Diversidade De Moluscos Marinhos Do Litoral Piauiense
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PREY PREFERENCE and PREDATORY BEHAVIOR of Aurantilaria Aurantiaca (MOLLUSCA: GASTROPODA: FASCIOLARIIDAE)
PREY PREFERENCE AND PREDATORY BEHAVIOR OF Aurantilaria aurantiaca (MOLLUSCA: GASTROPODA: FASCIOLARIIDAE) Preferência de presa e comportamento predatório de Aurantilaria aurantiaca (MOLLUSCA: GASTROPODA: Arquivos de Ciências do Mar FASCIOLARIIDAE) Carlos Augusto Oliveira de Meirelles1,3, Helena Matthews-Cascon1,2 RESUMO A família Fasciolariidae é formada por espécies carnívoras que usualmente predam outros gastrópodes e bivalves. Geralmente utilizam como estratégia de predação, o lascamento de concha, meio pelo qual o predador pode alcançar as partes moles da presa. Os objetivos desse trabalho foram determinar as possíveis presas de Aurantilaria aurantiaca da Praia do Pacheco (Caucaia-CE-Brasil) e a sua preferência alimentar em condições de laboratório. As presas observadas foram os gastrópodes Pisania pusio, Tegula viridula e Stramonita brasiliensis. O experimento de preferência de presa foi executado acondicionando um predador em um aquário de 5 litros com um indivíduo de cada presa, sendo observado durante 60 dias (replicado 10 vezes). Para a determinação do tempo de manipulação da presa, um predador foi acondicionado em uma caixa plástica mergulhada em um aquário de 80 litros juntamente com uma espécie de presa, sendo anotado o tempo de predação por duas 2 horas, durante 30 dias (replicado 10 vezes para cada espécie de presa). Aurantilaria aurantiaca mostrou preferência por Stramonita brasiliensis, o qual teve o mais baixo tempo de manipulação da presa. Pisania pusio e Tegula viridula não apresentaram resultados estatisticamente significativos (p = 0.7235 e 0.2499, respectivamente). O comportamento predatório mostrou 2 estratégias: penetração direta da probóscide e sufocamento. Não houve registro de lascamento de concha. Aurantilaria aurantiaca apresentou-se como um predador generalista, onde a variação de tempo de manipulação da presa mostrou que o predador passou por um processo de aprendizagem. -
Márcia Alexandra the Course of TBT Pollution in Miranda Souto the World During the Last Decade
Márcia Alexandra The course of TBT pollution in Miranda Souto the world during the last decade Evolução da poluição por TBT no mundo durante a última década DECLARAÇÃO Declaro que este relatório é integralmente da minha autoria, estando devidamente referenciadas as fontes e obras consultadas, bem como identificadas de modo claro as citações dessas obras. Não contém, por isso, qualquer tipo de plágio quer de textos publicados, qualquer que seja o meio dessa publicação, incluindo meios eletrónicos, quer de trabalhos académicos. Márcia Alexandra The course of TBT pollution in Miranda Souto the world during the last decade Evolução da poluição por TBT no mundo durante a última década Dissertação apresentada à Universidade de Aveiro para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Toxicologia e Ecotoxicologia, realizada sob orientação científica do Doutor Carlos Miguez Barroso, Professor Auxiliar do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro. O júri Presidente Professor Doutor Amadeu Mortágua Velho da Maia Soares Professor Catedrático do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro Arguente Doutora Ana Catarina Almeida Sousa Estagiária de Pós-Doutoramento da Universidade da Beira Interior Orientador Carlos Miguel Miguez Barroso Professor Auxiliar do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro Agradecimentos A Deus, pela força e persistência que me deu durante a realização desta tese. Ao apoio e a força dados pela minha família para a realização desta tese. Á Doutora Susana Galante-Oliveira, por toda a aprendizagem científica, paciência e pelo apoio que me deu nos momentos mais difíceis ao longo deste percurso. Ao Sr. Prof. Doutor Carlos Miguel Miguez Barroso pela sua orientação científica. -
Imposex in Endemic Volutid from Northeast Brazil (Mollusca: Gastropoda)
1065 Vol. 51, n. 5 : pp.1065-1069, September-October 2008 BRAZILIAN ARCHIVES OF ISSN 1516-8913 Printed in Brazil BIOLOGY AND TECHNOLOGY AN INTERNATIONAL JOURNAL Imposex in Endemic Volutid from Northeast Brazil (Mollusca: Gastropoda) Ítalo Braga de Castro 1*, Carlos Augusto Oliveira de Meirelles 2,3 , Helena Matthews- Cascon 2,3 ,. Cristina de Almeida Rocha-Barreira 2, Pablo Penchaszadeh 4 and Gregório Bigatti 5 1Laboratório de Microcontaminantes Orgânicos e Ecotoxicologia Aquática; Fundação Universidade Federal do Rio Grande; C. P.: 474; [email protected]; 96201-900; Rio Grande - RS -Brasil. 2Laboratório de Zoobentos; Instituto de Ciências do Mar; Fortaleza - Ceará - Brasil. 3Laboratório de Invertebrados Marinhos; Departamento de Biologia; Universidade Federal do Ceará; Fortaleza - CE - Brasil. 4Universidade de Buenos Aires; Buenos Aires - Argentina. 5Centro Nacional Patagónico, Puerto Madryn - Chubut - Argentina ABSTRACT Imposex is characterized by the development of masculine sexual organs in neogastropod females. Almost 120 mollusk species are known to present imposex when exposed to organic tin compounds as tributyltin (TBT) and triphenyltin (TPT). These compounds are used as biocide agents in antifouling paints to prevent the incrustations on boats. Five gastropod species are known to present imposex in Brazil: Stramonita haemastoma, Stramonita rustica, Leucozonia nassa, Cymathium parthenopeum and Olivancillaria vesica. This paper reports the first record of imposex observed in the endemic gastropod Voluta ebraea from Pacheco Beach, Northeast Brazil. Animals presenting imposex had regular female reproductive organs (capsule gland, oviduct and sperm-ingesting gland) and an abnormal penis. As imposex occurs in mollusks exposed to organotin compounds typically found at harbors, marinas, shipyards and areas with high shipping activities, probably contamination of Pacheco Beach is a consequence of a shipyard activity located in the nearest areas. -
Epibiotic Community of Tegula Viridula (Gastropoda: Trochidae) in Southeastern Brazil
Strombus 18(1-2): 1-14, Jan-dez. 2011 ISSN 1415-2827 (print edition) www.conchasbrasil.org.br/strombus/ Strombus Copyright © 2011 Conquiliologistas do Brasil ISSN 1983-2214 (online edition) Epibiotic community of Tegula viridula (Gastropoda: Trochidae) in southeastern Brazil Vanessa Fontoura-da-Silva¹; Jéssica B. Carneiro¹,² & Carlos H. S. Caetano¹ ¹Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Laboratório de Zoologia de Invertebrados Marinhos, Departamento de Zoologia, Av. Pasteur, 458, sala 309, Urca, Rio de Janeiro, RJ, 22290-240. ²Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Laboratório de Malacologia Límnica e Terrestre, Departamento de Zoologia, Rua São Francisco Xavier, 524, Pav. Haroldo Lisboa da Cunha, sala 525/2. Rio de Janeiro, RJ, 20550-900.e-mail: [email protected] Abstract In this investigation, we present data on composition, frequency of occurrence, volume and weight of the epibiotic community on the snail Tegula viridula (Gmelin, 1791) from Flexeiras beach, Itacuruçá Island, Rio de Janeiro, Brazil. Epibionts found were algae, bryozoans, barnacles, polyplacophorans, polichaete worm tubes, and oysters. Epibionts were found on 82.17% of T. viridula individuals examined, barnacles being the most frequent (64%), followed by polychaetes, algae and oysters. The months of June (2010) and January (2011) had the highest percentages of epibioses recorded: 95.35% and 93.68%, respectively. The percentage of epibionts was positively correlated to the length of the shell. Types of epibionts changed according to length variation of shells. Epibionts also significantly increased the weight and volume of shells. Keywords: Epibiosis, Incrustation, Mollusca, Sepetiba Bay. Resumo Neste trabalho apresentamos dados da composição, frequência de ocorrência, volume e peso da comunidade de epibiontes do caramujo Tegula viridula (Gmelin, 1791) na praia das Flexeiras, Ilha de Itacuruçá, Rio de Janeiro, Brasil. -
29 Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Anachis
29 Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Anachis lyrata (Sowerby I, 1832) Distribuição: Costa Rica ao Panamá, Cuba ao Brasil (Ceará a Santa Catarina) Tamanho máximo: 18 mm Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Columbella mercatoria (Linnaeus, 1758) Distribuição: Texas, Flórida, Índias Ocidentais ao Brasil (Pará a São Paulo, Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Ilhas Trindade) Tamanho máximo: 24 mm Classe: GASTROPODA Família: Phasianellidae Espécie: Eulithidium affine (C. B. Adams, 1850) Distribuição: Texas, Caribe ao Brasil (Pará a Santa Catarina, Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Ilhas Trindade) Tamanho máximo: 9 mm 30 Classe: GASTROPODA Família: Fissurellidae Espécie: Diodora caynensis (Lamarck, 1822) Distribuição: Maryland a Flórida, Texas ao Brasil (Pará a Santa Catarina, Fernando de Noronha) Tamanho máximo: 51 mm Classe: GASTROPODA Família: Fasciolariidae Espécie: Leucozonia nassa (Gmelin, 1791) Distribuição: Flórida, Texas, Índias Ocidentais ao Brasil (Pará a Santa Catarina, Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Ilhas Trindade) Tamanho máximo: 60 mm Classe: GASTROPODA Família: Columbellidae Espécie: Parvanachis obesa (C. B. Adams, 1845) Distribuição: Virgínia, Flórida ao Texas; Bermudas, Brasil (Amapá a Santa Catarina) e Uruguai Tamanho máximo: 6 mm 31 Classe: GASTROPODA Família: Caecidae Espécie: Caecum pulchellum Stimpson, 1851 Distribuição: New Hampshire, Texas ao Brasil (Pará a Santa Catarina) e Uruguai Tamanho máximo: 4 mm Classe: GASTROPODA Família: Caecidae Espécie: Caecum ryssotitum Folin, -
2012 RAA Tomo II Porto De Natal Rev B 2015
Empreendimento Porto de Natal Páginas 468 Empreendedor Secretaria de Portos da Presidência da República - SEP/PR Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Instituição Consultora Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária - FAPEU Relatório de Avaliação Ambiental (Porto de Natal) TOMO II Em atendimento a Informação Técnica emitida pelo Núcleo de Estudos Técnicos de Alta Complexidade - NETAC do IDEMA, datado de 25 de Abril de 2014. Rev. B Índice de Revisões Tomo II 1. Descrever a fauna terrestre ainda existente associando-a a cada uma das áreas e informar a fauna ameaçada de extinção na AII, conforme TR (Item 4 da IT); Este item deverá ser reapresentado, pois apenas o grupo das aves foi listado (tabela 3) e ainda assim esta tabela já havia sido apresentada anteriormente sendo os dados relativos à bacia potiguar e provenientes de um estudo realizado entre os estados do RN e Ceará. Os dados da tabela 3, inclusive, necessitam de revisão, por apresentar espécies de improvável ocorrência nas áreas de influência do porto; 2. Descrever a biota aquática correlacionando-a com cada uma das áreas (ADA, AID e AII) (Item 5 da IT). Este item não foi apresentado por completo visto que as tabelas 05, 06 e 07 tiveram seus títulos meramente alterados, mas os dados continuam os mesmos (generalistas e regionais) e as figuras 18 e 19 continuam sem ser auto-explicativas; 3. Correlacionar com as áreas de influência direta e indireta, as espécies da fauna ameaçada de extinção, sobreexplotada ou ameaçada de explotação e de extinção e demais espécies raras, endêmicas, migratórias, e aquelas protegidas por legislação federal, estadual e municipal. -
Gastropod Shell Size and Architecture Influence the Applicability Of
Gastropod shell size and architecture influence the applicability of ANGOR UNIVERSITY methods used to estimate internal volume Ragagnin, Marilia; Gorman, Daniel; McCarthy, Ian; Sant'Anna, Bruno; Campi de Castro, Claudio; Turra, Alexander Scientific Reports DOI: 10.1038/s41598-017-18906-6 PRIFYSGOL BANGOR / B Published: 11/01/2018 Peer reviewed version Cyswllt i'r cyhoeddiad / Link to publication Dyfyniad o'r fersiwn a gyhoeddwyd / Citation for published version (APA): Ragagnin, M., Gorman, D., McCarthy, I., Sant'Anna, B., Campi de Castro, C., & Turra, A. (2018). Gastropod shell size and architecture influence the applicability of methods used to estimate internal volume. Scientific Reports, 8, [440]. https://doi.org/10.1038/s41598-017-18906-6 Hawliau Cyffredinol / General rights Copyright and moral rights for the publications made accessible in the public portal are retained by the authors and/or other copyright owners and it is a condition of accessing publications that users recognise and abide by the legal requirements associated with these rights. • Users may download and print one copy of any publication from the public portal for the purpose of private study or research. • You may not further distribute the material or use it for any profit-making activity or commercial gain • You may freely distribute the URL identifying the publication in the public portal ? Take down policy If you believe that this document breaches copyright please contact us providing details, and we will remove access to the work immediately and investigate your claim. 27. Sep. 2021 1 Gastropod shell size and architecture influence the applicability of methods used to 2 estimate internal volume 3 4 Marilia Nagata Ragagnin¹*, Daniel Gorman¹, Ian McCarthy², Bruno Sampaio 5 Sant’Anna³, Claudio Campi de Castro4, Alexander Turra¹ 6 7 ¹ Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brazil. -
3.2.6.3.1 Introdução O Sistema Bentônico Dos Ambientes Marinhos
3.2.6.3 ECOSSISTEMA BENTÔNICO 3.2.6.3.1 Introdução O sistema bentônico dos ambientes marinhos corresponde às áreas de sedimentação, inconsolidada (fundos arenoso/lamosos) ou consolidada (fundos rochosos), que se estende desde o supralitoral de praias e costões rochosos (região exposta ao ar e onde somente chegam borrifos de água do mar), até fossas abissais com mais de doze mil metros de profundidade. Os organismos que habitam esse ambiente são conjuntamente chamados de bentos e vivem em íntima associação com o fundo oceânico (PIRES- VANIN, 2008) (Figura 3.2.6.3.1-1). Figura 3.2.6.3.1-1 - Esquematização dos diferentes compartimentos biológicos marinhos, evidenciando a área do sistema bêntomico (Zona bentônica) Fonte: www.slideplayer.com.br O bentos marinho é amplamente distribuído e está presente em grande abundância em todo o sistema bentônico. A composição e riqueza das comunidades bentônicas, no entanto, tendem a sofrer grandes mudanças com o aumento da profundidade como resposta às variações ambientais. Muitas espécies bentônicas possuem capacidade de locomoção reduzida ou vivem fixas ao substrato (WEISBERG et al., 1997), o que faz com que sofram forte influência das condições ambientais, principalmente das características sedimentares (SNELGROVE & BUTMAN, 1994; THRUSH et al., 2003). Salinidade, matéria orgânica, hidrodinâmica e disponibilidade de oxigênio são outros exemplos de variáveis ambientais capazes de influenciar a estrutura das comunidades bentônicas (PEARSON & ROSENBERG, 1978; MCLACHLAN & BROWN, 2006). A comunidade bentônica é usualmente dividida em relação à posição na cadeia trófica, modo de vida e tamanho. Produtores primários, como algas ou gramas marinhas, são classificados como fitobentos, 1 enquanto organismos consumidores são denominados zoobentos. -
Universidade Federal Do Ceará Instituto De Ciências Do Mar Programa De Pós-Graduação Em Ciências Marinhas Tropicais
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DO MAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MARINHAS TROPICAIS DEYSE BEZERRA DE AZEVEDO IMPOSEX EM STRAMONITA HAEMASTOMA (MOLLUSCA: GASTROPODA): REAVALIAÇÃO NA ZONA METROPOLITANA DE FORTALEZA E INDUÇÃO EM CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO. FORTALEZA – CE 2011 DEYSE BEZERRA DE AZEVEDO IMPOSEX EM STRAMONITA HAEMASTOMA (MOLLUSCA: GASTROPODA): REAVALIAÇÃO NA ZONA METROPOLITANA DE FORTALEZA E INDUÇÃO EM CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO. Dissertação submetida à Coordenação do Curso de Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências Marinhas. Orientadora: Prof. Dra. Cristina de Almeida Rocha-Barreira FORTALEZA – CE 2011 DEYSE BEZERRA DE AZEVEDO IMPOSEX EM STRAMONITA HAEMASTOMA (MOLLUSCA: GASTROPODA): REAVALIAÇÃO NA ZONA METROPOLITANA DE FORTALEZA E INDUÇÃO EM CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO. Dissertação submetida à Coordenação do Curso de Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências Marinhas. Orientadora: Prof. Dra. Cristina de Almeida Rocha-Barreira Aprovada em ______ de ______________________ de _________ BANCA EXAMINADORA ____________________________________________________ Dra. Cristina de Almeida Rocha Barreira (Orientadora) ____________________________________________________ Dra. Helena Mattews Cascon (Membro efetivo) ____________________________________________________ AGRADECIMENTOS Sempre temos muitos agradecimentos a fazer, e dificilmente conseguimos expressar -
SOBRE TEGULA VIRIDULA (GMELIN, 1791) (Com 12 Estampas)
SOBRE TEGULA VIRIDULA (GMELIN, 1791) por GILBERTO RIGHI (com 12 estampas) INDICE Introdução, 326. Caracteres externos, 327 A — Cabeça e seus apéndices, 327 B — Pé, 328. C — Epi- pódio, 330 D — Opérculo, 332. E — Concha, 332. Complexo palial, 333. A — Bránquia, 334 — Al — Estrutura dos folhetos branquiais, 334. A2 — Correntes ciliares no ctenídio e na cavidade pa- leal, 335. B — Osfrádio e órgãos sensoriais de Thielé, 337 C — Glándulas do manto e formação da concha, 337. C1 — Glándula hipobranquial, 337 C2 — Outras glândulas do man to, 338. D — Calosidades, 339. Aparelho digestivo, 339. I — Região bucal, 339. A — Abertura bucal, 340. B — Man díbulas, 340. C — Cavidade bucal, 341. D — Dobra sublin gual, 342. E — Sulco em T, 342. F — Cámaras bucais, 343. — G — Glándulas salivares, 343. H — Rádula e seu aparelho de su porte, 344. H1 — Porção ativa da rádula, 344. H2 — Saco ou bainha da rádula, 346. — H3 — Cartilagens do odontóforo, 347. H4 — Músculos do odontóforo, 348. II — região esofágica, 351. A — Válvula ventral, 352. B — Papo e cámaras esofágicas, 352. C — Esófago posterior, 353. III — Região estomáquica, 353. A — Estómago, 353. Al — Posição e organização, 353. A2 — Ciliação e movimentação dos alimentos, 356. B — Glándula di gestiva, 357 IV — Região intestinal, 359. A — Intestino, 359 B — Bolotas fecais, 359. Aparelho circulatorio, 360. A — Coração, 360. B — Artérias, 361 C — Sistema venoso, 362. D — Sangue, 364. Sistema nervoso, 364. A — Gânglio cerebral, 365. B — Comissura labial e sistema estómato-gástrico, 366. C — Conectivos cérebro-pleurais e pe- dais e massa sub-esofágica, 366. D — Cordões nervosos pedais e nervos dos lobos cefálicos do epipódio, 367 E — Nervos pa leáis e columelares, 368. -
Gayana 73(1): 17-27, 2009 ISSN 0717-652X
Gayana 73(1): 17-27, 2009 ISSN 0717-652X MOLECULAR ANALYSIS IN CHILEAN COMMERCIAL GASTROPODS BASED ON 16S rRNA, COI AND ITS1-5.8S rDNA-ITS2 SEQUENCES ANALISIS MOLECULAR EN GASTROPODOS CHILENOS COMERCIALES BASADOS EN LAS SECUENCIAS 16S rRNA,. COI Y ITS1-5.8S rDNA-ITS2 Felipe Aguilera-Muñoz, Fabiola Lafarga-Cruz & Cristian Gallardo-Escárate* Laboratorio de Biotecnología Acuícola, Departamento de Oceanografía, Facultad de Ciencias Naturales y Oceanográficas, Centro de Biotecnología, Universidad de Concepción. Barrio Universitario s/n. Casilla 160-C Concepción, Chile. email: [email protected] ABSTRACT Gastropod mollusks are part of the principal marine resources cultivated and commercialized in Chile. There are native Chilean species such as loco (Concholepas concholepas), locate (Thais chocolata), trumulco snail (Chorus giganteus), keyhole limpets (Fissurella spp.), tegula snail (Tegula atra) as well as exotic species such as red abalone (Haliotis rufescens) and Japanese abalone (Haliotis discus hannai). Despite their importance as marine resources, molecular genetic studies establishing phylogenetic relationships and estimating population genetic parameters are scarce. The aim of this study is to establish a molecular approach among the main commercial gastropod species in Chile. The mitochondrial genes 16S rRNA and COI, and the nuclear ribosomal region ITS1-5.8SrDNA-ITS2 were amplified by PCR and sequencing. Alignment analysis was used to determine systematic relationships at the specific level for the species studied. The results revealed that 7 species are grouped in 4 genetically distinct families (Haliotidae, Trochidae, Muricidae and Fissurellidae). In comparison with COI sequencing, 16S rRNA and ITS1-5.8SrDNA-ITS2 sequencing were relatively more conserved with a divergence percentage for 16S rDNA and ITS1-5.8SrDNA-ITS2 of 1.2% and 1.8%, respectively, contrasting with the value of 10% obtained for COI in abalone. -
Uso Do Hábitat, Predação E Estrutura De Tamanho De Voluta Ebraea Linnaeus, 1758 (Mollusca, Volutidae) Nos Recifes Do Cabo Branco (João Pessoa, Pb)
USO DO HÁBITAT, PREDAÇÃO E ESTRUTURA DE TAMANHO DE VOLUTA EBRAEA LINNAEUS, 1758 (MOLLUSCA, VOLUTIDAE) NOS RECIFES DO CABO BRANCO (JOÃO PESSOA, PB) Thelma Lúcia Pereira Dias Universidade Estadual da Paraíba, Campus V, CCBSA, João Pessoa, PB. E-mail: [email protected] INTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Voluta ebraea Linnaeus, 1758 é um gastrópode O estudo foi realizado nos recifes do Cabo Branco, marinho endêmico da costa brasileira, que se João Pessoa, PB (7°08’50"S, 34°47’51"W) em distribui do Pará até a Bahia (Rios, 1994). V. profundidades entre 0,2 e 2,5 m. Os recifes do Cabo ebraea vive em fundos com areia grossa, entre Branco apresentam uma estrutura heterogênea, rochas e corais, desde águas rasas até 40 m de formada por rochas com diferente complexidade profundidade (Thomé et al., 2004). De acordo com estrutural e de tamanhos e dimensões variadas. Weaver (1965) e Rios (1994), V. ebraea apresenta Entre as formações rochosas, formam-se piscinas dimorfismo sexual com as conchas dos machos naturais rasas, geralmente de substrato arenoso. sendo mais lisas e alongadas enquanto as de fêmeas Entre as rochas, observa-se o crescimento de são mais nodulosas e largas. Segundo Rios (1994) a colônias de coral (e.g. Siderastrea stellata, espécie pode atingir 10,5 cm de comprimento da Porites astreoides e Favia gravida), algas concha. Devido à beleza de sua concha e a sua calcárias (e.g. Halimeda opuntia) e tufos de ocorrência em águas costeiras rasas, V. ebraea é diversas espécies de macrolagas (e.g. Gracilaria frequentemente capturada para venda no comércio spp., Dictyota spp., Caulerpa spp.