Boletim Epidemiológico N° 02/2021
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Green Economy in Amapá State, Brazil Progress and Perspectives
Green economy in Amapá State, Brazil Progress and perspectives Virgilio Viana, Cecilia Viana, Ana Euler, Maryanne Grieg-Gran and Steve Bass Country Report Green economy Keywords: June 2014 green growth; green economy policy; environmental economics; participation; payments for environmental services About the author Virgilio Viana is Chief Executive of the Fundação Amazonas Sustentável (Sustainable Amazonas Foundation) and International Fellow of IIED Cecilia Viana is a consultant and a doctoral student at the Center for Sustainable Development, University of Brasília Ana Euler is President-Director of the Amapá State Forestry Institute and Researcher at Embrapa-AP Maryanne Grieg-Gran is Principal Researcher (Economics) at IIED Steve Bass is Head of IIED’s Sustainable Markets Group Acknowledgements We would like to thank the many participants at the two seminars on green economy in Amapá held in Macapá in March 2012 and March 2013, for their ideas and enthusiasm; the staff of the Fundação Amazonas Sustentável for organising the trip of Amapá government staff to Amazonas; and Laura Jenks of IIED for editorial and project management assistance. The work was made possible by financial support to IIED from UK Aid; however the opinions in this paper are not necessarily those of the UK Government. Produced by IIED’s Sustainable Markets Group The Sustainable Markets Group drives IIED’s efforts to ensure that markets contribute to positive social, environmental and economic outcomes. The group brings together IIED’s work on market governance, business models, market failure, consumption, investment and the economics of climate change. Published by IIED, June 2014 Virgilio Viana, Cecilia Viana, Ana Euler, Maryanne Grieg-Gran and Steve Bass. -
Universidade Federal Do Amapá Pró-Reitoria De Pesquisa E Pós-Graduação Programa De Pós-Graduação Em Ciências Ambientais
Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais RENATA ABDON DE SÁ SEIXAS ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DO AMAPÁ A PARTIR DOS INDICADORES DO PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS MACAPÁ - AP 2019 RENATA ABDON DE SÁ SEIXAS ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DO AMAPÁ A PARTIR DOS INDICADORES DO PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) da Universidade Federal do Amapá, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Ciências Ambientais. Orientadora: Dra. Helenilza Ferreira Albuquerque Cunha Coorientador: Dr. José Francisco de Carvalho Ferreira MACAPÁ - AP 2019 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Biblioteca Central da Universidade Federal do Amapá Elaborada por Cristina Fernandes – CRB2/1569 Seixas, Renata Abdon de Sá. Análise da sustentabilidade dos municípios do Estado do Amapá a partir dos indicadores do Programa Cidades Sustentáveis. / Renata Abdon de Sá Seixas ; Orientadora, Helenilza Ferreira Albuquerque Cunha ; Coorientador, José Francisco de Carvalho Ferreira – Macapá, 2019. 107 f. : il. Dissertação (Mestrado) – Fundação Universidade Federal do Amapá, Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais. 1. Desenvolvimento sustentável. 2. Agenda 2030. 3. Índice de sustentabilidade. 4. Desenvolvimento sustentável – Objetivos. I. Cunha, Helenilza Ferreira Albuquerque, orientadora. II. Ferreira, José Francisco de carvalho, coorientador. III. Fundação Universidade Federal do Amapá. IV. Título. 363.7 S462a CDD. 22 ed. AGRADECIMENTOS A Deus, acima de tudo, por me proporcionar saúde e força para superar as dificuldades encontradas ao longo desse percurso. Ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) da Universidade Federal do Amapá, pela oportunidade de evolução acadêmica, profissional e pessoal por meio do curso de Mestrado. -
Desafios À Circulação Na Fronteira Entre Brasil E
Artigo Mercator, Fortaleza, v. 18, e18018, 2019. ISSN:1984-2201 DESAFIOS À CIRCULAÇÃO NA FRONTEIRA ENTRE BRASIL E GUIANA FRANCESA (FRANÇA) https://doi.org/10.4215/rm2019.e18018 Gutemberg de Vilhena Silva ᵃ* - Stéphane Granger ᵇ - François-Michel Le Tourneau ᶜ (a) Professor da Universidade Federal do Amapá, Macapá-AP, Brasil. ORCID: http://orcid.org/0000-0002-4607-8634.. LATTES: http://lattes.cnpq.br/4273415074232882. (b) Professor do Liceu Melkior Garré e da Universidade de Guiana Francesa, Cayenne, Guiana Francesa. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-4499-5965.. LATTES: http://lattes.cnpq.br/5630893813989620. (c) Pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa da França, CNRS. UMI 3157 –iGLOBES. CNRS-University of Arizona, Brasília-DF, Brasil. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1184-8624. LATTES: http://lattes.cnpq.br/9228194482194146. Article history: (*) CORRESPONDING AUTHOR Received 1 June, 2019 Address: Universidade Federal do Amapá, Macapá-AP, Brasil. Rod. Juscelino Accepted 11 July, 2019 Published 15 August, 2019 Kubitschek, KM-02 Jardim Marco Zero Macapá - AP CEP 68.903-419. E-mail: [email protected]. Resumo Brasil e França compartilham uma larga fronteira na Amazônia. Nosso intuito neste texto é avaliar quais foram as ações empreendidas pelas quais o sistema de circulação da bacia do Rio Oiapoque foi alvo de re-desenhos desde o estabelecimento do limite internacional em 1900. A partir da utilização de bibliografia específica sobre o tema, bem como da realização de trabalho de campo em diferentes momentos, concluímos que os re-desenhos impuseram ao menos três grandes mudanças até hoje: i) a circulação líquida (fluvial), anteriormente hegemônica, é hoje posta em concorrência pela circulação dura (terrestre); ii) vê-se a substituição de acordos (ou normas informais) locais pela prevalência de regras internacionais; e iii) nota-se uma contradição nas relações bilaterais: o discurso oficial de integração valoriza o aumento da interface entre as duas margens do Rio enquanto a prática aponta para uma diminuição e um endurecimento das regras de circulação. -
Informe Epidemiológico Coordenadoria De Vigilância Em Saúde –SESA – AP - Nº 29/2017 – Edição 27
Informe Epidemiológico Coordenadoria de Vigilância em Saúde –SESA – AP - Nº 29/2017 – edição 27 Monitoramento Semanal dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika vírus até a semana epidemiológica 27/2017(01/01 a 08/07/2017), Amapá-AP. 1. Dengue: No estado do Amapá, no ano 2016, foram notificados 3.516 casos de Dengue, com confirmação de 1.716 casos, destes, 19 casos foram registrados de dengue com sinais de alarme sendo 15 no município de Macapá, 3 em Oiapoque e 1 em Santana. Casos Graves houve 1 no município de Santana o qual evoluiu para óbito no mês de fevereiro. Neste ano até a semana epidemiológica 27/2017 já foram notificados 101 casos de dengue no Estado com 687 confirmados (tabela 1 e 2). Foram registrados 8 casos de Dengue com Sinais de Alarme e 1 Caso Grave (tabela 3) o qual evoluiu para óbito no mês de Março no município de Santana. Por determinação do Ministério da Saúde, todo caso suspeito de óbito por Dengue, deverá ser investigado e informado em 24h e aplicado o Protocolo de Investigação de óbito por Arboviroses para encerramento do caso. Ressalta-se ainda que este é um indicador importante que deverá ser cumprido dentro das metas do Programa de Qualificação de Atenção e Vigilância a Saúde.(PQA-VS). Até o momento, nos meses avaliados, houve redução de 62% nos casos suspeitos de dengue e 52% nos confirmados. Sabe-se que esta não é uma realidade em relação ao ano de 2017, pois muitos casos ainda não foram digitados no Sistema de informação, pela demora no envio das fichas de investigação das Unidades Básicas de Saúde dos municípios à vigilância epidemiológica municipal, onde são digitadas, aliada a subnotificação de casos e casos positivos no GAL (Gerenciador de Amostras Laboratoriais) e não inseridos no SINAN. -
Secretaria De Estado Do Meio Ambiente
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE NOVEMBRO/2018 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE ASSESSORIA DE MUNICIPALIZAÇÃO Copyright© Governo do Estado do Amapá. Secretaria de Estado do Meio Ambiente Antônio Waldez Góes da Silva Robério Aleixo Nobre Governador do Estado do Amapá Secretário de Estado do Meio Ambiente AUTORES: Mário Sérgio dos Santos Ribeiro – Engº Florestal – Técnico da ASSEMUN/SEMA Jessejames Lima da Costa – Administrador – Téc. da ASSEMUN/SEMA José Ferreira Barbosa – Técnico em Contabilidade/ ASSEMUN/SEMA Ruimar Monteiro Pena – Engº Florestal - Técnico da ASSEMUN/SEMA Benedito Felix Felício – Educador sócio ambiental - Técnico da ASSEMUN/SEMA Carla Samara Campelo de Sousa – Engª Florestal – Assessora de Municipalização ASSEMUN/SEMA Ivone Silva dos Santos – Assessora de Municipalização ASSEMUN/SEMA REVISÃO E NORMALIZAÇÃO Marcilene Nogueira Moraes - CRB-2/1234 (Bibliotecária/SEMA) REVISÃO DE TEXTOS Regina Maria de Souza Carvalho ARTE CAPA: Vera Cristiane Vaz de Sales Costa Elaboração do Monitoramento da Gestão dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente/AP Assessoria de Municipalização – ASSEMUN/GAB/SEMA Dados Internacionais de Catalogação (CIP) Amapá. Governo do Estado. Secretaria de Estado do Meio Ambiente Monitoramento da gestão dos órgãos municipais do meio ambiente/AP / Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Assessoria de Municipalização (ASSEMUN). – Macapá: Sema, 2018. 53 p.: il. Inclui bibliografia. 1. Gestão ambiental – Amapá. 2. Monitoramento ambiental – órgãos municipais/AP. -
2020.10.28 Roadshow AMAPÁ English
Regionalized Concession Project for Public Water Supply and Sewage Services in the State of Amapá Project presentation October 28th, 2020 2 Agenda 1. Introduction 2. Project Overview 3. Engineering Studies 4. Financial Modeling 5. Legal Aspects 6. Performance Indicators 3 Introduction // Disclaimer Conclusions presented here result from the analysis of quantitative and qualitative data, in addition to projections of future events, which are part of the expectations of the government of the state of Amapá, the Amapa Sewage and Water Company (Caesa) and their advisors at the time of the analysis. Such future events may not occur and results presented may differ from the actual numbers. The use of different sources of information and the application of different data processing methodologies can result in differences between the content of this presentation and that of documents that have the same object of this work. Information contained in this presentation is for reference only and should in no way be considered as binding information on future concessions that may be auctioned. 3 4 Introduction // Governance of studies April, 2017 Project monitoring and decision making A contract was signed between the state of Amapá and BNDES , Monitoring of studies governing the Bank's remuneration and reimbursement of its expenses with third parties. Provision of Monitoring and Fieldwork and Delivery of information and management of information results validation of studies request June, 2017 assumptions Financial Engineering coordinator and Legal coordinator coordinator BNDES hired the PWC/ Egis/Loeser PMO Blanchet Hadad Advogados to structure the project to expand private participation in the state sanitation. CONSORTIUM 5 Project Overview 6 Project Overview // CAESA The Amapá Water and Sewage Company is a state mixed economy society founded in 1969 and linked to the Infrastructure Secretariat. -
Espacialidades E Especificidades Urbanas Na Fronteira Franco-Brasileira
URBANO-FRONTEIRIÇO:Revista Eletrônica Casa de Makunaima - ISSN 2595-5888 ESPACIALIDADES E ESPECIFICIDADES Vol. 1URBANAS - Nº 1 / Jan./Jun. (2018)NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA – OIAPOQUE – AMAPÁ Edenilson Dutra de Moura Professor Mestre na Universidade Federal do Amapá Doutorando em Geografia Universidade Federal do Ceará Vista da Estrada Macapá – Oiapoque (BR-156) no período do inverno amazônico. [email protected] Fonte: Moura (2017). RESUMO RESUMEN Este artigo tem a proposta de contribuir como entendi- Este artículo intenta ayudar a comprender la dimensión mento da dimensão espacial urbana de Oiapoque, mu- urbanística de Oiapoque, la región ubicada en el extremo nicípio localizado no extremo norte do Estado do Ama- norte del estado de Amapá, en un urbanismo real en el pá, portanto, em uma realidade urbana em meio à vida Midst de la Amazonía de la vida, en sus múltiples ana- amazônica, em suas múltiplas nuances analíticas. Enfati- líticos matices. Enfatizamos que la ubicación geográfica zamos que a localização geográfica fronteiriça do muni- fronteriza del municipio y de la ciudad de Oiapoque - AP, cípio e da cidade de Oiapoque – AP, provoca na produção provoca en la producción del espacio reflejos percepti- do espaço reflexos perceptíveis na espacialidade urba- bles en la espacialidad urbana, en diferentes dimensio- na, em diferentes dimensões, como: físico-estruturais, nes, como: físico-estructurales, económicos y culturales, econômicos e culturais, e que, desta forma, diferentes y que, de esta forma, diferentes flujos y las -
Eduardo Margarit Alfena Do Carmo
CONFLITOS ENVOLVENDO O USO DA TERRA NO NORTE DO ESTADO DO AMAPÁ Giancarlo Livman Frabetti UNIFAP, [email protected] Eduardo Margarit UNIFAP, [email protected] Evilania Bento da Cunha UNIFAP, [email protected] INTRODUÇÃO O presente trabalho expõe a problemática de um projeto de pesquisa que tem como objetivo abordar os conflitos existentes ou potenciais dados por conta da sobreposição ou da vizinhança entre áreas nas quais incidem distintas formas de regulação do uso da terra no extremo norte do Estado do Amapá, área de estudo que corresponde, mais precisamente, aos municípios de Oiapoque e Calçoene. O Estado do Amapá localiza-se na região norte do Brasil e junto com o norte do Estado do Pará forma parte do mosaico de áreas protegidas da Amazônia brasileira, o qual é composto por Unidades de Conservação de diversas categorias e também por Terras Indígenas. Diante da convivência problemática entre áreas regidas por diferentes normatizações de uso e apropriação da terra tais como as Unidades de Conservação, as Terras Indígenas, as Áreas de Remanescentes de Quilombos e os assentamentos rurais situados no norte do Estado do Amapá, pergunta-se: quais serão os conflitos (já existentes ou mesmo potenciais) criados a partir da sobreposição ou da vizinhança entre áreas nas quais incidem distintas formas de uso da terra e de regulação da propriedade privada fundiária? A abordagem metodológica para esta pesquisa fundamenta-se, neste projeto, na contraposição entre, de um lado, informações provenientes de órgãos de planejamento e fontes oficiais de dados e, de outro lado, o levantamento dos elementos qualitativos relativos ao modo de vida das comunidades existentes nos pontos identificados como de interesse para nossa argumentação. -
ZONEAMENTO AGROECOL6GICO DO Município DE PORTO
Ministério da Agricultura e do Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agroflorestal do Amapá Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia Oriental Ministério da Agricultura e do Abastecimento ZONEAMENTO AGROECOL6GICO DO MUNiCíPIO DE PORTO GRANDE/AP RELATÓRIO FINAL r~--~ PREFEITURA DE PORTO GRANDE Macapá - Amapá Abril/2000 - - -----"' ZONEAMENTO AGROECOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE PORTO GRANDE SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO ••.....••••.••..•••••...••..•..••.•••.••..•••••.••••••.••••••••.•.••.••......•.•.......•.•.•.•.......•......•...•.......••.•......... 1 2 - DESCRIÇÃO GERAL DA ÁREA ••.•.•..•••.......••.•.......•.•.•••••.•..•.......••....•......................•..........•............. 2 2.1 - SITUAÇÃO, LIMITES E EXTENSÃO .•..........•...............•.............•.•.•..•...•..•....••••••..•.•.••••..•..•••••••••..••••.••••. 2 2.2 - HIDROG-RAFIA .••••••.................................................................••........•••..•......••...•.•.••••......•••...•....••••••... 2 2.3 - GEOLOGIA ...................................................................•..•.......•..•.........••••.................................•.........• 3 2.4 - GEOMORFOLOGIA (RELEVO) ..............................................•....................•.••••.......••••...•..•••••.•....•.••..... 4 2.5 - CLIMA .•••...•.....................................................................................•••••..••..•.•••..••.•••••.•..•.••••.••.•.......•••• 4 2.6 - VEGETAÇÃO ••.•........•........•••..•.....••••......•••••......••••.....••••••••..••••••••••••••••••••••••••••••••••.••.••••••..••.•••••••••.••••. -
Monitoramento De Focos
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL – CEDEC INSTITUTO DE PESQUISAS CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS DO AMAPÁ – IEPA NÚCLEO DE HIDROMETEOROLOGIA E ENERGIAS RENOVÁVEIS – NHMET APLICAÇÕES PARA ALERTA DE DESASTRES E AÇÕES DE DEFESA CIVIL TERMO DE PREVISÃO DE RISCO DE QUEIMADAS PARA O ESTADO DO AMAPÁ COOPERAÇÃO NHMET-IEPA Monitoramento de Focos SEMA-AP De acordo com os dados de focos de calor disponibilizados pelo CEDEC-AP CPTEC/INPE, no Estado do Amapá, foi registrado variação de -1,97% no ANA número de focos de calor, em comparação com o registrado no dia de ontem 14/10. Nas últimas 48 h, foram identificados 497 focos de calor no Estado do Amapá (Macapá - 222; Mazagão - 96; Calçoene - 54; Amapá - 35; Oiapoque - 21; Pracuúba - 18; Tartarugalzinho - 14; Porto Grande - 8; Santana - 8; Ferreira Gomes - 5; Pedra Branca Do Amapari - 5; Itaubal - 4; Laranjal Do Jari - 3; Cutias - 2; Serra Do Navio - 1; Vitória Do Jari - 1). A Temperatura máxima registrada em Macapá foi de 32,8ºC com Umidade Fonte: https://www.cptec.inpe.br Relativa de 55%. Boletim Nº 09 Data: 15/10/2019 Risco de Fogo _*Risco de Incêndios Na figura ao lado, observa-se risco crítico de fogo sobre os municípios de Tartarugalzinho, Pracuúba, Cutias, Itaubal, Mazagão, Santana e Macapá. Nas áreas compreendidas entre da foz do Rio Araguari e o lago Piratuba, observa- se risco alto de fogo observado, juntamente com os municípios de Oiapoque, Calçoene, Amapá, Laranjal do Jari Mazagão e Vitória do Jari. Nas demais áreas do Estado, o risco de fogo observado varia de médio a baixo. -
Serra Do Navio
MONOGRAFIAS MUNICIPAIS NORTE / AMAPÁ SERRA DO NAVIO IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Feita pelos indígenas da Ilha de Marajó, a cerâmica marajoara é a mais antiga forma de arte em cerâmica do Brasil. A sofi sticação de sua iconografi a – centrada na fi gura humana e na representação de animais da fl oresta tropical – a levou a ser reconhecida, nacional e internacionalmente, como uma das maiores riquezas da Região Norte. IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO NOME Serra do Navio DATA DE CRIAÇÃO 01/05/1992 DATA DE INSTALAÇÃO 01/01/1993 GENTÍLICO serranaviense CÓDIGO GEOGRÁFICO 1600055 BRASÃO BANDEIRA Serra do Navio 3 Convenções - Dado igual a zero não resultante de arredondamento; .. Não se aplica; ... Dado não disponível; x Dado omitido a fi m de evitar a individualização da informação; e 0; 0,0; 0,00 Dado igual a zero resultante de arredondamento de um dado originalmente positivo. ASPECTOS HISTÓRICOS HISTÓRICO Construída em plena fl oresta amazônica, entre o fi nal da década de 1950 e o início dos anos 1960, Serra do Navio foi planejada para abrigar o contingente de moradores da periferia da Vila Operária da Icomi. Com a desativação da mineradora, o local passou por profundas transformações. Ainda abriga empresas mineradoras, mas de menores proporções. Desmembrado do município de Macapá em 1992, Serra do Navio foi chamado inicialmente de Água Branca do Amapari, retornando ao nome original no ano seguinte. FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA Elevado à categoria de município com a denomina- ção de Água Branca do Amapari, obedecendo o arti- go 3º, da Lei Complementar n.º 01, de 17-03-1992, desmembrado do município de Macapá. -
Boletim Meteorológico Nº057
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL – CEDEC INSTITUTO DE PESQUISAS CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS DO AMAPÁ – IEPA NÚCLEO DE HIDROMETEOROLOGIA E ENERGIAS RENOVÁVEIS – NHMET APLICAÇÕES PARA ALERTA DE DESASTRES E AÇÕES DE DEFESA CIVIL PREVISÃO DO TEMPO PARA O ESTADO DO AMAPÁ TERMO DE COOPERAÇÃO Situação Atual NHMET-IEPA Nesta segunda-feira, o dia amanheceu com céu claro nublado a parcialmente SEMA-AP nublado em grande parte do estado e com nuvens de precipitação intensa sobre as CEDEC-AP áreas leste do estado. Na figura ao lado do satélite GOES-16 às 08:00 h da ANA manhã, é possível observar nuvens precipitantes sobre o centro-leste e se aproximando a nordeste e leste do estado. Nas últimas 48h, não foram observados focos de calor no estado do Amapá. A Temperatura em Macapá é de 23,9ºC, Umidade Relativa de 95%, ventos de 3,24 km/h provenientes de sul-sudeste e Satélite GOES 16-Canal 14 (11.20휇) Índice de Radiação Ultravioleta (IRUV) Mínimo. Fonte: https://www.cptec.inpe.br _*Previsão do Tempo (NHMET-IEPA)*_ *Segunda-feira 17/05:* O dia deverá permanecer com céu apresentando variação de nuvens na maior parte do Boletim Nº 57 estado. Há previsão de chuvas variando de intensidade leve a fraca sobre a maior parte do estado, com acumulados Data: 17/05/2021 variando entre 02 e 13 mm. As chuvas mais intensas deverão ocorrer sobre os municípios de Calçoene e Amapá, com acumulados variando entre 15 e 45 mm. As pancadas rápidas de chuvas fortes em áreas isoladas pelos interiores e centros urbanos, podem vir acompanhadas de ventos fortes, trovoadas e registrar acumulados de chuvas indefinidos.