Fauna Malacológica Del Cuaternario Marino De Cabo Verde
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Observaciones Ornitológicas En El Archipiélago De Cabo Verde
Revista Academia Canaria de las Ciencias, X (Numero 4), 41-64 (1998) OBSERVACIONES ORNITOLOGICAS EN EL ARCHIPIELAGO DE CABO VERDE, SEPTJEMBRE-OCTUBRE DE 1998 D. AVES NIDIFICANTES (*) R. Barone* & G. Delgado** *C/. Eduardo Zamacois, 13-3°A, E-38005 Santa Cruz de Tenerife, Islas Canarias **Museo de la Naturaleza y el Hombre (Ciencias Naturales). Apartado. 853, E-38003 Santa Cruz de Tenerife, islas Canarias ABSTRACT Recent data on the breeding birds of the islands of Sal and Boavista (Cape Verde Islands), obtained between 30 September - 14 October, 1998, are presented. The nesting of the Red-billed Tropicbird (Phaethon aethe reus) on Boavista is confirmed, and the first registers of the Barn Owl {Tyto alba ssp.) for this island are included here. On the other hand, we could detect species found only 2-3 times on Boavista, as the Black Kite (Milvus migrans) and the Blackcap (Sylvia atricapilla). In the case of this last species, our data indi- cate that it must be a breeding species on this island. At the same time, several aspects of the avifauna of both islands are analysed: faunistic, habitats, breeding phenology and impor- tant areas for conservation. Key words: Breeding birds, Sal, Boavista, Cape Verde Islands, new records, faunistic, habitats, breeding phenology, conservation. RESUMEN Se presentan datos recientes sobre la avifauna nidificante en las islas de Sal y Boavista (archipielago de Cabo Verde), obtenidos entre el 30 de septiembre y el 14 de octubre de 1998. Destaca la confirmacion de la nidificacion del Rabijunco Etereo {Phaethon aethereus) en Boavista, asi como los primeros registros de Lechuza Comun (Tyto alba ssp.) para esta isla. -
Perfil Urbano Da Cidade Dos Espargos Ilha Do Sal República De Cabo Verde
PERFIL URBANO DA CIDADE DOS ESPARGOS ILHA DO SAL REPÚBLICA DE CABO VERDE Setembro de 2013 1 Direitos Autorais © Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), 2013 Todos os direitos reservados As publicações do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos das Nações Unidas podem ser obtidas no seguinte endereço: Escritórios Regionais e de Informação ou diretamente: Caixa Postal 30030, GPO 00100 Nairobi, Quénia. Fax: + (254 20) 762 4266/7 E-mail: [email protected] Website: http://www.unhabitat.org Este projecto foi preparado e gerido pela Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, DGOTDU do Ministério do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território, de Cabo Verde em Parceria com o Escritório Local do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos, ONUHABITAT, no quadro do Programa Único das Nações Unidas em Cabo Verde. O presente Perfil Urbano foi coordenado, a nível do país por Judite Santos, Vereadora e Ponto Focal da Câmara Municipal do Sal e Jeiza Tavares, Directora da DGOTDU. A equipa de Gestão do Programa foi composta por Janice Helena Da Silva, Coordenadora da ONU-HABITAT para Cabo Verde; Kerstin Sommer – Responsável Global do PSUP e Mathias Spaliviero, Conselheiro Regional, ONUHABITAT PERFIL URBANO DA CIDADE DOS ESPARGOS, ILHA DO SAL: REPÚBLICA DE CABO VERDE HS Number: HS/022/14P ISBN Number (Series): 978-92-1-132023-7 ISBN Number (Volume): 978-92-1-132611-6 Renúncias de Responsabilidades A designação empregada bem como a apresentação do material contido nesta publicação não implicam a expressão de qualquer opinião por parte do Secretariado das Nações Unidas sobre o status legal de qualquer país, território, cidade ou área, ou de suas autoridades, ou a respeito da delimitação de suas fronteiras ou limites, ou ainda, sobre o seu sistema económico ou grau de desenvolvimento. -
References Please Help Making This Preliminary List As Complete As Possible!
Cypraeidae - important references Please help making this preliminary list as complete as possible! ABBOTT, R.T. (1965) Cypraea arenosa Gray, 1825. Hawaiian Shell News 14(2):8 ABREA, N.S. (1980) Strange goings on among the Cypraea ziczac. Hawaiian Shell News 28 (5):4 ADEGOKE, O.S. (1973) Paleocene mollusks from Ewekoro, southern Nigeria. Malacologia 14:19-27, figs. 1-2, pls. 1-2. ADEGOKE, O.S. (1977) Stratigraphy and paleontology of the Ewekoro Formation (Paleocene) of southeastern Nigeria. Bulletins of American Paleontology 71(295):1-379, figs. 1-6, pls. 1-50. AIKEN, R. P. (2016) Description of two undescribed subspecies and one fossil species of the Genus Cypraeovula Gray, 1824 from South Africa. Beautifulcowries Magazine 8: 14-22 AIKEN, R., JOOSTE, P. & ELS, M. (2010) Cypraeovula capensis - A specie of Diversity and Beauty. Strandloper 287 p. 16 ff AIKEN, R., JOOSTE, P. & ELS, M. (2014) Cypraeovula capensis. A species of diversity and beauty. Beautifulcowries Magazine 5: 38–44 ALLAN, J. (1956) Cowry Shells of World Seas. Georgian House, Melbourne, Australia, 170 p., pls. 1-15. AMANO, K. (1992) Cypraea ohiroi and its associated molluscan species from the Miocene Kadonosawa Formation, northeast Japan. Bulletin of the Mizunami Fossil Museum 19:405-411, figs. 1-2, pl. 57. ANCEY, C.F. (1901) Cypraea citrina Gray. The Nautilus 15(7):83. ANONOMOUS. (1971) Malacological news. La Conchiglia 13(146-147):19-20, 5 unnumbered figs. ANONYMOUS. (1925) Index and errata. The Zoological Journal. 1: [593]-[603] January. ANONYMOUS. (1889) Cypraea venusta Sowb. The Nautilus 3(5):60. ANONYMOUS. (1893) Remarks on a new species of Cypraea. -
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Mediterranean Marine Science Vol. 9, 2008 Molluscan species of minor commercial interest in Hellenic seas: Distribution, exploitation and conservation status KATSANEVAKIS S. European Commission, Joint Research Centre, Institute for Environment and Sustainability, Ispra LEFKADITOU E. Hellenic Centre for Marine Research, Institute of Marine Biological Resources, Agios Kosmas, P.C. 16610, Elliniko, Athens GALINOU-MITSOUDI S. Fisheries & Aquaculture Technology, Alexander Technological Educational Institute of Thessaloniki, 63200, Nea Moudania KOUTSOUBAS D. University of the Aegean, Department of Marine Science, University Hill, 81100 Mytilini ZENETOS A. Hellenic Centre for Marine Research, Institute of Marine Biological Resources, Agios Kosmas, P.C. 16610, Elliniko, Athens https://doi.org/10.12681/mms.145 Copyright © 2008 To cite this article: KATSANEVAKIS, S., LEFKADITOU, E., GALINOU-MITSOUDI, S., KOUTSOUBAS, D., & ZENETOS, A. (2008). Molluscan species of minor commercial interest in Hellenic seas: Distribution, exploitation and conservation status. Mediterranean Marine Science, 9(1), 77-118. doi:https://doi.org/10.12681/mms.145 http://epublishing.ekt.gr | e-Publisher: EKT | Downloaded at 27/09/2021 17:44:35 | Review Article Mediterranean Marine Science Volume 9/1, 2008, 77-118 Molluscan species of minor commercial interest in Hellenic seas: Distribution, exploitation and conservation status S. KATSANEVAKIS1, E. LEFKADITOU1, S. GALINOU-MITSOUDI2, D. KOUTSOUBAS3 and A. ZENETOS1 1 Hellenic Centre for Marine Research, Institute of Marine Biological -
Instituto Superior De Educação Departamento De Geociências Licenciatura Em Biologia
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS LICENCIATURA EM BIOLOGIA Aspectos da Biodiversidade no Parque Natural da Serra de Malagueta Linda Lopes Fevereiro de 2007 LINDA MARIA FERNANDES BARRETO LOPES ASPECTOS DA BIODIVERSIDADE NO PARQUE NATURAL DE SERRA DE MALAGUETA Projecto de pesquisa apresentado ao I.S.E – como requisito parcial para obtenção do título de licenciatura em Biologia Orientadora: Dra. Vera Gominho Praia 2007 DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Trabalho científico apresentado ao I.S.E. para obtenção do grau de licenciatura em ensino de biologia. Elaborado por, Linda Fernandes Barreto Lopes, aprovado pelos membros do júri, foi homologado pelo concelho científico -pedagógico, como requisito parcial à obtenção do grau de licenciatura em ensino de biologia. O JURI ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ PRAIA ____/____/____ DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos meus queridos pais, que com toda a dedicação e carinho, sempre me incentivaram a prosseguir os estudos. Aos meus irmãos, em especial a Nilde, aos meus sobrinhos, enfim a todos os meus familiares, com os quais sempre eu pude contar. De uma forma muito especial ao meu esposo Aristides e minha filha Denise, pelo apoio em todos os sentidos, mas também pelo tempo subtraído ao convívio familiar. 3 AGRADECIMENTOS A realização deste dependeu muito do apoio e colaboração dada por diversas individualidades e instituições, que de uma forma calorosa, responderam as nossas solicitações, ao longo desse tempo. Assim sendo não poderíamos deixar de manifestar a nossa gratidão aos funcionários da Direcção geral do Ambiente (D.G.A), aos do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário (I.N.I.D.A.), e do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (I.N.M.G.), pela tolerância e informações prestadas. -
In the Cape Verde Islands
ZOOLOGIA CABOVERDIANA REVISTA DA SOCIEDADE CABOVERDIANA DE ZOOLOGIA VOLUME 5 | NÚMERO 1 Abril de 2014 ZOOLOGIA CABOVERDIANA REVISTA DA SOCIEDADE CABOVERDIANA DE ZOOLOGIA Zoologia Caboverdiana is a peer-reviewed open-access journal that publishes original research articles as well as review articles and short notes in all areas of zoology and paleontology of the Cape Verde Islands. Articles may be written in English (with Portuguese summary) or Portuguese (with English summary). Zoologia Caboverdiana is published biannually, with issues in spring and autumn. For further information, contact the Editor. Instructions for authors can be downloaded at www.scvz.org Zoologia Caboverdiana é uma revista científica com arbitragem científica (peer-review) e de acesso livre. Nela são publicados artigos de investigação original, artigos de síntese e notas breves sobre zoologia e paleontologia das Ilhas de Cabo Verde. Os artigos podem ser submetidos em inglês (com um resumo em português) ou em português (com um resumo em inglês). Zoologia Caboverdiana tem periodicidade bianual, com edições na primavera e no outono. Para mais informações, deve contactar o Editor. Normas para os autores podem ser obtidas em www.scvz.org Chief Editor | Editor principal Dr Cornelis J. Hazevoet (Instituto de Investigação Científica Tropical, Portugal); [email protected] Editorial Board | Conselho editorial Dr Joana Alves (Instituto Nacional de Saúde Pública, Praia, Cape Verde) Prof. Dr G.J. Boekschoten (Vrije Universiteit Amsterdam, The Netherlands) Dr Eduardo Ferreira (Universidade de Aveiro, Portugal) Rui M. Freitas (Universidade de Cabo Verde, Mindelo, Cape Verde) Dr Javier Juste (Estación Biológica de Doñana, Spain) Evandro Lopes (Universidade de Cabo Verde, Mindelo, Cape Verde) Dr Adolfo Marco (Estación Biológica de Doñana, Spain) Prof. -
BAB IV HASIL PENELITIAN DAN PEMBAHASAN A. Hasil Penelitian
BAB IV HASIL PENELITIAN DAN PEMBAHASAN A. Hasil Penelitian Tahap I (Keanekaragaman Gastropoda di Pantai Pacar Kabupaten Tulungagung) 1. Identifikasi Spesies dalam Kelas Gastropoda Berdasarkan penelitian yang dilakukan di Pantai Pacar tentang keanekaragaman Gastropoda yang dilakukan pada tanggal 12 November 2019, ditemukan sebanyak 18 spesies dari 3 stasiun yang telah ditentukan, dan hasilnya dapat dilihat pada tabel berikut ini. Tabel 4.1. Hasil Penelitian Gastropoda serta Faktor Abiotiknya Faktor Abiotik No Letak Nama Jumlah Substrat Suhu Salinitas pH (oC) (%) 1 S1/P1 Patella vulgata L 10 Batu 29 2,7 8,6 karang 2 Polinices 5 Pasir mammilla L 3 Littorina littorea 4 Batu L karang 4 S1/P2 Patella vulgata L 7 Batu 28 3,1 8,3 karang 5 Cypraea moneta 2 Batu karang 6 Littorina littorea 5 Batu karang 7 S1/P3 Patella vulgata L 3 Batu 27 2,7 7,7 karang 8 Littorina littorea 2 Batu karang 9 S1/P4 Melanoides 5 Batu 28 3,3 8,1 riqueti karang 10 Monoplex 5 Batu nicobaricus karang 11 Luria lurida 1 Batu karang 12 S1/P5 Littorina littorea 3 Batu 26 3,2 6,9 karang 56 57 13 Bitium 1 Batu reticulatum karang 14 Cyperaea 1 Batu carneola karang 15 Tenguella 2 Batu granulata karang 16 S2/P1 Turbo bruneus 3 Pasir 27 3,2 7,8 17 Lunella 9 Batu smaragdus karang 18 Monoplex 1 Batu nicobaricus karang 19 S2/P2 Lunella 5 Batu 28 3 8 smaragdus karang 20 Conus terebra 2 Batu karang 21 Conus coronatus 2 Batu karang 22 Polineces 6 Batu mammilla S2/P3 Blasicrura 1 Batu 27 3 8,3 23 palidula karang Lunella 3 Batu smaragdus karang 24 Trochus sp 4 Batu karang 25 S2/P4 Tenguella -
Amusium Japonicum
Amusium japonicum CD - CODICI TSK - Tipo scheda BNZ LIR - livello ricerca P NCT - CODICE UNIVOCO NCTR - Codice regione Puglia NCTN - Numero catalogo generale PM16 ESC - Ente schedatore Liceo Aristosseno ECP - Ente competente IAMC-CNR AC - ALTRI CODICI ACM - Codice museo MZ-Ta ACO - Codice collezione Mol ACK - Codice campione 16 OG - OGGETTO OGT - OGGETTO OGTD - Definizione mollusco OGTV - Indentificazione esemplare OGTO - Tipologia contenitore busta di plastica richiudibile con chiusura a pressione OGTC - Denominazione collezione coll. Molluschi Talassografico QNT - QUANTITA' QNTN - Numero 1 SZ - SISTEMATICA - ZOOLOGIA SZS - SISTEMATICA SZSP - Phylum Mollusca SZSB - Classe Bivalvia SZSO - Ordine Ostreoida SZSF - Famiglia Pectinidae SZSR - Genere Amusium SZSS - Specie Amusium japoconicum SZSD - Autore e anno specie Gmelin 1791 SZSG - Grado di indeterminazione ssp SZSL - Determinatore/ Revisore Fernando Rubino SZSC - Data determinazione/ 19-12-2017 Revisione SZSN - Sinonimie Ylistrum japonicum, Ostrea japonica, Saucer scallops, moon shells. © MIBACT_ICCD - RIPRODUZIONE RISERVATA pagina 1 di 3 Liceo Ginnasio ARISTOSSENO Catalogazione BENI NATURALISTICI - ZOOLOGIA SZA - ALTRI DATI SZAS - Sesso Indeterminato SZAE - Età Adulto SZE - CARTELLINI/ ETICHETTE SZEI- Intestazione originale Amusium Japonicum SZET- Testo Ostrea japonica Gmelin 1791 SZES - Supporto dati originali cartellino legato all'esemplare SZN - Note cartellino cartaceo riposto in busta di plastica affisso su base nera in plastica. LR - DATI DI RACCOLTA LRV - LOCALITA' DI RACCOLTA -
Tracers of Uplift and Subsidence in the Cape Verde Archipelago
Tracers of uplift and subsidence in the Cape Verde Archipelago electronic supplement Ramalho*, R.; Helffrich, G.; Schmidt, D.; Vance, D. Department of Earth Sciences, University of Bristol, Wills Memorial Building Bristol, BS8 1RJ, UK *Corresponding author: [email protected]. 1 Introduction This an electronic supplement of the paper ”Tracers of uplift and subsidence in the Cape Verde Archipelago”. The objective of this supplement is to provide more detailed information on the volcanostratigraphy of some of the Cape Verde islands mentioned in the main text, and a detailed description of key palaeo-markers of relative sea-level height used to track the history of vertical movements affecting those islands. 2 Palaeo-markers of sea-level in the Cape Verde islands 2.1 Sal Sal’s volcanostratigraphy comprises (Silva et al. 1990; Torres et al. 2002a): Ancient Eruptive Complex; Principal Eruptive Formation; Ponta do Altar-Baleia Complex; Conglomerate Brec- 1 cia; Ribeira da Fragata Formation; Serra Negra Eruptive Formation; Monte Grande-Pedra Lume Formation; and Quaternary Sediments (see Figure S1, and Table 1 in the main text). 2.1.1 The Ancient Eruptive Complex The Ancient Eruptive Complex constitutes the basement unit and is profoundly eroded and weathered. It occurs mainly in the central part of the island where it reaches the maximum elevation of ∼ 60 m asl. Silva et al. (1990) and Torres et al. (2002b) describe the Ancient Eruptive Complex as a complex sequence of formations mostly comprising hydrovolcanic prod- ucts of effusive and explosive nature. The whole unit is intensively intruded by dykes - up to 95% of the outcropping area - and small plutonic bodies, a condition that in conjunction with the advanced state of weathering exhibited by its products is an obstacle for solid event reconstructions. -
O Porcelankach Nie Z Porcelany [Pdf]
O porcelankach nie z porcelany Spośród wszystkich rodzin ślimaków morskich najbardziej popularne i cenione są porcelanki (Cypraeidae Rafinesque, 1815). Ich muszle, przypominające jajo ze spłaszczonym spodem przeciętym ząbkowanym szczelinowatym ujściem, w zależności od gatunku osiągają od 1 do 19 cm wysokości. Skrętka jest zazwyczaj niewidoczna, gdyż u dorosłych osobników obejmuje ją całkowicie ostatni skręt. Muszle porcelanek podziwiane są ze względu na gładką, błyszczącą powierzchnię, często pięknie ubarwioną i wzorzystą. Są one wytworami fałdów skórnych zwanych płaszczem, zaś ich podstawowym budulcem jest węglan wapnia w postaci aragonitu. Kiedy zwierzę jest aktywne, dwa fałdy płaszcza wysunięte z muszli całkowicie lub częściowo ją otaczają. To one wyznaczają kolorystyczny wzór muszli, reperują ją i powiększają, chronią przed przyrastaniem organizmów morskich oraz zabezpieczają jej błyszczącą powierzchnię, która staje się matowa, jeżeli pozostaje przez długi czas eksponowana w otaczającej wodzie. Od niepamiętnych czasów muszle porcelanek służą jako ozdoba i do wyrobu przedmiotów użytkowych. Były środkiem płatniczym, symbolem statusu społecznego i płodności. Znajdowane są w grobach kobiecych w Azji, Europie i w innych częściach świata. Pojedyncze egzemplarze niezwykle rzadkich gatunków, u schyłku ubiegłego wieku, miały wartość prawdziwych klejnotów. Ich cena na aukcjach światowych przekraczała 20 000 dolarów. Współcześnie rodzina porcelanek reprezentowana jest przez 251 gatunków zamieszkujących głównie morza tropikalne i subtropikalne obszaru indopacyficznego. Wiele gatunków jest powszechnie spotykanych na płytkowodnych rafach tropikalnych. Inne przystosowane są do życia w wodach umiarkowanych i/lub w środowiskach głębokowodnych (do 700 m głębokości). W Morzu Śródziemnym występuje tylko sześć gatunków. Porcelanki aktywne są głównie nocą, w dzień ukrywają się w zakamarkach skał i koralowców. Dorosłe osobniki gatunków mających duże i grube muszle 1 np. -
2 I Série — No 17 Sup «Bo» Da República De Cabo Verde
2 I SÉRIE — NO 17 SUP «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE — 17 DE MARÇO DE 2016 Resolução nº 35/2016 bom funcionamento da RNAP, numa perspetiva da sustentabilidade da gestão dos recursos, sejam eles de de 17 de março natureza ecológica, económica ou sociocultural. As áreas protegidas para além de oferecerem uma gama Os 5 eixos estratégicos fundamentais são: de bens e serviços ecológicos, preservando ao mesmo tempo o património natural e cultural, elas podem contribuir para I. Consolidação e integração territorial da RNAP; a redução da pobreza, proporcionando oportunidades de II. Persecução do caminho para a sustentabilidade emprego e atividades alternativas geradoras de rendimento fi nanceira da RNAP e adoção progressiva de para as pessoas que vivem dentro e ao redor delas. diferentes formas de governamentação das áreas protegidas; Adicionalmente, as áreas protegidas oferecem oportunidades para a pesquisa científi ca, permitindo III. Adequação e capacitação para o planeamento e assim descobrir e apresentar medidas para fazer face às a gestão das áreas protegidas; alterações climáticas, desenvolver atividades de educação IV. Envolvimento da sociedade cabo-verdiana na ambiental e ainda contribuir para fomentar o turismo e conservação, valorização e desfrute dos valores atividades de recreio. da RNAP; e A Estratégia Nacional de Áreas Protegidas (ENAP) é um V. Adoção de standard de trabalhos sistémicos. documento de política geral para toda a Rede Nacional de Áreas Protegidas (RNAP), e todos os outros instrumentos Assim, de política, planeamento -
2º Sup B. O. I Série Nº 17-2016.Indd
46 I SÉRIE — NO 17 2º SUP «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE — 17 DE MARÇO DE 2016 Resolução nº 38/2016 b) Conservar espécies de animais ou plantas, segundo interesse ou valores tradicionais particulares; de 17 de março c) Conservar áreas de particular variedade genética, O arquipélago de Cabo Verde possui uma grande áreas com grande variedade de ecossistemas, diversidade e singularidade biológica em espécies de fauna espécies de endemismo; e fl ora, e que se encontram sob ameaças de vária ordem, d) Conservar paisagens com grande beleza panorâmica, razão pela qual foram declaradas 47 (quarenta e sete) de grande valor estético ou científi co; áreas protegidas, que albergam grande parte do património faunístico e fl orístico, cujos instrumentos de ordenamento e) Dinamizar o turismo nos sítios naturais; e gestão vêm sendo elaborados e implementados, tendo f) Conservar locais de grande interesse de investigação em vista a garantia da sustentabilidade do sistema. científi ca; Com efeito, a conservação e valorização da biodiversidade, g) Conservar os sítios geográfi cos, culturais, através da conservação insitu, sobretudo em espaços naturais arqueológicos e históricos. protegidos, constituem um dos eixos prioritários da política Artigo 3.º do Governo da VIII Legislatura para o setor do Ambiente, cujas diretrizes emanam do Segundo Plano de Ação Nacional Entrada em vigor para o Ambiente, aprovado pela Resolução n.º 14/2005, de A presente Resolução entra em vigor no dia seguinte 25 de abril, e revisto em 2012, da Estratégia Nacional e ao da sua publicação. Plano de Ação da Biodiversidade e da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre diversidade biológica, ratifi cada Aprovada em Conselho de Ministros de 11 de dezembro de 2015.