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PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Eixo Da RNT Entre "Vila Do Conde", "Vila Fria B" E a Rede Elétrica De E
PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Eixo da RNT entre "Vila do Conde", "Vila Fria B" e a Rede Elétrica de Espanha, a 400 kV COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. Direção-Geral do Património Cultural Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte Instituto Superior de Agronomia/Centro de Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. Novembro de 2014 Parecer da Comissão de Avaliação Procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental N.º 2687 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................................... 1 2. PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO .............................................................................................. 3 3. ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS DO PROJETO ......................................................................... 6 3.1. Nota introdutória ............................................................................................................... 6 3.2. Enquadramento e objetivos do projeto ................................................................................ 6 4. ANTECEDENTES ...................................................................................................................... 9 4.1. Nota introdutória ............................................................................................................... 9 4.2. Antecedentes.................................................................................................................... -
TEXTOS PRELIMINARES Nota Preambular Resumo Abstract 1
TEXTOS PRELIMINARES Nota preambular Resumo Abstract 1. ÍNDICES 1.1. Índice de quadros 1.2. Índice de figuras TEXTOS PRELIMINARES Nota preambular Há duas considerações que, antecipadamente, ajudarão a entender a razão desta nota: - A primeira, começa no dito popular que afirma ‘nunca é tarde para aprender’ e por isso se julga motivo de desencanto o desperdício de oportunidades, não só pela fatia que se deixa de saborear, daí o entorpecimento, mas ainda pela implícita falta de reconhecimento a quem partilha momentos de escalada, viabilizando novos horizontes. - A segunda, parte da ideia de que uma obra, quando se faz, inclui em si contributos vivos, nem sempre visíveis, sem os quais pode ficar logo em causa uma realização. A validade de tal contributo está na medida de quem o sente, não sendo, por vezes, proporcional à quantidade ou ao visível. Nestas premissas enquadra-se a minha atitude passada, porque abracei a tarefa que me apresentaram como opção, a realização do mestrado em Estudos da Criança - Educação Musical, e a minha atitude presente, porque, tendo-me apercebido de muitas forças positivas ao longo desse percurso que assumi, sem quantificar importâncias, faço perpetuar nestas linhas, a única razão desta nota, o meu sincero agradecimento. Respeitosamente, dirijo-o: Ao Instituto de Estudos da Criança, da Universidade do Minho, e à equipa docente da Área Disciplinar de Educação Musical, em especial à Senhora Prof. Doutora Elisa Maria Maia Silva Lessa, por quem se abriram as pistas de trabalho conducentes à tese que apresento; A todos os agentes culturais que cooperaram, de forma diferenciada, como em Arquivos e Bibliotecas, e a família do autor estudado, que me confiou o seu espólio. -
Mapa Turístico Da Póvoa De Varzim PRAÇA ÓVOA DE VARZIM ANU DE SANTIAGO ALMEIDA DO
©2006 NOTYPE ©2006 JORGE MACEDO ©2006 JORGE MACEDO ©2006 JORGE MACEDO ©2006 JORGE ©2006 AMÉRICO GOMES ©2006 AMÉRICO www.cm-pvarzim.pt Marginal Praça do Almada Igreja Românica de S. Pedro de Rates Marina da Póvoa Praia da Póvoa Espraiada junto ao Atlântico, Museus 6 Pelourinho da Póvoa (Séc. XVI – Monumento implantação romana. A sua descoberta e escavação deu- Nossa Senhora da Assunção 23 Palácio de Congressos do Novotel Vermar Nacional) e Praça do Almada se nos inícios do século XX pela mão de Rocha Peixoto e, Padroeira dos pescadores, a 15 de Agosto; 28 km a norte do Porto, a Póvoa 1 Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa É constituído por uma coluna de pedra, assente sobre desde 1980, vêm-se realizando trabalhos arqueológicos Estrutura anexa ao Hotel de 208 quartos, localizado junto assume-se como uma “cidade de Varzim degraus, tendo no alto do fuste a esfera armilar, emblema tendentes à sua escavação, estudo e valorização. Nossa Senhora das Dores ao mar. O Centro de Congressos está equipado com as Encontra-se instalado num edifício brasonado da segunda do Rei D. Manuel que renovou o foral à Póvoa de Varzim, No Museu Municipal existe um “Núcleo de Arqueolo- Em meados de Setembro, onde aos arraiais se junta a mais recentes tecnologias e inclui um Auditório (capacida- de lazer”, quer pelos espaços e metade do séc. XVIII, classificado como Imóvel de Inte- em 1514. Esta esfera armilar é a única peça do pelourinho gia” onde está em exposição o espólio mais significativo característica feira da louça. de 550 pessoas) e 5 grandes salas, todas com luz natural resse Público, conhecido por Solar dos Carneiros, e que primitivo erigido naquele ano e reconstruído em 1854. -
Contributos Para O Estudo Do Urbanismo E Dos Equipamentos Da Póvoa Balnear (1871-1930) Gustavo Duarte Vasconcelos
2º CICLO MESTRADO EM HISTÓRIA DA ARTE PORTUGUESA Contributos para o estudo do urbanismo e dos equipamentos da Póvoa balnear (1871-1930) Gustavo Duarte Vasconcelos M 2017 Gustavo Duarte Vasconcelos Contributos para o estudo do urbanismo e dos equipamentos da Póvoa balnear (1871-1930) Volume Principal Dissertação realizada no âmbito do Mestrado em História da Arte Portuguesa, orientada pelo Professor Doutor Manuel Joaquim Moreira da Rocha Faculdade de Letras da Universidade do Porto Setembro de 2017 Contributos para o estudo do urbanismo e dos equipamentos da Póvoa balnear (1871-1930) Gustavo Duarte Vasconcelos Dissertação realizada no âmbito do Mestrado em História da Arte Portuguesa, orientada pelo Professor Doutor Manuel Joaquim Moreira da Rocha Membros do Júri Professora Doutora Ana Cristina Correia de Sousa Faculdade de Letras - Universidade do Porto Professor Doutor Hugo Daniel da Silva Barreira Faculdade de Letras - Universidade do Porto Professor Doutor Manuel Joaquim Moreira da Rocha Faculdade de Letras - Universidade do Porto Classificação obtida: 17 valores Sumário Agradecimentos ............................................................................................................................. 7 Resumo .......................................................................................................................................... 8 Abstract ......................................................................................................................................... 9 Índice de ilustrações ................................................................................................................... -
Concelho Freguesia Localidade Potência Referência
Concelho Freguesia Localidade Potência referência ABRANTES ALDEIA DO MATO ALDEIA DO MATO 20 ABRANTES ALDEIA DO MATO BAIRROS 20 ABRANTES ALDEIA DO MATO CABECA GORDA 50 ABRANTES ALDEIA DO MATO CARREIRA DO MATO 50 ABRANTES ALDEIA DO MATO MEDROA 20 ABRANTES ALDEIA DO MATO PUCARICA 20 ABRANTES ALFERRAREDE ALFERRAREDE 50 ABRANTES ALFERRAREDE CASAIS REVELHOS 50 ABRANTES ALFERRAREDE CASAL DAS MANSAS 20 ABRANTES ALFERRAREDE ALFERRAREDE VELHA 50 ABRANTES ALFERRAREDE OLHO DE BOI 50 ABRANTES ALVEGA ALVEGA 20 ABRANTES ALVEGA CASA BRANCA 20 ABRANTES ALVEGA LAMPREIA 20 ABRANTES ALVEGA MONTE GALEGO 20 ABRANTES ALVEGA TUBARAL 20 ABRANTES BEMPOSTA AGUA TRAVESSA 20 ABRANTES BEMPOSTA BEMPOSTA 20 ABRANTES BEMPOSTA BRUNHEIRINHO 20 ABRANTES BEMPOSTA CHAMINE 20 ABRANTES BEMPOSTA ESTACAO 20 ABRANTES BEMPOSTA VALE ACOR 20 ABRANTES BEMPOSTA VALE HORTA 20 ABRANTES BEMPOSTA FOZ 20 ABRANTES MARTINCHEL MARTINCHEL 20 ABRANTES MARTINCHEL VILELA 20 ABRANTES MARTINCHEL CASAL FIGUEIRA E CASAL SERRA 20 ABRANTES MARTINCHEL CASAL DO REI 20 ABRANTES MARTINCHEL GIESTEIRA 20 ABRANTES MOURISCAS ENTRE SERRAS 20 ABRANTES MOURISCAS LERCAS 20 ABRANTES MOURISCAS MOURISCAS 20 ABRANTES PEGO COALHOS 20 ABRANTES PEGO PEGO 50 ABRANTES RIO DE MOINHOS AMOREIRA 50 ABRANTES RIO DE MOINHOS PUCARICA 20 ABRANTES RIO DE MOINHOS RIO DE MOINHOS 50 ABRANTES ROSSIO AO SUL DO TEJO ROSSIO AO SUL DO TEJO 50 ABRANTES ROSSIO AO SUL DO TEJO ARRIFANA 50 ABRANTES ROSSIO AO SUL DO TEJO FOJO 20 ABRANTES SAO FACUNDO BARRADA 20 ABRANTES SAO FACUNDO SAO FACUNDO 20 ABRANTES SAO FACUNDO VALE ZEBRINHO 20 ABRANTES -
MAJOR ANTÓNIO JOSÉ DA MOTA 09-04-1908 / 06-11-1972 1º Centenário Do Nascimento
MAJOR ANTÓNIO JOSÉ DA MOTA 09-04-1908 / 06-11-1972 1º centenário do nascimento O Major Mota (como foi identificado e imortalizado pelo povo local sob perspectivas de observação e de apreciação nada deste concelho aquele que, durante 9 anos, a todos condizentes com o gigantismo e a qualidade do trabalho que, na ilimitadamente serviu como Presidente da Câmara), foi um generalidade dos municípios, tem sido a principal alavanca de autarca que, reunindo um conjunto raro de qualidades, teve o desenvolvimento e de bem-estar das populações. mérito (e, no caso, o consequente risco) de assumir Evocar o Major Mota – seguramente, um dos melhores corajosamente a antecipação do futuro. Presidentes de toda a história do Município da Póvoa de Varzim Evocar António José da Mota, 43 anos após a cessação das – e fazê-lo pela forma que melhor o representa na inteireza da sua funções de Presidente da Câmara e 30 após a sua morte, é um figura altiva e firme, é, mais que o apagamento de uma dívida que acto de justiça que, pecando por muito tardio, me parece o tempo ia avolumando, o apontar de um caminho que vale particularmente oportuno. Tardio, porque a dimensão e o mérito a pena seguir: a Comunidade não esquece quem a serve! da obra do Major Mota há muito reclamavam do Município uma E, quem sabe? da interrogação que os mais jovens farão sobre distinção institucional que claramente excedesse a da simples quem foi este Poveiro e o que fez pela sua Terra de adopção, consagração toponímica, ainda por cima num arruamento de talvez resulte, em alguns, uma nova disponibilidade par a servir e, escassa saliência no contexto espacial da Cidade. -
Arquitectura E Turismo: Planos E Projectos As Cenografias Do Lazer Na Costa Portuguesa, Da 1.ª República À Democracia Partecronologia I
Susana Luísa Mexia Lobo ARQUITECTURA E TURISMO: PLANOS E PROJECTOS AS CENOGRAFIAS DO LAZER NA COSTA PORTUGUESA, DA 1.ª REPÚBLICA À DEMOCRACIA PARTECRONOLOGIA I Dissertação'LVVHUWDomRGH'RXWRUDPHQWRQDiUHDFLHQWtÀFDGH$UTXLWHFWXUDHVSHFLDOLGDGHGH7HRULDH+LVWyULD de Doutoramento na área científica de Arquitectura, especialidade de Teoria e História, orientadaRULHQWDGDSHOR3URIHVVRU'RXWRU-RVp$QWyQLR%DQGHLULQKDHSHOD3URIHVVRUD'RXWRUD$QD7RVW}HVH pelo Professor Doutor José António Bandeirinha e pela Professora Doutora Ana Tostões e apresentadaDSUHVHQWDGDDR'HSDUWDPHQWRGH$UTXLWHFWXUDGD)DFXOGDGHGH&LrQFLDVH7HFQRORJLDGD ao Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Agosto 2012 Susana Luísa Mexia Lobo ARQUITECTURA E TURISMO: PLANOS E PROJECTOS AS CENOGRAFIAS DO LAZER NA COSTA PORTUGUESA, DA 1.ª REPÚBLICA À DEMOCRACIA PARTE I Dissertação de Doutoramento na área científica de Arquitectura, especialidade de Teoria e História, orientada pelo Professor Doutor José António Bandeirinha e pela Professora Doutora Ana Tostões e apresentada ao Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Agosto 2012 Resumo A emergência no século XX de um Turismo de massas introduz um novo factor de ponderação na caracterização da sociedade moderna. Garantido o acesso a melhores condições de Trabalho e de Habitação, o direito ao descanso constitui uma, senão a mais, importante conquista social do início do século, conduzindo à regulamentação generalizada das férias pagas na década de 930. O Lazer, ententido, agora, como uma actividade em si mesmo, iria gradualmente substituir o Trabalho na base da hierarquização das relações sociais e, consequentemente, Da Organização do Espaço, no sentido em que a uma “sociedade do lazer” correspondem, necessariamente, novas formas de percepção e de ocupação do território. -
Bolsa De Resíduos Contribuição Para a Análise Da Viabilidade Da Implementação De Uma Bolsa De Resíduos Em Portugal
Bolsa de Resíduos Contribuição para a análise da viabilidade da implementação de uma Bolsa de Resíduos em Portugal MARIA INÊS LOUREIRO SANTOS PEREIRA Relatório de Projecto submetido para satisfação parcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA DO AMBIENTE — ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO Orientador: Prof. Doutor Manuel Afonso Magalhães da Fonseca Almeida Co-Orientador: Dr. Nuno Barros JULHO DE 2009 Bolsa de Resíduos MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA DO AMBIENTE 2008/2009 Editado por: FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Rua Dr. Roberto Frias 4200-465 PORTO Portugal Tel. +351-22-508 1400 Fax +351-22-508 1440 [email protected] http://www.fe.up.pt Reproduções parciais deste documento serão autorizadas na condição que seja mencionado o Autor e feita referência a Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente, 2008/2009, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal, 2009. As opiniões e informações incluídas neste documento representam unicamente o ponto de vista do respectivo Autor, não podendo o Editor aceitar qualquer responsabilidade legal ou outra em relação a erros ou omissões que possam existir. Este documento foi produzido a partir de versão electrónica fornecida pelo respectivo Autor. Presidente de júri: Prof. António Manuel Antunes Fiúza Ao meu pai Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar. Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre. Bob Marley Bolsa de Resíduos Bolsa de Resíduos AGRADECIMENTOS Aos meus orientadores, Prof. -
Aguçadoura Fc Conquista Liga Página 21 Cuidados Com O Sol Página 2
Pub. MANUEL AGONIA: O TESTEMUNHO DE VIDA DO EMPRESÁRIO LEIA AS PÁGINAS 15 A 18 Director: José Gomes Alves | Quinzenal | Fundado em 28 Outubro 1998 | Preço: 1,00€ | Série 2 | N.º 109 | 6 junho 2019 ATUALIDADE AGUÇADOURA FC CONQUISTA LIGA PÁGINA 21 CUIDADOS COM O SOL PÁGINA 2 JORNALISTA E ESCRITOR HOMENAGEADO PÁGINA 3 PRÓ-TOIRO QUER TOURADA PÁGINA 4 MISERICÓRDIA FESTEJA 263 ANOS PÁGINA 5 FLÁVIO FERREIRA PREMIADO PÁGINA 6 ALERTAS SOBRE O DALTONISMO PÁGINA 7 RELIGIÃO: FESTAS A ACONTECER PÁGINA 8 OS VENCEDORES DAS TAÇAS NO FUTEBOL POPULAR PÁGINA 21 NOTÍCIAS DAS FREGUESIAS PÁGINA 9 CASOS DE POLÍCIA PÁGINA 10 FESTAS INFANTIS PÁGINA 12 ATIVIDADE ASSOCIATIVA PÁGINA 13 VILA DO CONDE PÁGINA 14 JUVENIS DO BALASAR ESCOLINHAS DO LEÕES DA LAPA VARZIM VAI TER NOVO TREINADOR PÁGINA 19 CAMPEÕES DO CDP PÁGINA 23 JOÃO MARQUES DISTINGUIDO PÁGINA 24 ARTIGOS DE OPINIÃO PÁGINA 26 E 27 BITAITES SENIORES DO NAVAIS INFANTIS DO RATES PÁGINA 29 Pub. 2 | 06 JUNHO2019 | JORNAL PÓVOA SEMANÁRIO Na presente edição do jor- cer de colocar protetor solar celebração das aparições. periores a 50ºC; remover do nal quero abordar um tema apropriado nos lábios; Contei com os dedos das quarto peluches ou objetos recorrente, sobretudo nestas mãos o número de pessoas que acumulem pó. alturas do calendário: expo- - Utilizar roupa solta, pre- que vi colocar protetor solar. Em ambiente exterior, evi- sição e proteção solar. Todos ferencialmente de algodão, Assim não há milagres! tar ir para o campo durante os anos se repetem campa- que cubra a maior parte do os períodos de grande con- nhas de sensibilização e edu- corpo, chapéu de abas largas Na continuação deste as- centração de pólenes, em es- cação à população. -
Mapa Turístico Inglês
©2006 NOTYPE ©2006 JORGE MACEDO ©2006 JORGE MACEDO ©2006 JORGE MACEDO ©2006 JORGE ©2006 AMÉRICO GOMES ©2006 AMÉRICO www.cm-pvarzim.pt Marginal Praça do Almada Igreja Românica de S. Pedro de Rates Marina da Póvoa Praia da Póvoa Spread along the Atlantic Ocean, Museums King D. Manuel who gave autonomy to Póvoa de Varzim 13 S. Félix Hill 16 Casino da Póvoa 23 Novotel Vermar Congress Hall in 1514. This armilar sphere is the sole piece of the origi- 28 Km north of Oporto, Póvoa 1 History and Ethnography Public Museum nal pillory set up on this year and rebuilt later on 1854. This is the highest point of Rates mountain, at 202 meters This is a beautiful neo-classic building, inaugurated in The Congress Hall building is located next to the 208 considers itself to be a “city of lei- The arms coated building dates back to the second half of It raises in the square, Praça do Almada, a noble area high. An exclusive sightseeing, you may look at the whole 1934. It still serves the purpose of its creation: a privi- room hotel and is equipped with the latest technology. the 18th century. Known as the Carneiros manor-house, it by itself, surrounded by highly refined architectonics, region and observe its rich environment. leged place for social intercourse and enjoyment. It includes an auditorium (seats 550) and 5 large recep- sure” due to its spaces and equip- has been subject to several changes in the structure and where the granite facade meets the mosaic, the forged You’ll see the wind-mills, some of them turned into holiday Some of the games available are: French Roulette, tion rooms, all fully equipped and with natural lighting. -
Relatório De Avaliação Da Execução Plano Diretor Municipal Da Póvoa De Varzim 2015/2019
Câmara Municipal T: (+351) 252 090 000 Praça do Almada F: (+351) 252 090 010 4490-438 Póvoa de Varzim E: [email protected] Portugal (PT) I: www.cm-pvarzim.pt Relatório de Avaliação da Execução Plano Diretor Municipal da Póvoa de Varzim 2015/2019 Câmara Municipal T: (+351) 252 090 000 Praça do Almada F: (+351) 252 090 010 4490-438 Póvoa de Varzim E: [email protected] Portugal (PT) I: www.cm-pvarzim.pt Relatório de Avaliação da Execução Plano Diretor Municipal da Póvoa de Varzim 2015/2019 Índice 1. Introdução .........................................................................................................................3 2. Quadro de Referência Legal .............................................................................................. 4 3. Enquadramento Territorial ................................................................................................ 5 4. Instrumentos de Gestão Territorial .................................................................................... 7 4.1 Âmbito Nacional .......................................................................................................... 7 4.1.1 Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território ............................................. 7 4.1.2 Programas Sectoriais ................................................................................................. 8 4.1.3 Programas Especiais .................................................................................................. 9 4.2 Âmbito Regional ........................................................................................................ -
R E L a T Ó R I O
Póvoa de Varzim PLANO DE URBANIZAÇÃO R E L A T Ó R I O Câmara Municipal da Póvoa de Varzim D E P A R T A M E N T O D E G E S T Ã O U R B A N Í S T I C A E A M B I E N T E Índice 1. A CIDADE DA PÓVOA DE VARZIM .......................................................................................... 4 1.1 Génese, Evolução e Património ....................................................................................... 4 1.2 Enquadramento Regional................................................................................................. 6 1.3 Suporte Biofísico............................................................................................................. 6 1.4 Distribuição Funcional..................................................................................................... 7 1.5 Caracterização Morfo-tipológica ..................................................................................... 8 1.6 População ......................................................................................................................10 1.7 Alojamento..................................................................................................................... 11 1.8 Actividades Económicas.................................................................................................12 1.9 Equipamentos.................................................................................................................12 1.10 Circulação......................................................................................................................13