Funerária Ferraz & Alfredo
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Distrito Concelho Freguesia N. Eleitores Mandatos AF Aveiro
N. Mandatos Distrito Concelho Freguesia Eleitores AF Aveiro Águeda Aguada de Cima 3.684 9 Aveiro Águeda Fermentelos 2.827 9 Aveiro Águeda Macinhata do Vouga 3.028 9 Aveiro Águeda União das freguesias de Águeda e Borralha 12.219 13 Aveiro Águeda União das freguesias de Barrô e Aguada de Baixo 3.010 9 Aveiro Águeda União das freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão 1.427 9 Aveiro Águeda União das freguesias de Recardães e Espinhel 5.442 13 Aveiro Águeda União das freguesias de Travassô e Óis da Ribeira 2.033 9 Aveiro Águeda União das freguesias de Trofa, Segadães e Lamas do Vouga 4.091 9 Aveiro Águeda União das freguesias do Préstimo e Macieira de Alcoba 824 7 Aveiro Águeda Valongo do Vouga 4.287 9 Aveiro Albergaria-a-Velha Albergaria-a-Velha e Valmaior 9.647 13 Aveiro Albergaria-a-Velha Alquerubim 2.054 9 Aveiro Albergaria-a-Velha Angeja 1.864 9 Aveiro Albergaria-a-Velha Branca (Albergaria-a-Velha) 4.996 9 Aveiro Albergaria-a-Velha Ribeira de Fráguas 1.547 9 Aveiro Albergaria-a-Velha São João de Loure e Frossos 2.516 9 Aveiro Anadia Avelãs de Caminho 1.139 9 Aveiro Anadia Avelãs de Cima 1.967 9 Aveiro Anadia Moita (Anadia) 2.220 9 Aveiro Anadia Sangalhos 3.734 9 Aveiro Anadia São Lourenço do Bairro 2.278 9 Aveiro Anadia União das freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas 2.621 9 Aveiro Anadia União das freguesias de Arcos e Mogofores 5.714 13 Aveiro Anadia União das freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro 3.068 9 Aveiro Anadia Vila Nova de Monsarros 1.631 9 Aveiro Anadia Vilarinho do Bairro -
Vale a Pena Admirar As Casas De Mansarda Que Se Prolongam Pelo Largo
CAPELA DA NOSSA SRª. DO DESTERRO Tomemos a estrada em direção a Santo Amaro de Azurara. Adossada ao topo nascente, esta Capela, também conhecida por “Capela do Rebelo”, CASA DOS COSTA FARO ALDE ALDE cuja delicadeza da traça salva o despojamento A atual casa, construída provavelmente no séc. XVIII, é propriedade de Fernando MANGU 004 - 3534 geral de grande resi-dência senhorial, é Brito e Faro. Desenvolve-se horizontalmente numa fachada longa e simples, O Imóvel de Interesse Público desde 1975. articulada com pilastras lisas e pouco salientes. Pormenor interessante a registar é o COUT DR. LARGO Partimos daqui em direção à Av. da Liberdade, facto de a casa estar ligada à capela por uma construção em arco, por passar ali um e 500m adiante, encontramos à esquerda caminho público que dá acesso ao outro lado da aldeia. .turismodemangualde.pt imponente Palácio, da família dos Pais do www É daqui que emerge um magnífico frontão barroco rompendo a linha do telhado, Amaral. Mangualde, terra antiquíssima onde é colocado o brasão com as armas dos Faros, Coutos, Sampaios e Costas. [email protected] PALÁCIO DOS CONDES DE ANADIA Imóvel de Interesse Público desde 2003. 958 623 232 (+351) F Localizada na região centro de Portugal, Mangualde é capital de um É obra dos fidalgos Pais do Amaral que a partir do séc. XVII se tornaram a família de concelho cujo território, constituído por 18 freguesias, ocupam uma relevo em Mangualde. É Simão Pais do Amaral quem ultima a parte arqui-tectónica 980 613 232 (+351) T superfície de 220,72 km2. -
Pre Diagnostico 2014
Conselho Local de Ação Social de Mangualde REDE SOCIAL DE MANGUALDE CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE PRÉ DIAGNÓSTICO SOCIAL CONCELHO DE MANGUALDE 2014 Pré-Diagnóstico Social do Concelho de Mangualde 1 Conselho Local de Ação Social de Mangualde ENTIDADES QUE CONSTITUEM O CLASM (CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE) ° Câmara Municipal de Mangualde ° Centro Distrital de Viseu, ISS, IP ° Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco de Mangualde ° Agrupamento de Escolas de Mangualde ° Associação Empresarial de Mangualde ° Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu ° Centro de Saúde de Mangualde ° CRI – Centro de Respostas Integradas de Viseu ° Núcleo Concelhio da Cruz Vermelha Portuguesa ° Instituto Português da Juventude – Serviços Regionais de Viseu ° Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa ° Centro Cultural Social e Desportivo de Tibaldinho ° Grupo Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara ° Santa Casa da Misericórdia de Mangualde ° DáGás Clube de Mangualde ° Fraternidade de Nuno Álvares – Associação dos Antigos Filiados do Corpo Nacional de Escutas – Núcleo de Mangualde ° Junta de Freguesia de Alcafache ° Junta de Freguesia da Cunha Baixa ° União das Freguesias de Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta ° União das Freguesias de Moimenta de Maceira Dão e Lobelhe do Mato Pré-Diagnóstico Social do Concelho de Mangualde 2 Conselho Local de Ação Social de Mangualde ° União das Freguesias de Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães ° União das Freguesias de Tavares ° Junta de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha -
Notícias Da Ilha Grande De Joanes Dos Rios E Igarapés
NOTÍCIA HISTÓRICA DA ILHA DE JOANES OU MARAJÓ1 Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor: Trabalhar com sucesso no exame das produções que há e podem haver na Ilha Grande de Joanes, por outro nome o Marajó, escrever de cada uma delas uma história circunstanciada e tão circunstanciada como merecem as suas propriedades, os seus usos, as suas aplicações, em todas elas rastejar quanto podem a razão e os sentidos corporais mistérios infinitos, tanta obra em tão pouco tempo é um projeto vasto para os talentos vastos. Digno pela sua vastidão dos altos desígnios de V. Excia., mas, por isso mesmo, superior ao meu talento, que V. Excia. bem sabe [a]té onde chega. Se o cumprir, porém, com o que devo, Sr. Exmo., consiste em fazer o que posso, direi a V. Excia. que, obedecendo às ordens do Ilmo. e Exmo. Sr. Martinho de Souza e Albuquerque, pelas 11 horas da noute do dia 7 de novembro embarcamos desta cidade do Pará para a vila de Monforte. Dias antes, me havia participado o mesmo Senhor General que, devendo nós, para abono das nossas diligências, remeter logo na charrua as produções que coubessem na brevidade do tempo, em nenhuma outra parte as acharíamos tão prontas como na Ilha Grande de Joanes, para onde nos acompanhava o seu inspetor geral Florentino da Silveira Frade. Se, com muito gosto, assim o mandou o Senhor General, com igual gosto, no mesmo instante, lhe obedecemos. A estação para a viagem era a mais própria, estavam prevenidos os mantimentos, transportava-nos a canoa própria do doutor2 ouvidor geral. -
Grupos De Cidadãos
GRUPOS DE CIDADÃOS Nota: Não tendo sido possível identificar siglas para todos os grupos de cidadãos eleitores foi adotada a metodologia utilizada no “Mapa oficial dos resultados das eleições gerais para os órgãos das autarquias locais de 29 de setembro de 2013” atribuindo a cada um desses grupos sigla correspondente às iniciais da respetiva designação em letra minúscula. Águeda >> Portugal >> Aveiro Assembleia Municipal JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Câmara Municipal JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Aguada de Cima >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Fermentelos >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Macinhata do Vouga >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS 2 Valongo do Vouga >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Águeda e Borralha >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Barrô e Aguada de Baixo >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Recardães e Espinhel >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Travassô e Óis da Ribeira >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia 3 JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Trofa, Segadães e Lamas do Vouga >> Portugal >> Aveiro >> Águeda Assembleia de Freguesia JUNTOS MOVIMENTO INDEPENDENTE JUNTOS Préstimo e Macieira -
Gasoduto Guarda/ Gasoduto Guarda/Celorico/Mangualde
RE LATÓRIO DE TRABALHOS ARQUEOLÓGICOS Gasoduto Guarda/ Celorico/Mangualde RECAPE Descritor de Património Gestão de projecto TERRALEVIS, LDA Cliente AGRIPRO AMBIENTE E CONSULTORES, S.A. Novembro de 2011 1 Resumo As prospecções arqueológicas executadas no âmbito do Descritor Património do RECAPE do Projecto do Gasoduto Guarda/Celorico/Mangualde contribuíram para o registo de 228 ocorrências na área de projecto, distribuídas da seguinte forma: Linha 13000 – 201 registos; Linha 13001 – 27 registos. Destas 228 ocorrências patrimoniais, 18 correspondem a sítios já inventariados no Estudo de Impacte Ambiental (Estudo Prévio), resultando no registo de 210 novos sítios. O grupo de registos efectuado é formado por 5 ocorrências com significado arquitectónico (2 pontes rodoviárias, 1 memorial e 2 cemitérios); por 10 elementos arquitectónicos móveis (4 cruzeiros, 6 alminhas); por 177 ocorrências com particular significado etnográfico (2 moinhos de água, 139 casas de apoio agrícola, 17 conjuntos rurais, 2 conjuntos hidráulico, 12 abrigos, 1 casa, 1 edifício indeterminado, 1 telheiro, 1 forno e 1 eira); por 36 ocorrências de carácter arqueológico (4 núcleos de sepulturas escavadas na rocha, 1 anta, 2 necrópoles, 3 rochas com covinhas/buraco de poste, 2 lagares, 10 áreas com vestígios de superfície/diversos, 4 povoados, 8 troços de via, 1 tesouro e 1 achado isolado). No troço da Linha 13000 estão previstos 11 impactes patrimoniais negativos directos; 30 impactes patrimoniais negativos indirectos; 160 impactes patrimoniais nulos. No troço da Linha 13001 estão previstos 2 impactes patrimoniais negativos directos; 5 impactes patrimoniais negativos indirectos; 20 impactes patrimoniais nulos. Perante os resultados obtidos nas prospecções de campo, existem importantes condicionantes patrimoniais para o normal decorrer desta obra, sendo necessário assegurar o cumprimento das medidas de mitigação específicas (sondagens arqueológicas de diagnóstico e registo exaustivo de edificado). -
Diário Do Rio Branco1
DIÁRIO DO RIO BRANCO1 Pelas horas da manhã de 5 de maio, saí da fortaleza da barra para o Rio Branco. Em três dias e meio, aportei a Airão. Pelas 4 horas da tarde de 9, aportei na vila de Moura, por estar o rio tão levantado em temporal que não atravessei para a margem do norte. Principiei a atravessar pelas ave-marias e pernoitei em uma ponta de uma ilha, denominada Jabotim-coara. Na madrugada de 10, concluí a travessia e pelas 6 da manhã me achei dentro do igarapé de Cureru, onde estão situadas as roças de 6 moradores brancos da vila. Dei fé de três, pela sua margem oriental e a terceira era do diretor Pedro Afonso Gato. Constava de quatro casas separadas e erigidas sobre a margem do igarapé, e a em que residia estava bem asseada, forte, grande e repartida com proporção à sua família. Na retaguarda da casa tinha um grande tendal de secar o café. Vi um cacoal seu de dezesseis mil pés, porém todo coberto de lagartão, e os frutos do cacau denegridos. Disse-me que já não contava com ele, tendo aliás chegado já a colher dele duzentas para trezentas arrobas, mas que este era o defeito das terras deste rio. Também vi boas roças de maniba.2 E disse-me que roças para dous mil alqueires tinha ele, mas para tanto tráfico junto não tinha braços. Os seus cafezais eram vistosos, plantava o feijão, o milho e estas eram as suas lavouras principais. Pelas 9 horas, descemos eu e ele para a roça do morador José Gonçalves, encarregado da lavoura e manufatura do anil. -
1/37 Anúncio De Abertura De Procedimento Concursal N
FUNDO FLORESTAL PERMANENTE – DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS E AGENTES BIÓTICOS ANÚNCIO DE ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL N.º 04/0127/2019 REALIZAÇÃO DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL COM RECURSO A PASTORÍCIA - PREVENÇÃO DOS FOGOS FLORESTAIS 2019/2020 (Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, alterada pela Portaria n.º 163/2015, de 2 de junho e Declaração de Retificação n.º 25/2015 (DR 1.ª série N.º 111, de 9 de junho), Portaria n.º 42/2016, de 8 de março e Portaria 10- A/2018, de 5 de janeiro) A apresentação de candidaturas para apoio à realização de ações de Gestão de Combustível com recurso a pastorícia como complemento do Programa Gestão de Combustíveis ocorre nos termos do disposto no artigo 12.º da Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, com a redação em vigor, que aprova o Regulamento do Fundo Florestal Permanente (FFP). Ao abrigo do artigo 20.º do mesmo diploma, são os seguintes os termos e condições aplicáveis ao presente procedimento concursal: 1. OBJETIVOS VISADOS O apoio a atribuir destina-se ao desenvolvimento de atividades de prevenção estrutural, duráveis e sustentáveis, de escala territorial numa lógica da paisagem, que promovam a compartimentação dos espaços através da criação de descontinuidades do coberto vegetal, designadamente em parcelas de Rede Primária e Secundária de Faixas de Gestão de Combustível, bem como de Mosaicos de Gestão de Combustível da Rede de Defesa da Floresta contra Incêndios, reduzindo a quantidade de combustível acumulado, permitindo a usufruição destes espaços para outras funções tais como o pastoreio, levando ao envolvimento dos diferentes atores do território, como sejam os proprietários de efetivos de pequenos ruminantes (caprinos e ovinos) e proprietários e gestores de terrenos de modo a promover implementação sustentada de uma estratégia de Defesa da Floresta contra Incêndios (DFCI). -
Distrito > Concelho > Freguesia ELEITORES
Distrito > Concelho > Freguesia ELEITORES Aveiro > Águeda > Aguada de Cima 3.679 Aveiro > Águeda > Fermentelos 2.849 Aveiro > Águeda > Macinhata do Vouga 3.113 Aveiro > Águeda > Valongo do Vouga 4.411 Aveiro > Águeda > União das freguesias de Águeda e Borralha 12.341 Aveiro > Águeda > União das freguesias de Barrô e Aguada de Baixo 3.191 Aveiro > Águeda > União das freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão 1.531 Aveiro > Águeda > União das freguesias de Recardães e Espinhel 5.421 Aveiro > Águeda > União das freguesias de Travassô e Óis da Ribeira 2.112 Aveiro > Águeda > União das freguesias de Trofa, Segadães e Lamas do Vouga 4.126 Aveiro > Águeda > União das freguesias do Préstimo e Macieira de Alcoba 911 Aveiro > Albergaria-a-Velha > Alquerubim 2.103 Aveiro > Albergaria-a-Velha > Angeja 1.950 Aveiro > Albergaria-a-Velha > Branca 5.013 Aveiro > Albergaria-a-Velha > Ribeira de Fráguas 1.625 Aveiro > Albergaria-a-Velha > Albergaria-a-Velha e Valmaior 9.442 Aveiro > Albergaria-a-Velha > São João de Loure e Frossos 2.639 Aveiro > Anadia > Avelãs de Caminho 1.228 Aveiro > Anadia > Avelãs de Cima 2.086 Aveiro > Anadia > Moita 2.347 Aveiro > Anadia > Sangalhos 3.917 Aveiro > Anadia > São Lourenço do Bairro 2.389 Aveiro > Anadia > Vila Nova de Monsarros 1.698 Aveiro > Anadia > Vilarinho do Bairro 3.014 Aveiro > Anadia > União das freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas 2.826 Aveiro > Anadia > União das freguesias de Arcos e Mogofores 5.758 Aveiro > Anadia > União das freguesias de Tamengos, Aguim e Óis -
MEMÓRIAS PAROQUIAIS: Índice
TORRE DO TOMBO MEMÓRIAS PAROQUIAIS: índice ID L 712 Lisboa 2014 TT- Memórias Paroquiais: índice ________________________________________________________________________________________ Ficha Técnica: Título: Memórias Paroquiais: índice Autor: Joana Braga Id.: Arquivo Nacional da Torre do Tombo Classificação: 270.01.03 Versão: 1/2014 Data: 2014.10 Formato de Dados: Texto, PDF Estatuto de Utilização: Acesso público ____ 2 TT- Memórias Paroquiais: índice ________________________________________________________________________________________ Conteúdo Nota prévia .......................................................................................................................................................... 4 Descrição nível colecção ...................................................................................................................................... 7 Prólogo .............................................................................................................................................................. 10 Índice das Memórias Paroquiais........................................................................................................................ 15 A ..................................................................................................................................................................... 15 B ..................................................................................................................................................................... 24 C .................................................................................................................................................................... -
Na Rota Da 3ª Invasão Francesa: O Concelho De Mangualde E As Suas Vítimas
Maria Antónia Lopes Na rota da 3ª invasão francesa: o concelho de Mangualde e as suas vítimas. Ficha técnica Título Na rota da 3ª invasão francesa: o concelho de Mangualde e as suas vítimas. Autor Maria Antónia Lopes Edição Câmara Municipal de Mangualde Coordenação da publicação António Tavares, Gestão e Programação do Património Cultural Supervisão de produção Cátia Correia Design e paginação Nelson Ferreira Jorge Braga da Costa / Câmara Municipal de Mangualde; António Tavares Índice Nota de abertura 5 Nota introdutória 6 Agradecimentos 9 Dedicatória 10 Introdução 11 Os concelhos de Azurara e de Tavares nos inícios do século XIX. 13 As invasões francesas (1807-1811) 17 Invasão do actual concelho de Mangualde em Setembro de 1810 23 Os Franceses passam ao lado de Mangualde em Março de 1811 35 A devastação resultante da 3ª invasão 39 do actual concelho de Mangualde 47 3 4 Nota de abertura Evocar as memórias que, a partir de cada indivíduo, totalizam a memória colectiva constitui uma obrigação, inequívoca, das comunidades para fazer cumprir o direito à sua legítima perpetuação no devir histórico. Não fora a pesquisa dos acontecimentos, o registo escrito dos factos e a sua interpretação, e da memória da História dessas comunidades apenas se guardaria uma O resgate dessas reminiscências, e que nos salva do esquecimento, é tarefa do historiador. É da investigação, da compulsão das fontes, do vasculhar nos livros, dos seus escritos, do seu trabalho passados, sobre a vida das pessoas ou, como no caso presente, sobre a morte de gente anónima. Foi a incessante pesquisa realizada pela Senhora Professora Doutora Maria Antónia Lopes que “ressuscitou” aqueles que, em pavor, errando por bosques e montanhas deste concelho, pereceram às mãos do invasor francês, faz agora não mais que duzentos anos.