Boletim Epidemiológico Bahia – COVID-19
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
Brazilwood (Caesalpinia Echinata) in Brazil
NDF WORKSHOP CASE STUDIES WG 1 – Trees CASE STUDY 5 MEXICO Caesalpinia echinata 2008 Country – BRAZIL Original language – English BRAZILWOOD (CAESALPINIA ECHINATA) IN BRAZIL AUTHORS: Elena Mejía* Ximena Buitrón** *UICN SUR consultant. **Senior Biodiversity Officer, UICN SUR Regional Office for South America. Acknowledgements Doris Cordero, Forest Program Officer (UICN-SUR) for compiling availa- ble information and contacting the CITES Scientific and Management Authorities, and Claudia Mello and José Chaves, Brazilian Institute for the Environment and Renewable Natural Resources (IBAMA, CITES Authority) for providing valuable information and data. I. BACKGROUND INFORMATION ON THE TAXA Brazilwood (Caesalpinia echinata) is the national tree of Brazil, where it is commonly known as pau brasil. After many years of harvesting, this species is on the verge of extinction. Despite Brazilwood’s inclu- sion on CITES Appendix II and the Brazilian threatened plant species list, exploitation continues due to its extremely dense hardwood ideal for making bows for stringed musical instruments (Global Trees 2008). Available information on the use of C. echinata for manufacturing bows is limited. Reliable figures on volumes exported from Brazil for this purpose are lacking, and volumes used by Brazilian bow-makers is also unknown (CITES 2007). Brazilwood is a late secondary canopy tree whose natural habitat is mainly semi-deciduous seasonal forests occurring on sandy marine soils of Brazil’s coastal Atlantic Forest (Mata Atlântica). Local ecologi- WG 1 – CASE STUDY 5 – p.1 cal factors lend a sclerophyllous aspect to this type of vegetation (Cardoso et al. 1998). Brazilwood’s natural distribution is restricted to between Rio Grande do Norte and Rio de Janeiro (Borges et al. -
Cop14 Prop. 30
CoP14 Prop. 30 CONVENTION ON INTERNATIONAL TRADE IN ENDANGERED SPECIES OF WILD FAUNA AND FLORA ____________________ Fourteenth meeting of the Conference of the Parties The Hague (Netherlands), 3-15 June 2007 CONSIDERATION OF PROPOSALS FOR AMENDMENT OF APPENDICES I AND II A. Proposal Inclusion of Caesalpinia echinata Lam. in Appendix II, including all its parts and derivatives, in accordance with Article II, paragraph 2 a), of the Convention, and Resolution Conf. 9.24 (Rev. CoP13), Annex 2 a, paragraphs A and B. B. Proponent Brazil C. Supporting statement Inclusion of Caesalpinia echinata in CITES Appendix II is necessary because it is the only species used to make bows for musical instruments. Trade in this species must be regulated in order to avoid the need to list it in Appendix I in the near future. 1. Taxonomy 1.0 Division: Magnoliophyta 1.1 Class: Magnoliopsida 1.2 Order: Fabales 1.3 Family: Leguminosae/Fabace 1.4 Genus, species or subspecies, including author and year: Caesalpinia echinata Lam. 1.5 Scientific synonyms: Guilandina echinata Spreng, Caesalpinia obliqua Vog. 1.6 Common names: English: Brazil wood, pernambuco wood French: bois de pernambouc Spanish: palo brasil, brasil, palo pernambuco, pernambuco, palo rosado German: pernambuckholz Portuguese: pau-brasil, ibirapitanga, brasileto, orabutá 1.7 Code numbers: --- 2. Overview Brazil wood or pernambuco wood, Caesalpinia echinata, is a slow-growing, medium-sized tree in the Leguminosae family. It essentially ranges throughout the "Mata Atlântica" or Atlantic coastal CoP14 Prop. 30 – p. 1 rainforest of Brazil. The growth rate of these trees depends on various factors, such as soil composition, climate and geographical location. -
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DA BAHIA 1 Avenida 4, N.º 495, Plataforma V, CAB, Salvador-BA - CEP 41.475-0022 TCE 1ª Coordenadoria De Controle Externo Gerência 1B
TCE 1ª Coordenadoria de Controle Externo Gerência 1B DILIGÊNCIA 1 IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO Natureza do Trabalho: Auditoria de Acompanhamento de Licitações, Contratos e Convênios Exercício: 2015 Processo: TCE/008691/2015 2 INFORMAÇÕES SOBRE O AUDITADO Denominação: Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ/BA) Endereço: 5ª Avenida, nº 560, Centro Administrativo da Bahia (CAB), Salvador, Bahia CEP.: 41.745.971 3 OBJETIVO DO TRABALHO Este trabalho objetivou atender ao quanto determinado pelo Exmº. Sr. Conselheiro Relator, às fls. 236, no sentido de que a 1ª CCE procedesse à análise e instrução, conforme Promoção do Ministério Público de Contas (MPC), às fls. 234/235, datada de 11/01/2016, onde consta a seguinte opinião: […] conversão do feito em diligência a fim de que a unidade técnica deste Tribunal (1ª Coordenadoria de Controle Externo) verifique o conteúdo dos documentos juntados pelo gestor e analise se há equivalência e proporcionalidade entre as áreas dos imóveis e o quantitativo de pessoal contratado para sua conservação e limpeza. Tais documentos foram apresentados pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ/BA), por meio do Ofício nº 748/2015, datado de 19/11/2015, em atendimento à Notificação, decorrente de opinativo do MPC, em Promoção datada de 28/10/2015, conforme a seguir transcrita, que foi acatada pelo Exmº. Sr. Conselheiro Relator. […] Ocorre que, como bem destacou a 1ª CCE, foi imposta limitação de escopo aos trabalhos auditoriais, por conta da disponibilização, em mídia, de apenas 60,65% das plantas baixas das unidades abrangidas pelo Contrato nº10/2005-S, impossibilitando, nesse sentido, os cálculos das metragens para todas as unidades e a identificação precisa do dano causado. -
06 | Baixo Sul
06 | Baixo Sul Aratuípe Jaguaripe Valença Presidente Tancredo Neves Cairú Teolândia Taperoá Wenceslau Nilo Peçanha Guimarães Ituberá Gandú Piraí do Norte Igrapiúna Camamu Ibirapitanga onhecido nacionalmente como Costa do dor, Chegança de Mouros, Marujada, Congo, Burrrinha, Dendê, o Território de Identidade Baixo Sul Pau de Fita, dentre outras. Cé composto por 15 municípios, que ocu- O artesanato também é uma expressão marcan- pam uma área de 7.695 km² (IBGE, 2011), o que corres- te, distribuindo-se em todos os municípios do TI, mas o ponde a aproximadamente 1,4% do território estadual. artesanato de cerâmica de Maragogipinho, distrito de De acordo com o Censo Demográfico 2010 (IBGE), a po- Aratuípe, é reconhecido internacionalmente e envolve pulação da região corresponde a 361.531 habitantes, o centenas de ceramistas atuando na produção e comer- que representava 2,57% da população baiana, possuin- cialização. do uma densidade demográfica de 47,49 hab/km². O Baixo Sul possui 6 instituições contemplados Durante o século XVI, a região do Baixo Sul foi pelo Programa Cultura Viva através dos editais da Se- escolhida pelos colonos como uma das áreas pioneiras cult-Ba. Atualmente, estão em execução os Pontos de no processo de ocupação do estado, pois as principais Cultura “Cultura e Movimento”, a Escola de Capoeira vias de penetração para o interior tiveram como ponto Horizontes de Palmares, e “Fanjuca nas Comunidades”, de partida os municípios de Cairu e Valença. respectivamente nas cidades de Presidente Tancredo O rico patrimônio imaterial pode ser observado Neves, Valença e Gandu, trabalhando com arte-educa- nos indígenas, pescadores e marisqueiras tradicionais e ção. -
2017 Boletim Da Microcefalia E Outras Alterações Do SNC Sugestivas De Infecção Congênita
Nº. 1 26 JANEIRO DE 2017 Boletim da Microcefalia e outras alterações do SNC sugestivas de infecção congênita. Bahia, 2016. Situação Epidemiológica Atual A partir de outubro de 2015, a Bahia passou a notificar os casos de microcefalia através do Registro de Eventos em Saúde Pública (RESP), após a intro- dução do vírus Zika no estado (janeiro de 2015). O Ministério da Saúde (MS) publicou protocolo que define os critérios para notificação dos casos de recém-nascidos (RN) suspeito de microcefalia, feto com alterações do Sistema Nervoso Central (SNC), natimorto decorrente de infecção congênita e abortamento sugestivo de infecção congênita. Além disso, o MS orientou a notificação de crianças com microcefalia e/ou alterações do SNC (>28 di- as). A Bahia notificou de outubro de 2015 a 31 de dezembro de 2016, 1.526 casos de microcefalia conforme tabela abaixo (Tabela 1). Tabela 1. Número de casos notificados de microcefalia por tipo de notificação. Bahia, 2015 – 2016.* Tipo de notificação Nº DE CASOS ABORTO ESPONTÂNEO (ATÉ 22 SEMANAS DE GESTAÇÃO) 4 CRIANÇA COM MICROCEFALIA E/OU ALTERAÇÕES DO SNC (> 28 DIAS) 117 FETO COM ALTERAÇÕES DO SNC 48 NATIMORTO COM MICROCEFALIA E/OU ALTERAÇÕES DO SNC 9 RECÉM-NASCIDO COM MICROCEFALIA (<= 28 DIAS) 1348 Total geral 1526 Fonte: RESP, dados de 08/10/15 a 15/01/17. * Dados preliminares sujeitos a alterações. Comparando o total de notificações com o número divulgado no boletim anterior observa-se um aumento do total de casos, que ocorreu em virtude da análise das notificações tardias que foram inseridas no RESP. Considerando a distribuição temporal dos casos de microcefalia no estado observa-se que após a introdução do Zika vírus e sua intensa circulação a partir da 12ª semana de 2015, houve aumento do número de nascidos vivos apresentando microcefalia e/ou outras alterações do SNC, principalmente a partir da 33ª semana epidemiológica de nascimento, sugerindo em 2015, associação temporal entre a infecção viral e as alterações congênitas ob- servadas. -
Decreto Nº 20.259 De 28 De Fevereiro De 2021
DECRETO Nº 20.259 DE 28 DE FEVEREIRO DE 2021 Institui, nos Municípios do Estado da Bahia, as restrições indicadas, como medidas de enfrentamento ao novo coronavírus, causador da COVID-19, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso V do art. 105 da Constituição Estadual, considerando que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem reduzir o risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do art. 196 da Constituição Federal; considerando a classificação pela Organização Mundial de Saúde, no dia 11 de março de 2020, como pandemia do Novo Coronavírus, bem como a ascendência dos casos ativos e a transmissibilidade das cepas identificadas no Estado da Bahia; considerando que a situação demanda o emprego urgente de mais medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença; considerando o aumento dos indicadores - número de óbitos, taxa de ocupação de leitos de UTI e número de casos ativos - divulgados diariamente nos boletins epidemiológicos e o iminente colapso das redes públicas e privadas de saúde, D E C R E T A Art. 1º - Fica determinada a restrição de locomoção noturna, vedados a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas, das 20h às 05h, de 01 de março até 08 de março de 2021, em todo o território do Estado da Bahia, em conformidade com as condições estabelecidas nos respectivos Decretos Municipais. -
Brasileiros Que Já Tiveram Covid-19 Tomem Vacina
SALVADOR QUINTA-FEIRA 18/3/2021 B3 PANDEMIA OMS pede que brasileiros que já tiveram Covid-19 tomem vacina www.brasil.com.br/brasil [email protected] ASIL CORONAVÍRUS Estado registrou novo recorde desde início da epidemia; o valor Todos os estados do Sul é 62% maior do que o registrado há 14 dias, o que indica forte tendência de alta já têm recorde de mortes Todos os estados da região quando 1.491 pessoas perde- SP registra média de 421 Sul do Brasil já bateram re- ram a vida para a doença. cordes de mortes por Co- ORio Grande do Sulre- vid-19 em março, segundo gistrou 3.214 óbitos. O recor- dados apurados pelo con- de anterior do estado tam- mortes diárias por Covid-19 sórcio de veículos de im- bém era de dezembro, quan- prensa junto às secretarias do 2.059 pessoas morreram. Miguel Schincariol / AFP estaduais de Saúde. Fora da Em Rondônia, foramregis- DA REDAÇÃO E AGÊNCIAS de São Paulo ontem. região, Rondônia, no Norte, tradas 614 mortes até odia No entanto, 67 municí- também bateu recorde. 16. O recordeprévio era do O estado de São Paulo re- pios já registram 100% de mês passado, quando 606 gistrou ontem um novo re- ocupação dos leitos de UTI Paraná pessoas morreram em todo corde desde o início da epi- para Covid-19, segundo o se- O Paraná registrou, do dia 1º o mês de fevereiro. demia: média móvel diária cretário estadual da Saúde, atéaúltimaterça-feira,2.245 Todos os estados do Sul – de 421 mortes pela Covid-19. -
Lei Aldir Blanc Na Bahia
PLANO DE APLICAÇÃO Lei Aldir Blanc na Bahia O Plano de Aplicação é um documento que sistematiza as linhas gerais para a operacionalização das ações previstas na Lei Aldir Blanc de forma articulada entre Estado, Municípios e a Sociedade Civil. Dispõe sobre ações Aldir Blanc - Lei 14.017/2020 emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020. O Estado da Bahia possui política cultural ativa e alinhada com os fundamentos do Plano Nacional de Cultura conforme Lei Federal nº 12.343/2010, cuja adesão ao Sistema Nacional de Cultura foi realizado em 11 de abril de 2013. Assim, levou-se em consideração para além da Lei nº 14.017, de 29 de junho de 2020 (Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc), o disposto nas Leis 12.365, de 30 de novembro de 2011 (Lei Orgânica da Cultura), e 13.193 de 13 de novembro de 2014 (Plano Estadual da Cultura), no §4º, do art. 2º, do Decreto nº 10.464, de 17 de agosto de 2020 (Regulamentação Federal), do Decreto de Regulamentação Estadual (encontra-se em formato de minuta), além do Boletim nº 05 - “Impactos da COVID-19 na Economia Criativa”, do Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC-BA) e o Decreto nº 20.013 de 25 de setembro de 2020 que regulamenta o parágrafo único do art. 34 da Lei nº 13.182, de 06 de junho de 2014, para fins de aplicação da Lei Federal nº 14.017, de 29 de junho de 2020, no âmbito do Poder Executivo Estadual LINHAS DE AÇÕES I - Renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura -
Escolarização E Demografia Na Capitania De Porto Seguro
Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudo de Linguagens Universidade do Estado da Bahia – UNEB Departamento de Ciências Humanas – DCH I NÚMERO 03 – dezembro de 2011 ISSN: 2176-5782 Escolarização e demografia na capitania de Porto Seguro Rosa Virgínia MATTOS E SILVA1 Emília Helena Portella Monteiro de SOUZA2 RESUMO: Este artigo trata da escolarização e demografia em Porto Seguro e se insere no âmbito dos estudos do PHPB, relativos à investigação da história social linguística do Brasil. Tem-se, como objetivo geral, apresentar o levantamento do percurso histórico de Porto Seguro, quanto à demografia e à escolarização, do século XVI ao século XIX. Como objetivos específicos, identificar o contingente populacional existente nesses séculos, nesse local; identificar, do ponto de vista educacional, qual(quais) o(s) sistema(s) de ensino, quem eram os docentes, e a quantos esse ensino atingia. A pesquisa desenvolvida se deu em fontes primárias, como relatórios e falas de Presidentes da Província da Bahia, e em fontes secundárias, censos e livros de historiadores do século XVIII, em diante. A investigação histórica sobre o português brasileiro passa por seu território, pelas populações que viveram em cada região, administrativamente constituída, desde o século XVI, com a divisão em capitanias. O decreto pombalino, no século XVIII, instituindo o português como língua oficial de comunicação, e outras determinações, teve repercussões do ponto de vista, não só social, administrativo, mas educacional. Pretende-se responder como essas fases se constituíram em Porto Seguro, no que diz respeito às suas populações sucessivas, e ao seu sistema educacional, considerando os séculos sob observação. Palavras-chave: Porto Seguro; Demografia; Escolarização; Século XVI ao XIX. -
Ranking Nacional Dos Produtos Agricolas Do Estado Da
RANKING NACIONAL DOS PRODUTOS AGRICOLAS ESTADO DA BAHIA IBGE -Levantamento Sistemático da Produção Agrícola – agosto 2017* - Dados sujeitos a retificação Posição Posição Posição Posição Quantidade Produzida no no no no Produto Ranking Ranking Ranking Ranking 10 Principais Municípios Produtores em 2016 Nacional Nacional Nacional Nacional (2014) (2015) (2016) (2017*) Safra Frutas 2014 2015 2016 2017* Umburanas, Itaberaba, Santa Cruz Cabrália, Itabela, Eunápolis, Abacaxi (mil frutos) 140,845 144,827 142,630 143,550 4º 4º 4º 4º Coração de Maria, Prado, Macajuba, Camaçari, Andaraí. Bom Jesus da Lapa, Wenceslau Guimarães, Barra do Choça, Banana (Tonelada) 1,088,647 1,068,341 1,084,548 1,070,000 1° 1° 2º 1º Ibirapitanga, Teolândia, Taperoá, Presidente Tancredo Neves, Ubaíra, Encruzilhada, Canudos. Cacau (em amêndoa) Ilhéus, Ibirapitanga, Wenceslau Guimarães, Itamaraju, Una, 161,096 153,257 115,756 94,522 1º 1º 1º 2º (Tonelada) Itacaré, Uruçuca, Gandu, Itagibá, Ibirataia. Côco-da-baía (Mil Rodelas, Jandaíra, Esplanada, Acajutiba, Conde, Canavieiras, 552,836 748,904 542,217 542,448 1º 1º 1º 1º frutos) Maraú, Cairu, Una, Ilhéus. Casa Nova, Sobradinho, Juazeiro, Várzea da Roça, Tanhaçu, Goiaba (Tonelada) 19,487 27,218 26,362 3º 3º 3º Curaçá, Satiro Dias, Ponto Novo, Ibicoara, Lençois. Taperoá, Ituberá, Camamu, Valença, Nilo Peçanha, Presidente Guaraná (semente) 2,691 2,694 2,748 2,340 1º 1º 1º 1º Tancredo Neves, Igrapiuna, Una, Teolândia, Wenceslau (Tonelada) Guimarães. Itabela, Prado, Belmonte, Porto Seguro, Mucuri, Itamaraju, Mamão (Tonelada) 794,565 723,582 753,417 1° 1º 1º Eunapólis, Santa Cruz Cabrália, Ibirapuã, Cocos. Juazeiro, Livramento de Nossa Senhora, Dom Basílio, Casa Manga (Tonelada)** 430,594 279,680 353,689 1° 1° 1º Nova, Sento Sé, Ituaçu, Curaçá, Rio de Contas, Sobradinho, Tanhaçu. -
CENTRO-NORTE Ribeira Do Pombal Serrinha NORDESTE Irecê Jacobina Alagoinhas
NORTE Paulo Afonso Juazeiro Senhor do Bonfim CENTRO-NORTE Ribeira do Pombal Serrinha NORDESTE Irecê Jacobina Alagoinhas Barreiras Ibotirama CENTRO-LESTE Feira de Santana OESTE Itaberaba Cruz das Almas Camaçari Seabra Salvador Santo Antônio de Jesus LESTE Santa Maria da Vitória Brumado Jequié Valença Guanambi SUDOESTE SUL Vitória da Conquista Itabuna Ilhéus Itapetinga Porto Seguro EXTREMO-SUL Teixeira de Freitas REGIÕES DE SAÚDE (Resolução CIB Nº 275 de 15/08/2012) Última atualização Res CIB Nº 164 de 28/05/2013 (Maraú) MACRORREGIÃO REGIÃO DE SAÚDE .MUNICÍPIO POP 2012 Área CENTRO-LESTE 2.119.433 71.403 Feira de Santana 1.087.975 16.472 AMÉLIA RODRIGUES 25.080 153 ANGUERA 10.427 170 ANTÔNIO CARDOSO 11.545 295 BAIXA GRANDE 20.031 986 CANDEAL 8.720 456 CAPELA DO ALTO ALEGRE (GM) 11.485 658 CONCEIÇÃO DO JACUÍPE (GM) 30.717 145 CORAÇÃO DE MARIA 22.149 358 FEIRA DE SANTANA (D) (GM) 568.099 1.338 GAVIÃO 4.510 336 ICHU 5.908 128 IPECAETÁ 15.025 395 IPIRÁ (GM) 59.001 3.035 IRARÁ 27.814 271 MUNDO NOVO (D) 24.867 1.501 NOVA FÁTIMA 7.630 373 PÉ DE SERRA 13.707 560 PINTADAS 10.250 531 RAFAEL JAMBEIRO 22.916 1.239 RIACHÃO DO JACUÍPE 33.271 1.203 SANTA BÁRBARA 19.292 326 SANTANÓPOLIS 8.835 212 SANTO ESTÊVÃO (GM) 48.897 366 SÃO GONÇALO DOS CAMPOS 34.232 295 SERRA PRETA 14.993 540 TANQUINHO 8.035 215 TEODORO SAMPAIO 7.746 230 TERRA NOVA 12.793 157 Itaberaba 245.203 18.583 ANDARAÍ 13.942 1.902 BOA VISTA DO TUPIM 17.898 2.640 BONITO 15.126 539 IAÇU (GM) 25.319 2.452 IBIQUERA 4.874 1.014 ITABERABA (D) (GM) 62.037 2.366 ITAETÉ 15.063 1.198 LAJEDINHO 3.881 -
Programa MONITORA RPGA Do Recôncavo Sul
Rio Una/Valença-BA PROGRAMA MONITORA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO ESTADO DA BAHIA CAMPANHA 02/2014 RPGA DO RECÔNCAVO SUL GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Governador Jaques Wagner SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE – SEMA Secretário Eugênio Spengler INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS Diretora Geral Márcia Cristina Telles de Araújo Guedes DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO E MONITORAMENTO AMBIENTAL Diretora DIFIM Lucia de Fátima Carvalho Gonçalves FICHA TÉCNICA COORDENAÇÃO DE MONITORAMENTO DOS RECURSOS AMBIENTAIS E HIDRÍCOS Eduardo Farias Topázio Coordenador Geral Hérica D’Assunção Coelho Especialista em Meio Ambiente e Ailton dos Santos Júnior Recursos Hídricos Coordenador Técnico Especialista em Meio Ambiente e Júlia Cardoso Sant’Anna Recursos Hídricos Técnica em Meio Ambiente e Recursos Hídricos Aiane Catarina Fernandes Faria Estudante de Engenharia Ambiental Juliana Jesus Santos Bióloga/Colaboradora Andreia Cristina dos Santos Bragagnolo Najara Santana Pita Especialista em Meio Ambiente e Técnica em Meio Ambiente e Recursos Hídricos Recursos Hídricos Antonio Carlos Gonçalves dos Natália Bianca Rosatti Santos Especialista em Meio Ambiente e Técnico de Coleta e Amostragem Recursos Hídricos Emily Karle dos Santos Conceição Marcelo Andrade Santiago Técnica em Meio Ambiente e Estagiário – Engenharia Química Recursos Hídricos Paula Maria de Farias Cordeiro Greice Ximena Santos Oliveira Técnica em Meio Ambiente e Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos Recursos Hídricos Distribuição: INEMA– INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS Av. Luiz