Ata Da Reunião Do Pleno 15.03.2011
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Tradição Trabalhista” No Rio Grande Do Sul
Bases Sociais e Intérpretes da “Tradição Trabalhista” no Rio Grande do Sul Igor Gastal Grill s narrativas de consagração do trabalhismo efetuadas por prota- A gonistas políticos encarregados e interessados na eternização da “tradição política” são elementos de fixação de identidades e de expli- citação de rivalidades e alinhamentos. As estratégias de ativação, apropriação e transmissão de valores, ícones e símbolos que conferem sentido à idéia de continuidade constituem importantes veículos de formação de uma comunidade afetiva (Halbwachs, 1994), mas revelam também o processo de disputas e negociações relativas ao uso da me- mória política (Pollak, 1989). O foco deste artigo está centrado nas dis- putas, invenções e reinvenções da “tradição trabalhista” no Rio Gran- de do Sul. A utilização do passado trabalhista na política contemporânea gaúcha pós-regime militar não pode ser caracterizada simplesmente como um trabalho de memória institucional e oficial (integrante da memória consagrada pelo Estado), nem tampouco como uma memória subter- rânea silenciada durante décadas que emerge em um novo cenário his- tórico. Porém, essa utilização da memória possui elementos que apro- ximam duas modalidades de enquadramento da memória identifica- das por Pollak (idem). Por um lado, o “legado getulista” – e, por conse- qüência, a apropriação trabalhista feita dele – contém fatores de identi- ficação que remetem à construção da memória nacional por meio da DADOS – Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, Vol. 48, no 3, 2005, pp. 525 a 557. 525 Igor Gastal Grill consagração, nos discursos oficiais, do dirigente político e estadista. Por outro, tais elementos se fundem, no Rio Grande do Sul, com as nar- rativas de lutas e resistências que atravessaram o século XX, produzin- do “heróis” que ascenderam politicamente, enfrentando eleitoral e mi- litarmente inimigos políticos. -
Intelectuais Indígenas E a Construção Da Universidade Pluriétnica No Brasil Povos Indígenas E Os Novos Contornos Do Programa De Educação Tutorial/Conexões De Saberes
Intelectuais indígenas e a construção da universidade pluriétnica no Brasil Povos indígenas e os novos contornos do Programa de Educação Tutorial/Conexões de Saberes Ana Elisa de Castro Freitas (organizadora) Rio de Janeiro, 2015 © Ana Elisa de Castro Freitas. Todos os direitos reservados aos autores. É proibida a reprodução ou transmissão desta obra, ou parte dela, por qualquer meio, sem a prévia autorização dos editores. Impresso no Brasil. ISBN: 978-85-7650-488-7 (recurso eletrônico) Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (http://www.laced.etc.br) SEE/Departamento de Antropologia Museu Nacional/UFRJ Quinta da Boa Vista, s/n. – São Cristóvão – Rio de Janeiro – Brasil Cep: 20940-040 Coordenação Editorial da Série Antonio Carlos de Souza Lima Projeto gráf co e capa Andréia Resende Revisão Elisa Sankuevitz Este livro foi integralmente f nanciado, em sua editoração e impressão, pelo projeto A Educação Superior de Indígenas no Brasil: avaliação, debate, qualif cação, desenvolvido, no âmbito do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED)/Setor de Etnologia/ Departamento de Antropologia/Museu Nacional-UFRJ, com recursos da Fundação Ford (Doação nº 1110-1278), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científ co e Tecnológico (CNPq), por meio do Edital Universal 14/2011 (Processo nº 482199/2011-3), e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), como Bolsa Cientistas do Nosso Estado para o projeto Intelectuais indígenas e formação de estado no Brasil contemporâneo: pesquisa e intervenção sobre a educação superior de indígenas no Brasil, (Processo E-26/102.926/2011), todos sob a coordenação de Antonio Carlos de Souza Lima. -
Lula in the Labyrinth
francisco de oliveira LULA IN THE LABYRINTH he re-election of Luiz Inácio da Silva in October 2006 allows us to decipher the ways in which Brazil’s political landscape has been reconstituted under the Workers Party government. The whirlwind of deregulation, privatization Tand restructuring under Fernando Henrique Cardoso in the 1990s— and with it, the dissolution of the industrial working class created during the developmentalist era—had torn up all established relations between economy and politics, classes and representation. The result was a period of indeterminacy, the context of Lula’s first presidential victory in 2002. Since then, a novel combination of neo-populism and party statification, shored up by social-liberal handouts, on the one hand, and government graft, on the other, has helped to forge a new form of class rule in Brazil that could be characterized as ‘hegemony in reverse’. In what follows I will trace the ways in which the outcomes of the ‘era of indeterminacy’ were overdetermined by intensive exposure to the relations of global capital. But first, a brief comment on the 2006 elec- tion itself. Although voting is compulsory in Brazil, 23 per cent of the electorate stayed away from the ballot box altogether, while another 8 per cent cast either null or blank votes. This means that 31 per cent of voters were either not interested, or could not bring themselves to vote for any candidate. It is the highest measure of electoral indifference in modern Brazilian history. The reality of this disengagement was all too apparent in the street: there was no excitement, not a single pt banner or that of any other party, no mobilization whatsoever. -
Perfis Parlamentares – Leonel Brizola
DISTRIBUIÇÃO GRA TUITA PERFIS PARLAMENTARES LEONEL BRIZOLA Perfil, discursos e depoimentos (1922 – 2004) 51ª LEGISLATURA (2003 – 2007) MESA DIRETORA (2004) Deputado Vieira da Cunha Presidente Deputado João Fischer Deputado Márcio Biolchi 1º Vice-Presidente 2º Secretário Deputado Manoel Maria Deputado Sanchotene Felice 2º Vice-Presidente 3º Secretário Deputado Luis Fernando Schmidt Deputado Cézar Busatto 1º Secretário 4º Secretário B8621 Brizola, Leonel de Moura Leonel Brizola: Perfil, discursos, depoimentos (1922/2004) / Leonel de Moura Brizola; coord. Kenny Braga, João B. de Souza, Cleber Dioni e Elmar Bones. – Porto Alegre: Assembléia Legislativa do RS, 2004. 626 p.: il. – (Perfis Parlamentares). 1. Brizola, Leonel de Moura. 2. Discursos - Leonel de Moura Brizola. 3. Políticos gaúchos. I. Braga, Kenny. II. Souza, João Borges de. III. Dioni, Cleber. IV. Bones, Elmar. V. Série. VI. Título. CDU 342.534 (81) “1922/2004” (CPI – Catalogação na fonte: Carlos L. de Moraes – CRB 10/867) ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PERFIS PARLAMENTARES LEONEL BRIZOLA Perfil, discursos e depoimentos (1922 – 2004) Projeto MEMÓRIA DO PARLAMENTO Departamento de Relações Institucionais ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Superintendente-Geral: Álvaro Alvares Superintendência de Comunicação Social Superintendente: Marcelo Villas Bôas Departamento de Relações Institucionais Carlos Roberto Coelho Expediente Pesquisa, textos e edição Kenny Braga João Borges de Souza Cleber Dioni Elmar Bones Foto da capa Brizola, em 1959, governador do Estado do Rio Grande do Sul Reprodução NUPERGS/UFRGS Capa e editoração Andres Vince Revisão Lorena Schneider Parahyba Pesquisa e texto auxiliar Fernando Brito e Paulo Vasconcellos Revisão de conteúdo Liberato Figueiredo Vieira da Cunha Antônio de Pádua Ferreira da Silva Produção JÁ EDITORES Perfis Parlamentares. -
A Campanha De Alceu Collares Para O Governo Do Rio Grande Do Sul Em 19901
A Campanha de Alceu Collares para o Governo do Rio Grande do Sul em 19901 Maria Berenice da Costa MACHADO2 Fernanda Andricopulo NOSCHANG3 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS Resumo A terceira campanha para o executivo estadual, em 1990, inaugura a disputa em dois turnos e acontece com limitações financeiras. No Rio Grande do Sul vários candidatos postulam o cargo, atacam o líder nas pesquisas e agitam o clima da eleição. Alceu Collares, do Partido Democrático Trabalhista, vence os dois turnos e torna-se o primeiro negro a governar o estado sulista. Inferimos que as características pessoais do político – carisma, boa oratória, simplicidade e humildade – junto com a simpatia dos gaúchos pelo trabalhismo, possam ter contribuído para o sucesso. Este artigo, com base teórica e metodológica nos campos da Comunicação, da Política e da História, reflete sobre o contexto político e eleitoral, os vínculos históricos do trabalhismo no Sul, apresenta a biografia e a trajetória do candidato, coteja e analisa o conteúdo da campanha, para compreender as estratégias, a estética e os argumentos de Collares. Palavras-chave: Campanha eleitoral; Carisma, História; Alceu Collares; Rio Grande do Sul. INTRODUÇÃO Fundamental para o processo de redemocratização, após mais de vinte anos de Regime Militar, foi a retomada da prática eleitoral nos estados a partir de 1982. Governador foi o primeiro cargo do poder executivo a recuperar o status “eleito pelo voto direto e popular”4. No Brasil as campanhas eleitorais voltam a movimentar o cenário político, partidário e as ruas. No Rio Grande do Sul (RS) quatro candidatos disputam a primeira eleição ao governo: Jair Soares, pelo Partido Democrático Social (PDS), concorreu e venceu Pedro Simon, do Partido do Movimento Democrático 1 Trabalho apresentado no GT História da Publicidade e da Comunicação Institucional, integrante do 12º Encontro Nacional de História da Mídia. -
12PAS.VP:Corelventura
POLITICSBOAVENTURA & SOCIETYDE SOUSA SANTOS Participatory Budgeting in Porto Alegre: Toward a Redistributive Democracy BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS The hegemonic processes of globalization are bringing about the intensifica- tion of social exclusion and marginalization of large bodies of population all over the world. Such processes are being met with resistances, grassroots initiatives, community innovations, and popular movements that try to counteract social exclusion, opening up spaces for democratic participation, for community build- ing, for alternatives to dominant forms of development and knowledge—in sum, for social exclusion. They are, in general, very little known because they do not speak the language of hegemonic globalization and often times present them- selves as promoting the case against globalization. They are of very different kinds or else their diversity has become more apparent after the collapse of the The first version of this paper was presented at the Meeting of the MacArthur Research Network on Inequality and Economic Performance, held at MIT on May 2-4, 1997. In preparing the final version, I benefited from the comments by the colleagues present at that meeting and most particularly by Erik Olin Wright. I would also like to thank the students in my seminar on “Globalization, Law and Democ- racy” (University of Wisconsin–Madison, fall 1997) for the engaging discussions on the reinvention of democracy. During the field research, I interviewed and held meetings with political leaders, both in govern- ment and in the opposition; with the leaders of the grassroots movements; and with the participants in the participatory budgeting institutions. The councillors and the delegates of the participatory budget- ing kindly allowed me to attend their meetings. -
Redalyc.A Herança Trabalhista No Rio Grande Do Sul: Parentesco, Carisma
Sociedade e Cultura ISSN: 1415-8566 [email protected] Universidade Federal de Goiás Brasil Grill, Igor A herança trabalhista no Rio Grande do Sul: parentesco, carisma e partidos Sociedade e Cultura, vol. 7, núm. 2, julho-dezembro, 2004, pp. 225-236 Universidade Federal de Goiás Goiania, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70370208 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto A “herança trabalhista” no Rio Grande do Sul: parentesco, carisma e partidos IGOR GRILL* Resumo: A pesquisa examina a dinâmica de constituição de um patrimônio político e as modalidades de sua transmissão e apropriação. As dimensões de estudo privilegiadas referem-se às alianças e às redes subjacentes à fixação de uma genealogia simbólica, o “trabalhismo gaúcho”, bem como às estratégias empregadas pelos agentes de valorização e de “resgate” da tradição política, de reprodução do capital político, de celebração de seus “fundadores”, de gestão da memória e de uso do “legado”. Palavras-chave: heranças políticas, memória, elites, recrutamento, transmissão. A morte de Leonel Brizola ativou a discus- seus porta-vozes em associar os ícones dessa são no meio político e jornalístico sobre a “heran- “tradição” (Getúlio Vargas, Alberto Pasqualini ça” do “legado trabalhista”, possibilitando tam- e João Goulart) à história política gaúcha, logo bém a discussão sobre a construção, os condicio- em concretizar uma “genealogia” que se conso- nantes sociais de afirmação dos intérpretes e lidou como “idéias” e “marcos objetivos” (datas, sucessores, os usos e as reinvenções de uma gerações, monumentos, eventos, memória etc.) “tradição política” como um objeto de estudo e dela retirar lucros simbólicos. -
GOVERNOR TARSO GENRO Tarso Fernando Herz Genro Was Born In
GOVERNOR TARSO GENRO Tarso Fernando Herz Genro was born in São Borja, Rio Grande do Sul, on March 6th, 1947. He graduated in Law from the Law School of the Federal University of Santa Maria, Rio Grande do Sul, having specialized in Labor Law. Has started his political career in 1968, being elected city councilor of Santa Maria from the only oppositionist party at that time, MDB (Brazilian Democratic Movement). As a lawyer, he has represented trade unions and professional associations. Mr. Genro has published several books in Law, Politics and Literature. Some of his works were published in France, Spain, Turkey, United States, Uruguay, Mexico, Peru, Portugal and Italy. Elected Vice-Mayor of Porto Alegre with the support of Frente Popular (a coalition of parties), in 1988, and has also held the position of Government Secretary. Federal representative at the Brazilian congress from the end of 1989 to 1990. Mayor of Porto Alegre from 1993 to 1996 and from 2001 to 2002. Invited professor at the University of Andaluzia, Spain (1998). Member of the Institute of Brazilian Lawyers. Elected Member of the National Academy of Labor Law, in April 2009. Has integrated the government of former Brazilian President Lula, at first as Head of the Special Department of the Economic and Social Development Council (2003). Has been the Brazilian Minister of Education in 2004 -2005. Has been the National President of the Workers’ Party (2005). Has been Chief Minister of the National Department of Institutional Relations of the Presidency (2006). Brazilian Minister of Justice from 2007 until February 2010. -
1 University of Brasília, Brazil Institute of International
This version is a draft. Please do not cite or distribute. UNIVERSITY OF BRASÍLIA, BRAZIL INSTITUTE OF INTERNATIONAL RELATIONS Solène Marié Cultural paradiplomacy: a study of the cultural components of Rio Grande do Sul’s paradiplomacy Abstract The purpose of this article is to make a contribution to the Brazilian paradiplomacy literature, focusing specifically on its cultural aspects through the case of Rio Grande do Sul, Brazilian State with a strong and distinctive cultural identity. Specifically, it aims to evaluate to which extent Rio Grande do Sul projects this cultural identity internationally. It does so by identifying the cultural elements in the State’s paradiplomacy from 1987 (creation of the first paradiplomatic institution in Rio Grande do Sul) to 2015 (end of the last State governor mandate) through a sequence analysis of two elements: the evolution of the State’s paradiplomatic and cultural institutions on the one hand; and of the State’s paradiplomatic agenda on the other hand. It identifies three phases in terms of space given to culture in the paradiplomacy institutional framework: a phase of expansion (1987-1996), followed by a phase of retraction (1996-2011) and another phase of expansion (2011-2015). The phases are slightly different in terms of agenda: a phase of will tampered by a lack of means (1987-1991), followed by a phase of focus on issues other than culture (1991-2011) and a phase of construction of an incipient cultural paradiplomatic agenda (2011-2015). The effort made in 2012 to structure cultural policy at federal and State level can be seen as a factor for the expansion of cultural paradiplomacy in Rio Grande do Sul in the last phase. -
Redalyc.Bases Sociais E Intérpretes Da "Tradição Trabalhista" No Rio Grande Do
Dados - Revista de Ciências Sociais ISSN: 0011-5258 [email protected] Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Gastal Grill, Igor Bases Sociais e Intérpretes da "Tradição Trabalhista" no Rio Grande do Sul Dados - Revista de Ciências Sociais, vol. 48, núm. 3, julho-setembro, 2005, pp. 525-557 Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=21848303 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Bases Sociais e Intérpretes da “Tradição Trabalhista” no Rio Grande do Sul Igor Gastal Grill s narrativas de consagração do trabalhismo efetuadas por prota- A gonistas políticos encarregados e interessados na eternização da “tradição política” são elementos de fixação de identidades e de expli- citação de rivalidades e alinhamentos. As estratégias de ativação, apropriação e transmissão de valores, ícones e símbolos que conferem sentido à idéia de continuidade constituem importantes veículos de formação de uma comunidade afetiva (Halbwachs, 1994), mas revelam também o processo de disputas e negociações relativas ao uso da me- mória política (Pollak, 1989). O foco deste artigo está centrado nas dis- putas, invenções e reinvenções da “tradição trabalhista” no Rio Gran- de do Sul. A utilização do passado trabalhista na política contemporânea gaúcha pós-regime militar não pode ser caracterizada simplesmente como um trabalho de memória institucional e oficial (integrante da memória consagrada pelo Estado), nem tampouco como uma memória subter- rânea silenciada durante décadas que emerge em um novo cenário his- tórico. -
Brizola Vozes Da Legalidade Política E Imaginário Na Era Do Rádio Conselho Editorial
Brizola Vozes da Legalidade Política e Imaginário na Era do Rádio Conselho Editorial Alex Primo – UFRGS Álvaro Nunes Larangeira – UFES André Lemos – UFBA André Parente – UFRJ Carla Rodrigues – PUC-Rio Cíntia Sanmartin Fernandes − UERJ Ciro Marcondes Filho – USP Cristiane Freitas Gutfreind – PUCRS Erick Felinto – UERJ Francisco Rüdiger – PUCRS Giovana Scareli – UFSJ Jaqueline Moll − UFRGS João Freire Filho – UFRJ Juremir Machado da Silva – PUCRS Marcelo Rubin de Lima – UFRGS Maria Immacolata Vassallo de Lopes – USP Maura Penna – UFPB Micael Herschmann − UFRJ Michel Maffesoli – Paris V Muniz Sodré – UFRJ Philippe Joron – Montpellier III Pierre le Quéau – Grenoble Renato Janine Ribeiro – USP Rose de Melo Rocha – ESPM Simone Mainieri Paulon – UFRGS Vicente Molina Neto – UFRGS Juremir Machado da Silva Brizola Vozes da Legalidade Política e Imaginário na Era do Rádio 10a Edição © Juremir Machado da Silva, 2011 Capa: Vinicius Xavier (Acervo Correio do Povo, autor desconhecido) Projeto gráfico: Daniel Ferreira, Niura Fernanda Revisão: Gabriela Koza, Álvaro Larangeira Editor: Luis Antônio Paim Gomes Dados Internacionais de Catalogação na Publicação ( cip ) Bibliotecária Responsável: Denise Mari de Andrade Souza CRB 10/960 S586b Silva, Juremir Machado da Brizola, vozes da legalidade: política e imaginário na era do rádio. 10.ed. / Jure- mir Machado da Silva. – Porto Alegre: Sulina, 2021. 304 p.; 14x21cm. ISBN: 978-65-5759-039-3 1.História do Brasil. 2. Comunicação Social. 3. Rádio – Brasil. 4. Brizola, Leonel de Moura – Biografia. 5. Política - -
Redalyc.A Revolução Desde O Sul: Getúlio Vargas E O “ Caso Paulista” (1930
Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 [email protected] Universidade Estadual de Maringá Brasil Elíbio Júnior, Antônio Manoel A Revolução desde o Sul: Getúlio Vargas e o “ caso paulista” (1930 - 1932) Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, vol. 17, núm. 1, enero-abril, 2013, pp. 255-278 Universidade Estadual de Maringá Maringá, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=305528853010 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Diálogos (Maringá. Online), v. 17, n.1, p. 255-278, jan.-abr./2013. DOI 10.4025/dialogos.v17i1.657 A Revolução desde o Sul: Getúlio Vargas e o “caso paulista” (1930-1932)* Antônio Manoel Elíbio Júnior** Resumo. A “Revolução de 1930” alterou significativamente as alianças políticas e partidárias, tanto no âmbito do executivo federal, quanto na esfera da administração pública dos Estados da federação. O grupo político do Rio Grande do Sul, capitaneado por Getúlio Vargas, envidou uma série de estratégias para ocupar os principais cargos e posições na máquina do governo que se instalava. Esse artigo analisa os conflitos e os embates engendrados pelas lideranças partidárias do Rio Grande do Sul e de São Paulo em torno da condução do poder e da centralização do Governo Provisório de Getúlio Vargas. Palavras-chave: Revolução de 1930; Getúlio Vargas; Revolução Constitucionalista.