SILVA, Costa E *Militar; Rev. 1922; Rev. 1930; Comte. IV Ex. 1961-1962; Ch
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Páginas Iniciais.Indd
Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Deodoro da Fonseca Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Rio de Janeiro - 2012 5ª edição Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Getúlio Dornelles Vargas 3.11.1930 - 29.10.1945 Copyright © 2012 by Arquivo Nacional 1ª edição, 2001 - 2ª edição revista e ampliada, 2003 - 3ª edição revista, 2006 4ª edição revista e ampliada, 2009 - 5ª edição revista e ampliada, 2012 Praça da República, 173, 20211-350, Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) 2179-1253 Fotos da Capa: Palácio do Catete e Palácio do Planalto, 20 de abril de 1960. Arquivo Nacional Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo Diretor-Geral do Arquivo Nacional Jaime Antunes da Silva Arquivo Nacional (Brasil) Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff / Arquivo Nacional. - 5ª ed. rev. e ampl. - Rio de Janeiro: O Arquivo, 2012. 248p. : il.;21cm. Inclui bibliografi a ISBN: 978-85-60207-38-1 (broch.) 1. Presidentes - Brasil - Biografi as. 2. Brasil - História - República, 1889. 3. Brasil - Política e Governo, 1889-2011. I.Título. CDD 923.1981 Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Equipe Técnica do Arquivo Nacional Coordenadora-Geral de Acesso e Difusão Documental Maria Aparecida Silveira Torres Coordenadora de Pesquisa e Difusão do Acervo Maria Elizabeth Brêa Monteiro Redação de Textos e Pesquisa de Imagens Alba Gisele Gouget, Claudia Heynemann, Dilma Cabral e Vivien Ishaq Edição de Texto Alba Gisele Gouget, José Cláudio Mattar e Vivien Ishaq Revisão Alba Gisele Gouget e José Cláudio Mattar Projeto Gráfi co Giselle Teixeira Diagramação Tânia Bittencourt Para a elaboração do livro Os presidentes e a República, contamos com o apoio da Radiobrás na cessão das imagens relativas aos governos de Ernesto Geisel a Fernando Henrique Cardoso. -
Estado De S. Paulo, O
ESTADO DE S. PAULO, O Jornal paulista diário e matutino fundado em 4 de janeiro de 1875 com o nome de A Província de São Paulo por um grupo liderado por Américo Brasiliense de Almeida Melo e Manuel Ferraz de Campos Sales. Em 1885, ingressou em sua redação Júlio César Ferreira de Mesquita, que em pouco tempo passou a diretor. Desde então, a direção do jornal permaneceu nas mãos da família Mesquita. A PROVÍNCIA DE SÃO PAULO Organizado por uma comissão nomeada pelo Congresso Republicano de Itu, realizado em 1874, o jornal A Província de São Paulo teve como principais articuladores Américo Brasiliense, atuando na cidade de São Paulo, e Campos Sales, atuando em Campinas. A sociedade comanditária constituída para a fundação do jornal incluiu, além dos já citados, os fazendeiros de café do Oeste Novo paulista Américo Brasílio de Campos, Antônio Carlos de Sales, Antônio Pompeu de Camargo, Bento Augusto de Almeida Bicudo, Cândido Vale, o major Diogo de Barros, Francisco de Sales, Francisco Glicério de Cerqueira Leite, Francisco Rangel Pestana, João Francisco de Paula Sousa, João Manuel de Almeida Barbosa, João Tibiriçá Piratininga, João Tobias de Aguiar e Castro, José Alves de Cerqueira César, José de Vasconcelos de Almeida Prado, José Pedroso de Morais Sales, Manuel Elpídio Pereira de Queirós, Martinho Prado Júnior e Rafael Pais de Barros. A redação da folha foi confiada a Francisco Rangel Pestana e Américo Brasílio de Campos. Embora fosse em sua grande maioria favorável à República, esse grupo mostrava-se cauteloso diante da possibilidade real da queda da monarquia. Por essa razão, em lugar de se apresentar como porta-voz do Partido Republicano Paulista (PRP), o novo jornal preferiu adotar uma linha política independente, intervindo de maneira autônoma “na discussão dos assuntos políticos e sociais”. -
Redalyc.Ditadura Militar: Mais Do Que Algozes E Vítimas. a Perspectiva De Carlos Fico
Revista Tempo e Argumento E-ISSN: 2175-1803 [email protected] Universidade do Estado de Santa Catarina Brasil Fávero Arend, Silvia Maria; Hagemeyer, Rafael Rosa; Lohn, Reinaldo Lindolfo Ditadura Militar: mais do que algozes e vítimas. A perspectiva de Carlos Fico Revista Tempo e Argumento, vol. 5, núm. 10, julio-diciembre, 2013, pp. 464-483 Universidade do Estado de Santa Catarina Florianópolis, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=338130381020 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto ISSN: 2175 - 1803 Ditadura Militar: mais do que algozes e vítimas. A perspectiva de Carlos Fico Carlos Fico é Professor do Departamento e do Programa de Pós- Silvia Maria Fávero Arend Graduação em História da Universidade Federal do Rio de Janeiro Doutora em História pela (UFRJ) e Pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Universidade Federal do Rio Grande Científico e Tecnológico (CNPq). Sua formação acadêmica ocorreu do Sul. Professora da Universidade na própria UFRJ, na Universidade Federal Fluminense (Mestrado) do Estado de Santa Catarina. e na Universidade de São Paulo (Doutorado em História Social e [email protected] Pós-Doutorado). Atuou ainda na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Seu trabalho docente é voltado para ao ensino de Teoria e Metodologia da História e de História do Brasil Rafael Rosa Hagemeyer Republicano. É um profícuo autor de artigos e livros que Doutor em História pela apresentam o resultado de suas investigações em temas como a Universidade Federal do Rio Grande ditadura militar no Brasil e na Argentina, historiografia brasileira, do Sul. -
Space and Defense Issue
33SPAC E and DEFENSE Volume Eleven Number One Spring 2019 China’s Military Space Strategy Sam Rouleau Volume Five Number One Communicating Cyber Consequences Sum Timothy Goines mer 2011 Why Brazil Ventured a Nuclear Program Saint-Clair Lima da Silva Arms Control & Deterrence Coalitions in Space:Damon Coletta Where Networks are CadetPower Voice—Curious Trinity: War, Media, Public Opinion byLaura James Olson Clay Moltz The 2010 National Space Policy: Down to Earth? by Joan Johnson-Freese Space & Defense Journal of the United States Air Force Academy Eisenhower Center for Space and Defense Studies Publisher Col. Kris Bauman, [email protected] Director, Eisenhower Center for Space and Defense Studies Editors Dr. Damon Coletta Dr. Michelle Black U.S. Air Force Academy, USA University of Nebraska, Omaha Associate Editors Mr. Deron Jackson Dr. Peter Hays U.S. Air Force Academy, USA George Washington University, USA Dr. Schuyler Foerster Ms. Jonty Kasku-Jackson U.S. Air Force Academy, USA National Security Space Institute, USA Thank You to Our Reviewers Andrew Aldrin Christopher Dunlap United Launch Alliance, USA Naval Postgraduate School, USA James Armor Paul Eckart ATK, USA Boeing, USA William Barry Andrew Erickson NASA Headquarters, USA Naval War College, USA Daniel Blinder Joanne Gabrynowicz UNSAM-CONICET, Argentina University of Mississippi, USA Robert Callahan Jason Healey NORAD-NORTHCOM, USA Atlantic Council, USA James Cameron Stephen Herzog Fundação Getúlio Vargas, Brazil Yale University, USA Robert Carriedo Theresa Hitchens U.S. -
Ernani Do Amaral Peixoto
PEIXOTO, Ernani do Amaral *militar; interv. RJ 1937-1945; const. 1946; dep. fed. RJ 1946-1951; gov. RJ 1951- 1955; emb. Bras. EUA 1956-1959; min. Viação 1959-1961; min. TCU 1961-1962; min. Extraord. Ref. Admin. 1963; dep. fed. RJ 1963-1971; sen. RJ 1971-1987. Ernâni Amaral Peixoto nasceu no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, em 14 de julho de 1905, filho de Augusto Amaral Peixoto e de Alice Monteiro Amaral Peixoto. Seu pai combateu a Revolta da Armada — levante de oposição ao presidente Floriano Peixoto que envolveu a esquadra fundeada na baía de Guanabara de setembro de 1893 a março de 1894 sob a chefia do almirante Custódio de Melo e mais tarde do almirante Luís Filipe Saldanha da Gama —, atuando no serviço médico da Brigada Policial do Rio de Janeiro. Dedicando-se depois à clínica médica, empregou em seu consultório o então acadêmico Pedro Ernesto Batista, vindo mais tarde a trabalhar na casa de saúde construída por este. Quando Pedro Ernesto se tornou prefeito do Distrito Federal, foi seu chefe de gabinete, chegando a substituí-lo interinamente entre 1934 e 1935. Seu avô paterno, comerciante de café, foi presidente da Câmara Municipal de Parati (RJ). Seu avô do lado materno, comerciante e empreiteiro de obras públicas arruinado com a reforma econômica de Rui Barbosa — que desencadeou o chamado “encilhamento”, política caracterizada por grande especulação financeira e criação de inúmeras empresas fictícias —, alcançou o cargo de diretor de câmbio do Banco do Brasil na gestão de João Alfredo Correia de Oliveira (1911-1914). Seu irmão, Augusto Amaral Peixoto Júnior, foi revolucionário em 1924 e 1930, constituinte em 1934 e deputado federal pelo Distrito Federal de 1935 a 1937 e de 1953 a 1955. -
Foreign Policy Decision-Making Under the Geisel Government the President, the Military and the Foreign Ministry by Leticia De Ab
Foreign policy decision-making under the Geisel government the President, the military and the foreign ministry by Leticia de Abreu Pinheiro Thesis submitted for the Degree of Ph.D. of International Relations Department of International Relations/London School of Economics and Political Science 1994 UMI Number: U615787 All rights reserved INFORMATION TO ALL USERS The quality of this reproduction is dependent upon the quality of the copy submitted. In the unlikely event that the author did not send a complete manuscript and there are missing pages, these will be noted. Also, if material had to be removed, a note will indicate the deletion. Dissertation Publishing UMI U615787 Published by ProQuest LLC 2014. Copyright in the Dissertation held by the Author. Microform Edition © ProQuest LLC. All rights reserved. This work is protected against unauthorized copying under Title 17, United States Code. ProQuest LLC 789 East Eisenhower Parkway P.O. Box 1346 Ann Arbor, Ml 48106-1346 I i-+£s f 7ZZZ f & O N O ^ * I ABSTRACT This thesis seeks to provide an explanation for the contents of three foreign policy decisions implemented under the government of general Ernesto Geisel (1974-79). It does so by analyzing the decision-making process which led Brazil l)to abstain in the Meetings of Consultation of American Foreign Ministers for voting the lifting of sanctions against Cuba; 2)to restore diplomatic relations with the People's Republic of China; and 3)to recognize Angola's MPLA government. The central hypothesis of the thesis is that, although the doctrine of the regime (National Security Doctrine/NSD) has shaped the general conduct of the government, it is not enough to explain the changes in the main lines of foreign policy. -
NAPOLITANO, Marcos. 1964: História Do Regime Militar Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014
NAPOLITANO, Marcos. 1964: história do regime militar brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014. 370 p. Thiago FIDELIS • Com os 50 anos da movimentação civil/militar que culminou com a deposição do presidente João Goulart e com a instituição de grupos militares no poder, o ano de 2014 tem sido bastante profícuo em relação ao debate sobre o tema. Inúmeros eventos 1, publicações acadêmicas 2 e programas na mídia em geral têm levantado um longo debate sobre as origens e consolidação desse ato bem como discussões e ressentimentos, uma vez que o assunto ainda está muito presente na história política recente do país, marcando profundamente a memória de vários setores da sociedade. Nessas circunstâncias situa-se a obra 1964: História do Regime Militar Brasileiro . Lançado no início do ano, o livro traz a assinatura do pesquisador Marcos Napolitano, professor livre-docente da Universidade de São Paulo (USP) que tem dedicado praticamente toda sua carreira a temáticas ligadas ao regime militar, desde obras refletindo sobre as instituições políticas até os aspectos ligados aos mais variados setores da época, como grupos sociais e aspectos culturais, entre outros 3. Em suas mais de 350 páginas, a edição contempla inúmeros aspectos do regime militar, fazendo um grande apanhado dos vários objetos de pesquisa do autor situados em um só espaço. Mesclando a ordem linear dos fatos com temáticas distintas, Napolitano aborda desde o conturbado governo de João Goulart até o fim do regime e seus desdobramentos nos anos conseguintes, debatendo de maneira bastante intensa a questão da memória dessas ocorrências. É preciso refletir, no entanto, que essa ditadura pode ser compreendida tanto como ponto de partida como ponto de chegada. -
Ufrrj Instituto De Ciências Humanas E Sociais Curso De Pós-Graduação Em História
UFRRJ INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DISSERTAÇÃO O Exército no processo de redemocratização em 1945 Alex Santos Santana 2015 1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA (PPHR) O EXÉRCITO NO PROCESSO DE REDEMOCRATIZAÇÃO EM 1945 ALEX SANTOS SANTANA Sob a orientação da Professora Doutora Surama Conde Sá Pinto Dissertação submetida como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em História, no Curso de Pós- Graduação em História, Linha de pesquisa em Relações de Poder, Linguagens e História Intelectual. Seropédica, RJ Agosto de 2015. 2 PÁGINA DA FICHA CATALOGRÁFICA. 3 PÁGINA DO TERMO DE APROVAÇÃO CONFERIDO PELA BANCA EXAMINADORA 4 DEDICATÓRIA Ao Senhor Jesus, cujos ensinamentos direcionam minha vida. À minha amada família, Andréa, Aléxia e Adrielly, esposa e filhas, pelas quais vivo. À minha orientadora, Profª. Drª. Surama Conde Sá Pinto, exemplo de dedicação e profissionalismo. 5 AGRADECIMENTOS À Profª. Drª. Surama Conde Sá Pinto, por ter dedicado horas de trabalho com a finalidade de corrigir os erros, orientar o melhor caminho para confecção deste trabalho e, sobretudo, servir de incentivo para novas produções acadêmicas. Ao Prof.º Dr.º Fernando da Silva Rodrigues, que meforneceu indicações preciosasna qualificação, aceitou o convite para compor a banca examinadora e emprestou livros para a elaboração deste trabalho. À Prof.ª Dr.ª Adriana Barreto de Souza por, ter contribuído com o aperfeiçoamento deste trabalho através das observações feitas no exame de qualificação e por ter aceitado o convite paraintegrara banca examinadora. -
Relations Between Brazil and Philippines: an Overview Ministry of External Relations
RELATIONS BETWEEN BRAZIL AND PHILIPPINES: AN OVERVIEW MINISTRY OF EXTERNAL RELATIONS Foreign Minister Ambassador Celso Amorim Secretary General Ambassador Antonio de Aguiar Patriota ALEXANDRE DE GUSMÃO FOUNDATION President Ambassador Jeronimo Moscardo The Alexandre de Gusmão Foundation (Funag) was established in 1971. It is a public foundation linked to the Ministry of External Relations whose goal is to provide civil society with information concerning the international scenario and aspects of the Brazilian diplomatic agenda. The Foundations mission is to foster awareness of the domestic public opinion with regard to international relations issues and Brazilian foreign policy. Ministry of External Relations Esplanada dos Ministérios, Bloco H Anexo II, Térreo 70170-900 Brasília, DF Telephones: (61) 3411-6033/6034/6847 Fax: (61) 3411-9125 Site: www.funag.gov.br JOSÉ CARLOS BRANDI A LEIXO Relations between Brazil and Philippines: an overview Translated by Susan Casement Sergio Ferrez and José Carlos Brandi Aleixo Brasília, 2010 Copyright © by José Carlos Brandi Aleixo Fundação Alexandre de Gusmão Ministério das Relações Exteriores Esplanada dos Ministérios, Bloco H Anexo II, Térreo 70170-900 Brasília DF Telefones: (61) 3411-6033/6034 Fax: (61) 3411-9125 Site: www.funag.gov.br E-mail: [email protected] Capa: Antonio Saura - Cabeza - 1986 Técnica mixta sobre cartón - 26,8 x 22,9 cm Equipe Técnica: Maria Marta Cezar Lopes Cíntia Rejane Sousa Araújo Gonçalves Erika Silva Nascimento Fernanda Leal Wanderley Henrique da Silveira Sardinha Pinto Filho Juliana Corrêa de Freitas Translated from the Original: Relações entre Brasil e Filipinas: uma visão abrangente by Susan Casement, Sergio Ferrez and the Author. Revised by: Sergio Ferrez, Teresita Barsana and the Author. -
A Diplomacia Presidencial De Arthur Bernardes Na Liga Das Nações
Universidade Federal de Juiz de Fora Programa de Pós-Graduação em História Mestrado em História Filipe Queiroz de Campos O BRASIL ENTRE AS GRANDES POTÊNCIAS: A DIPLOMACIA PRESIDENCIAL DE ARTHUR BERNARDES NA LIGA DAS NAÇÕES. (1919-1926). Juiz de Fora 2019 FILIPE QUEIROZ DE CAMPOS O BRASIL ENTRE AS GRANDES POTÊNCIAS: A DIPLOMACIA PRESIDENCIAL DE ARTHUR BERNARDES NA LIGA DAS NAÇÕES. (1919-1926). DISSERTAÇÃO apresentada ao programa de Pós- Graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora, linha: Poder, Mercado e Trabalho, como requisito parcial para obtenção do título de MESTRE EM HISTÓRIA. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Cláudia Maria Ribeiro Viscardi Juiz de Fora 2019 FILIPE QUEIROZ DE CAMPOS O BRASIL ENTRE AS GRANDES POTÊNCIAS: A DIPLOMACIA PRESIDENCIAL DE ARTHUR BERNARDES NA LIGA DAS NAÇÕES. (1919-1926). DISSERTAÇÃO apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora, linha: Poder, Mercado e Trabalho, como requisito parcial para obtenção do título de MESTRE EM HISTÓRIA. Juiz de Fora, 28/03/2019. Banca Examinadora ____________________________________________________ Prof.ª Dr.ª Cláudia Maria Ribeiro Viscardi (UFJF) – Orientadora ____________________________________________________ Prof. Dr. Rodrigo Christofoletti (UFJF) ____________________________________________________ Prof.ª Dr.ª Sílvia Adriana Barbosa Correia (Universidade Nova de Lisboa) Dedico esse trabalho a todos e a todas que buscam entender como a realidade humana é construída com o intuito de torná-la mais justa. Dedico também aos meus pais, Noel e Simone, ao meu irmão Vitor e à minha namorada Helena. Agradecimentos Primeiramente, agradeço ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora que recebeu meu projeto, me guiou nos caminhos da pesquisa e fomentou o espaço físico e intelectual propícios ao meu crescimento. -
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA a Bola E O Chum
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA Aníbal Renan Martinot Chaim A Bola e o Chumbo: Futebol e Política nos anos de chumbo da Ditadura Militar Brasileira v.1 VERSÃO CORRIGIDA São Paulo 2014 1 Universidade de São Paulo Faculdade Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamento de Ciência Política A Bola e o Chumbo: Futebol e Política nos anos de chumbo da Ditadura Militar Brasileira Aníbal Renan Martinot Chaim Dissertação apresentada ao Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo para a obtenção do título de Mestre em Ciência Política. Orientador: Prof. Dr. Adrian Gurza Lavalle v.1 VERSÃO CORRIGIDA São Paulo 2014 2 3 Agradecimentos: A toda minha família, especialmente a meus pais e meu irmão por terem me suportado – em todos os sentidos – até aqui. À minha namorada, pelas alegrias vividas nos últimos anos. A todos do Departamento de Ciência Política da USP, especialmente a Adrian Lavalle, meu orientador, pelo apoio e fomento dado a meu trabalho. À CAPES, pelo apoio financeiro. 4 Resumo: Este estudo se propõe a elucidar o processo por meio do qual a ditadura militar brasileira, em seus anos mais truculentos – também chamados de ‘os anos de chumbo’ – se aproximou do futebol nacional como forma de se promover politicamente e fazer do esporte um de seus pilares de sustentação popular. Mais do que demonstrar que o futebol foi utilizado para fins políticos, o intuito aqui é esclarecer os mecanismos institucionais utilizados pelo governo militar para se aproximar dos atores responsáveis pela gestão esportiva no âmbito nacional e fazer com que seu projeto esportivo fosse executado de forma a gerar os frutos desejados. -
CARLOS, ANTÔNIO *Dep. Fed. MG 1911-1917; Min
CARLOS, ANTÔNIO *dep. fed. MG 1911-1917; min. Faz. 1917-1918; dep. fed. MG 1919-1925; sen. MG 1925- 1926; pres. MG 1926-1930; rev. 1930; const. 1934; dep. fed. MG 1935-1937. Antônio Carlos Ribeiro de Andrada nasceu em Barbacena (MG) no dia 5 de setembro de 1870, filho de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e de Adelaide Feliciano Duarte de Andrada. Seu pai, também conhecido como o “segundo Antônio Carlos”, fundou o ramo mineiro da família Andrada ao transferir-se de Santos (SP), onde nascera, para Barbacena, por motivo de saúde. Além de advogado e juiz municipal nessa cidade, foi deputado geral por Minas Gerais em 1884 e senador estadual em 1891. Seu avô paterno, Martim Francisco Ribeiro de Andrada, ao lado dos irmãos José Bonifácio de Andrada e Silva e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva, integrou a família mais proeminente no processo de independência do Brasil e dos primeiros tempos da monarquia. Netos do português José Ribeiro de Andrada, que se radicou em Santos em 1678, os três irmãos foram personalidades de primeiro plano na emancipação do Brasil de Portugal. Enquanto José Bonifácio, o Patriarca da Independência, organizou o ministério de janeiro de 1822 e liderou a pressão junto ao futuro dom Pedro I para a conquista da independência, e Antônio Carlos, grande orador, foi deputado às cortes portuguesas em 1821, constituinte em 1823 e figura de proa no golpe de Estado que proclamou a maioridade de Pedro II, Martim Francisco foi ministro da Fazenda em julho de 1822, constituinte em 1823, deputado geral por Minas de 1830 a 1833 e mais uma vez ministro da Fazenda após a maioridade de dom Pedro II.