Cinema E Audiovisual UFF Leonardo Campos Khuriyeh 2017.1.Pdf
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A Sofisticação Da Gestão E O Direcionamento Estratégico No Setor De Cinema: Um Estudo Exploratório No Segmento Produtor
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO COPPEAD DE ADMINISTRAÇÃO EVERTON RODRIGUES DA SILVA A SOFISTICAÇÃO DA GESTÃO E O DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO NO SETOR DE CINEMA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO NO SEGMENTO PRODUTOR RIO DE JANEIRO 2005 EVERTON RODRIGUES DA SILVA A SOFISTICAÇÃO DA GESTÃO E O DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO NO SETOR DE CINEMA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO NO SEGMENTO PRODUTOR Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração, Instituto COPPEAD de Administração, Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Administração Orientador: Antônio Roberto Ramos Nogueira RIO DE JANEIRO 2005 ii Silva, Everton Rodrigues. A sofisticação da gestão e o direcionamento estratégico no setor de Cinema: um estudo exploratório no segmento produtor / Everton Rodrigues da Silva. – Rio de Janeiro, 2005. 363 f.:il. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Instituto COPPEAD de Administração, 2005. Orientador: Antônio Roberto Ramos Nogueira. 1. Estratégia Empresarial. 2. Tecnologia da Informação. 3. Cinema. 4. Administração – Teses. I. Nogueira, Antônio Roberto Ramos (Orient.). II. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto COPPEAD de Administração. III. Título. iii EVERTON RODRIGUES DA SILVA A SOFISTICAÇÃO DA GESTÃO E O DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO NO SETOR DE CINEMA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO NO SEGMENTO PRODUTOR Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração, Instituto COPPEAD de Administração, Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Administração. Aprovada em 16 de Dezembro de 2005. ____________________________________________________ - Orientador Prof. Antônio Roberto Ramos Nogueira, D.Sc. (COPPEAD/UFRJ) ____________________________________________________ Prof. -
Como Eu Sobrevivi Aos Anos 90 : Histórias Reais De Uma Década Surreal / Danilo Nogy
Copyright © Danilo Nogy, 2018 Copyright © Editora Planeta do Brasil, 2018 Todos os direitos reservados. Preparação: Fernanda Guerriero Antunes Revisão: Laura Vecchioli e Project Nine Editorial Diagramação, projeto gráfico e ilustração: Sergio Rossi Capa: Luiz Sanches Junior Ilustrações de capa: Shutterstock Fotografia de capa: Luiz Ipolito Fotos de miolo: Arquivo pessoal do autor Adaptação para eBook: Hondana Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Angélica Ilacqua CRB-8/7057 Nogy, Danilo Como eu sobrevivi aos anos 90 : histórias reais de uma década surreal / Danilo Nogy. - São Paulo : Planeta do Brasil, 2018. 240 p. ISBN: 978-85-422-1507-6 1. Anos 1990 - Brasil - Nostalgia 2. Infância - Nostalgia 3. Nogy, Danilo - Narrativas pessoais I. Título 18-1848 CDD 909.829 Índices para catálogo sistemático: 1. Anos 1990 - Brasil Aviso: As marcas registradas, os nomes de empresas, os personagens e os produtos mencionados neste livro são utilizados apenas para critérios de identificação e pertencem aos respectivos proprietários. Todos os direitos desta edição reservados à EDITORA PLANETA DO BRASIL LTDA. Rua Padre João Manuel, 100 – 21º andar Ed. Horsa II – Cerqueira César 01411-000 – São Paulo-SP www.planetadelivros.com.br [email protected] À MINHA MÃE LUDIMILA E AO MEU PAI MARCOS, PELO AMOR INCONDICIONAL E POR TODOS OS ANOS QUE ME FORAM DEDICADOS. PELOS ENSINAMENTOS E ESFORÇOS, PELA LUZ E PELA VIDA. AMO VOCÊS. A DÉCADA DO FIM DO MUNDO CAPÍTULO 1 BRINCAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO CAPÍTULO 2 AQUELES ANOS EM QUE -
Cinema Brasileiro (1990-2002): Da Crise Dos Anos Collor À Retomada
OS ANOS 1990: DA CRISE À RETOMADA Cinema brasileiro (1990-2002): da crise dos anos Collor à retomada Maria do Rosário Caetano cinema brasileiro viveu na primeira metade dos anos 1990 sua crise mais profunda. A produção, que chegara na década de 1970 a ocupar 35% do O mercado interno, diminuiu de média de 80 filmes/ano para poucos títulos. Poucos e sem mercado de exibição. Resultado: os ingressos vendidos por filmes bra- sileiros na fase mais aguda da crise (1991-1993) reduziram-se a ponto da produção nacional ocupar apenas 0,4% do total. A hegemonia do cinema americano chegou ao seu momento máximo, já que, naquela década, cinematografias européias, asiáticas e latino-americanas (a mexicana em especial), que conheceram momentos de grande aceitação no mercado brasileiro, viviam período de retração. Os anos difíceis tiveram início em 15 de março de 1990, quando Fernando Collor de Mello tomou posse na presidência da República. Através de decreto, ele extinguiu os organismos estatais de fomento e fiscalização do cinema brasileiro: a Embrafilme (Empresa Brasileira de Filmes), a Fundação do Cinema Brasileiro, que cuidava do curta-metragem e de projetos de produção e difusão cultural, e o Concine (Conselho Nacional de Cinema). A situação começou a mudar, lentamente, quando a Lei do Audiovisual, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Itamar Franco (substituto de Collor, que sofreu processo de impeachment), entrou em vigor. Seu pleno funcionamento (a lei foi sancionada em 20 de julho de 1993) se faria notar em 1995, com a estréia da comédia histórica Carlota Joaquina, princesa do Brazil, filme de Carla Camurati, e com a comédia romântica O quatrilho, de Fábio Barreto. -
A Programação De TV Da Rede Globo Voltada Para O Púbico Infanto-Juvenil: 50 Anos De História Marcus Tavares
A programação de TV da Rede Globo voltada para o púbico infanto-juvenil: 50 anos de história Marcus Tavares A produção audiovisual voltada para público infanto-juvenil na tevê aberta co- mercial brasileira começa a ser realizada logo nos primeiros anos em que a tevê chega ao país. Primeira emissora latino-americana a entrar no ar, em definitivo no dia 18/09/1950, a PRF3-TV, Tupi-Difusora, Canal 3, sediada em São Paulo, inicia sua programação com diferentes programas que logo atraem crianças e jovens. Entre eles destacam-se o Grande Vesperal Trol, Falcão Negro, o Clu- be do Guri, bem como as atrações Coelhinho Teco-Teco, Tia Gladys e o Circo Bom-Bril. Isso sem esquecer dos desenhos animados, afinal todos os desenhos exibidos no cinema eram copiados em 16mm, o que facilitava a exibição na TV. Concursos infantis, como o de robustez ou de fantasias carnavales- cas, complementavam o elenco de programas dirigidos à criança, cujo volume dentro da programação dava margem à crítica de al- guns no sentido de que a televisão era basicamente um divertimen- to infantil (FANUCCHI, 1996, p.153) 357 TRAJETÓRIAS DA EDUCOMUNICAÇÃO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS E A FORMAÇÃO DE SEUS PROFISSIONAIS A programação de TV da Rede Globo voltada para o púbico infanto-juvenil: 50 anos de história As emissoras que surgiram depois da TV Tupi trilharam o mesmo caminho. A audiência infanto-juvenil manteve-se como um dos principais públicos-alvo, possibilitando, em grande medida, receita para os canais e o cumprimento de legislações governamentais implantadas ao longo da história do país. -
Finance and Co-Productions in Brazil
9 Finance and Co-productions in Brazil ALESSANDRA MELEIRO The purpose of this chapter is to present an up-to-date (as of 2011) account of the funding available to filmmakers in Brazil, with particular consid- eration being given to the advantages and disadvantages to be gained from making co-productions. From an economic perspective, the audiovisual industry plays a stra- tegic role in the dissemination of information and therefore in the deci- sion-making process of the world economy, not to mention the capacity of generating products, employment and income. It was estimated that the revenue of the audiovisual industry in Brazil in 1997 was about $5.5 billion, equivalent to approximately 1per cent of Gross Domestic Product, compared with 1 per cent in Argentina, 0.5 per cent in Mexico, 1.1 per cent in Europe and 2.7 per cent in the USA.1 The four main American distributors enjoy the largest slice of the Brazilian market while the remaining market share is occupied by small independent distributors. From time to time, the major players, such as Columbia, Sony, Fox, Warner and UIP, have also invested in the distri- bution of Brazilian products. In this case, the company also acts as the producer, profiting from fiscal exemption in the remittance of foreign currency used in the co-production of Brazilian films (through Article 3A, resources secured through fiscal renouncement). Examples of this prac- tice include Tropa de Elite 2 (Elite Squad 2, 2010), with over 11 million 1 Iafa Britz, ‘Brazil–Europe: Notes on Distribution, Finance and Co-Production’, in Exploiting European Films in Latin America, Media Business file, n. -
Universidade Do Estado Do Rio De Janeiro Centro De Educação E Humanidades Faculdade De Comunicação Social
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Centro de Educação e Humanidades Faculdade de Comunicação Social Libny Silva Freire Chegou a hora do charminho: A construção do imaginário da cultura charme e da identidade charmeira Rio de Janeiro 2017 Libny Silva Freire Chegou a hora do charminho: A construção do imaginário da cultura charme e da identidade charmeira Tese apresentada, como requisito parcial para obtenção do título de Doutora, ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Linha de Pesquisa: Cultura de Massa, Cidade e Representação Social. Orientador: Prof. Dr. João Luís de Araújo Maia Rio de Janeiro 2017 CATALOGAÇÃO NA FONTE UERJ / REDE SIRIUS / BIBLIOTECA CEH/A F866 Freire, Libny Silva. Chegou a hora do charminho: A construção do imaginário da cultura charme e da identidade charmeira / Libny Silva Freire. – 2017. 168 f. Orientador: João Luís de Araújo Maia. Tese (Doutorado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Comunicação Social 1. Comunicação Social – Teses. 2. Negros - Identidade racial – Teses. 3. Territorialidade humana – Teses. I. Maia, João Luis de Araújo. II. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Comunicação Social. III. Título. es CDU 659:7 Autorizo, apenas para fins acadêmicos e científicos, a reprodução total ou parcial desta tese, desde que citada a fonte. ___________________________________ _______________ Assinatura Data Libny Silva Freire Chegou a hora do charminho: A construção do imaginário da cultura charme e da identidade charmeira Tese apresentada, como requisito parcial para obtenção do título de Doutora, ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. -
Títulos De DVD
BIBLIOTECA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Títulos de DVD 2 FILHOS DE FRANCISCO:A HISTORIA DE ZEZÉ DE CAMARGO E LUCIANO. São Paulo: Conspiração Filmes, 2005. 1 DVD (129 min), NTSC, som., color. 2 PERDIDOS NUMA NOITE SUJA. Barueri, SP: Europa Filmes, 2002. 1 DVD (100 min), NTSC, som., color. A ALEGRIA = THE JOY. [Rio de Janeiro]: Duas Mariola, 2011. 1 DVD (100 min.), son., color., 4 ¿ pol. (Cinema brasileiro contemporâneo). A BEIRA DO CAMINHO. Direção de Breno Silveira; Roteiro de Patricia Andrade. Rio de Janeiro: Conspiração Filmes, 2012. 1 DVD (99min.), NTSC, son.; color. A CASA DE ALICE. São Paulo: Imovision, 2007. 1 DVD (92 min), NTSC, som., color. À DERIVA. Rio de Janeiro: 02 Filmes, 2009. 1 DVD (102min.), NTSC, son.; color. A DONA DA HISTÓRIA. [São Paulo]: Buena Vista Home Entartainment, 2004. 1 DVD (87min), NTSC, son., color. A ERVA DO RATO. Direção de Julio Bressane. [Rio de Janeiro]: República Pureza Filmes, 2008. 1 DVD (82 min.), son., color. A FESTA DA MENINA MORTA. [Rio de Janeiro]: Bananeiras Filmes, 2008. 1 DVD (116 min.), NTSC, son., color. A GUERRA DOS ROCHA. São Paulo: Fox Filmes do Brasil,2008., 2008. 1 DVD (77 min), NTSC, som., color. A MÁQUINA: O AMOR É O COMBUSTÍVEL. São Paulo: Buena Vista International, 2005. 1 DVD (94 min), NTSC, som., color. A MULHER DO MEU MELHOR AMIGO. [São Paulo]: Buena Vista, 2009. 1 DVD (85 min), NTSC, som., color. A MULHER INVISÍVEL. Rio de Janeiro: Conspiração Filmes, 2009. 1 DVD (105min.), NTSC, son.; color. AMARELO MANGA. Manaus: California Filmes, 2003. 1 DVD (101 min), som., color. -
Catalogo De Filmes Nacionais.Pdf
1 2 educação municipal prevê a formação de estudantes em consonância A com o tempo presente e para o futuro, buscando promover a apropriação e construção de conhecimentos por meio do desenvolvimento da capacidade crítica e criativa. Nessa perspectiva, o projeto Hora de Cinema propõe a exibição sistemática de filmes, como instrumento de apoio à prática pedagógica. Assim, este catálogo tem como objetivo auxiliar professores no processo de seleção de filmes. A opção pelos filmes nacionais, justifica-se pela valorização da produção audiovisual brasileira, bem como para auxiliar no atendimento à Lei 13.006 de 2014, que determina a exibição de, no mínimo, duas horas de filmes nacionais por mês nas escolas de Educação Básica do país. Este catálogo está organizado por faixa etária e contém o tempo de duração de cada filme, além da sinopse. Ao final, encontra-se a relação de filmes para consulta por ordem alfabética, para facilitar a busca. A Secretaria Executiva de Tecnologia na Educação por meio da equipe de cinema/ SeteCine se coloca a disposição para dar suporte às escolas que necessitem de assessoria para execução desse projeto. APRESENTAÇÃO 3 Prefeitura do Recife Secretaria de Educação Jorge Vieira Secretaria Executiva de Tecnologia na Educação Francisco Luiz dos Santos Gerência de Tecnologia na Educação Gutemberg Cavalcanti Divisão Pedagógica Maria Cleoneide Adolfo Brito Setor de Cinema Antônia Cristina Silva Mendes Pesquisa: Milena Paiva e Carla Marinho Redação: Iago Fernandes Contato: Diagramação: Departamento de Design Setecine Supervisão de Acessibilidade: Adilza Gomes Blog: setecine.blogspot.com Facebook: Setecine Filmes Nacionais - Vol. 1 Email: [email protected] Recife, 2015 Fone: 3355-5482 4 Rua Oliveira Lima, 824, Soledade PRO DIA NASCER FELIZ (Brasil, 2006) Classificação etária: Livre Duração: 1 hora e 28 min Diretor: João Jardim Sinopse: O documentário mostra os principais problemas que os jovens brasileiros enfrentam na escola: precariedade, preconceito, violência e abandono. -
Universidade Federal Fluminense Instituto De Artes E Comunicação Social Curso De Cinema E Audiovisual
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE ARTES E COMUNICAÇÃO SOCIAL CURSO DE CINEMA E AUDIOVISUAL NEOCHANCHADAS (?) As supostas novas chanchadas no cinema comercial da retomada JOCIMAR SOARES DIAS JUNIOR Monografia apresentada como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Cinema e Audiovisual. Orientação: Prof. Dr. Fernando Morais da Costa. Componentes da banca: Prof. Dr. João Luiz Vieira e Prof. Dr. Rafael de Luna Freire. Rio de Janeiro - Niterói 2013 2 AGRADECIMENTOS Agradeço aos meus familiares: à minha irmã, Náthaly Menezes, pelo companheirismo de sempre; ao meu pai, Jocimar Dias, por todo o incentivo aos meus estudos e apoio financeiro; à minha avó, Edylaura Menezes, em cuja casa isolei-me para escrever parte desta monografia; e em especial à minha mãe, Marcia Menezes, não só pela constante inspiração artística e pessoal, mas também por ter me levado ao cinema na infância sempre que podia, inclusive para ver os filmes da Xuxa e do Didi nos anos 1990 – ao me levar para ver O Noviço Rebelde em 1997, mal sabia ela que estava iniciando a minha relação tanto com o cinema brasileiro em si quanto com meu futuro objeto de pesquisa. Ao meu amigo Vitor Medeiros, por diversos motivos: por ajudar-me a organizar minhas ideias, inclusive me presenteando com o Como se faz uma tese, do Umberto Eco, quando eu estava pensando em escrever esta monografia em aforismos; por emprestar-me o ambiente tranquilo de sua casa, para leituras e períodos de escrita deste trabalho; por todo o carinho e apoio. A Vitor Medeiros e Juliana Corrêa pela ajuda para encontrar cópias em DVD da maioria dos filmes que serão estudados aqui. -
O Mercado Cinematográfico Brasileiro E a Aliança Entre O Global E O Local
O MERCADO CINEMATOgrÁFICO BRASILEIRO E A ALIANÇA ENTRE O GLOBAL E O LOCAL MARCELO IKEDA Mestre em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professor do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará. E-mail: [email protected] REVISTA GEMINIS ANO 3 - N. 2 | P. 69 - 82 RESUMO A indústria cinematográfica vem passando por processos de transformação, associados às transforma- ções nos modos de produção e consumo do capitalismo contemporâneo, com a formação de grandes conglomerados globais. O trabalho proposto pretende investigar o impacto desses processos na produ- ção cinematográfica brasileira do novo século, mostrando exemplos em que a ação local existe não como afirmação da identidade local, mas apenas como estratégia de consolidação do global no local. Para tan- to, examinaremos como, no caso brasileiro, a partir de meados dos anos noventa, a crescente presença dos conglomerados globais na produção e distribuição de conteúdos cinematográficos brasileiros está calcada tanto no apoio de uma política estatal (o Art. 3º da Lei do Audiovisual) quanto na aliança com o maior grupo de mídia local (a criação da Globo Filmes). Palavras-Chave: Indústria Cinematográfica; Política cinematográfica; Lei do Audiovisual; Globo Filmes ABSTRACT The film industry is undergoing transformation processes associated with changes in the modes of production and consumption of contemporary capitalism, with the formation of large global conglome- rates. This paper investigates the impact of these processes in Brazilian filmmaking of the new century, showing examples where local action exists not as an affirmation of local identity, but just as the global consolidation strategy in place. Therefore, we will examine how, in Brazil, from the mid-nineties, the growing presence of global conglomerates in the production and distribution of film content is groun- ded in both the Brazilian support state policy (Article 3 of the Audiovisual Law ) and in alliance with the largest group of local media (the creation of Globo Filmes). -
O Filme Nas Telas a Distribuição Do Cinema Nacional
O FILME NAS TELAS a distribuição do cinema nacional Filme nas telas.indd 1 13/09/2010 15:14:04 Filme nas telas.indd 2 13/09/2010 11:16:51 Hadija Chalupe da Silva O FILME NAS TELAS a distribuição do cinema nacional Editora Terceiro Nome Instituto Iniciativa Cultural Filme nas telas.indd 3 13/09/2010 11:16:51 Filme nas telas.indd 4 13/09/2010 11:16:51 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ............................................................................................... 7 INTRODUÇÃO ................................................................................................ 11 1. A CONFIGURAÇÃO DO MERCADO CINEMATOGRÁFICO BRASILEIRO 1. A globalização e o território cinematográfico brasileiro .......................... 23 2. A democratização dos bens culturais ....................................................... 26 3. Embrafilme e Ancine – As instituições cinematográficas brasileiras ........ 32 4. A Empresa Brasileira de Filmes S/A (Embrafilme) .................................... 36 5. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) ................................................. 42 6. As políticas de regulamentação e fomento ............................................... 47 7. O modelo do mercado cinematográfico brasileiro ................................. 58 8. O espaço cinematográfico brasileiro ........................................................ 61 9. As majors e a distribuição de filmes nacionais .......................................... 65 10. Os mecanismos de incentivo à produção de filmes nacionais (leis de incentivo) ........................................................................................ -
Relatório Anual - TV Aberta Monitoramento Da Programação
Relatório Anual - TV Aberta Monitoramento da Programação 2007 Superintendência de Análise de Mercado Republicação 2015 Sobre este documento Os dados contidos nesse arquivo foram publicados originalmente no site do OCA em 2008, em arquivos separados. Em 2015, com o objetivo de aprimorar a disponibilização de informações, os dados foram reunidos num único documento, facilitando a sua leitura e busca. A forma original dos dados publicados foi mantida, acrescentando ao documento os textos introdutórios e a metodologia que constavam na página web original. Deste modo, as páginas seguintes preservam os aspectos originais da primeira publicação, como a identidade visual do OCA e da própria ANCINE e a identificação da Superintendência e Coordenação à época da publicação. Metodologia O relatório de TV Aberta tem como objetivo acompanhar a programação de obras audiovisuais nas principais emissoras de televisão aberta no Brasil, especialmente obras cinematográficas de longas-metragens. Neste relatório, constam as informações relativas ao Superintendência de Acompanhamento de Mercado monitoramento da programação das cabeças de rede das principais emissoras brasileiras (SBT, Rede Bandeirantes, Rede Globo, Rede Coordenação de Mídias Eletrônicas Record, TV Cultura, TV Brasil, TV Gazeta, Rede TV! e CNT/TV JB). Superintendente: Vera Zaverucha As fontes utilizadas para a elaboração e sistematização dos dados são as grades e sinopses de Coordenação Técnica: Marcelo Ikeda programação de jornais (O Globo/RJ e Folha de São Paulo) e os Elaboração Técnica: Fernando Martins próprios sítios das emissoras na internet, complementados com outras informações impressas e sítios da internet especializados Apoio Técnico: Renata Silva sobre filmes na TV Aberta Brasileira. Helena Barbosa As categorias* e subcategorias utilizadas para a classificação da programação foram adaptadas a partir do seguinte estudo: ARONCHI DE SOUZA, José Carlos.