Designation of Natural Monuments by the Local Administration: the Example of Viana Do Castelo Municipality and Its Engagement with Geoconservation (NW Portugal)
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PIER | AFIFE, CARREÇO E AREOSA | Caracterização Da Situação De Referência
PIER | AFIFE, Caracterização da situação de referência CARREÇO E AREOSA Viana do Castelo, abril de 2016 1 EQUIPA TÉCNICA COORDENADOR: Paulo Castro – Eng. Agrónomo ESTRUTURA TÉCNICA: Duarte Mendes – Biólogo Duarte Silva – Biólogo José João Teixeira – Eng. Agrónomo Patrícia Pereira – Eng. Agrónoma Gonçalo Andrade – Arq. Paisagista Rui Carvalho - Arq. Paisagista / SIG Sofia Pacheco - Arq. Paisagista Tiago Costa – Arq. Paisagista / SIG Victor Esteves - Arq. Paisagista PIER | AFIFE, CARREÇO E AREOSA | Caracterização da situação de referência 2 Índice 1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 9 1.1 ÁREA DE INTERVENÇÃO ................................................................................................ 9 2. ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO, LEGAL, SERVIDÕES E RESTRIÇÕES ............................... 10 2.1 ÂMBITO NACIONAL ..................................................................................................... 12 2.1.1 PROGRAMA NACIONAL DA POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO (PNPOT) 12 2.1.2 PLANO DE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA CAMINHA-ESPINHO ........................ 12 2.2 ÂMBITO REGIONAL ...................................................................................................... 13 2.2.1 PLANO REGIONAL DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO DO NORTE (PROT-N) .......... 13 2.3 ÂMBITO MUNICIPAL .................................................................................................... 14 2.3.1 PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE -
Edital José Maria Da Cunha Costa, Presidente Da Câmara Municipal De Viana Do Castelo
Câmara Municipal de Viana do Castelo EDITAL JOSÉ MARIA DA CUNHA COSTA, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO: Faz público, em cumprimento do disposto no art.°. 56°. do. Anexo I da Lei nO. 75/2013, de 12 de setembro, que a Câmara Municipal em sua reuniào realizada em 13 de Agosto de 2020. cuja ata foi aprovada em minuta na mesma reuniào, tomou as seguintes deliberações: Ponto n Assunto Resolucão ~Voto De louvor ~ Aprovado por unanimidade um voto de louvor a João Fernandes. atleta do Darque Kayak Clube e da APPACOM ~Voto De Pesar ~Aprovado por unanimidade um voto de pesar pelo falecimento do piloto Jorge Antes da Jardim Ordem do ~ Realizaç~ode reunião câmara ~Aprovada por unanimidade não realizar a próxima reunião ordinária prevista para Dia dia 28 de Agosto. "'MOÇÃO DE REPÚDIO ~ Aprovada por maioria com uma abstenção a Moção de Repudio relativamente Ao Projeto de Decreto-Lei que procede aregulamentaçao da lei n.!! 54/2015, de 22 de junho, no que respeita aos depósitos minerais Aprovado por unanimidade a acta da reunião camararia realizada em 30 de Julho d 1 Aprovação da Acta da Reunião Anterior 2020 Aprovado por unanimidade aprovar o Protocolo de cooperação, de âmbito Municipal, para Intervenção Eficaz do Fundo Revive celebrado com TF - Turismo Fundos, SGJOC, Protocolo de cooperação, de âmbito SA e que tem por objeto estabelecer os termos da cooperação entre o FRN e o 2 Municipal, para Intervenção Eficaz do Município para a concretização célere e eficaz dos objetivos de interesse público do Fundo Revive fundo, definidos no Decreto-lei n.9 161/2019, de 2S de outubro, no que respeita aos imóveis situados na área de intervenção do Município. -
Mapa Geral Alto Minho
N-640 Santiago N-547 Contactos úteis Lendas Pontos de Interesse Natural Sabores de Compostela Consideradas fruto de uma mistura entre fatos reais e o imaginário popular, Com cenários naturais tão diversos, o Alto Minho é o cenário perfeito para os amantes A enogastronomia configura um dos mais representativos aspetos de usos e costumes A-54 Comunidade Intermuni- AP-53 cipal do Alto Minho representam partes da história e relatos de situação ocorridas no Alto Minho! da natureza em estado puro. Os valores naturais, paisagísticos e a biodiversidade fazem próprios dos saberes ancestrais do Alto Minho. Rua Bernardo Abrunhosa, Deixamos-lhe aqui um pouco do imaginário coletivo das nossas gentes... deste espaço um destino natural de eleição! Fique a conhecer melhor o nosso território através dos seus inigualáveis paladares regionais! nº 105 / 4900-309 E-1 N-540 Viana do Castelo AG-53 N-120 Arcos de Valdevez + 351 258 800 200 Pontevedra “O Recontro de Valdevez foi um dos momentos mais marcantes Ourense + 351 258 800 220 Sistelo Ecovia do Vez Carne Cabritinho da história nacional, quando na primavera de 1141 os exércitos de 41°41'43"N / 8°50'9"W Afonso Henriques e Afonso VII de Castela e Leão, seu primo, se encon- da Cachena Mamão Vigo AG-31 traram. O encontro tornou-se numa espécie de um torneio medieval, com Arroz da Serra www.cim-altominho.pt em vez de uma batalha quase certa foi um exemplo de diplomacia de Feijão [email protected] Tarrestre Tui e de bom senso ao não ser derramada uma única gota de sangue.” Valença Caminha A3 “Serra de Agra! Eis um bom nome, com o qual a batizo. -
Characterization and Dating of Coastal Deposits of NW Portugal (Minhoeneiva Area): a Record of Climate, Eustasy and Crustal Uplift During the Quaternary
Quaternary International 328-329 (2014) 94e106 Contents lists available at ScienceDirect Quaternary International journal homepage: www.elsevier.com/locate/quaint Characterization and dating of coastal deposits of NW Portugal (MinhoeNeiva area): A record of climate, eustasy and crustal uplift during the Quaternary Ricardo P. Carvalhido a,b,*, Diamantino I. Pereira a,c, Pedro P. Cunha d, Jan-Pieter Buylaert e,f, Andrew S. Murray f a Geology Centre, University of Porto, Portugal b Centre for Environmental and Marine Studies, University of Aveiro, Portugal c Earth Sciences Department, University of Minho, Portugal d Department of Earth Sciences, IMAR-CMA, University of Coimbra, Portugal e Centre for Nuclear Technologies, Technical University of Denmark, Risø Campus, Denmark f Nordic Laboratory for Luminescence Dating, Department of Geoscience, Aarhus University, DTU Risø Campus, DK-4000, Denmark article info abstract Article history: This study presents the characterization and numerical dating of Quaternary coastal deposits of NW Available online 18 February 2014 Portugal, located between the mouths of the Minho and Neiva rivers. They record continental (small alluvial fans and streams) and transitional (aeolian dunes, interdune ponds, estuary, sandy and gravelly beaches) paleoenvironments. Quartz and K-feldspar optically stimulated luminescence (OSL) dating is employed as well as AMS 14C dating. A staircase of coastal terraces (abrasion shore platforms) was identified (altimetry, a.s.l.) and ascribed to the following probable Marine Isotope Stages (MIS): T1 e 20- 18 m (MIS11); T2 e ca. 13 m (MIS9); T3 e 9.3e7.3 m (MIS7); T4 e 5.5e4.5 m (MIS5); T5 e 3.5e2.0 m (MIS5). -
Structure of the Granitic Pegmatite Field of the Northern Coast of Portugal—Inner Pegmatite Structures and Mineralogical Fabrics
heritage Article Structure of the Granitic Pegmatite Field of the Northern Coast of Portugal—Inner Pegmatite Structures and Mineralogical Fabrics Cristiana Faria *,† and Carlos Leal Gomes † Lab2PT—Universidade do Minho, 4710-057 Braga, Portugal; [email protected] * Correspondence: [email protected]; Tel.: +351-916-087-223 † These authors contributed equally to this work. Received: 8 December 2018; Accepted: 21 January 2019; Published: 24 January 2019 Abstract: On the coastline of Northern Portugal, metamorphic formations and pegmatites were the subject of structural analysis with the main goal of understanding Variscan kinematics and related pegmatite intrusion. This study also aims to discriminate, select and characterize relevant aspects of the structure and the paragenesis of pegmatites, well exposed as a result of coastal erosion, justifying its inclusion in the geological heritage of the Northern coast of Portugal. The pegmatite bodies show distinctive internal and external structures that are attributable to different modes of emplacement and subsequent deformation. The pegmatitic implantation in the areas of Moledo and Afife occurs in an intragneissic and perigranitic environment, for the first area, and perigneissic and perigranitic environment, for the second. In Pedras Ruivas predominates the implantation into an exo-gneissic to exo-granitic domain. The Moledo veins show evidence of multiphase open/filling, revealing positions, shapes, attitudes, sizes and internal structures that change as a function of the host lithology and host structure, but mainly due to the dilation and the cycles number of local telescoping. The structural analysis of the pegmatite bodies allows the deduction of a local fulcrum of expansion that hypothetically overlaps a hidden stock of parental granite. -
Working Paper Series
Working Paper Series No. 66 A sustainable and symbiotic relationship between human occupation and a natural waterscape. The Afife case study, from the XIIth to the XXth century. Cristina Joanaz Lígia Pinto Paulo Ramísio Estelita Vaz December 2016 Núcleo de Investigação em Microeconomia Aplicada Universidade do Minho A sustainable and symbiotic relationship between human occupation and a natural waterscape. The Afife case study, from the XIIth to the XXth century. Joanaz, Cristina; (a) Pinto, Lígia M. Costa (b)*; Ramísio, Paulo (c); Vaz, Estelita (d) (a) IHC- Universidade NOVA de Lisboa; (b) NIMA, Universidade do Minho, Portugal; (c) CTAC, Universidade do Minho, Portugal; (d) Departamento de Matemática, Universidade do Minho, Portugal. *corresponding author: [email protected] Abstract The waterscape defined by the Afife creek (Portugal) is a hotspot of time and cultural cross-references. In the 1200s, the presence of Benedictine monks, in the Convent of S. João de Cabanas, suggest the existence of a Catholic agrarian landscape. Benedictine monks ought to provide shelter, food, wool for blankets, and products for religious sacred services to pilgrims. Therefore, wheat, hay or barley, vineyards and olive trees would be cultivated. As such, the landscape should reveal the cultivation of cereals, olive trees, vineyards, and grazing lands, and mills to mow the cereals, produce olive oil, and saw the wood. The design of the former landscape on cereals, wine, olive trees, sheep, goats and sawing industry in the area, under the Benedictine convent of S. João de Cabanas, together with its architectural structure, is strongly related to the XVIth century. In particular, the cross of S. -
Praias Viana Do Castelo Ficha Técnica
PRAIAS VIANA DO CASTELO FICHA TÉCNICA PRAIA DA ÍNSUA PRAIA DE AFIFE PRAIA DA ARDA | BICO PRAIA DE PAÇÔ 4-5 6-7 8-9 10-11 4 PRAIA DE FORNELOS PRAIA DE PRAIA DE CANTO PRAIA DO PORTO E PROMONTÓRIO DE CARREÇO MARINHO DE VINHA MONTEDOR 14-15 16-17 18-19 12-13 PRAIA NORTE PRAIA DO PRAIA DO PRAIA DA PRAIA DE CASTELO CABEDELO RODANHO AMOROSA DO NEIVA 20-21 22-23 24-25 26-27 28-29 DATA AGOSTO 2017 DIREÇÃO JOSÉ MARIA COSTA Praia Bandeira Azul Praia Qualidade de Ouro TEXTOS | REVISÃO CENTRO DE MAR DESIGN | ILUSTRAção RUI CARVALHO Praia Dourada Praia Acessível FOTOGRAFIA CENTRO DE MAR | SUSANA MATOS NOTA INTRODUTÓRIA Viana do Castelo tem uma orla costeira com cerca de 26 quilómetros, onde se pode usufruir de uma rara beleza natural e de extensos areais. A qualidade ambiental das praias valeu a atribuição de galardões como “Dourada”, “Bandeira Azul” e “Acessível” a várias praias de Viana do Castelo. Se, por um lado, são muito procuradas para uso balnear, por outro lado, são também muitos os que nelas praticam desportos como o surf, o bodyboard, o windsurf e o kitesurf. O rio Lima proporciona ainda a prática de outros desportos como o jet-ski, a vela, o remo, a canoagem, a pesca ou simplesmente um passeio de barco, com partida da Ma- rina.Esta publicação convida todos os leitores a efetuarem um percurso pelo nosso litoral, despertando-os não só para os valores naturais, mas também para a riqueza patrimonial da nossa cidade e para os valores e identidade cultural dos vianenses.Conhecer, para proteger 5 e conservar. -
Cycle Tracks, Rail Trails and Greenways
CYCLE TRACKS, RAIL TRAILS AND GREENWAYS NORTHERN PORTUGAL www.portoenorte.pt 4 Presentation Esposende Ponte da Barca Vila do Conde 6 Introduction 64 Esposende Riverine Greenway 118 Ponte da Barca Cycle Track 174 Atlantic Coastal Road Cycle Track 8 Map Fafe 120 Lima River Greenway - Açudes Section 176 Avenida da Liberdade Cycle Track 66 Fafe-Guimarães Rail Trail Ponte de Lima 178 Avenida do Castelo Cycle Track Alfândega da Fé Felgueiras 122 Lagoas Greenway 180 Avenida Nassica Cycle Track 10 Alfândega da Fé Cycle track 68 Ladário Cycle Track - Lixa 124 Laranjas Greenway 182 Ave Coastal Road Cycle Track Alijó Gondomar 126 Veigas Greenway 184 Espaço Natureza Cycle Track 12 Town Park Greenway 70 Avenida da Conduta Cycle Track 128 Açudes Greenway 186 South Coast Greenway Amarante 72 Avenida Oliveira Martins Cycle Track Porto Vila Flor 14 Tâmega Line Rail Trail 74 D. Miguel Road Cycle Track 130 Boavista Avenue Cycle Track 188 Vila Flor Cycle Track Arcos de Valdevez 76 Vila Verde Cycle Track 132 Granja Creek Mouth’s Cycle Track Vila Nova de Cerveira 16 Arcos de Valdevez Greenway 78 Gondomar Polis Cycle Track 134 Coastal Road Cycle Track 190 River Path Rail Trail 18 Ermelo Greenway Guimarães 136 Prelada Cycle track Vila Nova de Famalicão Armamar 80 Guimarães-Fafe Rail Trail 138 Asprela - Granja Route Cycle Track 192 Famalicão - Póvoa de Varzim Rail Trail 20 Douro River Greenway Folgosa Lousada Póvoa de Varzim Vila Nova de Gaia Barcelos 82 Lousada Greenway 140 Coastal Road Cycle Track 194 Areinho de Oliveira do Douro Cycle Track 22 Riverside Front -
Seaweed, Status and the Symbolic Domain
Seaweed, Status and the Symbolic Domain Seaweed Harvesters in Portuguese Coastal Communities' seaweed harvest has decreased or has even been totally abandoned as a craft in many European countries, it is still possible to do research on the subject of seaweed gathering. Portugal is one of those countries in Europe where natural seaweed resources are still exploited. Ellen Hoefnagel These Portuguese seaweed harvesters have their origins in different occu- University of Leiden pational groups: peasants, crofters, and fishers. Since circa 1880 male and female peasants and crofters harvest the seaweed by wading into the surf. Fishermen, on the other hand, have always fished for seaweed by boat, using ABSTRACT This essay describes the seaweed harvest in Portuguese coastal villages. It their purse seine, therefore never having to go into the sea. discusses the changing status or prestige of occupational groups in such communities and Since circa 1975 only women have been active in the seaweed harvest in these groups' reactions to those changes. First ofall, an ethnography winbe presented of north Portuguese fishing villages, while in coastal communities without the seaweed liarvest in the north of Portugal focusing especially on the village of Castelo fishery both women and men still exploit the resource. This enigmatic de Neiva. Secondly, a tentative explanation of the recent 'feminization' of the seaweed selective social change raises the following questions: Why did 'feminization' harvest will be given, by relating this phenomenon to the ideational systems of the groups of the seaweed harvest occur in fishing communities and not in other coastal involved. communities? Why did fishermen have a different attitude towards the seaweed harvest than the women and men of other occupational groups? The Introduction answers to these questions will be given by relating this 'feminization' of the seaweed harvest to socio-economic change and the ideational and symbolic Seaweed has been harvested in Portugal for centuries. -
Inventariação Do Património Geomorfológico Do Litoral Do Concelho De Viana Do Castelo R
Publicações da Associação Portuguesa de Geomorfólogos, Volume VI, APGEOM, Braga, 2009, p. 299-304 Inventariação do património geomorfológico do litoral do concelho de Viana do Castelo R. Carvalhido1,2, D. Pereira1 & J. Brilha1 1Centro de Geologia da Universidade do Porto; Departamento de Ciências da Terra da Universidade do Minho 2Bolseiro de doutoramento da FCT Resumo: Apesar da paisagem litoral do concelho de Viana do Castelo ter atraído o interesse de alguns investigadores, levando à publicação de vários trabalhos ao longo das últimas décadas, a geoconservação e a valorização dos locais na perspectiva didáctica e turística, ainda não foi alcançada. O presente trabalho identifica, no sector em estudo Gelfa/Neiva (Viana do Castelo), um total de onze geossítios geomorfológicos, com interesse científico e geocultural, entre outros. Abstract: During the last decades the coastal landscape of Viana do Castelo’s county received the attention of some researchers leading to the publishing of some papers, in spite of that, the conservation and the valuing of geosites on a didactic and touristic perspective, wasn’t achieved yet. This paper identifies and characterizes eleven geomorphological geosites (residual, coastal, tectonic and slope geoforms) with scientific and geocultural values. Palavras-chave: Geomorfologia, Património Geomorfológico, Litoral, Viana do Castelo. Keywords: Coastal area; Geomorphological heritage; Geomorphology; Viana do Castelo. 1. Introdução O litoral de Viana do Castelo define-se entre a linha de cos- ta no sector Cão - Neiva e a linha de cumeada traçada sobre a vertente ocidental do maciço de Sta. Luzia e de Anha, es- tando balizado a norte e a sul pelos paralelos 41º47’49.29’’N e 41º37’51.03’’N, respectivamente (Fig.1). -
152687 Sede: Eb 2,3/S De Monte Da Ola – 345957
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONTE DA OLA – 152687 SEDE: EB 2,3/S DE MONTE DA OLA – 345957 LARGO MONTE DA OLA, N.º 257 4935 – 370 VILA NOVA DE ANHA VIANA DO CASTELO Plano Anual de Atividades 2017/2018 O Plano Anual de Atividades constitui-se como o documento orientador das atividades escolares ao longo do ano letivo. É um documento de planeamento, elaborado e aprovado pelos órgãos de administração e gestão do Agrupamento, que define, em função do Projeto Educativo, os objetivos, as formas de organização e de programação das atividades e que procede à identificação dos recursos envolvidos. Este documento não pode circunscrever-se ao registo de um conjunto de tarefas a levar a cabo pela comunidade escolar, mas a uma ação conjunta, tendo como horizonte o cumprimento do Projeto Educativo. O valor intrínseco do Plano de Atividades reside, não no número de atividades que promove, mas no contributo real para aprendizagens efetivamente conseguidas. O Projeto Educativo de Agrupamento – TEIP3 desenvolve-se em quatro eixos organizativos – fruto do Plano Plurianual de Melhoria, apresentado à tutela e conduzido à consequente aprovação: EIXO 1: Apoio à melhoria das aprendizagens Apoio à melhoria das aprendizagens. EIXO 2: Prevenção do abandono, absentismo e indisciplina Prevenção do abandono, absentismo e indisciplina. EIXO 3: Gestão e organização. EIXO 4: Relação Escola - Famílias – Comunidade e Parcerias. O Plano Plurianual de Atividades é um instrumento articulado que organiza as atividades, propostas e aprovadas, em função da sua exequibilidade, do interesse humanístico, científico e didáticopedagógico. Tendo em conta os recursos disponíveis e/ou a disponibilizar, tentar-se-á, através do compromisso por ele representado, dar resposta aos problemas que originaram os eixos de intervenção. -
Alto Minho – Sécs
Via Spiritus 14 (2007) 109-124 A Confraria de Santo Isidoro e seus Clamores Alto Minho – Sécs XVI-XX …faziam ouvir grandes clamores para se fazerem lembrar diante de Deus. Eclesiástico, 50, 18 Desde recuados tempos, um pouco por todo o nosso território com espe- cial incidência nos meios rurais nortenhos, em situações de calamidade natural – estiagem, cheias ou pragas – o povo recorria a uma expressão religiosa que veio a transformar-se na forma de súplica e penitência denominada clamor, chamor ou cramor para obter de Deus Todo Poderoso a desejada mudança nas condições atmosféricas ou o fim da devastação das colheitas. O clamor, chamor ou cramor é uma oração colectiva, dita em voz bem alta e repetida insistentemente enquanto se percorre um determinado trajecto – de um ponto previamente escolhido até uma elevação de terreno onde exista um mosteiro, igreja, capela ou simples cruz A maioria das vezes, o clamor termi- nava com missa e sermão 1 Este tipo de manifestações piedosas ia ao encontro de crenças profun- das de reminiscência pagã 2 No espírito do povo permanecia o temor ancestral das forças da Natureza e a fé em que só uma divindade superior as conseguiria aplacar As gentes cristianizadas acreditavam – acreditam – que recorrendo ao Senhor Omnipotente, Ele, mestre das leis universais, as poderia mudar e satisfa- 1 Pedro PENTEADO, Peregrinações e Santuários in História Religiosa de Portugal, direcção de Carlos AZEVEDO, ed. Círculo de Leitores, s/d, 350; Franklim Neiva SOARES, Cataclismos, Medo e Piedade. Votos e clamores na arquidiocese