DENIS, Jean Ferdinand (Paris, 1798 - Paris, 1890)
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Literatura Portuguesa
LITERATURA PORTUGUESA III - LITERATURA PORTUGUESA E HISTÓRIA NO LONGO SÉCULO XIX Helder Garmes - 1º semestre de 2019 - Segunda-feira - Noturno Proposta: O curso propõe discutir a relação entre literatura e história em Portugal no decorrer do chamado longo século XIX, que adentra ao início do século XX. Serão tratados os seguintes escritores: Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Camilo Pessanha e Fernando Pessoa. Ainda que de forma panorâmica, por tratar de diversos autores, o curso mantém o foco na relação entre literatura e história, tema crucial para o estudo da literatura portuguesa desse período. FEVEREIRO 18 – Apresentação do programa – O século XIX em Portugal – Literatura Comparada 25 - Debate Literatura e História – Roger Chartier e João Adolfo Hansen MARÇO 04 – Carnaval 11 – Almeida Garrett – Frei Luís de Sousa SANDMANN, Marcelo Corrêa. “Frei Luís de Sousa: um clássico romântico”. Letras, Curitiba, n. 51, p. 93-130, jan./jun. 1999. Editora da UFPR. 18 – Alexandre Herculano – “A morte do Lidador”, do livro Lendas e narrativas OLIVEIRA, Rodrigo Santos de. “A construção do imaginário do guerreiro lusitano romântico em A morte do lidador de Alexandre Herculano”. Historiæ, Rio Grande, 8 (1): 93-107, 2017. 25 – Semana Santa ABRIL 01 – Alexandre Herculano – “A dama do pé de cabra”, do livro Lendas e Narrativas ALVES, Carla Carvalho. “A dama do pé de cabra”: entre o histórico e o fantástico, Desassossego, n. 11, 2014, p.48-59 8 – Camilo Castelo Branco – O senhor do Paço de Ninães 15 – Semana Santa 22 – Camilo Castelo Branco – O senhor do Paço de Ninães PAVANELO, Luciene Marie. -
Network Map of Knowledge And
Humphry Davy George Grosz Patrick Galvin August Wilhelm von Hofmann Mervyn Gotsman Peter Blake Willa Cather Norman Vincent Peale Hans Holbein the Elder David Bomberg Hans Lewy Mark Ryden Juan Gris Ian Stevenson Charles Coleman (English painter) Mauritz de Haas David Drake Donald E. Westlake John Morton Blum Yehuda Amichai Stephen Smale Bernd and Hilla Becher Vitsentzos Kornaros Maxfield Parrish L. Sprague de Camp Derek Jarman Baron Carl von Rokitansky John LaFarge Richard Francis Burton Jamie Hewlett George Sterling Sergei Winogradsky Federico Halbherr Jean-Léon Gérôme William M. Bass Roy Lichtenstein Jacob Isaakszoon van Ruisdael Tony Cliff Julia Margaret Cameron Arnold Sommerfeld Adrian Willaert Olga Arsenievna Oleinik LeMoine Fitzgerald Christian Krohg Wilfred Thesiger Jean-Joseph Benjamin-Constant Eva Hesse `Abd Allah ibn `Abbas Him Mark Lai Clark Ashton Smith Clint Eastwood Therkel Mathiassen Bettie Page Frank DuMond Peter Whittle Salvador Espriu Gaetano Fichera William Cubley Jean Tinguely Amado Nervo Sarat Chandra Chattopadhyay Ferdinand Hodler Françoise Sagan Dave Meltzer Anton Julius Carlson Bela Cikoš Sesija John Cleese Kan Nyunt Charlotte Lamb Benjamin Silliman Howard Hendricks Jim Russell (cartoonist) Kate Chopin Gary Becker Harvey Kurtzman Michel Tapié John C. Maxwell Stan Pitt Henry Lawson Gustave Boulanger Wayne Shorter Irshad Kamil Joseph Greenberg Dungeons & Dragons Serbian epic poetry Adrian Ludwig Richter Eliseu Visconti Albert Maignan Syed Nazeer Husain Hakushu Kitahara Lim Cheng Hoe David Brin Bernard Ogilvie Dodge Star Wars Karel Capek Hudson River School Alfred Hitchcock Vladimir Colin Robert Kroetsch Shah Abdul Latif Bhittai Stephen Sondheim Robert Ludlum Frank Frazetta Walter Tevis Sax Rohmer Rafael Sabatini Ralph Nader Manon Gropius Aristide Maillol Ed Roth Jonathan Dordick Abdur Razzaq (Professor) John W. -
Alexandre Herculano E a Construção Do Texto Histórico: Escrita, Fontes E Narrativa
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS MICHELLE FERNANDA TASCA Alexandre Herculano e a construção do texto histórico: escrita, fontes e narrativa CAMPINAS 2018 MICHELLE FERNANDA TASCA Alexandre Herculano e a construção do texto histórico: escrita, fontes e narrativa Tese apresentada ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas como parte dos requisitos exigidos para a obtenção do título de Doutora em História na Área de Política Memória e Cidade. Supervisor/Orientador: Cristina Meneguello ESSE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL DA TESE DEFENDIDA PELA ALUNA MICHELLE FERNANDA TASCA E ORIENTADA PELA PROFESSORA DOUTORA CRISTINA MENEGUELLO. ______________________________________ CAMPINAS 2018 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS A Comissão Julgadora dos trabalhos de Defesa de Tese de Doutorado, composta pelos Professores Doutores a seguir descritos, em sessão pública realizada em 12 de abril de 2018, considerou a candidata Michelle Fernanda Tasca aprovada. Profa. Dra. Cristina Meneguello Prof. Dr. Luiz Estevam de Oliveira Fernandes Prof. Dr. José Alves de Freitas Neto Profa. Dra. Iara Lís Franco Schiavinatto Prof. Dr. Julio Cesar Bentivoglio A Ata de Defesa com as respectivas assinaturas dos membros encontra-se no SIGA/Sistema de Fluxo de Dissertações/Teses e na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Para meus pais... AGRADECIMETOS Escrever os agradecimentos de um trabalho é atestá-lo como concluído. É uma parte fácil se pensada em relação a tudo o que trabalhamos para chegar nesse momento. Mas é também a mais difícil, pois exige a consciência do fim. -
Authors, Translators & Other Masqueraders
Transgressing Authority – Authors, Translators and Other Masqueraders Alexandra Lopes The huge success of Walter Scott in Portugal in the first half of the 19th century was partially achieved by sacrificing the ironic take on authorship his Waverley Novels entailed. This article examines translations of his works within the context of 19th century Portugal with a focus on the translation(s) of Waverley. The briefest perusal of the Portuguese texts reveals plentiful instances of new textual authority, which naturally compose a sometimes very different author(ship) -- an authorship often mediated by French translations. Thus a complex web of authority emerges effectively, if deviously, (re)creating the polyphony of authorial voices and the displacement of the empirical author first staged by the source texts themselves. Keywords: authorship, literary translation, translation history, translatability L’immense succès connu par Walter Scott au Portugal dans la première moitié du XIXe siècle se doit en partie au sacrifice de la dimension ironique de la voix auctoriale dans sa série Waverley. Cet article examine les traductions des oeuvres de Scott dans le contexte du Portugal de l’époque en portant une attention particulière aux traductions de Waverley. Même un très bref aperçu des textes portuguais révèle de nombreux exemples d’instances nouvelles d’autorité narrative, lesquelles créent une voix auctoriale parfois très différente de celle du texte original à cause souvent du rôle médiateur des traductions françaises. Un tissu complexe de voix auctoriales émerge ainsi, bien que par le biais d’artifices, recréant la polyphonie des voix auctoriales et le déplacement de l’auteur empirique, mis en scène d’abord par les textes originaux. -
A Family of the Nação from the Atlantic to the Mediterranean and Beyond (1497–1640)
Chapter 2 A Family of the Nação from the Atlantic to the Mediterranean and Beyond (1497–1640) James Nelson Novoa At some point in late 1595, a ship arrived in Lisbon carrying several prisoners on their way from Brazil to face trial through the tribunal of the Inquisition of Lisbon, which oversaw Portugal’s Atlantic possessions in the matters of faith. The accused were individuals who came under scrutiny in the first inquisito- rial visitation in the northeast of Brazil under Frei Heitor Furtado de Mendoça who had arrived there in June 1591. As there never was an independent tribu- nal of the Portuguese Inquisition in Brazil, it was dependent on the tribunal of Lisbon, and this visitation was the way in which the tribunal could impose orthodoxy in the overseas territory.1 Among the prisoners who arrived was a native of Porto, Bento Teixeira, who would go on to be hailed as Brazil’s first 1 On the visitation, see José Antônio Gonsalves de Mello, “Um tribunal da inquisição em Olinda, Pernambuco (1594–1595),” in Revista da Universidade de Coimbra 36 (1991): 369–74; Luiz Mott, Primeira visitação do santo ofíicio a Bahia (1591) (EDUFBA, 2010), 1–26, http:// books.scielo.org/id/yn/pdf/mott-9788523208905-03. Emanuel Luiz Souza e Silva, “‘Juntos à Forca’: A Família Lopes e a Visitação do Santo Oficio à Bahia (1591–1593),” Master’s thesis, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2010; Angelo Adriano Faria de Assis, “O licen- ciado Heitor Furtado de Mendonça, inquisidor da primeira visitação do Tribunal do Santo Ofício ao Brasil,” in Anais do XXIII Simpósio Nacional de História (Londrina: ANPUH, 2005) cd-rom. -
The Other Nineteenth Century
Historical Stories: Arnaldo Gama and the Traditional Historical Novel Ana Maria Marques Translated by Claire Williams Abstract. In this study Ana Maria Marques examines Arnaldo Gama’s Romantic historical writing, by engaging examples from his works along with the author’s own comments. She discusses how Gama attains a realistic diegetic universe through the inclusion of elements of local color, insistent descriptions, the reconstruction of social and cultural environments, real historical figures and events within the invented plot, yet with the author’s poetic license to modernize language and other necessary elements, in this re-articulation of History through fiction. 1. History in the Novel. The historical novels penned by Arnaldo Gama (1828-1869), which fall within the category of the Romantic historical novel, are intended to serve the dual purposes of educating and entertaining the reader. The Porto-based author, in a similar way to Alexandre Herculano, never tired of repeating the didactic aims behind his works: Demais eu nao o queria narrado no estilo severo e seco, em que se escreve a historia; queria-o de maneira que todos o lessem, que instruisse deleitando, utile dulci [...]. Queria... queria uma novela, um romance historico, que toda a genre Portuguese Literary & Cultural Studies 12 (2007): 183-94. © University of Massachusetts Dartmouth. PORTUGUESE LITERARY & CULTURAL STUDIES 12 lesse, que toda a gente quisesse ler; porque, enfim, meu caro amigo, estou convencido que a maneira de ensinar a historia aqueles que nao se aplicam aos livros, aqueles cuja profissao os arreda de poder fazer estudos serios e seguidos, e o romancea-la, dialogando-a, e dando vida a epoca, dando vida aos personagens, dando vida as localidades [...]. -
Augusto Soromenho
© 1878. O Occidente 3 (1 fev.): 21. Disponível em http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ocidente/1878/N3/N3_item1/P5.html. AUGUSTO SOROMENHO (Aveiro, 1833 – Lisboa, 1878) Filho de Manuel Álvares de Lima e de Maria José Pereira Soromenho. Pouco tempo depois do seu nascimento, a 20 de fevereiro de 1833, na freguesia de Apresentação, no concelho de Aveiro, a família de Augusto Pereira Soromenho mudou-se para o Porto. Em pleno período das lutas liberais, o seu pai tinha procurado refúgio em Aveiro. No entanto, a ocupação do território pelas forças liberais levou-os a partir. No Porto, Augusto Soromenho ocupou o lugar de aduaneiro na Alfandêga, colaborando na imprensa periódica, tanto na de cariz literário, como a Miscellanea Poetica: jornal de poesias ineditas (1851-1852), como em publicações defensoras do cristianismo. Em 1852, colaborou em O Christianismo: semanario religioso e, entre 1853 e 1860, dirigiu, com Camilo Castelo Branco (1825-1890), o periódico A Cruz: semanario religioso, onde surge já um artigo seu em torno do estudo das línguas. Nos tempos livres Soromenho visitava a Biblioteca de São Lázaro no Porto, onde conheceu José Ferreira da Silva. Este redator do jornal portuense Portugal, que seguia a corrente legitimista, defensora dos direitos de D. Miguel ao trono, contratou-o como colaborador e revisor. Em 1855, Soromenho consegue entrar como funcionário para a Biblioteca Municipal do Porto, dedicando mais tempo ao estudo de temas no âmbito da História de Portugal e da Arqueologia. A amizade com Camilo Castelo Branco continuaria a estreitar-se, ainda que terminasse anos mais tarde. Augusto Soromenho seria igualmente o diretor da coleção Bibliotheca Catholica do Seculo XIX, cujo primeiro título se pretendia que 1 ISBN 978-989-96677-5-4 fosse a tradução de Génie du Christianisme, de François-René de Chateaubriand. -
Joseph James Forrester by Andrew Shepherd1
Joseph James Forrester by Andrew Shepherd1 Joseph James Forrester was the first foreigner to be awarded a Portuguese baronetcy. His travels throughout the Douro region meant that he came to be considered the person of his era most knowledgeable about the river and its wine. He produced two exceptional maps of the region, which have had a lasting impact. He published a pamphlet that criticised many of the practices of the port wine trade and, as a consequence, had numerous conflicts with other exporters, while receiving messages of appreciation from growers throughout the region. He was a pioneer of social-welfare activities for company workers, as well as a landscape and portrait painter and a photographer. He played a major role in overcoming the outbreak of powdery mildew that afflicted the Douro region in the 1850s. It has been said that he is the reason why the banks of the River Douro are today as productive and attractive as they are.2 Yet, strangely, Forrester has not previously featured in one of the Society’s articles. This paper sets out to redress that omission. The wine business Forrester was born of Scottish parents from Perth in Kingston upon Hull on 27 May 1809. He was the only son of Patrick Forrester, a jeweller and watchmaker, and Sarah Weddell. In 1831 he joined his uncle’s firm, Offley, Webber and Forrester, in Oporto, a firm that dated back to 1761. On the sudden death of his uncle in 1840 he became a partner with a one-quarter share of the business. -
Viagem E Desterro. De Ovídio a Camões: Filinto, Garrett E Herculano
VIAGEM E DESTERRO. DE OVÍDIO A CAMÕES: FILINTO, GARRETT E HERCULANO TRAVEL AND EXILE. FROM OVIDIO TO CAMÕES: FILINTO, GARRETT AND HERCULANO Maria Fernanda de Abreu * RESUMO A viagem, em situação de desterro forçado, proporciona imagens de repre- sentações identitárias, pessoais e colectivas, que a literatura vem transmi- tindo ao longo da sua história. No presente ensaio, invocam-se modelos que, na chamada “literatura ocidental”, vêm de Homero e Ovídio e, na por- tuguesa, são actualizados por, entre outros, Luís de Camões, Filinto Elíseo e Almeida Garrett; um estudo de caso dá-nos a ver o recurso ao motivo da tempestade na escrita do exílio, na obra do romântico Alexandre Herculano. PALAVRAS-CHAVE: Viagem; Desterro; Romantismo em Portugal. ABSTRACT Travel, in exile forced situation, provides images of identity, personal and collective representations, that literature has transmitted throughout its history. In this essay, we refer to models that in the so-called “Western Lit- erature” comes from Homer and Ovid, and that in the Portuguese one are updated by, among others, Luís de Camões, Filinto Elíseo e Almeida Gar- rett; a case study shows us the use of the topic of storm in exile writing, in the romantic Alexandre Herculano work. KEYWORDS: Travel; Exile; Romanticism in Portugal. – Revista do Núcleo de Estudos de Literatura Portuguesa e Africana da UFF, Vol. 8, n° 16, 1° sem., jul. 2016 103 ABRIL Era de noite que a imagem da pátria, terribilíssima de sau- dades, se me assentava, como pesadelo, sobre o coração e me espremia dele bem amargas lágrimas! […] O desterro é uma das mais profundas misérias humanas. -
Gilberto Freyre : Indiciarismo, Emoção E Política Na Casa-Grande E Na Senzala / Claudio Marcio Coelho
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO DE HISTÓRIA SOCIAL DAS RELAÇÕES POLÍTICAS Claudio Marcio Coelho Gilberto Freyre: indiciarismo, emoção e política na casa-grande e na senzala Vitória 2007 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO DE HISTÓRIA SOCIAL DAS RELAÇÕES POLÍTICAS Claudio Marcio Coelho Gilberto Freyre: indiciarismo, emoção e política na casa-grande e na senzala Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História do Centro de Ciências Humanas e Naturais da Universidade Federal do Espírito Santo, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em História, na área de concentração em História Social das Relações Políticas, elaborada sob a orientação da Professora Doutora Márcia Barros Ferreira Rodrigues. Vitória 2007 2 Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP) (Biblioteca Central da Universidade Federal do Espírito Santo, ES, Brasil) Coelho, Claudio Marcio, 1967 - C672g Gilberto Freyre : indiciarismo, emoção e política na casa-grande e na senzala / Claudio Marcio Coelho. – 2007. 230 f. : il. Orientador: Márcia Barros Ferreira Rodrigues. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais. 1. Freyre, Gilberto, 1900-1987. 2. Ciências sociais – Metodologia. 3. Autoritarismo. 4. Pátrio poder. 5. Brasil – História – 1920-1930. I. Rodrigues, Márcia Barros Ferreira. II. Universidade -
Los Infantes De España Tras La Derogación De La Ley Sálica (1830) La Derogación De La Ley Sálica (1830)
08RoblesdoCampo-Anales12:Anales Plantilla.qxd 31/03/2011 22:10 Página 329 08RoblesdoCampo-Anales12:Anales Plantilla.qxd 31/03/2011 22:10 Página 329 LOS INFANTES DE ESPAÑA TRAS LOS INFANTES DE ESPAÑA TRAS LA DEROGACIÓN DE LA LEY SÁLICA (1830) LA DEROGACIÓN DE LA LEY SÁLICA (1830) Por Por Carlos Robles do Campo Carlos Robles do Campo Académico de Número Académico de Número THE SPANISH PRINCES AFTER THE SPANISH PRINCES AFTER THE DEROGATION OF THE SALIC LAW (1830) THE DEROGATION OF THE SALIC LAW (1830) RESUMEN: En este trabajo se hace una relación pormenorizada de los Infantes de España, tanto RESUMEN: En este trabajo se hace una relación pormenorizada de los Infantes de España, tanto natos como creados, desde el cambio de la ley sucesoria en 1830 hasta la actualidad, inclu- natos como creados, desde el cambio de la ley sucesoria en 1830 hasta la actualidad, inclu- yendo los de los Rama Carlista y los descendientes de Amadeo I de Saboya. yendo los de los Rama Carlista y los descendientes de Amadeo I de Saboya. ABSTRACT: This paper deals with the Spanish royal Infantes from the new succession law of ABSTRACT: This paper deals with the Spanish royal Infantes from the new succession law of 1830 to the present (both by birth and law), including the Carlist offspring and the descendants 1830 to the present (both by birth and law), including the Carlist offspring and the descendants of Amadeus of Savoy. of Amadeus of Savoy. PALABRAS CLAVE: Infantes de España, 1830-2007, Ley Sálica PALABRAS CLAVE: Infantes de España, 1830-2007, Ley Sálica KEY WORDS: -
Uma Leitura Paratextual Do Romance Histórico Herculaniano 1
O DILEMA DE CLIO: UMA LEITURA PARATEXTUAL DO ROMANCE HISTÓRICO HERCULANIANO 1 Manuel J. G. Carvalho Universidade de Aveiro, Departamento de Línguas e Culturas (investigador) Portugal [email protected] Le paratexte est donc pour nous ce par quoi un texte se fait livre et se propose comme tel à seuil, ou ossibilité Gérard Genette (1987: 7-8) 2 Sinopse Pretende-se, neste estudo, analisar o pensamento historiográfico de Alexandre Herculano, a partir dos paratextos com que o escritor enriqueceu a sua obra de ficção. Com esta análise pretende-se mostrar como o historiador Alexandre Herculano pensava a história, como sentia as limitações impostas pelo paradigma científico que, na sua época, dominava ou pretendia dominar todas as áreas do saber, e como se viu forçado a recorrer provided by Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk CORE brought to you by 1 As edições da obra de Alexandre Herculano, utilizadas para a elaboração deste estudo, constam da respectiva bibliografia, tendo havido o cuidado de utilizar edições críticas e anotadas. Porque muitas dessas obras foram editadas sem data, optámos por citá-las através do respectivo título. 2 Depreende-se desta epígrafe o que são, para Genette, os paratextos. Desde logo tudo o que rodeia e veste o texto, tudo o que envolve o miolo do livro: títulos, subtítulos, dedicatórias, prefácios, advertências, introduções, títulos dos capítulos, epígrafes, notas, posfácios, gravuras, etc., qualquer que seja o destinador ou o destinatário. Com o objectivo de facilitar a leitura deste estudo, nomeadamente a quem desconheça a obra de Genette, iremos traduzindo, em notas de rodapé, os conceitos operatórios utilizados.