Diagnóstico Social Vendas Novas
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Aspectos Geográficos O Concelho De Alandroal, Do Distrito De Évora, Localiza-Se Na Região Do Alentejo (NUT II), No Alentejo Central (NUT III)
CONCELHO DE ALANDROAL Aspectos Geográficos O concelho de Alandroal, do distrito de Évora, localiza-se na Região do Alentejo (NUT II), no Alentejo Central (NUT III). Ocupa uma área de 544,1 km2 e abrange seis freguesias: Nossa Senhora da Conceição, Juromenha (Nossa Senhora do Loreto), Santiago Maior, Capelins (Santo António), Terena (São Pedro) e São Brás Matos (Mina Bugalho). O concelho apresentava, em 2005, um total de 6339 habitantes. O natural ou habitante de Alandroal denomina-se alandroalense. O concelho encontra-se limitado pelos seguintes concelhos: a norte, Vila Viçosa; a oeste, Redondo; a sul, Reguengos de Monsaraz; e a este, território espanhol. Possui um clima de influência marcadamente mediterrânica, caracterizado por uma estação seca bem acentuada no Verão. A precipitação ronda os 500 mm entre os meses de Outubro e Março e os 170 mm no semestre mais seco, sendo bastante irregular. A sua morfologia é marcada por um relevo relativamente suave, destacando-se, com menos de 500 metros de altitude, a serra Patinhas (351 m) e, com maior altitude, o monte do Castelo (638 m). Como recursos hídricos, destacam-se o rio de Lucefece, o rio Guadiana, a ribeira de Alcalate e a ribeira do Alandroal. Neste território localiza-se a barragem do Alqueva, no rio Guadiana. História e Monumentos Alandroal foi fundado em 1298 por D. Lourenço Afonso, Mestre de Avis, e, em 1486, recebeu foral. Nas terras deste concelho crescem aloendros, ou alandros, cuja madeira é usada no artesanato local, e daí a origem do topónimo. Como acontecimento de destaque, merece referência a explosão de um armazém de pólvora, ocorrida a 14 de Janeiro de 1659, que causou vários mortos, na generalidade estudantes universitários de Évora, capitaneados pelo jesuíta Pe. -
GUIA DOS ARQUIVOS DO DISTRITO DE ÉVORA Versão
GUIA DOS ARQUIVOS DO DISTRITO DE ÉVORA Concelhos de Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Redondo e Reguengos de Monsaraz Versão 0.1 2018 Évora 0 Ficha técnica - MIP Título: Guia dos Arquivos do Distrito de Évora – Concelhos de Estremoz, Évora, Montemor-o- Novo, Redondo e Reguengos de Monsaraz Autores: Cristina Santos (Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais); Duarte Galhós (Município de Reguengos de Monsaraz); Joana Duarte (Município de Évora); Elsa Candeias (Centro Distrital da Segurança Social de Évora); Jorge Janeiro (Arquivo Distrital de Évora); Josefa Correia (Universidade de Évora); Luís Ferreira Mendes (Cabido da Sé de Évora); Manuela Pitó (Município de Redondo); Maria do Rosário Martins (Município de Évora); Paula Gonçalves (Município de Estremoz); Sílvia Russo (Município de Estremoz); Susana Bicho (Município de Redondo); Susana Cunha (Município de Évora). Coordenação: Jorge Janeiro (Arquivo Distrital de Évora). Id.: RAA-DE Classificação: 300.30.002 Descritores: Guia; arquivo; documentação de arquivo. Data / Hora: 22-05-2018 Formato de Dados: Texto, PDF Estatuto de Utilização: Acesso público Relação: Versão.01 Localização: https://redearquivosalente.wixsite.com/meusite Aprovação: Reunião de dia 13 de junho de 2018 nos Paços do Concelho de Évora © RAA-DE, 2018 1 Agradecimentos Um projeto desta magnitude geográfica e institucional, uma vez que envolveu cinco concelhos e abarcou arquivos de dezenas de entidades, é fruto de um considerável esforço coletivo. Por essa mesma razão é meu dever, enquanto coordenador do projeto, -
Rui Barroso, Diretor Geral ADRAL
SERVIÇOS PARTILHADOS NETWORKING E PRIVATE CLOUD DO ALENTEJO CENTRAL CTD Centro de Tecnologias Digitais ADRAL/CIMAC CONTEXTO ORGANIZACIONAL A Comunidade Intermunicipal do Alentejo A ADRAL-Agência de Desenvolvimento Regional do Central é composta pelos Municípios de Alentejo, S.A. é o resultado de uma parceria muito Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, alargada, composta por um conjunto de entidades Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Portel, públicas e privadas das mais diversas áreas de actividade. A Agência tem o estatuto jurídico de Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas uma Sociedade Anónima. Novas, Viana do Alentejo e Vila Viçosa. Uma das principais tarefas da ADRAL, S. A é a A) Promoção do planeamento e da gestão da cooperação com todos os actores locais, estratégia de desenvolvimento económico, promovendo iniciativas comuns e projectos social e ambiental do território abrangido; conjuntos no espírito de parceria que a anima e que considera constituir um elemento fundamental para B) Articulação dos investimentos municipais cumprir com êxito os objectivos a que se propõe. de interesse intermunicipal; “Promover o desenvolvimento regional do Alentejo C) Participação na gestão de programas de e o fortalecimento da sua base económica e apoio ao desenvolvimento regional, produtiva, em cooperação com os demais agentes e designadamente no âmbito do Quadro de entidades da região, do País ou de outros países, Referência Estratégico Nacional — QREN; nomeadamente dos que integram a União Europeia, cuja actividade concorra para o mesmo -
Percursos Pedestres Do Alandroal Montejuntos2 1 0
2 1 2 1 0 9 0 1 1 1 1 0 9 9 8 0 0 0 0 7 0 N 1 6 1 0 9 1 8 1 0 2 0 0 Percursos Pedestres do Alandroal Montejuntos2 1 0 1 7 0 1 2 0 6 2 2 0 1 2 0 0 0 8 0 0 0 POR CAMINHOS DO CONTRABANDO POR LOS CAMINOS DEL CONTRABANDO PONTOS DE INTEDESSE 2 Partida | Salida: 2 0 1 9 La Aldea de Montejuntos pertenece a la “Freguesía de Santo Antonio de Capelins”, Posto da Guarda de Montejuntos 2 0 0 A Aldeia de Montejuntos faz parte da Freguesia de Santo António de Capelins, Etapa I (N38.544172, W7.346098) PUNTOS DE INTERÉS 1 9 0 tiene, según los censos de 2011, unos 500 habitantes, se sitúa en el “Concelho de 2 tem cerca de 500 habitantes segundo os censos de 2011, situa-se no Concelho 0 Chegada | Llegada: Posto da Guarda de Montejuntos 2 1 8 0 de Alandroal, Distrito de Évora. Alandroal”, “Distrito de Évora”. 1 1 Rio Guadiana 8 6 Igreja de Montejuntos 1 0 0 La Aldea de Montejuntos se encuentra rodeada de cursos de agua. Encontramos el 7 0 A Aldeia de Montejuntos encontra-se rodeada de cursos de água, temos a 5km (N38.528424, W7.306252) Inicio Etapa I e II - Largo do Posto Ribeira de Lucefécit com o seu nome muito original. Esta ribeira vai desaguar no Río Lucefécit, nombre muy original. Este río va a desaguar al Río Guadiana, ahora distância | distancia Guadiana agora Albufeira do Alqueva. -
ACES Alentejo Central
Horário de funcionamento normal e alargado dos Cuidados de Saúde Primários Região Alentejo ACES Alentejo Central UCSP de Mora Consulta Aberta das 9 às 21 horas Atendimento permanente em regime de prevenção das 21 às 9 horas (semana e fins de semana) USF Remo (Reguengos / Consulta Aberta das 8 às 22 horas durante a semana Mourão) Consulta Aberta das 8 às 20 horas aos fins de semana UCSP Redondo Consulta Aberta das 9 às 21 horas (semana e fins de semana) USF Matriz (Arraiolos) Consulta Aberta das 9 às 21 horas durante a semana Consulta Aberta das 9 às 15 horas aos fins de semana USF Quinta da Prata Consulta aberta das 14 às 20 horas durante a semana (Borba) Serviço de Urgência Básica (SUB) de Estremoz (a 8 Km) aos fins de semana UCSP Estremoz Consulta Aberta das 14h às 20h durante a semana SUB de Estremoz – 24 horas/dia UCSP Vendas Novas Consulta Aberta das 14 às 20 horas durante a semana Serviço de Atendimento Permanente (SAP) - 24 horas/dia USF Alcaides e USF Foral Consulta Aberta das 14 às 20 horas durante a semana (Montemor o Novo) SAP 24 horas/dia UCSP Alandroal; Consulta Aberta das 14 às 20 horas durante a semana UCSP Vila Viçosa; Consulta Aberta das 8 às 14 horas aos fins de semana UCSP Viana do Alentejo; UCSP de Portel USF Eborae; Consulta Aberta das 8 às 14 horas aos fins de semana USF Planície; Atendimento durante a semana das 8 às 20 horas, USF Salus; USF Lusitânia; exceto a USF Sol, que funciona das 14 às 20 horas USF Sol (Évora) Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo | ULSBA CENTROS DE SAÚDE DA Horário Consulta de Horário de Funcionamento da ULSBA Recurso UCSP 2.º a 6.ª 14:00 às 20:00 2.ª a 6.ª CS de Aljustrel Sáb. -
Circuito Hidráulico De Viana Do Alentejo E Respetivo Bloco De Rega 1 Parecer Da Comissão De Avaliação
Processo de AIA N.º 2976 CIRCUITO HIDRÁULICO DE VIANA DO ALENTEJO E RESPETIVO BLOCO DE REGA (Projeto de Execução) Parecer da Comissão de Avaliação Março de 2018 COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. Direção-Geral do Património Cultural Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural Instituto Superior de Agronomia/Centro de Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................... 1 2. PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO .................................................................................................. 3 3. ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS DO PROJETO ........................................................................ 3 3.1 Enquadramento global do EIA no EFMA .................................................................................... 3 3.2 Enquadramento global do projeto no EFMA .............................................................................. 4 3.3 Objetivos e necessidade do projeto ........................................................................................... 6 4. ANTECEDENTES DO PROJETO E DO EIA ..................................................................................... 6 5. DESCRIÇÃO DO PROJETO ............................................................................................................ -
Instituições Apoiadas Pelo Banco Alimentar De Évora
Instituições apoiadas pelo Banco Alimentar de Évora Nº de pessoas Nome da Instituição - MENSAIS Concelho apoiadas ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO A IDOSOS DA FREGUESIA DE TERENA Alandroal 22 LAR E CENTRO DE DIA "O CANTINHO AMIGO" - ALDEIA DE PIAS Alandroal 62 PARÓQUIA DE SANTIAGO MAIOR Alandroal 39 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BORBA Borba 545 CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DE SANTO ANDRÉ Estremoz 32 CONFERÊNCIA VICENTINA DE SANTA CLARA DE ASSIS Estremoz 174 A. P. C. E. - ASSOCIAÇÃO DE PARALESIA CEREBRAL DE ÉVORA Évora 240 A.D.R.A. - ASSOCIAÇÃO ADVENTISTA PARA O DESENVOLVIMENTO, RECURSOS E ASSISTÊNCIA Évora 28 ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO E BEM ESTAR DA CRUZ DA PICADA Évora 221 CÁRITAS ARQUIOCESANA DE ÉVORA Évora 243 CÁRITAS PAROQUIAL DA PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA Évora 98 CÁRITAS PAROQUIAL DE SÃO BRÁS Évora 137 CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DE SÃO BRÁS Évora 5 CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DE TORRE DE COELHEIROS Évora 15 CONFERÊNCIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO Évora 13 CONFERÊNCIA DE SÃO VICENTE DE PAULO DA PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA Évora 96 EQUIPA SÓCIO CARITATIVA DA PARÓQUIA DA SENHORA DA SAÚDE Évora 170 FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA PARÓQUIA DE SÃO MAMEDE Évora 145 FUNDAÇÃO FREI EURICO DE MELLO Évora 21 GRUPO CÁRITAS NOSSA SENHORA DA TOUREGA Évora 27 GRUPO CÁRITAS PAROQUIAL DE SANTO ANTÃO Évora 21 LIGA DOS COMBATENTES (NÚCLEO DE ÉVORA) Évora 6 PÃO E PAZ - ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL Évora 125 PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA AUXILIADORA - ORATÓRIO DE SÃO JOSÉ Évora 585 PARÓQUIA DE SÃO DOMINGOS SÁVIO Évora 125 UNIDADE DE AÇÃO SOCIAL DA VENDINHA Évora 124 AÇÃO SOCIAL E PAROQUIAL DE MONTEMOR-O-NOVO Montemor-o-Novo 156 ASSOCIAÇÃO AMIGOS ÚNIDOS PELO ESCOURAL Montemor-o-Novo 81 CONFERÊNCIA VICENTINA DE SÃO JOÃO DE DEUS Montemor-o-Novo 85 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PAVIA Mora 6 UNIDADE PASTORAL DE BROTAS, CABEÇÃO E MORA Mora 38 ADEREM-ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO MOURÃO (REA) Mourão 65 A. -
Concelho Freguesia Alandroal
AVISO / N.º 03 / Acção 2.3.3/ 2009 SUBACÇÃO 2.3.3.3 – PROTECÇÃO CONTRA AGENTES BIÓTICOS NOCIVOS Freguesias consideradas áreas críticas pela AFN para a tipologia de investimento "Recuperação de montados de azinheira em declínio" CONCELHO FREGUESIA ALANDROAL (NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO) CAPELINS (SANTO ANTÓNIO) JUROMENHA (NOSSA SENHORA DO LORETO) ALANDROAL SANTIAGO MAIOR SÃO BRÁS DOS MATOS (MINA DO BUGALHO) TERENA (SÃO PEDRO) SANTA SUSANA ALCÁCER DO SAL TORRÃO ALCOUTIM GIÕES ALCOUTIM MARTIM LONGO PEREIRO VAQUEIROS ALFÂNDEGA DA FÉ PARADA AMIEIRO ALIJÓ CASAL DE LOIVOS SÃO MAMEDE DE RIBATUA ALJUSTREL ALJUSTREL MESSEJANA ALMODÔVAR ALDEIA DOS FERNANDES GOMES AIRES ALMODÔVAR ROSÁRIO SANTA CLARA-A-NOVA SANTA CRUZ SÃO BARNABÉ ALTER DO CHÃO CHANCELARIA ALTER DO CHÃO CUNHEIRA SEDA ALVITO ALVITO VILA NOVA DA BARONIA FONTELO ARMAMAR SANTO ADRIÃO VILA SECA ARRAIOLOS ARRAIOLOS SÃO GREGÓRIO VIMIEIRO ASSUNÇÃO ARRONCHES ESPERANÇA MOSTEIROS BENAVILA ALCORREGO AVIS MARANHÃO ERVEDAL VALONGO BARRANCOS BARRANCOS ALBERNOA BALEIZÃO BEJA (SALVADOR) BEJA (SANTA MARIA DA FEIRA) CABEÇA GORDA BEJA MOMBEJA QUINTOS SALVADA SANTA VITÓRIA TRINDADE BORBA ORADA NOSSA SENHORA DA GRAÇA DOS DEGOLADOS CAMPO MAIOR SÃO JOÃO BAPTISTA BEIRA GRANDE CASTANHEIRO CARRAZEDA DE ANSIÃES LAVANDEIRA LINHARES SEIXO DE ANSIÃES LOUSA MATA CASTELO BRANCO MALPICA DO TEJO MONFORTE DA BEIRA SANTIAGO MAIOR CASTELO DE VIDE SÃO JOÃO BAPTISTA AZINHAL CASTRO MARIM ODELEITE SANTA BÁRBARA DE PADRÕES CASTRO VERDE CASTRO VERDE CORUCHE COUÇO ALDEIA DA MATA CRATO CRATO E MÁRTIRES VALE DO PESO VILA ALVA CUBA -
Redondo No Primeiro Século Após a Fundação (1318-1418): Primórdios, Declínio, Ressurgimento
Redondo no primeiro século após a fundação (1318-1418): primórdios, declínio, ressurgimento. Subsídios para a História local, nos 700 anos do seu Foral dionisino Autor(es): Catalão, Duarte Nuno Publicado por: [do autor] URL persistente: http://hdl.handle.net/10316.2/47723 Accessed : 11-Oct-2021 09:17:05 A navegação consulta e descarregamento dos títulos inseridos nas Bibliotecas Digitais UC Digitalis, UC Pombalina e UC Impactum, pressupõem a aceitação plena e sem reservas dos Termos e Condições de Uso destas Bibliotecas Digitais, disponíveis em https://digitalis.uc.pt/pt-pt/termos. Conforme exposto nos referidos Termos e Condições de Uso, o descarregamento de títulos de acesso restrito requer uma licença válida de autorização devendo o utilizador aceder ao(s) documento(s) a partir de um endereço de IP da instituição detentora da supramencionada licença. Ao utilizador é apenas permitido o descarregamento para uso pessoal, pelo que o emprego do(s) título(s) descarregado(s) para outro fim, designadamente comercial, carece de autorização do respetivo autor ou editor da obra. Na medida em que todas as obras da UC Digitalis se encontram protegidas pelo Código do Direito de Autor e Direitos Conexos e demais legislação aplicável, toda a cópia, parcial ou total, deste documento, nos casos em que é legalmente admitida, deverá conter ou fazer-se acompanhar por este aviso. digitalis.uc.pt Duarte Nuno Catalão Redondo no primeiro século após a fundação (1318-1418): primórdios, declínio, ressurgimento Redondo no primeiro século após a fundação (1318-1418) Subsídios para a História local, nos 700 anos do seu Foral dionisino Évora 2017 Évora | 2017 Duarte Nuno Catalão Redondo no primeiro século após a fundação (1318-1418): primórdios, declínio, ressurgimento Subsídios para a História local, nos 700 anos do seu Foral dionisino Évora Novembro de 2017 Autor: Duarte Nuno Catalão [email protected] Título: Redondo no primeiro século após a fundação (1318-1418): primórdios, declínio, ressurgimento. -
Aspectos Geográficos O Concelho De Mora, Do Distrito De Évora, Localiza-Se No Alentejo (NUT II) E No Alto Alentejo (NUT II)
CONCELHO DE MORA Aspectos Geográficos O concelho de Mora, do distrito de Évora, localiza-se no Alentejo (NUT II) e no Alto Alentejo (NUT II). Ocupa uma área de 443,5 km2 e abrange quatro freguesias: Brotas, Cabeção, Mora e Pavia. O concelho apresentava, em 2005, um total de 5525 habitantes. O natural ou habitante de Mora denomina-se morense. O concelho encontra-se limitado a norte por Avis e Ponte de Sôr (distrito de Portalegre), a sudeste por Arraiolos e a nordeste por Sousel (distrito de Portalegre) e a oeste por Coruche (distrito de Santarém). Possui um clima de influência marcadamente mediterrânica, caracterizado por uma estação seca bem acentuada no Verão. A precipitação ronda os 500 mm entre os meses de Outubro e Março e os 170 mm no semestre mais seco, sendo bastante irregular. A sua morfologia é relativamente plana e suave, sendo, contudo, marcada por áreas de altitude superior à altitude média, de 120 m, como o Cabeço de São Martinho (154 m), Píncaros (148 m), Castelhano (160 m) e Botas (165 m). Como recursos hídricos, são de referir as ribeiras de Raia, de Divos e de Fanica. História e Monumentos As terras do concelho de Mora foram doadas à Ordem de São Bento de Calatrava, em 1211. Em 1519, Mora recebeu foral atribuído por D. Manuel I. No que se refere ao património histórico e monumental, destaca-se a anta- capela de Pavia, dedicada a S. Dinis, do século XVII, sendo um dos monumentos megalíticos portugueses transformados em local de culto cristão. Neste caso, a câmara foi adaptada a nave da capela. -
Arraiolos Câmara Municipal De Arraiolos 2004
1 Aprovado em Plenário de 13 de Abril de 2004 Arraiolos Câmara Municipal de Arraiolos 2004 2 Págs Índice 2 Índice de Gráficos 5 Índice de Quadros 18 Introdução 26 1. Território, População e Descrição Demográfica 28 1.1.Território 28 1.2.População e Descrição Demográfica 29 1.2.1. População Residente e densidade populacional no Alentejo Central e Concelho de Arraiolos (1991-2001) 29 1.2.1.1.População Residente e densidade populacional nas freguesias do Concelho de Arraiolos 34 1.2.2. Distribuição da População por grupos etários no Alentejo Central e Concelho de Arraiolos 35 1.2.2.1.Distribuição da População por grupos etários nas Freguesias do Concelho de Arraiolos 38 1.2.2.2.Distribuição da População por grupos etários nas Freguesias do Concelho de Arraiolos 41 1.2.3. Índices e Ratios da População no Alentejo Central e Concelho de Arraiolos 47 1.2.3.1. Índices e Ratios da População nas freguesias do Concelho 50 1.2.3.1. Índices e Ratios da População nas localidades do concelho de Arraiolos 54 1.2.4. Indicadores Demográficos no Alentejo Central e Concelho de Arraiolos 56 1.2.5. Distribuição da População por Estado Civil nas Freguesias do Concelho de Arraiolos 58 1.2.6. Distribuição das Famílias nas Freguesias do Concelho de Arraiolos 59 1.2.7. Evolução das Famílias no Concelho de Arraiolos 64 1.2.8. População com deficiência por grau e tipo de deficiência no Alentejo Central e no concelho de Arraiolos 67 1.3. Projecção Demográfica 70 2. Condições económico-sociais no Alentejo Central e concelho de Arraiolos 75 3 Págs 2.1. -
Aspectos Geográficos O Concelho De Mourão, Do Distrito De Évora, Localiza-Se No Alentejo
CONCELHO DE MOURÃO Aspectos Geográficos O concelho de Mourão, do distrito de Évora, localiza-se no Alentejo (NUT II), no Alentejo Central (NUT III), ocupa uma área de 277,7 km2 e abrange três freguesias: Granja, Luz e Mourão. O concelho apresentava, em 2001, um total de 3315 habitantes. O natural ou habitante de Mourão denomina-se mouranense. O concelho encontra-se limitado a norte pelo concelho de Alandroal, a nordeste e este por Espanha, a oeste por Reguengos de Monsaraz e a sul por Moura e Barrancos no distrito de Beja. Possui um clima de influência marcadamente mediterrânica, caracterizado por uma estação seca bem acentuada no Verão. A precipitação ronda os 500 mm entre os meses de Outubro e Março e os 170 mm no semestre mais seco, sendo bastante irregular. A sua morfologia é marcada por um relevo relativamente plano e suave, destacando-se, contudo, elevações de altitude superior à média, 150 m: Cabeça (276 m), Cantarinho (253 m), Cerro (188 m) e Atalaia das Ferrarias (190 m). Como recursos hídricos, de referir o rio Guadiana e a ribeira de Alcarrache. História e Monumentos Em 1226, após a Reconquista, o rei D. Dinis, com a ajuda dos Hospitalários, erigiu a povoação no local onde hoje se encontra. Foi povoada, nesse mesmo ano, por Gonçalo Egas, prior dos Hospitalários ou Ordem de São João de Malta, que lhe outorgou foral, confirmado por D. Dinis em 1296. Em 1511, foram levantadas as muralhas e recebeu novo foral por D. Manuel. No que se refere ao património histórico e monumental, destaca-se o Castelo de Mourão, cujas fortificações seiscentistas possuem quatro baluartes, revelins, obra cornua com armadilhas, mas da qual, contudo, pouco resta.