Universidade Estadual Do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – Uenf
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Arnaldo Cohen
Os melhores CDs do mês • Papo de violoncelo com Yo-Yo Ma Alan Gilbert • Diana Damrau, a rainha das noites de ópera CONCERTOGuia mensal de música clássica Dezembro 2009 ROTEIRO MUSICAL LIVROS • CDs • DVDs ENTREVISTA Lígia Amadio PALCO Paulo Maron ATRÁS DA PAUTA por Júlio Medaglia MINHA MÚSICA João Silvério Trevisan VIDAS MUSICAIS Alexander von Zemlinsky TEMPORADAS 2010 Sociedade de Cultura Artística Arnaldo Cohen R$ 9,90 No auge da carreira, pianista fala de sua trajetória e dos desafios do grande repertório romântico ISSN 1413-2052 - ANO XV Nº 157 1413-2052 ISSN FESTIVAL LEO BROUWER XII FESTIVAL VIRTUOSI Grandes violonistas participam do Cidades de Recife e Olinda recebem II Festival Internacional de Violão Festival Internacional de Música Prezado Leitor, Arnaldo Cohen é um dos músicos mais queridos do público brasileiro. Mesmo não tendo sido uma criança prodígio como sempre alardeiam os currículos pianísticos – Cohen formou-se tarde, em compensação logo em dois instrumentos, violino e piano, e em engenharia –, o artista possui uma técnica apuradíssima e se destaca como um dos pianistas mais brilhantes da atualidade. Nosso colaborador Leonardo Martinelli conversou com Arnaldo Cohen para descobrir a sua relação com os grandes compositores do Romantismo. Entre concertos no Canadá, Estados Unidos e Brasil, Cohen falou de suas convicções e da recusa de um convite para gravar com a Deutsche Grammophon no início de sua carreira, como você poderá ler em nossa reportagem de capa na página 28. Outra destacada musicista (que, aliás, também frequentou a escola de engenharia) é a maestrina Lígia Amadio. Em conversa com Camila Frésca, Amadio – que é regente titular FOTO: CARLOS GOLDGRUB da Sinfônica de Campinas e da Osusp – falou de sua formação, de sua carreira e dos planos que tem para o futuro (página 20). -
O Brasil Descobre a Dança Descobre O Brasil
O TALHO NA CMESMIE Os milênios pertencem a ordenações soberanas. Conversas de fim de século geralmente tratam de momentos críticos e decisões irrevogáveis. As de agora, sopram prováveis e variados holocaustos, mas também diversas possibilidades de redenção. Clamam por urgências ecológicas, pela atenção com a saúde pessoal e do planeta; redimensionam questões nacionais, uma vez que as novas tecnologias de informação estão desenhando um mundo por conhecer. Qual o figurino indicado para uma troca de milênio? O motor do ato, aqui, se impele dos traços nascidos nos últimos anos deste 1900, mas não marcha nas hostes milenaristas (como se comportar perante os três zeros das datas que serão cabeçalhos de nossa futura correspondência? Zero-pai, zero-filho, zero-espírito santo, como diz Peter Sloterdijk?). Nem se abriga nas dobras amigáveis de uma historiografia oficial, cronológica na sua seqüência linear. Primeiro, porque ela não está sequer escrita. E depois, singrar outras faces em paisagens conhecidas é o que abre o breu. Na ausência de pernas, cavalgaremos com a ciência. Ciência: do que se desprende o nosso cotidiano. Às vezes, nem atentamos para sua presença. Distraídos, continuamos pensando que se trata de exclusividade de laboratório de cientista. Mas não. Escolher uma hipótese (por que uma, aquela, e não qualquer outra?), testá-la indutivamente e, em seguida, elaborar uma dedução a respeito das conclusões obtidas é o que cada um de nós faz a cada dia quando, por exemplo, abre a janela e escolhe com que roupa vai sair de casa. O ponto de partida, a idéia básica do trabalho, se centra num fenômeno tipicamente brasileiro conhecido por Ballet Stagium. -
MÁRIO TAVARES: a Música Como Arte E Ofício BIOGRAFIA E CATÁLOGO DE OBRAS
1 André Cardoso MÁRIO TAVARES: a música como arte e ofício BIOGRAFIA E CATÁLOGO DE OBRAS Rio de Janeiro Academia Brasileira de Música 2019 DIRETORIA Presidente – João Guilherme Ripper Vice-presidente – André Cardoso 1o Secretário – Manoel Corrêa do Lago 2o Secretário – Ernani Aguiar 1o Tesoureiro – Ricardo Tacuchian 2o Tesoureiro – Turibio Santos CAPA E PROJETO GRÁFICO Juliana Nunes Barbosa REVISÃO DO TEXTO Valéria Peixoto EQUIPE ADMINISTRATIVA Diretora executiva - Valéria Peixoto Secretário - Ericsson Cavalcanti Bibliotecária - Dolores Brandão Alessandro de Moraes Sylvio do Nascimento 35 Todos os direitos reservados ACADEMIA BRASILEIRA DE MÚSICA Rua da Lapa 120/12o andar cep 20021-180 – Rio de Janeiro – RJ www.abmusica.org.br [email protected] SUMÁRIO Abreviaturas ............................................................................... 08 Siglas ............................................................................................. 10 Apresentação ............................................................................... 13 Introdução .................................................................................. 15 MÁRIO TAVARES: A MÚSICA COMO ARTE E OFÍCIO BIOGRAFIA E CATÁLOGO DE OBRAS 1- Ascendência e anos de formação................................... 17 2- Profissional no Rio de Janeiro: o violoncelo e a composição..................................................29 3- Na Rádio MEC: a regência e a música brasileira....... 38 4- A afirmação como compositor........................................ 54 5- No -
Mulheres Dos Deuses: For~A, Transe E Paixao Foto: Gildo Lima
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES MESTRADO EM ARTES CENICAS 0 PROCESSO PINA-BAUSCHIANO COMO PROVOCA(:AO A DRAMATURGIA DA MEMORIA LICIA MARIA MORAIS SANCHEZ Este exemplar e a reda;;ao final da ndida pel a Sra. Licia Maria Dissertac;:ao apresentada ao Curso de e aprovada pela Comissao Mestrado em Artes do Instituto de Artes da em 16/08/2001 UNICAMP como requisito parcial para a \, c...:.\---~'~1 obtenc;:ao do grau de Mestre em Artes ·-~---"- -:::- - rl C. Cenicas, sob a orientac;:ao do professor Doutor Marcio Aurelio Pires de Almeida. CAMPINAS - 2001. FICHA CATALOGRAfiCA ELABORADA PELA BffiLIOTECA CENTRAL DA UI\'ICAMP Sanchez, Ucia Maria Morais. Sa55p 0 processo Pina-bauschiano como provocaQii.O a dramaturgia da memoria I Ucia Maria Morais Sanchez.--Campinas, SP: [s.n.], 2001. Orientador: Marcia Aurelio Pires de Almeida DissertaQii.O (mestrado)- Universidade Estadual de Campinas, Institute de Artes. 1. Bausch, Pina- lnfluencia. 2 Stanislavski, Konstantin, 1863-1938 - lnfluencia. 3. Dramaturgia. 4. Memoria. I. Almeida, Marcia Aurelio Pires de II.Universidade Estadual de Campinas. lnstituto de Artes. Ill. Titulo. A Carlos Ramon, meu parceiro de cria<;ao e permanente colaborador. A Micaela, minha filha, e a Elza, minha tia-mae que me iniciou na arte. AGRADECIMENTOS A Pina Bausch, que compartilhou sua genialidade criadora. Aos professores Jean Cebron e Hans Ziillig, mestres de incomum competencia na transmissao das tecnicas de danqa moderna. A todos os mestres que transmitiram os conteiidos tecnicos e filos6ficos da nossa forma~ao. A grande amiga Julie Shanahan, e a todos os companheiros do Wuppertal. Ao orientador, Marcia Aurelio Pires de Almeida, pelo equilibria, sabedoria e sensibilidade artfstica da sua orientaqao. -
Carlos Moraes
Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura apresentam CARLOS MORAES são paulo companhia de dança | figuras da dança Régua, compasso e inquietação Há cerca de 10 anos, durante uma entrevista, conversando sobre as transformações que o fim da década de 1990 parecia apontar para a dança cênica na Bahia, Carlos Moraes respondeu: “Ah, meu filho, já se foi o tempo...” – e falou com entusiasmo sobre episódios e circunstâncias que presenciou e viveu em Salvador, desde que chegara à cidade para, temporariamente, dar aulas de balé clássico às moçoilas das famílias abastadas da cidade. E foi falando, falando, sem esboçar nenhuma nostalgia, rememorando desde aquele 1971, ano inaugural dos seus trabalhos na capital baiana, até os dias em que estávamos. Foi falando, citando, a uma lembrança, ia e voltava, sem se preocupar com rigor cronológico, mas encadeando fatos de tal maneira que se podiam estabelecer firmes ou sutis associações. Mas a frase permaneceu mais forte, “já se foi o tempo”. De certa forma, ela simbolizava aquela expressão à qual > Carlos Moraes e Marlene Belardi, Theatro Municipal do Rio de Janeiro (foto: acervo do artista) << [capa] Carlos Moraes, década de 1970 (foto: acervo do artista) recorremos para lamentar ou glorificar algo que se perdeu entre épocas, um valor, um comportamento, um desejo, um sintoma social ou individual, não importa se essa divisão de tempo é mais ou menos nítida. No caso do professor, maître de ballet, coreógrafo e diretor Carlos Moraes, o limite era, sim, nítido. A partir da sua ida para a Bahia – que, de temporária, dura até os dias de hoje –, o ensino da dança clássica e a concepção da dança cênica sofreram grandes alterações, com reverberações no campo sociocultural. -
Tipologías De Darcy Ribeiro Y Celso Furtado Su Alcance En El Análisis Sobre El Caso De Uruguay
INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE ECONOMÌA, SOCIEDAD Y POLÌTICA (ILAESP) CIENCIAS ECONÓMICAS: INTEGRACIÒN, DESARROLLO Y ECONOMÌA TIPOLOGÍAS DE DARCY RIBEIRO Y CELSO FURTADO SU ALCANCE EN EL ANÁLISIS SOBRE EL CASO DE URUGUAY KEREN CRIS LIMA PÈREZ Foz do Iguaçu 2014 INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE ECONOMÌA, SOCIEDAD Y POLÌTICA (ILAESP) CIENCIAS ECONÓMICAS: INTEGRACIÒN, DESARROLLO Y ECONOMÌA TIPOLOGÌAS DE DARCY RIBEIRO Y CELSO FURTADO SU ALCANCE EN EL ANÁLISIS SOBRE EL CASO DE URUGUAY KEREN CRIS LIMA PÈREZ Trabajo de Conclusión de Curso presentado al Instituto Latinoamericano de Economía, Sociedad y Política de la Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial a la obtención del título de Licenciado en Ciencias Económicas: Integración, Desarrollo y Economía Orientador: Prof. Dr. Rodrigo Luiz Medeiros Foz do Iguaçu KEREN CRIS LIMA PÉREZ TIPOLOGÌAS DE DARCY RIBEIRO Y CELSO FURTADO SU ALCANCE EN EL ANÁLISIS SOBRE EL CASO DE URUGUAY Trabajo de Conclución de Curso presentado al Instituto Latinoamericano de Economía, Sociedad y Política de la Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial a la obtención del título de Licenciado en Ciencias Económicas: Integración, Desarrollo y Economía BANCA EXAMINADORA ________________________________________ Orientador: Prof. Dr. Rodrigo Luiz Medeiros UNILA ________________________________________ Prof. Dr. Pedro Staevie UNILA ________________________________________ Prof. Rodrigo Cantu UNILA Foz do Iguaçu, 19 de diciembre de2014. Dedico este trabajo a mi hija, Francesca. AGRADECIMENTOS En primer lugar agradezco a mi hija, Francesca, por toda la fuerza a lo largo de los últimos semestres y toda la elaboración de este trabajo. Agradezco a mi profesor orientador, Rodrigo Luiz Medeiros, no solamente por la orientación en este trabajo, sino que también por toda la paciencia y comprensión a lo largo de este tiempo, su constante ayuda ha significado mucho en los momentos que más lo necesite, haciéndose indispensables para la elaboración de este trabajo y la conclusión de la carrera. -
Entrevista De Wilson Martins Estado De São Paulo Disponível Em: Acesso Em: 16 Dez
www.observatoriodacritica.com.br Entrevista de Wilson Martins Estado de São Paulo Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br/ncouri01c.html acesso em: 16 dez. 2010 Norma Couri entrevista Wilson Martins Diz o poeta e crítico Haroldo de Campos. "Wilson afirmou também que Guimarães Rosa, mal orientado pelos críticos, se estava perdendo em invenções filológicas, fez cruzada contra Paulo Leminski." E completa: "O Brasil é o único país do mundo que tem uma história da inteligência escrita por uma pessoa que não prima pela inteligência." Ele viveu 50 de seus 76 anos no harém da literatura brasileira exercendo seu ofício sagrado, o de separar livros bons dos ruins, criando amigos e muitos desafetos e provocando muita polêmica. Críticos são como eunucos num harém: eles sabem como a coisa é feita, mas eles mesmos são incapazes de fazer. Vinganças como esta do dramaturgo inglês Brendan Behan poderiam ser colecionadas por Wilson Martins, o último moicano da crítica brasileira no entender do ensaísta José Paulo Paes. Os últimos 50 dos seus 76 anos, Wilson passou no harém literário brasileiro exercendo o ofício sagrado e execrado de criticar. Meteu o dedo na máquina de escrever elétrica - ele detesta computador - e criticou de Graciliano Ramos - por ter seus textos segundo ele adulterados pelo Partidão - a Chico Buarque, pelo que chamou de recozimento de A Revolução dos Bichos, de George Orwell, e Zero, de Ignácio de Loyola Brandão, para fabricar Fazenda Modelo e Estorvo. Wilson Martins atacou o poeta Paulo Leminski, cidadão de Curitiba como ele, mexeu com a esquerda e a direita, futucou feministas e homosexuais, balançou monstros sagrados, tocou nos intocáveis, passou meio século dizendo o que pensava. -
Abre-Alas Domingo
ÍNDICE Agremiação Página G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO 03 G.R.E.S. ACADÊMICOS DO GRANDE RIO 35 G.R.E.S. UNIDOS DE VILA ISABEL 87 G.R.E.S. MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL 133 G.R.E.S. BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS 187 G.R.E.S. UNIDOS DA TIJUCA 261 1 GG..RR..EE..SS.. IIMMPPÉÉRRIIOO SSEERRRRAANNOO PRESIDENTE HUMBERTO SOARES CARNEIRO 3 AA LLeennddaa ddaass SSeerreeiiaass ee ooss MMiissttéérriiooss ddoo MMaarr Carnavalesca MÁRCIA LAGE 5 Abre-Alas – G.R.E.S. Império Serrano – Carnaval/2009 FICHA TÉCNICA Enredo Enredo “ A Lenda das Sereias e os Mistérios do Mar” Carnavalesco Márcia Lage Autor(es) do Enredo Fernando Pinto e Márcia Lage Autor(es) da Sinopse do Enredo Márcia Lage Elaborador(es) do Roteiro do Desfile Márcia Lage Ano da Páginas Livro Autor Editora Edição Consultadas 01 Spirit Of The Daniel Gilpin Parragon 2007 Todas Ocean 02 Animals Jim Harter Dover 1979 207 – 279 Publications 03 O Mar Leonard Engel José Olympio 1971 Todas 04 Animais do Mar III Vida Selvagem Altaya 1993 Todas Larousse 05 Lase Ship Home Rodney Mathews Paper Tiger 1999 Todas Outras informações julgadas necessárias Em 1981 Márcia Lage ingressou na Escola de Belas-Artes da UFRJ, onde foi aluna da carnavalesca Rosa Magalhães. No ano seguinte teve seu primeiro contato com a produção de carnaval, convidada por Rosa Magalhães para ajudar a desenhar figurinos para a escola em que trabalhava na época: o Império Serrano. Naquele longínquo 1982, Império se sagrou campeão do carnaval. Vinte e cinco anos depois, Márcia Lage está de volta, hoje carnavalesca experiente. -
Redalyc.A Morada Da Língua Portuguesa
Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Sistema de Información Científica Niskier, Arnaldo A morada da língua portuguesa Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, vol. 22, núm. 85, octubre-diciembre, 2014, pp. 1115-1130 Fundação Cesgranrio Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=399534056011 Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, ISSN (Versão impressa): 0104-4036 [email protected] Fundação Cesgranrio Brasil Como citar este artigo Número completo Mais informações do artigo Site da revista www.redalyc.org Projeto acadêmico não lucrativo, desenvolvido pela iniciativa Acesso Aberto A morada da língua portuguesa 1115 PÁGINA ABERTA A morada da língua portuguesa "Livros são papéis pintados com tinta." - Fernando Pessoa Arnaldo Niskier* Resumo Temos raízes latinas muito sólidas, o que não foi suficiente para que o Acordo Ortográfico de Unificação da Língua Portuguesa, assinado em 1990, alcançasse a unanimidade desejável. Em Lisboa há um movimento sincronizado para colocar em dúvida as razões lexicográficas das pequenas mudanças propostas. A escritora Lygia Fagundes Telles, falando na Academia Brasileira de Letras, pediu que liderássemos uma cruzada favorável à língua portuguesa. Devemos melhorar o atual índice de leitura (2,4 livros por habitante) e ampliar significativamente o número de bibliotecas públicas em todo o País. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, é muito sóbria em relação aos cuidados com a nossa língua. De nada adianta ensinar a ler e a escrever sem a garantia da permanência dos alunos nas escolas, lugar de "leitura crítica" e interpretativa do que lhe chega por intermédio da imagem e do som. -
Capítulo 2 a Dança Como Profissão
Mercedes Baptista - A Criação da Identidade Negra na Dança Copyright - 2007 Paulo Melgaço Ficha Técnica Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Cultura Gilberto Passos Gil Moreira Presidente da Fundação Cultural Palmares Zulu Araújo Diretor de Promoção, Estudos, Pesquisa e Divulgação da Cultura Afro-Brasileira Antonio Pompêo Diretora de Proteção do Patrimônio Afro-Brasileiro Bernadete Lopes Equipe de Trabalho Fundação Cultural Palmares Chefe do CNIRCN Leila Calaça Gerente de Projetos lalê Garcia Bezerra de Mello Pesquisadora Isabela da Silva Sela Documentalista Emerson Nogueira Santana Analista Marco Antonio Evangelista da Silva Secretária Áida Melo Apoio Técnico Denyece Raquel dos Santos Chave, Edcleide Martins Honório e Hermeson Martins Estagiários Clênia Zilmara Barbosa Oliveira, Elói Soares e Bruno Felipe de Jesus Coelho Livro “Mercedes Baptista, A Criação da Identidade Negra na Dança” Capa, desenho e projeto gráfico Luiza Chamma Revisão José Moura Para Mercedes Baptista símbolo de nossa raça e cultura Para todos os negros que não se intimidam com o primeiro não e vão à luta em busca de seus sonhos. Para Rose Mary Melgaço que luta para construir seus caminhos e ainda encontra tempo para me apoiar na construção dos meus. Para Matheus Paulo e Amanda que breve terão muitos caminhos e muitas lutas para enfrentarem. Sumário Prefácio 7 Prólogo: Uma escola diferente, uma vida especial 10 Capítulo 1: A infância e a descoberta da dança 12 Capítulo 2: A dança como profissão 18 Capítulo 3: A identidade negra na criação de um estilo 24 Capítulo 4: Carnaval: tradição e mudança 70 Capítulo 5: Ensinando, Divulgando, Organizando 84 Capítulo 6: Um balanço 102 Capítulo 7: E a mulher? 108 Capítulo 8: Parabéns 126 Álbum de fotos 131 Referências 158 Agradecimentos 161 Paulo Melgaço da Silva Júnior 7 Prefácio O trabalho de Mercedes Baptista marca uma guinada na dança afro-brasileira ao imprimir-lhe uma nova consciência de suas ori- gens, uma linha de pesquisa e uma dimensão criativa própria. -
Curriculo De Janne Ruth Proponente Do Fendafor
Professora e Coreógrafa Professora e Coreógrafa 01. Formação, Pessoal, Realizações, Maitres, Cidades, Paises, Cursos e Prêmios; 02. Prêmios recebidos por Janne Ruth, Responsabilidade Social e Cultural; 03. Atividades Artísticas desenvolvidas por Janne Ruth de 1981 a 2019 (39 anos); Currículo Resumido, Formação, Pessoal, Realizações, Maitres, Cidades, Países, Cursos e Prêmios; FORMAÇÃO ACADÊMICA; Formação de Janne Ruth: formada em “Serviço Social”. Formada em Ballet Clássico e Metodologia do ensino da Dança pela Escola de Ballet Hugo Bianchi 1979 e Formação nos 09 Estilos em Salvador Bahia pela Escola Dance Center 1979 - afiliada da Universidade Católica da Bahia, Janne Ruth têm ainda o curso de Geologia incompleto na Universidade de Fortaleza – Unifor 1981 a 1983. Em 1997 Iniciou seus estudos na Área Social tendo se especializado e se qualificado participando de inúmeros Congressos, Seminários, cursos, palestras e por último iniciando na Universidade do Paraná o Curso de Serviço Social, hoje Janne Ruth é formada em serviço social Janne Ruth é gestora social/Cultural, especialista em elaboração de projetos sociais e culturais é parecerista de projetos desde 2008. Em 2015 Janne Ruth ganhou o título de Delegada do Conselho Brasileiro da Dança no Ceará - CBDD – Conselho Brasileiro da Dança. Janne Ruth Chaves Nascimento Viana; É Professora, Coreógrafa, Palestrante, Produtora e Gestora social e Cultural, tem cursos especializados em Dança pela UNIC União Internacional de Intercâmbio Cultural; Estados Unidos e França, realizado em 1982, 1983 -
Modos De Criação, Processos Que Desaguam Em Uma Reflexão Ética
Criação, ética, pa..ra..rá.. pa..ra..rá MODOS DE CRIAÇÃO, PROCESSOS QUE DESAGUAM EM UMA REFLEXÃO ÉTICA ORGANIZAÇÃO: INSTITUTO FESTIVAL DE DANÇA DE JOINVILLE 5ª EDIÇÃO JOINVILLE 2012 Copyright©2012 Organização: ISBN 978-85-65928-00-7 Seminários de Dança Criação, ética, pa..ra..rá pa..ra..rá MODOS DE CRIAÇÃO, PROCESSOS QUE DESAGUAM EM UMA REFLEXÃO ÉTICA De 28 a 30 de Julho de 2011 – Teatro Juarez Machado Visite: www.festivaldedanca.com.br Prefácio PRÁTICA E TEORIA. TEORIA E PRÁTICA “No ano de 2003, um feito histórico se deu na trajetória da dança brasileira. A Academia reconhece e dá a primeira titulação de Notório Saber com o Diploma de Doutorado a uma bailarina, coreógrafa, pedagoga, diretora artística e pesquisadora autodidata, Angel Vianna. Foi a primeira titulação concedida pela Escola de Dança da UFBA, primeira faculdade de dança da América Latina. Hoje com 54 anos de existência, Angel foi a primeira personalidade do mundo da dança no Brasil a receber esse título, firmando assim o primeiro pacto e entendimento para a história da dança brasileira de que é pelo fazer prático que produz-se conhecimento e instrumento para a análise teórica.” Eu extraí esse trecho da apresentação que Ana vitória, integrante da Curadoria Artística do Festival de Dança de Joinville, preparou para homenagear uma verdadeira lenda da dança brasileira, Angel Viana. Esse reconhecimento aconteceu durante o Seminários de Dança 2011, realizado de 28 a 30 de julho, no Teatro Juarez Machado, que teve como tema “Criação Ética, Pa..Ra..Rá..Pa..Ra..Rá.. Modos de Criação, processos que desaguam em uma reflexão ética”.