40 Anos De Poder Local Democrático 1976-2016 Autor Jaime Ricardo Gouveia
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Clas-Pre-Diagnostico.Pdf
Conselho Local de Acção Social de Castro Daire CLAS de Castro Daire PPrréé--ddiiiaaggnnóóssttiiiccooSSoocciiiaalll …………………………………………………………………………………………………………… Pré-Diagnóstico Social Rede Social de Castro Daire Conselho Local de Acção Social de Castro Daire “Projecto co-financiado pelo FSE” …………………………………………………………………………………………………………… Pré-Diagnóstico Social Rede Social de Castro Daire Conselho Local de Acção Social de Castro Daire ÍNDICE I. Geografia e Demografia /População «««««««««««««««««...«.. 1 1.1 - Localização Geográfica …………………………………………………….…………1 1.2 - Caracterização Demográfica …………………………………………………...…… 4 1.2.1 - Dinâmicas demográficas e movimento da população ………………..…... 4 1.2.2 - Estrutura da População ……………………..………………………………10 1.3 - Recenseamento eleitoral no Concelho ……………………………..…………… 23 1.4 - A questão migratória ……………………………………………………………….. 24 II. Caracterização Sócio-Económica ««««««««««««««««...«««. 26 2.1 - Indicadores gerais dos sectores de actividade no concelho de Castro Daire ... 26 2.1.1 - Sector Primário ……………………………………………………………….....… 28 2.1.2 – Sector Secundário …………………………………….………………………….. 30 2.1.3 – Sector Terciário ………………………………………..…………………………. 33 III. Emprego e Formação Profissional ««««««««««««««««««... 35 3.1 – O Emprego no Concelho de Castro Daire ……………..………………….. 35 3.2 - A Formação Profissional no concelho de Castro Daire ………………..… 38 IV ± Educação «««««««««««««««««««««««««...«««.. 43 4.1 – A Educação no Concelho de Castro Daire …………………………………. 43 4.1.1 – A Educação Pré-escolar …………………………………….……… 47 …………………………………………………………………………………………………………… i Pré-Diagnóstico Social Rede Social de Castro Daire Conselho Local de Acção Social de Castro Daire 4.1.1.1 – A Educação Pré-escolar e o ATL da santa Casa da Misericórdia de castro Daire ……………...………………………… 49 4.1.2 – 1.º Ciclo do Ensino Básico …………………………………………. 52 4.1.3 – 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico ……...………………………….. 55 4.1.4 – Ensino Secundário ………………………..………………………… 57 4.1.5 – Ensino Recorrente ………………………………………………….. 58 4.2 – Abandono e (in)sucesso Escolar ………………………………………...…. -
Margarida Maria Soares Marques De Oliveira
Margarida Maria Soares Marques de Oliveira UMA ANÁLISE DA VULNERABILIDADE DOS CONSUMIDORES DOMÉSTICOS DE ÁGUA A PERSPETIVA DE PRESTADORES E DO REGULADOR Trabalho de Projeto no âmbito do Mestrado em Economia, na especialidade de Economia Industrial, orientado pela Professora Doutora Maria Rita Vieira Martins e pela Professora Doutora Patrícia Helena Ferreira Lopes Moura e Sá e apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Fevereiro de 2020 Margarida Maria Soares Marques de Oliveira Uma análise da vulnerabilidade dos consumidores domésticos de água – A perspetiva de prestadores e do regulador Trabalho de Projeto de Mestrado em Economia, na especialidade de Economia Industrial, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra para obtenção do grau de Mestre. Orientadoras: Professora Doutora Maria Rita Vieira Martins e Professora Doutora Patrícia Helena Ferreira Lopes Moura e Sá Coimbra, 2020 AGRADECIMENTOS Às minhas orientadoras, Professora Doutora Maria Rita Vieira Martins e Professora Doutora Patrícia Helena Ferreira Lopes Moura e Sá, o meu agradecimento especial pela orientação na elaboração deste trabalho, bem como pela disponibilidade, compreensão e conhecimento transmitido nesta jornada. Aos meus pais, pelo amor e carinho, pelo apoio incondicional e por me ensinarem a lutar pelos meus objetivos com coragem e determinação. Aos meus amigos, pela paciência, por acreditarem em mim e por todas as palavras de incentivo, que me ajudaram a seguir em frente em todos os momentos. A TODOS MUITO OBRIGADA! ii RESUMO Os serviços públicos de águas são essenciais para o bem-estar geral das populações e, por isso, deve ser garantida a sua universalidade, contemplando condições de acessibilidade económica, física e de acesso a informação relevante. -
Sousa, M. Ozana, Boyle, Rejane, Bonito, Jorge (2010). Avaliação De
Ribeiro, A. (2001). Por terras do Douro Sul – alguns aspectos da sua riqueza patrimonial. Millenium, 22 POR TERRAS DO DOURO SUL – ALGUNS ASPECTOS DA SUA RIQUEZA PATRIMONIAL AGOSTINHO RIBEIRO * * Director do Museu de Lamego Nota prévia Tecer considerações sobre o património cultural, seja de que local ou região for, é sempre uma tarefa ingrata a quem se propõe realizar tal objectivo: ingrata, porque sempre ficará muito por dizer, do pouco que sempre se diz; ingrata, porque a amplitude e vastidão do que podemos designar por património cultural fica sempre aquém do que realmente ele é; ingrata ainda pela difícil obtenção de um equilíbrio entre a mera descrição, algo fria e distante, e o tom laudatório, excessivamente emotivo, por parte de quem o pode produzir. Reconheço dificuldades em me conter na mera descrição dessa realidade patrimonial e cultural, sobretudo em se tratando da região a que pertenço. O sentido que devemos emprestar à própria noção de património deve ser percebido nas duas direcções - a de posse e a de pertença - significando assim a assunção de direitos, mas também de deveres, perante um conjunto de bens materiais e imateriais que se herdam e que nos ajudam a melhor apreender o passado colectivo e com o qual ficamos para sempre obrigados a tudo fazer no sentido de o transmitir às gerações vindouras nas melhores condições possíveis. Não sei, portanto, descrever o património cultural da minha terra de outra maneira que não seja esta - objectivo, tanto quanto possível, irremediavelmente panegírico, salpicado, aqui e ali, com algumas pinceladas mais poéticas, sem outra intenção que não seja a de suscitar o interesse de quem tiver lido este breve e despretensioso artigo a fazer uma visita às terras do Douro-Sul. -
Rankings Municipality of Nelas
9/24/2021 Maps, analysis and statistics about the resident population Demographic balance, population and familiy trends, age classes and average age, civil status and foreigners Skip Navigation Links PORTOGALLO / Centro / Province of Viseu Dão Lafões / Nelas Powered by Page 1 L'azienda Contatti Login Urbistat on Linkedin Adminstat logo DEMOGRAPHY ECONOMY RANKINGS SEARCH PORTOGALLO Municipalities Aguiar da Beira Stroll up beside >> Oliveira de Carregal do Sal Frades Castro Daire Penalva do Mangualde Castelo Nelas Santa Comba Dão São Pedro do Sul Sátão Tondela Vila Nova de Paiva Viseu Vouzela Provinces Powered by Page 2 BEIRA BAIXA OESTE L'azienda Contatti Login Urbistat on Linkedin AdminstatBEIRAS E logo REGIÃO DE DEMOGRAPHY ECONOMY RANKINGS SEARCH SERRA DAPORTOGALLOAVEIRO ESTRELA REGIÃO DE MÉDIO TEJO COIMBRA REGIÃO DE LEIRIA VISEU DÃO LAFÕES Regions Alentejo Centro Algarve Norte Área Região Metropolitana de Autónoma da Lisboa Madeira Região Autónoma dos Açores Municipality of Nelas Territorial extension of Municipality of NELAS and related population density, population per gender and number of households, average age and incidence of foreigners TERRITORY DEMOGRAPHIC DATA (YEAR 2018) Region Centro Viseu Dão Inhabitants (N.) 13,030 Province Lafões Families (N.) 5,554 Viseu Dão Sign Province Lafões Males (%) 46.8 Hamlet of the Females (%) 53.2 0 municipality Foreigners (%) 1.1 Powered by Page 3 Surface (Km2) 125.63 Average age L'azienda Contatti Login Urbistat on Linkedin 47.5 (years) AdminstatPopulation logo density 103.7DEMOGRAPHY ECONOMY RANKINGS SEARCH (Inhabitants/Kmq)PORTOGALLO Average annual variation -1.00 (2014/2018) MALES, FEMALES AND DEMOGRAPHIC BALANCE FOREIGNERS INCIDENCE (YEAR 2018) (YEAR 2018) Balance of nature [1], Migrat. -
AVATARES DA MEMÓRIA. História, Paisagem E Património Do Concelho De Moimenta Da Beira. Jaime Ricardo Gouveia
AVATARES DA MEMÓRIA História, Paisagem e Património do concelho de Moimenta da Beira Jaime Ricardo Gouveia Jaime Ricardo Gouveia AVATARES DA MEMÓRIA História, Paisagem e Património do concelho de Moimenta da Beira 2013 Ficha Técnica: Autor: Jaime Ricardo Gouveia Título: Avatares da Memória. História, Paisagem e Património. Capa: Segões (foto da Junta de Freguesia de Segões) Prefácio: Alberto Correia Edição: Pangeia editores Tiragem: 500 ex. http://avataresdamemoria.blogspot.pt/ ÁLBUM DE RETRATOS Página a página desdobrei as crónicas deste livro como se fosse um álbum de retratos. Povos inteiros, aldeia ou vila, desenhados sobre o fundo de um tempo antigo, imagens recuperadas desde as orcas, desde os castros, até aos dias de hoje, esfumadas as mais longínquas, límpidas as outras, e depois essa sábia montagem que nos é oferecida, ilustração e deleite, o álbum folheado sobre a mesa ou no regaço, talvez preso da mão, talvez roteiro para quem de mais perto quiser ver o documento original. Jaime Gouveia traz-nos o mapa dessa pequena pátria onde pertence, das palavras faz rio e monte e com elas tece a colorida manta de retalhos desses povos, às vezes milenares, cujo rasto permanece nas pedras queimadas de uma arquitectura primeva, nas cruzes dos caminhos assinaladas com Alminhas, num esquisito linguajar de iniciados, no impressivo desenho dos campos cultivados, na herança cumprida de uma procissão de votos, nos cantares do linho, nas místicos ritos de exorcizar maleitas ou arramar as trovoadas. É sempre uma mágica viagem. Leva-nos ao cerros, subindo caminhos de gados ou romeiros, às vezes de madrugada, um “ventinho levantisco” gostoso de sentir, e o nascer do sol como se fosse a primeira vez, e o despertar da aldeia, na alva, águas de rega cantando em córregos, se for Inverno passos quebrando a geada, orvalho de solstício de Verão, rosmaninho queimado, neblinas de Outono com os centeios semeados, o mosto recolhido e as castanhas quase caindo. -
Município De Moimenta Da Beira
RELATÓRIO 2 – PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO DA ARU MOIMENTA DA BEIRA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE ALVITE PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO Maio de 2016 PR-03134 MOIMENTA DA BEIRA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE ALVITE PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO MOIMENTA DA BEIRA Área de Reabilitação Urbana de Alvite Proposta de delimitação Este documento é parte integrante dos trabalhos de “Elaboração do Plano de Ação de Regeneração Urbana e Preparação de documentos de suporte a candidatura ao Portugal 2020”, correspondendo, em conjunto com os documentos semelhantes, relativo às Áreas de Reabilitação Urbana da vila de Moimenta da Beira e de Leomil, ao respetivo Relatório 1 “Propostas de delimitação das ARU”. Maio de 2016 Sociedade Portuguesa de Inovação PR-03134 Foto da capa: www.panoramio.com MOIMENTA DA BEIRA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE ALVITE PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ......................................................................................... 1 1.1 Enquadramento .............................................................................................. 1 1.2 Definições e procedimentos........................................................................... 1 2. ENQUADRAMENTO TERRITORIAL .......................................................... 3 2.1 Enquadramento regional ................................................................................ 3 2.2 Enquadramento geográfico ........................................................................... 4 2.3 Demografia .................................................................................................... -
ROTA De Cister E Aldeias Vinhateiras
16 CIRCUITOS TURÍSTICOS LAMEGO / TAROUCA / UCANHA / TABUAÇO / SABROSA / Rota DE CistER PROVESENDE / TREVÕES / TRANCOSO ITINERÁRIO: vinhateira de Provesende. Partida para E ALDEias VinhatEiras Sabrosa/São Martinho de Anta. Almoço. 1º Dia – Lisboa / Tarouca / Tabuaço De tarde, partida por Sanfins do Douro Partida de Lisboa por Coimbra, Penacova, para a aldeia vinhateira de Favaios. Vi- proximidades de Viseu e continuação para sita ao museu do Pão e do Vinho com Tarouca. Almoço. De tarde, breve percur- degustação de vinho moscatel e pão de so pela rota das vinhas de Cister e visita Favaios. Continuação para o miradouro de Casal de Loivos. Paragem e contem- Tabuaço ao mosteiro de São João de Tarouca, fun- dado em 1154, como o primeiro mosteiro plação da paisagem. Continuação para o cais do Pinhão. Pequeno passeio de bar- Trancoso masculino cisterciense edificado em ter- ritório português. Partida para as Caves co pelo Rio Douro. Regresso a Tabuaço. Murganheira com visita e degustação de Jantar e alojamento. espumante. Continuação para a aldeia 3º Dia – Tabuaço / Trancoso / Lisboa vinhateira de Salzedas. Visita ao mosteiro Pequeno-almoço. Visita ao museu do Ima- de Santa Maria, com a sua fundação ligada ginário Duriense e ao célebre e curioso Lisboa à figura de teresa Afonso, esposa de Egas Rijomax, o relógio mais completo e mais Moniz. Visita ainda à sensacional ponte complexo do mundo, inventado e progra- medieval e torre em Ucanha. Saída para mado para funcionar durante milhares de Tabuaço. Jantar e alojamento. anos. Partida para visita ao singelo mostei- 2º Dia – Tabuaço / Sabrosa / Tabuaço ro cisterciense de São Pedro das Águias, Pequeno-almoço. -
Jan/Fev/Março
ÍNDICE ÍNDICE Revista Municipal de Castro Daire Contactos do Executivo Presidente da Câmara: Vereador: José Fernando Carneiro Pereira Dr. Rui Manuel P. Braguês [email protected] [email protected] 02 ÍNDICE Vice-Presidente: Vereador: Luís Paiva Lemos Eurico Manuel Almeida Moita FICHA TÉCNICA [email protected] [email protected] CONTACTOS Contactos úteis INFORMAÇÕES ÚTEIS Município de Castro Daire Bombeiros 232 319 058 Morada: Rua Dr. Pio de Figueiredo, 42 GNR de Castro Daire 232 382 139 3600-214 CASTRO DAIRE Centro de Saúde de Castro Daire Telefone: 232382214 Fax: 232382923 232 319 180 03 MENSAGEM DO PRESIDENTE Email: [email protected] Farmácias: Horario: - Misericórdia 232 382 235 Seg. a Sex. das 9h00m as 17h00m - Costa 232 357 104 Atendimento ao Munícipe: - Gastão Fonseca 232 315 003 04 ABERTURA DAS TERMAS O atendimento ao munícipe, realizado Centro Municipal de Cultura pelo Sr. Presidente da Câmara, é feito 232 319 150 às Segundas-Feiras. Em caso de falta Museu 232 315 837 05 APOIO AO ASSOCIATIVISMO ou impedimento o atendimento será Termas do Carvalhal 232 382 342 assegurado pelo Sr. Vice Presidente. Complexo Desportivo 232 319 130 06 OBRAS Contactos das Juntas de Freguesia Almofala Mões 3600 - 011 Almofala CDR 3600 - 430 Mões CDR 08 AUTARQUIA Joaquim Carvalho Jorge Soares [email protected] [email protected] 936 739 969 232 304 128 - 962 000 325 Alva Moledo 3600 - 021 3600 - 460 Moledo CDR 10 DESPORTO Alva CDR Vitor Figueiredo António Giroto [email protected] -
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N.º 36 NOVEMBRO | DEZEMBRO 2019 No balanço de dois anos deste segundo deixado para trás o negro cenário de mandato, o executivo municipal orgulha- desequilíbrio financeiro. se do caminho percorrido. Tarouca e os Tarouquenses foram sempre a prioridade, Este executivo soube ainda aproveitar devolvendo-lhes a confiança e a segurança a oportunidade que representam os de uma governação credível e sustentada, fundos comunitários e, durante os a pensar nas pessoas, para as pessoas e últimos anos, garantiu a execução de no seu futuro. vários investimentos já em curso, assim como candidaturas que permitirão Apesar da imensa e estranguladora elevar o concelho a um patamar de limitação de recursos financeiros, maior homogeneidade e dotado de foi possível, sem nunca descurar os infraestruturas que promovam um tarouquenses e a sua qualidade de vida, o desenvolvimento sustentável. apoio à saúde e educação, a promoção das dinâmicas sociais, desportivas, recreativas O executivo municipal está convicto de e associativas, que se têm vindo a traduzir que este é o caminho certo para construir num concelho dinâmico, mais atrativo e um futuro de prosperidade para Tarouca com mais vida. e para os Tarouquenses, com melhores oportunidades para as gerações atuais e Fruto de uma estratégia assente na vindouras. estabilização das contas da autarquia e recuperação da credibilidade financeira, Conheça alguns investimentos encontrando-se este Município em 2013 estruturantes em com excesso de endividamento de 5,6 http://www.cm-tarouca.pt/pages/405 milhões de euros, foi -
0 Benchmarks De Excelência Município De Armamar
0 ▪ Benchmarks de Excelência ▪ Município de Armamar 1 ▪ Benchmarks de Excelência ▪ Município de Armamar ÍNDICE Armamar ............................................................................................... 3 Compromissos ....................................................................................... 5 Governança .................................................................................................................. 5 Pacto de Autarcas ........................................................................................................ 6 Referências de Excelência ........................................................................................... 7 Ecovia do Douro .................................................................................... 8 Descrição ...................................................................................................................... 9 Desenvolvimento sustentável ..................................................................................... 9 Investimento ................................................................................................................ 9 Indicadores ................................................................................................................ 10 Reguladores de Fluxo .......................................................................... 12 Descrição .................................................................................................................... 13 Desenvolvimento sustentável .................................................................................. -
O Aljube Do Mosteiro De São João De Tarouca, (Tarouca, Viseu)
Arqueología en el valle del Duero: Del Paleolítico a la Edad Media. 5 ISBN: 978-84-946124-0-4, pp: 501-513 O ALJUBE DO MOSTEIRO DE SÃO JOÃO DE TAROUCA, (TAROUCA, VISEU) Sofi a Barroso Catalão Bolseira de Investigação da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho RESUMO O mosteiro de São João de Tarouca, localizado no concelho de Tarouca e na atual Vila de São João de Tarouca, no distrito de Viseu, é um dos mais antigos espaços monásticos cistercienses reconhecidos em Portugal. Fundado em meados do século XII, afi gura-se como um exemplar ímpar da arquitetura cisterciense no Vale do Douro e em Portugal. Dos edifícios monásticos conservaram-se a igreja, a noviciaria, o dormitório, a cerca de clausura com suas capelas e o aljube, este já fora da área de clausura, implantado a noroeste da igreja. Os 10 anos de inves- tigações arqueológicas levadas a cabo pela equipa orientada por Luís Sebastian e Ana Sampaio e Castro, resultaram na descoberta de várias estruturas que defi nem a totalidade da planta das dependências monásticas originais, localizadas a Norte da igreja, possibilitando desta forma o reconhecimento das várias fases construti- vas que marcaram a história desta comunidade monástica. O popularmente de- signado “aljube” revela-se uma construção que resume, pelas suas particularidades arquitetónicas e construtivas, esta mesma história. Edifício de planta retangular dividido por uma arcaria interior composta por 4 arcos quebrados, possui ainda 18 vãos de diversas tipologias, conferindo-lhe um carater sui generis. A perda do tombo do mosteiro, no século XIX, aquando da extinção das Ordens Religiosas em Portugal, difi culta a compreensão da sua evolução, tornando essencial lançar mão das técnicas da Arqueologia da Arquitetura para aprofundar os conhecimen- tos sobre este curioso edifício. -
Circuito Pré-Histórico Fiais/Azenha», (Desdobrável), Edição Da Câmara Municipal De Carregal Do Sal, Carregal Do Sal
Percurso Patrimonial das Cimalhinhas CÂMARA MUNICIPAL DE CARREGAL DO SAL 2004 1 Percurso Patrimonial das Cimalhinhas Monumentos visitáveis Necrópole Medieval Necrópole Medieval Sepultura 1 do Passal do Passal do Passal Sepulturas Geminadas 1 Sepulturas Geminadas 2 Sepultura 2 do Passal do Passal do Passal Campa da Moira Lapa da Moira Palheiras das Cimalhinhas Palheiras e Eiras Património Natural Alminhas da Laje Grande do Deldoreto das Cimalhinhas 2 PERCURSOS DA NOSSA HISTÓRIA… São inúmeros os percursos da nossa história…Mas são algo exíguos aqueles que testemunham, arqueologicamente, o passado de uma forma tão significativa num mesmo concelho. Carregal do Sal é, efectivamente, testemunho de um passado que teimamos em recordar, em preservar, em manter na memória dos nossos Munícipes e de todos aqueles que, orgulhosamente, recebemos de mãos e braços abertos neste torrão da beira! Eis, por isso, mais um percurso patrimonial que nos transporta a tempos idos e nos faz, imaginariamente, rever pedaços da nossa história, fragmentos da época romana e medieval do nosso Concelho, do nosso País e do mundo de outrora! O Percurso Patrimonial das Cimalhinhas é, por isso, um convite à descoberta dos vestígios arqueológicos do nosso passado, na localidade de Cabanas de Viriato O Presidente da Câmara Atílio dos Santos Nunes 3 Planta do Percurso Patrimonial das Cimalhinhas 4 O PERCURSO PATRIMONIAL DAS CIMALHINHAS O Percurso Patrimonial das Cimalhinhas é, pela sua singularidade, o resultado de um projecto de salvaguarda, conservação e valorização patrimonial, que teve o incondicional empenho e financiamento da Câmara Municipal de Carregal do Sal e Acesso do Percurso à Lapa da Moira o apoio da Junta de Freguesia de Cabanas de Viriato.