que fazem parte do acervo do Centro de Documentação e Pesquisa em História do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia (CDHIS/INHIS/UFU). O conteúdo das obras é de responsabilidade exclusiva dos seus autores, a quem pertencem os direitos autorais. Reserva-se ao autor (ou detentor dos direitos), a prerrogativa de solicitar, a qualquer tempo, a retirada de seu trabalho monográfico do DUCERE: Repositório Institucional da Universidade Federal de Uberlândia. Para tanto, o autor deverá entrar em contato com o responsável pelo repositório através do e-mail [email protected]. Universidade Federal de Uberlândia Instituto de História História e cinema: Um estudo de Pra frente Brasil (1983), de Roberto Farias Sérgio Campos Mesquita 2006 SÉRGIO CAMPOS MESQUITA História e cinema: Um estudo de Pra frente Brasil (1983), de Roberto Farias Monografia apresentada ao Curso de Graduação em História, do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia, como exigência parcial à obtenção do título de Bacharel em História, sob a orientação do Prof. Dr. Pedro Spinola Pereira Caldas. Uberlândia/MG 2006 MESQUITA, Sérgio Campos (1975). História e cinema: Um estudo de Pra frente Brasil (1983), de Roberto Farias. -
É Tudo Verdade? Cinema, Memória E Usos Públicos Da História
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA JULIANA MUYLAERT MAGER É TUDO VERDADE? CINEMA, MEMÓRIA E USOS PÚBLICOS DA HISTÓRIA NITERÓI 2019 JULIANA MUYLAERT MAGER É tudo verdade? Cinema, memória e usos públicos da história Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Setor: História Contemporânea II: Cultura e Sociedade Orientadora: Prof. Dra. Ana Maria Mauad de Sousa Andrade Essus Niterói 2019 JULIANA MUYLAERT MAGER É tudo verdade? Cinema, memória e usos públicos da história Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Setor: História Contemporânea II: Cultura e Sociedade Aprovada em 19 de Março de 2019. BANCA EXAMINADORA _______________________________________________________ Prof.ª Dr.ª Ana Maria Mauad de Sousa Andrade Essus – UFF Orientadora _______________________________________________________ Profa. Dra. Consuelo da Luz Lins – UFRJ _______________________________________________________ Prof. Dr. Tunico Amâncio – UFF _______________________________________________________ Prof. Dr. Carlos Eduardo Pinto de Pinto – UERJ _______________________________________________________ Prof. Dr. Francisco Santiago Fernandes das Chagas Jr. – UFRN Niterói 2019 Ao Bernardo AGRADECIMENTOS A realização -
$%&'()(F+2,+5H%+ %10',&%&+S2%-&
$%&'()(F+2,+5H%+ %10',&%&+S2%-& KAK KA# !"#$%&'($)*(+" influence of relational static and institutional critic, many as a fable narrative or data recitation. This tendency is m)6%o)6&+ artists conceive their work as a group of activities that can natural, since a groups activation by conversation is an include collaborative works, actions on the public sphere, extremely difficult task that requires practice and skill; $%&'()(F+2,+5H%+ investigations, didactical narratives or even the appropria- however, ignoring the need for dialogue equals denying tion of the museum’s institutional language. Within the 8th the potential for reflection and individual knowledge. In Mercosul Biennial’s group of artists one might find several the mediation program emphasis was placed on these :10',&%&+m2%-& sorts of strategies more or less linked with those processes inductive and dialogical strategies, including using Paulo of pedagogy’s communication and interpretation and/or Freire’s critical pedagogy’s views and Augusto Boal’s social practice. The work of Argentinean artist Alicia Herrero group dynamics with the purpose of tracing a direct line $';-)+<%-(7%6' is based on dialogue as a work; the Spanish artist Paco Cao between Brazil’s rich pedagogical tradition. Thus, in this makes use of the didactic rhetoric of the documentary and volume are included some texts used as resources for the the exhibition to manufacture complex sets about cultural mediation course’s participants. identity; the Slavs and Tartars Collective utilizes public pub- The present publication has the objective of offering a sought to render visible the learning process as a creative One of the most important dialogical strategies, and prob- lications and programs as a way to disseminate its ideas; compilation of the different focus areas of the Educational act, establishing the parallel between making art and cre- ably this year’s Biennial most ambitious project, was the the Center for Land Use Interpretation acts as an essentially Program, including texts, testimonials and documents ating knowledge. -
Walmor Chagas Ensaio Aberto Para Um Homem Indignado
Walmor Chagas Ensaio Aberto para Um Homem Indignado Walmor Chagas Ensaio Aberto para Um Homem Indignado Djalma Limongi Batista Contém o texto integral do espetáculo Walmor Chagas, Um Homem Indignado São Paulo, 2008 Governador José Serra Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho Apresentação Segundo o catalão Gaudí, Não se deve erguer monumentos aos artistas porque eles já o fizeram com suas obras. De fato, muitos artistas são imortalizados e reverenciados diariamente por meio de suas obras eternas. Mas como reconhecer o trabalho de artistas geniais de outrora, que para exercer seu ofício muniram-se simplesmente de suas próprias emoções, de seu próprio corpo? Como manter vivo o nome daqueles que se dedicaram a mais volátil das artes, escrevendo dirigindo e interpretando obras primas, que têm a efêmera duração de um ato? Mesmo artistas da TV pós-videoteipe seguem esquecidos, quando os registros de seu trabalho ou se perderam ou são muitas vezes inacessíveis ao grande público. A Coleção Aplauso, de iniciativa da Imprensa Oficial, pretende resgatar um pouco da memória de figuras do Teatro, TV e Cinema que tiveram participação na história recente do País, tanto dentro quanto fora de cena. Ao contar suas histórias pessoais, esses artistas dão-nos a conhecer o meio em que vivia toda uma classe que representa a consciência crítica da sociedade. Suas histórias tratam do contexto social no qual estavam inseridos e seu inevitável reflexo na arte. Falam do seu engajamento político em épocas adversas à livre expressão e as conseqüências disso em suas próprias vidas e no destino da nação.