Vulnerabilidade Social E Risco Ambiental: Uma Abordagem Metodológica Para Avaliação De Injustiça Ambiental

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Vulnerabilidade Social E Risco Ambiental: Uma Abordagem Metodológica Para Avaliação De Injustiça Ambiental ARTIGO ARTICLE 2695 Vulnerabilidade social e risco ambiental: uma abordagem metodológica para avaliação de injustiça ambiental Social vulnerability and environmental risk: a methodological approach for evaluating environmental injustice Ruy Cartier 1 Christovam Barcellos 1 Cristiane Hübner 2 Marcelo Firpo Porto 3 Abstract Introdução 1 Instituto de Comunicação The aim of this article was to evaluate socio- Nas últimas décadas, percebemos uma cres- e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, environmental vulnerability by selecting and cente preocupação de inúmeros pesquisadores Fundação Oswaldo Cruz, analyzing socioeconomic, demographic, and com relação às injustiças ambientais, principal- Rio de Janeiro, Brasil. infrastructural indicators around the Fazenda mente no que se refere à distribuição dos riscos 2 Programa de Pós-graduação em Urbanismo, Universidade Botafogo Industrial Park in the city of Rio de ambientais frente às populações de baixa renda Federal do Rio de Janeiro, Janeiro, Brazil, taking this work as a case study. e grupos étnicos 1,2,3,4,5,6,7. Mais especificamen- Rio de Janeiro, Brasil. The study aimed to determine whether there is a te essas pesquisas avaliam se certos segmentos 3 Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, correlation between socially vulnerable groups populacionais sofrem um dano desproporcional Fundação Oswaldo Cruz, and environmental risk, thus shaping a situation dos riscos ambientais. A recente atenção sobre Rio de Janeiro, Brasil. of environmental injustice. The study features a a questão tem sua origem nos estudos da U.S. Correspondência quantitative and spatial analysis based on the General Accounting Office 8 e da United Church R. Cartier use of a geographic information system (GIS). The of Christ’s Commission for Racial Justice 9. Esses Laboratório de Informação analyses show a strong correlation between social estudos forneceram evidências de que havia uma em Saúde, Instituto de Comunicação e Informação vulnerability and environmental risk, based on discriminação baseada na raça ou etnia, mos- Científica e Tecnológica em residents’ proximity to factories in the target area. trando que a distribuição espacial dos depósitos Saúde, Fundação Oswaldo Cruz. The indicators show that the populations with de resíduos químicos perigosos, bem como a lo- Av. Brasil 4365, the worst socioeconomic conditions tend to live calização de indústrias poluentes, não se fazia de Rio de Janeiro, RJ closest to the industrial sources of environmen- modo aleatório: ao contrário, se sobrepunham 21045-900, Brasil. [email protected] tal risks. Inversely, the population groups with e acompanhavam a distribuição territorial das the best socioeconomic conditions tend to live the etnias pobres nos Estados Unidos. farthest from such sources. No Brasil, nos últimos anos, movimentos sociais e acadêmicos passaram a se dedicar às Environment Risks; Social Vulnerability; Geograph- questões ligadas à justiça ambiental, o que re- ic Information Systems sultou, em 2001, na criação da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) 10. A partir desse mo- mento, surgiu a necessidade de ampliação do es- copo do conceito de injustiça ambiental, de mo- do a ultrapassar meramente as questões raciais e de localização de riscos provenientes de origem química presentes no debate norte-americano. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(12):2695-2704, dez, 2009 2696 Cartier R et al. Desse modo, a RBJA passou a conceituar in- da populacional mais pobre não tem opção de justiça ambiental como: “o mecanismo pelo qual saída destes espaços, fortalecendo o laço entre sociedades desiguais, do ponto de vista econômico vulnerabilidade social e vulnerabilidade ambien- e social, destinam a maior carga dos danos am- tal. Além da financeira, discriminações étnicas bientais do desenvolvimento às populações de podem influenciar a concentração e segregação baixa renda, aos grupos sociais discriminados, aos de determinados grupos populacionais em áreas povos étnicos tradicionais, aos bairros operários, de maior degradação e risco ambiental 2. às populações marginalizadas e vulneráveis” 11 O mesmo poder de atração que os terrenos (p. 14). de baixo valor exercem nas camadas populacio- Em metrópoles brasileiras como São Paulo, nais mais pobres também influencia na alocação Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Minas Gerais) de investimentos industriais. As indústrias por as parcelas mais pobres da população tendem necessitarem de terrenos extensos e baratos vão a viver próximas a lixões, aterros sanitários, áre- criar uma estreita relação com as classes eco- as inundáveis, plantas industriais, entre outros, nomicamente fragilizadas. Ao mesmo tempo, a constituindo um quadro de injustiça ambiental. necessidade de mão-de-obra de baixo custo pe- Contudo, até o momento poucos estudos têm las indústrias, aliada à necessidade de emprego sido desenvolvidos visando a comprovar empiri- destas massas populacionais, cria um ambiente camente essa distribuição. Os danos decorrentes propício à perpetuação desta lógica. das atividades industriais são a base para os es- Segundo Préteceille 15, as análises sobre tais tudos norte-americanos sobre injustiça ambien- processos devem identificar as diferentes realida- tal. No entanto, as particularidades da estrutura des locais. Para o autor, as novas tecnologias são sócio-espacial brasileira tornam necessária a um aliado forte para a implementação de aná- ampliação do escopo das investigações, que de- lises empíricas para evidenciar tais realidades. vem incluir a falta de infra-estrutura e de serviços Entre as novas tecnologias adotadas destaca-se urbanos adequados 12. o uso de sistemas de informações geográficas A vulnerabilidade socioambiental pode ser (SIG). No entanto, Préteceille nos aponta para a conceituada como uma coexistência ou sobre- dificuldade de acesso a dados estatísticos neces- posição espacial entre grupos populacionais po- sários aos diferentes tipos de estudo, o que gera bres, discriminados e com alta privação (vulnera- um obstáculo na ampliação dessas tecnologias. bilidade social), que vivem ou circulam em áreas A solução apontada para esse impasse se dá no de risco ou de degradação ambiental (vulnerabi- recorte espacial a ser escolhido em uma análise, lidade ambiental). Bullard 3, denomina essas re- que deve coadunar com a escala corresponden- giões onde as populações pobres e discriminadas te à prática social da qual se quer privilegiar a são forçadas a viver como “zonas de sacrifício”. análise. Normalmente, o conceito de vulnerabilidade so- Como enfatizaram Harner et al. 16, os pesqui- cial no campo ambiental ou dos desastres está sadores há décadas vêm se empenhando na ten- associado a uma exposição diferenciada frente tativa de mensuração das injustiças ambientais aos riscos, e designa a maior susceptibilidade de em outros países. Tais pesquisas têm utilizado di- certos grupos populacionais preverem, enfrenta- versas unidades de análises geográficas, tipos de rem ou sofrerem as conseqüências decorrentes testes estatísticos e indicadores. As variáveis co- de algum tipo particular de perigo 12,13. mumente usadas para a mensuração de injusti- A incorporação da temática da vulnerabili- ças ambientais incluem, entre outras: a média da dade contribui para tornar visíveis as dificulda- renda familiar 17; a população de não-brancos 18; des adicionais que certas regiões, sociedades e o percentual da população de não-brancos 18,19; populações têm em relação aos problemas am- o percentual da população abaixo do nível de po- bientais 13,14, e ao mesmo tempo colabora para breza 19,20,21; a população de afro-americanos e o esclarecimento de que certos problemas de hispânicos 21; a renda doméstica média e o per- ordem sócio-ambiental são decorrentes do atu- centual de negros 19. A EPA (Environmental Pro- al modelo de desenvolvimento econômico, dos tection Agency, dos Estados Unidos), por exem- processos de deslocalização e desregulamenta- plo, desenvolveu um índice em que as diferentes ção, que intensificam as relações entre grupos categorias para os graus de exposição (baseados vulneráveis e áreas de risco ambiental. na densidade populacional) foram multiplicados A escolha de moradia frente aos riscos am- pelo grau de vulnerabilidade (com base na mino- bientais geralmente está relacionada com a ca- ria e no ranking econômico) 23. pacidade financeira dos grupos sociais. Se por As unidades de análise utilizadas em pes- um lado os grupos economicamente mais abas- quisas anteriores incluem os condados (muni- tados podem abandonar áreas cujo ambiente cípios) 24,25, países 20, zonas de postagem (CEP oferece algum tipo de risco, por outro a cama- ou zip codes) 9, setores censitários (census tracts) Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(12):2695-2704, dez, 2009 ABORDAGEM METODOLÓGICA PARA AVALIAÇÃO DE INJUSTIÇA AMBIENTAL 2697 17,24,26 e grupos destes setores (census block Área de estudo groups) 19,21,24. Nos Estados Unidos, existe um consenso aca- Oliveira 30, entende por DI uma área industrial dêmico e governamental de que uma unidade planejada, estreitamente vinculada a um núcleo espacial apropriada depende do objetivo da pes- urbano e dotada de infra-estrutura física e de ser- quisa e da escala na qual os dados são disponi- viços de apoio necessários para a indução de um bilizados, uma vez que as questões de injustiça processo de desenvolvimento. Segundo o mes- ambiental, nesse país, são questões locais foca- mo autor, os distritos industriais proliferaram em das na menor unidade de área possível capaz de diferentes
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