As Dinâmicas Competitivas Da Imprensa Escrita
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Vik Muniz N./B. 1961, São Paulo, Brazil Vive E Trabalha/Lives and Works in Rio De Janeiro and New York
vik muniz n./b. 1961, são paulo, brazil vive e trabalha/lives and works in rio de janeiro and new york formação / education B.A. in Advertising from Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), São Paulo, Brazil exposições (seleção) / exhibitions (selection) individuais em negrito / solo exhibitions in bold 2018 Vik Muniz, Chrysler Museum of Art, Norfolk, USA Vik Muniz: Verso, Belvedere Museum Vienna, Vienna, Austria Plastic Entanglements: Ecology, Aesthetics, Materials, Palmer Museum of Art, Philadelphia, USA 2017 Vik Muniz: Handmade, Rena Bransten Gallery, San Francisco, USA Afterglow (Pictures of Ruin), Palazzo Cini, Venice, Italy Vik Muniz, Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey, Monterrey, Mexico Vik Muniz: a Retrospective, Eskenazi Museum of Art, Bloomington, USA Troposphere – Chinese and Brazilian Contemporary Art, Beijing Minsheng Art Museum, Beijing, China Look at Me!: Portraits and Other Fictions from the ”la Caixa” Contemporary Art Collection, Pera Museum, Istanbul, Turkey Pledges of Allegiance, Spencer Museum of Art, University of Kansas, Lawrence, USA Ways of Seeing, Fondation Boghossian - Villa Empain, Brussels, Belgium This Is Not a Selfie – Photographic Self-Portraits from the Audrey and Sydney Irmas Collection, San Jose Museum of Art, San Jose, USA Glassstrass, Palazzo Franchetti, Venice, Italy A Vastidão dos Mapas, Museu Oscar Niemeyer (MON), Curitiba, Brazil Trazas simultáneas, Embaixada do BrasilArgentina, Espacio Cultural, Argentin 2016 Handmade, Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brazil Vik Muniz, High Museum of Art, -
Planting Power ... Formation in Portugal.Pdf
Promotoren: Dr. F. von Benda-Beckmann Hoogleraar in het recht, meer in het bijzonder het agrarisch recht van de niet-westerse gebieden. Ir. A. van Maaren Emeritus hoogleraar in de boshuishoudkunde. Preface The history of Portugal is, like that of many other countries in Europe, one of deforestation and reafforestation. Until the eighteenth century, the reclamation of land for agriculture, the expansion of animal husbandry (often on communal grazing grounds or baldios), and the increased demand for wood and timber resulted in the gradual disappearance of forests and woodlands. This tendency was reversed only in the nineteenth century, when planting of trees became a scientifically guided and often government-sponsored activity. The reversal was due, on the one hand, to the increased economic value of timber (the market's "invisible hand" raised timber prices and made forest plantation economically attractive), and to the realization that deforestation had severe impacts on the environment. It was no accident that the idea of sustainability, so much in vogue today, was developed by early-nineteenth-century foresters. Such is the common perspective on forestry history in Europe and Portugal. Within this perspective, social phenomena are translated into abstract notions like agricultural expansion, the invisible hand of the market, and the public interest in sustainably-used natural environments. In such accounts, trees can become gifts from the gods to shelter, feed and warm the mortals (for an example, see: O Vilarealense, (Vila Real), 12 January 1961). However, a closer look makes it clear that such a detached account misses one key aspect: forests serve not only public, but also particular interests, and these particular interests correspond to specific social groups. -
Um Açoriano Entre Três Regimes Políticos
UM AÇORIA N O en TR E TRÊS R E GIM E S POLÍTICOS . JOSÉ MAC H ADO D E SE RPA (1864-1945) 1 JOSÉ MIGU E L SARDICA «O Dr. Serpa não deixou uma obra, não foi um leader. Foi apenas um ilhéu, como eu, como tu, como os demais, enamorado das ilhas, ambicioso do seu bem estar, alegria e progresso» Carta de Euclides Costa a Manuel Greaves (1947) In Manuel GR E AV E S , In Memoriam. José Machado de Serpa. Colectânea de originais e extractos da imprensa sobre a figura do ilustre açoriano, Horta, Edição do Autor, 1948. Sardica, José Miguel (2010), Um Açoriano entre três regimes políticos. José Machado de Serpa (1864-1945). Boletim do Núcleo Cultural da Horta, 20: 179-224. Sumário: José Machado de Serpa é um nome relativamente desconhecido na historiografia açoriana e continental. Nascido na Prainha, na ilha do Pico, em Março de 1864, bacharel de Direito pela Universidade de Coimbra, jornalista, magistrado, ensaísta e erudito, Machado de Serpa foi governador civil da Horta e deputado na Assembleia Nacional Constituinte, em Lisboa, entre Outubro de 1910 e Agosto de 1911, na conjuntura fundadora do novo regime da I República. Seria depois senador, até 1926, altura em que regressou a casa, à sua residência na Horta, para se dedicar à investigação filológica e ao jornalismo de opinião na imprensa 1 A redacção deste trabalho teria seguramente ficado mais pobre sem o auxílio do Sr. Manuel Machado de Oliveira e do Dr. Luís São Bento, Director da Biblioteca Pública e Arquivo Distrital da Horta, que me forneceram, com a simpatia, o interesse e a disponibilidade que os caracteriza, documentação e sobretudo cópias de jornais importantes e impossíveis de encon- trar em Lisboa. -
Annual Report 2019 floor · 1099-081 Lisbon Th Guidesign Rita Matos 2019 Annual Report Printed at Guide Artes Gráficas, Lda
Reaching out to the Portuguese people Annual Report 2019 Fundação Francisco Manuel dos Santos Francisco Fundação Annual Report 2019 Fundação Francisco Manuel dos Santos Largo Monterroio Mascarenhas, 1 – 7th floor · 1099-081 Lisbon Fiscal number: 508 867 380 · Phone: +351 21 001 58 00 · ffms@ffms.pt Title 2019 Annual Report Proofreading Rita Matos Design and page make-up Guidesign Annual Report 2019 Printed at Guide Artes Gráficas, Lda. Reaching out to the Portuguese people ffms.pt © FFMS, Julho 2020 Annual Report 2019 “A life lesson of good conduct. That is the only thing I am interested in leaving behind. The rest of it is a legacy that must be tended to, and to which other people also contributed. What is truly mine is what I think, what I like, what I stand up for, and I hope that people will understand that. And that they respect one another.” Alexandre Soares dos Santos 1934 – 2019 Alexandre Soares dos Santos, in an interview with Anabela Mota Ribeiro, published in Público newspaper in 2012. The Foundation in numbers Events and Studies Publications Pordata Communication Digital Reaching out to the Portuguese people ESSAYS , , . million new studies new Essays users per day news pieces about visits on websites the Foundation’s activities (+48% do vs. 2018) PORTRAITS , million . million downloads new Portraits visits events organized on site webpages visited (+27% vs. 2018) (and via streaming) (+9% vs. 2018) +% , , , promotion online sales trainees at Pordata Academy on-site attendants followers on social media events (vs. 2018) (+74% vs. 2018) (+13% vs. 2018) 2019 The Foundation in numbers Events and Studies Publications Pordata Communication Digital Reaching out to the Portuguese people ESSAYS , , . -
01 Literatura Culta
I – Relação da Literatura com os e as Artes NO TEMPO EM QUE OS JORNAIS PORTUGUESES TINHAM SUPLEMENTOS OU PÁGINAS LITERÁRIAS Artur Anselmo Universidade Nova de Lisboa [email protected] À semelhança do que sucede com muitos outros intelectuais da sua geração, as primí- cias literárias de Arnaldo Saraiva passam pela página «Artes e Letras» do «Diário de Notí- cias», que Natércia Freire fundou em 1955 e dirigiu até 1974. Com efeito, a primeira cola- boração do então jovem colegial Arnaldo Saraiva no matutino lisboeta foi publicada em 5 de Novembro de 1959: intitulava-se A Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa ou dos poetas revelados depois de 1950 e consistia numa entrevista com Ernesto Manuel de Melo e Castro, organizador (juntamente com Maria Alberta Menéres) dessa crestomatia poética editada pela Moraes, obra que era, ao tempo, uma espécie de 4.ª série das Líricas Portu- guesas da Portugália Editora1. Pouco depois – em 7 de Janeiro de 1960 –, segunda colaboração de Arnaldo Saraiva na mesma página cultural: uma crónica intitulada «O inferno dantesco do mundo lite- rário», cujo conteúdo merece atenção especial, como adiante se verá. A seguir – em 4 de Fevereiro de 1960 – é publicada a famosa entrevista de Arnaldo Saraiva a Fidelino de Figueiredo, com o seguinte título, extraído das declarações do mestre: «Só queria que se reconhecesse a minha vontade de pensar mais em humano do que em lusitano». Os estudiosos da obra de Arnaldo Saraiva – felizmente, hoje, em número crescente – podem encontrar reproduzidas as duas entrevistas na obra Encontros Des encontros, editada no Porto, pela livraria Paisagem, em 1973. -
1 De 2 Página Destak.Pt | Dores Nas Costas Devem Ser Tratadas Pelo
Página Destak.pt | Dores nas costas devem ser tratadas pelo médico de família e 1 de 2 | Automotor | Classificados | CorreioManhã | Destak | JNegócios | Máxima | MInteriores | PCGuia | Record | Rotas | Sábado | SInformática L IS B OA 25° C O primeiro diário gratuito PO RT O PESQUISAR NO SITE em Portugal 23° C OK LISBOA PORTO ACTUALIDADE GLOBO DESPORTO FAMA & TV ARTE & LAZER PASSATEMPOS SOCIEDADE DE ORTOPEDIA COMENTAR J.L. PIO ABREU Dores nas costas devem ser tratadas ENVIAR ISABEL STILWELL Alan Turing Como ajudar quem esconde pelo médico de família IMPRIMIR 16 | 10 | 2009 10.00H a pobreza Quem tem episódios frequentes de dores na costas deve consultar o JOSÉ LUÍS SEIXAS médico de família e não um especialista, alerta a Sociedade Critérios para escolha de Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia, a propósito do Dia Mundial governantes da Coluna, que se assinala hoje. JOÃO MALHEIRO DESTAK /L USA | DESTAK @DESTAK .PT Ganhar ou ganhar O presidente da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT), José Neves, disse à Agência Lusa que "às primeiras ALIMENTAÇÃO manifestações" de dores nas costas, denominadas de lombalgias, Debate 16 de Outubro deve consultar-se o médico de família, que encaminhará o doente para Hoje assinala-se o Dia um especialista caso seja necessário. Mundial da Alimentação. Acha que os portugueses Segundo o especialista, mais de 90 por cento das lombalgias tratam-se se alimentam com analgésicos, não sendo necessário recorrer a um especialista, e correctamente? só os restantes 10 por cento é que necessitam de uma intervenção 3 comentários cirúrgica. Os analgésicos "têm de ser claramente dados por um médico de PUBLICIDADE família, que é o triador e orientador", disse. -
As Actividades Desportivas No Porto De 1900
As actividades desportivas no Porto de 1900 José V. Ferreira António. G. Ferreira Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Universidade do Porto, Porto, Portugal Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal RESUMO ABSTRACT Num livro publicado na década de quarenta, criticava-se os The sporting practices in the city of Porto in the year 1900 portuenses desse tempo por se considerarem desportistas quando só cuidavam de assistir aos jogos do seu clube e a A book published in the 1940’s criticised the people of Porto discutir sobre o futebol. Alegava o seu autor que no Porto de because they considered themselves as sports people when all 1900 se praticava a natação, o jogo do pau, a esgrima, a they did was watch their own team’s games and argue about equitação, a ginástica, o remo, o ciclismo, a tauromaquia, o football. Its author alleged that, in Porto in 1900, people took levantamento de peso e halteres e que a juventude não part in swimming, “jogo do pau”, fencing, equestrian events, descuidava as práticas físicas, nem desconhecia a competição gymnastics, rowing, cycling, bullfighting and weightlifting, and desportiva. that young people were neither disinterested in physical No sentido de verificarmos a qualidade da referida opinião, activity nor in competitive sport. pretendemos neste artigo dar conta das actividades físicas e In order to establish the quality of the abovementioned desportivas mais relevantes para o Porto no início do último opinion, we intend, with this article, to highlight the range of século do segundo milénio, bem como descortinar qual o sports activities in Porto, at the beginning of the last century. -
CORE Metadata, Citation and Similar Papers at Core.Ac.Uk
CORE Metadata, citation and similar papers at core.ac.uk Provided by Universidade do Minho: RepositoriUM II. International Conference on Communication, Media, Technology and Design 02-04 May 2013 Famagusta – North Cyprus MEDIA STRATUPS IN A CREATIVE DESTRUCTIVE SCENARIO1 Rui Alexandre Novais Communication and Society Research Centre/ University of Minho (Portugal) and University of Liverpool (UK) Hugo Ferro Communication and Society Research Centre/ University of Minho and University of Coimbra (Portugal) Abstract Despite still playing a pivotal role in societal terms, media are facing a structural changes and decline that threatens its survival and with implications in terms of democracy. Against that background, this article proposes a diagnosis of the current situation and future prospects of the Portuguese press within an evolving media ecology. Drawing on the daily and weekly national press for the democratic period, it analyzes different criteria and factors that account for the press startups in the Southern European country. It argues that despite a global crisis impacting on the media sector, a closer insight into the local reality of distinct countries is revealing that it is still possible for new ventures to succeed in a scenario of creative destruction. Introduction Almost 40 years after the abolishment of the censorship in Portugal, the Portuguese media went through important changes. The press was one of the main vectors of these changes and probably the most affected sector. Against this backdrop, the main purpose of this article is to present a systematic description of the Portuguese newspaper system and of its development, since the beginning of the democratic period. -
Relatório De Estágio Para Obtenção Do Grau De Mestre Em Jornalismo
INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA A MEDIATIZAÇÃO DE CRISTIANO RONALDO: O CASO DO CORREIO DA MANHÃ. Deolinda João Pereira Zacarias Relatório de estágio para obtenção do grau de Mestre em Jornalismo Orientadora: Professora Doutora Isabel Simões Professora Coordenadora Principal na Escola Superior de Comunicação Social setembro de 2017 DECLARAÇÃO Declaro que este trabalho é da minha autoria, sendo uma das condições exigidas para a obtenção do grau de Mestre em Jornalismo. É um trabalho original, que nunca foi submetido a outra instituição de ensino superior para obtenção de um grau académico ou qualquer outra habilitação. Certifico ainda que todas as citações estão devidamente identificadas. Tenho também consciência de que o plágio poderá levar à anulação do trabalho agora apresentado. Lisboa, 14 de setembro de 2017 A candidata, _________________________________________ 2 Aos meus pais, Deolinda Rosa e António João. 3 RESUMO O presente Relatório de Estágio, realizado na secção de Desporto do Correio da Manhã, no período compreendido entre 24 de novembro de 2014 e 23 de fevereiro de 2015, pretende refletir sobre a importância dada ao futebol, enquanto modalidade desportiva, e a mediatização de Cristiano Ronaldo levada a cabo pelo jornal. Para o efeito procedemos a uma análise de conteúdo, assente na criação de várias tabelas, organizadas em várias categorias temáticas, no sentido de: i) Averiguar o peso dado pelo CM às várias modalidades desportivas; ii) Analisar o processo de celebrização de Cristiano Ronaldo nas diferentes secções do jornal CM. Após a análise das várias categorias, conclui-se que o processo de celebrização de Cristiano Ronaldo, para a qual o CM contribui grandemente, deverá ser lido à luz da tabloidização da imprensa e da hibridização de géneros entre informação e entretenimento (infotainment), bem como dos dividendos económicos de que o jornal tira partido para captar audiências e alargar a comunidade de afetos com os seus potenciais leitores. -
Sociedade Da Informação Em Números
Manuel Pinto & Joaquim Fidalgo (coord.) Anuário 2006 – A comunicação e os media em análise Projecto Mediascópio Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade Instituto de Ciências Sociais Universidade do Minho ISBN: 978-989-95500-0-1 Imprensa gratuita “veio para ficar” Joaquim Fidalgo ([email protected]) O ano de 2006 encerrou, emblematicamente, com o anúncio do lançamento de um novo jornal diário gratuito – o Diário Desportivo, o primeiro do género exclusivamente dedicado ao desporto – que haveria de surgir logo no dia 8 de Janeiro de 2007. Tratou-se de mais uma etapa num período de grande expansão que tem vindo a marcar, em Portugal e no estrangeiro, este segmento particular do mercado da imprensa escrita. Só a título de exemplo, registe-se que o pioneiro dos jornais gratuitos, o sueco Metro, iniciado em 1995, tem hoje 70 edições diárias, publicadas em mais de 100 cidades de 21 países (da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul), em 19 diferentes línguas, atingindo um universo de mais de 18,5 milhões de leitores diários e mais de 37,5 milhões de leitores semanais1. Os dois diários gratuitos de informação geral mais divulgados no nosso país2 são o Destak – hoje pertencente ao grupo Cofina e lançado em 2001 ainda como semanário, tendo passado a diário em finais de 2004 – e o Metro – resultante de uma parceria entre a Metro International, detentora da marca, e o grupo Media Capital, lançado em 2005. Inicialmente presentes apenas em Lisboa e logo depois no Porto, de acordo com a sua lógica de jornais tipicamente “metropolitanos”, durante o ano de 2006 alargaram a circulação a algumas cidades mais (Braga, Coimbra, Guimarães, Aveiro, Leiria e Setúbal), sugerindo que podem, de acordo com a receptividade entre leitores e anunciantes, vir a criar núcleos editoriais que produzam noticiário local proveniente de cada um destes conglomerados urbanos. -
Uma História Do Jornalismo Em Portugal Até Ao 25 De Abril De 1974
Uma história do jornalismo em Portugal até ao 25 de Abril de 1974 Jorge Pedro Sousa (Universidade Fernando Pessoa e Centro de Investigação Media & Jornalismo) [email protected] Em jeito de introdução... Desde a fundação da nacionalidade que houve dispositivos pré-jornalísticos em Portugal, como as crónicas (de que é exemplo a celebrada Crónica de D. João I, de Fernão Lopes) e as cartas. Na segunda metade do século XVI começaram a ser editadas folhas noticiosas ocasionais de temas variados, algumas das quais sob a forma de pequenos livros. Nesse plano, Portugal acompanhou aquilo que se ia passando nos restantes países europeus. Do mesmo modo, tal como aconteceu noutros países da Europa, o século XVII trouxe a Portugal a novidade do jornalismo periódico. O seu primeiro indício foi a publicação ocasional de duas relações pluritemáticas de notícias, em 1626 e 1628, mas, em 1641, graças à necessidade de propagandear a Restauração da Independência, começou a circular no país o primeiro jornal periódico português: a Gazeta. 1. A génese do jornalismo periódico em Portugal A primeira relação portuguesa pluritemática de notícias impressa, pelo menos a primeira das que sobreviveram, foi a Relação Universal do que Succedeu em Portugal e Mais Provincias do Occidente e Oriente, desde o mês de Março de [1]625 até todo Setembro de [1]626, redigida por Manuel Severim de Faria e extraída de um conjunto de relações manuscritas do mesmo autor, reunidas na obra História Portuguesa e de Outras Províncias do Ocidente, Desde o Ano de 1610 Até o de 1640 da Feliz Aclamação d’El Rei D. -
Chapter 7. Portugal: Impoverished Media Struggling for Survival
Chapter 7 Portugal Impoverished media struggling for survival Joaquim Fidalgo Introduction The Portuguese media landscape has been strongly influenced by its political, economic, cultural, and social evolution during the last decades of the twentieth century and the first decades of the twenty-first century. Five main factors should be considered. First, the small size of the country (with a population of 10.3 million), associated with a very low rate of news media consumption, makes it difficult for media outlets to achieve enough scale to be viable. Second, the economic weakness of the country (an annual gross domestic product per capita of EUR 18,550 compared with the EUR 28,630 average for EU/28 countries; Eurostat, 2019) leads to low purchasing power for media consumers and little advertising for the media industry. Third, there has been a rather brief experi- ence of life in a democracy, after almost half a century (1926–1974) of political dictatorship where basic rights – freedom of expression, freedom of the press, freedom of association – were either forbidden or strictly controlled. Fourth, the long-standing tradition of a centralised society is very dependent on the state and has low levels of autonomous social dynamism and tends towards solving problems at the macro-level of the law, but not necessarily at the micro-level of actual practices. And fifth, economic, cultural, and technological development in the country has been quick in more recent years, particularly after joining the EU in 1986. The legal and regulatory framework for the media still bears marks of the revolutionary period in the country between 1974 and 1975, when democracy was reinstated and important changes occurred.