Os Dragões Do Rio Grande

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OS DRAGÕES DO RIO GRANDE Felipe Pereira Barbosa1 RESUMO Desde meados do século XVI os paulis- tas organizaram as chamadas entradas e Esta pequena síntese histórica pretende bandeiras e adentraram o interior do con- resgatar parte da gloriosa história dos Dra- tinente, penetrando além de Tordesilhas. gões do Rio Grande, e todo o seu épico Em geral, uma entrada era uma expedição envolvimento com a defesa e manutenção patrocinada pelo governo, enquanto uma das nossas fronteiras e integridade ter- bandeira era organizada por particulares. ritorial e institucional; bem como traçar o Muitas foram as finalidades das bandei- paralelo entre a evolução desta tropa e a ras: o aprisionamento de indígenas, o ser- gênese sociocultural da sociedade sulrio- tanismo de contrato,e a busca por metais grandense. preciosos. Dentre estes metais será dado maior atenção à prata, abundante na Amé- PARA ALÉM DE TORDESILHAS rica Espanhola. Este metal raro era retira- do das minas de Potosí e escoado pelo Rio “As patas de seus cavalos, suas armas da Prata até a Europa. e seus peitos iam empurrando as linhas No início da colonização os espanhóis divisórias do Continente do Rio Grande estavam mais interessados nas regiões de São Pedro. Queremos as ricas cam- mineradoras dos atuais México e Peru. Na pinas do oeste e as grandes planícies do região do Prata esforçaram-se para esta- sul! [...] Pelos campos do Rio Pardo iam belecer uma colônia permanente, mas a entrando na direção do poente, deman- dando as Missões. Ou desciam coste- falta de incentivos e alimentos e o cons- ando as grandes lagoas, rumo do Pra- tante ataque de indígenas legou à Buenos ta. E em todas as direções penetravam Aires um papel periférico na América Es- na terra dos minuanos, tapes, charruas, panhola por mais de um século. Entretanto guenoas, arachanes, caaguas, guaranis a Espanha encontrou um meio para fazer- e guaranás. A fronteira marchava com se presente na região: a Companhia de eles. Eles eram a fronteira.” ( VERÍSSI- Jesus, que tinha a missão de levar o Evan- MO, 2004). gelho aos nativos e propagar a fé cristã, 1 Capitão de Cavalaria. Instrutor na EASA. 7 abalada pela ascensão do protestantismo A partir de 1715 os portugueses inten- feito o reconhecimento de uma porção de insustentáveis. O ano de 1742 iniciou em na Europa. Os jesuítas, contudo, não com- sificaram os postos avançados que inte- terra em frente à barra do Rio Grande. Ao clima de revolta e os dragões deflagraram batiam apenas pela fé, mas também pela gravam o cone-sul às capitanias de Santa passar por Santa Catarina Silva Pais reco- um movimento para fazer valer seus direi- Coroa Espanhola, à qual deviam obedi- Catarina e São Paulo. Os espanhóis em mendou ao coronel Cristovão Pereira que tos. Com espírito conciliador e habilidade ência e pagavam impostos. Chegaram a contrapartida passaram a dar um apoio ao invés de ir para Montevidéu, ocupasse Diogo Osório soube contornar a situação e ser importante braço armado para conter maior aos estabelecimentos jesuíticos. o canal do Rio Grande e esperasse a sua interceder junto ao Vice-Rei. Tudo se acal- rebeliões e conter a expansão portuguesa. Atacaram e conquistaram Montevidéu ( esquadra chegar. A missão do coronel, en- mou quando Silva Pais aportou trazendo Os bandeirantes paulistas, que seguiam estabelecido pelos portugueses em 1723), tretanto foi árdua: proteger-se do ataque notícias de anistia e carregamento de ví- geralmente o fluxo do Paranapanema e do e passaram a povoar o interior do atual dos castelhanos que andavam por aquelas veres. Uruguai, foram atraídos por estes redutos, Uruguai para isolar por terra os caminhos plagas, e das hordas de guerreiros Tapes, verdadeiras cidades, por conterem gado, que levavam à Colônia de Sacramento. A indígenas muito hostis. Aliviados ficaram GUERRAS GUARANÍTICAS metalurgia e principalmente mão-de-obra intensificação destas medidas levou a uma os homens quando em 19 de fevereiro de escrava de qualidade. Os guaranis disci- crescente tensão na região, tendo como 1737 as tropas de Silva Pais chegaram a O descanso da pátria: o campo e as ar- plinados na fé cristã eram muito melhores estopim um acidente diplomático ocorrido Rio Grande. Silva Pais, que além de mili- mas no trabalho servil que os tapuias e outros em 1735. Foi o pretexto para os espanhóis tar era arquiteto e engenheiro especialista Fizeram renovar no ínclito peito índios arredios. O apresamento indígena novamente atacarem e cercarem Sacra- em fortificações, tratou de prover o povoa- Todo o heróico valor dos teus passados. aumentou com o período da dominação mento. Desta vez, porém, os portugueses do de eficientes sistemas de defesa e for- Os últimos que em campo se mostraram Foram fortes Dragões de duros peitos, holandesa, pois a armada batava cortou o estavam decididos a responder aos ata- tificações bem estruturadas. Com espírito Prontos para dous gêneros de guerra, fluxo dos navios negreiros vindos da Áfri- ques na mesma medida. empreendedor batalhava incansavelmente Que pelejam a pé sobre as montanhas, ca. para torná-lo próspero. Quando o pede o terreno; e quando o Os portugueses já exploravam a região OS 37 DE SILVA PAIS Os trinta e sete dragões, que chegaram pede do estuário do Prata desde o século XVI. com Silva Pais, seriam a gênese do futu- Erguem nuvens de pó por todo o campo Em 1530 a expedição exploradora de Mar- Nos fluxos e refluxos de nossas frontei- ro regimento. A estes somaram-se poste- Co’ tropel dos magnânimos cavalos. tim Afonso de Sousa foi incumbida de pro- ras, pelos nossos embates com os filhos riormente outros vindos de várias partes ( GAMA, 2009. ) curar metais, povoar a terra, organizá-la e de Castela, estes jamais conseguiram da colônia: Bahia, Santa Catarina, Rio de defendê-la, além de sistematizar a explo- transpor as barreiras do Jacuí, em cujas Janeiro. A intenção era que este regimento A década de 1740 foi marcada por in- ração econômica. Martim Afonso de Sousa margens se alteava, como um desafio, fosse formado na Colônia de Sacramento, cessantes disputas territoriais entre Espa- a tranqueira do Rio Pardo – reduto in- chegou até a foz do Rio da Prata onde co- mas vários fatores dificultaram que fosse nha e Portugal. Na prática, o Tratado de vencível das armas brasileiras (SOUZA Tordesilhas há muito não era respeitado. locou marcos de posse na região da mar- DOCA, Apud PARANHOS ANTUNES, formado ali: a falta de cavalos, a falta de Houve necessidade de criar um novo acor- gem oeste do rio. 1954) pastagens, o armistício e a impossibilidade Em 1679, novamente os portugueses in- de estender para o interior suas movimen- do que colocasse os marcos divisórios em teressaram-se pela região, e Dom Manuel A Coroa portuguesa destacou uma pe- tações. Gomes Freire de Andrade decidiu acidentes geográficos nítidos do terreno, Lobo recebeu a missão de fundar uma for- quena esquadra (três galeras, uma bergan- que o novo regimento fosse organizado no como rios e montes; e não mais as linhas tificação portuguesa com o nome de Co- tim, uma balandra e uma corvetinha) sob o Rio Grande. Ainda em 1737 organizou-se convencionais. Foi emprestado do direito lônia do Santíssimo Sacramento, na mar- comando do capitão-de-mar-e-guerra Luiz a primeira companhia de Dragões, sob o privado romano o princípio do uti posside- gem oposta à Buenos Aires. Os espanhóis de Abreu Prego para levar tropas terres- comando do capitão Francisco Pinto Ban- tis, onde o detentor de fato da terra seria reagiram e Colônia só passaria novamente tres, lideradas pelo brigadeiro Silva Pais, deira. Já em 1739 assume o comando o quem a ocupasse. Após algumas negocia- ao domínio português com o Tratado Pro- à região em questão. Partiram com as se- coronel Diogo Osório Cardoso, disposto a ções em 1750, enfim foi firmado o Tratado visional de Lisboa ( 1681) que garantiu a guintes ordens: levar auxílio à Colônia de engrandecer cada vez mais o presídio mi- de Madri. Segundo este tratado Portugal posse com a condição de não poderem Sacramento, tomar Montevidéu, derrotar litar. A situação, todavia não foi favorável se comprometia a ceder a Colônia de Sa- ampliar as estruturas e caracterizar uma as naus espanholas fundeadas diante do para o exercício de sua liderança. Houve cramento e a Espanha os Sete Povos das ocupação permanente. Portugal manteve porto de Buenos Aires e, posteriormente pouco apoio da Corte, escassez de gêne- Missões, reduto jesuítico situado a noroes- este posto até 1705 quando os espanhóis assaltar e incendiar Buenos Aires. ros alimentícios, soldo miserável, unifor- te do atual estado do Rio Grande do Sul. a tomaram. A colônia de Sacramento era O principal motivo do fracasso da expe- mes maltrapilhos, ameaça constante de O marco divisório oeste desta vez era bem de extrema importância para os lusitanos, dição deveu-se à não observância do prin- castelhanos e índios. Nestas condições claro, o rio Uruguai. Evidentemente este não só militar, mas econômica e estraté- cípio de unidade de comando. Prego não Diogo Osório teve que tomar medidas tratado descontentou os jesuítas. gica; pois garantiria um intercâmbio mer- quis ouvir nem atender às ordens do briga- enérgicas para manter a ordem e a discipli- Com o escopo de fazer valer o Tratado cantil e representaria um marco fronteiriço deiro. Restava então cumprir a última mis- na dos Dragões, e evitar possíveis deser- e pela necessidade de apoiar os traba- que asseguraria alcançar por terra o Rio são que recebera: ocupar o Rio Grande. Em ções. O descontentamento foi crescendo lhos das comissões demarcadoras dos li- da Prata. sua ida, Silva Pais já havia prudentemente na medida em que as coisas iam ficando mites impostos pelo Tratado de Madri os dragões foram transferidos para um lugar 8 9 mais estratégico.
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    ESTUDIOS HISTORICOS – CDHRP- mayo 2009 - Nº 1 – ISSN: 1688 – 5317 As Origens Missioneiras de Santa Maria Júlio Ricardo Quevedo dos Santos 1 INTRODUÇÃO Santa Maria bem antes de ser um núcleo populacional de origem luso-brasileira foi missioneira, com forte presença de população guarani, que as autoridades e sociedade coloniais se empenharam fortemente de apagar da memória histórica. Na medida em que os conquistadores luso-brasileiros foram incorporando esta região à América Portuguesa, a partir de seus diversos acampamentos militares, foram meticulosamente construindo uma história que nega os diversos vestígios da dominação da Coroa de Espanha no local. Naturalmente que, cada povo que domina procura apagar a memória e os registros históricos daquele que o antecedeu, todavia, os sinais, os emblemas, os signos, os rastros do anterior podem ser percebidos nas mais variadas formas. Partimos da premissa de que, um dos primeiros núcleos de colonização ibérica em Santa Maria, remonta o tempo das Reduções do Tape, cujas origens remotas se encontram na Redução Jesuítica São Cosme e São Damião, da primeira fase missioneira, 1634 – 1639. Portanto, defendemos a tese de que se efetivou uma experiência reducional sistemática anterior, ancestral, no lugar onde hoje está Santa Maria. Com certeza, não somos os primeiros a defender tal idéia, reconhecidos historiadores no passado já o fizeram, como é o caso de Rubert, que ao escrever sobre a Diocese de Santa Maria aborda sobre o que ele denomina de “pré-história da Diocese”, fazendo alusão às antigas Reduções. Afirma o autor que: “Parece hoje fora de dúvida que houve, no atual território da diocese santa-mariense, 6 Reduções Jesuíticas, fundadas no primeiro período da evangelização (1626-1636)” (RUBERT, 1957, p.
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    56°0’0"O 54°0’0"O 52°0’0"O 50°0’0"O Paraná Paraguai Vicente Dutra Barra do Guarita Iraí Pinheirinho do Vale Alpestre Derrubadas Caiçara Vista Gaúcha Rio dos Índios Santa Catarina Planalto Esperança do Sul Palmitinho Frederico Westphalen Ametista do Sul Nonoai Mariano Moro Tenente Portela Vista Alegre Itatiba do Sul Tiradentes do Sul Taquaruçu do Sul Erval Grande Aratiba Médio Alto Uruguai Barra do Rio Azul Faxinalzinho Severiano de Almeida Gramado dos Loureiros Três Passos Cristal do Sul Celeiro Rodeio Bonito Marcelino Ramos Seberi Crissiumal Miraguaí Benjamin Constant do Sul Três Arroios Doutor Maurício Cardoso Pinhal Trindade do Sul Entre Rios do Sul Bom Progresso Erval Seco São Valentim Humaitá Novo Tiradentes Norte Viadutos Machadinho Porto Mauá Novo Machado Liberato Salzano Gaurama Cerro Grande Nova Candelária Braga Três Palmeiras Barão de Cotegipe Horizontina Sede Nova Jaboticaba Erechim Maximiliano de Almeida Tucunduva Alecrim Redentora Dois Irmãos das Missões Boa Vista das Missões Cruzaltense Ponte Preta Boa Vista do Buricá Campo Novo Barracão Lajeado do Bugre Áurea Sagrada Família Engenho Velho Campinas do Sul Paulo Bento Paim Filho São Martinho Coronel Bicaco Carlos Gomes Porto Vera Cruz São José do Inhacorá Constantina Jacutinga Novo Xingu Tuparendi São Pedro das Missões Centenário Cacique Doble São José das Missões São José do Ouro Fronteira Noroeste Três de Maio São Valério do Sul Ronda Alta Santo Cristo Quatro Irmãos São João da Urtiga Alegria Rondinha Porto Lucena Independência Santo Augusto Erebango Santa Rosa Rio da Várzea
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    Municipalização No Rio Grande Do Sul

    \ Municipalização no Rio Grande do Sul Gildo Willadino Bel. e Licenciad,o em' Geografia e História. 1. - A Vila de Rio Grande de São Pedro. o maior, deixando bast ante pouco pa r a Rio Par­ do. Nos anos seguintes, vã o sendo .criados mu­ Desde que Pedro A lvares de Gouveia (Ca­ nicípios no litoral marítimo e laguna r, na cam­ ,bral) , em 22 de abril de 1500, tocou no Brasil panha e apenas um no planalto. Mas, já o Brasil simplesmente para tomar posse de uma terra era independente (1822) e o Rio Grande Provín• de valor problemático e pouco interessante, e o cia do Império. Foram criados, sucessiv3.mente, vilamento de Rio Grande, por ordem de 17 de Pelotas e Piratini (1830), Alegrete, São José julho de 1745, e instalaçã o a 16 de .dezembro de do 'Norte, Triunfo e Caçapava (1831) Jagual'ão 1751, dois séculos e meio haviam transcorrido. (1832) e Cruz Alta (1834). Os jesuitas vieram (1626) e foram expulsos Ao explodir a Revolução Farroupilha (1835) pelos bandeirantes (1636-1640 ) ; no estuário do conta o Rio Grande com apenas 14 municípios: , . Prata fundou ,se a Colônia do Sacramento (D. O decênio ' de lutas, apesar de tudo, não conse­ Manoel Lobo, \ 1680) e os jesuitas espanhois re­ guiu embargar o desenvolvimento da colônia de torn8iram ao oeste rio-grandense (1682); houve São Leopoldo, núcleo de . imigrantes ·alemães que lutas 'entre ambos impérios ibéricos, e, por via se iniciara em 1824 - e, à margem do rio dos das dúvidas, os portuguêses resolveram tomar Sinos, era constituido, em 1846, o 159 munic1pio posse do litoral gaúcho: a 27 de setembro de gaúcho.
  • Família, Sociedade E Poder No Sul Da América Portuguesa

    Família, Sociedade E Poder No Sul Da América Portuguesa

    FÁBIO KÜHN GENTE DA FRONTEIRA : FAMÍLIA , SOCIEDADE E PODER NO SUL DA AMÉRICA PORTUGUESA – SÉCULO XVIII Niterói – RJ FEVEREIRO DE 2006 FÁBIO KÜHN GENTE DA FRONTEIRA : FAMÍLIA , SOCIEDADE E PODER NO SUL DA AMÉRICA PORTUGUESA – SÉCULO XVIII Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial para a obtenção do grau de Doutor em História. Área de concentração: História Moderna. ORIENTADORA : Profª Drª Sheila de Castro Faria Niterói – RJ FEVEREIRO DE 2006 FÁBIO KÜHN GENTE DA FRONTEIRA : FAMÍLIA , SOCIEDADE E PODER NO SUL DA AMÉRICA PORTUGUESA – SÉCULO XVIII BANCA EXAMINADORA: ____________________________________________ Prof.ª Titular Dr.ª Sheila Siqueira de Castro Faria (orientadora) Universidade Federal Fluminense ____________________________________________ Prof. Titular Dr. Ronaldo Vainfas Universidade Federal Fluminense ____________________________________________ Prof.ª Dr.ª Maria de Fátima Silva Gouvêa Universidade Federal Fluminense ____________________________________________ Prof. Dr. João Luís Fragoso Universidade Federal do Rio de Janeiro ____________________________________________ Prof. Dr. Carlos de Almeida Prado Bacellar Universidade de São Paulo AGRADECIMENTOS Muitas pessoas e instituições colaboraram para que esse trabalho tenha chegado ao seu término. Em primeiro lugar quero agradecer aos meus colegas do Departamento de História da UFRGS, em especial aqueles do setor de História do Brasil, que assumiram os encargos docentes dos quais fui dispensado nestes anos de realização de tese. Este apoio foi simplesmente fundamental e fez toda a diferença. Agradeço ainda aos colegas Luiz Alberto Grijó, pelo auxílio “etimológico”, Helen Osório pelos empréstimos bibliográficos e Sandra Pesavento pelo sua disponibilidade em me acessar importante literatura acerca da micro-história. O colega e amigo Eduardo Neumann, companheiro de projetos de pesquisa e publicações, ajudou com suas sugestões sobre o plano de redação do trabalho, além das discussões sobre a questão da fronteira.
  • LEI Nº 11.837, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2002. (Publicada No DOE Nº 213, De 5 De Novembro De 2002)

    LEI Nº 11.837, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2002. (Publicada No DOE Nº 213, De 5 De Novembro De 2002)

    ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.837, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2002. (publicada no DOE nº 213, de 5 de novembro de 2002) Introduz modificação na Lei nº 11.738, de 13 de janeiro de 2002, que declara integrantes do patrimônio cultural do Estado os sítios paleontológicos localizados em municípios do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1º - O artigo 1º da Lei nº 11.738, de 13 de janeiro de 2002, que declara integrantes do patrimônio cultural do Estado os sítios paleontológicos localizados em municípios do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências, passa a ter a seguinte redação: “Art. 1º - São declarados integrantes do patrimônio cultural do Estado, nos termos e para os fins dos artigos 221, 222 e 223 da Constituição do Estado, os sítios paleontológicos localizados nos Municípios de Aceguá, Agudo, Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Candelária, Candiota, Cerro Branco, Chuí, Dom Pedrito, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Formigueiro, Guaíba, Jaguari, Lavras do Sul, Mariana Pimentel, Mata, Novo Cabrais, Osório, Paraíso do Sul, Passo do Sobrado, Pinheiro Machado, Quaraí, Rio Pardo, Rosário do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Vitória do Palmar, Santana da Boa Vista, São Gabriel, São Jerônimo, São João do Polêsine, São Pedro do Sul, São Sepé, São Vicente do Sul, Taquari, Uruguaiana, Vale do Sol, Vale Verde, Venâncio Aires, Vera Cruz.” Art.