Instituições Apoiadas Pelo Banco Alimentar De Abrantes Nome Da
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Bibliografia a Comarca Da Sertã (1997A) - Desenterrar a História Da Sertã: Serra Da Santa Em Destaque
Bibliografia A Comarca da Sertã (1997a) - Desenterrar a história da Sertã: Serra da Santa em destaque. Sertã, 18-7, p. 6. A Comarca da Sertã (1997b) - Arqueólogo Carlos Batata sustenta: Sertã é de origem romana. Sertã, 21-2, p. 6. ALARCÃO, J.; ETIENNE, R.; ALARCÃO, A.; PONTE, S. (1979) - Trouvailles diverses: conclusions générales. In Fouilles de Conimbriga. Paris: Diffusion E. de Boccard. ALARCÃO, J. (19833) - Portugal Romano. Lisboa: Verbo (Historia Mundi). ALARCÃO, J. (1987) - Traços essenciais da geografia política e económica do Vale do Tejo na Época Romana. In Arqueologia no Vale do Tejo. Lisboa: IPPC, p. 55-58. ALARCÃO, J. (1988a) - Roman Portugal. Warminster: Aris & Phillips. ALARCÃO, J. (1988b) - O domínio romano em Portugal. Lisboa: Europa-América. ALARCÃO, J. (1992a) - A evolução da cultura castreja. Conimbriga. Coimbra. 31, p. 39-71. ALARCÃO, J. (1992b) - O Território de Sellium. Actas do Seminário “O Espaço Rural na Lusitânia, Tomar e o Seu Território” (17 a 19 de Março 1989). Tomar: Centro de Arte e Arqueologia da ESTT, p. 9-23. ALARCÃO, J. (1996) - O primeiro milénio a.C. In De Ulisses a Viriato: O primeiro milénio a.C. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, p. 15-30. ALARCÃO, J. (1998) - A paisagem rural romana e alto-medieval em Portugal. Conimbriga. Coimbra. 37, p. 89-119. ALBERTOS, M. L. (1965) - Nuevos antropónimos hispánicos. Emerita. Madrid. 33:1, p. 109-143. ALLAN, J. C. (1965) - A mineração em Portugal na Antiguidade. Boletim de Minas. Lisboa. 2:3, p. 137-173. ALMEIDA, F. (1956) - Egitânia - História e Arqueologia. Lisboa: Universidade. ALMEIDA, J. (1945) - Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses. -
Guia De Acolhimento
2016 GUIA DE ACOLHIMENTO O Guia de Acolhimento foi elaborado com o intuito de ser um instrumento facilitador do processo de acolhimento/integração de todos os colaboradores/utentes do ACES Médio Tejo. O seu objectivo é fornecer informações úteis sobre o ACES Médio Tejo, permitindo conhecer a estrutura organizacional e o funcionamento desta Instituição. TRABALHO ELABORADO POR: ACES Médio Tejo – Gabinete do Cidadão Guia de Acolhimento – ACES Médio Tejo Página 2 de 24 Índice ÍNDICE .................................................................................................... 3 ABREVIATURAS ......................................................................................... 4 1. UM POUCO DE HISTÓRIA ....................................................................... 5 2. AGRUPAMENTOS DE CENTROS DE SAÚDE .................................................. 6 2.1. ESTRUTURAÇÃO DOS ACES.................................................................... 6 2.2. UNIDADES FUNCIONAIS DOS ACES .......................................................... 7 3. O ACES MÉDIO TEJO .......................................................................... 8 3.1. IDEÁRIO/VISÃO ................................................................................... 8 3.2. CARACTERIZAÇÃO DO ACES MÉDIO TEJO ............................................... 10 3.3. ÓRGÃOS DO ACES MÉDIO TEJO ........................................................... 11 3.4. SERVIÇOS DE APOIO DO ACES MÉDIO TEJO ............................................ 12 4. DEONTOLOGIA -
Ocorrência De Infeção Por Hepatozoon Canis Em Cães Nos Concelhos De Abrantes E Sardoal
MAFALDA CRISTINA CARQUEJA LOBATO FERREIRA OLIVEIRA Ocorrência de infeção por Hepatozoon canis em cães nos concelhos de Abrantes e Sardoal Orientadora: Professora Doutora Ana Maria Munhoz Co-orientadora: Professora Joana Fonseca Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Faculdade de Medicina Veterinária Lisboa 2018 MAFALDA CRISTINA CARQUEJA LOBATO FERREIRA OLIVEIRA Ocorrência de infeção por Hepatozoon canis em cães nos concelhos de Abrantes e Sardoal Dissertação apresentada para obtenção do Grau de Mestre em Medicina Veterinária no Curso de Mestrado em Medicina Veterinária Conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Presidente: Profa Doutora Laurentina Pedroso Arguente: Profa Doutora Carla Maia (IHMT) Orientador: Profa Doutora Ana Maria Munhoz Vogal: Profa Doutora Margarida Alves Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Faculdade de Medicina Veterinária Lisboa 2018 Mafalda Cristina Carqueja Lobato Ferreira Oliveira - Ocorrência de infeção por Hepatozoon canis em cães nos concelhos de Abrantes e Sardoal Dedicatória Dedico este trabalho aos meus Pais e Irmã por nunca terem desistido de mim. Ao Xuqui, o meu grande amor. Ao Lord, o Amigo que me acompanhou nesta longa caminhada. E por fim, ao meu querido Avó Tó, a minha estrela que me guiou durante estes seis anos dando me força para me tornar numa neta que nunca viu crescer, mas certamente estará orgulhoso por mais tarde poder cuidar daquilo que para ele era o mais precioso, os Animais. Obrigado a todos! Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – Faculdade de Medicina Veterinária I Mafalda Cristina Carqueja Lobato Ferreira Oliveira - Ocorrência de infeção por Hepatozoon canis em cães nos concelhos de Abrantes e Sardoal Agradecimentos Em primeiro lugar à professora Ana Maria, minha orientadora, por toda a ajuda que me deu ao longo de todo o percurso académico, conhecimentos transmitidos, disponibilidade e amabilidade. -
INTERCIDADES | REGIONAL > Linha Da Beira Baixa
INTERCIDADES | REGIONAL > Linha da Beira Baixa Sentido Lisboa > Covilhã Em vigor desde 9 de dezembro de 2012 Valid since 9 December 2012 Santa Apolónia Li Entroncamento Castelo Branco sbo Li a Oriente Santarém Abrantes sbo Rodão Fundão Covilhã a Porto Categoria Category 5671 4403 5621 4405 520 541 4411 5623 522 543 526 5601 4427 933 5625 128 545 4431 5653 Número Number 5673 5675 5677 Classe Class 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 C-T 1-2 Característica Characteristic 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Serviços a bordo On board services Observações Remarks 3 2 1 3 4 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 5 1 1 1 Porto Campanhã P 6:52 10:52 14:52 17:45 Coimbra-B 8:01 11:58 15:58 18:47 Entroncamento C 8:57 12:57 16:57 19:38 Lisboa Santa Apolónia P 5:48 6:48 8:16 9:48 13:16 16:16 17:48 18:16 19:16 19:48 Lisboa Oriente P 5:56 6:56 8:24 9:56 13:24 16:24 17:56 18:24 19:24 19:56 Póvoa 18:04 Alverca 6:06 7:06 10:06 18:08 20:06 Vila Franca de Xira 6:13 7:13 8:40 10:13 13:40 16:40 18:15 18:40 19:40 20:13 Azambuja 6:30 7:30 10:30 18:31 20:30 Virtudes 6:34 7:34 10:34 18:35 20:34 Reguengo-Pontével 6:37 7:37 10:37 18:39 18:55 20:37 Setil 6:40 7:40 10:40 18:42 20:40 Santana-Cartaxo 6:44 7:44 10:44 18:46 20:44 Vale de Santarém 6:50 7:50 10:50 18:51 20:50 Santarém 6:56 7:56 9:07 10:56 14:07 17:07 18:57 19:09 20:07 20:56 Vale de Figueira 7:02 8:02 11:02 19:04 21:02 Mato de Miranda 7:09 8:09 11:09 19:11 21:09 Riachos 7:15 8:15 11:15 19:17 21:15 Entroncamento C 7:19 8:19 9:26 11:19 14:26 17:27 19:20 19:28 20:26 21:19 Entroncamento P 7:50 9:27 11:51 14:27 17:28 19:39 20:26 21:28 Barquinha 7:56 11:57 -
Lithostratigraphic Characterization of Abrantes Region (Central Portugal
II.2 Lithostratigraphic characterization of the Abrantes region (Central Portugal); the Cadomian to Variscan Cycle transition in the Ossa-Morena Zone Index II.2.1. Introduction ……………………………………………………………………………………………………… 29 II.2.2. Geological setting ……………………………………………………………………………………………… 30 II.2.3. Synopsys of Neoproterozoic-Cambrian successions of OMZ ……………………………… 32 II.2.3.1. Neoproterozoic succession ……………………………………….…………………………………. 32 II.2.3.2. Cambrian succession ……………………………………………………………………………….…… 36 II.2.4. Lithostratigraphy of Abrantes region ………………………………………………………………… 38 II.2.4.1. Axial zone units – Neoproterozoic related …………………………………………………… 39 II.2.4.2. Abrantes Group – Paleozoic related units ……………………………………………………. 46 II.2.4.3. Geochemical data of (meta)volcanic lithotypes …………………………………………… 53 II.2.4.3.1. Abrantes magmatic rocks …………………………………………………………………. 54 II.2.4.3.2. Vila Boim volcanic rocks ……………………………………………………………………. 61 II.2.4.3.3. Discussion of geochemical data ………………………………………………………… 64 II.2.5. Stratigraphic Correlation Analysis …………………………………………………………………….. 66 II.2.6. Geodynamic evolution ……………………………………………………………………………………… 70 II.2.1. Introduction The Iberian Massif (IM) represents the western edge of the European Variscan Chain and the lithostratigraphic record, from Neoproterozoic to Palaeozoic, reflecting a long-lasting geodynamic evolution correlative of two orogenic cycles: Cadomian and Variscan (e.g. Eguíluz et al., 2000; Simancas et al., 2004; Ribeiro et al., 2007; 2009). The recognition of stratigraphic, structural, magmatic -
VII.1 Tectonostratigraphy of Western Block of Porto-Tomar Shear Zone; the Finisterra Terrane
VII.1 Tectonostratigraphy of western block of Porto-Tomar Shear zone; the Finisterra Terrane Index VII.1.1. Introduction and General Framework ……………………………………………………………. 205 VII.1.2. The Abrantes-Tomar Finisterra Sector …………………………………………………………… 207 VII.1.2.1. Tectonostratigraphy ………………………………………………………………………………… 207 VII.1.2.1.1. S. Pedro de Tomar Complex …………………………………………………………… 209 VII.1.2.1.2. Junceira-Tramagal Metagreywackes and Micaschist Unit ………………. 209 VII.1.2.1.3. Couço dos Pinheiros Orthogneiss …………………………………………………… 213 VII.1.2.1.4. Syn-orogenic Variscan Granites ……………………………………………………… 214 VII.1.2.2. General Structure …………………………………………………………………………………….. 214 VII.1.3. The North and Central Finisterra Domains ……………………………………………………. 219 VII.1.3.1. Porto-Espinho-Albergaria-a-Velha Sector …………………………………………………. 219 VII.1.3.2. Coimbra Sector ………………………………………………………………………………………… 225 VII.1.4. The Berlengas Archipelago Finisterra Domain ……………………………………………….. 225 VII.1.5. Distinctive Features of Finisterra Terrane ………………………………………………………. 226 VII.1.6. Final Remarks and Paleogeographic Considerations ………………………………………. 231 VII.1.6.1. The Léon Domain ……………………………………………………………………………………… 231 VII.1.6.1.1. Main Tectonostratigraphic Units …………………………………………………… 231 VII.1.6.1.2. Structural pattern …………………………………………………………………………. 234 VII.1.6.2. The Mid-German Crystalline Rise ……………………………………………………………… 236 VII.1.6.3. Finisterra-Léon-MGCR Terrane; an essay of correlation ………………………….. 238 VII.1.1. Introduction and General Framework The Iberian Massif has a well-developed arcuate pattern, induced by the genesis of the Variscan Ibero-Armorican Arc (Fig. 1A; Dias et al., 2016). Its internal domains with a WNW-ESE to NW-SE general trend (e.g. Dias et al., 2013; Moreira et al., 2014) are interrupted to the west by one of the most important Iberian Variscan structures, the Porto-Tomar-Ferreira do Alentejo shear zone (Fig. -
Câmara Municipal De Benavente
Câmara Municipal de Benavente Subunidade Orgânica de Atas e Apoio aos Órgãos Autárquicos Ata n.º 08/2019 REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 25 DE FEVEREIRO DE 2019 (Contém 45 folhas) Redigido ao abrigo do novo Acordo Ortográfico Reunião de 2019-02-25 ATA N.º 08/2019 Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Benavente Início: 14 horas e 30 minutos Encerramento: 15 horas e 26 minutos No dia vinte e cinco do mês de fevereiro de dois mil e dezanove, em Benavente, no edifício dos Paços do Município e sala das reuniões da Câmara Municipal, onde se encontrava pelas catorze horas e trinta minutos, o senhor Carlos António Pinto Coutinho, presidente da Câmara Municipal de Benavente, reuniu a mesma, estando presentes os vereadores senhores: Domingos Manuel Sousa dos Santos e Hélio Manuel Faria Justino, em representação da CDU – Coligação Democrática Unitária Florbela Alemão Parracho e Pedro Nuno Simões Pereira, em representação do PS – Partido Socialista Ricardo Alexandre Frade de Oliveira, em representação do PSD – Partido Social Democrata Pelo senhor presidente foi declarada aberta a reunião, às catorze horas e trinta minutos, com a seguinte Ordem do Dia, antecipadamente remetida a todos os vereadores, nos termos do n.º 2 do art. 53.º do Regime Jurídico das Autarquias Locais, aprovado pela Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro: Ordem Assunto Processo Interessado Câmara Municipal Presidência/Vereação Gabinete de Apoio ao presidente e vereadores 1 Aprovação da ata da reunião anterior 2 Proposta de protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Benavente -
Agricultura Concelho a Concelho Abrantes Constância Entroncamento
Agricultura Concelho a Concelho Dotado de características geo-morfológicas variadas, de “charneca”, de “lezíria” e de “bairro”, e possuidor de uma extensa rede hidrográfica, o Alto Ribatejo desenvolveu ao longo dos séculos diferentes tipos de agricultura, que se adaptaram ao meio envolvente e foram mudando a paisagem com o passar dos anos. As necessidades do homem ditaram as regras sobre os diferentes tipos de solo, extraindo deles o que melhor produziam. Verifica-se assim em cada lugar um diferente tipo de cultura, que se adapta e molda o ambiente em que está inserido. Abrantes No âmbito do sector primário do concelho, a actividade agrícola tem uma importância significativa. Principais produtos: azeite, vinho, cereais (milho, aveia), Pesca de subsistência, pomares (pessegueiros, laranjeiras e macieiras), silvicultura (sobreiro, o pinheiro bravo e o eucalipto), pecuária e pastorícia (predominando nas explorações intensivas a criação de vacas leiteiras e nas extensivas a criação de ovinos e caprinos em regime de pastoreio nas terras de charneca) Constância No sector vegetal salientam-se os produtos hortícolas com mais de 50% da produção, seguindo-se os cereais, o azeite, o vinho, os hortoindustriais e as frutas. Na actividade pecuária a principal produção é o gado ovino e no sector florestal destaca-se o material lenhoso. Entroncamento Sendo um concelho de diminuta dimensão, em que a sua quase toda a sua área está confinada ao espaço urbano, praticamente não existe qualquer actividade agrícola ou pecuária com expressividade económica na região, embora ainda se encontrem algumas florestas de eucalipto e pinheiro-bravo. Ferreira do Zêzere Face às características orográficas e morfológicas do concelho, existe uma relativa superfície florestal, que traduz uma intensa exploração florestal. -
7 Maravilhas Doces – Ferreira Do Zêzere
Meio: Imprensa Pág: 48 País: Portugal Cores: Cor Period.: Anual Área: 13,33 x 20,99 cm² ID: 81749890 27-07-2019 | Férias & Viagens Âmbito: Viagens e Turismo Corte: 1 de 3 centro -..êzere Abrantes, Tomar, Ferreira do Zêzere, Sertã e Vila de Rei. A qualidade das praias fluviais faz suspirar, a cada verão, pelos banhos no Zêzere... À mesa, provam- — Rivaliza com o azul do se os saborosos peixes céu e do mar em matéria e mariscos do rio e os de encanto. O Lago Azul, pratos tradicionais, sem como é conhecida a esquecer a doçaria: os Bons albufeira de Castelo do Maridos estão na corrida Bode, não se esquiva a às 7 Maravilhas Doces de elogios. É soberbo na Portugal! E lembre-se que dimensão e no impacto que estas águas banham um provoca desde o primeiro lugar extraordinário, a encontro. O espelho de península de Domes. Por água reúne excelentes aí passaram os templários condições para a prática e será eterno símbolo de de desportos náuticos, em mistério... especial o wakeboard, que dá visibilidade mundial à região. A albufeira dá identidade e beleza a vários municípios, como GES Wakeboard MA I Velocidade e saltos TTY vistosos! O wakeboard é o "menino bonito" da albufeira de Castelo do Bode. Para se divertir, só precisa de uma prancha MCDONNELL/GE como as de snowboard e IAN ser puxado por um barco ou OTO F um sistema de cabos. ferreira do -C-C1*C Meio: Imprensa Pág: 49 País: Portugal Cores: Cor Period.: Anual Área: 13,74 x 21,57 cm² ID: 81749890 27-07-2019 | Férias & Viagens Âmbito: Viagens e Turismo Corte: 2 de 3 .• k` ‘. -
EIA-05) E 1:5.000 (Anexo H3)
Consultores de Arquitectura Paisagista e Ambiente, Lda. CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE AFECTADO PELO PROJECTO 4.9 - PATRIMÓNIO CULTURAL 4.9.1 - DESCRIÇÃO DO TRABALHO E OBJECTIVOS O presente trabalho tem como objectivo principal a identificação de elementos patrimoniais, nas vertentes arqueológica, histórica e edificada (construída e etnográfica), que se encontrem na área a ser afecta ao projecto rodoviário. 4.9.2 - DEFINIÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO Para a elaboração do presente estudo foi definida uma área de envolvente que abarca 1.000 m para cada um dos lados do corredor em estudo, onde foram relocalizados os elementos patrimoniais identificados através de pesquisa bibliográfica e de trabalho de campo. Para além da área envolvente foi considerada uma área de influência directa do projecto de cerca de 50 m regra geral, a qual foi alargada e adaptada às condições do projecto, nomeadamente nos nós de ligação à rede rodoviária existente. Esta área foi considerada como passível, a nível patrimonial, de sofrer impactes directos ou indirectos, nomeadamente na fase de construção. Os elementos identificados foram objecto de registo fotográfico (Anexo H2) e cartográfico à escala 1:25.000 (Desenho FALB-EP-EIA-05) e 1:5.000 (Anexo H3). 4.9.3 - METODOLOGIA Procedeu-se a uma pesquisa bibliográfica tão completa e exaustiva quanto possível, realizada em obras e artigos da especialidade, incluindo o Plano Director Municipal dos concelhos de Leiria, Batalha, Ourém e Tomar, monografias locais, projectos de investigação e as Bases de Dados do Instituto Português de Arqueologia e do Instituto Politécnico de Tomar. Na posse de autorização de trabalhos arqueológicos (Anexo H1), procedeu-se à localização de todos os elementos identificados durante a fase de pesquisa bibliográfica e institucional e ao reconhecimento integral dos traçados em estudo e envolvente directa, tendo sido realizados trabalhos de prospecção arqueológica sistemática em áreas referenciadas na bibliografia da especialidade e pela análise topográfica e toponímica, como sendo sensíveis. -
Variante À En 118 Entre Constância (Sul) – Gavião E Ligação Ao Ip6 (A23)
VARIANTE À EN 118 ENTRE CONSTÂNCIA (SUL) – GAVIÃO E LIGAÇÃO AO IP6 (A23) ESTUDO PRÉVIO ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL Resumo Não Técnico Dezembro de 2005 VARIANTE À EN118 ENTRE CONSTÂNCIA (SUL) E GAVIÃO E LIGAÇÃO AO IP6 (A23) ESTUDO PRÉVIO ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL Peças Escritas – Resumo Não Técnico Dezembro de 2005 Variante à EN118 entre Constância (Sul) e Gavião e Ligação ao IP6 (A23) i Estudo de Impacte Ambiental - Resumo Não Técnico NOTA DE APRESENTAÇÃO A ECOSSISTEMA – Consultores em Engenharia do Ambiente, Lda. Tem a honra de apresentar o Estudo de Impacte Ambiental (EIA), na fase de Estudo Prévio, da Variante à EN118 entre Constância (Sul) e Gavião e Ligação ao IP6 (A23) Do presente EIA fazem parte as seguintes peças: PEÇAS ESCRITAS − Relatório Base do Estudo de Impacte Ambiental constituído pelos seguintes volumes: Volume 1 – Introdução e Descrição do Projecto; Volume 2 – Descrição do Ambiente Potencialmente Afectado pelo Projecto; Volume 3 – Impactes Ambientais e Medidas de Mitigação; Volume 4 – Síntese de Impactes, Monitorização e Conclusões. − Resumo Não Técnico (correspondente ao presente volume) PEÇAS DESENHADAS Linda-a-Velha, Dezembro de 2005 João José Martins, Coordenador do EIA Variante à EN118 entre Constância (Sul) e Gavião e Ligação ao IP6 (A23) ii Estudo de Impacte Ambiental - Resumo Não Técnico ÍNDICE DE TEXTO 1. INTRODUÇÃO E ANTECEDENTES ......................................................................................... 1 2. DESCRIÇÃO DO PROJECTO E DAS ALTERNATIVAS CONSIDERADAS...................................... -
Santarém 46 V/ Alcanede/ C
HORÁRIOS A EFETUAR NOS DIAS 30/11 E 07/12 PARTIDA ORIGEM CHEGADA DESTINO CARREIRA OBSERVAÇÕES 05:50 Alcoentre 06:19 Azambuja 6092 06:15 Alpiarça 07:55 Lisboa 790 Rápida Laranja 06:30 Azambuja 06:45 Carregado 6092 06:35 Alcobertas 07.45 Santarém 46 v/ Alcanede/ C. Charneca 06:40 Santarém 07:35 Carregado 736 06:40 Cartaxo 07:00 Santarém 650 06:45 Aveiras de Cima 07:18 Azambuja 528 06:40 Torres Novas 08:00 Santarém 522 06:40 Arrouquelas 07:50 Santarém 652 06:50 Rio Maior 08:15 Lisboa 742 Rápida Vermelha 06:50 Vale Grande 07:25 Alcoentre 6092 06:50 Abrã 08:00 Santarém 1982 v/ A. Baixo e Pernes 06:52 Foros de Benfica 07:30 Santarém 247 06:53 Xartinho 07:52 Rio Maior 531 07:00 Espinheiro 07:56 Santarém 581 v/ Santos e P. Santarém 07:00 Parreira 08:10 Santarém 649 07:00 Santarém 08:25 Caldas da Rainha 648 v/ Rio Maior e Imaginário 07:10 Carregado 08:09 Santarém 736 07:10 Correias 08:00 Santarém 654 v/ Moçarria e Vilgateira 07:15 Azambujeira 08:00 Rio Maior 532 07:20 Azinhaga 08:45 Santarém 4241 v/ Casével e Alcanhões 07:25 Rio Maior 08:15 Santarém 648 07:25 Alcoentre 07:52 Azambuja 6092 07:30 Santarém 07:40 Z. Industrial (Santarém) 529 07:30 Alpiarça 09:10 Lisboa 790 Rápida Laranja 07:35 Azambuja 08:05 Aveiras de Cima 6092 08:10 Aveiras de Cima 08:29 Cartaxo 528 07:40 Z. Industrial (Santarém) 07:50 Santarém 529 07:50 Carregado 08:43 Santarém 736 07:55 Caldas da Rainha 08:50 Santarém Rápida Preta v/ Rio Maior 08:05 Santarém 09:00 Chamusca 522 08:15 Chamusca 09:00 Santarém 790 08:15 Santarém 09:00 Azambuja 736 v/ Pontével 08:20 Tagarro 09:19 Rio Maior 6092 08:30 Santarém 08:40 Z.