Resumo De Hospitais - Bahia
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O Planejamento Da Fiscalização Através De Análises Sócio-Econômicas
O PLANEJAMENTO DA FISCALIZAÇÃO ATRAVÉS DE ANÁLISES SÓCIO-ECONÔMICAS Carlos Alberto Fischborn* Carlos Eduardo Pamponet Dantas* Francisco de Assis Rizerio* Orientador: Prof. Celso Tavares Ferreira** RESUMO O presente artigo tem como objetivo abstrair sinalizadores que possam nortear ações de fiscalização por parte das Secretarias de Fazenda Estaduais, através da análise de dados que indiquem arrecadação de imposto estadual abaixo da média, ou abaixo do efetivo potencial econômico municipal, bem como através de indícios de baixa eficiência fiscal em determinados segmentos de mercado da base territorial de municípios previamente selecionados. Para tanto, realizou-se o levantamento de dados de arrecadação de ICMS em cinco municípios baianos, bem como o levantamento de informações de potencial econômico e de indicadores de renda, tais como população, número de veículos, consumo residencial de energia e número de terminais telefônicos instalados nesses cinco municípios. A seguir, realizou-se o cruzamento e análise de tais indicadores. ___________________ * São servidores da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, do curso de pós-graduação em Gestão Tributária na UNIFACS, graduados em Administração, Economia e Engenharia Mecânica, respectivamente. ** Celso Tavares Ferreira é mestre em Economia e Diretor de Planejamento da Fiscalização na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia. 2 INTRODUÇÃO Atualmente, a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia adota como principais indicadores de empresas a serem fiscalizadas, os dados de arrecadação de ICMS dessas empresas, verificando seu crescimento ou retração, bem como, também adota como parâmetro de avaliação os dados econômicos de compras e vendas apurados e fornecidos pelas próprias empresas. Com base na análise desses dados, é que atualmente são direcionados grande parte dos esforços de fiscalização. -
PORTARIA Nº De De De 1998-08-17
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA PUBLICADA NO DOE DE 28/08/2015 PORTARIA Nº 621 de 25 de agosto de 2015. Reorganiza as Regiões Integradas de Segurança Pública – RISP do Interior do Estado, de acordo com o Decreto Estadual 16.122, de 03 de junho de 2015. O SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista a efetivação das disposições contidas no Decreto Estadual 16.122, de 03 de junho de 2015, que altera o Decreto Estadual n° 13.561, de 02 de janeiro de 2012, e que instituiu as Regiões Integradas de Segurança Pública Sudoeste e Chapada, RESOLVE: Art. 1° Redimensionar as Regiões Integradas de Segurança Pública - RISP, na forma do anexo I desta Portaria. Art. 2° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário. ANEXO I Regiões Integradas de Segurança Pública – RISP do Interior UNIDADE RISP AISP SEDE MUNICÍPIOS UNIDADE PM UNIDADE DPT PC Água Fria 97ª CIPM/Irará Alagoinhas 4º BPM/Alagoinhas Araçás 4º BPM/Alagoinhas Aramari 4º BPM/Alagoinhas CRPT LESTE 29 ALAGOINHAS Catu 2ª COORPIN 95ª CIPM/Catu ALAGOINHAS Inhambupe 4º BPM/Alagoinhas Irará 97ª CIPM/Irará CRPT FEIRA DE Itanagra 4º BPM/Alagoinhas SANTANA(1) Ouriçangas 97ª CIPM/Irará Pedrão 97ª CIPM/Irará Sátiro Dias 4º BPM/Alagoinhas Angical 84ª CIPM/Barreiras SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA Baianópolis 83ª CIPM/Barreiras Barreiras 83ª e 84ª CIPM/Barreiras 85ª CIPM/Luís Eduardo Catolândia Magalhães Cotegipe 84ª CIPM/Barreiras 11ª CRPT Oeste 30 BARREIRAS Cristópolis 83ª CIPM/Barreiras COORPIN 86ª -
Paulo Afonso: Um Muro, Duas Cidades∗
Paulo Afonso: Um Muro, Duas Cidades∗ André Luis Oliveira Pereira de Souza Universidade Federal de Sergipe – Brasil Índice Francisco – CHESF, que foi o que impul- sionou o surgimento do município. Desse 1 Resumo 1 modo o vídeo e o texto, percorrem os ca- 2 Introdução 2 minhos históricos da região, identificando os 3 Objetivos 2 cenários, personagens e acontecimentos que 4 Desenvolvimento 2 juntos contribuíram para a construção desta 4.1 A Região ............. 2 trama, apresentando os fatos e preparando o 4.2 A Cidade ............ 4 espectador, antes da chegada do tema cen- 4.3 O Acampamento CHESF e a tral. Apesar de não aprofundar as relações Vila Poty ............. 6 entre o urbanismo e a formação da identi- 5 Memorial Descritivo 10 dade cultural da cidade, este estudo lança 6 Metodologia 10 algumas linhas de interpretação a respeito 7 Conclusão 18 do tema, e o vídeo funciona como um su- 8 Referências Bibliográficas 19 porte para a pesquisa etnográfica, já que 8.1 Bibliografia Consultada ..... 19 as relações comunicativas nos dias de hoje 9 Anexos 20 passam pelo visual, a imagem vinculada à 9.1 Textos Off ............ 21 pesquisa etnográfica ganha um valor sim- bólico, fazendo surgir novos modelos tex- tuais de representação. O vídeo intitulado 1 Resumo Paulo Afonso: Um muro, duas cidades, uti- liza as características do filme documentário O tema central deste projeto é a história da analisadas por Manuela Penafria, do Biodo- formação da cidade de Paulo Afonso – BA, cumentário uma das categorias do cinema e a existência de um muro que a dividiu em direto analisado por Canevacci e do Vídeo dois bairros por mais de trinta anos. -
Boletim Epidemiológico Bahia – COVID-19
Nº 74 - 06/06/2020 Situação Epidemiológica Atual Na Bahia, o primeiro caso foi confirmado em 06/03/2020, nove dias após a confirmação do primeiro caso do Brasil, que ocorreu em 26/02/2020. A partir de então, já foram confirmados laboratorialmente 21.537 (14,74%) casos, pelo critério clínico-epidemiológico 963 (0,66%), teste rápido 4.456 (3,05%) e confirmados em acompanhamento 440 (0,30%), totalizando 27.396 (18,74%) casos, dentre o total de 146.161 notificados, com descarte de 44.634 (30,54%) casos por critério laboratorial. Permanecem em investigação epidemiológica 74.131 (50,72%) casos (Tabela 1). Tabela 1. Distribuição dos casos de COVID-19, segundo situação da investigação. Bahia, 2020*. Classificação Casos N % Confirmados laboratorialmente 21537 14,74 Confirmados clínico epidemiológica 963 0,66 Confirmados teste rápido 4456 3,05 Aguardando validação dos municípios* 440 0,30 Total 27396 18,74 Descartados 44634 30,54 Em investigação 74131 50,72 Total 146161 100 *Casos confirmados de covid-19 cuja condição clinica permanece sendo acompanhada ou aguarda autorização pelos municipios. Fonte: e-SUS-Ve/ Divep e GAL/Lacen, dados obtidos em 06/06/2020, sujeito a alterações. A plataforma REDCAP não permitiu mais a inclusão de novos casos suspeitos da COVID-19 desde o dia 27/03/2020, assim as notificações de novos casos passaram a ser feitas na nova plataforma (http://notifica.saude.gov.br). O Ministério da Saúde reforça a importância da realização da NOTIFICAÇÃO IMEDIATA dos casos de Síndrome Gripal (SG) leve no e-SUS VE, link (https://nofica.saude.gov.br/login) e dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) hospitalizados no Sistema de Informação de Vigilância da Gripe (SIVEP-Gripe) (https://sivepgripe.saude.gov.br/sivepgripe/login.html?). -
Bahia Projeto Cadastro De Fontes De Abastecimento Por Água Subterrânea
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA VÁRZEA DO POÇO PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA BAHIA DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA DO POÇO Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Ministério de Outubro/2005 Minas e Energia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Silas Rondeau Cavalcante Silva Ministro de Estado SECRETARIA EXECUTIVA Nelson José Hubner Moreira Secretário Executivo SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO E TRANSFORMA ÇÃO MINERAL Márcio Pereira Zimmermann Cláudio Scliar Secretário Secretário PROGRAMA LUZ PARA TODOS SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM Aurélio Pavão Diretor do Programa Agamenon Sérgio Lucas Dantas Diretor-Presidente PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DOS ESTADOS E José Ribeiro Mendes MUNICÍPIOS Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial PRODEEM Luiz Carlos Vieira Manoel Barretto da Rocha Neto Diretor Diretor de Geologia e Recursos Minerais Álvaro Rogério Alencar Silva Diretor de Administração e Finanças Fernando Pereira de Carvalho Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Frederico Cláudio Peixinho Chefe do Departamento de Hidrologia Fernando Antonio Carneiro Feitosa Chefe da Divisão de Hidrogeologia e Exploração Ivanaldo Vieira Gomes da Costa Superintendente Regional de Salvador José Wilson de Castro Temóteo Superintendente Regional de Recife Hélbio Pereira Superintendente Regional de Belo Horizonte Darlan Filgueira Maciel Chefe da Residência de Fortaleza Francisco -
Turismo E Geoturismo Na Região De Paulo Afonso – Bahia – Brasil
DOI: http://dx.doi.org/10.21452/rde.v3nesp.5409 TURISMO E GEOTURISMO NA REGIÃO DE PAULO AFONSO – BAHIA – BRASIL Dante Severo Giudice1 RESUMO A região de Paulo Afonso constitui o Baixo São Francisco baiano, inserido no Território de Identidade denominado Itaparica, na porção mais ao norte do Estado, e engloba 06 municípios, sendo Paulo Afonso o mais importante deles. Durante muitos anos a região permaneceu isolada devido à distância do centro decisório do poder, bem como pela precariedade das estradas que a ligavam ao resto do Estado. Este isolamento, atrelado a questões climáticas, contribuiu para o baixo percentual de ocupação, fazendo da região, uma das de menor densidade demográfica. Entretanto, com a construção e pavimentação das BR-116 e BR-110, a região passou a se integrar melhor ao Estado e à Região Nordeste. Este fato contribuiu para o processo de territorialização. No entanto, a região possui inúmeros atrativos turísticos que são pouco divulgados no restante do Estado, dentre eles, atrativos naturais que podem servir tanto ao turismo de lazer, quanto ao turismo de aventura (e sua nova vertente – geoturismo), além dos atrativos culturais. Apesar de o turismo baiano ter recebido muitos incentivos nos últimos quarenta anos, dentre eles o programa ‘Roteiros da Bahia’, a região nunca foi contemplada com nenhum deles, apesar das potencialidades e de possuir alguma infraestrutura na área hoteleira, sobretudo em Paulo Afonso. Para incrementar ainda mais a sua vocação natural para o turismo, diversos eventos são realizados e alguns já se tornaram tradição e ponto de encontro para diversos grupos, como o Eco Esportes Radicais, que reúne desportistas de todo país e até do exterior, para a prática de rapel, canyonismo, bungee jump, motocross, supercross, ralye e muitos outros, o que faz da cidade a capital brasileira dos esportes radicais. -
Vitallis Adesão -Bahia Manual Devendas
ANS - nº 34.852-0 VITALLIS ADESÃO -BAHIA ADESÃO VITALLIS MANUAL DEVENDAS ANS - nº 41.742-4 PLANO DE SAÚDE VITALLIS DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE COLETIVO POR ADESÃO TITULAR Administradora de Benefícios / Contratante: Afx Administradora de Benefícios. • Proposta de Adesão da Afx + Ficha Associativa; - Plano com segmentação: ambulatorial + hospitalar com obstetrícia com coparticipação. • Cópia RG e CPF; - Todas as coberturas da Lei nº 9.656/98. • Cópia do Cartão Nacional de Saúde; • Cópia da Certidão de Nascimento válida para titular com até 15 anos; TABELA • Cópia do comprovante de residência atual (últimos 90 dias). DEPENDENTES PLANO ESSENCIAL BA Cônjuge ACOMODAÇÃO ENFERMARIA APARTAMENTO • Cópia de Certidão de Casamento + Cópia RG e CPF; CÓDIGO ANS 481.445/18-2 481.444/18-4 • Cópia do Cartão Nacional de Saúde. Companheiro(a) 0 a 18 anos R$ 237,75 R$ 302,29 • Declaração de união estável de próprio punho, contendo número do RG e do CPF do 19 a 23 anos companheiro(a) e do titular, endereço, tempo de convívio, assinatura de 02 (duas) testemunhas com R$ 261,53 R$ 332,52 reconhecimento de rma do titular e do(a) companheiro(a), ou escritura pública de união estável; 24 a 28 anos R$ 304,68 R$ 387,40 • Cópia do RG e CPF; 29 a 33 anos • Cópia do Cartão Nacional de Saúde. R$ 348,86 R$ 443,57 Filho(a) ou enteado(a), com até 17 anos e 11 meses, ou até 23 anos e 11 meses, se for 34 a 38 anos R$ 439,57 R$ 558,90 universitário(a) devidamente comprovado • Cópia de Certidão de Nascimento (até 15 anos de idade); 39 a 43 anos R$ 505,50 R$ 642,72 • Cópia do RG e CPF (acima de 16 anos de idade); 44 a 48 anos R$ 583,34 R$ 741,71 • Cópia do Cartão Nacional de Saúde. -
Mapa Geológico Folha Jeremoabo
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL PROGRAMA GEOLOGIA DO BRASIL JEREMOABO (SC.24-Z-A-II) CPRM - Serviço Geológico do Brasil CARTA GEOLÓGICA - ESCALA 1:100.000 38°30'W 560000 568000 576000 584000 592000 600000 608000 38°0'W 10°0'S M 10°0'S RELAÇÕES TECTONO-ESTRATIGRÁFICAS Forra K1i MP3bemr M P MP3ml J3a P 3b 3b e ENCARTE TECTÔNICO Boqueirão 67 e bu q MP3ml K1m Barrocas 54 MP Idade 3b Era Período Época Unidades Litoestratigráficas 39°00’W 37°00’W 82 70 ea Sítio (Ma) Maxixe 9 Legenda Cu o M n 9 o Canabravinha P c Lagoa e ambu K1m 3 ern b c Formações Superficiais P da Quixabeira do Raso e O Bacia Sedimentar Sergipe-Alagoas m MP3bems o 1 r l o C e 41 I o d n mento a e Line Bacia do Ó H 0,0118 Q2a Depósitos aluvionares 3 g 2 70 Z Jatobá 2 Rifte Recôncavo-Tucano-Jatobá 13 o ó n O e 41 e N Alto da Tapera c Três Irmãs Serra Redonda N o E Boa Samamba t 8 3 Formações Paleozóicas ia pi 40 s C Q1sl Coberturas detrito-lateríticas Vista MP3beq i 40 e 7 M l Bacias Estância e Palmares K1ca 64 P3be P 8 4 Brejinho mc 2,588 K1i MP3mamr 78 5 50 pi 112 Faixa Sergipana 20 Bacia Sedimentar do Tucano Central e Norte Paulo Afonso 5 Subdomínio Vaza-Barris 2 Fazenda Medeiros Atrás K1m Formação Marizal 6 Faixa Sergipana Olho D'Água J3s 84 70 Rio 6 da Serra MP3bemr S Subdomínio Macururé 28 Lagoa do Mato ão 60 Riacho da Vaca Fran 14 Espinheiro 3 cisc João Miguel e MP3mams o d Grupo Massacará o r Terreno Canindé-Marancó n e Bacia do 7 Piripiri a o r i 70 Mandacaru c Tucano Norte 7 74 r G á Canudos pi e t Taperinha -
Diagnóstico Da Ilha De Itaparica
Relatório Diagnóstico da Ilha de Itaparica CONTRATO SEDUR-BA Nº 002/2014 OBJETO Contratação de serviços especializados de consultoria para a realização de estudos urbanísticos e a elaboração, com participação social, dos instrumentos de política urbana, essenciais e estratégicos relacionados ao desenvolvimento socioeconômico da macroárea de influência da Ponte Salvador – Itaparica/SVO. Salvador-BA setembro 2014 1 EQUIPE TÉCNICA DEMACAMP Eleusina Lavôr Holanda de Freitas coordenadora Paola Paes Manso coordenadora da Mobilização Social Maria Célia Caiado urbanista sênior Sylvio Fleming Batalha da Silveira antropólogo João Pedro Vilella urbanista Fernanda Serralha consultora em Finanças Públicas José Marcos Cunha consultor em Demografia Guilherme Margarido Ortega consultor em Demografia Késia Anastácio consultor em Demografia Antonio Gonçalves Pires consultor em Meio Ambiente Monica Mitie Kanematsu Wolf arquiteta e urbanista Gabriella Rizzo arquiteta e urbanista Gabriel Santos estagiário Rafael Baldan estagiário INSTITUTO PÓLIS Margareth Matiko Uemura coordenadora geral Nelson Saule Junior coordenador Danielle Klintowicz urbanista sênior Guadalupe M.J.A.Almeida - advogada senior - coordenadora juridica PUI Raphael Bishof advogado sênior Mariana Levy advogada sênior Paulo Romeiro advogado sênior Helio Wicher Neto advogado pleno Flavio Ghilardi sociólogo Joice Genaro arquiteta e urbanista Carolina Rocha economista Leandro Morais consultor em Economia Thiago Dallaverde economista pleno Jorge Kayano coordenador de indicadores sociais Marcel -
Santo Amaro-Ba: Um Lugar De Muitos Lugares
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE DOUTORADO EM GEOGRAFIA SHANTI NITYA MARENGO SANTO AMARO-BA: UM LUGAR DE MUITOS LUGARES Salvador 2016 1 SHANTI NITYA MARENGO SANTO AMARO-BA: UM LUGAR DE MUITOS LUGARES Tese de Doutorado apresentada ao Programa de pós-graduação em Geografia do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia como requisito para obtenção do título de Doutor em Geografia sob orientação do Professor Doutor Wendel Henrique Baumgartner. Salvador 2016 2 Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca do Instituto de Geociências – UFBA M324 Marengo, Shanti Nitya Santo Amaro-BA: um lugar de muitos lugares / Shanti Nitya Marengo.- Salvador, 2015. 421 f. : il. Color. Orientador: Prof. Dr. Wendel Henrique Baumgartner Tese (Doutorado) – Universidade Federal da Bahia. Instituto de Geociências, 2015. 1. Geografia urbana - Santo Amaro (BA). 2. Santo Amaro (BA) - Cidades e vilas. 3. Paisagem urbana - Santo Amaro (BA). I. Baumgarter, Wendel Henrique. II. Universidade Federal da Bahia . III. Título. CDU: 911.375.5 3 4 Dedico essa tese aos meus filhos – Bento e Marina – que chegaram enquanto a escrevi e a vó Guga e Suzana que partiram antes que eu a terminasse. 5 AGRADECIMENTOS Agradeço à minha família (tio Mário, tia Dora, minha vó-mãe Ziza e tia Lia) por ter suportado durante o tempo do doutorado minha presença-ausência. À minha mulher e aos meus filhos, especialmente, eu agradeço. Toda motivação para escrever esse trabalho vinha de sabê-los perto, de sabe-los meus. Eu sou de vocês. Agradeço ao meu orientador, Professor Wendel Henrique por tudo, pela paciência, pela impaciência, pela sinceridade, pela cumplicidade. -
Universidade Católica Do Salvador Análise Da
UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR SUPERINTENDÊNCIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM PLANEJAMENTO AMBIENTAL EMERSON SANTOS RIBEIRO ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA NO RIO CATU DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO POJUCA – BAHIA SALVADOR 2011 EMERSON SANTOS RIBEIRO ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA NO RIO CATU DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO POJUCA – BAHIA Dissertação apresentada como parte da avaliação de conclusão no Curso de Mestrado em Planejamento Ambiental da Universidade Católica do Salvador sob a orientação do Professor Doutor Juan Carlos Rossi Alva. SALVADOR 2011 UCSAL. Sistema de Bibliotecas. R484 Ribeiro, Emerson Santos Análise da qualidade da água no Rio Catu da bacia hidrográfica do rio Pojuca – Bahia /Emerson Santos Ribeiro . – Salvador, 2011. 88f. Dissertação (mestrado) - Universidade Católica do Salvador. Superintendência de Pesquisa e Pós-Graduação. Mestrado Profissional em Planejamento Ambiental. Orientação: Prof. Dr. Juan Carlos Rossi Alva. 1.Rio Catu 2. Conservação 3. Meio Ambiente I. Universidade Católica do Salvador. Superintendência de Pesquisa e Pós-Graduação. II. Alva, Juan Carlos Rossi – Orientador III. Título CDU: 504.453(813.8) AGRADECIMENTOS Ao supremo DEUS que tudo pode e transforma vidas; A minha esposa Catiane e ao meu filho Amós, que tenho a felicidade compartilhar no meu dia-a-dia; Aos meus pais e meus irmãos pela força dada; Aos Amigos de Catu; Ao Professor Juan Carlos Rossi Alva por ter conduzido de forma intensa o meu trabalho de dissertação do curso; Ao pessoal do laboratório do LEMA da UCSal; A todos os colegas do curso do mestrado; Aos Companheiros do PSB; A PERBRAS que me liberou das minhas atividades diárias para que eu pudesse estudar. -
Porto Seguro – Bahia – Turismo Predatório E (In) Sustentabilidade Social
Soares, Antônio Mateus. Porto Seguro – Bahia – turismo predatório e (in) sustentabilidade social. GeoGraphos. [En línea]. Alicante: Grupo Interdisciplinario de Estudios Críticos y de América Latina (GIECRYAL) de la Universidad de Alicante, 2 de junio de 2016, vol. 7, nº 87 (22), 25 p. [ISSN: 2173-1276] [DL: A 371-2013] [DOI: 10.14198/GEOGRA2016.7.87(22)]. <http://web.ua.es/revista-geographos-giecryal> Vol. 7. Nº 87 (22) Año 2016 PORTO SEGURO – BAHIA – TURISMO PREDATÓRIO E (IN) SUSTENTABILIDADE SOCIAL Antônio Mateus Soares Doutor em Ciências Sociais; Professor Adjunto da Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB; Líder do Grupo de Pesquisa: Violência, Território e Direitos Humanos; Porto Seguro- Bahia – Brasil; E-mail: [email protected] 1 RESUMO A cidade de Porto Seguro que se localiza no Brasil, no sul da Bahia, apresenta potencial de grande atração turística. O turismo em Porto Seguro é marcado por contradições que potencializam desigualdades e violências, associadas ao tráfico de drogas. Tal paradoxo eleva Porto Seguro a décima posição entre as cidades mais violentas do Brasil, situação de vulnerabilidade social, negação de direitos humanos e efetivação de um turismo predatório. O trabalho compreende pontualmente os dois lados desta situação, o primeiro apresenta a fetichização de Porto Seguro como um lugar idílico, o outro lado apresenta os elevados índices de criminalidade ligada ao tráfico de drogas. A metodologia deste estudo utilizou o cruzamento de dados estatísticos oficiais e pesquisas de campo. O estudo conclui que há um grande abismo entre a cidade ideal vendida e fetichizada como paraíso turístico reificado por uma mídia mercantil, e a cidade real ignorada por esta mesma mídia, e onde a população vive ao meio de um fogo cruzado que se monta e um diagrama de controles negociados, ilegalismos na expansão do tráfico de drogas e de uma economia ilícita que se inclui na economia turística.