MARIZA in Less Than Twelve Years, Mariza Has Risen from a Well Hidden
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
Portuguese Language in Angola: Luso-Creoles' Missing Link? John M
Portuguese language in Angola: luso-creoles' missing link? John M. Lipski {presented at annual meeting of the AATSP, San Diego, August 9, 1995} 0. Introduction Portuguese explorers first reached the Congo Basin in the late 15th century, beginning a linguistic and cultural presence that in some regions was to last for 500 years. In other areas of Africa, Portuguese-based creoles rapidly developed, while for several centuries pidginized Portuguese was a major lingua franca for the Atlantic slave trade, and has been implicated in the formation of many Afro- American creoles. The original Portuguese presence in southwestern Africa was confined to limited missionary activity, and to slave trading in coastal depots, but in the late 19th century, Portugal reentered the Congo-Angola region as a colonial power, committed to establishing permanent European settlements in Africa, and to Europeanizing the native African population. In the intervening centuries, Angola and the Portuguese Congo were the source of thousands of slaves sent to the Americas, whose language and culture profoundly influenced Latin American varieties of Portuguese and Spanish. Despite the key position of the Congo-Angola region for Ibero-American linguistic development, little is known of the continuing use of the Portuguese language by Africans in Congo-Angola during most of the five centuries in question. Only in recent years has some attention been directed to the Portuguese language spoken non-natively but extensively in Angola and Mozambique (Gonçalves 1983). In Angola, the urban second-language varieties of Portuguese, especially as spoken in the squatter communities of Luanda, have been referred to as Musseque Portuguese, a name derived from the KiMbundu term used to designate the shantytowns themselves. -
Valéria – a Entrevista |Exclusivo|
Home Festival Ano a Ano Últimas Notícias Recordar os Festivais Em Cartaz Entrevistas ESC2015 A 2020 ESC2021 ESC Junior OGAE Festivais da Canção 2015 a 2020 Festival da Canção 2021 Festival da Canção da Década 2010-19 Música Prémios e Homenagens Valéria – A entrevista |exclusivo| Carlos Portelo / 08/02/2021 Valéria Carvalho nasceu a 23 de julho de 1997, é uma jovem fadista de 23 anos que já conquistou alguns prémios, entre os quais o primeiro lugar no Concurso de Fado Amália Rodrigues, em 2014, no Fundão, zona de onde é natural. Aceda aqui à biografia de Valéria elaborada por nós. Valéria vai ser a intérprete do tema Na Mais Profunda Saudade com letra e música de Hélder Moutinho. Passamos a transcrever a entrevista que Valéria nos concedeu e que agradecemos. Festivais da Canção – Que significado tem para si pisar o palco do Festival da Canção? Valéria – Pisar o palco do Festival da Canção é concretizar um sonho que sempre considerei inatingível. É uma oportunidade de poder viver um sonho, e dar um pouco de mim ao meu país. FC – Como encarou e surgiu o convite do seu compositor para participar no Festival da Canção deste ano? Valéria – O Hélder Moutinho foi sempre uma referência para mim. Um certo dia, surgiu a oportunidade de ir cantar á casa de fados dele “Maria da Mouraria”, e foi nesse dia que conheci o Hélder. Pouco tempo depois ele convidou-me para ser vocalista de um projeto que estivera a executar, o qual eu aceitei. Ainda em 2020, recebi um telefonema do Hélder Moutinho onde ele me noticia o convite por parte da organização do Festival para ser um dos autores deste ano, e convida-me para ser a intérprete da música. -
Mais Um Fado No Fado
Música 23 de janeiro 2013 Mais um fado no fado Aldina Duarte © Isabel Pinto O Sentido das Notas, o Canto dos nossos dias, Ana Moura e António das Palavras Zambujo, e através destas os seus versos convertem-se num terreno comum para Apenas o Amor (2004), Crua (2006), o encontro entre outras tantas posturas Mulheres ao Espelho (2008), Contos artísticas idiossincráticas, passando da de Fados (2011). Os títulos dos quatro condição de mera expressão individual álbuns que Aldina Duarte lançou pare- da sua autora ao estatuto de um patri- cem formar, como um mosaico, o retrato mónio partilhado e reestruturante do perfeito da sua postura de artista – o próprio género. E ela mesma revisita – e de alguém para quem a relação com o de algum modo reinventa, nessa viagem Fado passa por um registo constante e – alguns dos fados mais emblemáticos incandescente de paixão, mas também do seu repertório, partindo, para esse por um percurso por vezes quase cruel novo olhar, do desafio que representa a de introspecção e pela descoberta parceria com o piano de Júlio Resende. fascinada de múltiplos olhares sobre o Mais uma vez nos confronta, deste mundo, pela mão dos poetas, dos artis- modo, com esse seu misto tão espe- tas, dos fabricantes de sonhos e de mitos cial de tradição e ruptura, de medo e fundadores. Tudo isto assenta sempre coragem, e – porque não? – de pudor e nos alicerces de um repertório de fados desvario. estróficos depurados pelo tempo, tão firmes e enganadoramente simples nos Rui Vieira Nery contornos essenciais que os definem (Rui Vieira Nery escreve de acordo Voz Aldina Duarte Guitarra portuguesa José Manuel Neto Viola Carlos Manuel Proença como livres e complexos nos desenhos com a antiga ortografia) Convidados Ana Moura, António Zambujo, Júlio Resende novos e inesperados que o seu canto lhes sabe dar em cada revisitação. -
O Ensino Da Literatura No 2º Ciclo – Uma Experiência Prática
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE LETRAS Julho de 2008 As Palavras São Pessoas com Sons que se Mexem no Papel: O Ensino da Literatura no 2º ciclo – uma Experiência Prática Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para obtenção do grau de Mestre em Estudos Artísticos, Culturais, Linguísticos e Literários Por Ilda Maria Tadeu Salvado Orientação Professor Doutor Gabriel Augusto Coelho Magalhães AGRADECIMENTOS A concretização deste projecto, pessoal e profissional, não teria sido possível sem o apoio e o incentivo de algumas pessoas. A todas elas desejo expressar a minha profunda gratidão. Ao Professor Doutor Gabriel Magalhães manifesto o meu agradecimento, pelo saber que comigo partilhou, pela orientação clara e firme e pelas palavras de encorajamento ao longo da realização deste estudo. Um agradecimento especial aos meus alunos pelo entusiasmo com que abraçaram todas as actividades e pela cor que deram a este trabalho, através dos seus comentários e das suas criações. Aos pais dos meus alunos por me terem permitido a utilização dos textos criados pelos seus filhos e pelas suas palavras de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido. Ao Conselho Executivo da Escola Básica dos Segundo e Terceiro Ciclos da Guarda e a todos os colegas, agradeço o apoio e a disponibilidade manifestados. À minha amiga Fernanda pelo espírito de entreajuda durante um caminho que iniciámos juntas. À minha mãe pelo afecto, pelo incentivo e ajuda constantes. Aos meus irmãos pela valorização da persistência e à minha irmã pelas suas valiosas contribuições. Por último, agradeço ao Raul pelo apoio, pela compreensão e pelo carinho. A todos, muito obrigada! As Palavras São Pessoas com Sons que se Mexem no Papel. -
Sons De Abril: Estilos Musicais E Movimentos De Intervenção Político-Cultural Na Revolução De 19741
Revista Portuguesa de Musicologia 6, Lisboa, 1996, pp. 141-171 Sons de Abril: estilos musicais e movimentos de intervenção político-cultural na Revolução de 19741 MARIA DE SÃO ]OSÉ CORTE-REAL STE artigo consiste numa reflexão sobre o fenómeno «Sons Ede Abril», definindo-o numa perspectiva de relacionamento entre estilos musicais e movimentos de intervenção político• cultural associados à Revolução de 1974. Partindo de um corpus de música seleccionado de entre o vasto repertório designado correntemente por «música de intervenção» e «música popular portuguesa»/ foram consideradas três situações de relevância social, fortemente interligadas e concorrentes para a definição do fenómeno em estudo: o desenvolvimento político em Portugal sob o regime ditatorial marcadamente autoritário, a Guerra Colonial que mobilizou massivamente a geração da década de sessenta e a consequente fuga para o estrangeiro, nomeadamente para Paris, que tal como outros centros urbanos, albergou a juventude exilada de Portugal. Cada uma destas situações exerceu influências marcantes no desenvolvimento da cultura expressiva em geral e da música em particular em Portugal. A influência de compositores e intérpretes franceses, assim como o trabalho pontual de algumas editoras discográficas foram de importância capital no domínio da canção de intervenção em Portugal. Necessariamente, muitos compositores e intérpretes, assim como obras de relevo ficarão por citar. A inexistência de um estudo sistemático sobre esta matéria revela uma lacuna no conhecimento da cultura expressiva recente em Portugal. O texto original deste artigo foi apresentado numa conferência interactiva realizada na Fonoteca Municipal de Lisboa em 1995, integrada nas comemorações do 21.0 aniversário da Revolução de 1974. Ainda que adaptado ao novo suporte, a sua redução ao formato escrito acarreta necessariamente a amputação de um amplo leque de referências inerentes ao desempenho musical característico dos «Sons de Abril». -
COVID-19, Systemic Crisis, and Possible Implications for the Wild Meat Trade in Sub-Saharan Africa
Environmental and Resource Economics https://doi.org/10.1007/s10640-020-00474-5 COVID‑19, Systemic Crisis, and Possible Implications for the Wild Meat Trade in Sub‑Saharan Africa James McNamara1,2 · Elizabeth J. Z. Robinson3 · Katharine Abernethy4,5 · Donald Midoko Iponga5 · Hannah N. K. Sackey6 · Juliet H. Wright7,8 · EJ Milner‑Gulland9 Accepted: 10 July 2020 © The Author(s) 2020 Abstract Wild animals play an integral and complex role in the economies and ecologies of many countries across the globe, including those of West and Central Africa, the focus of this policy perspective. The trade in wild meat, and its role in diets, have been brought into focus as a consequence of discussions over the origins of COVID-19. As a result, there have been calls for the closure of China’s “wet markets”; greater scrutiny of the wildlife trade in general; and a spotlight has been placed on the potential risks posed by grow- ing human populations and shrinking natural habitats for animal to human transmission of zoonotic diseases. However, to date there has been little attention given to what the conse- quences of the COVID-19 economic shock may be for the wildlife trade; the people who rely on it for their livelihoods; and the wildlife that is exploited. In this policy perspective, we argue that the links between the COVID-19 pandemic, rural livelihoods and wildlife are likely to be more complex, more nuanced, and more far-reaching, than is represented in the literature to date. We develop a causal model that tracks the likely implications for the wild meat trade of the systemic crisis triggered by COVID-19. -
Os Cinquenta Anos Do Festival Eurovisivo Português
Revista Brasileira de Estudos da Canção – ISSN 2238-1198 Natal, n.6, jul-dez 2014. Disponível em: www.rbec.ect.ufrn.br Festival RTP da Canção: Os cinquenta anos do festival eurovisivo português José Fernando Saroba Monteiro1 [email protected] Resumo: Em 2014 o Festival RTP da Canção chega ao seu cinquentenário. Surgido para escolher uma canção portuguesa para concorrer no Festival Eurovisão da Canção, o festival português tornou-se uma plataforma para o descobrimento e reconhecimento de diversos artistas, além de apresentar canções que hoje são vistas como verdadeiras expressões da alma portuguesa. Mesmo Portugal nunca tendo vencido o Eurovisão, o Festival RTP da Canção continua a ser realizado como uma forma de celebração da música portuguesa e de erguer os ânimos da produção musical em nível nacional. Palavras-chave: Festival RTP da Canção; Festival Eurovisão da Canção; Música Portuguesa. Abstract: In 2014, the RTP Song Festival reaches its fiftieth anniversary. Arisen to choose a Portuguese song to compete in the Eurovision Song Contest, the Portuguese festival has become a platform for the discovery and recognition of several artists, as well as to present songs that are seen today as a true expression of the Portuguese soul. Although Portugal has never won the Eurovision, the RTP Song Festival continues to be held as a way to celebrate the Portuguese music and to raise the spirits of music production at national level. Keywords: RTP Song Festival; Eurovision Song Contest; Portuguese Music. Introdução Surgido em 1964 com a finalidade de escolher uma canção para representar Portugal no Festival Eurovisão2, o Festival RTP da Canção completa, em 2014, cinquenta anos. -
Üther People's Anthropologies
ÜTHER PEOPLE'S ANTHROPOLOGIES Ethnographic Practice on the Margins edited by Aleksandar Boskovié Berghahn Books New York • Oxford First editlon publisbed in 2008 by Berghahn Books l www.berghahnbooks.com 1 ©2008 Aleksandar Bo!kovié Ali rigbts reserved. Except for the quotation of short passages for the purposes of criticism and review, no part of this book may be reproduced in any formar by any means, electronic or mechanical, induding photocopying, recording, or any infor mation storage and retrieval system now known or to be invented, without written permission of the publisher. Library of Congreos Cataloging-ln-Publication Data Other people's anthropologies : ethnographic practice on the margins / edited by Aleksandar Boskovié. - 1st ed. p. cm. Papers originally presented at a workshop at the 2004 E.ASA conference in Vienna. Indudes bibliographical references and index. ISBN 978-1-84545-39~ (hardback: alk. paper) l. Ethnology-Congresses. I. Boskovié, Aleksandar. II. European Association of Social Anthropologists. Conference (2004 : Vienna, Austria} GN302.0884 2007 305.B-<Ic22 2007042675 British Llbrary Cataloguing ln Publication Data A catalogue record for thls book is available from the British Library Printed in the United States on acid-free paper ISBN-13: 978-1-84545-398-5 hardback Chapter 11 Anthropology with No Guilt A View from Brazil* Mariza G.S. Peirano INTRODUCTION A new divide seems to be going on in anlhropology: while in the metropolitan centers it appears either doomed to extinction ar bent into "studies" (femi~ nist, cultural, science and technology, etc.), in other locations anthropology is well and thrlving ar, lf not thrivlng, at least provlding a positive and con structive edge or approach. -
Mundo De Cantigas» Em Sines
MUNICÍPIO DE SINES SIDI NOTA À IMPRENSA Paulo de Carvalho apresenta «Mundo de Cantigas» em Sines O Centro de Artes de Sines recebe, no dia 13 de Fevereiro, às 22h00, o espectáculo "Paulo de Carvalho apresenta «Mundo de Cantigas»". Com 48 anos de carreira cumpridos em 2010, Paulo de Carvalho é uma das mais importantes figuras do panorama musical português. Dono de uma das melhores vozes do nosso país, a sua carreira começou, curiosamente, como baterista, no agrupamento Sheiks. No entanto, afirmou-se depressa como cantor, sendo especialmente marcante na primeira fase da sua carreira o tema “E Depois do Adeus”, com o qual ganhou o Festival RTP da Canção em 1974 e que se tornou uma das senhas da Revolução dos Cravos. Paulo de Carvalho sempre gostou de experimentar novos caminhos, aventurando-se nos mais diversos géneros musicais, desde o funk ao jazz, à música africana e ao fado. Em todos eles conseguiu criar marcos importantes na música portuguesa, como "A Casa da Praia", "Gostava de Vos Ver Aqui", "Nini dos Meus Quinze Anos", "Mãe Negra", "Os Meninos de Huambo", "O Fado", "O Cacilheiro", "Lisboa Menina e Moça", "Os Putos", "O Homem das Castanhas", entre muitos outros. Como autor e compositor, tem mais de 300 canções escritas. Carlos do Carmo, Simone de Oliveira, Sara Tavares, Martinho da Vila e Mariza são apenas alguns dos artistas que cantam canções suas. Como cidadão e músico tem colaborado na dignificação da sua profissão, participando em centenas de eventos de solidariedade, desde campanhas de angariação de fundos ou chamadas públicas de atenção - Timor, Moçambique, Angola, etc. -
Folk Or Fake: the Notion of Authenticity in Portuguese Fado
1 Folk or Fake: The Notion of Authenticity in Portuguese Fado James Patrick Félix Submitted in accordance with the requirements for the degree of Doctor of Philosophy The University of Leeds School of Music March 2015 2 The candidate confirms that the work submitted is his own and that appropriate credit has been given where reference has been made to the work of others. This copy has been supplied on the understanding that it is copyright material and that no quotation from the thesis may be published without proper acknowledgement © 2015 The University of Leeds and James Patrick Félix The right of James Patrick Félix to be identified as Author of this work has been asserted by him in accordance with the Copyright, Designs and Patents Act 1988. 3 Acknowledgements Para a minha mãe Anne Marie Félix, meu pai Amorim Carvalho Félix, minha esposa Denise Sara Bryan e minha filha Emma Maria Félix. This thesis would not have been possible without the assistance and support of a large number of individuals. I wish to extend my thanks first to my supervisory team of Professor Derek Scott and Professor Kevin Dawe, whose input, encouragement and advice helped keep things moving. I would also like to thank friends and colleagues at the University of Leeds, including Dr Karen Burland, Dr Lauren Redhead and Tenley Martin, whose conversations and suggestions allowed me to focus my thoughts and research in the right direction. I would also like to thank Professor Peter Johnson and Dr Liz Garnett at Birmingham Conservatoire who first helped me develop my interest in authenticity and folk music. -
FOLHAS DE SALA Célia
TÂNIA OLEIRO Nasceu em 1979, em Lisboa. Teve o Fado como berço, por condição, pois da infância recorda o fado cantado pela sua mãe. Continuamente solicitada, a sua voz é reconhecida como uma das melhores da atualidade. Tem sido convidada a cantar nas mais prestigiadas casas de fado e em diversas salas de espetáculos, em Portugal e em alguns países da Europa. Após catorze anos de carreira profissional e de intensa dedicação ao Fado, é chegado o momento de Tânia Oleiro registar em definitivo o seu talento e contributo num disco que pretende resumir a sua trajetória, experiência e identidade, representando simultaneamente a consolidação do seu trabalho. 26JUNHO DOMINGO MÚSICA © Pedro Correa da Silva FADOS DE TRADIÇÃO TÂNIA OLEIRO – Voz Pedimos que desliguem os telemóveis durante o espetáculo. VASCO MORAES – Voz Não é permitido tirar fotografias nem fazer gravações sonoras ou filmagens durante o espetáculo. Programa e elenco sujeitos a alteração sem aviso prévio. DINIS LAVOS – Guitarra portuguesa CARLOS MANUEL PROENÇA – Viola 16H00 / EDIFÍCIO COLEÇÃO MODERNA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN – SALA POLIVALENTE Av. de Berna, 45 A gulbenkian.pt Duração: 1h00 1067-001 Lisboa FADOS DE TRADIÇÃO ANTÓNIO VASCO MORAES Nasceu em Lisboa, onde começou a cantar fado aos 18 anos, ainda como amador. Tem sido figura constante no mundo do fado há cerca de vinte anos. Quem frequenta as casas de fado, viu-o fazer parte dos elencos das mais importantes: Clube de Fado, Velho Páteo de Santana, Taverna do Embuçado, Mesa de Frades, Na tradição fadista uma mesma melodia pode cantar-se com etc. diferentes poemas. Entre as décadas de 1920 e 50 o Fado O protagonismo que foi ganhando, não só nas casas de fado como em muitas profissionaliza-se na nova rede das casas de Fado, e o repertório apresentações em Portugal e no estrangeiro, fê-lo experimentar o teatro musicado alarga-se pela colaboração intensa de novos compositores e novos e, com tal sucesso, que o levou a atuar em grandes salas, como o Grande poetas populares. -
The Portuguese Guitar: History and Transformation of an Instrument Associated with Fado
THE PORTUGUESE GUITAR: HISTORY AND TRANSFORMATION OF AN INSTRUMENT ASSOCIATED WITH FADO NUNO JOSÉ DOS SANTOS ANAIA CRISTO A THESIS SUBMITTED TO THE FACULTY OF GRADUATE STUDIES IN PARTIAL FULFILLMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS GRADUATE PROGRAM IN MUSIC YORK UNIVERSITY TORONTO, ONTARIO JANUARY 2014 © Nuno José dos Santos Anaia Cristo 2014 ABSTRACT Since the mid-nineteenth century the Portuguese guitar has been connected to the fado genre. Over the years, both the instrument and the song genre have experienced significant transformations, at times related to aesthetic changes, at other times conditioned by social, political and economic alterations. This thesis focuses on the historic organological development of the Portuguese guitar, as an instrument associated with fado, and explores how the Lisbon guitar model has been progressively replaced by the Coimbra guitar model (both in practice and iconic symbolism). I argue that this tendency is related to the current new era of Portuguese guitar practice with its origins in the post-revolutionary period lived in Portugal after the political overthrow in 1974. My study is based on the review and analysis of the most recent works on the subject, fieldwork among players and makers, iconographic and archival research, and my own experience as a player and maker of both models of the Portuguese guitar. ii DEDICATION To my parents iii ACKNOWLEDGMENTS Many thanks to: York University for the 2012 GS-CUPE Unit 1 Graduate Financial Assistance - Dom Award. The Faculty of Graduate Studies for the allocation of the 2012-2013 Fieldwork Fund, without whose generous financial assistance this research would have not been possible; My supervisor Louise Wrazen and secondary reader Judith Cohen for all their encouragement, help and insightful advice throughout this process; My teachers at York University: Rob van der Bliek, Robert Witmer, Robert Simms, Trichy Sankaran, and Sherry Johnson.