Cheias E Inundações Do Rio Tejo Em Abrantes
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
INTERCIDADES | REGIONAL > Linha Da Beira Baixa
INTERCIDADES | REGIONAL > Linha da Beira Baixa Sentido Lisboa > Covilhã Em vigor desde 9 de dezembro de 2012 Valid since 9 December 2012 Santa Apolónia Li Entroncamento Castelo Branco sbo Li a Oriente Santarém Abrantes sbo Rodão Fundão Covilhã a Porto Categoria Category 5671 4403 5621 4405 520 541 4411 5623 522 543 526 5601 4427 933 5625 128 545 4431 5653 Número Number 5673 5675 5677 Classe Class 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 C-T 1-2 Característica Characteristic 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Serviços a bordo On board services Observações Remarks 3 2 1 3 4 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 5 1 1 1 Porto Campanhã P 6:52 10:52 14:52 17:45 Coimbra-B 8:01 11:58 15:58 18:47 Entroncamento C 8:57 12:57 16:57 19:38 Lisboa Santa Apolónia P 5:48 6:48 8:16 9:48 13:16 16:16 17:48 18:16 19:16 19:48 Lisboa Oriente P 5:56 6:56 8:24 9:56 13:24 16:24 17:56 18:24 19:24 19:56 Póvoa 18:04 Alverca 6:06 7:06 10:06 18:08 20:06 Vila Franca de Xira 6:13 7:13 8:40 10:13 13:40 16:40 18:15 18:40 19:40 20:13 Azambuja 6:30 7:30 10:30 18:31 20:30 Virtudes 6:34 7:34 10:34 18:35 20:34 Reguengo-Pontével 6:37 7:37 10:37 18:39 18:55 20:37 Setil 6:40 7:40 10:40 18:42 20:40 Santana-Cartaxo 6:44 7:44 10:44 18:46 20:44 Vale de Santarém 6:50 7:50 10:50 18:51 20:50 Santarém 6:56 7:56 9:07 10:56 14:07 17:07 18:57 19:09 20:07 20:56 Vale de Figueira 7:02 8:02 11:02 19:04 21:02 Mato de Miranda 7:09 8:09 11:09 19:11 21:09 Riachos 7:15 8:15 11:15 19:17 21:15 Entroncamento C 7:19 8:19 9:26 11:19 14:26 17:27 19:20 19:28 20:26 21:19 Entroncamento P 7:50 9:27 11:51 14:27 17:28 19:39 20:26 21:28 Barquinha 7:56 11:57 -
VII.1 Tectonostratigraphy of Western Block of Porto-Tomar Shear Zone; the Finisterra Terrane
VII.1 Tectonostratigraphy of western block of Porto-Tomar Shear zone; the Finisterra Terrane Index VII.1.1. Introduction and General Framework ……………………………………………………………. 205 VII.1.2. The Abrantes-Tomar Finisterra Sector …………………………………………………………… 207 VII.1.2.1. Tectonostratigraphy ………………………………………………………………………………… 207 VII.1.2.1.1. S. Pedro de Tomar Complex …………………………………………………………… 209 VII.1.2.1.2. Junceira-Tramagal Metagreywackes and Micaschist Unit ………………. 209 VII.1.2.1.3. Couço dos Pinheiros Orthogneiss …………………………………………………… 213 VII.1.2.1.4. Syn-orogenic Variscan Granites ……………………………………………………… 214 VII.1.2.2. General Structure …………………………………………………………………………………….. 214 VII.1.3. The North and Central Finisterra Domains ……………………………………………………. 219 VII.1.3.1. Porto-Espinho-Albergaria-a-Velha Sector …………………………………………………. 219 VII.1.3.2. Coimbra Sector ………………………………………………………………………………………… 225 VII.1.4. The Berlengas Archipelago Finisterra Domain ……………………………………………….. 225 VII.1.5. Distinctive Features of Finisterra Terrane ………………………………………………………. 226 VII.1.6. Final Remarks and Paleogeographic Considerations ………………………………………. 231 VII.1.6.1. The Léon Domain ……………………………………………………………………………………… 231 VII.1.6.1.1. Main Tectonostratigraphic Units …………………………………………………… 231 VII.1.6.1.2. Structural pattern …………………………………………………………………………. 234 VII.1.6.2. The Mid-German Crystalline Rise ……………………………………………………………… 236 VII.1.6.3. Finisterra-Léon-MGCR Terrane; an essay of correlation ………………………….. 238 VII.1.1. Introduction and General Framework The Iberian Massif has a well-developed arcuate pattern, induced by the genesis of the Variscan Ibero-Armorican Arc (Fig. 1A; Dias et al., 2016). Its internal domains with a WNW-ESE to NW-SE general trend (e.g. Dias et al., 2013; Moreira et al., 2014) are interrupted to the west by one of the most important Iberian Variscan structures, the Porto-Tomar-Ferreira do Alentejo shear zone (Fig. -
[Assinatura Qualificada] PETROLEOS DE PORTUGAL- PETROGAL S.A
ANEXO II Proposta [a que se refere o subponto 4.3 do presente convite] PROPOSTA Olinda Monteiro Mota Rodrigues, casada, portadora do Cartão de Cidadão com o número de identificação civil 10828429, válido até 09-07-2020 emitido pela República Portuguesa, NIF 209382902 com domicílio profissional na Rua Tomás da Fonseca, Torre A, Lisboa, na qualidade de Procuradora de Petróleos de Portugal – Petrogal, S.A., Pessoa colectiva nº 500697370, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, NIPC/MCR Lisboa, com o capital social de € 516.750.000,00, depois de ter tomado conhecimento do objeto do procedimento de ajuste direto n.º 16/2015/DGF-A – Aquisição de combustíveis rodoviários através de cartão eletrónico de abastecimento designadamente gasolina e gasóleo, obriga-se a executar o contrato a celebrar, de harmonia com o disposto no caderno de encargos e com o valor fixo de desconto indicado na seguinte tabela, a qual faz parte integrante da presente proposta, até ao limite fixado na cláusula 12.ª do caderno de encargos - € 44.714,00 (quarenta e quatro mil, setecentos e catorze euros), acrescido de IVA à taxa legal em vigor: Consumo estimado em Desconto fixo por litro (valor Desconto fixo por Tipo de Combustível litros (de 05.09.2015 a arredondado até à quarta casa litro mínimo aceite 31.12.2015) decimal) Gasolina 970 0,0708 0,0708 Gasóleo 45.260 0,0708 0,0708 Valores sem IVA incluído Lisboa, 27 de julho de 2015 Petróleos de Portugal Petrogal, S.A. Município do Cartaxo REFª – 1-1950915389 Lisboa, 27 de Julho de 2015 Aquisição de combustíveis rodoviários através de cartão eletrónico de abastecimento designadamente gasolina e gasóleo Petróleo de Portugal – Petrogal, S.A., vem por este meio apresentar proposta de fornecimento, nas seguintes condições: GASÓLEO RODOVIÁRIO De acordo com a especificação oficial em vigor, decreto-lei n.º 142/2010 de 31 de Dezembro Origem – Portugal Marca – Galp O Gasóleo Rodoviário será fornecido ao CLIENTE pelo preço de referência PETROGAL que vigorar no momento do abastecimento. -
Agricultura Concelho a Concelho Abrantes Constância Entroncamento
Agricultura Concelho a Concelho Dotado de características geo-morfológicas variadas, de “charneca”, de “lezíria” e de “bairro”, e possuidor de uma extensa rede hidrográfica, o Alto Ribatejo desenvolveu ao longo dos séculos diferentes tipos de agricultura, que se adaptaram ao meio envolvente e foram mudando a paisagem com o passar dos anos. As necessidades do homem ditaram as regras sobre os diferentes tipos de solo, extraindo deles o que melhor produziam. Verifica-se assim em cada lugar um diferente tipo de cultura, que se adapta e molda o ambiente em que está inserido. Abrantes No âmbito do sector primário do concelho, a actividade agrícola tem uma importância significativa. Principais produtos: azeite, vinho, cereais (milho, aveia), Pesca de subsistência, pomares (pessegueiros, laranjeiras e macieiras), silvicultura (sobreiro, o pinheiro bravo e o eucalipto), pecuária e pastorícia (predominando nas explorações intensivas a criação de vacas leiteiras e nas extensivas a criação de ovinos e caprinos em regime de pastoreio nas terras de charneca) Constância No sector vegetal salientam-se os produtos hortícolas com mais de 50% da produção, seguindo-se os cereais, o azeite, o vinho, os hortoindustriais e as frutas. Na actividade pecuária a principal produção é o gado ovino e no sector florestal destaca-se o material lenhoso. Entroncamento Sendo um concelho de diminuta dimensão, em que a sua quase toda a sua área está confinada ao espaço urbano, praticamente não existe qualquer actividade agrícola ou pecuária com expressividade económica na região, embora ainda se encontrem algumas florestas de eucalipto e pinheiro-bravo. Ferreira do Zêzere Face às características orográficas e morfológicas do concelho, existe uma relativa superfície florestal, que traduz uma intensa exploração florestal. -
7 Maravilhas Doces – Ferreira Do Zêzere
Meio: Imprensa Pág: 48 País: Portugal Cores: Cor Period.: Anual Área: 13,33 x 20,99 cm² ID: 81749890 27-07-2019 | Férias & Viagens Âmbito: Viagens e Turismo Corte: 1 de 3 centro -..êzere Abrantes, Tomar, Ferreira do Zêzere, Sertã e Vila de Rei. A qualidade das praias fluviais faz suspirar, a cada verão, pelos banhos no Zêzere... À mesa, provam- — Rivaliza com o azul do se os saborosos peixes céu e do mar em matéria e mariscos do rio e os de encanto. O Lago Azul, pratos tradicionais, sem como é conhecida a esquecer a doçaria: os Bons albufeira de Castelo do Maridos estão na corrida Bode, não se esquiva a às 7 Maravilhas Doces de elogios. É soberbo na Portugal! E lembre-se que dimensão e no impacto que estas águas banham um provoca desde o primeiro lugar extraordinário, a encontro. O espelho de península de Domes. Por água reúne excelentes aí passaram os templários condições para a prática e será eterno símbolo de de desportos náuticos, em mistério... especial o wakeboard, que dá visibilidade mundial à região. A albufeira dá identidade e beleza a vários municípios, como GES Wakeboard MA I Velocidade e saltos TTY vistosos! O wakeboard é o "menino bonito" da albufeira de Castelo do Bode. Para se divertir, só precisa de uma prancha MCDONNELL/GE como as de snowboard e IAN ser puxado por um barco ou OTO F um sistema de cabos. ferreira do -C-C1*C Meio: Imprensa Pág: 49 País: Portugal Cores: Cor Period.: Anual Área: 13,74 x 21,57 cm² ID: 81749890 27-07-2019 | Férias & Viagens Âmbito: Viagens e Turismo Corte: 2 de 3 .• k` ‘. -
Capítulo VIII 8
Capítulo VIII 8. eixos viários 8.1 Os dados históricos e arqueológicos Em primeiro lugar, com a investigação no terreno, ao mesmo tempo que eram relocali- zados os sítios arqueológicos, começou a verificar-se a existência de inúmeros troços de vias de sulcos que passavam junto dessas estações e que poderiam fazer parte de vias romanas. Após o levantamento de todos esses troços, de que apenas alguns estão no Catálogo das Estações, mas que foram todos assinalados nas cartas topográficas, procedeu-se à elaboração do traçado das suas trajectórias, como se pode ver na Fig. 5. Os troços a cheio (vermelho e preto) correspondem a troços identificados no terreno e o tracejado, ao seu provável desenvol- vimento. Para mais fácil referenciação atribuíram-se códigos numéricos a cada um dos traça- dos assinalados nas suas pontas e letras para identificar as variantes à estrada principal. Para fazer o contraponto entre traçados de vias e sítios arqueológicos (qualquer que seja a sua natureza) as Figs. 4 e 5 permitem obter uma visão de conjunto de todos os dados com- pulsados. Assim definiu-se a Via 1 (Fig. 5, V1), de sul para norte, com atravessamento do Tejo em Amieira, provinda de Augusta Emerita, passando por Envendos, Vale da Mua, Freixoeiro, Cardigos, Ponte dos Três Concelhos, Serra da Longra, Sertã, Pedrógão Pequeno e Pedrógão Grande, em direcção a Conimbriga. Em todos estes locais há evidência de estações arqueológi- cas, quer sejam romanas ou anteriores. A seguir à Amieira temos a estação romana de A Tapada (136), no Vale da Mua, as estações romana e tardo-romana de Vale Bom (123) e Casal (122), mais à frente passava em A Moradeira (115), estação tardo-romana, na base do castro do Bronze Final de Castelo do Santo (120), subia a Cardigos ao Chão do Pião (111), passava a Casas da Ribeira (109) onde se achou uma inscrição romana inédita, direita à Ponte dos Três Concelhos (034) (Fig. -
Variante À En 118 Entre Constância (Sul) – Gavião E Ligação Ao Ip6 (A23)
VARIANTE À EN 118 ENTRE CONSTÂNCIA (SUL) – GAVIÃO E LIGAÇÃO AO IP6 (A23) ESTUDO PRÉVIO ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL Resumo Não Técnico Dezembro de 2005 VARIANTE À EN118 ENTRE CONSTÂNCIA (SUL) E GAVIÃO E LIGAÇÃO AO IP6 (A23) ESTUDO PRÉVIO ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL Peças Escritas – Resumo Não Técnico Dezembro de 2005 Variante à EN118 entre Constância (Sul) e Gavião e Ligação ao IP6 (A23) i Estudo de Impacte Ambiental - Resumo Não Técnico NOTA DE APRESENTAÇÃO A ECOSSISTEMA – Consultores em Engenharia do Ambiente, Lda. Tem a honra de apresentar o Estudo de Impacte Ambiental (EIA), na fase de Estudo Prévio, da Variante à EN118 entre Constância (Sul) e Gavião e Ligação ao IP6 (A23) Do presente EIA fazem parte as seguintes peças: PEÇAS ESCRITAS − Relatório Base do Estudo de Impacte Ambiental constituído pelos seguintes volumes: Volume 1 – Introdução e Descrição do Projecto; Volume 2 – Descrição do Ambiente Potencialmente Afectado pelo Projecto; Volume 3 – Impactes Ambientais e Medidas de Mitigação; Volume 4 – Síntese de Impactes, Monitorização e Conclusões. − Resumo Não Técnico (correspondente ao presente volume) PEÇAS DESENHADAS Linda-a-Velha, Dezembro de 2005 João José Martins, Coordenador do EIA Variante à EN118 entre Constância (Sul) e Gavião e Ligação ao IP6 (A23) ii Estudo de Impacte Ambiental - Resumo Não Técnico ÍNDICE DE TEXTO 1. INTRODUÇÃO E ANTECEDENTES ......................................................................................... 1 2. DESCRIÇÃO DO PROJECTO E DAS ALTERNATIVAS CONSIDERADAS...................................... -
The City of Tomar Is a Medium the River Nabão, Which Gives Its Na 000 Inhabitants, It Spreads Over an and It Is Located In
Tomar The City of Tomar is a medium -size city in central Portugal, beautifully located on the banks of the river Nabão , which gives its name to the city’s inhabitants, the Nabantinos . With about 43 000 inhabitants, it spreads over an area of 352 km². The municipality is composed of 16 parishes and it is located in the district of Santarém, which in turn is part of the pro vince of Ribatejo. It is a natural area of great heritage and touristic value where the beautiful Albufeira do Castelo de Bode is integrated. The city is dissected by the river Nabão, a tributary of the river Zêzere, which contributes to the basin of the r iver Tagus, the longest river in the Iberian Peninsula. The streets and squares in Tomar’s picturesque centre are organized following a chessboard pattern. Scattered throughout the town are many interesting houses with facades dated from the Renaissance, B aroque and Romantic periods. On a small island in the middle of the river Nabão there is a park, the Mouchão gardens, that offers nice views of the city and its surroundings. History The city was founded in the 12 th century. I t was conquered from the Moors by king Afonso Henriques in 1147 and donated to the Templar Order in 1159. Tomar was founded by Gualdim Pais in 1160, Grand master of the Order and city’s mythical founder, who laid the first stone of the Castle and Monastery that, would become t he Headquarters of the Order in Portugal. The first human settlement (more than 30 000 years ago) was due to the excellent climate, abundant water, easy communication and excellent river soils. -
EMPRESAS DE TRANSPORTES DE TÁXIS - Por Ordem Alfabética Dos Concelhos
EMPRESAS DE TRANSPORTES DE TÁXIS - Por ordem alfabética dos concelhos DESIGNAÇÃO DA EMPRESA CONCELHO MORADA LOCALIDADE CÓDIGO E LOCALIDADE POSTAL Nº ALVARÁ ANDRÉ FILIPE SERRANO CORDEIRO DE MATOS ABRANTES LUGAR DO CASALÃO, S/N 2200-697 MOURISCAS 132125 ANDRELINA MARIA CONDESSSO GODINHO PIRES ABRANTES RUA 1.º DE MAIO, 11 MONTE GALEGO 2205-136 ALVEGA 132321 AUGUSTA MANUELA DE MATOS BATISTA LOPES ABRANTES RUA DA VARZEA 2200-732 MOURISCAS 131005 AUGUSTO MARQUES LOBO ABRANTES RUA JOSÉ SEBASTIÃO SERRA DA MOTA, LOTE VALE DE RÃS 2200-284 ABRANTES 103381 34 - Nº68-A AUTO TÁXI AREENSE, LDA. ABRANTES TRAVESSA DAS FLORES, N.º 17 AREIA DE BAIXO 2205-131 ALVEGA 100322 AUTO TÁXI NEVES & PARREIRA, LDA. ABRANTES RUA DA BARCA, Nº. 449 PEGO 2200-386 ABRANTES 193525 AUTO TÁXI ZULMIRA MARIA TOMÁS, LDA. ABRANTES RUA DOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA, 2205-178 BEMPOSTA ABT 193318 7 AUTO TÁXIS MORGADO E BERNARDO, LDA. ABRANTES BEMPOSTA 2205-179 BEMPOSTA ABT 191730 BENJAMIM DE MATOS GODINHO ABRANTES RUA FONTE DE SÃO JOSÉ, Nº 21, ALFERRAREDE 2200-059 ABRANTES 131336 CÉSAR LUISA DOS SANTOS ABRANTES RUA PRINCIPAL-CASAL DA SERRA 2200-630 MARTINCHEL 103973 DELFINA ALVES MADEIRAS DA SILVA ABRANTES RUA ESTAÇÃO, Nº. 8-2º. 2200-038 ABRANTES 103955 ELVIRA JOSÉ LOPES ABRANTES ESTRADA DAS FONTES, 185 2230-837 FONTES ABT 131296 FERNANDO JORGE BERNARDINO TROPA ABRANTES RUA DO FERRADOR Nº 47 CHAINÇA 2200-162 ABRANTES 132024 FLAVIO LOPES BATISTA AZEDO ABRANTES CASAL DOS CASTANHOS 2200-689 MOURISCAS 103864 FRANCISCO & ADELAIDE - MECANOAGRÍCOLA E ABRANTES RUA 15 DE AGOSTO 1255 2230-836 FONTES ABT 103482 TRANSPORTES, LDA. -
Médio Tejo a Região E a Sua História
Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha Médio Tejo A Região e a sua História A Região A sub-região do Médio Tejo localiza-se na região Centro de Portugal e inclui o norte do distrito de Santarém e o sudoeste do de Castelo Branco. É constituída por treze concelhos: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha. A sublime paisagem, predominantemente florestal e agrícola, é enriquecida pelos cinco rios que atravessam o território. Os rios Tejo, Zêzere, Nabão, Almonda e Alviela são ainda acompanhados por numerosas ribeiras, quedas de água, albufeiras e praias fluviais, as quais estão prontas a recebê-lo e encantá-lo nos dias de mais calor. O património cultural, histórico e arquitetónico da região é vasto e de extrema relevância. Embarque numa viagem no tempo e descubra pegadas de dinossauros, vestígios de arte rupestre ou da presença romana. Caminhe por entre as muralhas dos Castelos de Abrantes, Tomar, Ourém, Almourol, Sertã e Torres Novas. Aprecie a diversidade de estilos arquitetónicos do Convento de Cristo, considerado Património da Humanidade pela UNESCO, e desvende os segredos dos centros históricos. No Médio Tejo não faltam espaços de fé e celebração religiosa. O Santuário de Fátima recebe anualmente milhões de peregrinos e turistas de todo o mundo. As igrejas, capelas e conventos da região guardam um relevante património artístico e a Sinagoga de Tomar é o único templo hebraico da Proto-Renascença em Portugal. -
Santarém Abrantes Abrantes (São João) Agregação União Das Freguesias De Abrantes (São Vicente E São João) E Alferrarede
Reorganização Administrativa do Território das Freguesias - (RATF) Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro - Reorganização Administrativa do Território das Freguesias; Declaração de Retificação n.º 19/2013, de 28 de março; Lei n.º 56/2012, de 8 de novembro - Reorganização Administrativa de Lisboa Distrito Concelho Freguesia (JF) Informação adicional Alteração RATF Freguesia criada/alterada pela RATF Informação adicional Santarém Abrantes Abrantes (São João) Agregação União das freguesias de Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede Santarém Abrantes Abrantes (São Vicente) Agregação União das freguesias de Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede Santarém Abrantes Aldeia do Mato Agregação União das freguesias de Aldeia do Mato e Souto Santarém Abrantes Alferrarede Agregação União das freguesias de Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede Santarém Abrantes Alvega Agregação União das freguesias de Alvega e Concavada Santarém Abrantes Bemposta Sem alteração Santarém Abrantes Carvalhal Sem alteração Santarém Abrantes Concavada Agregação União das freguesias de Alvega e Concavada Santarém Abrantes Fontes Sem alteração Santarém Abrantes Martinchel Sem alteração Santarém Abrantes Mouriscas Sem alteração Santarém Abrantes Pego Sem alteração Santarém Abrantes Rio de Moinhos Sem alteração Santarém Abrantes Rossio ao Sul do Tejo Agregação União das freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio Ao Sul do Tejo Santarém Abrantes São Facundo Agregação União das freguesias de São Facundo e Vale das Mós Santarém Abrantes São Miguel do -
Atlas Da Região De Lisboa E Vale Do Tejo
A Economia Circular como fator de resiliência e competitividade na região de Lisboa e Vale do Tejo Atlas da Região de Lisboa e Vale do Tejo Fevereiro 2017 Estudos para uma Região RICA Resiliente, Inteligente, Circular e Atractiva 1 2 3 FICHA TÉCNICA Coordenação Geral João Pereira Teixeira Coordenação Operacional Alexandra Almeida Autoria Nuno Pires Edição Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Rua Alexandre Herculano, nº37, 1250-009 Lisboa Endereço Internet www.ccdr-lvt.pt ISBN: 978-972-8872-27-4 FEVEREIRO 2017 4 ENQUADRAMENTO E RAZÃO DE SER A CCDR LVT tem como missão assegurar a coordenação e a articulação das diversas políticas setoriais de âmbito regional, bem como executar as políticas de ambiente, ordenamento do território e cidades, de incentivos do Estado à comunicação social e apoiar tecnicamente as autarquias locais e as suas associações, ao nível da respetiva área geográfica de atuação. Nesta missão institucional, a CCDR LVT atua como facilitador das iniciativas públicas e privadas, articulando, concertando, e reforçando o Desenvolvimento Regional alinhado com a Estratégia da Região de Lisboa e Vale do Tejo (RLVT). Neste contexto, aplicamos desde 2014 uma metodologia colaborativa para uma RLVT RICA (Resiliente, Inteligente, Circular e Atrativa) que consiste na criação e dinamização de redes, parcerias e consór- cios direcionados para novos projetos. Atualmente, esta missão exige uma visão prospectiva do território, que incorpore as próximas grandes mudanças das sociedades pós-modernas e o seu impacto no territó- rio da Região. Por exemplo, em antecipação, preparar preventivamente a RLVT para a integração tecnológica, para a indústria 4.0, e para a economia circular, tem sido um eixo do nosso trabalho no quadro do planeamento prospectivo, no reforço da competi- tividade da região.