Universidade Aberta
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
A Imprensa Em Cabo Verde E No Brasil Um Olhar, Duas Histórias
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS JORNALISMO A IMPRENSA EM CABO VERDE E NO BRASIL UM OLHAR, DUAS HISTÓRIAS ROSSANA PINA RIBEIRO RIO DE JANEIRO 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS JORNALISMO A IMPRENSA EM CABO VERDE E NO BRASIL UM OLHAR, DUAS HISTÓRIAS Monografia submetida à Banca de Graduaçãocomo requisito para obtenção do diploma de Comunicação Social/ Jornalismo. ROSSANA PINA RIBEIRO Orientadora: Profa. Dra. Cristina Rego Monteiro da Luz RIO DE JANEIRO 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO TERMO DE APROVAÇÃO A Comissão Examinadora, abaixo assinada, avalia a Monografia A Imprensa em Cabo Verde e no Brasil. Um olhar, duas histórias. Elaborada por Rossana Pina Ribeiro. Monografia examinada: Rio de Janeiro, no dia........./........./.......... Comissão Examinadora: Orientadora: Profa. Dra. Cristina Rego Monteiro da Luz Doutora em Comunicação e Cultura pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação .- UFRJ Departamento de Comunicação - UFRJ Profa. Cristiane Henriques Costa Doutor em Comunicação pela Escola de Comunicação - UFRJ Departamento de Comunicação -. UFRJ Prof. Paulo Guilherme Domenech Oneto Doutor em Filosofia pela Université de Nice (França) Departamento de Comunicação – UFRJ RIO DE JANEIRO 2013 FICHA CATALOGRÁFICA ROCHA, Juliana Marques. Representação da Baixada na mídia: a cobertura da chacina de 31 de março de Ribeiro, Rossana Pina. 2005. Rio de Janeiro, 2005. Jornalismo Comparado: A imprensa em Cabo Verde e no Brasil. Um olhar, duas histórias. Rio de Janeiro, 2013. Monografia (Graduação em Comunicação Social/ Jornalismo) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Escola de Comunicação – ECO. -
Instituto Superior De Educação Departamento De Geociências Licenciatura Em Biologia
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS LICENCIATURA EM BIOLOGIA Aspectos da Biodiversidade no Parque Natural da Serra de Malagueta Linda Lopes Fevereiro de 2007 LINDA MARIA FERNANDES BARRETO LOPES ASPECTOS DA BIODIVERSIDADE NO PARQUE NATURAL DE SERRA DE MALAGUETA Projecto de pesquisa apresentado ao I.S.E – como requisito parcial para obtenção do título de licenciatura em Biologia Orientadora: Dra. Vera Gominho Praia 2007 DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Trabalho científico apresentado ao I.S.E. para obtenção do grau de licenciatura em ensino de biologia. Elaborado por, Linda Fernandes Barreto Lopes, aprovado pelos membros do júri, foi homologado pelo concelho científico -pedagógico, como requisito parcial à obtenção do grau de licenciatura em ensino de biologia. O JURI ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ PRAIA ____/____/____ DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos meus queridos pais, que com toda a dedicação e carinho, sempre me incentivaram a prosseguir os estudos. Aos meus irmãos, em especial a Nilde, aos meus sobrinhos, enfim a todos os meus familiares, com os quais sempre eu pude contar. De uma forma muito especial ao meu esposo Aristides e minha filha Denise, pelo apoio em todos os sentidos, mas também pelo tempo subtraído ao convívio familiar. 3 AGRADECIMENTOS A realização deste dependeu muito do apoio e colaboração dada por diversas individualidades e instituições, que de uma forma calorosa, responderam as nossas solicitações, ao longo desse tempo. Assim sendo não poderíamos deixar de manifestar a nossa gratidão aos funcionários da Direcção geral do Ambiente (D.G.A), aos do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário (I.N.I.D.A.), e do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (I.N.M.G.), pela tolerância e informações prestadas. -
PLATAFORMA DAS ONG's DE CABO VERDE ONG's E/OU
PLATAFORMA DAS ONG’S DE CABO VERDE ONG’s E/OU ASSOCIAÇÕES CABOVERDIANAS MEMBROS DA PLATAFORMA Praia, Novembro / 2011 ILHA DE SANTIAGO – CONCELHO DA PRAIA ZONA NOME LOCALIZAÇÃO DA SEDE DOMÍNIO DE ACTIVIDADE GEOGRÁFICA 1- PLURAL - Associação para a Promoção da Família, Praia - Tel: 2611506 / Fax: 2614503 Promoção da Família, da Mulher e da Cabo Verde da Mulher e da Criança C.P. 174 – A Criança 2- ADAD - Associação para a Defesa do Ambiente e Praia - Tel: 2612650 / Telm: 9918555 Meio Ambiente Cabo Verde Desenvolvimento Fax: 2622705 3- Associação dos Deficientes Visuais de Cabo Verde Praia - Tel: 2622010 / 2647378 Apoio aos Deficientes Visuais Cabo Verde C.P. 6 4- AECV - Associação dos Escuteiros de Cabo Verde Praia - Tel: 2614417 / 9939243 Escutismo Cabo Verde Fax: 615654 - C.P. 817 5- MORABI - Associação de Apoio à Auto-Promoção da Praia - Tel: 2621775 / Fax: 2621722 Promoção da Mulher Cabo Verde Mulher no Desenvolvimento C.P. 568 6- LAB - Liga dos Amigos do Brasil Praia - Brasil - Tel: 2623434 Desenvolvimento Comunitário Brasil - Achada de Stº C.P. 568 António 7- Associação para o Desenvolvimento de S. Francisco S. Francisco - Tel: 2611668 / 2631104 Desenvolvimento Comunitário S. Francisco C.P. 351-C 8- Liga Nazarena de Solidariedade Praia - Tel: 2614556 / 2612587 Formação profissional / criação de centros Cabo Verde Fax: 2611824 – C.P. 5 infantis e juvenis 9- CITI-HABITAT - Centro de Investigação de Praia - Tel: 2644008 / Fax: 2643968 Desenvolvimento sócio-económico de Cabo Verde Tecnologias Intermédias para o Habitat C.P. 132-C grupos desfavorecidos 10- ACD - Associação Cabo-verdiana de Deficientes Praia - Tel: 2628682 / Fax: 2628684 Apoio aos Deficientes Cabo Verde [email protected] 11- Associação para o Desenvolvimento de Achada Praia - Tel: 2631280 Desenvolvimento Comunitário de Achada Achada Eugénio Lima Eugénio Lima C.P. -
Literatura Cabo-Verdiana: Leituras Universitárias
Simone Caputo Gomes Antonio Aparecido Mantovani Érica Antunes Pereira (Organizadores) Grupo de Estudos Cabo-verdianos de Literatura e Cultura CNPq-USP Literatura Cabo-verdiana: leituras universitárias Cáceres-MT 2015 UNEMAT Editora Editor: Maria do Socorro de Souza Araújo Diagramação: Ricelli Justino dos Reis Foto da capa: Genivaldo Rodrigues Sobrinho, tirada na Ponta do Sol – Ilha de Santo Antão, Cabo Verde, em 2009, no âmbito do Grupo de Estudos Cabo-verdianos CNPq/USP Revisão: Simone Caputo Gomes Publicação Online Conselho Editorial: Maria do Socorro de Souza Araújo (Presidente) Severino de Paiva Sobrinho Ariel Lopes torres Tales Nereu Bogoni Luiz Carlos Chieregatto Roberto Vasconcelos Pinheiro Mayra Aparecida Cortes Fernanda Ap. Domingos Pinheiro Neuza Benedita da Silva Zattar Roberto Tikau Tsukamoto Júnior Sandra Mara Alves da Silva Neves Gustavo Laet Rodrigues CIP – CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO G6331 Gomes, Simone Caputo. Literatura Cabo-verdiana: leituras universitárias / Simone Caputo Gomes, Antonio Aparecido Mantovani, Érica Antunes Pereira (organizadores). Cáceres: Ed. UNEMAT, 2015. 205 p. ISBN: 978-85-7911-145-7 1. Literatura Cabo-verdiana. 2. Literatura Comparada. 3. Letras. I. Mantovani, A.A. II Pereira, É. A. III Gomes, S. C. IV. Título. V. Título: leituras universitárias. Ficha catalográfica elaborada pelo bibliotecário Luiz Kenji Umeno Alencar - CRB1 2037 Unemat Editora Avenida Tancredo Neves n° 1095 Fone (0xx65) 3221-0023 Cáceres - MT - Brasil - 78200-000 Proibida a reprodução de partes ou do todo desta obra sem autorização -
Nº 10 «Bo» Da República De Cabo Verde — 6 De Março De 2006
I SÉRIE — Nº 10 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE — 6 DE MARÇO DE 2006 291 Decreto-Lei nº 25/2006 conservação de estradas bem como actualizar a classificação das estradas e definir os níveis de serviço das de 6 de Março vias públicas rodoviárias; Não obstante ter sido o Decreto-Lei nº54/2004, de 27 de Após consulta aos Municípios de Cabo Verde através da Dezembro sobre a comercialização, a informação e o controle Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde; da qualidade dos produtos destinados a alimentação de lactentes, objecto de regulamentação através do Decreto No uso da faculdade conferida pela alínea a) do n.º 2 do Regulamentar nº1/2005, de 17 de Janeiro, em consequência artigo 203 da Constituição, o Governo decreta o seguinte: da não implementação na prática dos preceitos definidos neste último diploma, corre-se o risco de um ruptura de Artigo 1º stocks dos produtos lácteos, destinados a crianças menores Objecto de vinte e quatro meses. O presente diploma tem por objecto, fundamental, a Tornando-se necessário reafirmar, por um lado, a valia classificação administrativa e gestão das vias rodoviárias e o dever da observância rigorosa dos preceituados, de Cabo Verde, bem como a definição dos níveis de serviço naqueles dois mencionados diplomas e, por outro lado, a das mesmas. conveniência em se estar ciente das reais dificuldades sentidas pelos operadores em dar cabal cumprimento ao CAPÍTULO I que neles se preceitua, importa que se encontre uma solução normativa satisfatória para a situação em apreço. Classificação Administrativa das Estradas O que terá que passar, inevitavelmente, pela prorrogação Artigo 2º do prazo para o inicio da vigência do mencionado Decreto- Lei n.º 54/2004. -
Distritos Recenseamento N° De ZONA N° DR
Distritos Recenseamento DISTRITOS DE RECENSEAMENTO A INQUIRIR DISTRITO DE RECENSEAMENTO N° de Familias N° de ZONA N° DR (DR) 1990 1997 Pessoas selecc. CONCELHO DE TARRAFAL Freguesia de Santo Amaro Abade 7 1 1 101 242 Centro de Tarrafal + parte de Ponta Gato 1 7 1 1 102 129 Ponta Lagoa 2 7 1 1 103 238 parte de Ponta Gato + Montearia 3 7 1 1 104 139 Codje Bicho 4 7 1 1 201 191 Achada Longueira 5 7 1 1 202 74 Achada Meio + Figueira Muita 6 7 1 1 204 76 Ribeira das pratas + Milho Branco 7 7 1 1 205 151 Mato Mendes + Curral Velho 8 7 1 1 207 157 Achada Montes+Fazenda+Ponta Furna+Ponta Lobräo 9 7 1 1 208 113 Biscainhos 10 7 1 1 210 119 parte de Achada Moiräo 11 7 1 1 212 115 Lagoa + Achada Lagoa 12 7 1 1 214 138 parte de Chäo Bom 13 7 1 1 215 130 parte de Chäo Bom 14 Freguesia de São Miguel Arcanjo 7 1 2 102 114 Calheta 15 7 1 2 103 109 Calheta 16 7 1 2 104 172 Veneza 17 7 1 2 201 181 Ribeiräo Milho + Chä de ponta 18 7 1 2 202 162 Achada Monte 19 7 1 2 204 133 parte de Principal 20 7 1 2 205 127 parte de Principal 21 7 1 2 207 153 parte de Espinho Branco 22 7 1 2 208 112 Gon-Gon + Xaxa 23 7 1 2 209 145 Piläo Cäo 24 7 1 2 211 125 Casa Branca+Igreja+Varanda+Achada Baril+C.Gomes 25 7 1 2 212 153 Varanda + Fundo Ribeiro 26 7 1 2 213 110 Cutelo Gomes 27 7 1 2 215 107 Pedra Barro+ Tagarra 28 7 1 2 217 102 Ponta Verde 29 7 1 2 218 98 Pedra Serrada 30 Fonte : RGPH/90 Distritos Recenseamento DISTRITOS DE RECENSEAMENTO A INQUIRIR DISTRITO DE RECENSEAMENTO N° de Familias N° de ZONA N° DR (DR) 1990 1997 Pessoas selecc. -
No 34 «Bo» Da República De Cabo Verde — 21 De Maio De 2014
1126 I SÉRIE — NO 34 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE — 21 DE MAIO DE 2014 ASSEMBLEIA NACIONAL envolvimento activo dos principais agentes e actores, directa ou indirectamente, implicados nas principais –––––– questões ambientais, (instituições sectoriais e nacionais a nível central e municipal, bem como as Organizações Resolução nº 104/VIII/2014 Não Governamentais (ONG) nacionais). de 21 de Maio Durante os encontros com as Câmaras Municipais A Assembleia Nacional, vota, nos termos da alínea m) foram abordadas questões, directa ou indirectamente do artigo 175.° da Constituição a seguinte Resolução: relacionadas com o Ambiente, nomeadamente, os instru- Artigo 1.° mentos de gestão municipal, abastecimento de água e saneamento básico, electrifi cação do Município, espaços Aprovação verdes, relacionamento com os Serviços desconcentrados É aprovado o Livro Branco sobre o Estado do Am- do Estado, entre outras. biente em Cabo Verde, elaborado ao abrigo do número Nos encontros com os Serviços Desconcentrados do 2 do artigo 50.° da Lei n° 86/IV/93, de 26 de Junho, que Estado nas ilhas visitadas, foram tratadas questões se publica em anexo à presente Resolução, que dela faz relacionadas com o funcionamento, os projectos parte integrante. directos ou indirectamente relacionados com o ambiente. Artigo 2.° Foram assim realizados encontros com os Sectores co- ordenadores dos Planos Ambientais Inter-Sectoriais Entrada em vigor (PAIS), elaborados no âmbito do processo de elaboração A presente Resolução entra em vigor no dia seguinte do segundo Plano de Acção Nacional para o Ambiente ao da sua publicação. (PANA II), e outros Sectores detentores de dados rela- cionados com a problemática ambiental, entre os quais Aprovada em 27 de Março de 2014. -
Cabo Verde: Antologia De Poesia Contemporânea
Revista África e Africanidades - Ano IV - n. 13 – Maio. 2011 – ISSN 1983-2354 CABO VERDE: ANTOLOGIA DE POESIA CONTEMPORÂNEA António de Névada – Carlota de Barros – Danny Spínola – Dina Salústio – Filinto Elísio – José Luis Hopffer C. Almada – Margarida Fontes – Maria Helena Sato – Mario Lucio Sousa – Oswaldo Osório – Paula Vasconcelos – Vasco Martins – Vera Duarte ILUSTRAÇÕES Abraão Vicente e Mito Elias ORGANIZAÇÃO Ricardo Riso Maio de 2011 1 Revista África e Africanidades - Ano IV - n. 13 – Maio. 2011 – ISSN 1983-2354 ÍNDICE Palavras Iniciais - Nágila Oliveira dos Santos Apresentação - Ricardo Riso POETAS António de Névada Carlota de Barros Danny Spínola Dina Salústio Filinto Elísio José Luis Hopffer C. Almada Poemas de NZé Dy Sant’Y’Águ Poemas de Erasmo Cabral de Almada Poemas de Alma Dofer Catarino Margarida Fontes Maria Helena Sato Mario Lucio Sousa Oswaldo Osório Paula Vasconcelos Vasco Martins Vera Duarte ILUSTRADORES - Biografias Abraão Vicente Mito Elias BIOGRAFIA Ricardo Riso * Imagem da capa: Retrato fingido do poeta em Pessoa. (mix). Mito Elias Técnica mista sobre papel. 15x21 cm. 2011 2 Revista África e Africanidades - Ano IV - n. 13 – Maio. 2011 – ISSN 1983-2354 PALAVRAS INICIAIS Raros são os momentos, no espaço editorial brasileiro, em que de desvela a produção artística de escritores e escritoras que pouco ou quase nunca circulam entre nós e em especial quando nos referimos especificamente sobre as literaturas africanas de língua portuguesa. Desde 2008, a Revista África e Africanidades, através de suas edições trimestrais, vem contribuindo para a inserção e divulgação das manifestações literárias africanas no espaço acadêmico brasileiro. Esforço este realizado tanto a partir da publicação de trabalhos realizados por estudantes e pesquisadores brasileiros quanto da publicação de obras de diversos escritores do outro lado do Atlântico. -
Concelho Do Tarrafal
CONCELHO DO TARRAFAL INVENTÁRIO DOS RECURSOS TURÍSTICOS FEVEREIRO/2013 CONCELHO DO TARRAFAL – INVENTÁRIO DOS RECURSOS TURÍSTICOS 1 Elaborado por SECTOUR – Serviços de Consultoria em Turismo, Lda. Rua Nhô Mozart, nº 22, Fazenda – Praia Tel.: (00238) 261 93 35 Telm.: (00238) 991 73 42 (00238) 991 48 84 Email: [email protected] 2 CONCELHO DO TARRAFAL – INVENTÁRIO DOS RECURSOS TURÍSTICOS APRESENTAÇÃO 9 I. OBJETIVOS .................................................................................................................... 9 II. METODOLOGIA .......................................................................................................... 10 CAPÍTULO I.............................................................................................................................. 11 ASPETOS GERAIS ..................................................................................................................... 11 1. Introdução ................................................................................................................... 11 1.1 Clima ......................................................................................................................... 11 1.2 Vegetação .................................................................................................................. 13 1.3 Fauna ......................................................................................................................... 13 CAPÍTULO II............................................................................................................................ -
Conselho De Santa Cruz. Inventário Dos Recursos Turísticos
CONSELHO DE SANTA CRUZ INVENTÁRIO DOS RECURSOS TURÍSTICOS FEVEREIRO/2013 CONCELHO DE SANTA CRUZ – INVENTÁRIO DOS RECURSOS TURÍSTICOS 1 2 CONCELHO DE SANTA CRUZ – INVENTÁRIO DOS RECURSOS TURÍSTICOS APRESENTAÇÃO I. OBJETIVOS .................................................................................................................. 11 II. METODOLOGIA .......................................................................................................... 12 CAPÍTULO I ASPETOS GERAIS 1. Introdução ................................................................................................................... 13 1.1 Clima ......................................................................................................................... 13 1.2 Vegetação .................................................................................................................. 15 1.3 Fauna ......................................................................................................................... 15 CAPÍTULO II - MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ 1. Caraterização do Município ......................................................................................... 16 1.1 Nome ......................................................................................................................... 16 1.2 Presidente ................................................................................................................. 16 1.3 Divisão Administrativa .............................................................................................. -
No 40 «Bo» Da República De Cabo Verde — 13 De Julho De 2012
810 I SÉRIE — NO 40 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE — 13 DE JULHO DE 2012 MINISTÉRIO DO AMBIENTE, HABITAÇÃO REGULAMENTO DO PLANO DIRECTOR E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO MUNICIPAL DE SÃO MIGUEL CAPÍTULO I –––––– Disposições Gerais Gabinete do Ministro Artigo 1.º Portaria nº 32/2012 Objectivo 1. O Plano Director Municipal de São Miguel, adiante de 13 de Julho designado por PDM-SM, é um documento enquadrado O Município de São Miguel, através dos seus órgãos pelos seguintes instrumentos legais: competentes, aprovou e submeteu a este Ministério, para a) Lei de Base do Ordenamento do Território e efeitos de ratifi cação, o Plano Director Municipal (PDM), Planeamento Urbanístico, aprovado pelo de São Miguel, que resultou da deliberação da Assembleia Decreto-Legislativo n.º 1/2006, de 13 de Municipal de São Miguel, realizada no dia 21 de Julho Fevereiro e alterado pelo Decreto-Legislativo de 2008, publicada no Boletim Ofi cial nº 41, Série II, do n.º 6/2010, de 21 de Junho; e dia 28/10/2009. b) Regulamento Nacional do Ordenamento do O PDM de São Miguel, enquanto instrumento de or- Território e Planeamento Urbanístico, aprovado denamento que rege a organização espacial do território pelo Decreto-Lei n.º 43/2010, de 27 de Setembro. municipal, é o plano urbanístico de grau hierárquico 2. O PDM-SM constitui o instrumento de planeamento superior, de natureza regulamentar, objecto de uma que rege a organização espacial da totalidade do território profunda e detalhada análise técnica multidisciplinar municipal, e tem por objectivo o ordenamento e desen- que constatou a sua conformidade em termos de conteúdo volvimento da totalidade do município de acordo com os material e documental, a compatibilidade com outros ins- princípios específi cos e fi ns determinados no diploma trumentos de gestão territorial em curso de elaboração, e que estabelece as Bases do Ordenamento do Território com os já aprovados, mostrando-se igualmente cumpridas e Planeamento Urbanístico. -
A Semana 726 DU
2 PRESIDENCIAIS A questão presidencial pode abrir uma ferida no seio da família do PAICV, principalmente se o assunto não for devidamente gerido pelas partes nela envolvidas. Numa altura em que se tem AA BB CC DD EEpraticamente como certa a recandidatura de Pedro Pires, dos potenciais candidatos ligados ao PAICV que se haviam posicionado na corrida, Felisberto Vieira é o único que se mostra insatisfeito, mantendo de pé o seu projecto presidencial. Actualidade F J H I GSexta-feira, 16 de Setembro de 2005 K F J H I G FilúK mantém candidatura edro Pires ainda não eventualidade, na mesma linha do na alma, sobretudo porque entrou de mana Hopffer Almada recusou-se a disse, publicamente, que vem fazendo em relação às le- cabeça na preparação da sua candi- pronunciar-se sobre o assunto, ale- se é ou não candida- gislativas. datura porque Pires lhe tinha garan- gando não ser este o melhor momen- to à sua própria su- Dado o sinal de recolher, na área tido que a sua missão na PR termina- to. “Impus a mim próprio não me pro- cessão. Mas dela do PAICV, os nomes que desponta- va em 2006. Por isso, e quanto mais nunciar sobre as presidenciais du- ninguém mais pare- ram nos últimos meses como poten- não seja pelo peso que acha ter den- rante algum tempo”, afirmou, sem ce ter dúvidas, so- ciais candidatos presidenciais come- tro da máquina tambarina, Filú acha clarificar até quando manterá este bretudo depois de lidas as en- çam a retirar-se, até porque quase que merece mais respeito, pelo que voto de silêncio.