Brazilian Jazz Concert Series
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The Subversive Songs of Bossa Nova: Tom Jobim in the Era of Censorship Irna Priore and Chris Stover OSSA nova flourished in Brazil at the end of the 1950s. This was a time of rapid Bdevelopment and economic prosperity in the country, following President Jucelino Kubitschek’s 1956 proclamation of “fifty years of progress in five,” but after the 1964 coup d’état, when General Humberto Castello Branco’s military regime took control of Brazil, the positive energy of the bossa nova era quickly dissipated.1 Soon after the 1964 coup the atmosphere changed: civil rights were suppressed, political dissent was silenced, and many outspoken singer-songwriters, authors and playwrights, journalists, and academics were censored, arrested, and imprisoned. First-generation bossa nova artists, however, were able to avoid such persecution because their music was generally perceived as apolitical.2 This essay challenges this perception by analyzing the ways in which iconic bossa nova composer Antônio Carlos (“Tom”) Jobim inscribed subversive political thought through musical syntax and lyrical allegory in several of his post-1964 songs. We begin by providing a brief overview of the socio-political history of 1960s Brazil, considering some general features of the Brazilian protest song (canção engajada) before focusing on Chico Buarque’s anthemic “Roda viva” as an exemplar of that style. We then move to a detailed examination of the Jobim compositions “Sabiá” and “Ligia,” the lyrics to both of which speak of love, longing, and saudade in the manner of many bossa nova songs, but within which can be found incisive (if carefully coded) critiques of the Castello Branco government. -
Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul Faculdade De Biblioteconomia E Comunicação Departamento De Ciências Da Informação Bacharelado Em Museologia
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO BACHARELADO EM MUSEOLOGIA DANIELA GÖRGEN DOS REIS FOTOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA: reflexões e proposições a partir de um estudo de caso Porto Alegre 2019 2 DANIELA GÖRGEN DOS REIS FOTOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA: reflexões e proposições a partir de um estudo de caso Trabalho realizado como pré-requisito para a conclusão do curso de Bacharelado em Museologia do Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Zita Rosane Possamai Porto Alegre 2019 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Reitor: Rui Vicente Oppermann Vice-Reitora: Jane Fraga Tutikian FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO Diretora: Karla Maria Müller Vice-diretora: Ilza Maria Tourinho Girardi DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO Chefe: Samile Andréa de Souza Vanz Chefe Substituta: Eliane Lourdes da Silva Moro COMISSÃO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE MUSEOLOGIA Coordenadora: Ana Celina Figueira da Silva Coordenadora substituta: Márcia Bertotto Departamento de Ciências da Informação Rua Ramiro Barcelos, 2705 Bairro Santana Porto Alegre – RS Telefone (51) 33085067 E-mail: [email protected] 4 DANIELA GÖRGEN DOS REIS FOTOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA: reflexões e proposições a partir de um estudo de caso Trabalho realizado como pré-requisito para a conclusão do curso de Bacharelado em Museologia do Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Zita Rosane Possamai BANCA EXAMINADORA Prof.ª Dr.ª Zita Rosane Possamai (UFRGS) – Orientadora _____________________________________________________________ Prof.ª Dr.ª Ana Celina Figueira da Silva (UFRGS) – Examinadora _____________________________________________________________ Me. -
O Bondinho Que É Ícone De Uma Cidade
# 11 – novembro 2012 Cantos com encanto O bondinho que é ícone de uma cidade transportá-lo para a Europa, que era denominada pão de açúcar. A semelhança do penhasco carioca com aquela forma de barro teria originado o nome. O penedo teve ao correr do tempo, cronologicamente, os seguintes nomes: “Pau-nh-açuquã” da língua Tupi, dado pelos Tamoios, os primitivos habitantes da Baía de Guanabara, significando “morro alto, isolado e pontudo”; “Pot de beurre” dado pelos franceses invasores da primeira leva; “Pão de Sucar” dado pelos primeiros colonizadores portugueses; “Pot de Sucre” dado pelos franceses invasores da segunda leva. m 1912, a inauguração de um caminho O nome Pão de Açúcar se generalizou a partir aéreo no Rio de Janeiro era, por fim, a da segunda metade do século XIX, quando o materialização de uma ideia concebida Rio de Janeiro recebeu as missões artísticas E do desenhista e pintor alemão Johann Moritz 4 anos antes pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos, que se tornaria Rugendas e do artista gráfico francês Jean mundialmente famoso: o bondinho do Pão de Baptiste Debret que, em magníficos Açúcar. desenhos e gravuras, exaltaram a beleza do Pão de Açúcar. Por sua forma de ogiva, Marca registrada da Cidade Maravilhosa, o localização privilegiada, presença na história morro do Pão de Açúcar é uma montanha da cidade e original acesso ao seu cume, o despida de vegetação em sua quase Pão de Açúcar é um marco natural, histórico totalidade. É um bloco único de uma rocha e turístico da cidade do Rio de Janeiro. proveniente do granito, que sofreu alteração por pressão e temperatura, possui idade Marco natural, porque seu pico está na superior a 600 milhões de anos e entrada da Baía de Guanabara, sendo é circundado por uma vegetação referência visual para os navegadores que, característica do clima tropical, do mar ou do ar, o procuram por estar especificamente um resquício de Mata localizado na periferia da cidade. -
MÁRIO TAVARES: a Música Como Arte E Ofício BIOGRAFIA E CATÁLOGO DE OBRAS
1 André Cardoso MÁRIO TAVARES: a música como arte e ofício BIOGRAFIA E CATÁLOGO DE OBRAS Rio de Janeiro Academia Brasileira de Música 2019 DIRETORIA Presidente – João Guilherme Ripper Vice-presidente – André Cardoso 1o Secretário – Manoel Corrêa do Lago 2o Secretário – Ernani Aguiar 1o Tesoureiro – Ricardo Tacuchian 2o Tesoureiro – Turibio Santos CAPA E PROJETO GRÁFICO Juliana Nunes Barbosa REVISÃO DO TEXTO Valéria Peixoto EQUIPE ADMINISTRATIVA Diretora executiva - Valéria Peixoto Secretário - Ericsson Cavalcanti Bibliotecária - Dolores Brandão Alessandro de Moraes Sylvio do Nascimento 35 Todos os direitos reservados ACADEMIA BRASILEIRA DE MÚSICA Rua da Lapa 120/12o andar cep 20021-180 – Rio de Janeiro – RJ www.abmusica.org.br [email protected] SUMÁRIO Abreviaturas ............................................................................... 08 Siglas ............................................................................................. 10 Apresentação ............................................................................... 13 Introdução .................................................................................. 15 MÁRIO TAVARES: A MÚSICA COMO ARTE E OFÍCIO BIOGRAFIA E CATÁLOGO DE OBRAS 1- Ascendência e anos de formação................................... 17 2- Profissional no Rio de Janeiro: o violoncelo e a composição..................................................29 3- Na Rádio MEC: a regência e a música brasileira....... 38 4- A afirmação como compositor........................................ 54 5- No -
Moraes Moreira Carnaval Postado Em: 25/02/2017 08:00
SecultBA - Secretaria de Cultura - Governo do Estado da Bahia - Entrevista Especial - Moraes Moreira Carnaval Postado em: 25/02/2017 08:00 "Tem que dançar a dança que a nossa dor balança o chão da praça ô u ô u ô, balança o chão da praça ô u ô u ô". Com este refrão quatro décadas atrás, o jovem Moraes Moreira surpreendeu a multidão até então acostumada com o solo da guitarra baiana. O músico foi o primeiro cantor a subir no trio elétrico e soltar a voz. Um divisor de águas para o carnaval da Bahia. Depois veio a sequência de sucessos a exemplo da música que virou o hino da folia, Chame-Gente. Em 2017, Moraes completa 70 anos de idade com muito vigor. Nesta entrevista especial relembra o passado de olho no futuro. Leia a entrevista. Amanhã será a vez de Armandinho declarar seu amor ao carnaval. Você foi o primeiro cantor a subir no Trio de Dodô e Osmar e lançar diversos sucessos, o que ficou conhecido como "frevo trieletrizado". Hits como: "Pombo Correio", "Vassourinha Elétrica" e "Bloco do Prazer", dentre outros foram imortalizados. Este título de Primeiro Cantor do Trio me foi dado por Dodô e Osmar. Acredito que ninguém poderá tirá-lo de mim. Os sucessos que vieram, confirmam tudo. São verdadeiras crônicas sobre o universo fantástico que envolve Dodô e Osmar e toda a família, pioneiros de um maravilhoso invento. Logo após a minha saída dos NOVOS BAIANOS, a cabeça fervilhava, alimentando várias ideias, entre elas a de fazer um trabalho com a música carnavalesca. -
O Mistério Do Planeta
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA HUMBERTO SANTOS PEREIRA O MISTÉRIO DO PLANETA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DOS NOVOS BAIANOS (1969-1979) V.1 2009 HUMBERTO SANTOS PEREIRA O MISTÉRIO DO PLANETA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DOS NOVOS BAIANOS (1969-1979) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, como requisito para a obtenção do grau de Mestre em História Social. Orientador: Prof. Dr. Milton Araújo Moura SALVADOR 2009 HUMBERTO SANTOS PEREIRA O MISTÉRIO DO PLANETA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DOS NOVOS BAIANOS (1969-1979) Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em História Social, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, como requisito para a obtenção do grau de Mestre em História Social. Aprovada em____________________________________ Banca Examinadora MILTON ARAÚJO MOURA – Orientador______________________________________ Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas, Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil. ANTÔNIO FERNANDO GUERREIRO MOREIRA DE FREITAS ________________________ Doutor em História, Université de Paris IV (Paris-Sorbonne), U. P. IV, França. MARILDA DE SANTANA SILVA _____________________________________________ Doutora em Ciências Sociais, Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil. AGRADECIMENTOS Aos meus pais, Derisvaldo e Edna Pereira, pelo apoio. A Wanja Luciano, companheira e amiga. A Milton Moura, grande mestre. Ao Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal da Bahia. Aos professores Antônio Guerreiro de Freitas e Marilda de Santana Silva, pelas contribuições. A todos aqueles que estiveram comigo e me deram força. RESUMO Estuda-se a atuação dos Novos Baianos no período compreendido entre 1969 e 1979. -
ESTADO DE SANTA CATARINA Legislativa PALÁCIO BARRIGA-VERDE
15ª 4ª Sessão Legislatura ESTADO DE SANTA CATARINA Legislativa PALÁCIO BARRIGA-VERDE ANO LV FLORIANÓPOLIS, 05 DE MAIO DE 2006 NÚMERO 5.590 15ª Legislatura COMISSÕES PERMANENTES 4ª Sessão Legislativa MESA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO COMISSÃO DE FINANÇAS E COMISSÃO DE DIREITOS E E JUSTIÇA TRIBUTAÇÃO GARANTIAS FUNDAMENTAIS, Julio Cesar Garcia Jorginho Mello - Presidente Wilson Vieira – Dentinho DE AMPARO À FAMILIA E À PRESIDENTE Celestino Secco – Vice Presidente Gelson Merísio MULHER Herneus de Nadal Onofre Santo Agostini Antônio Ceron Reno Caramori 1º VICE-PRESIDENTE Francisco de Assis Antônio Carlos Vieira Gelson Merísio Gelson Merísio Dionei Walter da Silva Ana Paula Lima Nilson Gonçalves Moacir Solpesa Rogério Mendonça Francisco de Assis 2º VICE-PRESIDENTE Afrânio Boppré Romildo Titon Nilson Nelson Machado Lício Mauro da Silveira Paulo Eccel Odete de Jesus Antônio Aguiar 1º SECRETÁRIO João Henrique Blasi Djalma Berger Djalma Berger Pedro Baldissera Terças-feiras, às 9:00 horas Quartas-feiras, às 09:00 horas Quartas-feiras às 10:00 horas 2º SECRETÁRIO COMISSÃO DE TRANSPORTES E COMISSÃO DE SEGURANÇA Valmir Comin COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, DESENVOLVIMENTO URBANO PÚBLICA 3º SECRETÁRIO CULTURA E DESPORTO Rogério Mendonça - Presidente Dionei Walter da Silva - Presidente José Paulo Serafim Romildo Titon - Presidente Reno Caramori – Vice Presidente Onofre Santo Agostini – Vice Presidente Odete de Jesus – Vice Presidente 4º SECRETÁRIO Djalma Berger Wilson Vieira – Dentinho Joares Ponticelli Vânio dos Santos Mauro Mariani Antônio Ceron LIDERANÇA DO GOVERNO -
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AMBASSADE DU BRÉSIL [email protected] Bulletin culturel du 3 avril 2013 Visitez le site de l’ambassade : http://paris.itamaraty.gov.br Indice : Événements organisés avec le soutien de l’ambassade du Brésil : FESTIVAL DE CINÉMA BRÉSILIEN DE PARIS ; MAGIC BRÉSIL. Événements et manifestations en France, liés au Brésil : EXPOSITIONS ; MUSIQUE ; ARTS DU SPECTACLE ; CINÉMA ; DIVERS ; LIVRES ; RADIO Événements organisés avec le soutien de l’ambassade du Brésil FESTIVAL DE CINÉMA BRÉSILIEN DE PARIS Du mardi 16 au mardi 23 avril Une sélection des dernières productions du cinéma brésilien, ainsi que d’avant-premières internationales, sera présentée au public français. Cette année, sept films participeront à la compétition « Prix du public » et trois films sont dédiés au public jeunesse. Pour sa 15ème édition, le festival rend hommage au Brésilien Carlos Diegues. Figure emblématique du cinema novo, il est le réalisateur et le producteur de diverses productions cinématographiques. Dix de ses films seront projetés au long du festival, dont certains suivis d’un débat avec le réalisateur. Maria de Medeiros, Kleber Mendonça Filho, Cesar Oiticica Filho, Juliana Reis, Bruno Quintella, Raphael Aguinaga, Guilherme Azevedo, Emilio Gallo, Breno Silveira et Gilberto Gil ont également confirmé leur présence au festival. Mardi 16 avril à 20h30 : ouverture du festival. Projection de Gonzaga – De pai para filho de Breno Silveira. En présence du réalisateur. Cinéma l’Arlequin 76, rue de Rennes – 75006 Paris www.festivaldecinemabresilienparis.com MAGIC BRÉSIL Du jeudi 4 au lundi 29 avril Artidot organise une exposition collective des artistes brésiliens contemporains Fernando Barata, Ana Kesselring, Tina Machado, Tuca Reinés et Betina Samaia. -
A MISSÃO 2 R$ 13,90 John Neschling Quer Transformar O Municipal De São Paulo Em Um Grande Teatro Lírico Internacional ISSN 1413-2052 - ANO XVIII Nº 192 1413-2052 ISSN
Gramophone Choice: os melhores CDs do mês Verdi 200 anos: uma vida em quatro óperas CONCERTOGuia mensal de música clássica Março 2013 J ORGE COLI Reflexões sobre a ópera JOÃO MARCOS COELHO Desafios da composição JÚLIO MEDAGLIA O início da modernidade V IDAS MUSICAIS Yehudi Menuhin ROTEIRO MUSICAL LIVROS • CDs • DVDs A MISSÃO 2 R$ 13,90 John Neschling quer transformar o Municipal de São Paulo em um grande teatro lírico internacional ISSN 1413-2052 - ANO XVIII Nº 192 1413-2052 ISSN OSESP TEMPORADAS 2013 Alsop, Thibaudet, Vänskä, Ortiz Orquestra Sinfônica Brasileira, Tucca, e Antunes iniciam ambicioso ano Teatro São Pedro, Osusp e mais Prezado Leitor, Importantes acontecimentos movimentaram o mundo musical clássico no verão. No Rio de Janeiro, o maestro Isaac Karabtchevsky tornou-se diretor artístico do Teatro Municipal, acumulando a função com a direção da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Sinfônica Heliópolis (página 6). Aos 78 anos e reconhecido como uma das grandes personalidades musicais de nossos dias, Karabtchevsky assume uma instituição que vem amargando temporadas problemáticas. Oxalá a nova direção possa contar com apoio político e financeiro do Estado para engatar o funcionamento do teatro de ópera mais tradicional do Brasil. Mas a grande novidade clássica é a volta do maestro John Neschling, agora como diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo. A notícia de sua nomeação foi bem recebida pela comunidade artística e entre os músicos do teatro, e as primeiras declarações FOTO: REVISTA CONCERTO / do maestro e da nova administração são auspiciosas, como você poderá ler na matéria CARLOS GOLDGRUB de capa e na seção Em conversa desta edição (página 24). -
Universidade Estadual Paulista “Júlio De Mesquita Filho” (Unesp) Instituto De Políticas Públicas E Relações Internacion
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI) Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe (TerritoriAL) ANA MANUELA DE JESUS CHÃ AGRONEGÓCIO E INDÚSTRIA CULTURAL: estratégias das empresas para a construção da hegemonia SÃO PAULO 2016 ANA MANUELA DE JESUS CHÃ AGRONEGÓCIO E INDÚSTRIA CULTURAL: estratégias das empresas para a construção da hegemonia Dissertação apresentada ao Programa de Pós- graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe (TerritoriAL), do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), como exigência para obtenção do título de mestre em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe, área de Geografia, na linha de pesquisa “Educação, Saúde e Cultura”. Orientador: Prof. Dr. Rafael Litvin Villas Bôas SÃO PAULO 2016 ANA MANUELA DE JESUS CHÃ AGRONEGÓCIO E INDÚSTRIA CULTURAL: estratégias das empresas para a construção da hegemonia Dissertação apresentada ao Programa de Pós- graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe (TerritoriAL), do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), como exigência para obtenção do título de mestre em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe, área de Geografia, na linha de pesquisa “Educação, Saúde e Cultura”. Orientador: Prof. Dr. Rafael Litvin Villas Bôas BANCA EXAMINADORA ______________________________________________ Prof. Dr. Rafael Litvin Villas Bôas (Universidade de Brasília) ______________________________________________ Profa. Dra. Silvia Beatriz Adoue (Universidade Estadual Paulista “Júlio De Mesquita Filho”) ______________________________________________ Prof. Dr. Walter Garcia da Silveira Junior (Universidade de São Paulo) São Paulo, 24 de março de 2016. -
M O Ç Ã O No. 005T2020
'1 :- )., 0 Ll 4)\o CAMARA MUNICIPAL DE ALAGOINHAS \ ôlp M O Ç Ã O No. 005t2020. ,d A Câmara Municipal de Alagoinhas, Estado da Bahia, interpretando o sentimento {o povo que representa por outorga, faz inserir nos seus Anais, MOÇAO DE LUTO E PROFUNDO PESAR pelo falecimento do insigne Senhor ANTONIO CARLOS MORAES PIRES, mais conhecido como MORAES MOREIRA, ocorrido no dia 13 de abril, próximo passado. "A vida é um dom que Deus deu ao homem; alguns passam pela vida, outros são por ela absolvidos e, para fugir da regra fria, poucos, bem poucos, vivem e ao retornarem ao pó, continuarão a viver por toda a eternidade". Cantor, compositor e músico brasileiro, ex-integrante do Grupo Novos Baianos, em carreira solo desde 1975, Moraes Moreira comeÇou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos de ltuaçu, o "Portal da Chapada Diamantina". Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, Bahia. Mudou-se para Salvador e lá conheceu Tom Ze, e tambem entrou em contato com o rock n' roll. Mais tarde, ao conhecer Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, formou o conjunto Novos Baianos, onde ficou de 1969 a 1975. Juntamente com Luiz Galvão, foi compositor de quase todas as cançÕes do grupo. O álbum Acabou Chorare, lançado pela banda em 1972, foi considerado pela revista Roling Stone Brasil em primeiro lugar na lista dos 100 melhores álbuns da historia da musica brasileira divulgado em 2007. Moraes Moreira possui 40 discos gravados, entre Novos Baianos, Trio Eletrico Dodô e Osmar e ainda dois discos em parceria com o guitarrista Pepeu Gomes. -
Universidade De São Paulo Escola De Comunicação E Artes Programa De Pós-Graduação Em Meios E Processos Audiovisuais
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEIOS E PROCESSOS AUDIOVISUAIS JOSÉ EDUARDO GONÇALVES MAGOSSI O folclore na indústria fonográfica – A trajetória da Discos Marcus Pereira SÃO PAULO 2013 JOSÉ EDUARDO GONÇALVES MAGOSSI O folclore na indústria fonográfica – A trajetória da Discos Marcus Pereira Dissertação apresentada ao Programa de Pós- graduação em Meios e Processos Audiovisuais, da Escola de Comunicação e Artes – Universidade de São Paulo, para obtenção do título de mestre. Área de Concentração: Práticas de cultura audiovisual Orientação: Prof. Dr. Eduardo Vicente SÃO PAULO 2013 Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte. Catalogação na Publicação Serviço de Biblioteca e Documentação Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo Dados fornecidos pelo(a) autor(a) Magossi, José Eduardo Gonçalves O folclore na indústria fonográfica: A trajetória da Discos Marcus Pereira / José Eduardo Gonçalves Magossi. -- São Paulo: J. Magossi, 2013. 195 p. + inclui CD e CD-R. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais - Escola de Comunicações e Artes / Universidade de São Paulo. Orientador: Eduardo Vicente Bibliografia 1. Indústria fonográfica 2. Discos Marcus Pereira 3. música popular 4. Mário de Andrade I. Vicente, Eduardo II. Título. CDD 21.ed. – 302.23 Meios de comunicação Nome: MAGOSSI, José Eduardo Gonçalves Título: O folclore na indústria fonográfica – A trajetória da Discos Marcus Pereira Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Meios e Processos Audiovisuais, da Escola de Comunicação e Artes – Universidade de São Paulo, para obtenção do título de mestre.