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Plano De Manejo E Web Sig Da Apa Da Serra Da Mantiqueira
ASSOCIAÇÃO PRÓ-GESTÃO DAS ÁGUAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL – AGEVAP INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE – ICMBIO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA PLANO DE MANEJO E WEB SIG DA APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA PRODUTO 2: DIAGNÓSTICO TÉCNICO (MEIOS FÍSICO E BIÓTICO) VERSÃO REVISADA CURITIBA / PR Maio / 2017 ASSOCIAÇÃO PRÓ-GESTÃO DAS ÁGUAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL – AGEVAP INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE – ICMBIO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA PLANO DE MANEJO E WEB SIG DA APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA PRODUTO 2: DIAGNÓSTICO TÉCNICO (MEIOS FÍSICO E BIÓTICO) VERSÃO REVISADA CURITIBA / PR Maio / 2017 PLANO DE MANEJO E WEB SIG DA APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA I Diagnóstico Técnico Preliminar da APASM APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental da Serra da Mantiqueira - APASM, unidade de conservação federal de uso sustentável, criada em 03 de junho de 1985 pelo Decreto Federal nº 91.304/85, possui 431.040,73 hectares, abrangendo 27 municípios dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Diversos segmentos da sociedade civil e instâncias dos poderes públicos reconhecem a necessidade emergencial da elaboração do Plano de Manejo da APASM, como um dos instrumentos de gestão que estabelecerá o zoneamento e o planejamento ordenado das ações, de modo a garantir a preservação dos recursos naturais, compatíveis com a sustentabilidade socioeconômica local. As diversas atividades irregulares praticadas no interior da APASM, que resultam em ameaças aos objetivos de criação da UC, especialmente aos recursos hídricos, chamaram a atenção da Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul (AGEVAP), pela importância da contribuição da Serra da Mantiqueira à bacia do Rio Paraíba do Sul. -
Aeb 2017.Pdf
Anuário Estatístico do Brasil volume 77 2017 Presidente da República Michel Miguel Elias Temer Lulia Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão Esteves Pedro Colnago Júnior INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Roberto Luís Olinto Ramos Diretor-Executivo Fernando José de Araújo Abrantes ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Claudio Dutra Crespo Diretoria de Geociências João Bosco de Azevedo (em exercício) Diretoria de Informática José Sant`Anna Bevilaqua Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Maysa Sacramento de Magalhães MINISTÉRIOMinistro do DO Planejamento, PLANEJAMENTO, Desenvolvimento ORÇAMENTO e EGestão GESTÃO INSTITUTOINSTITUTO BRASILEIRO BRASILEIRO DEDE GEOGRAFIA E E ESTATÍSTICA ESTATÍSTICA - IBGE - IBGE Anuário Estatístico do Brasil volume 77 2017 ISSN 0100-1299 Anu. estat. Brasil, Rio de Janeiro, v.77, p.1-1 - 8-47, 2017 INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil ISSN 0100-1299 © IBGE. 2018 Produção de e-book Roberto Cavararo Capa e Ilustração Eduardo Sidney Cabral Rodrigues de Araujo - Coordenação de Marketing/CDDI Anuário estatístico do Brasil / IBGE - Vol. 1 (1908/1912- ). - Rio de Janeiro : IBGE, 1916- v. Anual Vol. 1 (1908/1912) editado pela Directoria Geral de Estatística do Ministério da Agricultura, Indústria e Commércio e publicado em 3 volumes. Suspensa de 1913-1935. O vol. 1 compreende o período de 1908 a 1912, o vol. 5 de 1939 a 1940, o vol. 6 de 1941 a 1945 e o vol. 48 de 1987 a 1988. ISSN 0100-1299 = Anuário Estatístico do Brasil 1. Brasil - Estatística. -
Encarte 3 - Análise Da Unidade De Conservação
Plano de Manejo do Parque Nacional do Itatiaia Encarte 3 - Análise da Unidade de Conservação 3 - ENCARTE 3 - ANÁLISE DO PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA Neste encarte encontram-se descritos os dados gerais do Parque Nacional do Itatiaia (PNI), bem como as análises dos fatores bióticos e abióticos e os fatores relativos às atividades humanas presentes ou não dentro do Parque. São apontadas as atividades que são desenvolvidas atualmente na UC e a infraestrutura disponível. 3.1 - INFORMAÇÕES GERAIS 3.1.1 - LOCALIZAÇÃO E ACESSO O Parque localiza-se na Serra da Mantiqueira, entre os estados Minas Gerais (MG) e Rio de Janeiro (RJ), próximo da divisa com o Estado de São Paulo. Seus limites alcançam parte dos municípios de Itatiaia e Resende, no RJ, e de Itamonte e Bocaina de Minas, no MG (Figura 3-1). Figura 3-1 – Principais vias de acesso apartir das principais capitais para se chegar ao Parque Nacional do Itatiaia. A sede do PNI encontra-se no município de Itatiaia no RJ e distante aproximadamente 10 km da Prefeitura Municipal. Atualmente o ingresso ao PNI é feito por dois acessos principais, uma pela Parte Baixa1, caracterizada pela região de Itatiaia, e outra pela Parte Alta2 na região da Garganta do Registro entre os estados do RJ e MG (ver Figura 3-2). A principal via de acesso é a BR-116 (Rodovia Presidente Dutra) para visitantes vindos do Rio de Janeiro e São Paulo. Partindo-se da capital do Estado do Rio de Janeiro o percurso 1 Parte Baixa: divisão utilizada atualmente pela gestão da Parque, porém sem delimitação específica, abrange as áreas do Posto 1, Centro de Visitantes, Mirante do Último Adeus, Serrinha, Três Picos, Abrigo Macieiras, Maromba. -
New Gesneriaceae from Minas Gerais, Brazil
New Gesneriaceae from Minas Gerais, Brazil ALAIN CHAUTEMS ABSTRACT CHAUTEMS, A. (2002). New Gesneriaceae from Minas Gerais, Brazil. Candollea 56: 261-279. In English, with English, Portuguese and French abstracts. A new combination, Paliavana gracilis (Mart.) Chautems, and five new species from the state of Minas Gerais, Brazil, are described and illustrated, Paliavana plumerioides Chautems, Vanhouttea brueggeri Chautems, V.hilariana Chautems, V.leonii Chautems, V.pendula Chautems. Conserva- tion status is given following IUCN criteria and most of the species are classified as endangered. With the additional new taxa, Paliavana Vand. now has six species and Vanhouttea Lem. eight spe- cies. A key to the taxa of the two genera is provided. RESUMO CHAUTEMS, A. (2002). Novas Gesneriaceae de Minas Gerais, Brasil. Candollea 56: 261-279. In English, resumos em inglês, português e francês. Uma nova combinação, Paliavana gracilis (Mart.) Chautems, e cinco espécies novas do estado de Minas Gerais, Brasil, Paliavana plumerioides Chautems, Vanhouttea brueggeri Chautems, V.hila- riana Chautems, V. leonii Chautems, V. pendula Chautems são descritas e ilustradas. O estatus de conservação de acordo com os critérios da UICN é estabelecido, no qual a categoria “Em perigo” aparece na maioria das espécies. Com a inclusão dos novos taxons, Paliavana Vand. tem agora seis espécies e Vanhouttea Lem. oito. Uma chave das espécies incluidas nestes dois gêneros é proposta. RÉSUMÉ CHAUTEMS, A. (2002). Nouvelles Gesneriaceae du Minas Gerais, Brésil. Candollea 56: 261- 279. En anglais, résumés en anglais, portuguais et français. Une nouvelle combinaison, Paliavana gracilis (Mart.) Chautems, et cinq nouvelles espèces de l’état de Minas Gerais, Brésil, Paliavana plumerioides Chautems, Vanhouttea brueggeri Chau- tems, V. -
Monograph of the Elaphoglossum Ciliatum Group (Dryopteridaceae)
Monograph of the Elaphoglossum ciliatum group (Dryopteridaceae) 1,2 3 4 ALEJANDRA VASCO ,ROBBIN C. MORAN , AND GERMINAL ROUHAN 1 Author for correspondence: The New York Botanical Garden, Bronx, NY 10458–5126 USA; e-mail: [email protected] 2 The City University of New York, New York, NY 10016 USA 3 The New York Botanical Garden, Bronx, NY 10458–5126 USA; e-mail: [email protected] 4 Muséum National d’Histoire Naturelle, UMR 5202, Herbier National, 16 rue Buffon CP39, 75231 Paris Cedex 05, France; e-mail: [email protected] Abstract. The Elaphoglossum ciliatum group was supported by a previous study as monophyletic on the basis of cpDNA sequence data. The present paper provides a monograph of this group. It includes keys, full synonymy, descriptions, specimens examined, index to collectors’ names and numbers, photographs, and distribution maps for all species. Morphologically, these species are characterized by abaxial la- minar scales reduced to minute dots, resinous rhizomes, and (except for E. dussii) spiny perispores. These characteristics are not unique to the E. ciliatum group because they are found in other species of Elapholgossum sect. Lepidoglossa. Nine species are here recognized in the E. ciliatum group, with no subspecies or varieties. Six species are neotropical and primarily montane, being largely absent from Amazonia. The remaining three species are endemic to the island of St. Helena in the South Atlantic Ocean. A lectoype is designated for E. calaguala. Key Words: Dryopteridaceae, Elaphoglossum,fern,floristics, pteridophytes, taxonomy. Resumen. Se presenta la monografía del grupo de Elaphoglossum ciliatum, un grupo definido como monofilético basado en análisis de secuencias de ADN del cloroplasto. -
Série BIODIVERSIDADE
BIODIVERSIDADE BRASILEIRA Avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Biodiversidade e Florestas BIODIVERSIDADE BRASILEIRA Avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros BRASÍLIA - DF 2002 Equipe PROBIO – Projeto de Conservação e de Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira: DANIELA OLIVEIRA, DANILO PISANI, DILMA DE FÁTIMA QUEIROZ DE MENEZES, EDILEIDE SILVA, FÁTIMA OLIVEIRA, JOÃO ARTHUR SEYFFARTH, MARINEZ COSTA, MAURÍCIO AZEREDO, NILSON SILVA, RITA DE CÁSSIA CONDE, ROSÂNGELA ABREU, SHIRLEY RODRIGUES ANDRADE E UBIRATAN PIOVEZAN. Coordenadores da Avaliação, por Biomas Amazônia Brasileira JOÃO PAULO RIBEIRO CAPOBIANCO Cerrado e Pantanal ROBERTO B. CAVALCANTI Caatinga JOSÉ MARIA CARDOSO DA SILVA Mata Atlântica e Campos Sulinos LUIZ PAULO PINTO Zona Costeira e Marinha SILVIO JABLONSKI Organizadora CILULIA MARIA MAURY Projeto Gráfico MARILDA DONATELLI Revisão GISELA VIANA AVANCINI Fotos gentilmente cedidas por: André Alves, Andy Young, Antônio Edson Guimarães Farias, Carlo Leopoldo Francini, Cláudio Savaget, Denise Greco, Edward Parker, Enrico Marone, Eurico Cabral de Oliveira, Guilherme Fraga Dutra, Haroldo Castro, Haroldo Palo Júnior, Ilmar Santos, Juan Pratginestós, Miguel T. Rodrigues, Ricardo Russo, Russel Mittermeier, Conservation International do Brasil e WWF- Brasil. Apoio: Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO; Global Environment Facility – GEF; Banco Mundial – BIRD; Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Projeto BRA 00-021. Os textos técnicos apresentados foram produzidos pelas instituições responsáveis pelos workshops em seus respectivos biomas e apenas organizados por este Ministério, no âmbito do PROBIO. -
Universidade Federal De Juiz De Fora Programa De Pós-Graduação Em Ecologia Aplicada Ao Manejo E Conservação De Recursos Naturais
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA APLICADA AO MANEJO E CONSERVAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS Júlia Gaio Furtado de Mendonça CAMPOS DE ALTITUDE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO PAPAGAIO, MINAS GERAIS, BRASIL: COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA, FITOGEOGRAFIA E ESTRUTURA DA VEGETAÇÃO Juiz de Fora 2017 Júlia Gaio Furtado de Mendonça CAMPOS DE ALTITUDE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO PAPAGAIO, MINAS GERAIS, BRASIL: COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA, FITOGEOGRAFIA E ESTRUTURA DA VEGETAÇÃO Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Ecologia Aplicada ao Manejo e Conservação de Recursos Naturais da Universidade Federal de Juiz de Fora, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Ecologia. Orientadora: Profa. Dra. Fátima Regina Gonçalves Salimena Coorientador: Prof. Dr. Fabrício Alvim Carvalho Juiz de Fora 2017 iv Os dias que estes homens passam na montanha são os dias que eles realmente vivem. Quando as cabeças se limpam das teias de aranha e o sangue corre com força pelas veias. Quando os cinco sentidos cobram vitalidade e o homem completo se torna mais sensível. Então já pode ouvir as vozes da natureza e ver as belezas que só estavam ao alcance dos mais ousados. Reinhold Messner – Montanhista v AGRADECIMENTOS À Natureza, especialmente! Em todas suas formas de manifestação, material e espiritual. Fonte de vida, esperança, sabedoria, inspiração, equilíbrio e magia; Aos meus pais, Ângela e Rodolfo, que me trouxeram a Terra e que com seu amor me apontam o caminho reto para seguir, sem tropeços e com confiança; Ao meu amor, Timothy, que me faz ser mais sábia e crítica, me preenche de bons sentimentos, torna meu dia a dia mais leve e ainda me agracia com quitutes deliciosos. -
Giselle Lopes Moreira Contribuições Ao Conhecimento Do Gênero Verbesina L. (Heliantheae-Asteraceae) No Brasil: Taxonomia E Fi
Universidade de Brasília Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Botânica Giselle Lopes Moreira Contribuições ao conhecimento do gênero Verbesina L. (Heliantheae-Asteraceae) no Brasil: taxonomia e filogenia Brasília Março, 2018 Universidade de Brasília Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Botânica Contribuições ao conhecimento do gênero Verbesina L. (Heliantheae-Asteraceae) no Brasil: taxonomia e filogenia GISELLE LOPES MOREIRA Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Botânica da Universidade de Brasília, como requisito parcial à obtenção do título de Doutor, sob a orientação da Dra. Taciana Barbosa Cavalcanti. Brasília Março, 2018 Banca Examinadora Dra. Taciana Barbosa Cavalcanti – Presidente Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Dra. Micheline Carvalho-Silva – titular interno Universidade de Brasília Dr. Jimi Naoki Nakajima – titular externo Universidade Federal de Uberlândia Dr. João Bernardo de Azevedo Bringel Jr. – titular externo Serviço Florestal Brasileiro – Ministério do Meio Ambiente Dr. José Francisco Montenegro Valls – suplente externo Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Agradecimentos Agradeço primeiramente à Deus, por ser meu amigo, meu companheiro, aquele em quem eu busco forças para nunca desistir dos meus objetivos. Aos meus pais, Magda e Carlos, meus alicerces, meus tudo! Obrigada por acreditarem em mim e me apoiarem em todo meu percurso acadêmico. E aos meus irmãos Carlos e Carla por todo apoio e carinho. Ao meu esposo, Anderson Jalles, meu amigo, meu auxílio, meu motorista. A pessoa que deixou tudo na sua cidade natal para me acompanhar nessa nova jornada. Obrigada por compreender minha ausência, mesmo nos momentos mais difíceis, sem você nada disso teria sido possível. À minha orientadora, Taciana B. Cavalcanti, por ter sido muito mais que orientadora, foi mãe, amiga, conselheira, aconchego, porto seguro. -
BIODIVERSIDADE BRASILEIRA -.: Projeto I-FLORA
BIODIVERSIDADE BRASILEIRA Avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Biodiversidade e Florestas BIODIVERSIDADE BRASILEIRA Avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros BRASÍLIA - DF 2002 Equipe PROBIO – Projeto de Conservação e de Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira: DANIELA OLIVEIRA, DANILO PISANI, DILMA DE FÁTIMA QUEIROZ DE MENEZES, EDILEIDE SILVA, FÁTIMA OLIVEIRA, JOÃO ARTHUR SEYFFARTH, MARINEZ COSTA, MAURÍCIO AZEREDO, NILSON SILVA, RITA DE CÁSSIA CONDE, ROSÂNGELA ABREU, SHIRLEY RODRIGUES ANDRADE E UBIRATAN PIOVEZAN. Coordenadores da Avaliação, por Biomas Amazônia Brasileira JOÃO PAULO RIBEIRO CAPOBIANCO Cerrado e Pantanal ROBERTO B. CAVALCANTI Caatinga JOSÉ MARIA CARDOSO DA SILVA Mata Atlântica e Campos Sulinos LUIZ PAULO PINTO Zona Costeira e Marinha SILVIO JABLONSKI Organizadora CILULIA MARIA MAURY Projeto Gráfico MARILDA DONATELLI Revisão GISELA VIANA AVANCINI Fotos gentilmente cedidas por: André Alves, Andy Young, Antônio Edson Guimarães Farias, Carlo Leopoldo Francini, Cláudio Savaget, Denise Greco, Edward Parker, Enrico Marone, Eurico Cabral de Oliveira, Guilherme Fraga Dutra, Haroldo Castro, Haroldo Palo Júnior, Ilmar Santos, Juan Pratginestós, Miguel T. Rodrigues, Ricardo Russo, Russel Mittermeier, Conservation International do Brasil e WWF- Brasil. Apoio: Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO; Global Environment Facility – GEF; Banco Mundial – BIRD; Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Projeto BRA 00-021. Os textos técnicos apresentados foram produzidos pelas instituições responsáveis pelos workshops em seus respectivos biomas e apenas organizados por este Ministério, no âmbito do PROBIO. -
Edlley Pessoa1,2 & Marccus Alves1
Rodriguésia 65(3): 717-734. 2014 http://rodriguesia.jbrj.gov.br DOI: 10.1590/2175-7860201465311 Orchidaceae em afloramentos rochosos do estado de Pernambuco, Brasil Orchidaceae from rocky outcrops of Pernambuco, Brazil Edlley Pessoa1,2 & Marccus Alves1 Resumo Em Pernambuco, além da Floresta Atlântica costeira, e dos Brejos de Altitude, as encostas orientais do Planalto da Borborema também são regiões ricas em espécies de Orchidaceae. Os afloramentos rochosos são comuns e têm sido indicados com uma das áreas mais representativas para a família no Nordeste do Brasil. O presente trabalho teve como objetivo inventariar a flora de orquídeas da área. Excursões foram realizadas entre 2005 e 2013, contemplando afloramentos rochosos de 13 áreas. Foram encontradas 29 spp. pertencentes a 18 gêneros, sendo Habenaria (seis spp.) e Epidendrum (quatro spp.) os mais representativos. Entre as espécies catalogadas destacam-se Acianthera prolifera e Octomeria alexandri como novos registros para Pernambuco, e Phragmipedium sargentianum que consta na lista de espécies ameaçadas de extinção no Brasil. As espécies são amplamente distribuídas a restritas na sua distribuição, dentre as quais, nove são endêmicas do Brasil. Este estudo corrobora informações anteriores sobre a elevada riqueza e abundância de Orchidaceae nas formações vegetais dos afloramentos rochosos, incluindo muitas espécies endêmicas. Apesar disto, poucas unidades de conservação no estado de Pernambuco englobam esse ecossistema tão importante. Palavras-chave: Caatinga, ecossistemas montanhosos, flora, Floresta Atlântica, inselbergs. Abstract Besides the Atlantic Coastal Forest and the Brejos de Altitude in the state of Pernambuco, the eastern slopes of the Borborema plateau are also rich in species of Orchidaceae. Rocky outcrops are common and have been cited as one of the most representative sites for the family in Northeast Brazil. -
Tabela 1.3.2.1 - Pontos Mais Altos Do Brasil - 2016
Tabela 1.3.2.1 - Pontos mais altos do Brasil - 2016 Topônimo Localização Unidades da Federação Altitude (m) Latitude Longitude Pico da Neblina (1) Serra do Imeri Amazonas 2 995,3 + 00°48'00" - 66°00'27" Pico 31 de Março (1) Serra do Imeri Amazonas (2) 2 974,2 + 00°48'21" - 66°00'19" Pico da Bandeira (1) Serra do Caparaó Espírito Santo/Minas Gerais 2 891,3 - 20°26'05" - 41°47'45" Pedra da Mina (1) Serra da Mantiqueira Minas Gerais/São Paulo 2 798,1 - 22°25'42" - 44°50'35" Pico das Agulhas Negras (1) Serra do Itatiaia Minas Gerais/Rio de Janeiro 2 790,9 - 22°22'49" - 44°39'42" Pico do Cristal (1) Serra do Caparaó Minas Gerais 2 769,1 - 20°26'39" - 41°48'42" Monte Roraima (1) Serra de Pacaraima Roraima (2) (3) 2 734,1 + 05°12'07" - 60°44'15" Morro do Couto (5) Serra das Prateleiras Rio de Janeiro 2 687,0 - 22°23'07" - 44°41'34" Pedra do Sino de Itatiaia Serra da Mantiqueira Minas Gerais 2 670,0 - 22°22'13" - 44°39'42" Pico dos Três Estados Serra da Mantiqueira Minas Gerais/Rio de Janeiro/São Paulo 2 665,0 - 22°24'22" - 44°48'34" Pedra do Altar (5) Serra da Mantiqueira Rio de Janeiro 2 663,0 - 22°22'27" - 44°40'27" Morro da Cruz do Negro Serra do Caparaó Espírito Santo 2 658,0 - 20°24'52" - 41°48'10" Pedra Roxa Serra do Caparaó Espírito Santo 2 649,0 - 20°25'46" - 41°47'14" Pico do Tesouro Serra do Caparaó Espírito Santo 2 620,0 - 20°23'05" - 41°47'21" Pico da Maromba (5) Serra da Mantiqueira Rio de Janeiro 2 613,0 - 22°22'22" - 44°37'35" Morro do Massena (5) Serra do Itatiaia Minas Gerais/Rio de Janeiro 2 603,0 - 22°22'13" - 44°42'01" Pico -
Boletim De Botânica
See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/261180652 Gesneriaceae no Parque Estadual da Serra do Papagaio, Minas Gerais, Brasil Article · June 2013 DOI: 10.11606/issn.2316-9052.v31i1p1-12 CITATIONS READS 2 72 4 authors, including: Alain Chautems Rodrigo Macêdo Mello Conservatoire et Jardin botaniques de la Ville de Genève Universidade Federal de Lavras (UFLA) 52 PUBLICATIONS 542 CITATIONS 5 PUBLICATIONS 6 CITATIONS SEE PROFILE SEE PROFILE Luiz Menini Neto Federal University of Juiz de Fora 130 PUBLICATIONS 555 CITATIONS SEE PROFILE Some of the authors of this publication are also working on these related projects: Flora Vascular da Serra Negra - MG, Brasil View project Flora do Brasil 2020 online View project All content following this page was uploaded by Rodrigo Macêdo Mello on 11 August 2017. The user has requested enhancement of the downloaded file. 1 GESNERIACEAE NO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO PAPAGAIO, MINAS GERAIS, BRASIL * ** *** LUCIANA CARVALHO PEREIRA , ALAIN CHAUTEMS , RODRIGO DE MACÊDO MELLO & LUIZ MENINI NETO *, *** * Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Campus Arnaldo Jannsen, Luz Interior, 100, Santa Luzia, 36030-776 - Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil; e-mail: [email protected]. ** Conservatoire et Jardin Botaniques de la Ville de Genève, Ch. de l'Impératrice 1, C.P. 60, CH-1292 - Chambésy, Suíça. *** Universidade Federal de Juiz de Fora, ICB, s.n., Martelos, 36036-330 - Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. Abstract – (Gesneriaceae in the Parque Estadual da Serra do Papagaio, Minas Gerais, Brazil). The Parque Estadual da Serra do Papagaio is located in the Mantiqueira Range, in Southern Minas Gerais.