Coimbra Region: a Million Food Stories
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
Monteiro Lobato Acontece Na América: a Publicação De Brazilian Short
ROSEMARY DE PAULA LEITE CARTER Monteiro Lobato acontece na América: Análise de duas transposições do conto “O Engraçado Arrependido” de Monteiro Lobato para o idioma inglês, respectivamente, em 1925 e 1947 e a relação intelectual do crítico literário Isaac Goldberg com o autor brasileiro Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marisa Philbert Lajolo Universidade Presbiteriana Mackenzie São Paulo 2011 2 ROSEMARY DE PAULA LEITE CARTER Monteiro Lobato acontece na América: Análise de duas transposições do conto “O Engraçado Arrependido” de Monteiro Lobato para o idioma inglês, respectivamente, em 1925 e 1947 e a relação intelectual do crítico literário Isaac Goldberg com o autor brasileiro Tese apresentada ao Curso de Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie como pré- requisito para a obtenção do título de Doutor em Letras Orientadora: Prof.ª Dr.ª. Marisa Philbert Lajolo Universidade Presbiteriana Mackenzie São Paulo 2011 3 C325m Carter, Rosemary de Paula Leite. Monteiro Lobato acontece na América: análise de duas transposições do conto "O Engraçado Arrependido" de Monteiro Lobato para o idioma inglês, respectivamente, em 1925 e 1947 e a relação intelectual entre o crítico Isaac Goldberg e o autor brasileiro / Rosemary de Paula Leite Carter. - 365 f. : il. ; 30 cm. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2012. Bibliografia: f. 280-289. 1. Monteiro Lobato, José Bento 2. Transposição 3.Goldberg, Isaac. I. Título. CDD 869.31 4 ROSEMARY DE PAULA LEITE CARTER Monteiro Lobato acontece na América: Análise de duas transposições -
Grande Rota Do Alva
CNE Mata Nacional do Bussaco SIC Dunas de Mira, MORTÁGUA SANTA COMBA DÃO A Grande Rota do Alva, percurso linear com 77 km de Gândara e Gafanhas SIC TÁBUA Carregal do Sal extensão, promovido pela CIM-RC, passa pelos concelhos de EUROVELO GR GR 48 Caminho 49 Português Penacova, Vila Nova de Poiares, Arganil, Tábua e Oliveira de Santiago GR do Hospital. O rio Alva é o elemento identitário da região 51 GR Monumento Natural 48.2 do Cabo Mondego atravessada pela rota, assinalada por planaltos e vales Parque Natural da Serra da Estrela GR GR 48.1 marcantes, nos quais o serpentear do Alva moldou a paisagem 48 Paisagem Protegida Montes GÓIS da Serra do Açor de Santa Olaia e Ferrestelo e impôs um modelo de povoamento e desenvolvimento muito Reserva Natural do Paul de Arzila LOUSÃ próprio que desperta o desejo da descoberta e justifica a visita SIC atenta e enriquecedora. Serra da Lousã EUROVELO GR GR 26 33.3 GR 26 0 1000 2000 3000 4000 5000 m Com uma extensão aproximada de 106 km, o rio SIC Sicó / Alvaiázere Alva nasce na Serra da Estrela e desagua no rio PEDROGÃO GRANDE ANSIÃO Mondego, na localidade de Porto de Raiva, no Grande Rota do Alva concelho de Penacova. O seu percurso sinuoso, 350 300 1 marcado nas encostas da Serra da Estrela e Serra 250 2 3 200 4 do Açor, permite descobrir um conjunto de atra- 150 100 6 50 7 8 9 ções naturais e turísticas de grande qualidade 0 m 0 km 8 16 24 32 40 48 56 64 72 80 e importância local, que justificam a realização Desvio Inverno Beco Desvio Inverno Livraria do Mondego HÚMIDAS desta grande rota. -
Município De Montemor-O-Velho
tografiaaerea.blogspot.pt/ http://portugalfo MONTEMOR-O-VELHO PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DA VILA DE MONTEMOR-O-VELHO Câmara Municipal de Montemor-o-Velho março 2018 1 PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DA VILA DE MONTEMOR-O-VELHO MONTEMOR-O-VELHO Programa Estratégico de Reabilitação Urbana da ARU da vila de Montemor-o-Velho Câmara Municipal de Montemor-o-Velho março 2018 i PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DA VILA DE MONTEMOR-O-VELHO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 2 1.1 Enquadramento e objetivos .............................................................................................................. 2 1.2 Enquadramento normativo............................................................................................................... 3 2. DEFINIÇÃO DO ÂMBITO DA ORU ................................................................................................... 7 2.1. A ARU da vila de Montemor-o-Velho ................................................................................................ 7 2.2. Tipologia e prazo de execução da ORU ........................................................................................... 10 3. CARACTERIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO ............................................................................................. 12 3.1. Enquadramento territorial ............................................................................................................. -
O Alvazil De Coimbra" Conta a História De D
1 Rede de Castelos e Muralhas do Mondego A criação da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego recupera uma linha militar criada há vários séculos atrás, ainda em tempos anteriores à fundação da nacionalidade, mas para ela matricial... Em 1064, Fernando Magno, rei de Leão, recuperava definitivamente Coimbra para o lado cristão, um episódio de importância capital no longo processo da Reconquista Peninsular. Nas décadas seguintes, a cidade e a bacia do Mondego assumiriam, nesta faixa ocidental, a linha de fronteira entre cristãos e muçulmanos. Ao comando deste território, e com vasta experiência pessoal desses dois mundos, tão antagónicos quanto intercomunicantes, ficava o moçárabe Sesnando Davides. A ele se deve a (re)construção de um conjunto de estruturas defensivas que constituem parte fundamental do património que fundamenta a rede. Os Castelos de Coimbra, Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penela, Soure e a atalaia de Buarcos, formaram, entre outros, a Linha Defensiva do Mondego. A esta fronteira associaram-se anos mais tarde e por mão de figuras como Afonso Henriques ou Gualdim Pais, outras estruturas como o Castelo de Pombal e o do Germanelo, que vêm consolidar esta fronteira, palco de conflitos armados, de instabilidade e perigo, mas também de convivências e trocas intensas. Uma História fascinante da qual somos herdeiros… A Rede de Castelos e Muralhas do Mondego ancora-se nessa mesma História para criar, a partir do património histórico e cultural que a testemunha, um produto turístico de excelência, assente na mobilização de dinâmicas conjuntas. Para o cumprimento desse desígnio associaram-se 12 parceiros: Direção Regional de Cultura do Centro Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal Instituto Pedro Nunes Município de Coimbra, Município da Figueira da Foz, Município da Lousã, Município Miranda do Corvo, Município Montemor-o-Velho, Município Penela, Município Pombal, Município Soure, Universidade de Coimbra. -
Workshop Report
Nature based solutions for flood retention in Southern Europe 30 January – 1 February 2019, Coimbra (Portugal) WORKSHOP DOCUMENTATION COST Action CA16209 Natural Flood Retention on Private Land (LAND4FLOOD) “We must build dikes of courage to hold back the flood of fear” Martin Luther King, Jr. Local Organizers: Carla S. S. Ferreira Research Centre for Natural Resources, Environment and Society (CERNAS), Agrarian School of Coimbra, Polytechnic Institute of Coimbra, Portugal Sandra Mourato School of Technology and Management, Polytechnic Institute of Leiria, Portugal. ICAAM - Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, Universidade de Évora, Portugal The workshop was funded by the COST Action “Natural Flood Retention on Private Land” (CA16209). COST is supported by the EU Framework Programme Horizon 2020. Contents 1. Framework ............................................................................................................................ 1 1.1. Mediterranean floods and management challenges .................................................... 1 1.2. Motivation and Aims of the Workshop ......................................................................... 1 2. Water management and riverine conservation in Central Portugal: Field trip .................... 2 2.1. Water management in Mondego river basin ................................................................ 3 2.2. Riverine restauration ..................................................................................................... 5 3. Lessons Learned -
Lucerna ¤ Lucerna
¤ LUCERNA ¤ LUCERNA AN UNDERGRADUATE JOURNAL P R E S E N T E D B Y T H E HONORS PROGRAM The University of Missouri-Kansas City ¤ Volume Four Issue One © 2009 ¤ LUCERNA ¤ CONTENTS Note from the Editor 6 Editorial Board 7 Biology Ariel Green: The Role of High Risk HPV E6 Protein in Cervical Cancer Formation 10 Education BethAnn Steinbacher: Are Classrooms Selling our Kids Short? 21 English Karen Anton: The Audible in Joyce’s Texts 29 Michael Devitt: The Rhetoric of Shell Shock 42 History James Comninellis: Reasoned Piety: A Summary and Explication of Discussion of One of al-Ghazālī’s Incoherence of the Philosophers 61 Sadia Aslam: A Handup, Not a Handout 76 Mathematics Cameron Buie: The Bernoulli Brothers and the Brachistochrone 95 Philosophy Magie Hogan: The Great Moral Tragedy 110 Political Science Andrea Ridlen: Closing Pandora’s Box 118 Spanish Maria Iliakova: El sueño de las comedias del Siglo de Oro: 138 El nacionalismo, la religión, y el gobierno Author Biographies 149 Honorable Mentions 151 A Note from the Editor As a child, I remember it being emphatically expressed that hard and gruesome work produces tangible, desired results. I am pleased to say that this year’s edition of Lucerna is the product of such work. This year we changed the look of Lucerna, hopefully without marring the honorable traditions left by the previous editors and staff. None of this would have been possible without the dedication of the editorial staff. Their constant support and commitment made this year’s journal possible. I would also like to thank Dr. -
Aces Baixo Mondego ENTRAR Perfil Local De Saúde 2016 Aces Baixo Mondego
Perfil Local de Saúde O perfil de saúde constitui-se como um instrumento de apoio à tomada de decisão técnica, politico/estratégica e organizacional, sendo uma ferramenta virada para a ação, no sentido da melhoria da saúde das populações e redução das desigualdades em saúde. Baseia-se na melhor evidência disponível e assenta em critérios de qualidade que lhe conferem rigor e robustez. Os indicadores que o integram são criteriosamente escolhidos de modo a refletir os problemas de saúde pública considerados mais pertinentes à data, sendo, portanto, a sua seleção e construção um processo vivo, dinâmico, participado e consensualizado. No âmbito dos Observatórios Regionais de Saúde, e numa ótica de partilha, criação de sinergias, rentabilização dos recursos e da massa crítica existentes, e de alinhamento entre as cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) na consecução de objetivos comuns, os Diretores dos Departamentos de Saúde Pública, com o apoio dos Conselhos Diretivos das respetivas ARS, consensualizaram, em 2012, a criação de um Grupo de Trabalho Estratégico e de um Grupo de Trabalho Operativo, com profissionais dos Departamentos de Saúde Pública, de diferentes disciplinas do saber, com o objetivo de elaborar documentos e ferramentas de apoio à decisão em saúde totalmente harmonizados. O trabalho que a seguir se divulga, assente nesta metodologia simultaneamente histórica e inovadora, é o resultado desta concertação e esforço coletivo, num espírito de Missão, de Desígnio e Unidade Nacional, que, simbolicamente, se representam através do Mapa de Portugal com as cinco ARS agregadas como um todo, embora mantendo a sua identidade institucional, refletida na cor atribuída a cada uma.* * Cada ARS é representada por uma cor que reproduz, fielmente, uma das cores do respectivo Logótipo. -
Ata 2018-12-13 Câmara Municipal
REUNIÃO ORDINÁRIA PÚBLICA DE 13 DE DEZEMBRO DE 2018 M UNICÍPIO DE O LIVEIRA DO H OSPITAL C Â M A R A M UNICIPAL ------ ATA N.º 25/2018 ------------------------------------------------------------------------- --------Aos treze dias do mês de dezembro do ano de dois mil e dezoito, no Salão Nobre do edifício dos Paços do Município de Oliveira do Hospital, reuniu ordinariamente a Câmara Municipal, sob a Presidência de José Carlos Alexandrino Mendes, encontrando-se presentes os seguintes Vereadores : José Francisco Tavares Rolo, Maria da Graça Madeira de Brito da Silva, João Paulo Pombo de Albuquerque, Nuno Jorge Perestrelo Ribeiro, Carlos Jorge Mamede Carvalheira de Almeida e Teresa Maria Mendes Dias.---------------------------------------- --------Secretariou a presente reunião, o Diretor do Departamento de Administração Geral e Finanças, João Manuel Nunes Mendes.-------------------------------------------------------------------------- -------- Depois de todos terem ocupado os seus lugares o Senhor Presidente declarou aberta a reunião, eram dez horas , após o que se deu início à apreciação dos seguintes assuntos:----------- --------RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA------------------------------------------------------------- DOC.1 --------Foi presente o Resumo Diário da Tesouraria respeitante ao dia 12 de dezembro de 2018 , cujo saldo disponível em receita orçamental é de 1.704.862,23 € (um milhão, setecentos e quatro mil, oitocentos e sessenta e dois euros e vinte e três cêntimos), conforme documento que se anexa e que fica a fazer parte integrante -
Aguas Das Caldas De Penacova S.A
PENACOVA guas das Caldas de Penacova is headquartered in the pristine A environment of Serra do WATER SECTOR Buçaco where the company extracts, bottles and sells the natural mineral Aguas das Caldas de Penacova S.A. water called "Caldas de Penacova", Mata das Caldas, Penacova, Portugal using the best technologies available on the market in order to provide its Rotary stretch-blow moulders national and international customers Smiform SR 8 and SR 6 HC with excellent quality products at a reasonable price. The Portuguese company has relied on SMI experience and technology for the production of VIDEO the PET bottles used in the bottling line. The collaboration between Aguas das Caldas de Penacova and SMI dates back to 2006, when the Smiform SR 8 stretch-blow moulder had been installed to meet the requirements of the 12,000 bottle/ hour production line. The increase in sales in Portugal and abroad led to the investment of two more Smiform stretch-blow moulders: the SR 6 HC containers (5 liters) and a Smiform SR model dedicated to the 6,000 bottle/ 8 for the 14,400 bottle/hour line for hour line for bottling high capacity the 1.5-liter format. GEO LOCATION INSTALLATION / Penacova 26 27 WATER: ESSENTIAL ELEMENT FOR HUMAN SURvivaL Water is the origin of man: it constitutes 70% of the human body and contains all the necessary elements for its survival. Water and its content of minerals are indispensable for the perfect functioning and development of the human body and essential for many metabolic functions such as digestion. -
CIM Da Região De Coimbra
“Ecovias e Sítios Património Mundial, um Guimarães 29 de novembro de 2018 destino Comum” Espaços Cicláveis no território da CIM RC Previstos no: • PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade urbana Sustentável); • PIMT (Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da CIM RC) Objetivo: Promover a mobilidade suave e reduzir as emissões de CO2 Espaços cicláveis urbanos e estruturantes propostos para o território da CIM-RC 1 - Ecovia do Mondego de Prolongamento da Ecopista do Dão • Prolongamento da Ecopista do Dão, com extensão de 40 km, desde o final da Ecopista do Dão até ao limite do concelho de Penacova; • Projeto desenvolvido em cooperação com a CIM Viseu Dão Lafões e os municípios de Santa Comba Dão, Mortágua e Penacova; • Ligação ciclável contínua Viseu – Penacova (Coimbra) com cerca de 90km; • Intermodalidade (Linha da Beira Alta com saída na estação de Santa Comba Dão) • Acompanha o vale do rio Mondego; • Estradas e caminhos pré-existentes, adotando sempre que possível soluções de engenharia natural; • Total de investimento aproximadamente de: 1,4 M € (cofinanciado pelo Programa Valorizar do Turismo de Portugal) Estruturante na Valorização turística • Permitirá canalizar uma percentagem relevante de turistas para o interior do território (ligação interior-litoral) • Interligação de vários pontos de interesse turístico e ambiental; • Projeto, inter-regional e intermunicipal estruturante para a valorização turística destes territórios do interior e para a promoção da coesão económica e social das populações. 2 - Ciclovia do Mondego • Extensão -
ARU De Pombalinho
ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE Pombalinho Proposta de Delimitação Câmara Municipal de SOURE dezembro de 2018 ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE POMBALINHO PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO Esta página foi deixada em branco propositadamente ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE POMBALINHO PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO ÍNDICE 1. Introdução .................................................................................................................................................... 2 2. Memória Descritiva e Justificativa ............................................................................................................... 2 2.1 Enquadramento Geográfico ........................................................................................................................ 2 2.2 Demografia .................................................................................................................................................. 4 2.3 Delimitação da ARU de Pombalinho ............................................................................................................ 5 2.3.1 História de Pombalinho ............................................................................................................. 5 2.3.2 Critérios subjacentes à delimitação da ARU .............................................................................. 6 2.3.3 Ojetivos Estratégicos ................................................................................................................ 7 3. Planta de delimitação ................................................................................................................................ -
PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO DO CONCELHO DE CANTANHEDE Para O Período Compreendido Entre 2008/2013
PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO DO CONCELHO DE CANTANHEDE para o período compreendido entre 2008/2013 PR-00363 Maio 2008 Abril de2008 Plano de Desenvolvimento Estratégico do Concelho de Cantanhede para o período compreendido entre 2008/2013 SUMÁRIO EXECUTIVO No actual contexto Europeu, num ambiente e mercados sem fronteiras, a implementação de estratégias baseadas na inovação é, seguramente, o caminho que permite gerar riqueza e desenvolvimento. A responsabilidade da implementação destas estratégias tem vindo a deslocar-se gradualmente do nível nacional para o regional e local, em consequência do reconhecimento da necessidade de adaptação das directivas nacionais às realidades e singularidades de cada território. O Concelho de Cantanhede integra a NUT III Baixo Mondego, na zona de fronteira com o Baixo Vouga. Com uma localização estratégica, próximo de cidades como Coimbra, Aveiro e Figueira da Foz, o Concelho é servido por eixos rodoviários que lhe permitem a ligação directa à rede de distribuição nacional. Este contexto geoestratégico, acompanhado por um forte dinamismo económico e tecnológico, protagonizado em termos referenciais pelo Biocant Park, determinou o arranque de um novo ciclo de desenvolvimento, caracterizado pela diferenciação da base económica local consolidada pela aposta em sectores com forte componente de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI). Um Concelho onde, há pouco mais de uma década, se destacava o sector primário como principal actividade da população, é hoje uma referência na criação e valorização de um tecido económico diversificado e preparado para um ambiente global fortemente competitivo. Apesar de um contexto económico e de uma evolução demográfica claramente positivos, o Concelho regista um significativo envelhecimento populacional e um nível de qualificação da população ainda bastante baixo, o que poderá comprometer o desenvolvimento equilibrado deste território.