Catálogo De Jornais Catarinenses 1831-2013
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TURISMO RELIGIOSO TRANSFORMAÇÕES SÓCIO-CULTURAIS EM NOVA TRENTO – SC Renata Silva1 Roselys Izabel Corrêa Dos Santos2 Duane Cristofolini3
1 TURISMO RELIGIOSO TRANSFORMAÇÕES SÓCIO-CULTURAIS EM NOVA TRENTO – SC Renata Silva1 Roselys Izabel Corrêa dos Santos2 Duane Cristofolini3 Resumo O município de Nova Trento em Santa Catarina é caracterizado por sua história da colonização com imigrantes trentino-italianos e sua forte preservação dos usos e costumes demonstrados na religiosidade, tradições musicais e artísticas e na gastronomia. Nova Trento foi cenário da vida e obra de Santa Paulina, movendo diversos turistas-peregrinos a cidade. O desenvolvimento turístico propicia nas regiões conseqüentes modificações e por isso, tornou- se indispensável à verificação das transformações sócio-culturais geradas pelo turismo em Nova Trento. A contextualização histórica e geográfica do município, a identificação da gênese do turismo religioso local e dos atrativos turísticos, são momentos importantes na investigação, como também, a revisão bibliográfica de turismo e turismo religioso, cultura e religião e transformações sócio-culturais e sustentabilidade. Palavras-Chave: Turismo Religioso, Cultura, transformações e Nova Trento. 1. INTRODUÇÃO O turismo é uma das atividades mais importantes da economia brasileira e mundial, crescendo rapidamente. O desenvolvimento da atividade turística possibilita o reconhecimento nacional e internacional das destinações turísticas, proporcionando diversos benefícios ao governo, empresariado e principalmente a comunidade local. O estudo do fenômeno turístico, recente porém em vias de expansão, divide-se em diferentes segmentos. Os mais comuns são: turismo para terceira idade, de aventura, de eventos, para single, gastronômico, religioso e outros. As viagens motivadas pela religião encontram-se presentes na história da humanidade desde a antiguidade até os dias atuais. Esta modalidade é praticada individualmente ou em 1 Pesquisadora Mestranda do Programa em Turismo e Hotelaria da UNIVALI 2 Profª. -
Programa Federativo De Enfrentamento Ao Coronavírus No Estado De Santa Catarina
+ Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus no Estado de Santa Catarina Os valores destinados ao Estado de Santa Catarina, decorrentes da distribuição estabelecida nos termos do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, são os seguintes: - dentre os recursos a serem aplicados na área de saúde pública: - R$ 219 milhões para o Estado, conforme critérios de população e incidência de COVID-19*; - R$ 102 milhões para os Municípios, conforme critério populacional; - R$ 1,151 bilhões de livre aplicação, pertencentes ao Estado; - R$ 780 milhões de livre aplicação, pertencentes aos Municípios; - R$ 724 milhões pela suspensão no pagamento da dívida* com organismos internacionais e com a União, incluindo dívidas do Estado e dos respectivos Municípios. O total é de R$ 2,977 bilhões, mas além desses valores ainda é necessário somar a eventual dívida com bancos privados. *Observação: os dados relativos à suspensão de dívidas foram fornecidos pelo Ministério da Economia, e os referentes à incidência de COVID-19 em 29/04/2020, pelo Ministério da Saúde. % Recebido Auxílio Recebido pelo Pop. Estimada UF Município pelo Município [IBGE] Município (total nacional de 20+3bi) SC Abdon Batista 2.563 0,04% R$ 315.439,22 SC Abelardo Luz 17.904 0,25% R$ 2.203.520,80 SC Agrolândia 10.864 0,15% R$ 1.337.078,30 SC Agronômica 5.448 0,08% R$ 670.508,34 SC Água Doce 7.145 0,10% R$ 879.365,29 SC Águas de Chapecó 6.486 0,09% R$ 798.259,38 SC Águas Frias 2.366 0,03% R$ 291.193,60 SC Águas Mornas 6.469 0,09% R$ 796.167,12 SC Alfredo Wagner 10.036 0,14% -
4200051 42 Santa Catarina 10 Sc Sr 10
COD MUNICIPIO NOME DO MUNICIPIO COD UF NOME DA UF SG UF 4200051 ABDON BATISTA 42 SANTA CATARINA SC NOME DA SR COD MICRO COD MICRORREGIAO NOME DA MICRORREGIAO 10 SR 10 - SANTA CATARINA 009 42009 CURITIBANOS DESC NU ZONA QT AREA NU FRACAO MINIMA CO ZONA TIPICA LIM AREAS_ESP IMOVEIS AREA 50 PECUARIA MOD. FISCAL PARCELAMENTO MODULO 50 MUNICIPIOS MICRORREGI A3 3 20 3 3 45 235,8310 PA 12 20 1.094 25.261,4469 NOME CATEGORIA QTDE TOTAL NOME CATEGORIA QTDE TOTAL (HECTARES) Mais de 0 a menos de 1 5 2,4804 Mais de 0 a 0,5 MF 347 2.100,9391 1 a menos de 2 8 10,4612 Mais de 0,5 a menos de 1 MF 323 4.620,0934 2 a menos de 5 127 501,7728 De 1 a 2 MF 278 7.667,2326 5 a menos de 10 205 1.566,2247 Mais de 2 a 3 MF 64 3.148,2213 10 a menos de 25 452 7.584,1390 Mais de 3 a 4 MF 27 1.861,9180 25 a menos de 50 191 6.536,9665 Mais de 4 a 5 MF 14 1.296,6974 50 a menos de 100 65 4.493,0572 Mais de 5 a 6 MF 8 881,9000 100 a menos de 250 15 1.994,3676 Mais de 6 a 10 MF 6 866,2676 250 a menos de 500 6 1.863,1775 Mais de 10 a 15 MF 4 1.132,4775 500 a menos de 1000 1 708,8000 Mais de 15 a 20 MF 3 976,9000 19 0,0000 Mais de 20 a 50 MF 1 708,8000 T O T A L 1.094 25.261,4469 19 0,0000 T O T A L 1.094 25.261,4469 Fonte: Sistema Nacional de Cadastro Rural - SNCR JULHO/2018 COD MUNICIPIO NOME DO MUNICIPIO COD UF NOME DA UF SG UF 4200101 ABELARDO LUZ 42 SANTA CATARINA SC NOME DA SR COD MICRO COD MICRORREGIAO NOME DA MICRORREGIAO 10 SR 10 - SANTA CATARINA 003 42003 DESC NU ZONA QT AREA NU FRACAO MINIMA CO ZONA TIPICA LIM AREAS_ESP IMOVEIS AREA 50 PECUARIA MOD. -
Tribunal De Contas Do Estado De Santa Catarina
Diário Oficial Eletrônico Quinta-Feira, 20 de maio de 2021 - Ano 11 – nº 3138 Sumário DELIBERAÇÕES DO TRIBUNAL PLENO, DECISÕES SINGULARES E EDITAIS DE CITAÇÃO E AUDIÊNCIA .......................................... 1 MEDIDAS CAUTELARES........................................................................................................................................................................................ 1 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL ................................................................................................................................................................... 2 Poder Executivo ............................................................................................................................................................................................ 2 Autarquias .................................................................................................................................................................................................. 2 Empresas Estatais ..................................................................................................................................................................................... 6 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL ................................................................................................................................................................... 7 Araquari ........................................................................................................................................................................................................ -
Coastal-Marine Protected Areas in Santa Catarina Under the Local People’S Perspective: Contributions of the Literature1
COASTAL-MARINE PROTECTED AREAS IN SANTA CATARINA UNDER THE LOCAL PEOPLE’S PERSPECTIVE: CONTRIBUTIONS OF THE LITERATURE1 RUBANA PALHARES ALVES2 NATALIA HANAZAKI3 Introduction The creation of protected areas (PAs) impacts local people´s lives in numerous ways (MASCIA et al., 2010; KARANTH & NEPAL, 2012). Solutions that benefit both biodiversity conservation and the promotion of human welfare are difficult to find, be- cause they usually involve complex tradeoffs and choices that result in losses and costs for stakeholders (MCSHANE et al., 2011). The inclusion of local people in management of PAs and conservation projects is a strategy to increase the acceptance of these areas (BROOKS et al., 2006; GERHARDINGER et al., 2009; KARANTH & NEPAL, 2012) and to improve compliance with PAs rules and regulations (ANDRADE & RHODES, 2012). To promote such inclusion it is crucial to understand the relationships among local people and PAs, which can be studied considering different domains of analysis (e.g. DAY et al., 2012; IBAMA, 2007; ICMBIO, 2012). We analyzed the relationships among local people and five Federal Coastal-Marine PAs in the state of Santa Catarina from the people´s perspective and based on the litera- ture. Research efforts focused on the Santa Catarina coast PAs are not recent (FABRIS, 1997; MADUREIRA, 1997; STRENZEL, 1997) nor scarce. Thus, we searched for studies that embraced the vision of local people about the influence of PAs in their lives, conside- ring five analytical domains: economic, environmental, spatial, organizational and cultural. 1. We thank the managers of the Federal Coastal-Marine Protected Areas of Santa Catarina for allowing the access to their databases; to the researcher Charles Roland Clement (National Institute of Amazonian Research - INPA) for reviewing the English version of this article; to Rufford Small Grants for the financial support; RPA thanks INPA PCI/MCTI for a research fellowship; NH thanks to CNPq for the research productivity scholarship (306478/2012-9) 2. -
Diário Da Assembléia Expediente
14ª 4ª Sessão Legislatura ESTADO DE SANTA CATARINA Legislativa PALÁCIO BARRIGA-VERDE ANO LI FLORIANÓPOLIS, 17 DE JUNHO DE 2002 NÚMERO 4.999 14ª Legislatura COMISSÕES TÉCNICAS PERMANENTES E DE MÉRITO 4ª Sessão Legislativa COMISSÃO TÉCNICA DE CONSTITUIÇÃO E COMISSÃO DE MÉRITO DE TRANSPORTES E JUSTIÇA DESENVOLVIMENTO URBANO MESA Reno Caramori - Presidente Jaime Duarte - Presidente Herneus de Nadal – Vice Presidente Valmir Comin –Vice Presidente Onofre Santo Agostini Júlio Garcia Manoel Mota PRESIDENTE Jaime Mantelli Clésio Salvaro João Macagnan Francisco de Assis Gilmar Knaesel Joares Ponticelli Reno Caramori 1º VICE-PRESIDENTE Afrânio Boppré Romildo Titon Ivan Ranzolin Reuniões Ordinárias: Sandro Tarzan João Henrique Blasi Quintas-feiras às 8:00 horas 2º VICE-PRESIDENTE Reuniões Ordinárias: COMISSÃO DE MERITO DE EDUCAÇÃO, Terças-feiras, às 8:00 horas CULTURA E DESPORTO Gelson Sorgato COMISSÃO TÉCNICA DE FINANÇAS E Ronaldo Benedet – Presidente 1º SECRETÁRIO TRIBUTAÇÃO Ideli Salvatti – Vice Presidente Heitor Sché - Presidente Odacir Zonta Odete de Jesus Ivo Konell – Vice Presidente Paulo Bornhausen 2º SECRETÁRIO Odair Zonta Lício Mauro da Silveira João Rosa Adelor Vieira Francisco de Assis Júlio Garcia Odete de Jesus 3º SECRETÁRIO Ronaldo Benedet Reuniões Ordinárias: Gilmar Knaesel Terças-feiras às 9:30 horas Rogério Mendonça José Paulo Serafim COMISSÃO DE MÉRITO DE SAÚDE E MEIO 4º SECRETÁRIO Milton Sander AMBIENTE LIDERANÇA DO GOVERNO Reuniões Ordinárias: Volnei Morastoni - Presidente Quartas-feiras, às 8:00 horas João Macagnan - Vice Presidente -
Pesquisa De Estoques
Pesquisa de Estoques número 2 julho/dezembro 2014 ISSN 1519-8642 parte 23 Santa Catarina Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Nelson Barbosa INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidenta Wasmália Bivar Diretor Executivo Fernando J. Abrantes ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Roberto Luís Olinto Ramos Diretoria de Geociências Wadih João Scandar Neto Diretoria de Informática Paulo César Moraes Simões Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Maysa Sacramento de Magalhães UNIDADE RESPONSÁVEL Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Flavio Pinto Bolliger Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa de Estoques número 2 julho/dezembro 2014 parte 23 Santa Catarina Pesq. estoq., Rio de Janeiro, n. 2, p. 1-45, jul./dez. 2014 SUMÁRIO Apresentação.................................................................................................................................. VI Notas técnicas Características básicas da pesquisa ................................................................................................. VII Divulgação dos resultados ............................................................................................................... IX Tabelas de Resultados 1 - Unidades armazenadoras, com indicação do número de informantes e capacidade útil -
Documentos Nº 321
ISSN 2674-9521 (On-line) Setembro/2020 DOCUMENTOS Nº 321 Perdas provocadas por tempestades em algumas regiões do estado de Santa Catarina: 14 e 15 de agosto de 2020 Autores Alexandre Luís Giehl Anderson Nascimento Monteiro Fernando Vieira de Luca Gilsânia de Souza Cruz Glaucia de Almeida Padrão Janice Maria Waintuch Reiter João Rogério Alves Jurandi Teodoro Gugel Léo Teobaldo Kroth Marcelo Alexandre de Sá Marcia Mondardo Rogério Goulart Júnior Tabajara Marcondes Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina Florianópolis 2020 Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) Rodovia Admar Gonzaga, 1.347, Itacorubi, Caixa Postal 502 88034-901, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil Fone: (48) 3665-5000, fax: (48) 3665-5010 Site: www.epagri.sc.gov.br Editado pelo Departamento Estadual de Marketing e Comunicação (DEMC) Coordenação: Léo Teobaldo Kroth Marcelo Alexandre de Sá Reney Dorow Revisão técnica: Léo Teobaldo Kroth – Epagri/Cepa Marcelo Alexandre de Sá – Epagri/Cepa Editoração técnica: Paulo Sergio Tagliari Revisão textual: Laertes Rebelo Diagramação: Vilton Jorge de Souza Distribuição: On-line (setembro de 2020) Fotos da capa: Autoria de Walter Graff Zang, extensionista rural da Epagri, do Escritório Municipal de Tangará, SC É permitida a reprodução parcial deste trabalho desde que a fonte seja citada. Ficha catalográfica GIEHL, A.L.; MONTEIRO, A.N.; LUCA, F.V. de; CRUZ, G. de S.; PADRÃO, G.de A.; REITER, J.N.W.; ALVES, J.R.; GUGEL, J.T.; KROTH, L.T.; SÁ, M. A. de; MONDARDO, M.; GOULART JÚNIOR, R.; MARCONDES, T. Perdas provocadas pelo tornado em algumas regiões do estado de Santa Catarina: 14 e 15 de agosto de 2020. -
Conselho Regional De Enfermagem De Santa Catarina
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Autarquia Federal criada pela Lei Nº 5.905/73 Instituições Fiscalizadas – Maio 2016: Sede e Subseções Abrigo Mão Amiga – Ituporanga Acalanto Residence – Florianópolis Ambulatório da Festa do Pinhão – Lages Asilo de Velhos – Braço do Trombudo Associação dos Funcionários da Cergal – Tubarão Bassani e Silva Serviços Médicos – Canoinhas Casa de Repouso e Centro Dia Aconchego – Florianópolis Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) – Garopaba Centro de Educação Profissional Renato Ramos Silva (Cedup) – Lages Centro de Tumores Renato Sodre – Blumenau Clínica Cirúrgica e Coloproctologica Ltda – ME (Clini Colon) – Lages Clínica de Oncologia e Radiologia (Corsb) – Blumenau Clínica Dr. João Gomes – Caçador Clínica Hiperbárica (Clinox) – Joinville Clínica JMS – Capinzal Clínica Neurocor – Lages Conferência de São Vicente de Paula – Rio do Sul Empresa Imaribo Madeiras – Monte Carlo Equipe Saúde da Família São Romero – Xanxerê Equipe Saúde da Família Tonial – Xanxerê Estratégia de Saúde da Família (ESF) Armando Zonta – Ascurra Estratégia de Saúde da Família (ESF) Estacao – Ascurra Estúdio de Tatuagens Morrigam Tatoo (Jean Carlo Grassi ME) – Lages Fundação Hospitalar – Camboriú Fundação Hospitalar – Guabiruba Fundação Lar da Terceira Idade Padre Antônio Dias – Camboriú Av. Mauro Ramos, 224, Centro Executivo Mauro Ramos 6° ao 9° andar, Centro, Florianópolis/SC. CEP 88020-300 Caixa Postal 163 - Fone/Fax: (48) 3224-9091 [email protected] | www.corensc.gov.br CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA -
Projeto De Habitação Comunidades Quilombola De
PROJETO DE HABITAÇÃO COMUNIDADES QUILOMBOLA DE SANTA CATARINA “Quando morar é o direito a dignidade humana” Maria de Lourdes Mina- MNU-SC QUANDO MORAR É DIREITO A DIGNIDADE HUMANA • No Brasil as comunidades quilombola historicamente organizaram-se em território que tem como fundamento a construção de uma nova sociedade, como instrumento de conquista da liberdade e preservação da cultura. • O Dec nº 4.887, de 20 novembro de 2003, define comunidade renascente de quilombo os grupos étnicos raciais, com trajetória histórica própria de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência e opressão histórica sofrida. Sendo, assim, estima-se a existência de CINCO mil comunidades remanescente de quilombo no Brasil. QUANDO MORAR É DIREITO A DIGNIDADE HUMANA • Em Santa Catarina a estimativa de duzentas comunidades remanescente de quilombo. Destas apenas 15 estão certificadas pela Fundação Cultural Palmares e 19 com processos abertos no INCRA, enquanto as outras em processo de auto-definição. • Estas comunidades se caracterizam pelo isolamento geográfico, pela miséria absoluta que vivem e pela ausência de políticas publicas. Cada uma com suas especificidades foram expropriadas parcialmente ou na totalidade das suas terras. No entanto, os pontos de convergência entre elas são a luta pela titulação do território e dos direitos fundamentais. QUANDO MORAR É DIREITO A DIGNIDADE HUMANA • Em Santa Catarina os estudos sobre as Comunidades Negras iniciaram ainda nos anos 1980, através de pesquisas realizadas pelo NUER/UFSC·, visando compreender a questão dos agrupamentos étnicos e as experiências e estratégias de territorialização da população negra e do seu acesso a terra, no campo e na cidade, onde prevaleciam argumentos sobre sua inexpressividade numérica e papel menor na história de um Sul “embranquecido” pela colonização europeia. -
Unidades De Assistência Farmacêutica Do Ceaf Em Santa Catarina
GOVERNO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE DIRETORIA DE ASSISTENCIA FARMACÊUTICA CONTATOS DAS UNIDADES DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO CEAF EM SANTA CATARINA MACROREGIÃO DE SAÚDE DO GRANDE OESTE REGIÃO DE SAÚDE DO EXTREMO OESTE UDAF SÃO MIGUEL DO OESTE ENDEREÇO TELEFONE FARMACÊUTICO HORÁRIO DE UNIDADES RUA, AVENIDA, E-MAIL INSTITUCIONAL DDD (49) BAIRRO CIDADE CEP RESPONSÁVEL FUNCIONAMENTO LOGRADOURO 36313265 São Miguel do [email protected] Marinez Costacurta Zuchi UNIAFARS 01 SÃO MIGUEL DO OESTE 36313252 Rua Waldemar Rangrab, 1851 São Jorge 89900-000 13:00 às 19:00h Oeste [email protected] Cássia Cunico 36313288 Juliana Cassol 7:30 às 11:30h 13:00 às UNICEAF 01 Anchieta 3653-3270 Rua Olimpio Dal Magro, 578 Centro Anchieta 89970-000 [email protected] 17:00h 7:30 às 11:30h 13:00 às UNICEAF 01 Bandeirante 3626-0034 Av. Santo Antonio, 1115 Centro Bandeirante 89905-000 [email protected] Kassiano Albarello 17:00h 7:45 às 11:45h 13:00 às UNICEAF 01 Barra Bonita 3649-0101 Av. Buenos Aires, 600 Centro Barra Bonita 89909-000 [email protected] Ionara Dorigon 17:00h 7:30 às 11:30h 13:00 às UNICEAF 01 Belmonte 3625-0030 Rua Jesus de Baitacá, 145 Centro Belmonte 89925-000 [email protected] Bárbara Stolarski 17:00h 7:30 às 11:30h 13:00 às UNICEAF 01 Bom Jesus do Oeste 3363-0121 Av. Brasília, 190 Centro Bom Jesus do Oeste 89873-000 [email protected] Raquel Baczinski 17:00h 8:00 às 11:30h 13:00 às UNICEAF 01 Descanso 3623-0122 Rua José Bonifácio, 215 Centro Descanso 89910-000 [email protected] Maraisa Arpini 17:00h [email protected] Leticia Martinelli Becalli 7:30 às 12:00h 13:30 às UNICEAF 01 Dionísio Cerqueira 3644-1113 Rua Dom Pedro II Centro Dionísio Cerqueira 89950-000 r Deise dos Passos Scalco 17:30h 7:30 às 11:30 13:00 às UNICEAF 01 Flor do Sertão 3668-1014 Av. -
Santa Catarina: Disaster Risk Profiling for Improved Natural Hazards Resilience Planning 2 20433, USA; Fax: 202-522-2625;20433, Fax: USA; [email protected]
© 2016 International Bank for Reconstruction and Development / International Development Association The World Bank 1818 H Street NW Washington DC 20433 Telephone: 202-473-1000 Internet: www.worldbank.org This work is a product of the staff of The World Bank with external contributions. The findings, interpretations, and conclusions expressed in this work do not necessarily reflect the views of The World Bank, its Board of Executive Directors, or the governments they represent. Santa Catarina: Disaster Risk Profiling for Improved Natural Hazards Resilience Planning Resilience Hazards Natural Improved for Profiling Risk Disaster Catarina: Santa Planning Resilience Hazards Natural Improved for Profiling Risk Disaster Catarina: Santa The World Bank does not guarantee the accuracy of the data included in this work. The boundaries, colors, denominations, and other information shown on any map in this work do not imply any judgment on the part of The World Bank concerning the legal status of any territory or the endorsement or acceptance of such boundaries. Rights and Permissions The material in this work is subject to copyright. Because The World Bank encourages dissemination of its knowledge, this work may be reproduced, in whole or in part, for noncommercial purposes as long as full attribution to this work is given. Any queries on rights and licenses, including subsidiary rights, should be addressed to World Bank Publications, The World Bank Group, 1818 H Street NW, Washington, DC 20433, USA; fax: 202-522-2625; e-mail: [email protected].