Leia Nesta Edição A. Tema De Capa B. Destaques
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“Contra a Censura, Pela Cultura”: a Construção Da Unidade Teatral E a Resistência Cultural (Anos 1960) Passeata Contra a Censura
“Contra a censura, pela cultura”: A construção da unidade teatral e a resistência cultural (anos 1960) Passeata contra a censura. Fotografia. 1968. Passeata Miliandre Garcia Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Profes- sora do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autora de Do teatro militante à música engajada: a experiência do CPC da UNE (1958-1964). São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2007. [email protected] “Contra a censura, pela cultura”: A construção da unidade teatral e a resistência cultural (anos 1960) “Against censure, for culture”: the construction of the theatrical unit and cultural resistance against military dictatorship in Brazil Miliandre Garcia Resumo: Abstract: Na década de 1960, a ascensão militar in the 1960s, the arrival of military power ao poder estatal e o recrudescimento and increasing censorship created a succes- da censura propiciaram uma sucessão sion of protests opposing the military regi- de manifestações de oposição ao regi- me in culture. In the institutional aspect, me no campo da cultura. No aspecto attention had to implement a plan of centra- institucional, destacou-se a concreti- lization of censorship during the 1960s, the zação de um plano de centralização issue of new legal instruments since 1965 da censura no decurso dos anos 1960, and the administrative restructuring of the a edição de novos instrumentos legais instances of censorship during the 1970s. a partir de 1965 e a reformulação ad- In the artistic sphere, was organized the ministrativa das instâncias censórias campaign “Contra censura, pela cultura”, durante a década de 1970. No setor as well as the realization of a general strike artístico, projetaram-se a organização of the theaters in 1968. -
147 Sete Anos Em Quarenta Crônicas
DOI: 10.18468/letras.2016v6n1.p147-153 TORRES, Fernanda. Sete anos: crônicas. 1ª edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. Sete anos em quarenta crônicas Emiliano César de Almeida1 Fernanda Torres nasceu no Rio de Janeiro em 1965. Há 35 anos faz teatro, cinema e televisão. A partir de 2007 passou a escrever na Folha de S. Paulo, Veja Rio e Piauí. Em 2013, lançou seu primeiro romance, Fim, pela Companhia das Letras. No ano seguinte, a mesma editora publica o livro Sete anos, reunião de parte das crônicas e colunas sobre cinema, teatro, política, família e cotidiano que a autora publicou na imprensa. A orelha do livro Sete anos é assinada pelo escritor e roteirista Antonio Prata. As palavras iniciais fazem um desfavor à obra de Torres e poderiam ser suprimidas tranquilamente. Ao invés de tratar apenas da escrita e do estilo da autora, abusa dos adjetivos à personalidade: Se o mundo fosse justo, Fernanda Torres escreveria mal – e não haveria nada de errado nisso. Uma das maiores atrizes brasileiras, bonita, bem casada, filha de Fernando Torres e Fernanda Montenegro, mãe de dois filhos – ‘e magra’, lembra minha mulher –, receberíamos seus textos como quem vê Bill Clinton tocar saxofone, Chico Buarque jogar futebol, Paul McCartney expor umas telas: eles são bons em outras áreas, deixem que se divirtam à toa, vai... Acontece que Deus foi bem pouco equânime ao aspergir talentos sobre esta pobre humanidade: enquanto a maioria de nós se esforça para fazer, mal e mal, uma coisa só, Fernanda Torres vem mostrando como escritora o mesmo talento que a consagrou como atriz. -
Louise Cardoso Capa.Indd 1 25/10/2008 08:22:14 Louise Cardoso
Louise Cardoso capa.indd 1 25/10/2008 08:22:14 Louise Cardoso A Mulher do Barbosa Louise Cardoso miolo.indd 1 24/10/2008 11:14:27 Louise Cardoso miolo.indd 2 24/10/2008 11:14:27 Louise Cardoso A Mulher do Barbosa Vilmar Ledesma São Paulo, 2008 Louise Cardoso miolo.indd 3 24/10/2008 11:14:30 Governador José Serra Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho Louise Cardoso miolo.indd 4 24/10/2008 11:14:30 Apresentação Segundo o catalão Gaudí, Não se deve erguer monumentos aos artistas porque eles já o fize- ram com suas obras. De fato, muitos artistas são imortalizados e reverenciados diariamente por meio de suas obras eternas. Mas como reconhecer o trabalho de artistas ge niais de outrora, que para exercer seu ofício muniram- se simplesmente de suas próprias emoções, de seu próprio corpo? Como manter vivo o nome daque- les que se dedicaram à mais volátil das artes, es- crevendo, dirigindo e interpretando obras-primas, que têm a efêmera duração de um ato? Mesmo artistas da TV pós-videoteipe seguem esquecidos, quando os registros de seu trabalho ou se perderam ou são muitas vezes inacessíveis ao grande público. A Coleção Aplauso, de iniciativa da Imprensa Oficial, pretende resgatar um pouco da memória de figuras do Teatro, TV e Cinema que tiveram participação na história recente do País, tanto dentro quanto fora de cena. Ao contar suas histórias pessoais, esses artistas dão- nos a conhecer o meio em que vivia toda uma classe Louise Cardoso miolo.indd 5 24/10/2008 11:14:31 que representa a consciência crítica da sociedade. -
2º Je Civel Do Gama
Listagem de Eliminação de Documentos n. 110/2017 2º Juizado Especial Cível do Gama PROCESSO PARTE 1 PARTE 2 20120410084907 AGRIPINA MUNIZ LEITE KELLY CRISTINA MOREIRA DE FRANCA 20130410053998 JOSELITO BATISTA DA SILVA BANCO CRUZEIRO DO SUL SA 20130410060507 MARIA RAIMUNDA DE MOURA ANTONIO MIGUEL COSTA 20130410063314 CLAUDENOR AIRON SIDRONE DA SILVA MARIA DAS GRACAS MENDES MENEZES 20130410065963 ELIENE DE SANTANA MONTEIRO RAFAELLA MOREIRA SILVA 20130410074326 FRED EDSON GOMES GLOBAL VILLAGE TELECOM-GVT 20130410074326 FRED EDSON GOMES GLOBAL VILLAGE TELECOM-GVT HOUSE INDUSTRIA E COMERCIO DE MOVEIS LTDA- 20130410083107 KEVIN ROUSEVELT SOUSA SILVA ME 20130410083277 JULIO JOSE MODTKOWSKI AZUL LINHAS AEREAS BRASILEIRAS S.A ULTRAPLAST DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS ODONTO - 20130410091640 RICARDO CLAUDINO DE SOUZA LEITE MEDICO HOSPITALAR LT 20130410093495 BRCRED SERVICOS DE COBRANCAS LTDA EPP SANDRA MORETH VIEIRA 20130410098017 PAULO HENRIQUE FELIX LIMA YMPACTUS COMERCIAL LTDA. - ME "TELEXFREEINC" 20110410078695 BIRINE SEVERINO DA SILVA POLIART FOTOGRAFIAS LTDA ALESSANDRA EVANIA LILIAN ELANDJANE ALMEIDA 20110410110600 HOTEL PARAISO DAS AGUAS SERENO DA SILVA AC VARGAS ALBINO EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS 20120410014773 WAGNER PEREIRA DE CARVALHO E REPRESENTACAO COM 20120410035616 EMERSON GARCAO VIEIRA MARIA DE FATIMA SANTOS 20120410116946 JOEL XAVIER DAMASCENO PERIODENT - SERVICOS ODONTOLOGICOS LTDA FACULDADES EURO BRASILEIRAS PARA EDUCACAO 20130410117842 ITALO RODRIGUES DE CARVALHO SUPEIOR PRIVADA 20130410105973 VITRINE PRODUCAO VISUAL LTDA BARBOSA -
Histórias E Causos Do Cinema Brasileiro
Zelito Viana Histórias e Causos do Cinema Brasileiro Zelito Viana Histórias e Causos do Cinema Brasileiro Betse de Paula São Paulo, 2010 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Governador Alberto Goldman Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho No Passado Está a História do Futuro A Imprensa Oficial muito tem contribuído com a sociedade no papel que lhe cabe: a democra- tização de conhecimento por meio da leitura. A Coleção Aplauso, lançada em 2004, é um exemplo bem-sucedido desse intento. Os temas nela abordados, como biografias de atores, di- retores e dramaturgos, são garantia de que um fragmento da memória cultural do país será pre- servado. Por meio de conversas informais com jornalistas, a história dos artistas é transcrita em primeira pessoa, o que confere grande fluidez ao texto, conquistando mais e mais leitores. Assim, muitas dessas figuras que tiveram impor- tância fundamental para as artes cênicas brasilei- ras têm sido resgatadas do esquecimento. Mesmo o nome daqueles que já partiram são frequente- mente evocados pela voz de seus companheiros de palco ou de seus biógrafos. Ou seja, nessas histórias que se cruzam, verdadeiros mitos são redescobertos e imortalizados. E não só o público tem reconhecido a impor- tância e a qualidade da Aplauso. Em 2008, a Coleção foi laureada com o mais importante prêmio da área editorial do Brasil: o Jabuti. Concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a edição especial sobre Raul Cortez ganhou na categoria biografia. Mas o que começou modestamente tomou vulto e novos temas passaram a integrar a Coleção ao longo desses anos. -
Gustavo Vargas University of Minnesota, Twin Cities, [email protected] ORCID: 0000-0003-4011-0899
N.º 26, enero de 2021 Intimacy, Memory and Revelation: HIV/AIDS Representations in Néstor Perlongher’s and Caio Fernando Abreu’s Epistolary Writing Intimidad, memoria y revelación: representaciones del HIV/SIDA en la escritura epistolar de Néstor Perlongher y Caio Fernando Abreu Gustavo Vargas University of Minnesota, Twin Cities, [email protected] ORCID: 0000-0003-4011-0899 RESUMEN Date of reception: Este artículo analiza la obra epistolar de los escritores Néstor Perlongher y 31/10/2020 Caio Fernando Abreu. Ambos autores comparten sus experiencias diarias Date of acceptance: con el VIH / SIDA en su correspondencia personal que ha sido publicada 19/01/2021 recientemente en diferentes editoriales de São Paulo y Buenos Aires (editor Agir y Santiago Arcos). Este artículo lee este archivo afectivo que ambos autores dejaron para la posteridad, y sugiere que Perlongher y Abreu tie- Citation: Vargas, Gustavo. “In- nen un sistema de escritura contrastante sobre la representación de la epi- timidad, memoria y revelación: demia y su significancia en comunidades de hombres gais en la región. A Representaciones del HIV/SIDA en la escritura epistolar de Nés- pesar de ser autores que siguieron diferentes caminos para desarrollar sus tor Perlongher y Caio Fernando intereses literarios, Perlongher y Abreu dejaron para la posteridad un ar- Abreu”. Revista Letral, n.º 26, chivo que brinda una comprensión integral de los aspectos sociales, médi- 2021, pp. 145-176. ISSN 1989- cos y políticos de vivir con el VIH / SIDA en América Latina. 3302. Palabras clave: HIV/SIDA; género epistolar; Abreu; Perlongher. DOI: http://doi.org/10.30827/RL.v0i ABSTRACT 26.16492 This article analyzes the epistolary works of writers Néstor Perlongher and Caio Fernando Abreu. -
Bairro 1 CM PROFESSOR ROGÉRIO PEDRO BATISTA Acari 2 CM
Unidade Escolar Bairro 1 CM PROFESSOR ROGÉRIO PEDRO BATISTA Acari 2 CM YEDDA MARQUES LAMOUNIER DE ANDRADE MACIEL Acari 3 CM ZILKA SALABERRY Acari 4 Escola Municipal Thomas Jefferson Acari 5 Creche Municipal Edna Lotte Acari 6 Espaço de Desenvolvimento Infantil Professora Kristina Romolo Kiffer Acari 7 Espaço de Desenvolvimento Infantil Escultora Lygia Clark (antigo colégio Mestre Mariano) Água Santa 8 EDI IGOR MORAES DA SILVA Alto da Boa Vista 9 Escola Municipal Araújo Porto Alegre Alto Da Boa Vista 10 Escola Municipal Menezes Vieira Alto Da Boa Vista 11 Escola Municipal Diogo Feijó Alto Da Boa Vista 12 Escola Municipal Mário Faccini Alto Da Boa Vista 13 Escola Municipal Mata Machado Alto Da Boa Vista 14 Espaço de Desenvolvimento Infantil José da Silva Araújo Alto Da Boa Vista 15 CM JOSÉ GOULART Anchieta 16 Escola Municipal Paraíba Anchieta 17 Escola Municipal Mario Piragibe Anchieta 18 Escola Municipal Lúcio de Mendonça Anchieta 19 Escola Municipal Cláudio Ganns Anchieta 20 Escola Municipal Hildegardo de Noronha Anchieta 21 Creche Municipal Yara Amaral Anchieta 22 Espaço de Desenvolvimento Infantil Medalhista Olímpico Maurício Luiz de Souza Anchieta 23 Espaço de Desenvolvimento Infantil Abraham Lincoln Anchieta 24 Escola Municipal Mestre Valentim Anchieta 25 CM SÃO SEBASTIÃO - ARRELIA Andaraí 26 EM AFRÂNIO PEIXOTO Andaraí 27 Escola Municipal Affonso Penna Andaraí 28 Escola Municipal Baptista Pereira Andaraí 29 Escola Municipal Rodrigo Mello Franco Andrade Andaraí 30 Espaço de Desenvolvimento Infantil Aníbal Machado Andaraí 31 CM GALDINO -
Mulheres Pioneiras: Elas Fizeram História
Centro Cultural Câmara dos Deputados elas fizeram história mulheres Secretaria de Comunicação Social mulheres pioneiras pelaiso fizneraem ihrisatórsia FRENTE mulheres pioneiras elas fizeram história UMA HISTÓRIA NO FEMININO “Toda a História das mulheres foi escrita pelos homens”. (Simone de Beauvoir) Apesar de História ser um vocábulo feminino, sua escrita reserva pouco espaço para a atuação das mulheres. Durante muito tempo a história oficial, consagrada nos livros e reproduzida em sala de aula, deu prioridade ao espaço público onde emergia a figura dos heróis nacionais, quase que exclusivamente homens. Como a esfera pública era um espaço negado às mulheres, elas foram alijadas, silenciadas e até mesmo omitidas pela historiografia tradicional. A Exposição MULHERES PIONEIRAS: ELAS FIZERAM HISTÓRIA pretende evidenciar que, ao contrário do que apregoa a história oficial, muitas mulheres lutaram por seus direitos de cidadania, por sua emancipação e, a duras penas, conseguiram ocupar, paulatinamente, vários espaços da sociedade. Neste sentido, resgata-se a participação e a presença das mulheres no âmbito da política – um espaço de poder historicamente ocupado por homens, bem como em outras instâncias sociais, destacando-se o papel pioneiro de algumas delas. Especial destaque será dado à atuação das sufragistas que lutaram pela conquista do voto, que ousaram se candidatar e que ocuparam cargos no poder público, abrindo novos caminhos para as mulheres brasileiras. Também destacam-se mulheres que foram incompreendidas pela sociedade, por pensarem diferente dos padrões sociais estabelecidos, ou seja, elas estavam à frente de seu tempo. Como o mundo feminino estava associado ao “sexo frágil”, a história oficial omite muitas vezes as mulheres que participaram em guerras, revoltas e conflitos armados. -
O GNT Entra Em Uma Saia Justa: Articulações Entre Identidade De Marca E Relações De Gênero1
revista Fronteiras – estudos midiáticos 21(2):79-91 maio/agosto 2019 Unisinos – doi: 10.4013/fem.2019.212.08 O GNT entra em uma Saia Justa: articulações entre identidade de marca e relações de gênero1 GNT is in a tight spot: articulations between brand identity and gender relations Tess Chamusca2 [email protected] RESUMO ABSTRACT Este trabalho analisa um momento de transição na trajetória do This paper analyzes GNT’s transition from a news channel GNT entre canal de notícias e emissora dedicada ao “universo to a television network focused specifically on the “feminine feminino” a partir do contexto de estreia do programa Saia universe” within the context of the discussion program Saia Justa, que foi veiculado pela primeira vez em 17 de abril de Justa launching, firstly aired on April 17, 2002. The present 2002. O artigo tem o objetivo de investigar como, ao propor work aims at investigating how a TV show articulates uma discussão entre quatro mulheres famosas sobre temas do disputes concerning GNT brand identity — as well as its cotidiano e da atualidade, a atração articula disputas em torno discussion program and femininities — by proposing a das marcas identitárias do canal GNT, do programa de debates debate about everyday topics and current affairs among e das feminilidades. Como referencial teórico-metodológico, o four famous women. As a theoretical framework, the text texto se fundamenta em uma concepção de identidade de marca is based on a conception of brand identity as a result of an enquanto resultado de uma interação entre lógicas industriais, interaction between industrial logics, expressive forms and formas expressivas e expectativas da audiência, a partir de audience expectations, based on Johnson (2012, 2007) and Johnson (2012, 2007) e Gutmann (2015). -
Lieila Diniz: a Arte De Ser Sem Esconder O
Dossiê Leila Diniz, Personagem tabu para o Feminismo. Rebelde de uma nova fibra dos anos 60, que não se ajustou à matriz "de esquerda" do movimento de mulheres (a-hierárquica, nunca viu com bons olhos musas). Singularidade em oposição às práticas coletivas e conscientizadoras. Mito sexual e não apenas mulher sexualmente livre e assumida. Símbolo de beleza feminina, traço incômodo e redutor, nas sociedades patriarcais, da naturalização do ser mulher, tema alvo das denúncias contra a mulher-objeto. Após 20 anos de sua morte a REF abre, a convite de Eli Diniz, responsável pela reunião de quase todos os textos aqui publicados, o dossiê sobre aquela que encarnou e encarna ainda no Brasil Todas as Mulheres do Mundo. Síntese que faz a unanimidade entre os que a conheceram e amaram e entre os que a admiram por tê-la descoberto naquilo que tinha de mais arraigado: um ser próprio. Individualidade excessivamente marcada e marcante. O Feminismo organizado e ativista não incluiu ainda o quadro de Leila Diniz na galeria das suas figuras modelares. Paradoxo, reticências funda- das ou veios de sectarismo freqüentes nos movimentos sociais? ANO 2 444 2° SEMESTRE 94 LEILA DINIZ: a arte de ser sem esconder o serl M1RIAN GOLDENBERG Leila Diniz - sobre as convenções esfarinhadas mas recalcitrantes, sobre as hipocrisias seculares e medulares: o riso aberto, a linguagem desimpedida, a festa matinal do corpo, a revelação da vida. Leia Diniz - o nome acetinado do cartão-postal, o sobrenome de cristal tinindo e partindo-se, como se parte, mil estilhas cintilantes, o avião no espaço - para sempre. -
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tucca amigos ADELE SADER ABDALA ALZIRA MARIA DE LIMA ANA VITORIA IMBRONITO ANTONIO AGIZ FILHO ADRIANA CANTANTI AMALIA INÊS GERAIGES DE LEMOS ANA ZIZA ANTONIO AIRTON BACKS ADRIANA FERNANDES BIJARRA AMALIA MARIA DASSUNÇÃO ANÁLIA MARIA M. DE CARVALHO AMORIM ANTONIO ANDRE NETO ADRIANA FERNANDES S. V. CASTRO AMANDA COSTA ANDERSON APARECIDO DE OLIVEIRA ANTONIO ANJOS ROCHA ADRIANA GENTIL AMANDA DE ALMEIDA SEABRA ANDERSON DA SILVA CUNHA ANTONIO AUGUSTO DE ALMEIDA LEITE ADRIANA PAPALASKARIS AMANDA DE LIMA VITA ANDERSON FELICIANO DA SILVA ANTONIO AUGUSTO DOS SANTOS SOARES ADRIANA VENTURA AMANDA SCARPARI DANELON ANDERSON GOMES ANTONIO BARBOZA NUNES ADRIANO CHIODI AMARILIS MARIA PAGLIARINI LEPORE ANDERSON ISHIDA LITRI ANTONIO BERDGE KESSEDJIAN ADRIELLE FREGATE DA AMARO BEZERRA DE MENEZES ANDERSON SANTOS DAS NEVES ANTONIO CALIXTO LOPES AEC CENTRO DE CONTATOS AMAURI DONIZETI DA CRUZ ANDERSON SAPATA ALVES JUSTINO ANTONIO CARLOS BARBOSA DE OLIVEIRA ALAN LINS AZEVEDO AMAURI PELOIA ANDERSON SILVINO PRETI ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA BARROSO ALAN OLIVEIRA SILVA AMAZON SERV. ANDRA A. FERREIRA ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA SANTOS ALAS TECHNOLOGY AMELIA VEDOVATO SANCHES ANDRE BANNWART VON AH ANTONIO CARLOS FERREIRA ALDENOR SOARES DE CASTRO AMGEN ANDRE DA SILVA DOS SANTOS ANTONIO CARLOS PEREIRA DA SILVA ALDIR DE LIMA CAMPELO AMOCO / REDE OLÁ - PAULO RENATO - BEATRIZ ANDRE GERSHON GROWALD ANTONIO CARLOS PRESTIAS ALEDO ACESSORIA EMPRESSARIAL LTDA ANA BEATRIZ GOMES ZANFORLIN ANDRE GUSTAVO CIVIDANES FURLAN ANTONIO CARLOS SIQUEIRA DA SILVA ALEKSANDRA BIANCHI ANA C. CHICONI -
Os Maias – a Literatura Na Televisão†
Revista Habitus Vol. 2 - Nº 1 - Ano 2004 OS MAIAS – A LITERATURA NA TELEVISÃO† Antonio da Silveira Brasil Junior* Elisa da Silva Gomes§ Maíra Zenun de Oliveira# Cite este artigo: BRASIL JUNIOR, Antonio da Silveira; GOMES, Elisa da Silva; OLIVEIRA, Maíra Zenun de. Os Maias, a literatura na televisão. Revista Habitus: revista eletrônica dos alunos de graduação em Ciências Sociais – IFCS/UFRJ, Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, p.5-20, 30 mar. 2004. Anual. Disponível em: <www.habitus.ifcs.ufrj.br>. Acesso em: 30 mar. 2004. Resumo: O presente artigo pretende explorar as intricadas relações que existem entre o que se convencionou denominar cultura erudita e cultura de massa. Para tal, analisaremos o caso concreto da minissérie Os Maias, especialmente no que concerne às relações que foram estabe- lecidas – a partir deste programa – entre os campos literário e televisivo. Ademais, exporemos brevemente a importância de um estudo sociológico da televisão e de suas obras culturais. Palavras-chave: Sociologia da Cultura, Televisão, Literatura, Adaptação, Audiência, Cultura de Massa e Cultura Erudita. 1. Introdução presente artigo procura, através da minissérie Os Maias, exibida pela Rede Globo de Televisão em 2001, adaptada do romance de Eça de Queirós[1], refletir acerca do O debate que se constrói em torno de duas esferas culturais – a erudita e a de massa. Neste sentido, visa a problematizar, sob a perspectiva da Sociologia da Cultura, a questão de um suposto antagonismo entre as referidas culturas, buscando verificar se há ou não ruptura entre as mesmas – observando as relações entre literatura e televisão tanto do ponto de vista de sua produção como de sua recepção[2].