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A Inserção De Arthur Bernardes Na Política Viçosense No Início Do Século Xx: Grupos Sociais, Disputas Políticas E Imprensa
Núcleo de Pesquisa em História Programa de Pós-Graduação em História PPGHIS Dissertação A INSERÇÃO DE ARTHUR BERNARDES NA POLÍTICA VIÇOSENSE NO INÍCIO DO SÉCULO XX: GRUPOS SOCIAIS, DISPUTAS POLÍTICAS E IMPRENSA Natália Fraga de Oliveira 2019 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA Natália Fraga de Oliveira A INSERÇÃO DE ARTHUR BERNARDES NA POLÍTICA VIÇOSENSE NO INÍCIO DO SÉCULO XX: GRUPOS SOCIAIS, DISPUTAS POLÍTICAS E IMPRENSA Ouro Preto 2019 NATÁLIA FRAGA DE OLIVEIRA A INSERÇÃO DE ARTHUR BERNARDES NA POLÍTICA VIÇOSENSE NO INÍCIO DO SÉCULO XX: GRUPOS SOCIAIS, DISPUTAS POLÍTICAS E IMPRENSA Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto para obtenção do título de Magister Scientiae. OURO PRETO MINAS GERAIS – BRASIL 2019 Ao meu querido vovô Zeno, que nos deixou há pouco tempo, mas fez tanto por mim ao longo da sua vidaSaudades eternas! Caminante, son tus huellas/ el camino y nada más; Caminante, no hay camino, se hace camino al andar. Al andar se hace el camino, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar. Caminante no hay camino sino estelas en la mar. (AntônioMachado) AGRADECIMENTOS A Deus, por ter me guiado até aqui, por ser a minha fortaleza e luz nos momentos cruciais da minha vida. Aos meus pais, pelo amor incondicional, pelo apoio e pela força de sempre. Aos meus amigos, sem os quais os dias não seriam tão leves. Ao meu orientador Jefferson José Queller, pelos ensinamentos, respeito e disponibilidade em ajudar a esclarecer dúvidas a respeito deste trabalho, sempre que necessário. -
Páginas Iniciais.Indd
Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Deodoro da Fonseca Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Rio de Janeiro - 2012 5ª edição Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Getúlio Dornelles Vargas 3.11.1930 - 29.10.1945 Copyright © 2012 by Arquivo Nacional 1ª edição, 2001 - 2ª edição revista e ampliada, 2003 - 3ª edição revista, 2006 4ª edição revista e ampliada, 2009 - 5ª edição revista e ampliada, 2012 Praça da República, 173, 20211-350, Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) 2179-1253 Fotos da Capa: Palácio do Catete e Palácio do Planalto, 20 de abril de 1960. Arquivo Nacional Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo Diretor-Geral do Arquivo Nacional Jaime Antunes da Silva Arquivo Nacional (Brasil) Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff / Arquivo Nacional. - 5ª ed. rev. e ampl. - Rio de Janeiro: O Arquivo, 2012. 248p. : il.;21cm. Inclui bibliografi a ISBN: 978-85-60207-38-1 (broch.) 1. Presidentes - Brasil - Biografi as. 2. Brasil - História - República, 1889. 3. Brasil - Política e Governo, 1889-2011. I.Título. CDD 923.1981 Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Equipe Técnica do Arquivo Nacional Coordenadora-Geral de Acesso e Difusão Documental Maria Aparecida Silveira Torres Coordenadora de Pesquisa e Difusão do Acervo Maria Elizabeth Brêa Monteiro Redação de Textos e Pesquisa de Imagens Alba Gisele Gouget, Claudia Heynemann, Dilma Cabral e Vivien Ishaq Edição de Texto Alba Gisele Gouget, José Cláudio Mattar e Vivien Ishaq Revisão Alba Gisele Gouget e José Cláudio Mattar Projeto Gráfi co Giselle Teixeira Diagramação Tânia Bittencourt Para a elaboração do livro Os presidentes e a República, contamos com o apoio da Radiobrás na cessão das imagens relativas aos governos de Ernesto Geisel a Fernando Henrique Cardoso. -
Minas Gerais
MINAS GERAIS - UNIDADES INSS - CARTÓRIOS NOME UNIDADE UF MUNICÍPIO ENDEREÇO BAIRRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - BARREIRO MG BELO HORIZONTE AVENIDA TITO FULGÊNCIO, 104 - BARREIRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - FLORESTA MG BELO HORIZONTE R PITANGUI, 2052 SAGRADA FAMILIA AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - OESTE MG BELO HORIZONTE RUA ESPIRITO SANTO , 54 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - PADRE EUSTÁQUIO MG BELO HORIZONTE RUA PADRE EUSTAQUIO, 1831 PADRE EUSTAQUIO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - SANTA EFIGÊNIA MG BELO HORIZONTE RUA DOS TUPINAMBÁS, 351 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - SUL MG BELO HORIZONTE RUA DOS GUAICURUS, 312 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - VENDA NOVA MG BELO HORIZONTE RUA PADRE EUSTÁQUIO, 1831 PADRE EUSTAQUIO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO DEMANDAS JUDICIAIS MG BELO HORIZONTE AVENIDA AMAZONAS, 266 CENTRO BELO HORIZONTE AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - CALAFATE MG BELO HORIZONTE RUA PADRE EUSTAQUIO, 1831 PADRE EUSTAQUIO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL TELEATENDIMENTO BELO HORIZONTE MG BELO HORIZONTE R ESPIRITO SANTO 871 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO ACORDOS MG BELO HORIZONTE AVENIDA AMAZONAS, 266 CENTRO INTERNACIONAIS BELO HORIZONTE AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL CEAB RECONHECIMENTO DE DIREITO MG BELO HORIZONTE AV AMAZONAS 266 CENTRO SRII AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL CEAB MANUTENÇÃO DA SR-II MG BELO HORIZONTE AV AMAZONAS CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BARBACENA -
A Prática Cooperativa Mineira Na Primeira República, 1889-1922
A Prática Cooperativa Mineira na Primeira República, 1889-1922 Liliane Faria Corrêa Pinto Doutoranda em História, Política e Bens Culturais pelo CPDOC/FGV Resumo: O texto versa sobre o cooperativismo mineiro de1889 a 1922, especificamente as duas fases do Plano Mineiro de Incentivo ao Cooperativismo, idealizado por João Pinheiro, herdado por seus sucessores no governo. O intuito dessa política pública era estimular a formação de cooperativas e diversificar a economia. Na primeira fase muitas cooperativas de café foram constituídas e receberam os prêmios. Na segunda, o incentivo à diversificação criou cooperativas de produção de outros gêneros. O plano não teve o êxito almejado por João Pinheiro, mas protegeu os cafeicultores mineiros da crise de 1906 e lançou a semente do cooperativismo entre os mineiros. Abstract The text is about cooperatives in Minas Gerais (1889-1922), especially the two phases of the Mineiro Plan to Cooperativism Improvement, by João Pinheiro and received to his successors. The reason of this public politic was improve the creation of cooperatives and change the products of economy. In a first phase many cooperatives of coffee were created and received bonus. In the second phase, the created cooperatives produced other products. The plan didn’t have success that wanted João Pinheiro but protected the growers from Minas Gerais against the crisis of 1906 and sowed the cooperativism idea between people from Minas Gerais. Palavras-chave: história, cooperativismo, cafeicultura, primeira república Área temática: História Econômica e Demografia Histórica. A Prática Cooperativa Mineira na Primeira República, 1889-1922 A prática cooperativista mineira entre os anos de 1889 e 1922 se fundamentou a partir do plano mineiro de incentivo ao cooperativismo que estimulou os agricultores de Minas Gerais a constituírem diversas cooperativas. -
A Relação Intensa Entre Membros Do Governo, Capital Francês E Uma Ferrovia Brasileira Durante a Primeira República (1910-1920)
rev. hist. (São Paulo), n.178, a07618, 2019 Marcel Pereira da Silva http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2019.147388 Concessão de serviços públicos no setor de transportes: a relação intensa entre membros do governo, capital francês e uma ferrovia brasileira durante a Primeira República (1910-1920) ARTIGO CONCESSÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS NO SETOR DE TRANSPORTES: A RELAÇÃO INTENSA ENTRE MEMBROS DO GOVERNO, CAPITAL FRANCÊS E UMA FERROVIA BRASILEIRA DURANTE A PRIMEIRA REPÚBLICA (1910-1920) * Contato Marcel Pereira da Silva** Avenida Celina Ferreira Ottoni, 4000 37048-395 – Varginha – Minas Gerais − Brasil Universidade Federal de Alfenas [email protected] Varginha – Minas Gerais – Brasil Resumo Neste artigo, analisaremos a relação entre membros do governo (federal e estadual mi- neiro), diretorias e acionistas da Rede Sul Mineira e a casa bancária Perier & Cie., uma das representantes do capital francês no Brasil. O período escolhido, entre os anos de 1910 e 1920, justifica-se por dois motivos: primeiro, foi o período em que a Com- panhia Estradas de Ferro Federais Brasileiras – Rede Sul Mineira, empresa analisa- da, assumiu uma concessão de transporte ferroviário no sul do estado de Minas Ge- rais; segundo, porque esse mesmo período coincidiu com o auge e queda do volume de empréstimos franceses realizados no Brasil. Assim, foi possível perceber como as relações entre uma concessão de serviços públicos, classe política e capitais envolvi- dos – seja público ou privado, neste caso estrangeiro e francês – são intensas e obscu- ras. O caso da Sul Mineira talvez seja um dos mais emblemáticos do setor ferroviário, pois deixou muito claro que tais relações foram institucionalizadas na República Bra- sileira há mais de cem anos, não obstante os embates e atritos ocorridos no processo. -
A Escola Normal Da Capital: Instalação E Organização (1906-1916)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Faculdade de Educação Programa de Pós Graduação em Educação: Conhecimento e Inclusão Social Rita de Cássia Oliveira Ferreira A ESCOLA NORMAL DA CAPITAL: INSTALAÇÃO E ORGANIZAÇÃO (1906-1916) Belo Horizonte 2010 Rita de Cássia Oliveira Ferreira A ESCOLA NORMAL DA CAPITAL: INSTALAÇÃO E ORGANIZAÇÃO (1906-1916) Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação: Conhecimento e Inclusão Social, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Educação. Linha de Pesquisa: História da Educação. Orientadora: Profª. Drª Cynthia Greive Veiga. Belo Horizonte Faculdade de Educação 2010 Dissertação intitulada “A Escola Normal da Capital: instalação e organização (1906-1916)”, de autoria da mestranda Rita de Cássia Oliveira Ferreira, defendida em 07 de julho de 2010, pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: ___________________________________________________________________________ Profª. Drª. Cynthia Greive Veiga Faculdade de Educação/UFMG – Orientadora ___________________________________________________________________________ Prof. Dr. Luciano Mendes de Faria Filho Faculdade de Educação/UFMG – Titular ___________________________________________________________________________ Prof. Dr. Irlen Antônio Gonçalves Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais/CEFET-MG – Titular ___________________________________________________________________________ Profª. Drª. Thais Nívia de Lima e -
João Bosco Bezerra Bonfim
PALAVRA DE PRESIDENTE Volume 2 A oratória dos Presidentes do Senado SOB O SIGNO DE RUI BARBOSA João Bosco Bezerra Bonfim 1 PALAVRA DE PRESIDENTE Volume 2 A oratória dos Presidentes do Senado SOB O SIGNO DE RUI BARBOSA João Bosco Bezerra Bonfim 2 A oratória dos Presidentes do Senado ............................................................................... 1 S OB O SIGNO DE RUI BARBOSA ............................................................................ 1 A oratória dos Presidentes do Senado ............................................................................... 2 S OB O SIGNO DE RUI BARBOSA ............................................................................ 2 A presentação ..................................................................................................................... 9 A gradecimentos ............................................................................................................... 10 Introdução ........................................................................................................................ 13 A retórica viva nos parlamentos ...................................................................................... 15 O Presidente do Senado Federal perante o Estado .......................................................... 18 Di scursos de posse e instalação das Sessões Legislativas ............................................... 20 Floriano Peixoto (AL) .................................................................................................... -
BERNARDES, ARTUR *Dep. Fed. MG 1909-1910 E 1915-1918; Pres
BERNARDES, ARTUR *dep. fed. MG 1909-1910 e 1915-1918; pres. MG 1918-1922; pres. Rep. 1922-1926; sen. MG 1927-1930; dep. fed. MG 1935-1937; const. 1946; dep. fed. MG 1946-1955. Artur da Silva Bernardes nasceu em Viçosa (MG) no dia 8 de agosto de 1875, filho de Antônio da Silva Bernardes e de Maria Aniceta Pinto Bernardes. Seu pai era português e exerceu, desde meados do século XIX, a profissão de solicitador em diversas comarcas da Zona da Mata mineira, terminando por se fixar em Viçosa, onde foi o primeiro advogado provisionado e, finalmente, promotor de justiça. Sua mãe pertencia à família dos Vieira de Sousa, fundadores de Rio Casca, cidade próxima de Viçosa. Fez seus primeiros estudos na própria Viçosa, e em fins de 1887, aos 12 anos de idade, foi matriculado no Colégio do Caraça, tradicional instituição dos missionários lazaristas em Minas Gerais. Dificuldades financeiras de sua família fizeram-no, porém, abandonar os estudos dois anos depois para ir trabalhar na firma Pena e Graça, da qual era sócio seu cunhado José da Graça Sousa Pereira. A firma, sediada em Coimbra, distrito de Viçosa, intermediava a compra e venda de café entre produtores e exportadores. Seu segundo emprego foi na firma Adriano Teles, na cidade de Rio Branco (MG). Aí chegou, com 18 anos de idade, a contador (guarda-livros, como se dizia na época), o máximo a que poderia aspirar como empregado. Um decreto assinado em 1894 pelo presidente de Minas Gerais, Afonso Pena, abriu-lhe porém a perspectiva de retomar os estudos: permitia a matrícula avulsa, no externato do Colégio Mineiro, aos que quisessem prestar exames finais das disciplinas do curso ginasial. -
Maria Teresa Dos Santos Monteiro
Ministério da Cultura Fundação Biblioteca Nacional Núcleo de Pesquisa Pesquisadora Júnior: Maria Teresa dos Santos Monteiro Vida e Pensamento de Domício da Gama Rio de Janeiro, dezembro de 2017. Maria Teresa dos Santos Monteiro Vida e pensamento de Domício da Gama Artigo referente à Pesquisa apresentado ao Núcleo de Pesquisa da Fundação Biblioteca Nacional 2017 VIDA E PENSAMENTO DE DOMÍCIO DA GAMA Maria Teresa Monteiro PesquisadoraJúnior participante do Programa de Apoio à Pesquisa da Fundação Biblioteca Nacional – FBN e graduanda do curso de Letras da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). RESUMO Domício da Gama foi diplomata, jornalista e escritor brasileiro. Foi também um dos dez acadêmicos eleitos para completar o quadro de fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL). Nasceu e viveu no Rio de Janeiro durante um período da sua vida até formar laços com o barão do Rio Branco, ser o seu parceiro e conquistar sua plena confiança em meio aos trabalhos da diplomacia. A partir de então foi nomeado secretário da missão Rio Branco para questão de limites Brasil-Argentina (1893-1895) e de limites com a Guiana Francesa (1895- 1901). A missão Rio Branco foi o ponto de partida de uma carreira permeada de missões no estrangeiro, o diplomata brasileiro viveu em Paris, Londres, Berna, Lima, Buenos Aires, Santiago e Washington. Ele deixou um legado de amor à pátria por onde passou e realizou seu trabalho, construiu uma carreira pautada em um sincero nacionalismo, buscando representar o Brasil com honestidade, firmeza e zelo. A proposta do projeto Vida e pensamento de Domício vai de encontro com um resgate que se pretende realizar a fim de que as futuras gerações saibam quem foi essa honrosa figura que por diversas situações, em nome do Brasil, não se deixou se levar por interesses econômicos, sociais ou mesmo ocasionais. -
Brazilian Presidential Elections of the First Republic, 1889-1930
Cable, Olympia (1976) Brazilian presidential elections of the first Republic, 1889-1930. PhD thesis. 2nd ed., digitized 2005. http://theses.gla.ac.uk/2384/ Copyright and moral rights for this thesis are retained by the author A copy can be downloaded for personal non-commercial research or study, without prior permission or charge This thesis cannot be reproduced or quoted extensively from without first obtaining permission in writing from the Author The content must not be changed in any way or sold commercially in any format or medium without the formal permission of the Author When referring to this work, full bibliographic details including the author, title, awarding institution and date of the thesis must be given Glasgow Theses Service http://theses.gla.ac.uk/ [email protected] BRAZILIAN PRESIDENTIAL ELECTIONS OF THE FIRST REPUBLIC 1889-1930 by Olympia Cable Submitted for the degree of Doctor of Philosophy to the University of Glasgow, 1976. 2nd Edition, digitized 2005, © Olympia Cable This is an electronic version of the thesis published in 1976 and has been copy-edited to ensure faithfulness to the original. This version was prepared by Olympia’s family after her passing in 2001. It does not account for publications by other authors after 1976. Please send any suggestions or corrections to [email protected]. -iii- LIST OF CONTENTS Page Dissertation Abstract v Acknowledgements xiv The States of Brazil 1889-1930 xv PART I: A SURVEY OF THE POLITICAL SYSTEM 1889-1930 Chapter One: The Political System of the Old Republic 1-48 1889-1930 PART II: A DECADE OF IDEOLOGICAL STRIFE 1891-1898 Chapter Two: The Ideological Conflict. -
August 1 - August 31, 2019
(August 1 - August 31, 2019) 1 (August 1 - August 31, 2019) Current Affairs - Monthly Edition PDF (August 1 - August 31, 2019) 1. BANKING & FINANCE 2. BUSINESS & ECONOMY 3. INTERNATIONAL 4. INDIAN AFFAIRS 5. SCIENCE & TECHNOLOGY 6. ENVIRONMENT 7. BILLS & ACTS 8. DEFENCE 9. AWARDS AND HONOURS 10. SPORTS 11. ARTS & CULTURE 12. OBITUARY 13. SUMMITS & CONFERENCE 14. SCHEMES 15. APPOINTMENTS / RESIGN 16. IMPORTANT DAYS 17. BOOKS & AUTHORS 18. AGREEMENTS, MOU 19. INDEX / LIST 20. VISITS BY PM / PRESIDENT 21. FESTIVALS 22. QUIZ CORNER 2 (August 1 - August 31, 2019) BANKING & FINANCE foreign as well as Chinese banks. The bank has been facilitating Indians RBI relaxes ECB norms working in China in their remittance. The Reserve Bank of India (RBI) has further relaxed the norms related to external commercial borrowing (ECB). It loosened the end-use restrictions RBI cuts 35bps repo rate in August policy with regard to working capital, general corporate purpose and repayment The Reserve Bank of India (RBI) announced a 35 basis points (bps) cut to of rupee loans. The move comes after RBI received feedback from the benchmark repo rate on 7th August. The announcement was made after stakeholders. As per the relaxation, all the eligible borrowers are allowed to the RBI Governor Shaktikanta Das-led third bi-monthly policy review by the raise following ECBs from recognised lenders with a minimum average Monetary Policy Committee (MPC) for 2019-20. This reduction is the fourth maturity period of 10 years for working capital purposes and general in a row since Shaktikanta Das took over as the governor in December 2018. -
Os Acervos Privados De Presidentes Da República No Brasil: Entre As Noções De Propriedade Privada E De Interesse Público
Bruna Pimentel Lopes e Georgete Medleg Rodrigues 64 Os acervos privados de presidentes da República no Brasil: entre as noções de propriedade privada e de interesse público Os acervos privados de presidentes da República no Brasil: entre as noções de propriedade privada e de interesse público The private archives of presidents of the Republic: between the notions of private property and of public interest Bruna Pimentel Lopes Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília – UnB. E-mail: [email protected] Georgete Medleg Rodrigues Doutora em História pela Université de Paris. Professora do Curso de Graduação em Arquivologia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília – UnB. E-mail: [email protected] Resumo Considerando as discussões atuais sobre as formas de constituição, organização e preservação de acervos privados de presidentes da República, este artigo tem como propósito sistematizar os aspectos teóricos e legais relacionados a esses arquivos, de modo a recuperar os estudos sobre a temática, procedendo-se, para tanto, ao método de revisão de literatura. Observa-se que desde a década de 1980 o Brasil tem adotado medidas que viabilizem a guarda dos acervos privados presidenciais, o que ocasionou, dentre outras providências, a promulgação da Lei 8.394/91 e seu respectivo Decreto de regulamentação. Conclui-se que a legislação em vigor possui lacunas a respeito da composição e conservação desses acervos. O Estado brasileiro, por sua vez, carece de políticas mais efetivas relacionadas às formas de consulta e acesso aos acervos privados de presidentes da república, tendo em vista, inclusive, os conflitos entre os interesses individuais e coletivos.