2012 RAA Tomo II Porto De Natal Rev B 2015
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Dedication Donald Perrin De Sylva
Dedication The Proceedings of the First International Symposium on Mangroves as Fish Habitat are dedicated to the memory of University of Miami Professors Samuel C. Snedaker and Donald Perrin de Sylva. Samuel C. Snedaker Donald Perrin de Sylva (1938–2005) (1929–2004) Professor Samuel Curry Snedaker Our longtime collaborator and dear passed away on March 21, 2005 in friend, University of Miami Professor Yakima, Washington, after an eminent Donald P. de Sylva, passed away in career on the faculty of the University Brooksville, Florida on January 28, of Florida and the University of Miami. 2004. Over the course of his diverse A world authority on mangrove eco- and productive career, he worked systems, he authored numerous books closely with mangrove expert and and publications on topics as diverse colleague Professor Samuel Snedaker as tropical ecology, global climate on relationships between mangrove change, and wetlands and fish communities. Don pollutants made major scientific contributions in marine to this area of research close to home organisms in south and sedi- Florida ments. One and as far of his most afield as enduring Southeast contributions Asia. He to marine sci- was the ences was the world’s publication leading authority on one of the most in 1974 of ecologically important inhabitants of “The ecology coastal mangrove habitats—the great of mangroves” (coauthored with Ariel barracuda. His 1963 book Systematics Lugo), a paper that set the high stan- and Life History of the Great Barracuda dard by which contemporary mangrove continues to be an essential reference ecology continues to be measured. for those interested in the taxonomy, Sam’s studies laid the scientific bases biology, and ecology of this species. -
Feeding Habits of Centropomus Undecimalis (Actinopterygii, Centropomidae) in the Parnaíba River Delta, Piauí, Brazil
Brazilian Journal of Development 39536 ISSN: 2525-8761 Feeding habits of Centropomus undecimalis (Actinopterygii, Centropomidae) in the Parnaíba river delta, Piauí, Brazil Alimentação do Centropomus undecimalis (Actinopterygii, Centropomidae) no estuário do delta do rio Parnaíba, Piauí, Brasil DOI:10.34117/bjdv7n4-423 Recebimento dos originais: 07/03/2021 Aceitação para publicação: 16/04/2021 José Rafael Soares Fonseca Doutorando em Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca Programa de Pós-Graduação em Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca, Centro de Engenharias e Ciências Exatas, Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, Rua da Faculdade, 645, 85903-000 – Toledo– PR – Brasil E-mail: [email protected] Cezar Augusto Freire Fernandes Doutorado em Recursos Pesqueiros e Aquicultura Universidade Federal do Delta do Parnaíba – UFDPAR, Av. São Sebastião, 2819 Bairro Nossa Senhora de Fátima– CEP: 64.202-020 – Parnaíba – PI – Brasil E-mail: [email protected] Francisca Edna de Andrade Cunha Doutorado em Ciências Biológicas Universidade Federal do Delta do Parnaíba – UFDPAR, Av. São Sebastião, 2819 Bairro Nossa Senhora de Fátima– CEP: 64.202-020 – Parnaíba – PI – Brasil E-mail: [email protected] ABSTRACT The objective of this work was to evaluate the feeding of Centropomus undecimalis in the estuary of the Parnaíba river delta, with emphasis on diet composition during seasonal variations between dry and rainy seasons. The samples were obtained from artisanal fishing with gillnets, from June 2014 - July 2015. The individuals were measured, weighed and dissected to remove the stomachs. The fish diet was analyzed using the methods: Gravimetric, Frequency of Occurrence, Dominance of the item and Food Index. -
PREY PREFERENCE and PREDATORY BEHAVIOR of Aurantilaria Aurantiaca (MOLLUSCA: GASTROPODA: FASCIOLARIIDAE)
PREY PREFERENCE AND PREDATORY BEHAVIOR OF Aurantilaria aurantiaca (MOLLUSCA: GASTROPODA: FASCIOLARIIDAE) Preferência de presa e comportamento predatório de Aurantilaria aurantiaca (MOLLUSCA: GASTROPODA: Arquivos de Ciências do Mar FASCIOLARIIDAE) Carlos Augusto Oliveira de Meirelles1,3, Helena Matthews-Cascon1,2 RESUMO A família Fasciolariidae é formada por espécies carnívoras que usualmente predam outros gastrópodes e bivalves. Geralmente utilizam como estratégia de predação, o lascamento de concha, meio pelo qual o predador pode alcançar as partes moles da presa. Os objetivos desse trabalho foram determinar as possíveis presas de Aurantilaria aurantiaca da Praia do Pacheco (Caucaia-CE-Brasil) e a sua preferência alimentar em condições de laboratório. As presas observadas foram os gastrópodes Pisania pusio, Tegula viridula e Stramonita brasiliensis. O experimento de preferência de presa foi executado acondicionando um predador em um aquário de 5 litros com um indivíduo de cada presa, sendo observado durante 60 dias (replicado 10 vezes). Para a determinação do tempo de manipulação da presa, um predador foi acondicionado em uma caixa plástica mergulhada em um aquário de 80 litros juntamente com uma espécie de presa, sendo anotado o tempo de predação por duas 2 horas, durante 30 dias (replicado 10 vezes para cada espécie de presa). Aurantilaria aurantiaca mostrou preferência por Stramonita brasiliensis, o qual teve o mais baixo tempo de manipulação da presa. Pisania pusio e Tegula viridula não apresentaram resultados estatisticamente significativos (p = 0.7235 e 0.2499, respectivamente). O comportamento predatório mostrou 2 estratégias: penetração direta da probóscide e sufocamento. Não houve registro de lascamento de concha. Aurantilaria aurantiaca apresentou-se como um predador generalista, onde a variação de tempo de manipulação da presa mostrou que o predador passou por um processo de aprendizagem. -
Epibiotic Community of Tegula Viridula (Gastropoda: Trochidae) in Southeastern Brazil
Strombus 18(1-2): 1-14, Jan-dez. 2011 ISSN 1415-2827 (print edition) www.conchasbrasil.org.br/strombus/ Strombus Copyright © 2011 Conquiliologistas do Brasil ISSN 1983-2214 (online edition) Epibiotic community of Tegula viridula (Gastropoda: Trochidae) in southeastern Brazil Vanessa Fontoura-da-Silva¹; Jéssica B. Carneiro¹,² & Carlos H. S. Caetano¹ ¹Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Laboratório de Zoologia de Invertebrados Marinhos, Departamento de Zoologia, Av. Pasteur, 458, sala 309, Urca, Rio de Janeiro, RJ, 22290-240. ²Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Laboratório de Malacologia Límnica e Terrestre, Departamento de Zoologia, Rua São Francisco Xavier, 524, Pav. Haroldo Lisboa da Cunha, sala 525/2. Rio de Janeiro, RJ, 20550-900.e-mail: [email protected] Abstract In this investigation, we present data on composition, frequency of occurrence, volume and weight of the epibiotic community on the snail Tegula viridula (Gmelin, 1791) from Flexeiras beach, Itacuruçá Island, Rio de Janeiro, Brazil. Epibionts found were algae, bryozoans, barnacles, polyplacophorans, polichaete worm tubes, and oysters. Epibionts were found on 82.17% of T. viridula individuals examined, barnacles being the most frequent (64%), followed by polychaetes, algae and oysters. The months of June (2010) and January (2011) had the highest percentages of epibioses recorded: 95.35% and 93.68%, respectively. The percentage of epibionts was positively correlated to the length of the shell. Types of epibionts changed according to length variation of shells. Epibionts also significantly increased the weight and volume of shells. Keywords: Epibiosis, Incrustation, Mollusca, Sepetiba Bay. Resumo Neste trabalho apresentamos dados da composição, frequência de ocorrência, volume e peso da comunidade de epibiontes do caramujo Tegula viridula (Gmelin, 1791) na praia das Flexeiras, Ilha de Itacuruçá, Rio de Janeiro, Brasil. -
Diversidade De Moluscos Marinhos Do Litoral Piauiense
Vol. 1 | nº 1 | ID 76 DIVERSIDADE DE MOLUSCOS MARINHOS DO LITORAL PIAUIENSE LIMA, Mariana Soares1; GONÇALVES, José Nilton de Araújo2; ROCHA, Wáldima Alves da3 RESUMO Os moluscos são animais pertencentes ao filo Mollusca e estão presentes em quase todos os ambientes do globo terrestre, eles estão distribuídos em oito classes, a saber: Gastropoda, Bivalvia, Cephalopoda, Monoplacophora, Polyplacophora, Scaphopoda, Solenogaster e Caudofoveata. Além de serem considerados bioindicadores de poluição em ambientes aquáticos, estes animais são indispensáveis para o bem estar e saúde do ser humano por diversas razões, dentre elas é possível citar o fornecimento de material para alimentícios e fármacos, e a realização de serviços ecossistêmicos imprescindíveis para o funcionamento adequado do planeta. Este trabalho teve por objetivo conhecer a fauna de moluscos do litoral do Piaui. As coletas do material foram realizadas nos anos de 2017 e 2019, durante cinco dias de coletas cada, em dois pontos distintos do litoral Piauiense: a Praia do Coqueiro (município de Luis Correia) e a Praia de Barra Grande (município de Cajueiro da Praia). Os moluscos foram coletados manualmente em horários de maré baixa. Foram fixados com formaldeído a 10%, preservados em álcool 70% e levados para o Laboratório de Zoologia da Universidade Federal do Piauí, Campus Senador Helvídio Nunes de Barros, onde o material foi triado e identificado de acordo com a literatura específica. Até o momento já foram identificadas 18 espécies distribuídas entre as classes Polyplacophora -
29 Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Anachis
29 Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Anachis lyrata (Sowerby I, 1832) Distribuição: Costa Rica ao Panamá, Cuba ao Brasil (Ceará a Santa Catarina) Tamanho máximo: 18 mm Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Columbella mercatoria (Linnaeus, 1758) Distribuição: Texas, Flórida, Índias Ocidentais ao Brasil (Pará a São Paulo, Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Ilhas Trindade) Tamanho máximo: 24 mm Classe: GASTROPODA Família: Phasianellidae Espécie: Eulithidium affine (C. B. Adams, 1850) Distribuição: Texas, Caribe ao Brasil (Pará a Santa Catarina, Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Ilhas Trindade) Tamanho máximo: 9 mm 30 Classe: GASTROPODA Família: Fissurellidae Espécie: Diodora caynensis (Lamarck, 1822) Distribuição: Maryland a Flórida, Texas ao Brasil (Pará a Santa Catarina, Fernando de Noronha) Tamanho máximo: 51 mm Classe: GASTROPODA Família: Fasciolariidae Espécie: Leucozonia nassa (Gmelin, 1791) Distribuição: Flórida, Texas, Índias Ocidentais ao Brasil (Pará a Santa Catarina, Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Ilhas Trindade) Tamanho máximo: 60 mm Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Parvanachis obesa (C. B. Adams, 1845) Distribuição: Virgínia, Flórida ao Texas; Bermudas, Brasil (Amapá a Santa Catarina) e Uruguai Tamanho máximo: 6 mm 31 Classe: GASTROPODA Família: Caecidae Espécie: Caecum pulchellum Stimpson, 1851 Distribuição: New Hampshire, Texas ao Brasil (Pará a Santa Catarina) e Uruguai Tamanho máximo: 4 mm Classe: GASTROPODA Família: Caecidae Espécie: Caecum ryssotitum Folin, -
Universidade Estadual Paulista Mapeamento De
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Instituto de Geociências e Ciências Exatas Campus de Rio Claro MAPEAMENTO DE SENSIBILIDADE AO DERRAME DE ÓLEO DOS AMBIENTES COSTEIROS DOS MUNICÍPIOS DE SÃO VICENTE, SANTOS E GUARUJÁ – SP Volume I RAFAEL RIANI COSTA PERINOTTO Orientadora: Profa. Dra. Paulina Setti Riedel Co-orientador: Dr. João Carlos Carvalho Milanelli RIO CLARO (SP) 2010 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Instituto de Geociências e Ciências Exatas Campus de Rio Claro MAPEAMENTO DE SENSIBILIDADE AO DERRAME DE ÓLEO DOS AMBIENTES COSTEIROS DOS MUNICÍPIOS DE SÃO VICENTE, SANTOS E GUARUJÁ – SP Volume I RAFAEL RIANI COSTA PERINOTTO Orientadora: Profa. Dra. Paulina Setti Riedel Co-orientador: Dr. João Carlos Carvalho Milanelli Dissertação de Mestrado elaborada junto ao Programa de Pós-Graduação em Geociências e Meio Ambiente para obtenção do título de Mestre em Geociências e Meio Ambiente RIO CLARO (SP) 2010 Comissão Examinadora ________________________________ Profa. Dra. Paulina Setti Riedel ________________________________ Dra. Íris Regina Fernandes Poffo ________________________________ Prof. Dr. Gilberto José Garcia ________________________________ Rafael Riani Costa Perinotto _______________________________________________ Aluno Rio Claro, 03 de agosto de 2010 Resultado: APROVADO AGRADECIMENTOS Agradeço, A todos que direta ou indiretamente contribuíram para a execução deste projeto. À FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) pela Bolsa de Mestrado e pela Reserva Técnica concedidas. À CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) pelos primeiros 6 meses de bolsa no início do Mestrado. Em nome da Rosângela, agradeço ao Programa de Pós-Graduação em Geociências e Meio Ambiente e a todos os colegas, professores e amigos. À Profa. Dra. Paulina Setti Riedel (orientadora) e ao Dr. -
História De Vida De Espécies Da Família Ariidae E Auchenipteridae (Pisces: Siluriformes) Na Península Bragantina, Litoral Amazônico
Crossref Similarity Check Powered by iThenticate ARTIGO DOI: http://dx.doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v9n3p46-51 História de vida de espécies da Família Ariidae e Auchenipteridae (Pisces: Siluriformes) na Península Bragantina, Litoral Amazônico Nayara Cristina Barbosa Mendes1, Pedro Andrés Chira Oliva1, Israel Hidenburgo Aniceto Cintra2, Bianca Silva Bentes3 1. Universidade Federal do Pará, Brasil - Instituto de Estudos Costeiros (IECOS) - Campus de Bragança-PA. [email protected] http://lattes.cnpq.br/5170483292645174 [email protected] http://lattes.cnpq.br/0224399927142671 2. Universidade Federal Rural da Amazônia, Brasil - Instituto Sócio Ambiental e dos Recursos Hídricos (ISARH) - Campus de Belém-PA. [email protected] http://lattes.cnpq.br/6632466008150577 http://orcid.org/0000-0001-5822-454X 3. Universidade Federal do Pará, Brasil - Núcleo de Ecologia Aquática e Pesca da Amazônia (NEAP) - Laboratório de Biologia Pesqueira e Manejo de Recursos Aquáticos. [email protected] http://lattes.cnpq.br/0750868396813509 http://orcid.org/0000-0002-4089-7970 Bagres da ordem Siluriformes habitam regiões de fundos lamosos de estuários e rios. Ariidae e Auchenipteridae são bem frequentes nas pescarias realizadas e desembarcadas no Nordeste do Pará. Assim, este trabalho teve como objetivo estudar as diferentes formas de uso dos espécimes dessas famílias considerando aspectos bioecológicos. As amostragens foram realizadas mensalmente de setembro de 2012 a setembro de 2013, no Furo Grande e no Furo do Taici. Redes de tapagens RESUMO foram utilizadas e foi considerado o grau de exposição ao mar para a definição dos locais de coleta (Furo Grande – mais externo e Furo do Taici – mais interno). Cathorops spixii e Sciades herzbergii foram as espécies mais capturadas. -
Gastropod Shell Size and Architecture Influence the Applicability Of
Gastropod shell size and architecture influence the applicability of ANGOR UNIVERSITY methods used to estimate internal volume Ragagnin, Marilia; Gorman, Daniel; McCarthy, Ian; Sant'Anna, Bruno; Campi de Castro, Claudio; Turra, Alexander Scientific Reports DOI: 10.1038/s41598-017-18906-6 PRIFYSGOL BANGOR / B Published: 11/01/2018 Peer reviewed version Cyswllt i'r cyhoeddiad / Link to publication Dyfyniad o'r fersiwn a gyhoeddwyd / Citation for published version (APA): Ragagnin, M., Gorman, D., McCarthy, I., Sant'Anna, B., Campi de Castro, C., & Turra, A. (2018). Gastropod shell size and architecture influence the applicability of methods used to estimate internal volume. Scientific Reports, 8, [440]. https://doi.org/10.1038/s41598-017-18906-6 Hawliau Cyffredinol / General rights Copyright and moral rights for the publications made accessible in the public portal are retained by the authors and/or other copyright owners and it is a condition of accessing publications that users recognise and abide by the legal requirements associated with these rights. • Users may download and print one copy of any publication from the public portal for the purpose of private study or research. • You may not further distribute the material or use it for any profit-making activity or commercial gain • You may freely distribute the URL identifying the publication in the public portal ? Take down policy If you believe that this document breaches copyright please contact us providing details, and we will remove access to the work immediately and investigate your claim. 27. Sep. 2021 1 Gastropod shell size and architecture influence the applicability of methods used to 2 estimate internal volume 3 4 Marilia Nagata Ragagnin¹*, Daniel Gorman¹, Ian McCarthy², Bruno Sampaio 5 Sant’Anna³, Claudio Campi de Castro4, Alexander Turra¹ 6 7 ¹ Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brazil. -
Universidade Estadual Do Maranhão Centro De Educação, Ciências Exatas E Naturais Departamento De Química E Biologia Mestrado Em Recursos Aquáticos E Pesca
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA E BIOLOGIA MESTRADO EM RECURSOS AQUÁTICOS E PESCA THIAGO CAMPOS DE SANTANA MORFOLOGIA E TAXONOMIA DOS PEIXES (ACTINOPTERYGII: TELEOSTEI) MARINHOS E ESTUARINOS COMERCIAIS DO MARANHÃO São Luís-MA 2017 THIAGO CAMPOS DE SANTANA MORFOLOGIA E TAXONOMIA DOS PEIXES (ACTINOPTERYGII: TELEOSTEI) MARINHOS E ESTUARINOS COMERCIAIS DO MARANHÃO Dissertação apresentada em cumprimento às exigências do Programa de Pós-Graduação em Recursos Aquáticos e Pesca da Universidade Estadual do Maranhão, para obtenção do grau de Mestre. Aprovada em___/___/_____ BANCA EXAMINADORA ________________________________________________ Profa. Dra. Erivânia Gomes Teixeira (Orientadora) Universidade Estadual do Maranhão _________________________________________________ Prof. Dr. Carlos Riedel Porto Carreiro (Co-orientador) Universidade Estadual do Maranhão _________________________________________________ Prof. Dr. José Milton Barbosa Universidade Federal de Sergipe 1° Examinador _________________________________________________ Prof. Dr. Tiago de Moraes Lenz Universidade Estadual do Maranhão 2° Examinador Dedico este trabalho a minha família e a todos que contribuíram para a realização desta pesquisa. AGRADECIMENTOS Aos meus pais, Pedro Paulo e Jackeline Campos por me apoiarem, incentivarem e participarem diretamente, durante esta etapa da minha vida. À professora Doutora Erivânia Gomes Teixeira, pela orientação e confiança depositada durante a pós-graduação. Aos meus colegas da terceira turma (PPGRAP-2016): Allana Tavares, Bruna Rafaela, Daniele Borges, Josielma Santos, Lucenilde Freitas, Luis Fernandes, Ricardo Fonseca, Thércia Gonçalves e Vivian Cristina, tanto nos momentos de trabalhos, quanto de diversão. A todo o corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Recursos Aquáticos e Pesca, pelo conhecimento repassado durante a formação acadêmica. À Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico do Maranhão (FAPEMA), pela concessão da bolsa que possibilitou a execução do trabalho. -
Revision of the Species of the Genus Cathorops (Siluriformes: Ariidae) from Mesoamerica and the Central American Caribbean, with Description of Three New Species
Neotropical Ichthyology, 6(1):25-44, 2008 ISSN 1679-6225 (Print Edition) Copyright © 2008 Sociedade Brasileira de Ictiologia ISSN 1982-0224 (Online Edition) Revision of the species of the genus Cathorops (Siluriformes: Ariidae) from Mesoamerica and the Central American Caribbean, with description of three new species Alexandre P. Marceniuk1 and Ricardo Betancur-R.2 The ariid genus Cathorops includes species that occur mainly in estuarine and freshwater habitats of the eastern and western coasts of southern Mexico, Central and South America. The species of Cathorops from the Mesoamerica (Atlantic slope) and Caribbean Central America are revised, and three new species are described: C. belizensis from mangrove areas in Belize; C. higuchii from shallow coastal areas and coastal rivers in the Central American Caribbean, from Honduras to Panama; and C. kailolae from río Usumacinta and lago Izabal basins in Mexico and Guatemala. Additionally, C. aguadulce, from the río Papaloapan basin in Mexico, and C. melanopus from the río Motagua basin in Guatemala and Honduras, are redescribed and their geographic distributions are revised. O gênero de ariídeos Cathorops inclui espécies que habitam principalmente águas doces e estuarinas das plataformas orientais e ocidentais do sul do México, Américas do Sul e Central. Neste estudo, se apresenta uma revisão das espécies de Cathorops da Mesoamérica (bacias do Atlântico) e Caribe centroamericano, incluindo a descrição de três espécies novas: C. belizensis, de áreas de manglar em Belice; C. higuchii, de águas costeiras rasas e rios costeiros do Caribe centroamericano, desde Honduras até o Panamá; e C. kailolae, das bacias do rio Usumacinta e lago Izabal no México e Guatemala. -
3.2.6.3.1 Introdução O Sistema Bentônico Dos Ambientes Marinhos
3.2.6.3 ECOSSISTEMA BENTÔNICO 3.2.6.3.1 Introdução O sistema bentônico dos ambientes marinhos corresponde às áreas de sedimentação, inconsolidada (fundos arenoso/lamosos) ou consolidada (fundos rochosos), que se estende desde o supralitoral de praias e costões rochosos (região exposta ao ar e onde somente chegam borrifos de água do mar), até fossas abissais com mais de doze mil metros de profundidade. Os organismos que habitam esse ambiente são conjuntamente chamados de bentos e vivem em íntima associação com o fundo oceânico (PIRES- VANIN, 2008) (Figura 3.2.6.3.1-1). Figura 3.2.6.3.1-1 - Esquematização dos diferentes compartimentos biológicos marinhos, evidenciando a área do sistema bêntomico (Zona bentônica) Fonte: www.slideplayer.com.br O bentos marinho é amplamente distribuído e está presente em grande abundância em todo o sistema bentônico. A composição e riqueza das comunidades bentônicas, no entanto, tendem a sofrer grandes mudanças com o aumento da profundidade como resposta às variações ambientais. Muitas espécies bentônicas possuem capacidade de locomoção reduzida ou vivem fixas ao substrato (WEISBERG et al., 1997), o que faz com que sofram forte influência das condições ambientais, principalmente das características sedimentares (SNELGROVE & BUTMAN, 1994; THRUSH et al., 2003). Salinidade, matéria orgânica, hidrodinâmica e disponibilidade de oxigênio são outros exemplos de variáveis ambientais capazes de influenciar a estrutura das comunidades bentônicas (PEARSON & ROSENBERG, 1978; MCLACHLAN & BROWN, 2006). A comunidade bentônica é usualmente dividida em relação à posição na cadeia trófica, modo de vida e tamanho. Produtores primários, como algas ou gramas marinhas, são classificados como fitobentos, 1 enquanto organismos consumidores são denominados zoobentos.