Universidade Estadual Paulista

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CURSO ESPECIAL DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Convênio: INCRA-PRONERA/UNESP Parceria: Escola Nacional Florestan Fernandes A EXPANSÃO DO AGRONEGÓCIO CANAVIEIRO NO PONTAL DO PARANAPANEMA (SP) E OS NOVOS DESAFIOS PARA O MST E PARA A LUTA PELA TERRA Cledson Mendes da Silva Presidente Prudente 2011 CLEDSON MENDES DA SILVA A EXPANSÃO DO AGRONEGÓCIO CANAVIEIRO NO PONTAL DO PARANAPANEMA (SP) E OS NOVOS DESAFIOS PARA O MST E PARA A LUTA PELA TERRA Trabalho de monografia apresentado ao Conselho do curso de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia, campus de Presidente Prudente da Universidade Estadual Paulista, para obtenção do título de Licenciado e Bacharel em Geografia. Orientador: Profº Drº. Antonio Thomaz Junior Monitor : Gabriel Alexandre Gonçalves Presidente Prudente 2011 Cledson Mendes da Silva A EXPANSÃO DO AGRONEGÓCIO CANAVIEIRO NO PONTAL DO PARANAPANEMA (SP) E OS NOVOS DESAFIOS PARA O MST E PARA A LUTA PELA TERRA Monografia apresentado ao Curso Especial de Graduação em Geografia, Convênio INCRA-Pronera/UNESP, para a obtenção do título de Bacharel em Geografia. DEDICATÓRIA AO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA- MST. REFORMA AGRARIA POR JUSTIÇA SOCIAL E SOBERANIA POPULAR. Agradecimentos Agradeço aos meus familiares pela compreensão e dedicação nas tarefas do dia a dia em nosso lote no assentamento Gleba XV de Novembro. Em especial a minha companheira Telma e nossas filhas Caroline e Vitória: pessoas que tanto amo. Agradeço com carinho aos meus pais Gilberto e Vilani, pessoas especiais que tanto amo, e a todos os meus irmãos(ãs) a quem admiro, Cláudia, Clébia, Claudiana, Clébio e Clebson. Aos demais familiares e amigos, sobrinhos (as), tios (as), cunhados (as), sogro e sogra e aos meus vizinhos de lote e a toda comunidade do assentamento Gleba XV de Novembro. Agradeço a realização deste trabalho ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que através das suas instâncias orgânicas (Direção Estadual e a Direção Regional do Pontal do Paranapanema) me indicaram para fazer o curso de Licenciatura e Bacharelado em Geografia e a COCAMP por ser um instrumento político na luta pela Reforma Agrária. A Escola Nacional Florestan Fernandes, e na pessoa da professora Alexandrina agradecer a todos os professores da UNESP e outras instituições de ensino que passaram pelo nosso curso. A todos da Coordenação Pedagógica, em especial a Marisa, Bernardo e Thomaz, Fátima e Cacá. Agradeço a todos da secretaria do CEGeo, na pessoa do Tom e Mayara, aos monitores que passaram pelo nosso curso em especial ao Gabriel por sua dedicação. Ao meu orientador e camarada Thomaz Jr., pela dedicação e acompanhamento na orientação, na pesquisa que não mediu esforços, com exigência e rigor na elaboração das ideias, e pelo compromisso com a classe trabalhadora. Agradeço ainda aos trabalhadores (as) assentados (as), os que lutam pela terra nos acampamentos, por terem me recebido em suas casas no momento da pesquisa. A todos os companheiros (as) do Curso Especial de Graduação em Geografia (CEGeo) e aos Grupos de Pesquisa CEGeT e NERA. RESUMO: O presente trabalho aborda as disputas territoriais entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e as indústrias de cana-de-açúcar do Grupo Odebrecht nos municípios de Teodoro Sampaio-SP e Mirante do Paranapanema-SP. As disputas territoriais se devem à expansão da Odebrecht, em 2007, na Região do Pontal do Paranapanema, disputando as terras devolutas com o MST. A pesquisa tem como objetivo tornar público que as terras que a Odebrecht vem se expandindo são devolutas e a vinda do grupo tem uma intencionalidade de regularizar as terras através do projeto de Lei 578/2007 do governo do estado de São Paulo. No decorrer do trabalho se aprofundará a intencionalidade do Estado em relação aos programas do BB/Convir e Plano Nacional de Biodiesel. Em nossa análise esses programas têm a intenção de amortecer as lutas dos trabalhadores, tirando a autonomia dos Movimentos sociais e induzindo à monocultura da cana-de-açúcar. Por fim, se analisará o processo de construção do projeto da COCAMP, e as perseguições do Estado para não concluir seu parque agroindustrial. Palavras-chave : luta pela terra; disputas territoriais; expansão da cana-de-açúcar; reforma agrária RESUMEN: El presente trabajo aborda las disputas territoriales entre el MST y las industrias de caña de azúcar del grupo Odebrecht en los Municipios Teodoro Sampaio y en Mirante de lo Pontal de lo Paranapanema, em el Estado de San Pablo. Las disputas territoriales se deben a la expansión de la Odebrecht en el año 2007 en la región de Pontal do Paranapanema, disputando las tierras públicas con el MST. La investigación tiene como objetivo hacer de público conocimiento que las tierras en las que la Odebrecht se viene expandiendo son tierras públicas, y que la empresa tiene la intencionalidad de regularizarlas através del proyecto de Ley N° 578/2007 del Gobierno del Estado de San Paulo. Durante el trabajo se profundizará la intencionalidad del Estado en relación a los Programas BB/Convir y el Plan Nacional de Biodiesel. En nuestros análisis esos programas tienen la inteción de aplacar las luchas de los trabajadores, socavando la autonomía de los Movimientos Sociales e induciendo a la monocultura (monocultivo de caña de azúcar). Para finalizar, se analizará el proceso de construcción de la COCAMP y los hostigamientos de parte de el Estado para la no realización del parque industrial. Palabras clave: lucha por la tierra; disputas territoriales; expansión de la caña-de-azucar; reforma agraria Lista de Siglas ACAP – Associação de Cooperação Agrícola do Pontal AFUSI - Associação dos Funcionários dos Servidores da Educação BB – Banco do Brasil BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social CEGEO – Curso Especial de Geografia CEGET - Centro de Estudos da Geografia do Trabalho CENAL – Comissão Executiva Nacional do Álcool CF – Constituição Federal COCAMP – Cooperativa de Comercialização e Prestação de Serviços dos COCAPAR – Cooperativa de Comercialização dos Assentados de Reforma Agrária CONCRAB – Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil CPT – Comissão Pastoral da Terra DF – Distrito Federal FETAESP – Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de São Paulo HA – Hectares IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IEA – Instituto de Economia Agrícola INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas ITESP – Instituto de Terras do Estado de São Paulo MAST – Movimento dos Agricultores Sem Terra MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra NERA – Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária PAA – Programa de Aquisição de Alimentos PNB – Plano Nacional de Biodiesel PROALCOOL – Programa Nacional do Álcool PROCERA – Programa de Crédito Especial para a Reforma Agrária PRONAF – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar PRONERA – Programa Nacional de Educação da Reforma Agrária PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira PT – Partido dos Trabalhadores SDS – Social Democracia Sindical STF – Supremo Tribunal Federal STJ – Supremo Tribunal de Justiça UDR – União Democrática Ruralista UNESP – Universidade Estadual Paulista UNIPONTAL – União dos Municípios do Pontal do Paranapanema Lista de Tabelas Tabela -1. Acordos realizados entre Estado e Fazendeiros antes da decisão do STJ 22 em relação ao 15º Perímetro de Teodoro Sampaio (1996 a 2006) Tabela -2. Evolução da área plantada de cana-de-açúcar no Brasil, São Paulo e 31 Teodoro Sampaio-SP . Tabela 0 3. Expansão de novas áreas com a presença da cana-de-açúcar, a partir de 38 2007. Lista de Fotos Foto 0 1. Colheitadeira de cana na fazenda Santa Rita, em Mirante do 34 Paranapanema (SP). Foto 02 . Parque Estadual Morro do Diabo, SP 613, em Teodoro Sampaio (SP). 36 Foto 0 3. Preparo de solo para o plantio da cana na fazenda Santa Rita, Município 39 Rosana SP. Foto 0 4. Acampamento em frente à fazenda São Domingos, Sandovalina (SP). 46 Foto 05. Almoço em uma das cozinhas comunitárias na ocupação da fazenda 48 São Domingos no dia 17 de abril de 2011, em Sandovalina (SP). Foto 06 . Parque agroindustrial da COCAMP, em Teodoro Sampaio (SP) 55 Foto 0 7. Laticínio da COCAMP em Teodoro Sampaio(SP) 58 Foto 08 . Escritório da COCAMP em Teodoro Sampaio (SP) 59 Foto 09 . Incorporação de calcário para o projeto de café sombreado, 60 Assentamento Gleba XV em Rosana/SP Foto 10 . Entrega de alimentos a entidade cadastrada no Programa de Aquisição 62 de Alimentos, na Vila COAB Cris, em Teodoro Sampaio (SP). Foto 11 . Área de Plantio de Hortaliças da Associação Vale Verde , Assentamento 64 Gleba XV Novembro em Rosana/SP. Lista de Gráficos Gráfico 01. Evolução da área de cana-de-açúcar em Teodoro Sampaio entre 2000 33 a 2009. Gráfico 02. Área plantada de cana em São Paulo (2007-2011) 31 Gráfico 03. Produção de Cana em São Paulo (2007- 2011) 31 Lista de Mapas Mapa 01. Assentamentos envolvidos no Programa BB-Convir/Destilaria Alcídia 27 para o plantio de Cana-de-açúcar. Mapa 02 . Territorialização da lavoura da cana-de-açúcar no Pontal do 32 Paranapanema (SP) Mapa 03. Territorialização das agroindústrias de cana-de-açúcar dos 49 assentamentos rurais e situação jurídica das terras do Pontal do Paranapanema. Mapa 04 . Ocupação dos Movimentos sociais no Pontal do Paranapanema. 53 Sumário Apresentação 11 Introdução 16 Capítulo 1. A Expansão do Capital no Território da Reforma Agrária: Disputas e Conflitos em Ascensão. 19 1.1. Prática expansionista do Capital através do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNB) 23 1.2. A expansão do capital canavieiro na atualidade 30 Capitulo 2. Legitimações das Terras Griladas e o Intento Político- Econômico do Capital. 40 Capitulo 3 - Os desafios para os movimentos sociais: as experiências de cooperação, as perspectivas para os assentados e o papel da agricultura camponesa (algumas ações da CONAB). 51 3.1. O papel dos movimentos sociais. 51 3.2.
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  • MUNICÍPIO MÓDULO FISCAL - MF (Ha) (Ha)

    MUNICÍPIO MÓDULO FISCAL - MF (Ha) (Ha)

    QUATRO MFs MUNICÍPIO MÓDULO FISCAL - MF (ha) (ha) ADAMANTINA 20 80 ADOLFO 22 88 AGUAÍ 18 72 ÁGUAS DA PRATA 22 88 ÁGUAS DE LINDÓIA 16 64 ÁGUAS DE SANTA BÁRBARA 30 120 ÁGUAS DE SÃO PEDRO 18 72 AGUDOS 12 48 ALAMBARI 22 88 ALFREDO MARCONDES 22 88 ALTAIR 28 112 ALTINÓPOLIS 22 88 ALTO ALEGRE 30 120 ALUMÍNIO 12 48 ÁLVARES FLORENCE 28 112 ÁLVARES MACHADO 22 88 ÁLVARO DE CARVALHO 14 56 ALVINLÂNDIA 14 56 AMERICANA 12 48 AMÉRICO BRASILIENSE 12 48 AMÉRICO DE CAMPOS 30 120 AMPARO 20 80 ANALÂNDIA 18 72 ANDRADINA 30 120 ANGATUBA 22 88 ANHEMBI 30 120 ANHUMAS 24 96 APARECIDA 24 96 APARECIDA D'OESTE 30 120 APIAÍ 16 64 ARAÇARIGUAMA 12 48 ARAÇATUBA 30 120 ARAÇOIABA DA SERRA 12 48 ARAMINA 20 80 ARANDU 22 88 ARAPEÍ 24 96 ARARAQUARA 12 48 ARARAS 10 40 ARCO-ÍRIS 20 80 AREALVA 14 56 AREIAS 35 140 AREIÓPOLIS 16 64 ARIRANHA 16 64 ARTUR NOGUEIRA 10 40 ARUJÁ 5 20 ASPÁSIA 26 104 ASSIS 20 80 ATIBAIA 16 64 AURIFLAMA 35 140 AVAÍ 14 56 AVANHANDAVA 30 120 AVARÉ 30 120 BADY BASSITT 16 64 BALBINOS 20 80 BÁLSAMO 20 80 BANANAL 24 96 BARÃO DE ANTONINA 20 80 BARBOSA 30 120 BARIRI 16 64 BARRA BONITA 14 56 BARRA DO CHAPÉU 16 64 BARRA DO TURVO 16 64 BARRETOS 22 88 BARRINHA 12 48 BARUERI 7 28 BASTOS 16 64 BATATAIS 22 88 BAURU 12 48 BEBEDOURO 14 56 BENTO DE ABREU 30 120 BERNARDINO DE CAMPOS 20 80 BERTIOGA 10 40 BILAC 30 120 BIRIGUI 30 120 BIRITIBA-MIRIM 5 20 BOA ESPERANÇA DO SUL 12 48 BOCAINA 16 64 BOFETE 20 80 BOITUVA 18 72 BOM JESUS DOS PERDÕES 16 64 BOM SUCESSO DE ITARARÉ 20 80 BORÁ 20 80 BORACÉIA 16 64 BORBOREMA 16 64 BOREBI 12 48 BOTUCATU 20 80 BRAGANÇA PAULISTA 16 64 BRAÚNA
  • Comunicado - 4/20

    Comunicado - 4/20

    COMUNICADO - 4/20 A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp, nos termos da Deliberação Arsesp 1.021 , de 15 de julho de 2020, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 16-07- 2020 (Caderno Executivo I, Seção I - pág. 1); e do artigo 28 do Regulamento do Sistema Tarifário, aprovado pelo Decreto Estadual 41.446, de 16 de dezembro de 1996; comunica que as Tarifas e demais condições que vigorarão a partir de 15 de agosto de 2020, serão as seguintes: 1 - Tarifas 1.1 - A Deliberação Arsesp 1.021 autorizou a aplicação do reajuste tarifário anual de 2020 de 3,4026%, calculado com base na variação do IPCA no período de março de 2019 a março de 2020 que totalizou 3,3032% descontado o fator de eficiência (Fator X) de 0,6920% e fator de qualidade (Fator Q) de -0,1188% e ajuste compensatório de 0,8881%, conforme descrito na Nota Técnica NT.F-0038-2020, aplicável sobre as tarifas vigentes constantes da Deliberação 859/2019. 2 – Fornecimento de Água e/ou Coleta de Esgotos: 2.1 - Diretoria Metropolitana: 2.1.1 – MC (exceto para os municípios de Santo André e Mauá), ML (inclui o município de Guararema), MN (exceto para os municípios de Bragança Paulista, Joanópolis, Nazaré Paulista, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Socorro, Vargem e Guarulhos), MO e MS. Tarifas dos serviços de fornecimento de água e/ou coleta de esgotos: Classes de consumo Tarifas de Tarifas de m3/mês água - R$ esgoto - R$ Residencial / Social (i) 0 a 10 9,18 /mês 9,18 /mês 11 a 20 1,58 / m3 1,58 / m3 21 a 30 5,61 / m3 5,61 / m3 31 a 50 8,00 / m3 8,00
  • Secretaria De Estado Da Saúde Coordenadoria De

    Secretaria De Estado Da Saúde Coordenadoria De

    Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Instituto Adolfo Lutz Curso de Especialização Vigilância Laboratorial em Saúde Pública Amanda Cristina Gomes Baruta AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO DIAGNÓSTICO DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA NA REGIÃO DE SAÚDE DE PRESIDENTE PRUDENTE - SP Presidente Prudente 2020 Amanda Cristina Gomes Baruta AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO DIAGNÓSTICO DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA NA REGIÃO DE SAÚDE DE PRESIDENTE PRUDENTE - SP Trabalho de conclusão de curso de especialização apresentado ao Instituto Adolfo Lutz - Unidade do Centro de Formação de Recursos Humanos para o SUS/SP - Doutor Antônio Guilherme de Souza como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Vigilância Laboratorial em Saúde Pública Orientadora: Prof. Dra. Lourdes Aparecida Zampieri D'Andréa Presidente Prudente 2020 FICHA CATALOGRÁFICA Preparada pelo Centro de Documentação – Coordenadoria de Controle de Doenças/SES-SP Baruta, Amanda Cristina Gomes Avaliação da qualidade do diagnóstico da leishmaniose visceral canina na região de saúde de Presidente Prudente - SP/ Amanda Cristina Gomes Baruta – Presidente Prudente, 2020. 46 f. il Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização-Vigilância Laboratorial em Saúde Pública)-Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, CEFOR/SUS-SP, Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, 2020. Área de concentração: Vigilância Epidemiológica em Laboratório de Saúde Pública Orientação: Profa. Doutora. Lourdes Aparecida Zampieri D' Andréa 1 Controle de Qualidade; 2 Diagnóstico; 3 Leishmaniose Visceral; 4 Serviço de Zoonoses. SES/CEFOR/IAL-107/2020 ©reprodução autorizada pelo autor, desde que citada a fonte Dedico o presente trabalho primeiramente a Deus. A minha família, que sempre me apoiou e motivou, meu alicerce, conforto e força nos dias difíceis, que não permitiram nunca que eu desanimasse ou perdesse o foco.
  • Instruções Normativas

    Instruções Normativas

    Manual de Procedimentos da Operação INSTRUÇÃO DE OPERAÇÃO ONS Recomposição da Área Porto Primavera Código Revisão Item Data de Vigência IO-RR.SE.PPR 14 3.4.2.1. 26/06/2019 . MOTIVO DA REVISÃO: Entrada em Operação da SE Mirante do Paranapanema 2, Seccionando os Circuitos de 138 kV entre as seguintes SEs: Rosana e Presidente Prudente, Rosana e Alcídia e Taquaruçu e Dracena. LISTA DE DISTRIBUIÇÃO: CNOS COSR-SE AES-Tietê CAIUÁ CESP CPFL CTEEP Rio ELEKTRO TAESA ESCRITÓRIO ENERGISA Paranapanema CENTRAL Energia Manual de Procedimentos da Operação - Módulo5 - Submódulo 5.12 INSTRUÇÃO DE OPERAÇÃO ONS Código Revisão Item Data de Vigência Recomposição da Área Porto Primavera IO-RR.SE.PPR 14 3.4.2.1. 26/06/2019 ÍNDICE 1. OBJETIVO........................................................................................................................................3 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS ................................................................................................................3 3. PROCEDIMENTOS GERAIS ...............................................................................................................3 3.1. Para os operadores de sistema do CNOS: ....................................................................................3 3.2. Para operadores de Sistema do COSR-SE.....................................................................................3 3.3. Para os Agentes de Distribuição...................................................................................................4 3.4. Procedimentos para