O Alentejo Como Parte Integrante Da Euro-Região Do Sudoeste Peninsular
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PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico PR-04037 fevereiro de 2019 PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico Sociedade Portuguesa de Inovação PR-04037 | fevereiro de 2019 FERREIRA DO ALENTEJO | PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO ENTREGÁVEL 02. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO FEVEREIRO 2019 Índice de conteúdos 1. Introdução .................................................................................................................... 12 1.1. Apresentação do trabalho .......................................................................................................... 12 1.2. Apresentação do documento ..................................................................................................... 16 2. Caraterísticas e Tendências do Território .................................................................... 20 2.1. Ferreira do Alentejo no Mapa ..................................................................................................... 20 2.1.1. Enquadramento Territorial .................................................................................................. 20 2.1.2. Enquadramento Geoestratégico ........................................................................................ 23 2.1.3. Considerações para o Diagnóstico ................................................................................... 30 2.2. Recursos Naturais e Sustentabilidade Ambiental ..................................................................... -
Os 30 Anos Das Locomotivas 1900 E 1930
Portugal Ferroviário - Os Caminhos de Ferro na Net Edição 13 | Agosto de 2011 www.portugalferroviario.net Os 30 anos das locomotivas 1900 e 1930 Linha do Alentejo reabre www.portugalferroviario.net Página 1 Portugal Ferroviário - Os Caminhos de Ferro na Net Índice Editorial 3 Notícias 4 Actualidades 5 UDD prontas para serviço Intercidades 5 Takargo em operação no terminal de São Martinho do Campo 5 Linha do Alentejo reabre 6 Espólio da secção museológica de Estremoz seguiu para o MNF 8 À descoberta dos EUA (II) 9 por João Lourenço Os 30 anos das locomotivas 1900 e 1930 (I) 15 por João Cunha O comboio da Praia do Sol 19 por Carlos Loução A figura do passado 24 Últimas 25 Ficha técnica Redacção: Fotografias: Contribuições para: Carlos Loução Carlos Loução [email protected] João Cunha Detlef Sckikorr Endereço: João Lourenço João Cunha Pedro André João Joaquim http://www.portugalferroviario.net Ricardo Ferreira João Lourenço João Marques João Morgado José Sousa Pedro Mêda Ricardo Ferreira Valério dos Santos A nossa capa: Locomotiva 1903 em manobras na estação do Ramalhal © João Cunha Obras na linha do Alentejo entre Vendas Novas e Casa Branca © José Sousa www.portugalferroviario.net Página 2 Portugal Ferroviário - Os Caminhos de Ferro na Net Editorial Eis-nos em Agosto, o mês de férias por excelência, e que normalmente é aproveitado por todos para retemperar energias em destinos mais ou menos longínquos, de acordo com os gostos e disponibilidades financeiras de cada um. Nós na Trainspotter não paramos, e neste mês propomos aos nossos leitores um primeiro olhar sobre uma efeméride com significado para os caminhos de ferro portugueses - os 30 anos das locomotivas 1900 e 1930. -
Engenharia Civil
Imagem: IP, S.A. ANÁLISE E SIMULAÇÃO DO IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DE UMA LINHA DE ALTA VELOCIDADE NO CORREDOR LISBOA-PORTO – CASO DE ESTUDO DO TROÇO PORTO-AVEIRO – Diogo Manuel Antunes Machado Dias Victória Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Civil Orientador: Professor Doutor Paulo Manuel da Fonseca Teixeira Júri Presidente: Professor Doutor João Torres de Quinhones Levy Orientador: Professor Doutor Paulo Manuel da Fonseca Teixeira Vogal: Professor Doutor Nuno Alexandre Baltazar de Sousa Moreira Outubro de 2015 Agradecimentos Esta dissertação é o resultado final deste meu percurso académico que representou um passo muito importante na minha vida. Quero assim deixar o meu sincero agradecimento a todos aqueles que me acompanharam de perto, me ajudaram e me animaram ao longo de todo este percurso. Agradeço ao Professor Dr. Paulo Teixeira pela força e motivação que me transmitiu durante o lecionamento da disciplina de Engenharia Ferroviária e ao longo de toda a duração de concretização desta dissertação. Pelas suas abordagens construtivas que no final levaram a um enriquecimento do conteúdo abordado neste trabalho, tornando-o mais profícuo. Quero agradecer a todos os meus amigos que muitos bons momentos me proporcionaram e muita ajuda me deram nos momentos mais complicados. Desejo-vos tudo de bom, que a vida vos sorria assim como foi nos nossos momentos mais felizes e divertidos. Quero particularmente agradecer ao António, ao Tojo, ao Rui, ao João, ao Diogo, ao Sequeira, ao Teixeira e em especial à Fernanda. Agradeço a toda a minha família pelo apoio prestado ao longo desta caminhada e pela coragem que me transmitiram para a realização e conclusão desta dissertação. -
Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português 2012-2016
Ecossistema Ferroviário Relatório Anual – 2016 ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS 2012-2016 Abril de 2018 1 ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS – 2012-2016 • AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes | Rua de Santa Apolónia, n.º 53 | 1100-468 Lisboa • www.amt-autoridade.pt • Observatório do Ecossistema da Mobilidade e dos Transportes | abril de 2018 Ecossistema Ferroviário Português – 2012-2016 Índice Siglas e abreviaturas ............................................................................................................ 3 1. Introdução ......................................................................................................................... 5 2. Breve perspetiva histórica .............................................................................................. 7 2.1. Contexto comunitário ....................................................................................................................... 7 2.2. Breve enquadramento do sistema ferroviário em Portugal .............................................. 9 3. Análise operacional do ecossistema ferroviário ........................................................ 12 3.1. Infraestrutura ...................................................................................................................................... 12 3.1.1. Caracterização geral................................................................................................................ 12 3.1.2. Capacidade utilizável e nível de utilização .................................................................... -
Plano De Ação Da Linha Do Sul I
PLANOS DE AÇÃO DA REDE FERROVIÁRIA NACIONAL PLANO DE AÇÃO DA LINHA DO SUL I Maio 2020 Plano de Ação da Linha do Sul I PLANOS DE AÇÃO DA REDE FERROVIÁRIA NACIONAL PLANO DE AÇÃO DA LINHA DO SUL I Equipa de trabalho principal: Alexandre M. Silva Pereira, Eng., DFA Eng. Acústica António José Ferreira, DFA Eng. Acústica Aline Ventura Nardi, Arq, MArq. J. L. Bento Coelho Eng., MSc., PhD., IIAV Fellow (Coordenador) 2/61 Plano de Ação da Linha do Sul I CONTEÚDO RESUMO ............................................................................................................................. 4 1. ÂMBITO E OBJETIVOS .............................................................................................. 8 2. ENQUADRAMENTO LEGAL .................................................................................... 10 3. O RUÍDO FERROVIÁRIO DA LINHA DO SUL I ....................................................... 15 4. METODOLOGIA DO PLANO DE AÇÃO ................................................................... 21 4.1. PRINCÍPIOS........................................................................................................................ 21 4.2. METODOLOGIA GERAL ........................................................................................................ 21 5. ENVOLVENTE ACÚSTICA DA LINHA DO SUL I ..................................................... 24 5.1. ANÁLISE ACÚSTICA ............................................................................................................ 24 5.2. MEDIDAS JÁ IMPLEMENTADAS E -
4.º Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português – 2019
ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS 2019 Junho 2021 1 | Índice ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS, 2019 • AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes | Rua de Santa Apolónia, n.º 53 | 1100-468 Lisboa • www.amt-autoridade.pt • Observatório do Ecossistema da Mobilidade e dos Transportes | Junho de 2021 2 Índice 1. Sumário executivo .................................................................................................. 5 2. Introdução ............................................................................................................... 8 2.1. Funções da AMT e a sua principal atividade regulatória 10 2.2. Caracterização dos operadores do ecossistema 13 3. Teste de Equilíbrio Económico (TEE) ................................................................... 17 4. PART – Programa de Apoio à Redução Tarifária ................................................ 21 5. Atividade de gestão das infraestruturas ............................................................. 25 5.1. Caracterização geral da rede 25 5.2. Utilização da rede ferroviária 28 5.3. Estado da infraestrutura 30 5.4. Tarifação da infraestrutura 31 5.5. Investimentos na infraestrutura ferroviária 34 5.6. Recursos humanos do gestor da infraestrutura 37 5.7. Benchmarking das infraestruturas 38 6. Serviço de transporte de passageiros .................................................................. 40 6.1. Cobertura geográfica 40 6.2. Oferta e procura do transporte ferroviário de passageiros 42 6.3. Base Tarifária Média 45 6.5. Material circulante 47 6.6. Recursos -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2002 RELATÓRIO E CONTAS 2002 ÍNDICE / INDEX SÍNTESE DE INDICADORES 4 ÓRGÃOS SOCIAIS 5 DIRECÇÕES 6 QUADRO DO "GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2002" 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 9 I. INTRODUÇÃO 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO 10 III. APRECIAÇÃO GLOBAL 11 IV. GOVERNO DA SOCIEDADE 12 IV.1. INTRODUÇÃO 12 IV.2. ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA SOCIEDADE E DO GRUPO 13 IV.3. COMPORTAMENTO BOLSISTA DAS ACÇÕES 13 IV.4. POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO DE DIVIDENDOS 13 IV.5. PLANOS DE ATRIBUIÇÃO DE OPÇÕES DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES 14 IV.6. DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA 14 IV.7. GABINETE DE APOIO AO INVESTIDOR 14 IV.8. EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO E REPRESENTAÇÃO DE ACCIONISTAS 14 IV.9. REGRAS SOCIETÁRIAS 14 IV.10. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ÓRGÃO DE ADMINISTRAÇÃO 15 V. ANÁLISE SECTORIAL 18 V.1. CONSTRUÇÃO CIVIL E OBRAS PÚBLICAS 18 V.1.1. MERCADO INTERNO 18 A) ACTIVIDADE GERAL 18 B) EXPLORAÇÃO 19 GEOTECNIA E FUNDAÇÕES 20 CONSTRUÇÃO CIVIL E INDUSTRIAL 20 OBRAS PÚBLICAS 21 METALOMECÂNICA 22 CENTRO OPERACIONAL DE COFRAGENS E PRÉ-ESFORÇO (COC) 22 C) PARTICIPAÇÕES E ASSOCIAÇÕES 22 BELBETÕES - FUNDAÇÕES E BETÕES ESPECIAIS, LDA. 23 EPOS - EMPRESA PORTUGUESA DE OBRAS SUBTERRÂNEAS, LDA. 23 SOMAFEL - ENGENHARIA E OBRAS FERROVIÁRIAS, S.A. 23 OFM - OBRAS PÚBLICAS, FERROVIÁRIAS E MARÍTIMAS, S.A. 24 GCF - GRUPO CONSTRUTOR DA FEIRA, ACE 24 METROPAÇO, ACE 24 ACESTRADA - CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS, ACE 24 TDGI - TECNOLOGIA DE GESTÃO DE IMÓVEIS, S.A. 24 METROLIGEIRO - CONSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURAS, ACE 24 2 TRÊS PONTO DOIS, ACE 24 V.1.2. MERCADO EXTERNO 24 V.1.2.1. -
Transporte Ferroviário
TRANSPORTE FERROVIÁRIO RELATÓRIO ANUAL DE SEGURANÇA DE 2012 CONTROLO DO DOCUMENTO Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. Avenida das Forças Armadas, nº 40 Elaborado por: 1649-022 Lisboa Portugal Aprovado por: Conselho Diretivo Revisto por: José Pinheiro (Eng.º) Elaborado por: Emídio Cândido (Eng.º) Edição/Revisão: 01 / 2013 Data: 23.09.2013 Tipo de Documento: Relatório Status do documento: Final ÍNDICE A.1 – Âmbito ................................................................................................................................. 3 A.2 – Summary............................................................................................................................. 3 B – Introdução ............................................................................................................................. 4 C – Organização do IMT,I.P ........................................................................................................ 6 D – O desenvolvimento da segurança ferroviária.................................................................... 8 E – Alterações relevantes na legislação e regulação ............................................................ 24 F – O desenvolvimento da certificação e autorização de segurança .................................. 25 G – Supervisão das empresas de transporte ferroviário e do gestor da infraestrutura .... 27 H – Aplicação do Método Comum de Segurança de Determinação e Avaliação dos Riscos ................................................................................................................................ -
TEMPOS DE MUDANÇA Índice
PORTUGAL FERROVIÁRIO - OS CAMINHOS DE FERRO NA INTERNET EDIÇÃO N.º 18 | JANEIRO DE 2012 TEMPOS DE MUDANÇA Índice TrainspoTTer n.º 18 - Janeiro 2012 Redacção Editorial 2 • Carlos Loução • João Cunha Spotting 3 • Ricardo Cruz • Pedro André Comboio Correio • Ricardo Ferreira Contribuições para: Racionalização da frota ao serviço da CP Carga 4 [email protected] Fim de Serviço Regionais 5 Endereço: http://www.portugalferroviario.net Reportagem Serviço horário anual 2012 6 Spotting 11 Comboios de Portugal Novas UQE 3500 12 Portuguese Traction Group 2012 14 Em Julho de 2008, vemos um Intercidades Lisboa-Faro com a 5601, Comboio Histórico cruzando os canais de Alcácer do Sal. - Ricardo Ferreira O Passados dos Horários - Zona Norte (1992) 16 descarrilamenTos Os 120 Anos da Linha de Sintra 18 Trainspotter nº17 Spotting 21 • Na legenda da segunda foto Bitola Ibérica da página 5 onde tem “… da Bobadela, Alverca, 12 de…” deve ler-se “… da Bobadela, Paialvo, Linha de Alta Velocidade chega à Galiza 22 12 de…”; • Na página 5, onde se refere à Spotting 25 notícia do Sentinel, ficou por dizer que o Sentinel 1185 seguiu para A Minha Opinião a Siderurgia devido a uma avaria detectada no 1172, que forçou a sua retirada; Portagens Ferroviárias - Que Repercursões 26 • Na página 6 onde refere “…uma combinação de vermelho, preto Figura do Passado e branco…” deve ler-se “…uma combinação de vermelho, cinzento Nohab 0111 28 e branco…”. • Na página 15, a informação das Sorefames a 200 km/h não é Sala de Espera 29 correcta. Desde o dia 11 que todos IC com máquina e carruagem Estação Terminal 30 possuem carta T-200, mas com Sorefames o comboio ainda fica limitado a 160 km/h. -
Relatório De Actividades 2010
REFER EPE R E D E F E R R O V I Á R I A N A C I O N A L D I R E C Ç Ã O G E R A L D E P L A N E A M E N T O E E S T R A T É G I C A D I R E C Ç Ã O D E G E S T Ã O D E A T R A V E S S A M E N T O S E P A S S A G E N S D E N Í V E L Segurança no Atravessamento da Via-Férrea 2010 REFER-GCA RELATÓRIO de ACTIVIDADES CP00000071 Segurança no Atravessamento da Via Férrea – Relatório de Actividades 2010 ÍNDICE Sumário …………..………………………………………………………………………………………….. 1 Introdução …………………………………………………………………………………………………... 3 1 - Acções Desenvolvidas …………………………………………………………………...…................ 4 1.1 – Supressão e Reclassificação de PN …………………………………………................. 4 1.2 – Medidas de Mitigação do Risco ………….……………………………………………... 7 1.3 – Acções Estratégicas ….. ………………………………………….……..……………….. 10 2 – Quantidade e Evolução das Acções em PN………………………………..………………........... 15 3 – Sinistralidade em PN ………………………………………………………….…………………..……. 18 3.1 – Registo em 2010 …………………… …………………………………..………………… 18 3.2 – Consequências estimadas para a sociedade…………………….………...………… 19 3.3 – Evolução da sinistralidade….. ……………………………………….…………………… 19 4 – Estratégia ………………………………..………………………………………………………………. 20 4.1 – Modelo de Risco …………………… ………………………………………….…………. 20 4.2 – Acções preponderantes em 2011 para a implementação da estratégia …….….. 20 5 – Conclusões ……………………………………………………………………………………………… 23 ANEXO 1 – Acções Realizadas – Quadros Globais ANEXO 2 – Acções Realizadas – Pormenor ANEXO 3 – Passagens de Nível Existentes em 31/12/2010 ANEXO 4 – Cálculo de Indicadores Direcção Geral de Planeamento e Estratégia Direcção de Gestão de Atravessamentos e Passagens de Nível Segurança no Atravessamento da Via Férrea – Relatório de Actividades 2010 Sumário A segurança em Passagens de Nível (PN) constitui uma das prioridades da REFER, enquadrada pelo Decreto-Lei nº 568/99 de 23 de Dezembro e pelos objectivos de redução da sinistralidade fixados nas Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário. -
Década De 1840 Década De 1850
Década de 1840 19 de Dezembro de 1844 - Fundação da Companhia das Obras Públicas de Portugal. Um dos objectivos é a elaboração de estudos para a construção do Caminho de Ferro. 19 de Abril de 1845 - Foi celebrado um contrato preliminar entre o governo e a Companhia das Obras Públicas de Portugal, para a construção e aperfeiçoamento das vias de comunicação no território nacional; uma das cláusulas referia-se à instalação de uma ligação ferroviária entre Lisboa e a fronteira com Espanha Década de 1850 18 de Julho de 1851 - Foi nomeada uma comissão, para estudar a proposta do empresário Hardy Hislop para um caminho-de-ferro entre Lisboa e Badajoz 20 de Outubro de 1851 - Baseados no relatório da comissão, foram elaboradas as bases de um concurso para a ligação ferroviária entre Lisboa e a fronteira, passando por Santarém 06 de Maio de 1852 - Sob a inspiração de Fontes Pereira de Melo, é lançado o concurso para o projecto, elaborado em 1851 31 de Julho de 1852 - Foi encerrado o concurso, tendo a concessão sido atribuída a Hardy Hislop, como representante da Companhia Central Peninsular dos Caminhos de Ferro de Portugal 30 de Agosto de 1852 - É formado o Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, cuja função era impulsionar as iniciativas de fomento nacional, incluindo o transporte ferroviário 9 de Dezembro de 1852 - Hardy Hislop apresentou, ao governo, o projecto do troço entre Lisboa e Santarém, elaborado pelo engenheiro Rumball 03 de Fevereiro de 1853 - O projecto de Hardy Hislop foi aprovado com algumas modificações, como o local -
Projeto De Lei Nº 1204/Xiii/4ª Aprova As Normas Orientadoras Do Plano
Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI Nº 1204/XIII/4ª APROVA AS NORMAS ORIENTADORAS DO PLANO FERROVIÁRIO NACIONAL E UM PROGRAMA DE INVESTIMENTOS PARA A SUA EXECUÇÃO Exposição de Motivos 1. Uma das primeiras decisões de política de transportes que a Assembleia da República aprovou, no quadro da presente legislatura, foi uma recomendação ao Governo no sentido da “apresentação à Assembleia da República, no prazo de um ano, de um documento estratégico para o sistema ferroviário, que vise a promoção da mobilidade dos passageiros e das mercadorias, o qual servirá de base, num prazo breve e exequível, a um Plano Ferroviário Nacional “. Três anos depois, o Governo não apresentou qualquer projeto de diploma que permita configurar um Plano Ferroviário Nacional. É certo que, em 2016, o Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP) apresentou um “Plano de Investimentos em Infraestruturas - Ferrovia 2020” onde se identificava um conjunto de investimentos públicos para execução até 2020. Porém, face aos projetos incluídos no “Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas 3+ (PETI3+)”, facilmente se constata que o essencial dos projetos do Ferrovia 2020 mais não eram do que o re-anúncio de investimentos que já faziam parte das intenções do governo PSD/CDS, nomeadamente no transporte de mercadorias. A estratégia seguida pelo XIX Governo Constitucional visou a privatização das principais componentes do transporte ferroviário, nomeadamente da CP Carga (atual 1 Assembleia da República - Palácio de S. Bento - 1249-068 Lisboa - Telefone: 21 391 7592 - Fax: 21 391 7459 Email: [email protected] - http://www.beparlamento.net/ 1 Medway) e EMEF (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, S.A.), bem como a integração da REFER nas Estradas de Portugal, S.A.