Comunicado 229 Técnicoissn 1806-9185

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View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Infoteca-e Comunicado 229 ISSN 1806-9185 Dezembro, 2009 Técnico Pelotas, RS Potenciais Regiões Produtoras de Morango durante a Primavera e Verão e Riscos de Ocorrência de Geada na Produção de Inverno no Estado do Rio Grande do Sul Ivan Rodrigues de Almeida1 Luis Eduardo Corrêa Antunes2 Carlos Reisser Junior3 Silvio Steinmetz4 Flávio Luiz Carpena Carvalho5 Introdução Essa concentração regional da produção também faz com que o pico de produção O cultivo de morangueiro apresenta-se como ocorra entre os meses de outubro e novembro atividade altamente empregadora da mão-de- promovendo grande variabilidade de preço obra familiar. No Estado do Rio Grande do Sul, devido à alternância da quantidade e oferta de é produzido em pequenas propriedades de até produto ao mercado. 20 hectares, contando com aproximadamente 800 estabelecimentos rurais. Entretanto, essa Há produtores que têm conseguido se produção apresenta-se concentrada nas diferenciar pela antecipação ou prolongamento microrregiões de Montenegro, Gramado-Canela do período de colheita por meio do emprego de e Caxias do Sul, representando mais de 80% modificações nas técnicas de cultivo ou por da produção do Estado. estarem localizados em regiões geoecológicas que propiciam o cultivo fora do período habitual. 1 Geógrafo, Dr., Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, [email protected] 2 Eng. Agrôn., Dr., Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, [email protected] 3 Eng. Agríc., Dr., Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, [email protected] 4 Eng. Agrôn., Dr., Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, [email protected] 5 Eng. Agríc., Dr., Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, [email protected] Assim, como resultado do “Zoneamento verão), estando sujeitas basicamente às variações Agroclimático para Produção de Morango no de temperatura ao longo do ano. Rio Grande do Sul” (ALMEIDA et al., 2009), o objetivo deste Comunicado Técnico é apresentar, de forma detalhada, as regiões com Risco de danos por frio no cultivo de potencial de produção durante o período de outono/inverno primavera/verão, e os riscos para a cultura do morangueiro durante o período de inverno. Conforme o calendário habitual para produção de morango na Região Sul do Brasil, durante o outono, geralmente entre os meses de abril e maio, Exigências da cultura concentra-se a fase de instalação dos canteiros e realização do transplante das mudas no campo. A combinação das exigências climáticas e de Apesar de não comprometer significativamente a fotoperíodo do morangueiro promovem ampla produção, as geadas precoces de outono e de variabilidade de comportamento, conforme as inverno podem causar danos às plantas. características ecofisiológicas de cada cultivar. Segundo Demchak (2007), estes danos ocorrem A temperatura é a principal variável climática que quando o conteúdo de água das plantas congela afeta a cultura do morangueiro alterando seu provocando o rompimento e morte das células. No comportamento vegetativo e reprodutivo. Em entanto, a temperatura que pode caracterizar a condições de temperatura alta, a floração cessa e o ocorrência destes danos é variável em função do morangueiro tende a se reproduzir por crescimento tipo de planta e de seu estágio de desenvolvimento. vegetativo, acelerando a produção de grande Como exemplo, na Tabela 1 são apresentadas quantidade de estolões. Em condições de faixas de temperaturas críticas à produção de temperatura baixa a floração também cessa, porém, morango. com o aumento do número de horas de frio, a planta passa a acumular substâncias de reserva Tabela 1. Temperaturas críticas que causam danos (RONQUE, 1998) aumentando seu potencial para ao morangueiro, segundo as fases de futura produção de frutos. desenvolvimento. Fase de Temperatura crítica De modo geral, a faixa de temperatura entre 12 a desenvolvimento 25 ºC não altera o comportamento da maioria das cultivares utilizadas no Estado (a exemplo de Formação de gemas -12 ºC Albion, Aromas, Camarosa, Diamante e Oso Botão floral -5,5 ºC Grande), mas é importante que essa amplitude seja mantida, principalmente na relação entre Flor aberta -1 ºC temperaturas máximas diurnas e mínimas noturnas. Fruto verde -2 ºC Fonte: Perry e Poling, apud Demchak (2007) O fotoperiodismo, que pode ser entendido como a sensibilidade ou reação da planta em relação à Conforme o “Zoneamento Agroclimático para variação de luminosidade e do comprimento do dia Produção de Morango no Rio Grande do Sul”, todo e da noite, atua na indução da diferenciação do território estadual está sujeito à ocorrência de meristema vegetativo para o floral, reciprocamente. geadas, principalmente durante os meses de maio até agosto. Desse modo, de acordo com essa sensibilidade que condiciona a fisiologia do morango à indução ou não A análise detalhada sobre os dez principais da floração, as cultivares são agrupadas em municípios produtores de morango (Figura 1), “neutras”, “de dias curtos” e “de dias longos”. As demonstra que os municípios de Bom Princípio, Feliz cultivares “de dias longos” geralmente não são e São Sebastião do Caí enquadram-se em condição cultivadas no Brasil, e as cultivares “de dias curtos” de baixo risco de geadas, com média de como Camarosa e Oso Grande são mais exigentes temperatura mínima absoluta acima de 4 ºC neste em temperaturas baixas, portanto, devem ser período. Essa característica está fortemente cultivadas durante o período de inverno. As associada às condições topográficas locais de cultivares Albion, Aromas e Diamante agrupadas altitude abaixo de 200 metros e de formação dos como “neutras”, devido a insensibilidade ao vales (encaixados) dos rios Mauá e Caí que fotoperiodismo, permitem sua utilização por tempo favorecem condições de inversão térmica, mais prolongado (inclusive durante a primavera e preservando calor na passagem das frentes frias. municípios também apresentam condições de Os demais municípios de Caxias do Sul, Farroupilha, cultivo nesta época, incluindo os principais Flores da Cunha, Ipê, Vacaria, e mais ao sul do produtores do Estado, com exceção para Bom Estado, os municípios de Pelotas e Turuçu, têm sua Princípio, Feliz e São Sebastião do Caí. Neste caso, área física total enquadrada, em maior parte, na a baixa altitude destes municípios torna-se uma classe de médio risco de geada, com média de desvantagem no período de verão, por favorecer temperatura mínima absoluta entre 2 e 3 ºC. Essa temperaturas que inviabilizam a produção de condição exige, para minimização desses riscos, a morango nesta época. utilização do uso de sistemas de cultivo protegido e o monitoramento, diante do alerta de ocorrência de Um destaque, que denota a possibilidade de geadas, para controle da ventilação dos canteiros, e diversificação das opções de cultivo, se apresenta outras medidas para atenuar a intensidade do frio. para os municípios de Canguçu, Herval, Pedras Altas, Pinheiro Machado e Piratini, na região sul do Estado que também apresentam áreas com Potenciais ganhos no cultivo de condições intermediárias. primavera/verão Outras duas classes, definidas como marginais, Cultivos de morangueiro com objetivo de produção foram apresentadas neste zoneamento. Porém principal durante o final da primavera e verão pelo necessitam de uso intensivo de tecnologia e prolongamento do período de colheita não são controle do microclima ambiente das áreas de comuns no Estado, apesar de se mostrar viável e cultivo para evitar a elevação da temperatura acima com grande possibilidade de ganho de outros de 28,5 ºC. Neste caso, a produção econômica de mercados consumidores (MADAIL et al., 2007). morango não esta comprovada pela pesquisa, devendo ser encarada como uma possibilidade O “Zoneamento Agroclimático para Produção de somente para aqueles agricultores com grande Morango no Rio Grande do Sul” evidencia que os experiência no cultivo desta espécie. municípios que detêm a maior produção do Estado, e as demais regiões apontadas nessa pesquisa, Referências apresentam potencial para produção de morango fora do período tradicional. ALMEIDA, I.R. de; STEINMETZ, S.; REISSER JUNIRO, C.; ANTUNES, L.E.C.; ALBA, J.M.F.; Para atingir este objetivo, a principal diferenciação MATZENAUER, R.; RADIN, B. Zoneamento do cultivo tradicional, está no uso de cultivares agroclimático para produção de morango no Rio insensíveis ao fotoperíodo e transplante em fase Grande do Sul. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, mais tardia durante os meses de junho e julho. 28 p, 2009. (Embrapa Clima Temperado. Neste caso, o frio do inverno atua de modo positivo Documentos, 283) com efeito de vernalização sobre as mudas jovens no campo. Outro setor que poderia ser beneficiado DEMCHAK, K. Frost Protection: Tips and com esta iniciativa, é o de produção nacional de Techniques. Massachusetts Berry Notes, Amherst: mudas, que teria condições de dispor mudas de University of Massachusetts. v. 19, n. 5, apr., melhor qualidade nessa época, e diminuir a relação 2007. Disponível em: de dependência por importação do mercado <http://www.umass.edu/fruitadvisor/berrynotes/07 externo. mbn1904.pdf>. Acesso em: 20 out. 2009. A análise detalhada sobre a principal região MADAIL, J.C.M.; ANTUNES, L.E.C.; REISSER considerada como “Preferencial” (Figura 2), inclui os JUNIOR, C.; BELARMINO, L.C.; NEUTZLING, D. M.; municípios de Bom Jesus, Cambará do Sul, SILVA, B.A. da. Economia da Produção de Jaquirana, São Francisco de Paula, São
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    10 Disponibilização: Terça-feira, 27 de Junho de 2017 / Edição Nº 6.057 EDITAIS 1º E 2º GRAU DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO-RS EDITAL DE CITAÇÃO CRIME EDITAL DE CITAÇÃO CRIME ARLENE SALETE CANDEIA DE CARVALHO, INCURSO 1ª VARA CRIMINAL - COMARCA DE ERECHIM 1ª VARA CRIMINAL NAS SANÇÕES DO(S)ART. 171 DO DECRETO LEI N° PRAZO DE: 15 DIAS. COMARCA DE ERECHIM 2848 DE 1940 E ART. 69 DO DECRETO LEI N° 2848 DE FELIZ NATUREZA: CRIMES DE FURTO PRAZO DE: 15 DIAS. 1984, ATUALMENTE EM LUGAR INCERTO E NÃO SABI- PROCESSO: 013/2.15.0004134-0 NATUREZA: CRIMES DE FURTO DO, PARA RESPONDER A ACUSAÇÃO, POR ESCRITO, (CNJ:.0011154-92.2015.8.21.0013). PROCESSO: 013/2.17.0000603-3 NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS, CONTADOS DO COMPA- EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE CREDORES – LEI 11.101/ AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA (CNJ:.0001019-50.2017.8.21.0013). RECIMENTO, EM JUÍZO, DO ACUSADO OU DE DEFEN- 2005 RÉU: GUILHERME RODNEY ROCHA RIBEIRO E OU- AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA SOR CONSTITUÍDO, BEM COMO ACOMPANHAR TO- VARA JUDICIAL - COMARCA DE FELIZ TROS. RÉU: GIOVANE PAULO FERREIRA DE BAIRROS E DOS OS TERMOS DO PROCESSO ACIMA REFERIDO. NATUREZA: RECUPERAÇÃO DE EMPRESA OBJETO: CITAÇÃO DO(A)(S) RÉU(RÉ)(S) HILARIO OUTROS. ERECHIM, 22 DE JUNHO DE 2017. PROCESSO: 146/1.17.0000539-0 FERREIRA LARANJEIRA DA SILVA, NASCIDO EM 11/ OBJETO: CITAÇÃO DO(A)(S) RÉU(RÉ)(S) MAURO SER- SERVIDOR: CAROLINA DA ROSA FERRON. (CNJ:.0000888-64.2017.8.21.0146). 08/1980, FILHO DE MARIA DORA FERREIRA LARAN- GIO DE LIMA, NASCIDO EM 08/09/1974, FILHO DE MA- JUIZ: MARCOS LUIS AGOSTINI.
  • Gentrificação Comercial E Turismo No Espaço Urbano De Gramado (RS)

    Gentrificação Comercial E Turismo No Espaço Urbano De Gramado (RS)

    Caderno Virtual de Turismo ISSN: 1677-6976 [email protected] Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil Luxo e sofisticação nas vitrines da Borges: gentrificação comercial e turismo no espaço urbano de Gramado (RS) Gevehr, Daniel Luciano; Berti, Franciele Luxo e sofisticação nas vitrines da Borges: gentrificação comercial e turismo no espaço urbano de Gramado (RS) Caderno Virtual de Turismo, vol. 19, núm. 3, 2019 Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=115461709005 DOI: https://doi.org/10.18472/cvt.19n3.2019.1498 Este trabalho está sob uma Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0. PDF gerado a partir de XML Redalyc JATS4R Sem fins lucrativos acadêmica projeto, desenvolvido no âmbito da iniciativa acesso aberto Daniel Luciano Gevehr, et al. Luxo e sofisticação nas vitrines da Borges: gentrificação comercial ... Luxo e sofisticação nas vitrines da Borges: gentrificação comercial e turismo no espaço urbano de Gramado (RS) Lujo y sofisticación en las vitrinas de Borges: gentrificación comercial y turismo en el espacio urbano de Gramado (RS) Luxury and sophistication in the showcase of Borges: commercial gentrification and tourism in the urban space of Gramado (RS) Daniel Luciano Gevehr DOI: https://doi.org/10.18472/cvt.19n3.2019.1498 Faculdades Integradas de Taquara (FACCAT), Brasil Redalyc: https://www.redalyc.org/articulo.oa? [email protected] id=115461709005 Franciele Berti Faculdades Integradas de Taquara (FACCAT), Brasil [email protected] Recepção: 28 Setembro 2017 Aprovação: 05 Junho 2019 Resumo: Investiga-se a atividade turística enquanto fator de transformação da paisagem da Avenida Borges de Medeiros, principal avenida central do espaço urbano de Gramado (RS).
  • Governança Do Turismo: Planejamento E Gestão Local E Regional Em Gramado-RS, Brasil

    Governança Do Turismo: Planejamento E Gestão Local E Regional Em Gramado-RS, Brasil

    Rosa dos Ventos ISSN: 2178-9061 [email protected] Universidade de Caxias do Sul Brasil Governança do Turismo: Planejamento e Gestão Local e Regional em Gramado-RS, Brasil DA SILVA TRINDAD, BIANCA; ALCÂNTARA BITTENCOURT CÉSAR, PEDRO; GONÇALVES VIANNA, SILVIO LUIZ Governança do Turismo: Planejamento e Gestão Local e Regional em Gramado-RS, Brasil Rosa dos Ventos, vol. 11, núm. 3, 2019 Universidade de Caxias do Sul, Brasil Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=473561121009 DOI: https://doi.org/10.18226/21789061.v11i3p653 PDF gerado a partir de XML Redalyc JATS4R Sem fins lucrativos acadêmica projeto, desenvolvido no âmbito da iniciativa acesso aberto BIANCA DA SILVA TRINDAD, et al. Governança do Turismo: Planejamento e Gestão Local e Regional em G... Artigos Governança do Turismo: Planejamento e Gestão Local e Regional em Gramado-RS, Brasil Tourism Governance: Local and Regional Planning and Management in Gramado-RS, Brazil BIANCA DA SILVA TRINDAD DOI: https://doi.org/10.18226/21789061.v11i3p653 Universidade de Caxias do Sul, Brasil Redalyc: https://www.redalyc.org/articulo.oa? id=473561121009 PEDRO ALCÂNTARA BITTENCOURT CÉSAR Universidade de Caxias do Sul, Brasil SILVIO LUIZ GONÇALVES VIANNA Universidade de Caxias do Sul, Brasil [email protected] Recepção: 02 Agosto 2018 Aprovação: 20 Novembro 2018 Resumo: A governança do turismo tem se apresentado como relevante para compreensão da competitividade das destinações turísticas. No presente estudo, buscou-se compreender como se desenvolve a governança do turismo em Gramado-RS, no sul do Brasil, considerando a atuação dos atores sociais no planejamento e gestão da atividade em âmbito local e regional.